sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

EM 2011 É BOM ESTAR PRESENTE




Em fases de transformações coletivas como esta em andamento, o conhecimento de nós mesmos é vital – mas, para isso é preciso aprender a separar o que é nosso do que não nos pertence; não mais será permitido viver a vida alheia.

Separar o que é nosso do que é dos outros nada tem a ver com fugir, ausentar-se, não ligar ou desistir. Quem assim age não está sendo capaz de separar, de assumir apenas o que lhe pertence de cada situação. Muitas vezes, para ajudar uma pessoa basta estar presente na sua vida. Mesmo que você não seja capaz de mudar nada, nem de consolar ou esclarecer. Basta a sua presença. Basta um olhar, um toque, um abraço.
Não precisa muito tempo, às vezes, basta um minuto para mudar a vida de alguém.
A pessoa pode estar precisando só de um ouvido com o qual desabafar. De um ombro amigo para chorar. Se tiver vontade chore junto.
Abra janelas.
Acenda as luzes.
Ajude a pessoa a sair do atoleiro das idéias fixas.
Areje as conversas.
Invente assuntos positivos.
Crie objetivos que possam ser compartilhados.
Não participe das queixas nem da maledicência contra pessoas ausentes.

Na medida do possível seja uma pessoa bem humorada. Busque sempre observar a vida pelo seu lado mais engraçado.

Neste ano fixe sua atenção apenas nas coisas úteis.
Termine o que começar.
Concentre-se no básico.
Não desperdice tempo tentando manter pontos de vista.
Aprenda a ler os acontecimentos e a fluir pelas situações.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2011 - ANO DA SOBERANIA EMOCIONAL




Que venha o ano novo – Nele eu direi e viverei a promessa que faço a minha pessoa:

Eu sou mais eu! Sou meu rei e vassalo.

Estar soberano com relação às emoções implica em desenvolver a capacidade de discernir e de aprender a separar o que é teu do que é dos outros.

O que é soberania emocional?

Nada complicado; nós temos soberania emocional eficiente com relação às pessoas de quem não gostamos ou que imaginamos como nossos adversários: - Escolheu assim, bem feito, é pouco, precisava passar mais para aprender, pois parece que ainda não aprendeu a lição...
Não que esse sentimento seja correto; embora seja claro; o que é básico. Não conseguimos ser muito claros sobre o que sentimos com relação ás dificuldades de vida, criadas pelas pessoas que achamos que nos pertencem, que imaginamos ser nossa posse; isso dificulta que possamos ajudá-las, no mínimo a compreender a origem do problema; participar da solução, nem em sonho.

Na relação entre as pessoas é preciso que estejamos sempre em condições de ajudar, de colaborar sem trazer para nós os problemas dos outros. Deu, deu; não deu paciência, fica para a próxima. Mestre Jesus foi mais drástico: Não dê pérolas aos porcos...
Quando não é possível fazer algo pelas outras pessoas, viva de forma saudável e não as atrapalhe.
Não chore por outrem, nem com as outras pessoas, apenas console-as e anime-as a buscar forças para prosseguir; caso seja capaz; do contrário: para não falar as paranóias costumeiras; fique presente e quieto. Um abraço sempre vai bem.

Como ajudar pessoas que não querem ser ajudadas?

Primeiro é preciso analisar se vale a pena o tempo e o esforço investido. O passo seguinte: aprender a esperar o momento certo de ajudar com eficiência.
Um momento especial de aprendizado é a dor, o sofrer.
Saiba aguardar o momento certo, para aprender a ajudar as pessoas quando elas estão abertas ao aprendizado: na vigência, ou melhor, passada a dor, nós estamos mais aptos a perceber a responsabilidade que temos sobre o que estamos vivenciando.

Entre nós ainda é natural que, ao acharmos que está tudo bem; não nos atrevemos a mudanças ou a permitir sugestões de transformação.

Queres estragar toda intenção de ajudar?

É simples:
Diz as coisas no momento errado.
Torna-te repetitivo.
Cobra do outro todas as tentativas que já fizeste para ajudá-lo, em vão; e depois fica magoado quando ele te jogar na cara que não te pediu ajuda. Fizestes porque desejaste...

Um detalhe importante:
Não adianta muito que sejas soberano com relação às tuas emoções se as pessoas com quem vives não o são ainda. Elas vão te derrubar dia menos dia. Então: exemplifica para ajudar as pessoas que te cercam a obter soberania emocional; pois num lugar onde alguns não são soberanos com suas emoções; acaba sempre sobrando para os outros, algum rescaldo de seus sofrimentos.

Estuda as pessoas sem cair no engano do julgamento, para que possas mostrar com clareza a cada uma delas que te procura com problemas; onde foi desencadeada a ação que se manifesta neste momento como reação.
Tenta sempre mostrar que qualquer problema tem solução desde que bem interpretado e estudado.

A armadilha da conquista da soberania emocional para quem pensa pouco; é a frieza, o distanciamento, a vingança dissimulada; pouco ou nada a ver com amor...

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

2011 É O ANO DA EMA

Não mente para ti mesmo que estás alegre porque os outros estão alegres ou porque realizaram seus sonhos e objetivos.
Essa alegria é muito efêmera, e é a armadilha predileta da inveja dissimulada.
Trata de conquistar teus sonhos e de realizar tuas metas para que possas realmente compartilhar tua alegria com a do outro; afinal de contas: viver e amar são uma constante troca – Vê lá o que vais ofertar aos outros!

Sejas tu prático como pediu Jesus:
Sê honesto; fica apenas com aquilo que é teu; a alegria e o prazer do outro não te pertence.
Além disso, aprende a não oferecer a alegria e o prazer da realização das tuas metas às pessoas baixo astral, negativas e muito frustradas; pois com certeza elas tudo farão para embaçar a tua. Não é que façam isso por mal, é um mecanismo subconsciente no qual as forças negativas que elas emanam da sua inveja e da sua frustração; quase que com certeza, ainda, tem uma energia potencial mais poderosa que a da tua alegria e do teu prazer – Então, sê manso como as pombas; mas prudente...

De preferência, divide e compartilha tuas alegrias e conquistas com pessoas que se encontram no mesmo tipo de padrão vibratório.
Cuidado para escapares dos conceitos paranóicos de caridade; não fiques imaginando que não relatando ao depressivo tuas alegrias, estejas faltando com o respeito e a fraternidade. Não. Ao agir assim, tu não estás sendo egoísta nem orgulhoso, apenas prático, simples, eficiente, inteligente.
Disse o sábio Jesus numa de suas parábolas, a dos talentos; que, a quem muito tem mais se dará, e a quem nada tem lhe será tirado até aquilo que pensava ter...

A vida inteligente exige que sejamos simples como as crianças, práticos, ousados, radicais: eficientes.
No horóscopo infantil - 2011 é o ano da Ema: Ema, ema, ema, cada um com seus problemas...

Não faças dos outros tua lixeira afetiva; mas não seja a de ninguém.

Nesta reta final de ciclo, se os que caminham ao teu lado não forem capazes de seguir contigo – não olhes para trás; segue em frente; depois, podes voltar para ajudar em melhores condições...
Sê amoroso; mas, prático.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

EM 2011 PLANEJA TUA VIDA

Estamos nos capacitando a planejar nossa vida.
Planejamento é a única forma de dominarmos a lei de causa e efeito.
Analisando bem as ações antes de desencadeá-las, somos capazes de antever-lhes os possíveis resultados e tornar a lei de causa e efeito construtiva, positiva.
O problema é que nosso projeto de vida é pobre, extravagante, neurótico, paranóico, e assim mesmo, colocamos como uma das nossas metas de vida, criar metas para a vida dos outros.

Quanto mais simples e diretos forem os objetivos mais rápidos e eficazes serão os resultados.
A vida busca eficiência, resultados...
Eficiência exige conhecimento, dedicação e trabalho.

A primeira fase é definir objetivos, torná-los claros, simples e fáceis de serem executados passo a passo.
Aprende a não atropelar as tuas metas.
Separe as que realmente são tuas das dos outros.
Analisa bem que tipo de permissão tu darás para que os outros intervenham nas tuas metas de vida.

2011 não será um ano tão diferente assim dos que já vivestes; mas, ele está inserido numa época acelerada onde a velocidade com que as coisas acontecem exige raciocínio crítico e trabalho; aprende a fazer uma tarefa de cada vez e bem feita, caso contrário, a vida a devolve, com certeza, para que seja refeita.

Dentro do teu projeto de vida faz com que a interferência na dos outros seja apenas a inevitável. Não cria compromissos desnecessários que apenas irão criar atrasos para todos.

Antevendo as mudanças cósmicas previstas para os anos seguintes; procura finalizar os projetos já em andamento antes de pensar em começar novos.
Denuncia e livra-te de velhos acordos que perderam contato com tua realidade.
Coloca ordem na casa mental.
Faxina as emoções e os afetos defasados da realidade.

Na dúvida sobre o que fazer:
Pensa, trabalha, espera, confia...

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

RECEITAS PARA UM ANO COM FINAL FELIZ



Cá entre nós, a época do Natal e dos festejos da chegada do Ano Novo é uma espécie de feriadão de Carnaval familiar; na medida do possível baixa o espírito Natalino nas pessoas e as famílias se reúnem para comemorar, comer, beber, e esperançar. Nem a deturpação da data comemorativa tira o glamour, as luzes e o brilho desta época.
Como sempre, 2010 está prestes a se tornar um ano velho - Feliz? – Depende do foco; para uns foi um ano de felizes realizações; para outros um ano de superação de provas e dificuldades; para alguns não haverá saudade; mas, no fundo, provas, dificuldades, lições, problemas é questão de foco – pois, cada um de nós enxerga como quer, pode; ou lhe é possível no momento.

Nossos votos de Feliz Ano Velho e Esperançoso Ano Novo trazem algumas recomendações que julgo importantes para todos nós.

Em fase de aceleração de vivências e ocorrências todo cuidado nas interações é pouco.
Algumas de nossas doenças da alma podem manifestar-se facilmente nesta época de reunião – sem esquecer o que já colocamos a respeito do “mediunismo” que estará com a corda toda – vigiemos muito nossas tendências e impulsos que a ocasião propicia; para evitar desgastes e sofrimentos inúteis: inveja, ciúmes, despeito, agressividade, mentira, maledicência, calúnia, orgulho, egoísmo...

Vale a pena nos prepararmos para as festividades, nos recolhendo na intimidade, vigiando e meditando bastante.

Para toda doença da nossa alma existe um antídoto ou um santo remédio, dentre eles:

Humildade

Aceitar cada momento sem derrotismo, conhecer as capacidades, e estar em paz com a consciência de que o melhor possível foi feito. Essa atitude, acalma, pacifica e é portadora de um tipo de alegria que poucos conhecem; além disso, é um bom antídoto para a inveja e ciúmes. Procure não chamar a atenção; vista-se com a sobriedade. Sirva e evite ser servido pela parentela.

Tolerância

Aceitar a diversidade e a individualidade ao admitir outros modos de pensar, sentir, entender e agir, diferentes dos nossos, é uma arte necessária á conquista da paz. Guarde seus pontos de vista na gaveta; não os traga para as reuniões.

Entendimento

Entender o outro é o passo seguinte á conquista da tolerância; porém, é preciso que abdiquemos do orgulho e do egoísmo ao admitir que nós somos tão imperfeitos quanto todos. Aprenda a consumir nas conversas os “assuntos abobrinha”, deixe os mais sérios para outros momentos mais propícios.

Mansuetude

Qualidade daquele que é manso, não violento, brando de gênio, pacato, sereno tranqüilo. Bom momento para treinar.

Paciência

Amigo da paz. Ser que cultiva a paciência íntima. E que de forma ativa busca e luta pela conquista da harmonia entre as pessoas. Excelente época para treinar a audição – ouça muito, fale só o necessário (sem tornar-se uma múmia).

Perdão

Aprender a resolver cada pequena mágoa no momento em que ocorre, é uma forma de vitaminar a boa vontade e a fortaleza de caráter. Somente os fortes perdoam. Aprende a reconciliar-te com teu inimigo enquanto estás a caminho com ele.

Sejamos o tipo de pessoa que todos anseiem estar conosco em 2011.

Na dúvida sobre o que fazer: AME.

Aproveitamos para desejar aos nossos amigos de todas as épocas e de todas as Eras. Um verdadeiro e feliz espírito de Natal.
Com esse quadro que pintamos na época de estudante.
Imaginemos se Jesus tivesse nascido entre nós, no meio da mata, cercado pela exuberante natureza. Xamânico...

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O PESO DA CONSCIÊNCIA

Nem sempre, ou quase nunca, vigiamos as verdadeiras intenções ao realizar escolhas no dia a dia.
A gulodice de nosso Ego costuma criar um sobrepeso em nossa consciência, difícil de ser eliminado.
Na maior parte das vezes, apenas teremos uma consciência bem mais leve que a atual, apenas após uma radical cirurgia moral; pois, a kharmaspiração das gordurinhas do Ego ou a antiga confissão; além de perigosa; pois a anestesia da mente nos tira os reflexos do bem pensar; daí continuamos sempre praticando as mesmas infrações ás leis da ética cósmica. Esse estilo de viver tapeando a culpa ainda mostra-se ineficaz sem o domínio do apetite dos desejos.

Na heróica tarefa de diminuir o peso na consciência para que nos emendemos, é preciso clareza no saber distinguir o que nos pertence; dos valores e problemas dos outros.

Como podemos afetar a vida dos outros com nossas escolhas?

Sempre que pensamos geramos um tipo de escolha que vai afetar a nossa realidade e a de outros, e o tempo todo as fazemos.
Nós devemos lembrar que há muitas maneiras de proceder e cada uma traz consigo de retorno as devidas conseqüências; se não sabemos sentir e intuir muito bem; e se é inevitável pensar, melhor que seja com mais atenção.

Braços cruzados frente ás tarefas da vida é um perigo:
Mesmo quando decido não escolher estou decidindo e de certa forma permito que os outros escolham no meu lugar, isso, é uma forma de escolher, inadequada, mas é. E, as piores são sempre aquelas que impomos ou fazemos aos outros sem que eles exercitem o pensar. É como assinar promissórias em branco a desconhecidos, eternidade a fora.

Há escolhas e escolhas...
Algumas dificilmente passam desapercebidas como sobrepeso na consciência; pois trazem consigo fortes e pesadas conseqüências; devendo ser mais detalhadamente analisadas antes de sobrecarregar a consciência fazendo reter o lixo da culpa e do remorso.
Opções desatinadas como: fumar e construir um câncer; descuidar-se e praticar um aborto; não se precaver e adquirir AIDS...

Um sério entrave a manter uma consciência “enxuta” que interfe no estudo da básica lei de causa/efeito, é o conceito dietético da tal de atitude normal; já que descamba quase sempre na banalização, que fazemos a respeito de muitas escolhas produtoras de efeitos até chocantes; mas que, de tão comuns, passam a ser considerados pelas pessoas como algo “normal” – aquilo que todo mundo faz; estilo escolha diet, light, moderada, etc.
Ou o trivial na educação por exemplo:
Tipo, escolha/controladora nas relações entre pais e filhos. Alguns pais querem controlar tudo na vida dos filhos desde o que e quanto comem, até o que e quando podem vestir, suas atividades, etc. O resultado são indivíduos pobres ao tomar decisões, sempre esperando que os outros escolham ou decidam por eles. Ou rebeldes sem causa que passam a ser do contra em tudo que lhes seja proposto ou solicitado. Eliminar o sobrepeso da culpa das pisadas na bola sem querer é mais fácil do que as crônicas do errar sabendo.

A informação excessiva e o conhecimento não praticado pesam demais na consciência. Engordam demais a culpa e o remorso.

Nesta altura da evolução, não há desculpas. Todos os aqui em progresso conhecem as leis básicas da ética cósmica; seja desta ou de outras aulas em 3D – mesmo os hoje borderline no discernir, já estão cansados de saber o que é certo e o que é errado.

O que fazer para perder peso na consciência?
Qual o melhor regime?

Ontem começou o verão e todo mundo vai querer desfilar por aí com uma consciência enxuta, esbelta; principalmente nas saídas do corpo; onde não dá prá esconder o sobrepeso...

Praticar a dieta dos Mestres é fácil:

- Se não puder ajudar não atrapalhe. Não se torne um “burrocrata” para não travar seu esbelto futuro e não precisar se arrastar nos “charcos umbralinos ” em 4D.
- Tente o jejum de críticas.
- Fale só o necessário e somente a verdade.
- Não dê palpites na vida dos outros; cuide da sua.
- Exercite o perdão.
- Pratique a caridade – é o exercício que mais faz perder as calorias do sobrepeso do Ego. O resultado é infalível.
- Evite as toxinas da culpa e do remorso.
- Livre-se da preguiça, das desculpas e justificativas.

Na dúvida sobre o que fazer; comece com a atitude de só fazer aos outros o que gostaria de receber das pessoas – a começar pelo pensamento; matriz de todos os distúrbios metabólicos do Egão.

Aviso:
Na porta do inferno há uma tabuleta alertando: PROIBIDA A ENTRADA DE CONSCIÊNCIAS FELIZES LEVES E ESBELTAS.

Detalhe importante: Céu e inferno são portáteis. Cada um carrega o seu onde estiver...

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A MENTE – MENTE DEMASIADAMENTE

Se tens uma decisão difícil a tomar; se estás inseguro sobre o que fazer: decide com o “coração”.
Não pensa apenas; aprende a sentir.
Sentir não é uma simples questão emocional.
É uma forma de saber que extrapola os sentidos físicos; sentir ou intuir é um dom inato da alma, do qual todos nós somos dotados; apenas ele está submerso no jogo dos interesses do ego; numas pessoas mais; noutras menos.

Nossa mente é problema e solução.
Nesta vida atual, decidir sem pensar é um desastre; decidir apenas usando a mente é outro maior ainda. Mais grave quando permitimos que mentes alheias tomem decisões em nossas vidas.
Uma dificuldade é que nossa mente é muito mentirosa – isso, também é fruto da educação baseada no medo, mentira, suborno e chantagem, a que predomina na atualidade. Mentimos o dia inteiro; em especial a nós mesmos abusando das desculpas e justificativas.

Para desfazer esse nó cego da evolução, é urgente:

O conhecimento da verdade.

“Somente a verdade vos libertará...” , “Eu sou o caminho, a verdade a vida...”, “... Ninguém vai ao Pai senão através de Mim...” (Jesus).
Criamos muitos embaraços uns aos outros durante nossa evolução; inicialmente por ignorância e depois por teimosia, desleixo e rebeldia. Quantos incontáveis “nós cegos” nas relações entre os homens ainda estão para serem desatados através da caridade e do amor.
É certo que ainda ignoramos muitas coisas, mas as leis básicas da vida para superar esta fase; já são nossas velhas conhecidas; basta apenas pô-las em prática.

Através da:

Capacidade de discernir.

Aprender a separar a verdade natural das verdades humanas é uma necessidade na arte de escolher o melhor para nós e, consequentemente, o melhor para todos os que estão ligados a nós.
Aqui em 3D a ferramenta por excelência para aumentar a capacidade de discernir ou arte de bem escolher é o corpo físico; basta observá-lo, ouvi-lo, senti-lo; e seguir suas sábias recomendações.

Além disso; para que os canais da intuição (comunicação além dos sentidos físicos), sejam desobstruídos; é inteligente eliminar interferências obsessivas através do perdão; e desfazer os bloqueios energéticos gerados pelo kharma, através do fazer além da obrigação.

E nada mais simples e eficaz do que:

A prática da caridade.

Ao aplicarmos a lei do amor e da caridade em todas as escolhas que viermos a fazer, nós permitimos o fluir de nosso sentir ou intuição.
É claro que ainda faremos muitas opções inadequadas, pois nossa compreensão do que seja caridade e amor ainda se confunde muito com egoísmo e orgulho. No entanto se nossas intenções forem boas e claras a correção dos desvios e erros será feita de forma mais fácil, eficiente e alegre.

Para desenvolver o sentir, é preciso desenvolver:

A soberania emocional.

É importante não misturar afetividade com os efeitos das escolhas dos outros e as nossas. Se nosso campo emocional estiver limpo e claro fica muito mais fácil discernir.
A sensação de euforia ou de sofrer turva o raciocínio e dificulta que encontremos as soluções mais fáceis e eficientes para os nossos problemas ou das pessoas que nos são caras.
Ser soberano nas emoções nada tem a ver com ser uma pessoa distante, alheia e fria, ao contrário, não há amor onde as pessoas não são soberanas nas emoções e na afetividade.
Somente o exercício sistemático da vigilância sobre os pensamentos é capaz de proporcionar equilíbrio nas emoções transformando-as em sentimentos.
Lembra quando dissemos que nossa, ainda, mentirosa mente é problema e solução?

De forma consciente e proposital; treine tomar pequenas decisões usando apenas o sentir; apenas ouvindo a voz do coração – você vai adquirir cada vez mais consciência da sabedoria da sua alma e vai se “apaixonar” cada vez mais pela Fonte Criadora.

NAMASTÊ.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA: “VÊ SE ME ERRA!”...

Numa época a perder de vista e num lugar muito distante, alguém “achou” que educar era discursar; esse estilo de instruir baseado em falatório é responsável por inúmeros distúrbios em nossas vidas. Até certo ponto a criança se defende bem: o falatório entra por um ouvido e sai pelo outro; mas, alguns adultos tem que carregar esse karma, na forma de familiares, chefes, até quase o fim da vida.

Para piorar as coisas, em nossa cultura predomina sempre o negativo; daí, esses obsessores estilo “papagaio alucinado” detonam sua qualidade de vida e a de suas vítimas.

Quando o ambiente está sempre saturado das coisas negativas a pessoa está, de certa forma, impedida identificar e “saborear” suas qualidades.
Em muitos grupos familiares, sociais e de trabalho, quando se analisa uma pessoa apenas são expostos os seus defeitos, raras vezes as suas qualidades. Ao se comentar alguma coisa é só para criticar, cobrar ou recriminar.

Devido a terem crescido em locais onde predominou sempre esse tipo de atitudes e de comportamento as pessoas adultas não percebem que são maledicentes e até violentas, e que na presença da pessoa que é vítima de seus comentários, às vezes, tem uma postura diferente. Percebem menos ainda que seus filhos vão copiar esse padrão que vem rolando geração após geração, cada vez mais hipócrita – muitos adultos conseguiram superar essa doença educacional – as crianças de hoje se defendem com mais naturalidade e classe: - Chega! Não sou surdo! Você já falou isso mil vezes! – Vê se me esquece!

A encrenca começa na infância: ao ser impedida de desenvolver relações humanas alicerçadas na confiança mútua parte das crianças tornam-se desconfiadas das intenções dos outros projetando-se nelas. E mantendo-se sempre alerta como se todos fossem adversários ou inimigos. Caso não traga algumas “qualidades” em seu DNA, crescendo nesse tipo de “berço”, sua agressividade estará sempre à flor da pele para ser aplicada nas outras pessoas, nas coisas, nos animais.

Principalmente dentro do lar a vigilância à maledicência pode modificar totalmente o padrão vibratório da casa; criando um ambiente aconchegante onde as pessoas se sintam bem. Além disso, cada palavra e cada atitude tem o seu padrão vibratório específico. Onde se comente o bem e se valorize as coisas boas todo mundo vai se desenvolver melhor e mais feliz – ao contrário, é o habitual, as pessoas adoecem com mais freqüência, em especial as crianças cuja energia é “vampirizada” pelas pessoas adultas da casa que tem esse tipo de comportamento.

Da maledicência crônica á calunia e á difamação é um passo. Muitas pessoas que se imaginam boas, estão viciadas em falar mal dos outros ou comentar a vida alheia sem descanso; algumas já não são mais capazes de distinguir uma atitude da outra.

Dia destes no consultório aprendi mais uma - quando somos o “alvo” preferido desse tipo de energia de algumas pessoas uma forma de defender nossa sanidade: Fulano, vê se me erra! (Pode ser até em pensamento para não cutucar o vampiro).

Aproveitando a boa “energia natalina”, busquemos reciclar nossa conduta.

Se, queres paz e felicidade:

Aprende desde hoje a exercitar a tolerância e o entendimento, pois: virtudes são conquistas; não dádivas.
Distribui paciência e bondade a todos que te cercam.
Auxilia enquanto podes.
Ampara quanto seja possível.
Alivia quanto sejas capaz.
Procura fazer o bem sem olhar a quem, quanto gostarias que te fosse feito. Enquanto podes...
Desculpa sempre, porque ninguém fugirá á lei de retorno.
Procura sempre a boa parte que há em cada um de nós, pois a apreciação unilateral é sempre um desastre. Busquemos sempre o melhor lado das coisas, das situações, das pessoas.
Para que façam o mesmo conosco; enquanto estamos a “caminho” com eles.
Caso não consigas; ao menos:

VÊ SE ME ERRA!

domingo, 19 de dezembro de 2010

ESTRESSE INÚTIL DETONA A MEMÓRIA

Atualmente um novo problema parece estar associado ao desgaste da capacidade de fixação dos fatos acontecidos:
Excesso ou sobrecarga de notícias e informação.

As “novidades” dos tempos modernos chegam até nós através dos mais variados meios: jornal, revista, rádio, televisão, cinema, fax, carta, e-mail, internet, escola, cursos, etc.
Muitas vezes essa avalanche de diz que diz supera nossa capacidade de compreensão eficaz.

Essa dificuldade de apreensão e, conseqüentemente, de memorizar tem muito a ver com o estresse desencadeado com a ajuda do excesso de estímulos e solicitação; com maior dano quando acompanhado de medo e ansiedade.

Evidentemente que, em curto prazo, o estresse até habilita nosso cérebro a reagir mais prontamente aos estímulos, sendo essa a função primária da ansiedade do estresse.
Na evolução da espécie para acompanhar as transformações em Gaia; nossa mente analógica está sendo transformada em digital; é fácil perceber que boa parte das crianças da atualidade já vem com uma mente mais digital, de fábrica.

Em longo prazo, entretanto, o desgaste supera a eficiência.

Algumas pesquisas na área do estresse calculam que, ao fim de cerca de 30 minutos, os hormônios do estresse (adrenalina, cortisona e outros) começam a desativar as moléculas que transportam glucose para o hipocampo, deixando assim essa parte do cérebro com pouca energia.

Depois de períodos mais longos, os hormônios do estresse podem acabar comprometendo seriamente as ligações entre neurônios, fazendo o hipocampo reduzir ao máximo sua ação, tal como uma espécie de atrofia funcional.
Ela é reversível se o estresse for curto; mas um estado de estresse que demora meses ou anos, pode acabar inutilizando definitivamente neurônios do hipocampo – tornando as pessoas mais “esquecidas” e mais “burras”; daí, mais manipuláveis, verdadeiras cobaias sapiens - sapiens; pois, é vero que, quem garante a eficácia da memória em 3D, indiretamente da consciência que se tem do vivido, é o hipocampo; portanto, havendo dano dessa estrutura cerebral a capacidade de fixação da memória estará prejudicada.

Para preservar o Hipocampo – dentre outras coisas:
Selecione as informações.
Diminua o estresse inútil.
Seja honesto: não se aposse dos problemas dos outros; preocupe-se apenas com o que lhe pertence.
Viva uma situação de cada vez; um dia após o outro...

sábado, 18 de dezembro de 2010

CONSCIÊNCIA BIPOLAR

O clássico e psiquiátrico comportamento bipolar é a manifestação do estado de consciência bipolar em amalucado descontrole.

Este é um universo de polaridades complementares.
O desequilíbrio e a não integração, traz distúrbios consideráveis através de conflitos de todos os tipos e matizes; tanto internos quanto com o meio externo.
Embora não sirva de álibi; nós não tivemos permissão para ser eu mesmo; a educação e a cultura nos remeteram para fora de nossa pessoa.
Para que sejamos aceitos e até amados; nossos valores e visão de mundo têm que estar submetidos aos ditames e à maneira de perceber a vida da maioria ou sociedade.
Não poderia ser diferente; e sob esse jugo nós nos tornamos seres muito mais reativos em permanente conflito conosco e com o meio do que pacíficos proativos.

Pela pobreza de raciocínio, nossa consciência vive interminável conflito entre várias polaridades como: certo e errado; bom e gostoso; devo ou não devo; é ou não permitido.

E a cada dia que passa, nós estamos sujeitos a desagregar, ainda mais, nossa personalidade ao limite do distúrbio psiquiátrico; ao nos polarizarmos num ou noutro pólo sem fluir a comunicação entre eles.
O risco aumenta a olhos vistos; pois hoje tudo muda muito rápido, de conhecimento a valores ético/morais, deixando as pessoas desadaptadas o tempo todo, e isso, com certeza é um fator dos mais importantes a complicar a vida na hora de definir o que escolher, como e para que.

Porém, é preciso que fique claro: nenhuma desculpa pode ser dada.

Mesmo sob a pressão do modo de viver de hoje, a bagagem evolutiva de cada um (inscrição no DNA) faz a diferença.
Na atualidade a postura da maior parte das crianças abaixo dos cinco anos deixa isso bem evidente.
Observe como muitas pessoas já nasceram sabendo distinguir o que é mais importante do que é menos importante para cada momento de suas vidas.
Para essas pessoas, a influência do meio ambiente no reposicionamento e na ratificação de suas escolhas não terá um peso tão decisivo quanto para outros que ainda não definiram seus valores íntimos, muito menos os alinharam ás leis da ética cósmica.

Para evitar a bipolaridade psiquiátrica e as drogas que aprisionam a consciência entre pólos (o drogado e o medicado vivem no limbo de si mesmos); é urgente respirar fundo e parar para pensar, a fim de discernir; e definir de uma vez por todas:
Quem sou eu?
O que faço aqui?

O momento também é de separar o que são valores criados pelo homem do que são os valores onde se assentam as leis cósmicas.

Em fase final deste ciclo em Gaia:
Tudo nos dias atuais flui mais rápido alertando para a necessidade de identificar e selecionar prioridades; separando o que é importante do que é menos em cada momento.

De certa forma a maioria de nós está com um pé na bipolaridade psiquiátrica. Para alguns é questão de horas, dias, meses – a menos que definições sejam efetuadas e mudanças colocadas em prática.

Relembrando o que já colocamos em artigos anteriores neste e nos nossos outros bloogs (links ao lado - Recomendo).

Kit de sobrevivência:
- Meditação – Recuperar a respiração – Atividade física – Reciclar a dieta.

Kit de emergência:
- Conhecimento de nós mesmos.

Mas acima de tudo:

O COMPORTAMENTO BIPOLAR ESPELHA A CONSCIÊNCIA BIPOLAR.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O INESPERADO

Aquilo que não era esperado necessita de um longo tempo de preparo para que se apresente.

Pensou, aconteceu…

Ao emitirmos uma onda de pensamento continuado, sustentado por horas, dias, meses ou anos, criamos uma possibilidade de acontecer, de precipitar algo; tão mais forte quanto mais tenha sido exercitado.
Pensamentos caóticos geram forças do destino caóticas e desordenadas que apenas precisam de um gatilho para ser acionadas.
Pensamentos ordenados, coerentes e inteligentes geram fatos, ocorrências ordenadas e inteligentes.
Daí há bons e maus acontecimentos inesperados.

O inesperado era mais do que aguardado...

O INESPERADO ESTÁ INCLUSO NUMA REDE INTERATIVA DE ACONTECIMENTOS.

A força que faz com que as coisas do destino aconteçam sob aparente descontrole, é proporcional ao tempo gasto para produzir aquele fato; à sua repetição; e à intensidade dos efeitos que nossas decisões provocaram como influência na nossa; e na vida de outras pessoas ou até mesmo no meio ambiente.

Ao ampliarmos nossa consciência fica clara a percepção:
O inesperado foi longamente planejado e decidido por nós mesmos, pelas nossas escolhas. E também pelas escolhas que outros fizeram por nós; e que permitimos ou avalizamos; pois, as pessoas só interferem na minha vida e no meu destino se dou permissão.

Inesperado, coincidência, fatalidade, é o produto final de um conjunto de escolhas que não reciclamos; e que saíram do foco da consciência até que nos atinja.


NA REALIDADE O INESPERADO É UM DOS INCONTÁVEIS BUMERANGUES QUE ATIRAMOS NO TÚNEL DO TEMPO - E QUE SURGE DE REPENTE NÃO MAIS DO QUE DE REPENTE...

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

DORMIR ACORDADO

Desejamos dormir da mesma maneira que desejamos morrer: de forma súbita e inesperada.
Desmaiar de cansaço e dormir sem estar antes bem acordado pode nos levar a regiões de profunda escuridão, vibrações de baixa freqüência, infernais.

Dormir acordado é preparar-se para se libertar do corpo de forma plena. Dizem os mestres e o bom senso que, a saída do corpo deve ser o mais consciente possível.

Se cuidássemos melhor do nosso organismo na vigília; ele não precisaria ver-se livre da alma insana durante tantas horas de sono.

De forma consciente ou até compulsória estamos sendo preparados para um novo quantum de energia no planeta, onde nos é solicitado dormir menos e adormecer bem acordados; pois, durante a saída do corpo em 4D é que as ocorrências do dia seguinte são alinhavadas e surgem na forma de intuição, impulsos...

Alguns recusam-se a se libertar do corpo físico; para esses ao invés de drogar-se para adormecer, é vital rever alguns aspectos da sua atual forma de pensar, sentir e agir. De onde vem a recusa em dormir? Medo do que? Temor de quem?

Quem sente sono demais, dorme em demasia; deve com urgência rever sua vida. Está fugindo do que? Conflitos? Decisões? A vida em 4D lhe parece mais leve?

Boa parte das pessoas também está sendo convidada a despertar em torno das três horas da manhã; para voltar a dormir acordado. O convite será repetido até que aprendamos a nos libertar, a sair do corpo físico com melhor destino e companhias mais adequadas no plano astral.

Para um melhor rendimento das atividades durante a saída do corpo físico, algumas dicas são fundamentais:

Fuja do entretenimento midiático que apenas vai embotar e anestesiar a mente; forçando-o a sair da vigília sem dar descanso ao corpo físico para que ele se recupere; além de trazer-lhe companhias do astral pouco recomendáveis.
Um balanço das atividades executadas no dia é útil para reprogramar o dia e principalmente a noite seguinte.
Meditação e exercícios respiratórios são essenciais.
Defina o que pretende fazer durante a saída do corpo ao adormecer. Programe-se.
Tenha consciência da necessidade de dar tempo ao tempo e treinar muito para que sinta a incrível diferença de dormir acordado na sua qualidade de vida.

Para nos adequarmos ao novo momento energético de Gaia, nós precisamos comer menos, dormir menos e bem acordados, respirar mais e profundamente.

Desperte, para adormecer bem consciente; nosso futuro nestas bandas do universo pode depender, também, desse detalhe.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A VÍTIMA É SEMPRE CULPADA

Para nós que adoramos posar de vítima; aceitar que todo aquele que se encontra nessa situação, sem desculpas nem justificativas, é réu da própria consciência; é muito sofrido. É como enfrentar na arena da consciência o “antagonista” das nossas escolhas; de mãos limpas, sem as armas das desculpas e justificativas.

Aprendemos e progredimos sob a ação da lei dos opostos neste universo bipolar que atualmente nos hospeda.
Como já foi bem dito: “Na lavoura da vida há tempo de plantar e de colher”; normalmente um detalhe importante é omitido: nem sempre se colhe exatamente o que se plantou; pois, para que a colheita seja boa é preciso cuidar do desenvolvimento da lavoura – plantar e não cuidar é sinônimo de desastre.

No presente as opções estão limitadas pelas conseqüências das escolhas efetuadas nos tempos passados. Ontem nós criamos as barreiras e as cercas dos limites das nossas possibilidades atuais.

Nossa evolução não é uniforme, em virtude disso, as opções e a liberdade de escolha num determinado espaço de tempo é desigual; analisando-se esse fato num contexto limitado, a lei de causa e efeito assume a aparência de um determinismo, sempre simploriamente confundido com sorte, azar ou destino.

Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções. Estamos sempre plantando alguma coisa, invariavelmente; escolher o que plantamos é necessário e bom.
Como todas as outras, essa arte apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir nem a sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.

Quando o assunto é opção ou escolha uma questão a resolver é a liberdade ou não para executá-la; inserida nas possibilidades do livre – arbítrio atual.

Seres humanos necessitam aprender a interpretar a realidade:

Denomina-se livre-arbítrio, a liberdade que temos de usar o raciocínio contínuo. Denomina-se determinismo ou responsabilidade, a fatalidade sob controle do conhecimento e da boa vontade em adequar as conseqüências desencadeadas pelo uso dele às leis naturais que regem a ética cósmica.
À polaridade livre-arbítrio/determinismo dá-se o nome de lei ou conjunto de causa/efeito. Portanto, quando interferimos na realidade de outros seres também nos tornamos responsáveis pelo seu padrão de qualidade, sejam capazes de já pensar, decidir ou, ainda não.
Desse modo uma vítima nem sempre é culpada só; quase sempre há co-réus: família, sociedade, cultura, sistema de crenças...

A longo prazo a vítima é sempre a única culpada; a médio prazo a culpa pode ser distribuída entre os que influenciaram ou determinaram as escolhas.
Na qualidade de seres interativos somos vítimas de nós mesmos e uns dos outros.

Algoz de ontem, que permaneceu de braços cruzados; vítima culpada de hoje.

Não se aprisione na cadeia do remorso. Coloque-se em liberdade condicional; substitua a pena de reclusão na culpa pela prestação de serviços á comunidade.

Cuidado para não usar de forma esquizofrênica o livre – arbítrio:
“A culpa é minha; eu a ponho em quem eu quiser”.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

UM FUTURO DE SEGUNDA MÃO

Poucos se importam que sejamos um ser em construção fadado a morar em nós mesmos até após a morte; raramente nos é dada a escolha a respeito de nosso presente; daí nosso futuro é sempre o passado de volta e de segunda mão. Só nos dão posse dele quando não o querem mais ou acharam coisa melhor para fazer. Primeiro são os pais, depois a sociedade, os amores, a empresa...

Desde que temos alguma consciência de nós mesmos somos requisitados a moldar nossa forma de ser, pensar, sentir, agir e até de reagir. As pessoas fazem essa tentativa na esperança de nos adequar ao meio, desejam nos ajustar à sociedade, criar um tal de bom futuro para nós; sem nos consultar. E o pior é que além de não nos ajudarem a nos auto/adequarmos, ainda são capazes de atrapalhar que tomemos consciência de quem somos e o que viemos fazer na vida.

Primeiro nos ajudam a construir nossa maneira de ser de forma atabalhoada. Depois, todo mundo nos sugere como mudar: familiares, amigos, estranhos, professores, cientistas, religiosos, etc. A maioria nos diz que devemos mudar para evitar que soframos para aprender, mas na verdade o que desejam a maior parte do tempo, é que nos ajustemos aos seus desejos e ás suas crenças.

É certo que devemos nos reciclar, isso é lei da vida e, disso ninguém discorda, pois somos seres inacabados.

Tudo bem que ao nascer trazemos tendências e impulsos capazes de um dia gerar sensações desagradáveis, portanto quando for do nosso interesse devemos buscar mudanças. Embora elas sejam inexoráveis; pois, destino de segunda mão sempre vai precisar de reforma. Morar de favor em nós mesmos indica baixa estima, nosso amanhã que vamos habitar deve ficar um pouquinho com a nossa cara; com a nossa energia.

Algumas dessas mudanças até foram manipuladas; mas noutras vezes, nós é que decidimos mudar sem compreender muito bem a razão; por esse motivo, muitas delas foram feitas só para fugir do sofrer; e tornam nosso futuro, não apenas um daqueles de segunda mão; mas de terceira, quarta, tantos são os palpiteiros.


Nosso futuro seria outro se não precisássemos nos justificar nem nos desculparmos.

Não adianta ficar alegando invasão de propriedade íntima a vida toda; o vício em nos desculparmos e o hábito de sempre buscarmos justificativas para explicar as conseqüências de nossas poucas escolhas, torna-se um anestésico de consciência que embora nos deixe de forma temporária numa situação confortável, logo nos coloca de novo no ambiente embolorado da nossa inquilina consciência.

Não adianta se trancar no quartinho de despejo de sua própria casa mental - fazer birra, entrar em depressão, angústia, pânico – nada disso resolve a qualidade de nosso futuro. Apenas ao tomarmos ciência de nós mesmos é que podemos decidir o que reciclar e como fazer mudanças em nosso amanhã.

Expulsar os “posseiros” da nossa intimidade não resolve – milagres também não acontecem assim do nada. Nem recitando mantras vinte e quatro horas por dia conseguimos apagar para sempre quem somos.

Nas mudanças há que se respeitar as condições e o tempo de cada um de nós para executá-las.

Mesmo sendo um futuro de segunda mão, o nosso - sempre dá para desinfetar, dedetizar as companhias, dar um colorido diferente nos ambientes íntimos e na fachada. Arejar as idéias; faxinar os sentimentos.

Plante uma muda da árvore da felicidade no jardim da entrada – breve ela pode dar flores e frutos.

Uma boa providência é colocar na calçada da sua vida uma tabuleta:
NÃO PRECISAMOS DE AJUDANTES...

domingo, 12 de dezembro de 2010

ESTUDO DAS OFENSAS – PRINCÍPIO DA CURA - parte 3

Continuando...

Quando se trata de ofensas nossa sensibilidade é muito aguçada; embora sejamos meio “tapados” em analisá-las.

Nós costumamos rotular ofensa energética como “mal estar”, simplesmente.
Raramente tentamos destrinchar a sensação ruim de ofender ou ser ofendido.

OFENSAS DO ALÉM

Habitamos várias dimensões ao mesmo tempo, portanto as ofensas também podem ser sentidas e avaliadas na dimensão física e nas dimensões extra/físicas. Todos nós temos nossos colegas do e no além; a sintonia é que define quem é nossa turma.

Na dimensão física:

São todas as que podemos sentir “na lata”, e avaliar nesta terceira dimensão seja agressões físicas ou morais.

Nas dimensões extra/físicas:

Ainda não dispomos de recursos para medi-las, apenas podemos senti-las através das sensações produzidas pelo seu efeito no corpo físico, pois tudo que ocorre numa dimensão repercute na outra.

As ofensas que nos atingem nos planos extra/físicos podem ser originárias tanto de um plano quanto do outro.

Os dois agentes encontram-se nesta dimensão e a ofensa é produzida pela energia do pensar. Como se fosse um e-mail cheio de vírus. Um exemplo facilmente comprovado é a onda mental do invejoso que atinge e desarmoniza a sua vítima preparando-a para a vampirização.

A ofensa através de ondas mentais é a principal forma de agressão entre seres humanos.

Outro tipo é a ofensa causada por um indivíduo que se encontra polarizado no plano astral e a vítima nesta 3D; como na obsessão espiritual.
Nós de 3D não somos sempre as vítimas; muitas vezes, nós é que ofendemos e assediamos os que se encontram em 4D.
Esse tipo de troca de ofensas pode se originar da lei de causa e efeito; simples acerto de contas entre antigos adversários.
O ofensor pode ter sido contratado como se contrata um bandoleiro para causar mal a alguém. Um exemplo seriam os contratos de despachos feitos em locais que intermediam as relações entre os dois planos.

A troca de ofensas mais comum: o não ir com a cara; quando o santo não bate.

Nossas companhias espirituais podem surgir na vida cotidiana de bobeira; quando “mexemos” com os amiguinhos espirituais de alguém; seja através de uma discussão; fanatismo de torcida organizada – exemplo, para um fanático torcedor do Palmeiras o pior inimigo pode ser um Corintiano desencarnado (e não adianta acender vela branca e preta prá acalmá-lo – basta não torcer contra, não secar); etc.

Quanto á intencionalidade pode ser com intenção e sem intenção de ofender.

Sem intenção de ofender:

O prejuízo decorre de descuido e preguiça de pensar ou permitimos a alguém nos manipular. Exemplo, a preocupação dos pais em fazer com que a criança coma muito e rápido, porque lhe disseram que quanto mais se come mais saúde se tem. A obesidade ou a tendência para adoecer com muita facilidade que se origina dessa ofensa que os pais cometem aos filhos é um prejuízo sem intencionalidade, até melhor dizendo, a intenção seria a de ajudar, mas por descuido termina em ofensa.

Alguém que por força do “ofício” e para manter o emprego, vive de atravancar a vida dos outros com burocracia – atrasando, criando empecilhos até graves; como o sujeito do plano de saúde que retarda a liberação de uma cirurgia, uma quimioterapia e o “cara” poderia viver uns dias, meses ou anos a mais – provavelmente a encrenca já vai começar com a “turma” do paciente; depois que ele for para o lado de lá, a coisa pode ficar mais complicada.

Ofensas intencionais:

Mais grave e de mais difícil resolução; pois a lei de retorno sinaliza que tudo a nós retorna, lógico que aquele que ofende hoje com intenção, terá mais dificuldade em reparar no futuro.

SOLUÇÃO?

Mestre Jesus deixou dicas com alta capacidade de resolução:
- Só faz aos outros; o que gostarias de receber – é a prevenção por excelência.
- Besteira feita: aprender a arte do perdão é uma atitude deveras sábia.
- Exercitar a caridade é a única forma de resgate da inexorável lei de retorno.

DICA DO ALÉM:

A combinação da prevenção com o “pagamento” dos efeitos das ofensas; conduz á sanidade, paz, amor, felicidade.

sábado, 11 de dezembro de 2010

ESTUDO DAS OFENSAS – O PRINCÍPIO DO PERDÃO

Continuando...

ESTILOS DE OFENSAS

As ofensas a nós mesmos podem ser consideradas como ofensas ético/morais e físicas.

Ofensas ético/morais:

É a recusa em evoluir; sempre que possível fugimos de tudo que possa nos obrigar a mudar atitudes. Como a tentativa de fuga do conhecimento para nos mantermos em estágios que já deveriam ter sido ultrapassados para escapar das responsabilidades que acompanham o saber. A verdade consola, liberta, mas traz responsabilidades que não desejamos ainda assumir.

Ofensas físicas:

A doença é um tipo de suicídio inconsciente.
Nossas doenças têm origem no pensar, sentir, agir defasado da realidade de cada um e de cada época.
Ao nascer já trazemos tendências e predisposições de atuar e de adoecer que escolhemos em etapas passadas, é o rescaldo da lei de causa e efeito.
Outra parte é resultante das conseqüências das atuais escolhas de minutos ou de anos.
O componente seguinte é o desequilíbrio causado ao enviarmos pensamentos e sentimentos de cólera, raiva, inveja..., que de retorno ao corpo físico são capazes de causar disfunções ou lesões.

Ofensas objetivas e subjetivas nas relações.

Objetivas:

A carta dos direitos humanos pode servir de referência, tudo que possa ferir os direitos de qualquer pessoa pode ser considerada uma ofensa. A violação ao código penal das sociedades também pode ser um parâmetro. Mas, mesmo que usemos o critério da legalidade ou do crime que é um critério aparentemente objetivo, as distorções ainda são muitas; pois nem sempre o que é legal é ético. Nas sociedades legalidade e ética, muitas vezes, ainda costumam andar por caminhos diferentes.
No conjunto das ofensas objetivas elas podem ser físicas como as agressões ou extra/físicas do tipo das ofensas morais ou discriminatórias em virtude de raça, idade, cor, credo, etc.

Subjetivas:

Dependem da interpretação do que se sentiu ofendido, e varia segundo sua visão de mundo, formação cultural e características da personalidade.

Ofensas diretas e indiretas.

Diretas:

O ofendido é o próprio agente a sofrer a ofensa.

Indiretas:

A pessoa sente-se ofendida, mas o agente a sofrer a ofensa foi outro. É o ato de tomar para si as dores dos outros. Normalmente pessoas que são queridas ao ofendido. Algumas vezes aquele que se sentiu ofendido indiretamente o faz com mais intensidade do que a própria pessoa que foi objeto da ofensa.

Ofensas imaginativas:

Os inimigos imaginários são mais comuns do que se pensa.
Um dos fatores pode ser a maledicência ou até calúnia; com alguma freqüência julgamos gente ausente baseado em informações não confiáveis.
Noutras vezes é o efeito espelho; algumas pessoas refletem o lado negado de nossa personalidade, o que passa a nos incomodar a ponto de nos sentirmos ofendidos com atitudes da outra parte que não tem nada a ver conosco.
O mecanismo da projeção é outra forma comum; projetamos no outro o que seríamos capazes de fazer a ele.
A ofensa imaginária torna-se com facilidade um mecanismo de auto – obsessão capaz de gerar processos persecutórios até com fundo psiquiátrico.

Ação de parasitose espiritual:

A ação do mediunismo não é nada desprezível; muitas vezes somos induzidos por desencarnados a nos sentirmos ofendidos por determinadas pessoas, sem que elas tenham feito qualquer coisa contra nós. Eles quase sempre conseguem seu intento; pois, passamos a tratar o outro com desconfiança; e ele de forma instintiva vai se posicionar na defensiva criando um distúrbio na relação.

Ofensa mental:

Ela costuma se materializar como sensação desagradável frente a determinadas pessoas.
Esse é um assunto deveras importante; pois esse tipo de ofensa energética costuma causar sérios distúrbios, até orgânicos, tanto no emissor quanto no receptor, quando há sintonia. Esse fato é explicado pelas experiências do físico japonês Masaru Emoto com a ação das energias do pensamento e sentimento humanos sobre a água; como setenta por cento do nosso corpo é água; dá para imaginar a possibilidade de ocorrências; pois vigiamos muito pouco o que pensamos e sentimos a respeito dos outros.

Continua...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

ESTUDO DAS OFENSAS – O PRINCÍPIO DO PERDÃO

ESTUDO DAS OFENSAS – O PRINCÍPIO DO PERDÃO
Parte 1

Comprovadamente cultivar pensamentos, emoções e sentimentos de baixa vibração, como mágoa, raiva, ódio, ressentimento, gera doenças de vários tipos e graduações. Vibrando nesse padrão a pessoa não consegue a cura; pois, continua a alimentar a doença.
A ação de perdoar é um passo importante para atingir a sanidade – muitas vezes, temos que perdoar apenas a nós mesmos...

Qual a receita do perdão?

Atitude alguma pode abrir mão do raciocínio; dentre elas a inteligente ação de perdoar as ofensas.
Quem não é muito dado a pensar não perdoa; dentre outras coisas porque nem possui uma idéia muito clara a respeito do agravo.

Afinal o que é uma ofensa?

A ofensa tem um caráter muito mais amplo do que normalmente nós costumamos perceber; nós a conceituaremos como todo agravo às leis naturais da evolução; tudo aquilo que possa causar desequilíbrios ou faça sofrer.

Quando pensamos, falamos sobre elas, a primeira idéia que nos vem á mente é a de uma pessoa injuriar a outra; coisas do tipo: Seu isso! Seu aquilo! - Mas, somos capazes de ofender a nós mesmos, aos outros e também à Natureza.

De maneira genérica, ofender ao outro, é não respeitar seus direitos ou deixar de cumprir com nossos deveres para com ele.
Há as reais e graves, que percebemos no corpo e, outras que nem chegamos ainda a identificar pela sua sutileza; mas, nem por isso são menos danosas.

Há pessoas que sentem apenas as ofensas mais escabrosas do tipo: agressão física, palavrão, ofensa verbal.
Outras já acusam como ofensa a ação da exclusão, calúnia, maledicência, mentira, burrice, etc.

Dentre a bicharada que habita o planeta, ao que tudo indica apenas nós, somos capazes de ofender, sentir a ofensa e retaliar.

As pessoas de evolução primária mais reagem do que agem.
Na nossa fase de trogloditas, se sentíamos fome na disputa de um pedaço de carne com o outro, simplesmente dávamos uma pancada na cabeça dele, satisfazíamos a fome, a recíproca não tardava, e logo alguém fazia o mesmo conosco, dessa forma, logo descobríamos que a sensação de levar uma pancada na cabeça é dolorosa e desagradável; daí é possível raciocinar: se é ruim para “eu” também deve ser para o outro.
Parece lógico (para alguns Ets, claro) que, com apenas algumas experiências de permutar ofensas fossemos capazes de perceber isso; mas devido a alguns detalhes educacionais, levamos como espécie alguns milhares de anos para perceber essa lei cósmica; alguns não perceberam até o momento, simplesmente devido à recusa em adequar o pensar para aprender a discernir.

Ofender e ser ofendido faz parte, até certo limite, da evolução; pois escolhemos continuamente, refazendo; é lógico e natural que as escolhas interfiram com tudo e com todos.

Na fase inicial não há a polaridade de bem ou de mal, já que não há ainda maturidade para distinguir um do outro.
Começa a existir ofensa quando deixamos de analisar com isenção a lei de causa e efeito e compreendemos que, o que não é bom para minha pessoa também não é para o próximo.
Nas relações entre nós, não amar ou ofender, é fazer ao outro o que não se quer para si; já que grande parte de nossos desejos é nos sentirmos, respeitados e amados.

Para que possamos entender e aplicar com eficácia o conceito de perdão, é preciso que fique claro o que seja uma ofensa.
Essa é uma tarefa complexa, pois embora pareça algo tangível e palpável, uma ofensa pode ser subjetiva; o sentir-se ofendido apresenta graduações ao infinito; o que para um é uma grave ofensa para outro nem ofensa é; até certo ponto ela necessita da interpretação do ofendido. Isso, quando a ofensa é real; pois, muitas vezes ela é apenas um achismo ou uma projeção do que desejamos fazer ao outro – podemos afirmar sem medo de errar que a maior parte das ofensas que sofremos foram ilusões mentais, ofensas matrix.

Para simplificar podemos dizer que, para que se caracterize, é preciso que a pessoa ofendida e o sujeito que ofende, já sejam capazes de atuar de maneira diferente; e que já seja possível para eles distinguir entre o bem e o mal; apenas não o desejam.

Também devemos conceituar a falta de amor a nós mesmos ou ofensas à nossa própria pessoa.
Qual seria a razão de nos auto/ofendermos?
A resposta é simples: imaturidade; que pode ser conceituada como natural ou patológica.
Na criança em idade cronológica a falta de maturidade é natural.
A falta de maturidade voluntária é proporcional às possibilidades de discernir que o indivíduo já teria sido capaz de obter, se o desejasse.

Tem andado doente? – Pare de se ofender.

Continua...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

SEM CRIATIVIDADE - SEM CURA

És o que pensas
Segundo essa verdade, saúde ou doença: a escolha é tua.

Embora em evolução; como pequenos deuses, nós somos dotados de grande capacidade criativa. O que nos falta é posicioná-la em direção á sanidade, harmonia, felicidade. Para usarmos essa potencialidade de forma correta é preciso antes conhecer o básico das Leis Cósmicas.

Às leis da natureza que regem o desenvolvimento da consciência humana, nós damos o rótulo de leis da ciência e leis religiosas. A diferença entre uma e outra é apenas de polaridade; a primeira baseia-se no polo concreto e a segunda no polo abstrato ou sobrenatural. Nenhuma delas é melhor ou pior do que a outra, nem mais nem menos verdadeira; tampouco é a mistura das duas. Na experiência humana o indivíduo tem que fluir com desenvoltura de uma a outra e dominá-las com desenvoltura; pois, como todas as polaridades elas se completam, mas não se misturam.

Dentre outras coisas, as leis que balizam o desenvolvimento da criatividade sinalizam que:
Tudo neste universo funciona segundo as mesmas diretrizes para todos sem distinção.
Os já capazes de pensar e criar são livres para escolher o que, quando, e como fazê-lo.
Cada criação é de responsabilidade de quem a gerou.
Todo aquele que promova desarmonia com suas criações responderá pela restauração da paz.
Nossa vida é de conexão, o que fizermos aos outros a nós retorna; pois é como se fossemos um só.
Quem for ofendido pelo outro pode cobrar a reparação se o desejar; ou simplesmente permitir que a lei de causa e efeito atue.
Se criar doença é preciso gerar e manter a cura.

Segundo o saber e o respeito ás diretrizes da vida podemos nos classificar em: pessoas íntegras ou doentias.

Pessoas integras:

São os que desenvolvem e usam a capacidade criativa segundo as leis de harmonia. Vigiam-se continuamente verificando sempre se estão alinhados ao que ordena a lei.

Pessoas doentias:

Sempre que criamos desarmonia pessoal ou no ambiente nos tornamos um agente patológico em todos os níveis da existência: física e extra/física. Em criar desarmonia está a origem de todas nossas doenças.

A criatividade humana origina-se do pensar e do sentir e se materializa no agir. Na casa mental criamos nossas formas/pensamentos que serão capazes de materializar nossa criatividade a qualquer momento. Analisar nossa atual capacidade criativa em todos os segmentos da vida; e que direção estamos dando a ela deve ser uma tarefa constante.

Nos últimos tempos, nós nos especializamos em criar doenças cada vez mais raras e sofisticadas para que a ciência encontre pêlo em ovos através de diagnósticos mirabolantes. Até na doença desejamos ser top line.
Não é à toa que a incidência de doenças auto - imune, as que de forma comprovada nosso próprio organismo gera, aumentou tanto na vida contemporânea.
Impregnados pela esquizofrênica cultura do sofrimento, sentimos um prazer mórbido em nos tornarmos portadores de doenças complexas que se tornam mais complicadas pela ação da ciência que deveria curá-las.
Talvez fizéssemos melhor uso da nossa capacidade criativa evitando as doenças e vivendo em permanente estado de sanidade; ao invés de usá-la para estragar e depois consertar.
Mas, o mal sempre foi e será um trabalhador do bem; e na velocidade com que tudo caminha na atualidade - provavelmente em breve tempo os hospitais se transformarão em escolas de saúde...

Seja criativo – Cure-se.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A CURA NASCE DO ESPANTO

A verdade além de temporária e sazonal; está distribuída em toda parte; pertence a todos e ninguém a detém com exclusividade.
Estamos longe da sanidade em seus aspectos mais básicos; dentre outras coisas: nos acharmos donos da verdade definitiva até nos domínios do subjetivo.
A forma como automatizamos e aplicamos determinados conceitos no cotidiano pode ser determinante na qualidade do viver e também no aproveitamento do projeto existencial.

É interessante revisar alguns para nos reprogramar e até para atingir a sanidade.

Doença:
Não se trata de sorte, azar ou destino, é conseqüência das escolhas.
Além disso, cada característica da personalidade tem um órgão alvo como destino. Também os vícios, excessos de toda ordem, preguiça de toda espécie e as intoxicações, todos são fatores importantes.

Cura:
A definitiva só ocorre com mudanças na forma de pensar, sentir e agir; apenas ajuda externa gera cura somente temporária ou supressão.

Medicina:
Recurso externo e intermediário da cura definitiva; e quando não acompanhado de mudanças de atitudes; mais ajuda a morrer mais depressa do que a viver mais tempo.

Medicamento:
Artefato de alívio enquanto o organismo processa naturalmente a cura; pode iludir com falsa sensação de bem estar e, desse modo, continuamos presos a um determinado padrão psicológico e de comportamento doentio.

Efeito colateral:
Nos mostra que a escolha de resolução foi inadequada.

Cirurgias:
Recurso extremado para manter a vida, temporariamente; caso não haja mudanças no padrão de atitudes; podemos ser cortados pedaço a pedaço, e os problemas sempre voltam.

Recaídas:
O retorno de velhos problemas sempre indicam que o essencial não foi feito. Em tempos acelerados as recaídas tornam-se cada vez mais próximas.

Morte:
A perda do corpo físico não é o fim de tudo; apenas o de uma etapa.
Precisamos nos preocupar é com a forma de viver e não com a morte; devemos valorizar a saúde antes de adoecer.

Somos cientistas do próprio destino.
Espantemo-nos com a vida; essa atitude traz sanidade definitiva.
O espanto, dizia Aristóteles, é o começo da ciência. Que origina-se dos fatos (observe o cotidiano). Dos quais se originam as indagações (desenvolvimento da inteligência). Uma vez constatados, são levados à observação metódica, de onde surgem as hipóteses (reflexão). Que uma vez comprovadas, passam a chamar-se leis da ciência. Espantemo-nos com a simplicidade, inteligência e justiça das leis naturais.
Estudemos a ciência de viver no cotidiano.
Eliminemos a ignorância, alimentada pelo medo e pela preguiça que aprisiona e retarda quando nos entregamos apenas às verdades dos outros.
Conhecimento trás responsabilidades. Não fujamos dela mantendo a ignorância. Nossas fixações mentais e conceitos não reciclados interferem na cura e geram sofrimento.

“Quando o aluno está pronto na boa vontade firmada; o mestre aparece”.
O sólido desejo em reciclar o antigo saber com novas interpretações; faz com que a vida coloque à nossa disposição, novos conhecimentos a serem incorporados em nossa visão de mundo na velocidade de nossa capacitação.

A cura definitiva nasce do espanto e não da submissão.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

OS DOIS MÉDICOS

Encravada nos Andes há uma comunidade onde passar dos cem anos de idade é a coisa mais normal do mundo.
Vários fatores contribuem para essa longevidade acima da média; dentre elas: Os dois médicos a que todos os habitantes tem direito.

Na sua cultura de vida há entre eles um secular ditado:
O homem tem dois médicos: o pé direito e o pé esquerdo.

Vários fatores contribuem para a sanidade dessas comunidades:
São caminheiros desde os primeiros passos.
Adeptos da alimentação frugal e de produtos apenas da região.
Bebem apenas água.
São alegres, divertidos, cultuam as amizades, pacíficos, festeiros.

Mesmo sem que o saibam os dois médicos são responsáveis em grande parte pela sua saúde.
Os benefícios do caminhar, especialmente descalço, têm sua explicação na medicina chinesa: na sola do pé estão os mapas das terminações dos meridianos de acupuntura ligados a cada órgão.
Ao caminharmos estimulamos a circulação de energia dos meridianos de todas as partes do organismo - evitando falta ou acúmulo de energia em determinados pontos; o que gera doenças, mau humor, agressividade, ansiedade, impaciência, medo.
Durante a caminhada também produzimos endorfinas que nos dão a sensação de prazer, alegria – desse modo, se numa coletividade todos caminham todos os dias, as pessoas serão mais sociáveis, amigas, amorosas, alegres, felizes - o que, de forma comprovada gera sanidade.

Cá entre nós esses dois médicos são encarcerados em calçados desconfortáveis, isolantes (solas de borracha e plástico) e verdadeiros criadouros de fungos; são pouco acionados, até por um fenômeno cultural (quem anda a pé é pobre).

O desprezo com que são tratados esses dois divinos médicos nestas bandas, explica em parte o estilo de vida doentio que desfrutamos; da doença orgânica à insanidade psicológica e social.

As férias de verão vem aí!
Andar calçado na areia da praia é crime contra a própria sanidade.
Põe seus dois médicos prá trabalhar antes que eles se aposentem...

domingo, 5 de dezembro de 2010

SORRIA - A VIDA É UM BREVE INSTANTE OU SERÁ UM MOMENTO?

Vivemos como se a vida não nos pertencesse.

Somos seres ainda muito mais reativos do que proativos; nossa forma de sentir cada instante costuma ser uma resposta imediata e proporcional às ações externas positivas ou negativas que atuam sobre cada um de nós.
Desse modo, em cada um deles vivemos uma condição emocional e afetiva que não é fixa; já que depende de fatores externos. Essa forma instável de viver e sentir explica a origem de várias doenças.
Alerta:
Vivemos uma aceleração dos instantes; além disso, pulsos de energia cósmica estão tornando as reações desproporcionais á ação que as desencadeou.

O que é um instante?

Usamos cada ins.tan.te como adjetivo?
- Que está para acontecer; para vir; iminente.
- Pertinaz; insistente.
- Urgente; inadiável; indispensável.
- Que se insta; que se solicita com tenacidade.

Como substantivo?
- Momento; um ponto determinado no tempo.
- Ocasião; hora; tempo indeterminado no qual algo ocorre.

Espaço de tempo? Espaço/tempo? Experiência em andamento? Segue regras e padrões pré/estabelecidos? Pura sensibilidade e emoção? Tudo isso, e muito mais?

Instantes podem ser medidos?
No calendário ou no relógio? - Qual a diferença entre um do tipo fração de segundo e outro eternidade? - Há grandes e pequenos? - Ação ou reação? Indispensáveis? Úteis e inúteis? Inadiáveis? Irreversíveis? Retornáveis? Descartáveis?

Cada um de nós vai responder segundo a sua forma de perceber a vida neste relativo instante. A lei da relatividade se aplica aos ins.tan.tes?
Cada qual irá interpretar segundo o que está “rolando” na sua vida. Pode ser com lucidez, de forma emocional; e até depende de suas relações afetivas.

Talvez seja mais prático dizer que ele é subjetivo, adjetivo e substantivo ao mesmo tempo; e que depende de sensações e de interpretação.

Deve ser vivido de forma intensa como se fosse o último?

Sem dúvida é uma maneira forte e interessante de viver a vida, poderosa e ao mesmo tempo perigosa para quem pensar pouco. Posta em prática com pouco discernimento pode gerar a ânsia, a ansiedade, a angústia e até a morte prematura.
Pensando bem, será que existe um ultimo instante para qualquer coisa?
O mais provável é que nossa vida seja uma carreira de instantes; uma experiência depois da outra; dentro de outros instantes maiores.

Para onde vão os instantes?
Arquivados no DNA? Registro Cósmico? Nas dobras do tempo?
Como acessá-los?
Com o foco da consciência? Qual a senha?
Quanto tempo dura a lembrança de um instante? Posso reter só os que eu desejar?
São sempre voluntários ou podem ser compulsórios?

Sábios costumam dizer que nossa própria vida é um breve instante – poucos se aventuraram a dizer quantos momentos cabem num instante - Ou quantos instantes cabem num momento – Instantes e momentos podem ser confundidos?

Cá mais em baixo; para nós no day by day:
Tudo leva a crer que podem ser sentidos como emoções.
Há os de raiva, os de medo, de alegria, de prazer, os de egoísmo e os de solidariedade...
Cada um deles tem a sua própria beleza e podemos repetir sempre os que mais gostamos.
O melhor de tudo é que usando a inteligência podemos transmutar a emoção de cada instante.
Cada um de nós vai viver os seus de ação como lhe aprouver; já os de reação estão limitados á ação anterior; que pode ser modificada...

Receita de sábios:
Quer aproveitar bem cada instante?
Concentre-se apenas nele.
Sinta-o.
O que estiver fazendo durante esse momento, faça-o com amor e bem feito...

A máquina do tempo nos fotografa a cada instante.
Sorria! – É nóis na foto cósmica que será colada no álbum da vida!
Ocê não vai querer sair com essa carinha bicuda de substantivo – Vai?
O instante tá mais prá reação do que prá ação?
Então faz cara de adjetivo e diga: XIS!
Anda logo que o momento insta, urge!
Mas, não te tornes um chato insistente – ao menos neste momento!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

EGOÍTE – A MÃE DE TODAS AS DOENÇAS

Cresce a cada dia o número de pessoas que sofrem de problemas no ego; e estão em depressão, desalentadas ou até com doenças orgânicas; pela simples razão de não terem o “reconhecimento” pelo que “acharam” ter feito de bem aos outros.
Sofrem de Egoíte compulsiva ou compulsória.

Qual a origem da ingratidão?

O MAIS COMUM TIPO DE CÂNCER DO EGO.

Nossa qualidade humana é precária; o “bem” que nos fazem; nós esquecemos muito rápido; já o mal que imaginamos nos tenha sido feito demoramos ás vezes séculos para esquecer.
Não se trata de maldade; apenas de falta de consciência e preguiça.
Se alguém faz uma tarefa que me pertence duas ou três vezes, nunca mais a faço e ainda cobro do outro se não tornar a fazê-la.
Além do mais, confundimos simples obrigações do ego com bondade ou caridade.

Um grande Mestre até nos alertou: Não dê pérolas aos porcos...

Traduzindo para o cotidiano:

Não se meta onde não é chamado.

Não dê palpite nas tarefas de vida das outras pessoas, seja quem for: pai, mãe, filho, mulher, marido, amigo, adversário...
Esqueça a tarefa dos outros, faça bem feito as suas.
A muitos egoístas intrometidos e controladores que se acham bondosos, isso pode soar como uma forma de egoísmo.
Veremos que é exatamente ao contrário...
Se alguém pedir ajuda; ajude – de preferência auxilie sem que a pessoa saiba, para evitar que se acomode e para que seu esforço tenha alguma valia para você mesmo na contabilidade da própria consciência.

É preciso ser cada dia mais simples e prático; pois a vida hoje está muito acelerada o que pode torná-la muito mais complicada:
Egoíte é a doença que mais mata – quase sempre rotulada de câncer.

Quem perder tempo tentando fazer as tarefas dos outros; breve vai descobrir que perdeu esse tempo, oportunidades e ainda assumiu compromissos futuros com as pessoas a quem atrapalhou, com sua pseudo-ajuda.
Uma das palavras de ordem do momento é: seja simples, e despojado para viver de forma saudável e eficiente.

DOAR NÃO É EMPRESTAR...

Gostamos de entender as leis da vida de forma deturpada.
Aqui no planeta Terra estamos ainda na Era de aprender a controlar o Ego para depois integrá-lo ao coletivo – claro que; para que não soframos de uma doença chamada Egão (obesidade do ego) devemos emagrecê-lo doando (não emprestando e cobrando juros e correção) um pouco das gostosuras da vida para os outros; mas, com “moderação” para não sofrer da gulodice de reconhecimento tão comuns nos quadros de depressão, angústia, pânico – uma das doenças de efeito rebote do Ego tentando fazer regime – uma verdadeira crise de abstinência egóica.

O ato de doar vem acompanhado de prazer (nesta nossa fase da evolução se assemelha á ejaculação precoce: que delícia! Já acabou? – Não foi bom prá você?).

O ATO DE DOAR É PURO PRAZER CÓSMICO

Nossa felicidade está atrelada ao prazer que consigamos proporcionar ao outro – tanto mais duradouro quanto maior seja nossa competência.
Não importa que a prática da caridade para a maioria de nós na atualidade se assemelhe a uma masturbação afetiva – logo nos cansaremos disso e mudaremos o foco.

O primeiro passo é aprender a agradecer á vida e a todos que ela coloca na nossa frente:

AGRADECIMENTOS

Em primeiro lugar, a todos que ajudaram na disciplina do nosso espírito:

• Contrariando os mais absurdos desejos.
• Frustrando as expectativas sem sentido.
• Amplificando a inveja, com suas vitórias.
• Pondo à mostra a intolerância.
• Permitindo que os efeitos negativos das escolhas se tornem evidentes.
• Colocando-se na posição de concorrentes, adversários, inimigos.
• Traindo nossas combinações.
• Explorando nossas deficiências de caráter.
• Cutucando nossas feridas da alma.

Em segundo lugar, a todos que tentaram do seu jeito nos orientar, indicando a forma mais prática e eficiente; mesmo que através dos seus erros; que muitas vezes, foram os poucos acertos que fizeram com relação a nós...

QUERES AJUDAR, AMPARAR, AUXILIAR?
FAZ APENAS PELO TEU MAIS PURO PRAZER – NÃO TE PREOCUPES COM O PAGAMENTO DO OUTRO:
APENAS COMPARTILHA.

Dá de graça, o que de graça recebestes...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

FALA SEMPRE

A verdade:

A mentira cansa; esgota.
A cada dia aumenta; o numero de pessoas queixando-se de extremo cansaço e neurastenia.
Uma das causas: O vício de mentir.
Mentimos o tempo todo; de forma consciente ou não; gastando preciosas energias; ao tentar esconder nossa real; personalidade.
A tendência á camuflagem e à mentira é um dos frutos da educação tradicional que se firma em 4 princípios básicos: Medo, mentira, suborno e chantagem.

Com consciência:

Cuidado com a hipocrisia inconsciente.
Marca registrada desta civilização; foco de permanente conflito entre verdade e mentira; entre ser e o não ser.
Como agravante; além da mentira coletiva subconsciente; há o grave problema da mentira neurótica e consciente.

Com transparência:

Para que tenhas paz, procura ser transparente; cultiva a verdade; com discernimento.

Cuidado com a atitude de falso verdadeiro:
“Falo sempre a verdade doa a quem doer”. Esse tipo de pessoa é cruel; má; mal intencionada; perigosa; esconde-se atrás da verdade.
Ela não deve ser usada como ferramenta para ferir os outros; nunca; jamais.

Treina e aprende:

A guardar tuas opiniões:

Cuidado com os achismos:
Eu - acho isso ou aquilo...
Se consultado; não te coloques como o dono da verdade.
Esse vício; cria nas outras pessoas um foco de má vontade contra nós mesmos; além de uma mortal carga de inveja.

Ao falar; evita tornar-te o centro das atenções; de forma desnecessária; pois o custo é muito alto; e nós nos encontramos despreparados para lidar bem com isso.

A não te meter onde não és chamado:

Não te metas na conversa dos outros.
Não dê opinião; sem ser solicitado.

A não bancar o conselheiro:

Na maioria das vezes o conselheiro; dita caminhos sem conhecê-los; sem já os haver trilhado; escolhe pelo outro; arruma encrenca para o futuro; de ambos; ao assinar promissórias em branco.
Além disso;
Catadores de conselho dos outros; apenas buscam desavisados avalistas; para suas escolhas já feitas, e pouco responsáveis; na verdade, apenas procuram alguém em quem colocar a culpa; se, suas escolhas não derem certo.
Quando o outro dá uma opinião contrária; ficam de mal; viram a cara;
perdem a amizade; alguns “caras de pau” até; ficam ofendidos; magoados; vingam-se; retaliam. Sobre quem?

A não ficar em cima do muro:

Quando não tens uma posição clara, definida, até mesmo radical, sobre um assunto. Alega logo: Ignorância. Não enrola nem mente;
Pois; o custo disso, para a paz futura é muito alto.
Se preciso; seja curto, grosso:
Não sei!
Não é problema meu!
Cuidado com o chavão dos pegos na armadilha da mentira:

- Nada a declarar!

Muito já se disse a respeito da importância da fala. Ela ao mesmo tempo que edifica pode criar encrencas, problemas, sofrimento; daí a importância de aprender a arte do silêncio quando não soubermos o que dizer com segurança.

Se nos descuidamos vivemos enfurnados nas teias das formas pensamento geradas pela nossa fala.

Dentre outras coisas, a cura do corpo e da alma pode começar pela cura da fala.
Os resultados são rápidos, muito rápidos.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

SE TENS QUE FALAR...

Fala.
Mas; com cuidado:
Nosso modo de falar nos denuncia...

Se queres conhecer a pessoa com quem falas:
Observa bem o que ela diz.
Analisa o tom da voz.
Estuda as frases.
Sentirás com quem andas.
Não a julgues nem a critiques; pois outros; farão a mesma coisa contigo.
Antes:
Reavalia intenções; que poderás ajudá-la; na medida das tuas possibilidades.

Se tens que falar mesmo.
Se não há escapatória:

Fala com:

Expressão alegre e jovial:

Mesmo vivendo situações aflitivas; muda o semblante na hora de falar;
não é falsidade; nem hipocrisia;
Apenas conheces a lei de retorno: nós contagiamos e somos contagiados. Pela alegria ou pela angústia...

Aprende a confiar na vida; ela devolve o que lhe oferecemos.
Ninguém tem culpa de estarmos tristes; imaginando problemas.
Além disso:
Meus problemas são meus problemas.
Os teus; pertencem a ti; nada nem ninguém pode resolvê-los;
para sempre; a não ser; eu mesmo ou tu mesmo...

Se queres dividir algo com os outros:
Divide bom humor e alegria.
Mesmo a alegria sofrida; machucada; que buscamos no fundo da alma; com a intenção de ajudar é de serventia.
Pensa bem no que vais dizer:
A preocupação em cuidar do ambiente em que nos movimentamos;
é recurso que a vida devolve; em seguida; cada vez mais rápido; como verdadeira alegria...

Prudência:

Falar com prudência: qualidade para poucos.
Exige: capacidade de discernir; paciência; humildade; tolerância.

No entanto:
Falar com prudência; é simples.

Ao falar:
Analisa; o que tuas palavras podem causar; como efeito na tua vida; e, na daqueles que te ouvem; daí; escolhe entre falar e calar; para não precisar perder tempo nem energia; consertando estragos.

Coerência:

Se tens que falar: que tua fala seja coerente.
Quando não pensas antes; falas de forma desconexa; atrapalhando tua vida e a dos outros.
Se não dominas o assunto; se te atrapalhas sobre o que vais falar; simplesmente: cala.

Carinho:

Falar com carinho; não é fala melosa; sem conteúdo; é ato de despertar; a esperança em ti; em quem te ouve.

Alegria:

Aprende a transcender problemas.
A palavra bem posta; é ferramenta de cura.

Mestres e iniciados; as usam com resultados incríveis.
A energia que propagam; atua nos centros de força; meridianos de acupuntura; glândulas; células; com resultados espantosos.

Jesus foi Mestre; nessa arte de curar pelo verbo; instruindo com amor.
Divina forma de profilaxia de cura; ao alcance de qualquer um;
de boa vontade; até mesmo; eu e você.

Simplicidade e clareza:

Quem usa da palavra sem pensar no que ela pode significar; e causar nas mentes dos outros quando mal empregada; condena-se a demoradas reparações.

Cuidado:
Para não te tornares pernóstico; pedante.
Pois isso; demonstra falsidade; incompetência; da qual todos tendem a se afastar.
O destino desses; quase sempre; é a solidão. Ou pessoa; de poucos amigos.

Recato:

Fala sem escandalizar; não te tornes: “coveiro” das esperanças, dos sonhos dos outros.

Mesmo que sejam muito queridas; as que estejam errando em torno de ti; cometendo enganos. Permita que outro mais afoito; sirva de escândalo; não tu; não tu...

Segurança:

Não sejas abelhudo; a dar palpites.
Usa a palavra para dignificar tua vida e para dar sustentação à dos outros.

Humor:

Não faz confusão entre um sujeito bem humorado; com um piadista ou simples contador de anedotas.

Se estiveres mal humorado:
Cala; pois da tua boca sairão energias daninhas a quem te ouve e de retorno a ti mesmo.
A vida é uma grande brincadeira; muito divertida; não a deturpes.

Continua amanhã...

domingo, 28 de novembro de 2010

EXCLUSÃO - ESTRESSE E DOENÇAS DA TIREÓIDE



Conforme vimos em artigos anteriores; nós estamos enquanto humanidade vivendo nos últimos cinqüenta anos, principalmente, um momento especial de seleção natural da espécie. E isso, em todos os aspectos que envolvem o ser: ético, moral, espiritual, funcional, orgânico.

Uma das ferramentas atuantes nesse processo é o estilo de vida baseado no Estresse Crônico – esse efeito colateral do estilo de vida que levamos é chamado de Síndrome Geral de Adaptação.

A SGA evolui em três fases:
1- Reação de alarme
2- Fase de resistência
3- Fase de exaustão
Reação de alarme:
É a soma de todas as reações não específicas para as quais o organismo não está ainda adaptado. Caso a agressão sistêmica seja moderada é possível a recuperação; e essa fase se divide em duas: a de choque e a de contrachoque que é a reação natural contra o choque e baseia-se no aumento da atividade.

Fase de resistência:
É a soma de todas as reações não específicas geradas pela exposição demorada a estímulos; aos quais; o organismo se adaptou.
A adaptação a determinado agressor é acelerada ás custas da diminuição contra outros tipos de agentes (explica as doenças recorrentes infantis e daqui em diante dos adultos).

Fase de exaustão:
Devido à permanência e á intensidade da situação toda a fase de resistência não pode ser mantida e o equilíbrio se rompe.

Um diferencial é identificar o estresse útil de adaptação a uma vida cada vez mais digital; do estresse inútil, inoperante.

O estresse inútil comanda a vida das pessoas cansadas, tristes ou desalentadas de forma crônica, que logo se transformam em depressivas, angustiadas ou em pânico.

Quase mortas, em vida...

Nosso assunto de hoje é o aumento vertiginoso dos casos de doenças da tireóide, tanto na sua função (hipo e hiper) quanto na sua estrutura (tumores, cistos e nódulos).

Na SGA todo o processo se desenvolve no eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal; estudos mostram a relação entre o estado de ânimo e o hipotireoidismo subclínico.
Na depressão, a tireotropina (TSH), secretada na hipófise, passa a responder menos ao seu hormônio liberador, o TRH. Mas o desânimo e a apatia da depressão modificam essa resposta, aumentando, retardando, ou seja, de qualquer forma essa resposta está alterada na depressão. E no caso que nos interessa no assunto de hoje: O cortisol é capaz de interromper a liberação dos hormônios da tireóide.

Vivemos um momento de aceleração e de instabilidade emocional; sob pequenos estímulos nós estamos apresentando comportamentos estilo Bipolar.
Sabedores que as emoções e sentimentos participam ativamente do mecanismo do estresse crônico dá para imaginar que nosso sistema endócrino e neuronal vai pirar.

Por que as doenças da tireóide atingem mais as mulheres?

Segundo a visão psicossomática, a tireóide é a glândula das emoções e da auto-estima. As mulheres de maneira geral têm mais dificuldade em educar as emoções; a tendência controladora é muito forte (resquício do instinto materno) – em parte, isso pode explicar um pouco. Manter a auto-estima num mundo onde os valores flutuam ao sabor dos desejos de ícones da mídia; não é nada fácil. É possível que algumas substâncias utilizadas de forma corriqueira como anticoncepcionais, medicamentos, alimentos..., possam participar do processo; mas, assim como parte das colocações psicossomáticas, isso fica no terreno das especulações.

O que fazer para preservar nosso organismo e, no caso, a tireóide?

O primeiro passo é aprender a separar o estresse útil do inútil.

Praticando coisas bem simples como:
Cuidar da própria vida; e apenas dela.
Usar de honestidade de princípios: o que é meu é meu; o que é seu é seu – em todos os sentidos: de valores a problemas.
Aprender a dizer não; com inteligência e honestidade.
Usar a informação e a tecnologia com discernimento.
Definir e cultivar idéias próprias e valores pessoais.
Ter muitos amigos.
Dar muitas risadas.
Trocar problemas por lições.
Levar uma vida útil; é preciso servir para alguma coisa coletiva.

Na dúvida sobre o que fazer: AME.

Mas, cuidado: amar de forma errada destrói a paciência dos outros e a sua tireóide...

Revisemos nosso conceito de amar...
Nossa tireóide agradece. O planeta e o “saco de Deus” também; pois a paciência Divina tem limites...

NÃO ESQUEÇA: NÓS ESTAMOS NOS SELECIONANDO!

sábado, 27 de novembro de 2010

ESTRESSE E AGRESSIVIDADE INDUZIDA POR REMÉDIOS E ALIMENTOS



Claro que nossos comportamentos correspondem à nossa evolução espiritual; são diretamente proporcionais á salubridade do ambiente em que fomos criados e educados.

Mas:
Tanto em animais quanto em humanos a agressividade pode ser estimulada em laboratório e in vivo (mercado farmacológico, por exemplo) modificando-se a taxa metabólica de alguns neurotransmissores do sistema nervoso central, em especial, noradrenalina, serotonina e dopamina.

Há uma sólida inter-relação entre estímulos externos e a fisiologia interna no mundo animal.
Mais importante ainda, é a relação entre a fisiologia interna e a resposta comportamental.

Em outros artigos vimos que um estímulo estressor pode determinar um aumento na secreção de substâncias químicas do tipo adrenalina, hormônios e neurotransmissores, colocando o indivíduo numa posição de alarme, pronto para a luta ou para a fuga.
No mecanismo de estresse crônico, o agente agressor é quase sempre virtual; como o entretenimento contemporâneo.

Por outro lado, esta posição de alarme também pode ser determinada a partir do aumento (experimental) destas substâncias sem necessariamente, a presença do agente estressor vivencial.

Neste mundo onde a química invadiu nosso cotidiano; é possível que medicamentos, aditivos químicos, agrotóxicos, produtos de higiene pessoal, de uso doméstico, poluição, estejam influenciando nosso comportamento de forma significativa.

Algumas drogas utilizadas rotineiramente até como medicamentos de uso contínuo, de forma comprovada, geram mudanças de comportamento, catalogados nas bulas como efeitos colaterais.

Um a cada dia mais grave problema de difícil solução: a interação entre as dezenas de substâncias estranhas ao nosso organismo que invadem nosso organismo todos os dias.
Até onde nossos desvios de comportamento são induzidos pelas drogas que ingerimos diariamente?
Até que ponto isso pode afetar nossas experiências e aprendizado?

Claro que não podemos usar isso como álibi para comportamentos inadequados (ao que a vida esperava de nós pela condição já adquirida) – nada a ver com as cobaias que fazem questão de não ler a bula de remédios para não se verem obrigadas a pensar.
A quase totalidade das pessoas que usa remédios de forma continuada poderia deixar de fazê-lo se quisessem de fato.

O que fazer?

É preciso que sejamos simples e práticos:
- Evite remédios desnecessários; substitua por ajudas alternativas.
- Leia; melhor: estude bulas e rótulos de alimentos industrializados.
- Informe-se e use a informação de forma inteligente; pois, não apenas sua qualidade de vida; mas, daqui em diante sua permanência em 3D pode depender disso.
- Não coma porcaria.
- Seja um consumidor exigente – reivindique das pessoas e das instituições seus direitos – isso, é acima de tudo um dever.

Atenção:
Não use a desculpa da medicação como álibi; em coisas corriqueiras do tipo:
Meu amor; não é que você perdeu o atrativo, nem está muito chata; é o remédio da pressão que diminuiu minha libido...

Dica:
Seu filho vive doente com nariz escorrendo, tosse; enfim está sofrendo de uma das ITEs. Mas, de uns tempos para cá não dorme bem; está irritado além do normal; comendo feito “lima nova”; engordando feito um leitãozinho; cada dia mais medroso.
Leia a bula do remedinho de usar no nariz; nos remedinhos de uso oral; etc.
Leia a bula...

PARA MUITAS PESSOAS O RETORNO AO NATURAL PARECE UM RETROCESSO.

Boa viagem...

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

INSALUBRIDADE AFETIVA


Desamor adoece.
Relacionamentos insalubres matam...
O atual estilo de vida onde predomina a competição, inevitavelmente seguida de desamor em infinitos graus deve levar boa parte de nós a mudar de CEP cósmico em breve tempo sem precisar da ajuda de cataclismas planetários proféticos ou midiáticos; pois, o desamor é a superbactéria da mediocridade evolutiva – claro que vários outros fatores: alterações no campo magnético do planeta com conseqüente aceleração do eixo tempo/espaço, envenenamento do ambiente e do corpo físico pela química a desserviço da vida, a ação da atual medicina, aplicação da justiça..., finalizarão o bolo do final destes tempos de “fúria seletiva”.
Você vai me matar!
Vocês vão acabar comigo!
Essas profecias feitas em casa e de fundo de quintal estribadas no vitimismo cultural têm um fundo de razão que as pessoas comuns (futuros exilados cósmicos) nem atinam. Mas, é vero. Sem que o saibam nós estamos assinando a própria sentença de morte e levando junto os em torno quando praticamos relações sem o mínimo de ética cósmica.
Entender o processo é fácil:
Durante um relacionamento agressivo, geralmente a mente/cérebro (eixo hipotálamo-hipofisário) envia um sinal às glândulas supra-renais um aviso fisiológico determinando a liberação de adrenalina na corrente sangüínea. Tal como acontece na Reação de Alarme da Síndrome Geral de Adaptação (nosso popular e mortal estresse). Durante a relação conturbada, há, rapidamente, um aumento da excitação fisiológica e do nível de vigilância do organismo. Simultaneamente, também procedente das supra-renais, os níveis sangüíneos de cortisol livre aumentam, numa clara demonstração da interação entre os estímulos externos e a fisiologia interna.
Recomendamos a leitura dos artigos nos bloogs onde abordamos o assunto ESTRESSE CRÔNICO.
Relacionamentos estressados matam e criminalizam; pois, atingem terceiros, quartos; enfim até a humanidade inteira.
Material para reflexão:
Seus filhos adoecem com freqüência?
A saúde da família anda capenga?
Como anda a sanidade da relação familiar?
Colesterol e outras bobageiras midiáticas é coisa pequena; frente aos elevados índices de Cortisol – o mediador químico da ganância, orgulho, egoísmo.
Cuidado; pois, o ambiente afetivo e energético do grupo pode estar atingindo patamares perigosos de insalubridade.
VACINE-SE.
Na dúvida sobre o que fazer:
AME.
Mas, como?

Arrisque tudo.

Viver o jogo da vida exige enorme coragem.
Somente os corajosos podem viver; pois a vida consiste em explorar, entrar no desconhecido.
Não sacrifique sua vida por pequenas coisas – dinheiro, segurança, nada disso tem o valor da sensação de felicitar para ser feliz e sem elevados índices de ACTH e Cortisol.

No GAME LOVE
Apertar essa tecla que deveria ser uma das primeiras, no presente momento é uma decisão complicada, que fazemos apenas quando nós estamos no limite do GAME OVER.

Resete (pare e pense).

Reinicie (desejo e vontade):
Apertando a tecla do amor a si mesmo; mas, antes, deixe de ser cobaia TDAH e leia o manual de instruções para continuar vivendo em 3D no planeta Terra...

Caso cumpramos os requisitos mínimos de convivência; a vida nos premiará com o adicional de insalubridade por carregar malas cósmicas (ajuda espiritual).
Mas, quem é a mala?
Quem é o carregador?
Quem é o ACTH?
Quem é o cortisol?

O momento exige que arejemos nossa vida afetiva...

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

PARA QUE SERVE A CONSCIÊNCIA?



Uma das maiores dificuldades da ciência tem sido definir e caracterizar o que seja consciência; talvez pela nossa realidade de seres em transição da animalidade para a humanidade; em nós ela ainda é incipiente.
Postulados científicos á parte podemos dizer para consumo interno que estamos conscientes quando em vigilância ou atentos e agimos de forma deliberada.
A maioria entende as funções e qualidades da consciência como:
- Um tipo de habilidade para discriminar, categorizar e reagir aos estímulos do ambiente.
- Capacidade de Integrar a informação num sistema cognitivo.
- Habilidade de comunicação entre os estados da mente.
- Habilidade para acessar seus próprios estados internos.
- Capacidade de atribuir um foco de atenção ao que está em jogo num determinado momento.
- Controle deliberado do comportamento.
- Diferença entre o estado de vigília e o de sono
Sempre que pensamos alguma coisa e/ou percebemos algo, existe um processamento mental das informações e, paralelamente a esse processamento neuronal, existe também uma representação subjetiva.
No ser humano em desenvolvimento do estado mais consciente a representação subjetiva pode ser entendida como a experiência.
Podemos então dizer que a consciência é o atributo mental capaz, entre outras coisas, de unificar e organizar todas nossas sensações com todas as nossas experiências.
Ter contato com a realidade de nosso estado de consciência pode trazer sensações boas e alegres ou tristes e prazerosas; mas, só consegue fazer isso a pessoa que já está focada no desejo de alterar e de ampliar seu estado de consciência.

Para exemplificar vou relatar uma ocorrência/experiência que vivi no trânsito semana passada.
Moro em SP e trabalho em SBC.
Conhecedor do meu potencial de impulsividade, intolerância e agressividade contida, eu procuro sair com antecedência, até para não ouvir uma das verdades que repugna os motoristas orgulhosos: Tá com pressa? – Acorda mais cedo!
Estava eu dirigindo tranqüilo e de forma “defensiva” quando levei o maior susto: um motoqueiro de forma deliberada pelo que mostrou a seguir; ele arrebentou com meu retrovisor, e saiu costurando todo mundo no trânsito.
No momento tive o ímpeto de ter uma arma na mão e descarregá-la nele. Respirando fundo isso, esse impulso me assustou. Eu já me “achava” um cara mais zen, capaz de relevar muitas afrontas e agressões – mas, o impulso (ele é a nossa verdade de evolução espiritual) de retaliação extremada me assustou e entristeceu; pior ainda foi a dificuldade em afastar a transferência do sentimento do momento a todos os motoqueiros que vieram a seguir (quanto mais eu rezo mais assombração me aparece).
Um motivo de alegria é que tive a relativa capacidade de ativar a consciência sem sair á caça dele para tirar satisfação; mas, ainda me falta dominar a impulsividade, a raiva e a agressividade; pois, levei um bom tempo para digerir as idéias e os impulsos que brotavam na minha cabeça.

Minha intenção ao relatar essa experiência pessoal, é alertar para um redobrado estado de atenção; de modo a não deixar passar em branco, experiências que podem servir de treinamento para dificuldades maiores que estão por chegar – Não apenas com relação aos meus defeitos de caráter expostos na situação; mas, muitas outras lições mais ligth passam em branco.
Na experiência que vivi:
Imagine se tivesse uma arma – Um retrovisor quebrado vale a perda de uma ou várias vidas e a perda da qualidade da minha? – E se eu tivesse conseguido alcançá-lo?
Não sabemos o que nos reserva o futuro – melhor que nos preparemos, ampliando nossa consciência – refletir é o primeiro passo; já comecei da dar os primeiros; todas as dicas são bem vindas.

Para que serve a consciência ampliada?
Para nos levar a universos nunca dantes navegados por nós...

domingo, 21 de novembro de 2010

NÃO LEVE O “TRABALHO” PARA CASA – NINGUÉM MERECE




Enterre seus “ossinhos profissionais” da semana na sexta e cavuque para devorá-los na segunda.

Somos “educados” quase que exclusivamente para a vida profissional com a qual, por sinal, mantemos uma relação bastante esquizofrênica. Boa parte de nós, em muitas ocasiões, ao longo da vida sente-se na profissão errada e no lugar errado; insatisfeitos, desmotivados – isso, quando temos trabalho, emprego.
A concorrência é tremenda; e se no planeta ainda não há justiça equitativa e igualdade de oportunidades; na vida profissional, a concorrência beira a delinqüência sob a chancela do marketing pessoal e empresarial. Conciliar valores próprios com o de muitas corporações leva muita gente ao médico e ao analista; outros ao cemitério; e a família ao hospício.
Todo mundo, queixa-se da chefia; quando não está na posição de.

Incontáveis são os motivos que nos obrigam a permanecer numa profissão ou no trabalho em que hora nos encontramos – nosso assunto de hoje são os efeitos colaterais do trabalho que afetam os em torno, especialmente os amores e a família.

Dentre elas:
A mais moderna das sensações afetivas é a de solidão.
Caso estejamos nos sentindo mal amados, incompreendidos, é hora de revisar, dentre outras coisas, o que o trabalho está afetando nossa vida afetiva e familiar.

Não há como negar, o fluxo dos acontecimentos está cada vez mais acelerado, ninguém tem tempo para ninguém, portanto, é natural que, a sensação de isolamento e de estar só, torne-se cada vez mais forte, e perigosa para a sanidade em todos os seus aspectos, também.
Estudos comprovam que as pessoas que tem muitos amigos, parentes e laços sociais, podem ter uma vida mais longa e de melhor qualidade se comparadas com os que vivem de forma mais isolada e de mal com a vida. Outros estudos mostram que, pessoas separadas (muitas vezes é pior a separação estando junto) ou divorciadas (divórcio de objetivos comuns, de cumplicidade) têm maiores índices de doenças em comparação com os que comungam uma vida a dois na sua possível plenitude.
Esse tipo de pesquisa é como chover no molhado; pois já é sabido que nosso pensar/sentir/agir é uma onda de energia que interage com as dos outros e que retorna ao emissor, um bumerangue; quem só pensa em si mesmo, acaba isolando-se do resto e, detém o fluxo de energia que representa a própria vida, a troca o amor. No caso em questão: o solitário torna-se um sujeito problemático, um tipo de doente psicológico que se afasta dos outros sem trocar energias e, que impede que as pessoas se aproximem dele; e quando é impossível o isolamento, até adoeçam.

O estilo de vida acelerado que adotamos, nos leva a ampliarmos e a fixarmos a atenção apenas em nós mesmos, nas nossas necessidades ou nas dos nossos; ou ignorando-as por completo. Na vida laboral, poucos dispõem de tempo para as pessoas em torno; muitos até deixaram de ter tempo para si; e dedicam-se a cultuar e a viver apenas para coisas impessoais, como instituições ou empresas. A educação que preconiza e cultua a neurose de competir para sobrepujar o outro a qualquer preço e a qualquer custo, colabora para acelerar a solidão compulsória que gera kharma. Sua empresa é campeã de queixas nos organismos de defesa do consumidor; saiba que perante a Justiça Natural, você é comparsa - Atenuantes? – Claro! – Mas, o que fazemos para melhorar? – Manter o emprego? – Usemos as desculpas e justificativas que melhor nos servir no momento – Mas, e como sustentá-las no tribunal da consciência? – Será que não estou fazendo com meus familiares, o que faço com meus clientes, chefes, subordinados?
A cultura das coisas descartáveis passa a ser aplicada também nas pessoas em torno (antigos amores) que se tornam descartáveis quando deixam de atender aos nossos interesses mais imediatos: vida profissional. Uma das conseqüências desse estilo de vida é o clima de insegurança e de medo que leva uns a desconfiarem dos outros em todos os segmentos da vida.

Se nós descarregamos nas pessoas que nos cercam tudo que envolve nosso ambiente de trabalho: cobranças indevidas, violência subliminar e verbal, descaso, desrespeito á nossa dignidade, falta de ética, suborno, chantagem, propina, maledicência – jamais, sob pena de severas punições no tribunal futuro da consciência devemos dizer que as amamos.

Amor é um conceito sagrado.

Pois, o mínimo que se espera de um ser humano na atualidade que evoca o querer bem, até o amar:
O AMOR EXIGE RESPEITO.

Quando dizemos que amamos algo ou alguém, e, se esse dito; não é da boca/para/fora, está implícito que respeitamos esse algo ou alguém. Respeitar a natureza não é apenas não destruí-la, à vista dos outros ou não. Respeitar o outro, não é apenas um comportamento de boa educação ou de civilidade – tal e qual na bazófia: O cliente tem sempre razão (desde que não mexa no meu bolso – não afete meus interesses).
É muito mais do que isso.

O respeito manifesta-se de muitas formas

• Compreensão. É preciso que se compreenda aquilo que pretendemos respeitar, caso contrário, ao invés de respeito é medo. Respeito não é temor. É por isso que, o ignorante não é capaz de respeitar nada nem ninguém – como as pessoas psicopatas que são maravilhosas no trabalho e carrascos em seus lares. A pessoa temente a Deus, ainda não o respeita, nem o ama porque ainda não o compreende.
• Estudo. É preciso que se conheça aquilo a que devemos nosso respeito. Respeitar é uma atitude consciente. Não se pode respeitar aquilo que não conhecemos bem. Quem são os que compartilham comigo a vida? O que pretendem? Quem são eles? Quais suas necessidades? Seus valores?...
• Aceitação. O respeito exige aceitar o outro como ele é, sem perder tempo em tentar modificá-lo. Aceitação não é algo passivo, inerte. Aceitar significa não perder tempo tentando modificar o outro sem que ele já o deseje. Pois, só temos o direito de modificar os outros quando eles nos solicitarem e permitirem.
• Humildade. Conhecer seu próprio valor é a marca registrada do humilde. Somente quem se conhece e respeita não teme. A aceitação do outro também depende do desenvolver de uma série de qualidades humanas como: a paciência, a tolerância etc.

Não transfira seus problemas de vida profissional para a vida dos em torno; pois, isso vai te custar muito caro. Muito mais do que possas imaginar...
Mais grave ainda é o que fazemos com os outros no trabalho de matar dez leões por dia, e que afetará a vida de alguns, dezenas, centenas, milhares, milhões...
O amigo é um simples assalariado? – Compromisso com alguns, apenas.
Funcionário Público? – Compromisso com milhares ou milhões.
Pequeno empresário? – Afeta a vida de algumas dezenas.
Grande empresário? – Responsabilidade proporcional.
Diretor de grandes multinacionais – Progressão geométrica.
Governante? – sem comentário.

Responsabilidades existenciais á parte – nosso assunto de hoje: os em torno – A NOSSA família e demais derivações contemporâneas e extemporâneas. O que fazemos com a família dos outros é, outro grave problema a ser debatido.

NÃO LEVE O SEU TRABALHO PARA CASA: NINGUÉM MERECE SEUS OSSINHOS DO DIA A DIA DA SUA VIDA PROFISSIONAL – APRENDA A ROÊ-LOS NO SILÊNCIO DE SUA CONSCIÊNCIA...

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