sábado, 29 de janeiro de 2011

O EXPLOSIVO DÍNAMO PENSAR/SENTIR/AGIR




Na vida contemporânea o que mais se ouve das pessoas é a queixa de Cansaço Crônico, Esgotamento, que leva á Distimia e á Depressão; quando não; ao Pânico.

O que nos alimenta de energia e nos diferencia uns dos outros; é a usina de força vital sob o comando do dínamo: pensar/sentir/agir; que pode modificar rapidamente a energia cósmica universal alterando-lhe a freqüência e o padrão vibratório, e isso, pode e deve ser controlado pela pessoa.

Cada tipo de pensamento e de sentimento possui um padrão vibratório particular específico.
Bons pensamentos resultam em freqüência elevada que energiza, cura, saneia, imuniza.
Maus pensamentos acabam em baixas freqüências que geram desamor, insanidade e doenças físicas, morais e sociopatias penalizadas pelas leis do homem ou, ainda, não.

Analisemos o “vigia e ora...” com o qual Jesus nos brindou:

Vigiando a qualidade de nossos pensamentos e sentimentos; nós somos capazes de nos situar em padrões vibratórios mais elevados; nos quais predomina a alegria, o respeito, a compreensão e o amor.
Ao orarmos elevamos nosso padrão vibratório e nos sintonizamos com os bons espíritos que nos intuem e nos ajudam (alguns conversam direto com Deus, tanto faz).

Pode ser considerado um verdadeiro sapiens, sapiens; o candidato a ser humano que já principia a exercer o comando do próprio destino; começando pelo pensamento.

Raras pessoas já dominam bem os comandos do dínamo pensar/sentir/agir; a maioria de nós pode-se considerar ainda um arremedo de ser humano: cansado, sem memória, insone, com dificuldade de concentração, dor prá tudo quanto é lado, depressivo, angustiado, ptiático, chorão, agressivo...

Ninguém hoje nestas bandas pode alegar inocência, não saber – Um problema vai nos atormentar: o álibi da desculpa e da justificativa não será mais aceito no tribunal da consciência.
Os devedores da conta de uso da energia cósmica universal que foram pegos fazendo gambiarras e “gatos energéticos” no vampirismo, simbiose e outras contravenções cósmicas; serão executados na forma da lei; bem como seus advogados: religiosos, filósofos, cientistas, midiáticos, etc. – transferidos para presídios de segurança máxima cósmicos; pois, violaram sistematicamente os acordos de pagamento das dívidas já firmados...

Recordando o be-a-bá; antes do exame final e do veredicto do Conselho Tutelar Cósmico (afinal somos crianças):

A energia gerada pelo pensar canalizada pela vontade é potencializada pela emoção ou pensamento.

A repetição cria o padrão pessoal de atitudes e de agir e fixa-o como tendência, impulso, compulsão, predisposição.

Cada tipo de pensamento possui um comprimento de onda, amplitude e freqüência vibratória diferente e que gera a coloração da aura; portanto, cada tipo de pensamento/sentimento tem a sua coloração própria, odor, consistência, propriedades.

Pensamento de raiva, de ódio, de mágoa tem um comprimento de onda, uma amplitude e uma freqüência diferente de um pensamento de respeito, de fraternidade, de amor; e, com certeza, produzem colorações diferentes que nos conduzem a locais diferenciados.

Quem cultiva pensamentos e desejos de baixo padrão vibratório como inveja, intolerância, medo, ansiedade, agressividade, ira, desejos de vingança, egoísmo, orgulho, além de criar terreno propício para doenças mentais e físicas; ainda cria sintonia para que pensamentos/sentimentos do mesmo tipo penetrem em seu campo vibratório ou aura, interagindo e propiciando terreno para as obsessões.

Quando numa linguagem ético/moral (corolário da Física) elevamos o pensamento, significa apenas: pensar com respeito, amor e fraternidade; pois os pensamentos deste tipo apresentam menor comprimento de onda, menor amplitude, e daí, vibram mais rápida e intensamente, por isso, são altamente ativos, transformadores e protegem das emissões potencialmente maléficas, além de anulá-las promovendo uma limpeza da aura e até curando doenças físicas já instaladas – saber básico; matéria que vai cair na prova (dica da hora).

Pensamentos elevados constantes ampliam o campo energético aumentando a zona de proteção da nossa atmosfera fluídica.
Quem sistematicamente cuida de seus pensamentos, consegue ativar um escudo de “defesa” na recepção das ondas eletromagnéticas geradas pelo pensar/sentir/agir dos outros e que lhes são dirigidas. E, se posiciona numa dimensão “diferente” da vida; pois também se torna capaz de vigiar a própria emissão, que a nós retornará dia menos dia.

Manter esse escudo de defesa; ou seja, cuidar de preservar pensamentos/sentimentos de alta freqüência; ajusta o padrão vibratório a outros idênticos; evitando a sintonia de freqüências inadequadas.

Experimente interagir ou conversar com uma pessoa extremamente ansiosa; caso você se descuide e se permita entrar no padrão de freqüência dela, em seguida, sentirá uma opressão no peito, a respiração ficará mais curta e difícil, surge um desejo de sair correndo e ir não sabe prá onde.
Observe e comprove como somos capazes de nos influenciar o tempo todo mesmo sem perceber.

De forma sorrateira, como é de costume; nós costumamos usar o claro desconhecimento dessa realidade energética; apenas como álibi para justificar nossas escolhas inadequadas, vícios e tendências...

Mas.
Em momentos de transmutação cósmica:

Cuidado.
Pois para atingir o resultado mínimo esperado para permanecer no Planeta, é fácil; pois, não é preciso conhecer a fundo tais ciências. Basta apenas seguir o Mestre: “Vigia e ora”, mas vigia a ti mesmo e não aos outros.
E devemos orar muito para que os bons possam sintonizar conosco e nos intuam as melhores escolhas e decisões.

Essa simples atitude gera sanidade.

Informações adicionais nos nossos outros bloogs: eu recomendo.

Namastê.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

TOILETTE ESPIRITUAL

Além de cheia de perspectivas que, ás vezes nem sonhamos ainda; a vida pode ser muito divertida. Quando se está vivo, “ligado”, é seguir sempre vivendo e aprendendo como se diz no popular.

Dia destes, numa “tarefa espiritual” da qual participava, a trabalhadora que encaminhava os assistidos disse baixinho o problema da pessoa a ser atendida: Esse caso é de toilette! – Não entendi nada – só ouvi o toilette, pensei que era prá mim e achei estranhíssimo; não estava com vontade de fazer nada; nem pedi. Ela se aproximou um pouquinho mais e disse: - É um caso de metástases de CA, é um preparo para breve desencarne.
Perguntei á pessoa como se sentia e ela disse: - Há muito tempo não me sinto tão bem; graças a Deus estou bem melhor!

Tomando ciência do caso, imaginei que fosse a típica “melhora” antes do desenlace – fizemos os procedimentos necessários. Pedi o retorno no próximo dia daquela tarefa (duas semanas) – vamos saber o que ocorreu.

A cada dia fico mais maravilhado com as possibilidades infinitas que a vida nos oferece de receber ajuda e de retribuir. Fantástico.

Fiquei matutando nessa possibilidade: toilette espiritual.
Que benção poder ajudar alguém a chegar do outro lado mais “apresentável”; com os centros de força mais equilibrados e sem “meleca energética” (miasmas). Em virtude dos pensamentos, sentimentos e atitudes; pode-se chegar do lado de lá uma “bagaça”, só o pó, como se diz no popular; mas com a auto – estima muito melhorada como recém chegado no astral; depois de uma toilette no corpo espiritual.

Imaginemos quanto trabalho de socorro pode ser feito aqui mesmo nestas bandas da vida; facilitando a dos trabalhadores do além.

Vez ou outra; algumas pessoas dizem: gostaria de fazer algo diferente para ajudar o próximo – Pronto, já tenho uma idéia a sugerir – Um serviço de toilette espiritual a ser oferecido em locais onde as pessoas estão “desenganadas” pela medicina tanto daqui quanto do lado de lá: UTIs, Hospitais de Segunda Linha (onde acomodam os que não têm mais perspectivas de cura), enfim a pacientes mais ou menos terminais.
Basta apenas preparar um grupo com conhecimento das técnicas de limpeza e de reequilíbrio energético, boa vontade e principalmente amor no coração.
Claro que muita gente já faz isso, há muito tempo, sem que o saiba, com outro nome; mas, que a técnica pode ser aprimorada, isso pode; afinal eficiência é tudo.

De repente bateu uma preocupação: a maioria de nós não tem hora marcada – já que faz parte do contrato de estarmos aqui, todos somos pé na cova – e, como não sabemos a hora certa de receber uma toilette espiritual; melhor cuidarmos da nossa higiene espiritual, nem que seja estilo “banho de gato” reflexivo, vale a pena dar umas lambidas (reflexão) na consciência com regularidade; e parar de se emporcalhar espiritualmente vigiando mais o pensar, sentir, agir, prá mode estar mais ou menos apresentável.

Oração é “Eau de toilette”.

Viu zinfiu...

Leia “Melecas espirituais”
http://artedaboamorte.blogspot.com

Namastê.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O TAL DO NERVOSO

Em se tratando de saúde, doença e cura, é natural que ainda estejamos mais focados nos problemas relacionados ao corpo físico. Geração após geração os pais apenas se preocupam com as doenças físicas, não existe uma cultura para observar a criança como um todo.

Os problemas psicológicos, emocionais e afetivos são ignorados de forma perigosa. Apenas são focados quando há distúrbios no comportamento e na aprendizagem, capazes de tirar o sossego da família; mas, a busca da resolução é repassada feito “batata quente”: profissionais da saúde e remédios.
Na política de ir empurrando a vida com os desejos, não se estuda os impulsos e as tendências da criança, desde o nascimento, como é possível fazer para ajudar na correção; e para evitar graves doenças da alma que dia menos dia se materializam no corpo físico – é inteligente prevenir tal e qual fazemos com as vacinas.

Pelo fato de não estudarmos nossa pessoa como um conjunto; uma unidade inseparável – nós estamos sujeitos na atualidade a grandes e devastadoras “epidemias” de depressão, angústia existencial, pânico, surtos psicóticos, paranóias – e todas as doenças do corpo físico de maior ou menor gravidade; além de todo tipo de desatino criminal.

Algumas pessoas até percebem a relação cada vez mais visível e intensa entre as doenças físicas e os componentes psicológicos; mas, empacotam tudo no tal do “nervoso”, colega do tal do “mal estar”.

Hoje me ligou uma paciente – Dr. Tive outra recaída! – Percebi que basta eu ficar nervosa que o problema volta!

A dificuldade dela em definir o tal do estado de ficar nervosa é grande; pois, como a maioria, ela nunca parou para pensar a respeito.

Para que haja uma comunicação mais adequada entre profissionais da saúde e os pacientes, é urgente que as pessoas comecem a conhecer-se e prestem mais atenção ao que sentem. Evidente que o atual sistema de saúde voltado para o consumo de produtos e serviços iludiu as pessoas – ficou inserido no DNA cultural que as sensações do doente não interessam; o que vai dar o diagnóstico final são os exames de laboratório; daí, em alguns lugares o profissional mal olha para o paciente e já lhe entrega um extenso pedido de exames. Esse sistema deseducou as pessoas no que tange a obter um mínimo de percepção a respeito de si mesmas.

No caso do tal do nervoso:
O que é?
De que forma a pessoa reage?
De maneira agressiva?
Manifesta de que forma?
Tem piti?
Quais as emoções envolvidas?
E os sentimentos?
Que fatores desencadeiam?
Aparece do nada?
Que sensações manifesta no corpo físico?
Com que freqüência surge?
Desaparece por si só?

Muitas outras questões podem ser propostas para esmiuçar o tal do “nervoso”.

A cada dia detalhes vão fazer a diferença entre continuar vivo ou ficar morto; mesmo dentro de um corpo.

Em tempo:
O tal do “nervoso” não tem nada a ver com nervos no sentido da anatomia e da fisiologia, é uma desordem psicológica; uma insanidade da alma – pode parecer piada; mas muitas pessoas confundem até os nervos do SN com tendões e ligamentos – daí, é cada nervão – Tô com um problema nesse nervo, ficou uma pelota!

Dica:
Remédio usado de forma comum prá “nervoso”, é camisa de força química, com suas várias graduações na luta pela sanidade: faixa preta, amarela, vermelha, etc.

Quem vai curar esse tal de “nervoso”?

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

TUDO EU!

Algumas leis da vida são difíceis de aceitar; dentre elas a da responsabilidade progressiva.
Conforme disse o Mestre Jesus, quem mais sabe mais tem que usar seu saber.
Pela maturidade incipiente e a pouca capacidade de discernir, na vida em grupo, ás vezes estrilamos: Tudo eu! Só eu tenho que fazer, ceder, desempenhar! – Cansei!

Muitas vezes tentamos fugir do conhecimento; pois ele traz junto a dona responsabilidade; nós somos meio alérgicos a ela. Essa fase, a de nos rebelarmos contra a ditadura do saber, quando nos comparamos com os outros, faz adoecer com freqüência.

Para nos vacinarmos contra a revolta, a depressão e o desânimo, basta fazer uma analogia: Nossa relação com o planeta é uma relação aluno e sala de aula; nós os alunos e o planeta a escola onde a professora vida ministra suas aulas. A graduação e as provas obedecem a uma escala bem simples: para aluno de primeiro ano, matéria de primeiro ano; para aluno de segundo ano, matéria de segundo ano; e assim sucessivamente. Nas provas da vida não cai nada que não tenha sido dado; basta prestar atenção e fazer o dever de casa.

Na vida em família, no trabalho e em sociedade, os componentes costumam estar em classes diferentes de evolução; daí, a importância de também não julgar, criticar nem comparar-se – mas, é preciso não fazer as lições nem as tarefas dos outros – ajudar, orientar sim; mas, fazer o trabalho do outro é crime grave.

Algumas lições são comunitárias; mas, nas provas cada um terá de responder pelo que já está capacitado a compreender e assimilar. Exemplo, numa família de vários irmãos e agregados, uma “pessoa mala” tranca-se na doença de Alzheimer com a chave dentro – cuidar dessa criatura, é uma aula de onde podemos tirar muitos ensinamentos que possibilitam acelerar nossa evolução.
Cada um vai aproveitar a chance de aprender e exercitar várias qualidades; ou não. Sempre acaba “sobrando” para um; os outros vão tirar o “corpo fora”, cabular aula; alguns mais cara de pau ainda vão criticar a tarefa do outro. Como deixou acontecer isso! – Você não está cuidando direito. Quase sempre o que está aproveitando a lição (nem sempre de forma consciente) vai chiar, vai sentir-se usado; enfim vai reclamar.
Aqueles que cabularam essa aula podem aprender de uma forma mais difícil. Exemplo, podem tornar-se ao mesmo tempo aprendizes compulsórios ao tornarem-se objeto de aprendizado para outros; não é difícil que se tornem a “mala sem alça trancada por dentro; na condição de uma pessoa com seqüela grave de AVC, ou vão repetir o familiar modelo e desenvolver seu próprio Alzheimer e congêneres.

Quando sentimos o impulso de reclamar: Tudo eu! Tudo eu? – Melhor, parar para pensar, aprender a lição; e praticar.
Porém, não faça tarefas que não lhe pertencem; caso contrário o aprendizado da paciência, tolerância, disciplina, ajudar sem esperar paga, amar...; tudo isso fica - mas, o mérito da ação é todo perdido.

Para os mais graduados até conta pontos no currículo cósmico agradecer á vida a bendita oportunidade...

Namastê.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

BEM NASCIDO – INDESEJADO - ZEBRADO

Muitas vezes já entramos na existência com o “pé esquerdo” – ou seja, nosso projeto de vida já começou zebrado.

Tenho ouvido muito ao longo da vida que determinado fulano é uma pessoa bem nascida; sempre me perguntei o que seria uma pessoa mal nascida – Nasceu; mas não nasceu direito? Provavelmente quem faz esse tipo de colocação nem faz idéia de como funcionam os projetos de vida no além.

Quase sempre o conceito popular de bem nascido representa o projeto de vida de quem foi gerado e esperado numa família bem constituída, com todas as condições materiais e afetivas. Claro que o sonho de consumo existencial é ser bem nascido; pois é evidente que as pessoas bem nascidas tem mais chance de atingir as metas de seu projeto – não quer dizer que consigam; pois, todo planejamento precisa ser bem executado; no caso, a principal variável é o uso do livre arbítrio; mas além de fazer as escolhas certas na hora certa; ainda é preciso trabalhar e contar com o concurso do tempo.

Evidente que as combinações de possibilidades variam muito – mas, imaginemos que um grupo de pessoas estudando sua convivência no passado tenha chegado ao um acordo de resgate e evolução para todos. Dentre outros itens, planejou-se o casal e quem viria como filho – tudo acordado, tudo certinho, bem planejado. Mas, zebrou, houve precipitação e num momento de embalo e descuido a moça engravidou fora da hora esperada e combinada – Daí, o que fazer? – As possibilidades são muitas; mas, imaginemos que se tenha optado pela continuidade do projeto; e que as correções de rota sejam feitas nas saídas do corpo durante o sono – mas, o “azarado” já vai nascer com o projeto meia boca, no prejú.
Com certeza vai ser enjeitado, mil pensamentos e sentimentos desencontrados vão passar pela cabeça da mãe e do pai – alguns podem até ser sobreviventes de um projeto de aborto mal sucedido; isso é lógico e inevitável; pois temos poucas lembranças de nossas andanças pelo astral durante as saídas do corpo – mesmo que a pessoa que está sendo gerada seja protegida como se estivesse em coma ou num sono profundo; essas energias vão impregnar seu campo da aura – essa pessoa vai ser mais uma daquelas que se sentem mal amadas, enjeitadas, só - e sem explicação lógica.

Na vida prá tudo há uma saída; até prá morte; já que ela não existe.
É possível fazer com uma existência o que muitos times que começam capengas o campeonato, vão se ajustando durante a competição e até podem sair vitoriosos – ao passo que outros com elencos milionários começam como franco favoritos e até podem ser rebaixados.

Não há como impedir o progresso, nossa evolução é inevitável; desse modo, no futuro os projetos de aperfeiçoamento pessoal e familiar terão mais eficiência; Pisadas de bola como nascer na hora errada, por exemplo, serão raras; pois, nós seremos mais cuidadosos até no uso da sexualidade.

Lá no plano espiritual, nos departamentos de projetos de vida sempre há um plano B,C, D...
Exemplo, os casos interessantes de “almas paraquedistas” que surgem no seio de uma família sem aparentemente ter nada a ver com o grupo e durante a vida se sentem como um “estranho no ninho” – tomando como exemplo o caso anterior; havia uma necessidade imperiosa de suprir as condições mínimas especialmente de afetividade para o bom êxito do projeto de vida; então dá-se a oportunidade para um dos que estão na fila de nascimento meio que urgente e compulsório.

Quem sentiu-se mal amado desde que se conhece por gente; ou que de forma comprovada nasceu na hora errada, basta colocar-se no lugar dos pais, para aprender a amá-los; pois, só de nos terem oferecido a chance da experiência no corpo físico já é motivo de respeito. Jamais diga: Não pedi para nascer! – para não assistir ao VT do seu projeto de vida e conferir que não só pediu como muitas vezes implorou...

Namastê.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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