A VIDA PROFISSIONAL E A EMPRESA COMO FOCO DE DOENÇA E DÉBITOS NA LEI DE CAUSA E EFEITO.
Tirando o fundo do baú dos meus arquivos neste escrito de 10 anos passados vejo que ele continua atual e agora como novos rótulos que já tem até CID10
As relações no trabalho apenas perdem para as afetivas e familiares no que diz respeito á condição de vida e sua qualidade; em se tratando de saúde física e psicológica.
Na minha vida profissional de CONSULTOR DE SAÚDE e Medicina Psicoespiritual como médico de pessoas, famílias e grupos; tenho observado que grande parte das queixas, ativação de sintomas e doenças está fortemente ligada á atividade profissional ou a falta dela.
É urgente dar uma atenção especial a ela; pois nesses turbulentos dias a “coisa pode dar ruim” vai sair das tradicionais vinganças subliminares como as “puxadas de tapete” e Cia Ltda e pode começar dentro das empresas; pois, seguindo o curso atual dos acontecimentos; isso parece quase inevitável...
Meu problema maior é o que está acontecendo no trabalho!
Um rosário de queixas de todos os tipos.
Todos os dias eu recebo pacientes vítimas dos efeitos do estresse crônico acentuados pela atividade profissional.
Pressão por resultados.
Cobranças tão inúteis quanto ineficientes e nem sempre éticas.
Chefias e lideranças psicóticas que tentam enlouquecer todo mundo.
Na cadeia de comando das empresas quem costuma arcar com as consequências é a turma da intermediária de comando.
Para algumas pessoas parece que o fim está próximo; estão no fim da picada; pois os efeitos do estresse crescem e se amplificam em cascata; a possível sobrecarga de trabalho acompanhada de descontentamento e frustração faz com que a atenção e a memória definhem a olhos vistos; isso gera medo e ansiedade de perder o emprego; o que agrava todo o processo.
Tal e qual o estilo de viver atual; o esquema é maluco, quem produz mais e é mais eficiente recebe mais tarefas; é a famosa promoção com aumento de responsabilidade e carga de trabalho com promessa de reajuste salarial que não costuma chegar. E para piorar às vezes a carga tributária na mudança de pequena faixa salarial também come todo o ganho da promoção...
E breve no contexto político e social uma minoria pode pagar pela aposentadoria por invalidez criativa da maioria: coisa de louco?
Nem tanto.
Segue o papo?
Vamos brincar de tribunal da consciência na próxima?
Topa?
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