sábado, 24 de outubro de 2026

 APRENDA A VIVER UM DIA DE CADA VEZ A FAZER UMA COISA DE CADA VEZ E A VIVER COM POUCAS NECESSIDADES; RICAMENTE...


Além disso:
Nem tudo precisa ser resolvido por meio da pressa ou da força de vontade, especialmente quando existem situações que dependem do tempo e das escolhas de outras pessoas.
Nem toda batalha precisa ser enfrentada. Às vezes, a verdadeira força está em confiar, observar e escolher onde colocar sua energia.
Aceite apoio quando necessário, mas não entregue a outras pessoas o poder de decidir os rumos da sua vida.
Cuide da sua energia, mas não se esqueça de cuidar também dos pensamentos, das atitudes e das escolhas que alimenta diariamente.
Proteger seus caminhos também significa saber dizer não; pois a paz que depende do seu silêncio diante do desrespeito não é equilíbrio.
Comprometer-se não significa perder a liberdade, mas escolher conscientemente aquilo que merece sua dedicação.
Nem que seja só por hoje...

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

 SOU UM SER REAL OU SOBRENATURAL?

SERÁ A IGNORÂNCIA UMA ESCOLHA?

Que tipo de ignorância será tolerada daqui em diante?

Seremos penalizados pela ignorância voluntária?

A ignorância não mais servirá de álibi, desculpa, justificativa para os desatinos que gera?
Material para reflexão que pode virar papo de Hospício íntimo:

O QUE ERA SOBRENATURAL PARA MIM ANTES E HOJE NÃO É MAIS?

SEREI UM IGNORANTE REAL OU APENAS FUNCIONAL?

QUANDO DEIXAREMOS DE ESTAR UMA ENTIDADE DE NÓS MESMOS, apenas um espectro.
E NOS TORNAREMOS UM SER COM IDENTIDADE real?
 
SERÁ QUE EU JÁ FUI (Ainda é sobrenatural para todo mundo)?
EU ESTOU (parece ser natural, real)?
EU SEREI (é sobrenatural para a maioria)?   

VOLTAREI A SER SE EU JÁ FUI?
MEU ONTEM JÁ FOI REAL E SE TORNOU SOBRENATURAL HOJE.
MEU FUTURO AINDA É SOBRENATURAL HOJE MAS AMANHÃ SERÁ NATURAL?

"PENSO LOGO EXISTO" - Disse o sábio.
Mas...


SERÁ QUE EU SÓ EXISTO ENQUANTO PENSO?

 ENCONTROS, DESENCONTROS, REENCONTROS NA TEIA DO DESTINO... (Sigmund Freud, escritor e pai da psicanálise) ...


"Não escolhemos uns aos outros ao acaso; apenas nos deparamos com aqueles que já existem em nosso subconsciente”.

Essa reflexão de Sigmund Freud sobre como os encontros despertam conexões já existentes no subconsciente no emaranhado da teia do destino é reforçada pelo conhecimento das reconexões de experiências passadas tanto as felizes que deixam saudades quanto as infelizes de reparação do tipo: cansei de ouvir “conheci tanta gente legal na vida por que fui me enroscar afetivamente com essa coisa”?

Encontros, desencontros e reencontros retratam o amor e o desamor também pode funcionar como uma jornada de autoconhecimento vital para nossa evolução.

E se alguns encontros despertassem sentimentos que ainda não sabíamos nomear?
E se determinadas pessoas nos fizessem enxergar aspectos de nós mesmos que permaneciam escondidos?
Ao tentar responder a essas questões podemos entender melhor a ideia freudiana de que certas pessoas revelam facetas nossas que antes permaneciam ocultas inseridas nos conceitos de projeção e causa/efeito.

Quem nos ensina mais a nosso respeito as relações ajustadas e prazerosas ou as difíceis e desajustadas?
Qual sua opinião?


domingo, 18 de outubro de 2026

 



AMIGDALITE GERA FALTA DE AMOR?

E ATÉ AGRESSIVIDADE, MALDADE CRIMINOSA?

Se, até pouco tempo, alguém me dissesse que, minha pobreza em amar; e minha carência em comportamento altruísta era causada por amigdalite crônica; confesso que ficaria espantado, intrigado.

Mas, é verdade:

E quem diz é a ciência: Há motivos para acreditar que a base do comportamento altruísta se encontra no Sistema Límbico. O amor, assim como o comportamento altruísta, parecem ser aquisições do Sistema Límbico humano (nada a ver com libido).

E, uma parte importantíssima dessa região límbica é a chamada Amígdala, que tem um papel transcendente na agressividade. Em pesquisas, a destruição experimental das Amígdalas (são duas, uma para cada um dos hemisférios cerebrais) faz com que o animal se torne dócil, sexualmente indistinto, afetivamente descaracterizado e indiferente às situações de risco (lembra algo na atualidade?).

O estímulo elétrico (qual o papel do estresse crônico nesse processo, é algo a se estudar) agindo nas Amígdalas provoca crises de violenta agressividade.

Em humanos, a lesão da Amígdala faz, dentre outras coisas, com que o indivíduo perca o sentido afetivo da percepção de uma informação vinda de fora, como a visão de uma pessoa conhecida ou querida. Ele sabe quem está vendo, mas não sabe se gosta ou desgosta da pessoa que vê. Difícil saber como; mas, ao que parece a maioria das pessoas da atualidade parece ter sido amigdalectomizada – quem sabe pela TV e outros meios de ação cada vez mais rápida de esterilização da criatividade e da amorosidade; em massa.

Em tempo; amígdalas cerebrais têm pouco ou nada a ver com as antigas amígdalas ou tonsilas palatinas, as da dor de garganta que antigamente tendiam a extirpar nas crianças...

Localizada na profundidade de cada lobo temporal anterior, as Amígdalas funcionam de modo íntimo com o Hipotálamo.

É o centro identificador de perigo, gerando medo e ansiedade e colocando o animal em situação de alerta, preparando-o para fugir ou lutar, estariam assim, envolvidas na produção de uma resposta ao medo e outras emoções negativas.

Dá prá entender que o “vírus” do estresse crônico é um dos agentes geradores da amigdalite cerebral crônica; um dos fatores de uma doença evolutiva grave chamada cretinização mental/emocional; que acomete parcela significativa da população; a mente neurótica com a ajuda da Assembleia Neuronal envia uma quantidade excessiva de informações de medo e ansiedade; o que trava o sistema de defesa mental, emocional e orgânico.

As áreas cerebrais mais primitivas relacionadas à agressão, mais precisamente, à agressão depredadora, são estruturas filogenéticas muito antigas, onde se inclui o hipotálamo, o tálamo, o mesencéfalo, o hipocampo e, como já vimos; as Amígdalas e o Hipotálamo trabalham (ou deveriam fazê-lo) em estreita harmonia, de tal forma que um comportamento de ataque pode ser acelerado ou retardado, estimulado ou inibido, dependendo da interação entre estas estruturas.

Porém, a verdadeira agressão humana; aquela planejada pela alma doente; talvez elaborada segundo algum objetivo. Ou talvez seja os subprodutos da agressão, perversidade e destrutividade acumulados ao longo da trajetória evolutiva; e inscrita no DNA à espera de fatores desencadeadores; para isso, precisa de redes neuronais complexas e abrangentes como as Assembleias Neuronais; e envolve principalmente o Sistema Límbico para se manifestar em atitudes.

Não deixe que extirpem suas amígdalas nem as cerebrais nem as palatinas. Elas devem atrofiar-se por si só; talvez fruto da evolução – num mecanismo semelhante à atrofia das amígdalas palatinas após o período de infância, as cerebrais atenuam sua função à medida que a alma amadurece em consciência.

 

Cuidado com a amigdalite caseosa tanto nas palatinas quando nas cerebrais. O cheiro dos maus pensamentos e desejos é nauseabundo; tal e qual o exalado pelas palatinas.

A halitose mental, emocional de quem sofre de amigdalite cerebral crônica é de lascar...

 

Mas;

Cuidado com o bisturi do sistema de entretenimento.

 

Continua... (São?).

 

Vivendo e aprendendo...

 

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

 

COMO VIVER BOVINAMENTE BEM NOS LIMITES DO REBANHO? 

PARTE 2

A necessidade de ser diferente é um drama e um desafio bovino.

Quem ousar mudar a forma de pensar, de sentir e de ver o mundo e suas ocorrências andará na contramão dos valores da sociedade que tenta negociar as cotas da felicidade através do capim (verdinhas). E, isso não é nada fácil, pois quem ousar estabelecer limites para suas expectativas, desejos e necessidades corre o risco de ser cobrado até pelas pessoas com as quais convive; será rotulado de malsucedido e acomodado no rebanho.

Também somos impedidos de ter valores próprios; vivemos numa cultura em que somos treinados desde cedo a tentar agradar antes os outros do que a nós mesmos. Pode parecer um paradoxo, mas essa atitude é um dos fermentos da egolatria e do orgulho dos grandes chifres.

Nosso assunto vacum é a descoberta dos limites pessoais seguida de aceitação do momento presente.

Vamos eleger como nosso representante um velho touro ou uma vaquinha de presépio?

O passo seguinte é a tentativa de mudar hábitos bovinos, eliminar vícios, reestruturar a personalidade, compreender melhor as leis da vida, bem como aplicá-las no dia a dia; é hora de protestar em frente á cerca; prá ver se o dono do pasto atende nossas preces bem mugidas.

Avisam os deuses mochos: a boiada vai estourar; fique nas beiradas do pasto; ande em sentido contrário - ouse.

CUIDADO COM A DOENÇA DA VACA LOUCA...

Proteja-se; pense bem...

NÃO SE DEIXE ARREBANHAR; sem sair do rebanho?


...

 

COMO VIVER BOVINAMENTE BEM NOS LIMITES DO REBANHO?

PARTE 1

Como eleger nossos limites no rebanho?

Deixar de se arrebanhar?

Na filosofia bovina, a qualidade mais importante é o conformismo – bois foram criados para pastar, ruminar e servir de antepasto para outras espécies; acreditar nos deuses chifrudos que um dia os virão libertar para pastar eternamente em verdes pastagens; protegidos para sempre de seus algozes vaqueiros.

Na sua modorra, o rebanho adora ouvir estórias de influenciadores para boi dormir.

Seus valores estão fundamentados nos desejos da maioria; nos padrões ditados pelos maiorais do pasto; quem ousar contrariar vai para o cercadinho ou para o matadouro; ou se o crime de desobediência for grave; nem esse direito vacum terá: vai morrer lentamente e servir de pasto aos abutres que pululam nos céus da mídia.

A salvação do rebanho apátrida depende da libertação do pensamento mágico; essa ousadia é um fator essencial para que identifiquemos limites em todos os sentidos e aprendamos a nos movimentar dentro deles.

Mas, escapar do pensar mágico: sorte, azar, destino, sobrenatural, tão característico da infância bovina é um verdadeiro trabalho de parto; envolve um que de apreensão; e até um certo tipo de sofrer.

Os momentos de eleição no pasto são cruciais.

Tentamos deixar de ser apenas “vaquinhas de presépio” pressionados pelas circunstâncias que criamos ao longo do tempo, dentro de cada um de nós tenta nascer um novo indivíduo, mais amadurecido, mocho, mais responsável pela própria vida e destino, e que a cada dia mais se interessa pelas dificuldades alheias e pela qualidade do meio ambiente para que o capim continue verdinho e crocante armazenado no cocho.

 Slogans não faltam: Eu tenho a solução para seu problema!

 Bovinos unidos jamais serão vencidos!

 Outra dificuldade a ser superada é o assédio intermitente da mídia de consumo na fazenda divina.

Não temos um segundo de folga sem que alguém tente nos vender a solução para dificuldades que ajudaram a criar e até mesmo para outras que não existem na vida de gado.

Continua...


 

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

 

VIVER ESTÁ DIFÍCIL E DESCONFORTÁVEL?

Abrace o desconforto; pois a ideia de o eliminar a qualquer custo e tentar evitá-lo nos priva de experiências para encarar desafios presentes e de breve futuro.

Exemplo:

As drogas legalizadas ou não têm representado uma maneira de nos adaptar a um mundo para o qual a nossa evolução ainda não chegou e isso vai provar que não dará certo a médio e longo prazo...

Atenção: ATUALIZE SUAS CRENÇAS: Pois só acreditamos no que nos interessa em cada momento...

 


 

AS SOMATIZAÇÕES GERADAS PELA CRISE DE ABSTINÊNCIA DO VICIO DA JOGATINA DAS BETS E SIMILARES LIBERADA E DEPOIS BLOQUEADA AGRAVANDO A SAÚDE PÚBLICA:

Jogatina sempre houve em todas as Épocas e um dos pilares é a GANÂNCIA antes em pequena escala e às escondidas; mas com o advento da mídia social de massa o problema saiu de controle e vai desencadear sérios desastres, estamos começando a ver o aumento do número de: pessoas entrando em crises de Depressão, Perda do desejo de viver, tentativas de fugir da vida e somatizações variadas em razão de endividamento, frustrações, famílias se desarticulando e crimes variados desencadeados pelas descargas de DOPAMINA.

O VÍCIO EM DESCARGAS RÁPIDAS E INTERMITENTES DE DOPAMINA SEGUIDA DA ABSTINÊNCIA FORÇADA PODERÁ CAUSAR UMA CATÁSTROFE SOCIAL?

O problema é complexo e vamos nos ater ao sistema orgânico.

Porque a busca desenfreada por estímulos pode tirar satisfação da vida e atrativos surgidos com a internet e a tecnologia digital banalizaram a dinâmica dos disparos desse neurotransmissor e têm contribuído para uma constante sensação de insatisfação; pois vêm permeando a vida moderna de um modo excessivo e contribuindo para uma persistente sensação de insatisfação, em que picos de empolgação saudável ficam cada vez mais raros.

O excesso de dopamina está nos deixando insatisfeitos e Infelizes. Esse mensageiro químico do cérebro foi conhecido como "hormônio do prazer", mas na realidade, suas características estão ligadas apenas à motivação ou estímulo reforçador, com destacada atuação no sistema de recompensa cerebral.

Mas como tudo que sobe desce para se reequilibrar; se o nível de dopamina foi para as alturas, o corpo tenta compensar o outro lado da balança e a dopamina dispara em queda livre, que depois não volta a níveis basais, mas cai para abaixo deles. Então, para cada prazer, há um custo. E o custo é uma sensação temporária da abstinência de uma substância e se manifesta em ansiedade, irritabilidade, depressão... Com esses estímulos repetidos que tanto nos atraem — sejam substâncias ou comportamentos — começa um processo conhecido NO MUNDO DO VÍCIO: a tolerância e o cérebro passa a necessitar doses maiores e mais frequentes para obter a mesma sensação das primeiras vezes e na vida atual os atrativos surgidos com a internet e a tecnologia digital massificaram e banalizaram a dinâmica dos disparos de dopamina e da compulsão, criando um potencial de vício e as mídias sociais são conexão humana em forma de droga ; pois se torna algo viciante que dispara dopamina no sistema de recompensa do cérebro de acesso fácil, quantidade ilimitada, grande potência e novidades ilimitadas.

A dopamina responde a todas essas condições. Até notícias são uma espécie de droga da novidade, depois de um tempo precisamos de mais e mais eventos chocantes para sentir algo e passamos de horrorizados para entorpecidos quase estilo zumbis.

A REDE DE PODER INTERLIGADA NESSE PROCESSO ESTÁ EM SÉRIOS APUROS COM RELAÇÃO Á JUSTIÇA NATURAL QUE NÃO PERDOA SEM REPARAÇÃO E QUEM PREJUDICA NO ATACADO VAI TER QUE REPARAR NO ATACADO E PODE SE AFUNDAR CADA VEZ MAIS NOS ABISMOS DA EVOLUÇÃO.

Em tempo:

O álibi do livre arbítrio do outro estilo joga porque quer até camuflado nos jargões estilo: jogo não é investimento, não cola e o tribunal da Justiça Natural configura dentre outras coisas como assédio e agressão a VULNERÁVEIS.

A OMISSÃO também será cobrada; pois de certa forma quem cala quando deveria falar e agir CONSENTE...


terça-feira, 6 de outubro de 2026

 

PEGANDO CARONA NA PROIBIÇÃO DE USO DE CELULARES EM SALA DE AULA:

ESTRESSE CRÔNICO; GERAÇÃO DOPAMINA E A CRIANÇA EM PERIGO...

Post 2

O que acontece?

Nosso instinto predominante é o de manter a vida: sobreviver.

Em momentos de perigo real ou imaginário o organismo reage com respostas defensivas e adaptativas específicas através das células, tecidos ou sistemas contra os quais a agressão é dirigida. E também segundo uma resposta defensiva e adaptativa mais geral e inespecífica.

Essas situações são provocadas pelas mais variadas agressões: calor, frio, mudanças de temperatura intensa e súbitas, infecções, drogas, toxinas, processos mentais, psicológicos, descontrole emocional, estafa...; essa resposta envolve vários órgãos e sistemas; fazendo com que funcionem de forma excessiva e descontrolada.

Qualquer que seja o agente agressor cria um estado de sofrimento (tensão) que, se prolongado afeta o indivíduo como um todo.

O estresse resulta na interação entre o dano e a defesa.

O próprio sistema de defesa pode começar a gerar danos secundários como: alergias, doença autoimunes etc.

Na linguagem da ciência o estresse crônico é denominado: SÍNDROME GERAL DE ADAPTAÇÃO – SGA.

Quando ocorre uma agressão real ou imaginária.

A SGA evolui em três fases:

1-   Reação de alarme

2-   Fase de resistência

3-   Fase de exaustão

Reação de alarme:

É a soma de todas as reações não específicas para as quais o organismo não está ainda adaptado. Caso a agressão sistêmica seja moderada é possível a recuperação.

Fase de resistência:

É a soma de todas as reações não específicas geradas pela exposição demorada a estímulos aos quais o organismo se adaptou.

A adaptação a determinado agressor é acelerada ás custas da diminuição contra outros tipos de agentes (explica as doenças recorrentes infantis) – na linguagem popular: para cobrir um santo o organismo tem que descobrir outro.

Fase de exaustão:

Devido à permanência e a intensidade da situação toda a fase de resistência não pode ser mantida e o equilíbrio se rompe.

Estudos mostram que a capacidade de adaptação não é interminável.

E quando já adquiriu muita adaptação ao agente ao qual foi exposto; o organismo torna-se totalmente vulnerável a outras agressões até mais simples e com as quais lidava bem; já estava adaptado.

Entendendo a SGA fica fácil compreender o aumento de infecções por agentes chamados oportunistas.

Na atualidade sofremos estímulos múltiplos de todos os tipos que o organismo encara como agressão.

Um desastre de saúde pública em andamento:



CRISES DE ABSTINÊNCIA DO VÍCIO EM JOGAR NAS BETS E OUTRAS FORMAS...

Interessa?...

 

 

 

 

PEGANDO CARONA NA PROIBIÇÃO DE USO DE CELULARES EM SALA DE AULA:

ESTRESSE CRÔNICO; GERAÇÃO DOPAMINA E A CRIANÇA EM PERIGO...

Post 1

Fala-se muito de estresse; o termo é usado para desculpas, álibi, e mesmo na forma de piadas; até as crianças já adoram dizer que estão estressadas; mas, o problema é grave e precisa ser resolvido com relativa urgência. A proibição do uso de celulares em sala de aula tem justificativas inteligentes e objetivas e outras não...

Experimente perguntar a você mesmo o que é ESTRESSE, suas causas e danos que pode promover no seu organismo; qualidade de vida e na sociedade – (escreva e depois leia).

Se enrolou né não?

De que forma resolver algo que desconhecemos?

Sempre que estamos em perigo nós reagimos de forma automática ativando o instinto de sobrevivência. Isso faz parte da evolução das espécies; pois estar vivo já é estar correndo perigo.

Então a culpa do estresse é do instinto de sobrevivência?

Não; no nosso caso, na qualidade de seres humanos, através dos sentidos a mente identifica o risco e avisa ao corpo para reagir, e ele o faz através de um sistema de alarme bioelétrico e bioquímico (impulsos elétricos no sistema nervoso, hormônios e mediadores químicos). A mente avisa, e o corpo responde, sem questionar.

Isso é o estresse agudo; na hora que o bicho pega.



Até algum tempo, as situações reais e imediatas que nos ameaçavam de fato, eram razoavelmente esporádicas, e entre uma e outra havia um tempo adequado de recuperação mental emocional e orgânica para manter a sanidade psicológica e a vida.

ESSE ERA O antigo ESTRESSE ÚTIL!

O estresse crônico tem sua origem na vida virtual; imaginativa que nos caracteriza na atualidade.

A forma como vivemos hoje nos criou perigos, problemas e dificuldades virtuais que são veiculados sem cessar noite e dia, através da informação instantânea que, até chegar ao consumidor ainda sofre a ação dos interesses da mídia e da indústria da diversão e do entretenimento. Estamos em apuros para diferenciar realidade de ilusão e não é preciso ser adivinho para perceber o que nos aguarda. Exemplo: Quando assisto um filme, novela, desenho, jogo um game, meu corpo não tem como saber que é ILUSÃO; a obrigação de selecionar é da mente.

Diz um sábio ditado: “quando a mente não pensa o corpo padece”. Hoje, praticamente vinte e quatro horas a mente avisa: PERIGO; e nosso corpo reage como se fosse verdade. Essa mentira crônica está levando pane a todos os sistemas de defesa da vida humana.

Não é difícil imaginar o que nos espera; em especial o que aguarda boa parte das crianças: esgotamento, doença e morte, e, de forma bem precoce. Pois, a Época das desculpas, justificativas e milagres através de pílulas mágicas está findando faz algum tempo...

Um bicho vai te pegar! Um bicho vai te pegar! Um bicho vai te pegar! Um bicho vai...

Ouvimos esse falso alarme desde antes do nascimento o tempo todo. E o bicho não ataca nem some; muito menos o alarme é desligado...

CELULARES PROIBIDOS EM SALA DE AULA!

Teremos surtos de crises de ABSTINÊNCIA de Dopaminas, Endorfinas, Serotonina e Adrenalina...?

Assunto desinteressante para a Geração do Imediatismo tentar salvar a Geração Dopamina...

E em casa como é que fica?

Interessa?

 

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

A reforma íntima começa no berço

Educar para um mundo novo

Educar para um mundo novo