CUIDADO COM OS LARÁPIOS DE ENERGIA VITAL DOS OUTROS.
O ESTADO DE FELICIDADE É AUTOSUSTENTÁVEL- NADA NEM NINGUÉM
TE FARÁ FELIZ SENÃO POR BREVES MOMENTOS.
As fontes de energia natural manancial da felicidade se
encontram à disposição de todas as pessoas, no entanto aquelas desequilibradas
na sua forma de pensar, sentir e agir alteram a estrutura natural de seus
centros de força e perdem contato consigo mesmas com sua energia vital,
alegria, felicidade e com a capacidade de absorver e processar a energia da
vida e passam a SUGAR A ENERGIA DOS OUTROS...
Para sobreviver em estado de felicidade recorrem ao
expediente de roubar a das outras pessoas.
Um dos motivos que nos leva a prestar mais atenção a esse
fato, é que na sociedade de consumo atual predominam as pessoas neuróticas
(altamente competitivas) que precisam para satisfazer suas necessidades
egocêntricas de uma quantidade muito maior de energia vital do que são capazes
de absorver e de reciclar; daí, criam um processo de dependência da alheia, e
quando não conseguem “cobaias” com facilidade; se tornam tristes, infelizes,
neurastênicas sem ânimo para nada.
Os larápios de energia podem ser ou não conscientes de sua
condição; pois a maioria das pessoas quase não tem consciência de quem são e
dos fatos e leis que regem sua vida, é lógico que a maior parte (até certo
ponto) desconheça ou negue isso; pois a responsabilidade aumenta na proporção
do grau de conhecimento e de consciência que a pessoa tem, exatamente como em
qualquer atividade humana.
ALGUMAS ORIGENS DA NECESSIDADE DE GATUNAR A ENERGIA VITAL
DOS OUTROS PARA SE SENTIR FELIZ...
- Falta de maturidade afetiva:
A maturidade para que seja alcançada exige a superação do
egoísmo e o desenvolvimento da capacidade de se doar para manter a alegria e a
felicidade real. As pessoas muito dependentes ou inseguras que ancoraram em
fases infantis da maturidade afetiva tendem a sugar mais a vitalidade dos
parceiros reeditando sua fase infantil de dependência materna na qual suas
necessidades afetivas não foram supridas.
- Egocentrismo:
O egoísta não consegue entender que dar não é se privar de
alguma coisa; é expandir-se, irradiar a própria energia mantenedora da alegria
e felicidade, compartilhar.
- Neurose de competição:
A vida do neurótico se torna duplamente complicada em termos
de energia; primeiro a necessidade de sobrepujar os outros pede mais energia do
que o sujeito consegue captar e quanto mais aumenta a neura de vencer ou
sucesso a qualquer preço e a qualquer custo mais se perde contato com a
realidade e com as fontes de energia. Depois, o subconsciente detecta que é
mais prático retirar energia do outro do que das fontes naturais.
Tipos de relação do vampiro com suas vítimas.
- Simbiose:
Há um tipo de alternância de roubo energético ou
troca/troca. Um retira do outro, que retira dos outros etc. É um tipo de
relação dependente, embora inconsciente.
Parasitismo:
A relação parasita implica sempre em dependência mútua, na
qual o vampiro retira sua sobrevivência energética dos recursos do outro, mas
ao viver às custas dele se torna dependente de sua vítima. Nesse tipo de
relação fica difícil dizer quem é o parasita.
Vampirismo:
A atitude do vampiro que não pede nem de forma implícita nem
explícita permissão à sua vítima para lhe retirar a vitalidade é de maior
responsabilidade bioética.
FICA TRISTE NÃO!
A SOLUÇÃO É FÁCIL BASTA APRENDER A DOAR, COMPARTILHAR,
TROCAR...