terça-feira, 12 de maio de 2026

 AGRESSIVIDADE NÃO É INSTINTO?

DIFERENÇA ENTRE ANIMAIS E HUMANOS...


Agressividade não é instinto; apenas um desvio do instinto de sobrevivência.


Uma crença que tomamos como verdade:

Afirmar que o homem agressivo e violento é animalizado.


É preciso que fique claro que o animal não é agressivo; apenas se defende quando ameaçado de alguma forma; suas reações são puramente instintivas de SOBREVIVÊNCIA; exceto nos que convivem há muito tempo conosco (os chamados animais domésticos) estes possuem uma capacidade de captação subconsciente muito mais poderosa até do que o das crianças pequenas, tanto que adotam com o passar dos anos, o “ar ou o jeitão dos donos” e, assimilam também algo da forma de reagir das pessoas com as quais convivem e podem se mostrar agressivos ou dóceis (Quem chama uma pessoa agressiva e violenta de animal está cometendo uma injustiça com os animais).


   Que animal!

   Fulano é um animal luta com unhas e dentes para conseguir o que quer; é uma pessoa de sucesso!


   Interessa despertar a revisão de alguns conceitos relacionados com a paz ou a falta dela segundo a ótica da educação da consciência para que nos pacifiquemos...


AGRESSIVIDADE É UM INSTINTO DE SOBREVIVÊNCIA DO EGO?

O QUE AGRESSIVIDADE TEM A VER COM MEDO?

FICA MEIO AGRESSIVO QUANDO ESTÁ COM FOME?

FOME DO QUE?



 PARA ATINGIR UM ESTADO PACÍFICO ÍNTIMO E INTERATIVO É PRECISO EDUCAR OS IMPULSOS REATIVOS...


“Sou uma pessoa muito boa e pacífica, desde que não pisem no meu calo, desde que não mexam comigo!...

Ser manso pacífico é diferente de estar em paz; muitas vezes de forma provisória, pois que, sob a ação anestésica das justificativas.
Paz é um estágio definitivo de conquista, no qual o indivíduo não ofende nem se sente ofendido, e vive num estado de ausência de violência sem precisar explicar nem justificar atitudes; daí não precisa pedir perdão nem perdoar.

Na fase de apenas não/violência ou ESTAR em paz, ainda precisamos perdoar e sermos perdoados de forma condicional num primeiro estágio, depois sem condições e numa fase mais avançada não perdoar mais nada; pois nada mais nos ofende.

Nosso processo de humanização do EGO é lento e gradual; ao tentar conter e depois RECICLAR-EDUCAR os impulsos agressivos o homem/troglodita que ainda habita em nós, dá início ao processo de humanização verdadeira, passo a passo.

Na atualidade com tantos e simultâneos gatilhos é mais fácil ou mais complexo reciclar-educar os impulsos?


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