sábado, 29 de agosto de 2026

 A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO NA NOSSA I-LIMITADA VIDA


A relevância do trabalho na vida do candidato a ser humano:
Conquistarás o teu pão com o suor do teu rosto! (Disse alguém – talvez, em nome de Deus ou de alguma organização ou empresa estelar – quem sabe?).
A lei de trabalho é uma das mais importantes leis cósmicas deste universo e talvez de todos os incontáveis outros; nossos ainda desconhecidos.
Mas, cá entre nós; que não somos bolsistas da sobrevivência - nesta cultura da vida contemporânea; desde o nascimento somos criados para a vida profissional; quando ela está disponível no nosso mercado da vida; é claro.
Hoje, o trabalho profissional, não é apenas uma relação de produção ou reprodução, reconhecida, amparada e assistida por meios legais ou não – e até sugada por esses próprios amparadores sociais através de leoninos impostos que não retornam em obras.
Ele é também a base pela qual o indivíduo se sociabiliza; se integra na sociedade e que o protege das incertezas da existência; seja como batalhador de verdade ou como bolsista incluído ou excluído.
Na sociedade contemporânea o labor, parece ser o fundamento principal da coesão social, da paz pessoal e de inter-relações.
Não se pode imaginar nada pior numa sociedade de trabalhadores do que alguém ficar de fora do mercado consumidor sem poder trabalhar para saciar sua fome de consumo.
Mas, o planeta não vai aguentar esse sistema de emprego absolutamente voltado para o consumismo desenfreado.
Devemos nos alarmar e reagir com vigor contra o desemprego, sem dúvida. Mas, o importante não é apenas criar novos empregos e diminuir as diferenças sociais que sempre existiram, e que, ainda hoje, tem sua utilidade nesta dimensão de polaridades – é preciso ir muito além para evitar o caos social.
Há riquezas fluindo pelo mundo, e assim como há pessoas que não tem trabalho; há pessoas que trabalham e querem aproveitar essas riquezas na medida de suas nem sempre bem medidas e estruturadas ambições. 
Para que o sistema sobreviva:
Hoje, também são as relações de trabalho e com o trabalho, que estão em jogo.
Na atualidade, não basta mais apenas trabalhar ou fingir que se trabalha, é preciso trabalhar com qualidade; e só quem tem qualidade pessoal deixa sua marca de qualidade no desempenho de suas tarefas de cada dia.
Reflexão diária:
TRABALHO PARA QUE OU PARA QUEM?


sexta-feira, 28 de agosto de 2026

 

VIOLÊNCIA URBANA

Embora a OMISSÃO seja um grave crime evolutivo aprenda a conviver com ela fazendo o possível no momento



para adoecer menos...

Vivemos na Era do medo, algo semelhante a uma Era do gelo do coração e da atrofia da inteligência.

É vero que desde o princípio dos tempos, um ser humano sempre dominou o outro através do medo. Hoje pela velocidade com que as informações e notícias são veiculadas, ele se transforma para alguns em pavor; o que abre as portas para todo tipo de doenças; além disso, é capaz de aprisionar as pessoas nas suas casas; e no próprio medo afetando sua qualidade de vida. A Síndrome do Pânico é o clímax quando a pessoa se torna refém dos próprios medos, apavorando-se, perdendo o controle sobre situações corriqueiras do dia a dia.

Nos noticiários a serviço doa instauração da Era do Pânico, não falta assunto; seja ele fresquinho ao vivo ou requentado por dias a fio:

Acidentes, assaltos, balas perdidas, sequestro relâmpago, trotes, pedofilia...

O mundo e o País vivem em permanente estado de alerta devido à violência; e o medo tem assombrado as pessoas: as alienadas paranoicas; as mais ou menos suscetíveis e até, as ditas normais que apenas acompanham noticiários diariamente.

As pessoas expostas a esse tipo de influência passam a acreditar que o mundo está mais perigoso do que realmente é; claro que a realidade tão exposta parece mais cruel e violenta do que há alguns anos; mas, as pessoas não podem se deixar abalar; e devem descruzar os braços lutando por um mundo mais humanizado.

É preciso deixar de cobrar das autoridades um mundo mais ameno apenas no falatório; pois a maioria não está capacitada para tal; já que o esforço depende de todos.

Para lidar com a insegurança, raiva, sensação de impotência, o medo de sair de casa que nos impede de exercer o direto de ir e vir (garantido pela Constituição), de andar, de passear, trabalhar; enfim de existir.

Devemos nos empenhar em recuperar as cidades para as pessoas de bem; mesmo que seja necessário marcharmos para cima dos mandatários ameaçando-os com a perda do mandato ou do poder; nada a ver com retaliação ou violência; apenas cobrança de compromissos.

Claro que enquanto não fizermos algo de concreto para mudar o panorama da vida nas cidades, algumas pessoas estão mais expostas à violência e ao medo do que outras; pois tudo depende dos locais onde a marginalidade domina; e nem sempre podemos mudar de residência, de local de trabalho.

Importante não se deixar aprisionar pelo medo, pois nesse caso, podemos morrer em vida (Depressão – Pânico). Inegável que a situação piora quando somos vítimas de algo ruim, ou alguém muito próximo; as consequências podem ser sequelas emocionais que logo serão somatizadas.

E quem vai nos ajudar?

Nós mesmos e uns aos outros:

È urgente investir no fortalecimento das amizades, nos grupos de solidariedade para superar os possíveis e às vezes inevitáveis traumas no ego.

Para quem sofreu um trauma desses, a ajuda psicológica é vital.

O otimismo e o bem pensar, é importante; pois ajuda a determinar nosso destino a médio e longo prazo; mas não nos livra do mal de sermos merecedores de viver determinadas experiências, segundo a lei de causa e efeito; pois não somos o que imaginamos ser...

Não há pessoa mais desconhecida para nós do que nós mesmos.

O medo patológico mata a esperança (um sentimento essencialmente humano) e tudo passa a nos apavorar. 

Solução?

Para começar seja um ativista da Paz.

Não dê IBOPE para os que propagam o medo – Selecione os noticiários – Na dúvida se desligue da mídia– Leia um bom livro – Reúna a família para contar causos pois: A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA.

 

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

 NÃO TÔ NEM AÍ!

ALEXITIMIA VOCÊ PODE ESTAR SOFRENDO DISSO E NÃO SABE...
Ela não é frieza ou desdém; apenas alguns sentem tudo, mas não conseguem demonstrar. Por exemplo: alguém fica quieto depois de uma discussão. Outra muda de assunto para algo prático quando recebe uma declaração de carinho. Uma terceira se afasta de quem ama justamente nos momentos em que mais está sofrendo. Reforça a necessidade de se abrigar no estar só, mesmo sem sofrer de solidão.
Para quem observa, essas atitudes podem parecer frieza ou desinteresse. Nem sempre são; há uma dificuldade específica para reconhecer e organizar a própria experiência emocional.
Como sempre o corpo avisa, mas a mente não traduz e a confusão costuma começar no corpo. Uma conversa tensa pode acelerar o coração, endurecer os ombros, causar náuseas, diarreia, um aperto no estômago.
Para muitas pessoas, essas reações ajudam a entender que há medo, tristeza ou raiva em curso. Para outras, o corpo emite o alerta, mas a leitura não se completa. Fica apenas a impressão de mal-estar, irritação ou cansaço.
Essa capacidade de perceber o organismo por dentro é chamada de interocepção. Ela informa, por exemplo, fome, sede, sono, dor e necessidade de ir ao banheiro, mas também participa da interpretação das mudanças corporais ligadas às emoções e é matéria prima de um sintoma relatado por alguns pacientes: O famoso e vago mal-estar deixado de lado por muitos profissionais e traduzir o que o corpo sente em emoção pode produzir mal-entendidos persistentes de diagnósticos. A pessoa pode amar sem conseguir declarar. Pode perceber que alguém está abalado, mas não saber qual frase usar. Pode precisar de distância para organizar o que viveu e, por não conseguir explicar, ser interpretada como indiferente; pois sentir, reconhecer, expressar e comunicar não são a mesma coisa; é importante separar quatro processos: sentir, reconhecer, expressar e comunicar. Eles não acontecem necessariamente juntos.
Essa dificuldade funciona às vezes como um detonador de relações; pois alguém pode se preocupar profundamente com outra pessoa, mas não conseguir demonstrar isso da maneira esperada. Ou pode entender racionalmente uma situação, enquanto ainda não identifica qual emoção essa situação provocou nele.
No autismo, esse quadro merece atenção, mas exige cuidado para não gerar simplificações. Alexitimia e autismo não são sinônimos. Nem toda pessoa autista apresenta alexitimia; ela também pode ocorrer fora do espectro, associada a ansiedade, depressão, trauma ou outros aspectos do funcionamento emocional.
A dificuldade de reconhecer emoções pode ter origens e consequências diferentes como uma tendência inata ou adquirida nos primeiros anos de vida.
Como interpretar sem julgamento precipitado? Em vez de concluir que alguém "não liga", é possível perguntar: essa pessoa reconhece o que sente? Consegue explicar o que precisa? De que maneira se sente segura para demonstrar afeto? Cabe muito mais coisas aí -


Bora comentar...

domingo, 23 de agosto de 2026

 JÁ TEM CONSCIÊNCIA DE SER UMA EXPERIÊNCIA INACABADA?

    Se não formos portadores de nenhuma doença mental grave ou, incrivelmente primitivos; temos consciência da relativa ignorância das nossas capacidades e da falta delas em muitos quesitos das vivências em andamento; ao nos conscientizarmos dessa realidade, nos livraremos de uma série de empecilhos à nossa paz íntima e coletiva.
Nenhum de nós está pronto.
    A prontidão como a maturidade é relativa e interminável. Ninguém é pior ou melhor do que o outro; apenas uns já dominam melhor um tipo de experiência. Ao adquirirmos consciência disso, fica mais fácil a aceitação de nosso presente e, a vida de relação com as outras pessoas torna-se mais agradável. Também as cobranças e exigências íntimas tornam-se mais inteligentes, pois nenhum de nós deveria ser isso ou aquilo, apenas o que somos neste momento, e nele, cada um está vivendo as experiências possíveis e necessárias.
Se, está insatisfeito com o caminho que trilha a humanidade, procura ignorar isso, pois no momento não importa como deveríamos ser, preocupe-se em analisar como nós somos no presente.
O que realmente conta é você.
Apenas analise a sua visão de humanidade e como você se enquadra nela. Qual é a sua forma de participar da vida em sociedade? Reflita e tome consciência, sem julgamentos; pois eles vão conduzi-lo primeiro a culpas, e depois a desculpas e a esconderijos de personalidade. Julgamentos apressados, também podem levá-lo a querer mudanças sem firmeza e clareza, portanto, no momento, não tenha preocupação em mudar nada em você, e muito menos nos outros. Fixe-se no EU SOU.

Então quem EU SOU?
Se ainda não sei - quase ainda não sou?

 (extraido do livro EU SOU - Uma proposta de transformação interior - Ed. EBM - Américo Marques Canhoto)

 



A INJUSTIÇA SERÁ A EXATA APLICAÇÃO DA JUSTIÇA?

PENALIZAÇÃO OU LIVRAMENTO?

Hoje 23 de agosto é o dia em que se “comemora” (somos esquisitos né) o dia da INJUSTIÇA e como tudo serve para muita coisa a reflexão sobre esse sentimento ganha lugar em especial quando uma experiência difícil continua nos afetando mesmo depois que tudo termina. Isso porque sentir que alguém foi injusto com você tende a deixar marcas que vão muito além daquele momento; como raiva, tristeza, frustração e ressentimento podem surgir quando alguém quebra uma expectativa ou desrespeita um direito. Aos poucos, então, o que aconteceu pode interferir nos relacionamentos, na saúde emocional e até na capacidade de seguir adiante.

Por que o sentimento de injustiça pesa tanto?

Esse sentir costuma surgir quando entendemos que não recebemos que imaginamos merecer seja numa situação no trabalho, conflito afetivo, acusação indevida ou de um fato marcado pela desigualdade.

Esse sentimento pode ser aproveitado como aprendizado e pode sinalizar mudanças no pensar, sentir, agir apesar de desagradável pode nos mover a reparar os danos embora às vezes as possibilidades fogem do nosso controle, tendemos amplificar o fato nos colocamos como vítimas e não compreendemos que seguir em frente não significa fingir que a injustiça não aconteceu e a aceitação não representa concordar com o que aconteceu fazer isso sem culpa e passar a registrar o processo que aconteceu; que sentimentos surgiram? Menos valia, raiva, ódio, desejo de vingança?

De que forma recuperar o equilíbrio emocional?

Depois de reconhecer a dor e avaliar possíveis atitudes, reorganizar a rotina de maneira gradual em vez de esperar que os efeitos desapareçam de forma mágica. completamente é preciso seguir em frente e quando a lembrança surgir, uma pausa consciente pode ajudar.

A forma de avaliar, identificar e lidar com a INJUSTIÇA depende do grau de entendimento que a pessoa já desenvolveu a respeito das leis naturais, das crenças e de quem somos e o que fazemos aqui. Por exemplo: E se a aparente injustiça for a exata aplicação da justiça na forma da lei de causa e efeito e sua correspondente a de retorno?

Quantas vezes já se sentiu injustiçado?

O que sente ao se deparar com a injustiça praticada nos outros?

 

 

 

 

 

CRIANÇAS/PROBLEMA:

DOENÇAS INATAS DO COMPORTAMENTO OU FALTA DE EDUCAÇÃO?

A muitas crianças falta além de educação de valores, treinamento adequado para viver em sociedade. Onde estiverem passam a ser rotuladas como crianças/problema.

Alguns dos tipos comuns:

·       Sem limites: Essas crianças carecem de parâmetros de comportamento social; invadem o espaço dos outros, não tem horários definidos nem rotina instituída. É comum que sejam filhos de pessoas acomodadas e inconstantes. Recebem ordens segundo o estado de humor dos pais que geralmente vivem em conflito íntimo ou entre si.

·       Birrentas: Tudo querem ganhar no grito, não sabem e não querem aprender a esperar sua vez. Jamais aceitam um não às suas vontades. Quase sempre são filhos de impacientes, intolerantes e contidos.

·       Agressivas: Quando contrariadas em seus desejos, chutam, batem, mordem, xingam. Espelham os pais sem as máscaras.

·       Inconvenientes: Comportam-se indevidamente nos ambientes, gritam são barulhentas.

    Ao nascer não somos um livro em branco, ele já vem rascunhado como tendências inatas de cada criatura.

    Não são tecnicamente doentes mentais ou apresentam distúrbios das emoções, para essas crianças falta que sejam estudadas pelos adultos antes que a Educação formal ajude a criar as máscaras sociais e treinamento para a vida social que ao longo da existência vai se processando forçada pela necessidade de serem aceitas na escola, no trabalho, nos clubes etc.

Nesse caso a máscara social cai com mais facilidade em situações limite, pois muitas vezes não houve ainda uma reciclagem das tendências e predisposições que caracterizam sua personalidade em evolução.



SE OS PAIS ESTUDASSEM OS FILHOS AO NASCIMENTO A EVOLUÇÃO SERIA MAIS PRAZEROSA E O MUNDO DIFERENTE?

 

sábado, 22 de agosto de 2026

 APRENDE A VIVER HONESTAMENTE...

Ao separar o que é realmente teu do que é dos outros começarás a viver uma vida realmente honesta.
Mesmo que o outro queira te dar não fiques com nada que não seja tua conquista.
Não queiras reter para ti nada que realmente não te pertence.
Se o outro quiser te dar a felicidade dele não a aceites, aprende a conquistar a tua; pois a dele não te pertence; não serás capaz de retê-la - e breve ela se esvai como fumaça deixando no seu lugar: a decepção, a frustração, a mágoa, o ressentimento e até, o ódio e o desejo de vingança.
Da mesma forma que a alegria e o prazer do outro não te pertencem.
Se alguém quiser repassar-te o sofrimento recusa-o; já que ele como uma roupa: não cabe em ti porque não te pertence.
Dos outros podes apenas emprestar aquilo que ainda não possuis de teu.
Mas breve tudo será devolvido, dia menos dia.
Se as pessoas quiserem dar-te a própria vida recusa-a, pois logo te cobrarão isso.
Se as pessoas quiserem te dar conselhos, ouve-os por educação; mas aplica somente o que achares correto, amoroso, oportuno e justo.
Assume o resultado de tuas escolhas com dignidade, sem reclamos.
Se tu erras sabendo, cuidado para não mentires dizendo que ignoravas; assume e paga o devido preço. Isso te torna amoroso, forte e honesto.
Aprende a viver apenas com tuas conquistas
Essa é a vontade da Fonte Criadora e do Mestre Jesus
Vamos Honrá-los hoje e sempre...

 



A CULPA NÃO É DAS ESTRELAS NEM DOS CROMOSSOMOS...

A vida tá osso; a maré não está prá peixe, está no fim da picada...?

Não banque o Homer Simpson: “se a culpa é minha eu ponho em quem eu quiser” ...

Ao CONQUISTARMOS a capacidade de escolher um item obrigatório vem no pacote:

A intransferível RESPONSABILIDADE.

Somos ao mesmo tempo experimento e experimentador, cientista e cobaia do próprio destino, isso é lei irrevogável que tentamos contaminar com desculpas, justificativas ou nos interesses egoístas materializados nas CRENÇAS ora na religião ora na ciência...

Como escapar dessa arapuca?

Simplificando e descrendo, papeando com sua CONSCIÊNCIA:

Tem lógica?

Essa lógica é pura, verdadeira ou apenas atende aos meus interesses do momento?

Você não é o desafiador Homer Simpson; você é fulano de tal; então o que esse fulano de tal veio fazer aqui desta vez?

Dica para começar o serviço de se desvendar:

Alinhe sua razão aos desejos e sentimentos...

NÃO SE CULPE; REFAÇA...

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

 É BELEZURA DEMAIS DA CONTA NOS VICIANDO EM DOPAMINA MENTAL/EMOCIONAL/AFETIVA OU PRECISAREI DE UMA DOSE DE REALIDADE?

O momento atual embora meio punk é fantástico: pois embora causa e efeito já estejam a sair na mesma foto é tanta belezura de palavras e conceitos consoladores a nos invadir o tempo todo e nos chocamos ao descobrir a verdade embutida na lei de causa e efeito e constatamos que a cada ação corresponde uma reação; paramos para pensar e passamos a perceber que há formas melhores de resolver os interesses mais imediatos, na boa, com calma e paz sem nos entupirmos de consolos.
Aos olhos de nossos devaneios tudo parece estar pior do que antes nas notícias a jato o que nos deprime; mas não nos angustiemos ao constatar pessoas e sistemas a serviço das sombras mantidas por aqui nesta dimensão através de muitos artifícios – isso faz parte do jogo da vida; e mesmo que não pareça tem lá sua utilidade; desde que a gente comece a pensar com honestidade íntima.
Sem pressa, tudo a seu tempo:
A natureza não dá saltos, de início ao dar de cara com os efeitos de nossas escolhas tentamos esconder dos outros alguns impulsos. Dependendo da forma como essa percepção seja elaborada, surge ou não, o sentimento da culpa ou remorso pelas violências já praticadas (purgatório). Nessa fase, o primeiro impulso é a tentativa de enganar a lei camuflando a agressividade, se possível até dando-lhe ares de santidade (inferno).
Dica.
Quando passamos a sofisticar essa atitude de camuflagem; seja nas pessoais desculpas e justificativas; seja na forma de leis elaboradas por pessoas sem a devida competência para entender sobre o que estão legislando – isso significa que nossos problemas de violência íntima e social passaram a se tornar complexos – nada assustador; apenas seletivo; e difíceis de serem resolvidos; pois eles se escondem na escuridão da alma; além de disfarçados dos mais diferentes ardis de jurisprudências onde se esconde a maior parcela do bullying atual.
Atitudes de um mundo moderno.
Como simplificar o processo de julgamento interno onde somos meliantes, vítimas, advogados, juízes e promotores de nós mesmos ao mesmo tempo?
Apenas a prática da discussão serena e construtiva confiando na Justiça Natural que não pune apenas educa.
No cultivo da simplicidade que, traz a tiracolo sua irmã gêmea a realidade ou verdade; é o antídoto contra essa doença infernal: camuflagem.
Aprendamos, a pensar, sentir e dizer: sim, sim – não, não – descartar os talvez; é atitude sábia e saudável.
Poucos discordam que é preciso mudar; mas, reformar o que; se não nos conhecemos – o autoconhecimento é o primeiro passo; a aceitação é o segundo; e o resto da tarefa é finalizado com a ajuda do tempo e do esforço sem a belezura do vício de DOPAMINA mental/emocional em conceitos de consolos...
Melhor descobrir antes de mudar de CEP né não?

terça-feira, 18 de agosto de 2026

 

O QUE TE INCOMODA NO OUTRO PODE SER A TUA CURA...


O QUE TE INCOMODA NO OUTRO PODE SER A TUA CURA
Você já parou prá pensar por que aquela pessoa te tira do sério?
Pode ser o jeito mandão, a indecisão ou a teimosia e outras tantas características; mas e se isso tudo, na real, for um reflexo de algo que você ainda precisa curar dentro de si?
Pois é! Aquilo que mais incomoda no outro muitas vezes serve como um espelho que parece às vezes surgir do nada; mas é apenas uma lei da física: a da atração ou evolução passiva; pois todo mundo vai sair da experiência física melhor do que entrou embora com muito mais “dívidas” geradas pelos frutos das escolhas erradas perante as leis da vida.
Irradiamos ao universo de forma intermitente “pacotes de energia” através do pensar, sentir e agir e atraímos situações, pessoas e acontecimentos a nos mostrar que somos verdadeiramente; pois em razão da educação e das crenças imaginamos ser uma pessoa quase ao avesso do que somos de fato.
Na sua simplicidade, matemática justa e amorosa; ao mesmo tempo que nos mostra que somos já ajuda na correção quem quiser aprender.
Vejamos exemplos simples e corriqueiros;
- O impaciente e apressado atrai situações enroladas e amplifica pessoas mais lentas.
- O orgulhoso recebe ajuda de uma humilhação atrás da outra,
- O apegado e meio acumulador atrai uma perda atrás da outra.
- O ciumento é traído de todas as formas possíveis até entender que não é dono de nada senão de si mesmo.
- O magoadinho atraí grosserias...
E, quando a gente entende isso, tudo começa a fazer muito mais sentido.
Muitas situações nos mostram o tempo todo com clareza; nos primeiros anos de vida copiamos alguém da família nas atitudes, escolhas e até mesmo nas tendências para adoecer e na aparência física (teoria dos campos morfogenéticos).
E até na astrologia quando as pessoas costumam usar as características dos signos de forma genérica sem tentar entender os motivos; o efeito espelho – Não me dou bem com gente de Áries porque são mandões e assim sucessivamente...
Só de brincadeira estude as características dos signos que mais te irritam; pois eles podem revelar o que você precisa para se repaginar como ser humano, recriar...
Se lembre do bate papo interior:
Por que o jeitão dessa pessoa me incomoda?

https://www.facebook.com/share/v/17xuXLsCKQ/



domingo, 16 de agosto de 2026

 



CUIDADO COM O PERIGOSO CAMINHO DO MEIO...

COMO ESCAPAR DA PERIGOSA TEORIA DA MODERAÇÃO?

Do só um pouquinho não faz mal!

Beba com moderação!

Jogue com responsabilidade!

Coisas diet, light, sem isso, sem aquilo... 

Pensamentos, desejos e hábitos obsessivos e compulsivos são vitaminados pela teoria da moderação induzida pelo jargão cultural do: me engana que eu gosto. Buscar um falso equilíbrio cria conflitos que tiram a paz, a alegria, saúde e ao futuro próximo e distante...

Comprar essa ideia é como saber que se caminha para o fim; fora de hora; mas antigamente bem devagarinho; e permitido pelas crenças e o tá gostoso...

Ainda somos vulneráveis em razão da recusa em amadurecer. Na estrutura de nossa personalidade o instinto, a razão e a emoção ainda não concordam, e caso haja descuido, os conflitos podem se tornar demorados, camuflados, portanto, perigosos. Nenhum deles é melhor ou mais importante do que o outro; no entanto, o comando deveria ser da razão reflexiva, ela é que nos caracteriza; e se lhe negamos os recursos necessários para assumir o controle, o fim antes de ser sem a devida consciência se acelera; pois entramos fortemente na época do sim, sim não, não; e causa e efeito saindo na mesma foto.

Dica:

Um sábio deixou um recado importante e numa linguagem meio assustadora disse mais ou menos assim: “Não sois quentes nem frios sois mornos e eu vos vomitarei” ... E como fica o lero lero de andar apenas pelo caminho do meio?

As crenças e a educação formal ainda são fatores importantes na tentativa de anistiar crimes contra o organismo; claro que vai dar ruim, pois a decisão final deve vir de dentro para fora e não de fora para dentro.

Como exemplo, vamos citar uma situação que se repete diariamente na dieta que é um importante recurso de formação das atitudes, hábitos saudáveis e autorresponsabilidade.

Numa família os pais descobriram o mal que causa o uso das famosas “porcarias” e sem pensar, determinam: - aqui em casa, a coisa mudou; “porcarias” só de fim de semana ou em festas!

Não poderiam tomar pior decisão como coloquei no meu livro: Pequenos descuidos grandes problemas – Ed. Petit

Por quê?

Qual sua opinião?

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Não ensine a criança a adoecer

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