domingo, 31 de maio de 2026

 



QUANDO A MARÉ DA VIDA MOSTRA QUE É HORA DE MUDAR?

Situações se atropelam em alguns momentos, e nossa tendência ao conforto rotula de maré de azar; pois tudo parece pedir mudança ao mesmo tempo.

Conversas mal resolvidas reaparecem, tomada de decisões começam a pesar mais e até aquela sensação de "não dá mais para continuar assim" fica mais forte e o momento convida a encerramentos, decisões e mudanças e é exatamente esse clima que muita gente pode sentir daqui em diante.  É como se o que estava sendo empurrado com a barriga começasse a pedir definição; coisas como relacionamentos sem futuro, trabalhos que já não fazem sentido, amizades desgastadas, escolhas adiadas, tudo isso pode ganhar um peso diferente pode surgir uma vontade muito forte de mudar a rota da própria vida trazendo um questionamento importante:

 "Eu realmente quero continuar desse jeito?".

LEIA OS SINAIS E CRIE CORAGEM E APROVEITE A MARÉ PARA SURFAR NESSA ONDA, OU...

Necessidade de se afastar de ambientes cansativos. Vontade de recomeçar hábitos ou projetos.

Sensação de clareza repentina sobre situações confusas. Retorno de assuntos mal resolvidos.

Impulsividade para tomar decisões. Maior sensibilidade emocional. Necessidade de cortar excessos e desapegar.

Se dois ou mais estiverem presentes: PEGA ESSA ONDA...

 

sexta-feira, 29 de maio de 2026


INVISTA EM SEU FUTURO REAL:

QUAL A IMPORTÂNCIA DE PERDER O MEDO DA MORTE PARA MORRER DIREITO E VIRAR MAIS UMA PÁGINA DA EVOLUÇÃO COM DIGNIDADE?




Não saber "morrer" é um dos graves problemas coletivos da humanidade – O que seria bem morrer? Não se trata apenas de um problema pessoal de continuar a vida que segue numa boa; trata-se de não ficar perturbando os que ainda estão do lado de cá seja por pirraça, zoeira ou por ignorância.
Os que não souberam mudar de CEP se dividem em dois grupos básicos: A turma do que se dane vamos aproveitar tudo daqui e os dominados por crenças, manipulados e explorados pelos que usam o medo do que vai acontecer do lado de lá.

Mas: Como perder o medo da morte?

Para quem já morreu tantas vezes devíamos pensar mais com a inteligência da alma do que com os interesses do momento. Além do mais, fazemos um treininho todo dia; nas saídas do corpo físico durante o sono, ou de forma consciente – apenas não desligamos o feixe de luz chamado “cordão de prata” (exatamente pelo seu aspecto) que liga o corpo físico ao etéreo. E nessas às vezes, nos metemos em mocós barra pesada; então, voltamos muito depressa para o corpo; e naquele dia parece que algo ficou mal encaixado, e o levamos atravessado e nos sentimos esquisitos.
Levamos vida dupla com experiências nesta e na dimensão astral simultaneamente – por que não nos lembramos? – Apenas por precaução para não endoidar mais ainda?

Parar para pensar; xeretar, aprender a descrer ao desenvolver um raciocínio crítico a respeito do que fazemos aqui e qual a finalidade do existir, é condição primária para desenvolver um novo plano de consciência de nós mesmos e percepção do que seja viver.
Se nos descuidarmos no cultivo das ideias fixas de crenças mofadas caímos em forte letargia mental e psicológica como num processo de hibernação da consciência por ausência de substância mental consciente; tal qual ocorre para a maioria na crise da morte. Gente que fica quase que o período todo de permanência no astral até voltar para estas bandas parecendo um cachorro que caiu do caminhão de mudança: perdidaço.

MAS O QUE É DIGNIDADE?

Não se trata de ser bonzinho ou mauzinho e não se trata de dignidade perante os outros; mas perante nós mesmos.
E se o medo da morte de fato for relativo ao estado da falta de paz na consciência devedora que falhou no seu Projeto de Vida?

SOMOS INVESTIDORES CÓSMICOS NA EVOLUÇÃO E MORRER COM DIGNIDADE É UM DOS MAIS RENTÁVEIS INVESTIMENTOS NO FUTURO...

terça-feira, 26 de maio de 2026

 CUIDADO COM O A DOPAMINA BARATA – DICAS PARA UM JEJUM DE DOPAMINA

O que é, de fato?
Apesar do nome, o jejum de dopamina não significa eliminar dopamina, o que seria impossível. A proposta é reduzir estímulos artificiais e altamente recompensadores por um período determinado, permitindo que o cérebro recupere parte da sensibilidade natural.
Como fazer na prática?
Você não precisa, por exemplo, abandonar o celular por uma semana; o processo pode começar com pequenas pausas estruturadas. Reduza micro estímulos diários; desative notificações não essenciais; evite abrir redes sociais ao acordar. Estabeleça horários fixos para checar mensagens.
Crie blocos de foco: Trabalhe por 25 a 50 minutos sem interrupções. Deixe o celular fora do campo de visão. Use aplicativos bloqueadores, se necessário. Experimente um período offline: Escolha meio-dia ou um dia da semana sem redes sociais. Evite vídeos curtos e consumo automático. Priorize atividades analógicas.
Se quiser experimentar um reinício mais estruturado, teste este protocolo simples:
Manhã.
Nada de telas na primeira hora após acordar. Café da manhã sem celular ou televisão. Alongamento leve ou respiração consciente.
Tarde.
Caminhada ao ar livre sem fones de ouvido. Atividade manual: cozinhar, desenhar, organizar algo. Pausas conscientes sem recorrer ao celular.
Noite
Substitua o streaming por leitura ou meditação. Diminua luzes e estímulos visuais. Evite redes sociais pelo menos 1 hora antes de dormir.
Essa pausa ajuda o cérebro a reduzir o bombardeio de recompensas rápidas e recuperar o prazer em experiências simples.
Os benefícios já nos primeiros dias: Sono mais profundo. Redução da ansiedade. Mais clareza mental. Retorno do prazer em conversar, ler ou caminhar. Maior capacidade de concentração.
Ao diminuir estímulos artificiais, você não perde prazer. Você recalibra o sistema.
O jejum de dopamina não é sobre proibição. É sobre equilíbrio. Em uma Era de excesso, recuperar o foco pode ser menos sobre fazer mais e mais sobre reduzir o ruído mental.
Se o cansaço mental tem sido constante, talvez o que você precise não seja mais descanso passivo, mas um reset estratégico do seu cérebro.
Bom trabalho.


segunda-feira, 25 de maio de 2026

 



CUIDADO COM A RESSACA DE DOPAMINA BARATA

Você fica um tempão buscando artifícios para "relaxar" e curtir, mas termina o dia só o pó e sem foco? A sensação de mente embaralhada, dificuldade de concentração e desânimo constante não é preguiça. Em muitos casos, é resultado de uma sobrecarga no sistema de recompensa do cérebro.

Vivemos imersos em estímulos rápidos, fáceis e altamente recompensadores. Curtidas, vídeos curtos, notificações e conteúdos infinitos oferecem pequenas descargas de prazer quase instantâneas.

Esse fenômeno ficou conhecido como consumo de "dopamina barata": estímulos frequentes, de baixo esforço e alto impacto imediato.

Com o tempo, o cérebro paga a conta.

Por que você não consegue mais se concentrar?

O cérebro humano não foi projetado para alternar de tarefa a cada poucos segundos. No entanto, notificações constantes, rolagem infinita e vídeos de 30 segundos treinam a mente para buscar novidade o tempo todo.

Quando você tenta realizar uma atividade que exige atenção sustentada, como estudar, trabalhar ou ler, ela parece "chata" demais. Não porque você perdeu capacidade, mas porque o seu cérebro se acostumou com estímulos muito mais intensos e rápidos.

O resultado é:

Dificuldade de manter o foco. Sensação de tédio constante. Procrastinação frequente. Cansaço mental mesmo após "descansar".

A dopamina é um neurotransmissor ligado à motivação, recompensa e aprendizado. Sempre que antecipamos algo prazeroso, ela é liberada.

O problema não é a dopamina em si. Ela é essencial para viver. O excesso de estímulos, porém, pode gerar um efeito de adaptação maluquete meio que um hedonismo dopamínico - rsss.

Para se proteger da super estimulação, o cérebro reduz a sensibilidade de alguns receptores de dopamina. Esse fenômeno é conhecido como tolerância que já foi boa; mas como o estresse crônico pode dar muita dor de cabeça. Pois como consequência, atividades simples deixam de gerar prazer. Surge então a apatia, a falta de energia e, em alguns casos, a anedonia, dificuldade de sentir prazer.  Isso não é fraqueza é neurobiologia.

O efeito "Tolerância" fica viciado: por que nada mais parece suficiente?

Quanto mais estímulos intensos consumimos, maior a necessidade de repeti-los. O cérebro passa a exigir doses mais frequentes ou mais fortes para produzir a mesma sensação de satisfação. Isso explica por que você não consegue assistir apenas um vídeo. Precisa checar o celular várias vezes por hora. Se sente inquieto em momentos de silêncio. Acha difícil aproveitar atividades mais lentas.

O ciclo se retroalimenta. Mais estímulo gera menos sensibilidade. Menos sensibilidade exige mais estímulo.

FAÇA UM JEJUM DE DOPAMINA: MAS O QUE É DE FATO UM JEJUM DE D0PAMINA?

sábado, 23 de maio de 2026

 QUE TIPO DE PRESENÇA TEMOS SIDO NA VIDA DOS OUTROS?

Nada de crenças em sobrenatural, gestos e realizações grandiosas; a FONTE CRIADORA nos deu UNS AOS OUTROS para participarmos da CRIAÇÃO harmônica e interminável. Na criação da realidade, são justamente os gestos mais simples aqueles que silenciosamente sustentam a permanência da vida dentro de nós. Num copo d'água oferecido em silêncio. Numa mensagem enviada na hora certa.


Num abraço que impede alguém de desabar. Num cuidado simples que impede uma alma de desistir do dia. A FONTE CRIADORA nos oferece um desafio: Aliviar, ainda que um pouco, o fardo de alguém. Um momento de glória íntima é quando aprendemos a ARTE DA DOAÇÃO, aquela que não cria prateleiras, não julga merecimentos nem desmerece: Um sorriso ao invés de uma cara feia... A gentileza que é o cartão de visitas da nossa ALMA... Ofertar nosso tempo sem esperar contrapartida... Doar sangue para preservar a própria saúde, órgãos para manter vidas... E se conseguirmos isso… - mesmo sem fama, sem reconhecimento e sem glória… - teremos então descoberto uma das formas mais belas e verdadeiras de utilidade humana. QUE TIPO DE PRESENÇA TENHO SIDO NA VIDA DOS OUTROS?

sexta-feira, 22 de maio de 2026

 VOCÊ AINDA É UM SER SOBRENATURAL?

Um grande desconhecido de si mesmo?
Ou já se naturalizou?
O sobrenatural te amedronta por isso foges da descoberta do EU SOU?
SOBRENATURAL = IGNORÂNCIA?
A ignorância é a mãe do medo pai das CRENÇAS?
O destino do sobrenatural é se tornar um dia a VERDADE/realidade que sempre foi e será; mas para isso será preciso o concurso do raciocínio contínuo e do trabalho sob a supervisão do senhor tempo...
Por que cultivamos crenças em sobrenatural que se propagam por milênios e já deveriam estar naturalizadas?
Claro que a realidade/verdade ainda nos ofende ao desvendar nossos interesses de momento e um deles é a tentativa de fuga da RESPONSABILIDADE.
Por que o AINDA sobrenatural para uns não é mais para outros?
Um raciocínio caseiro:
Para os indígenas não aculturados lá no meio da floresta: o raio, trovão, ventania ainda é coisa dos deuses; aqui entre nós cosmopolitas qualquer aluno do fundamental seria capaz de explicar de maneira racional se prestasse atenção nas aulas com certeza...
Mas como sobreviveremos sem as crenças em sobrenatural se num passe de mágica elas se tornassem realidade/verdade?
Tá doido?
SERÁ A IGNORÂNCIA UMA ESCOLHA?
Que tipo de ignorância será tolerada daqui em diante?
Seremos penalizados pela ignorância voluntária?
A ignorância não mais servirá de álibi, desculpa, justificativa para os desatinos que gera?
Material para reflexão que pode virar papo de Hospício íntimo:
O QUE ERA SOBRENATURAL PARA MIM ANTES E HOJE NÃO É MAIS?
SEREI UM IGNORANTE REAL OU APENAS FUNCIONAL?
QUANDO DEIXAREMOS DE ESTAR UMA ENTIDADE DE NÓS MESMOS, apenas um espectro E NOS TORNAREMOS UM SER COM IDENTIDADE real?
SERÁ QUE EU JÁ FUI (Ainda é sobrenatural para todo mundo)?
EU ESTOU (parece ser natural, real; mas ainda é para poucos)?
EU SEREI (é sobrenatural para a maioria)?
VOLTAREI A SER O QUE EU JÁ FUI?
QUANTOS DE MIM JÁ MORARAM EM EU MESMO?
QUAL TERÁ SIDO MINHA MELHOR VERSÃO?


terça-feira, 19 de maio de 2026

 



PARA CONSTRUIR UM BOM DESTINO: BOAS ESCOLHAS EXIGEM ATUALIZAÇÃO DA INTERPRETAÇÃO DA REALIDADE

 

O que é a realidade para mim hoje?

 

             O que é real?

             O que é imaginário, irreal ou sobrenatural?

             O irreal ou imaginário de hoje não poderá ser realidade amanhã?

             Real será apenas algo concreto, palpável?

             Um pensamento será algo imaginário ou real?

             Um sentimento será real ou imaginário?

             Pode-se fazer um paralelo entre a polaridade real/imaginário e a polaridade verdade/mentira?

 

O primeiro passo, que deve ser seguido de outros, para entender a realidade é aplicar a lei da relatividade.

 

Além disso é preciso compreender que a mesma realidade se encontra em múltiplas dimensões:

Estamos passando por um processo de centrifugação. Nos incríveis dias de hoje, os acontecimentos se sucedem num turbilhão e o tempo voa. As lâminas da insegurança, do estresse, das pressões e da violência aperfeiçoam os detalhes, preparando os novos humanos, modificando conceitos e valores rapidamente.

E para administrar melhor nossa realidade atual, é preciso que saibamos que ela é interdependente da dos outros e é multidimensional. Mesmo criaturas que não se conhecem, interagem. Para entendermos isso, é preciso que saibamos que tudo existe em dois estados distintos e simultâneos: um estado físico e outro extra físico. Essa interdependência e interação ocorre tanto dentro de um mesmo grupo ou espécie como entre espécies diferentes. Podemos dar a essa interação de realidades interdependentes o nome de ecologia cósmica. Pode-se dizer que também há dois tipos de ecologia: a física e a energética.

Por meio do estudo e da compreensão da ecologia extrafísica é que podemos entender muitos acontecimentos, que ficam sem explicação quando focalizados apenas pela realidade física e rotulados de sobrenatural ou ignorância.

Cada ser vivo cria ao redor de si um campo eletromagnético, que atrai ou repele a outros, somam-se ou se anulam, sintonizam-se ou não, dependendo da carga e do potencial elétrico. O ser humano, por já possuir a capacidade de pensar/sentir/agir, modifica o seu campo eletromagnético rapidamente e pode ampliá-lo, bem como interferir rápida e profundamente em campos energéticos alheios. Daí, sermos capazes de criar ou destruir, de ajudar ou prejudicar até pelo pensamento.

 

Em que parte da REALIDADE tem feito suas escolhas que moldam seu DESTINO?

 

 

segunda-feira, 18 de maio de 2026

 



E SE NÃO HOUVER AMANHÃ?

“COMO VOCÊ FAZ O QUE ESTÁ FAZENDO É COMO VOCÊ FAZ TUDO” ...

NÃO DEIXE PONTAS SOLTAS NO SEU DESTINO!

É divertido imaginar o amanhã; saudosar ou ruminar o passado é fácil; mas que tal usar esse tempo e energia no que está ao nosso dispor neste momento em especial se for uma coisa que não gostamos e com quem não gostamos de fazer; mas que é muito importante pois talvez seja a última coisa que vamos fazer na existência.

APROVEITE A VIDA, APROVEITE O HOJE...

Tal vez um dia, que já se foi, você já pensou isso; em terminar o que começou; no entanto hoje está aqui ainda pensando, começando tudo e não terminando nada, ruminando; não seja o rei das tarefas inacabadas...

Pense; não deixe que os outros pensem por você: SEJA DIFERENTE – SEJA VOCÊ MESMO, SEU COMEÇO MEIO E FIM...

VIVA CADA DIA COMO SE FOSSE O ÚLTIMO DESTA SUA VIDA – SEJA PROTAGONISTA DE SI MESMO, DO SEU DESTINO... - E FAÇA A DIFERENÇA...

QUE SUA VIDA NÃO SEJA UM ETERNO RECOMEÇO RECOMEÇADO...

quarta-feira, 13 de maio de 2026

 


VIVER, EXISTIR, PARA QUE?

QUAL O REAL SENTIDO DA NOSSA VIDA?

    Antes de começar a aventura da descoberta de nós mesmos para criar a coragem necessária a fim de enfrentar nossa realidade, é preciso identificar alguns nós culturais e de crenças que prendem nossas “máscaras” (personalidades sociais fictícias) para que os desatemos.

    A vida humana não tem sentido lógico caso não saibamos de forma consciente quem somos e o que fazemos aqui – Parece que ainda não descobrimos tamanha a quantidade de pessoas sofrendo de depressão, angústia e pânico e outros transtornos do existir.

    Responder á questão quem sou eu, o que faço e represento na vida, é um dos objetivos de estarmos aqui neste momento:

Como saber quem eu sou!

Impossível descobrir? - Não.

Difícil? – Nem tanto.

Possível? – Sim; depende de atualizar e desenvolver o grau de consciência compatível com o presente.

Tarefa de quem? – Do interessado e, dos que fazem parte do processo do eu sou, que faz parte de quem somos nós; pois somos seres interativos e complementares. Tudo seria diferente caso essa busca fizesse parte da educação desde o nascimento – mas, como isso não ocorreu; não importa; sempre é tempo de começar.

    Quais as armadilhas a serem evitadas no game do existir? – Dentre muitas:

    A camuflagem dos interesses do ego é fruto de um processo cultural milenar.

    Mesmo hoje, ainda não há pessoa mais desconhecida para nós do que nós mesmos; embora os avisos a respeito desse distúrbio de esconder o eu sou; pelo eu gostaria de ser para lucrar ou para agradar, e que tanto atrasa nosso progresso sejam muito antigos; e desculpas não mais as há no presente; pois, há milhares de anos; dentre outros, fomos alertados sistematicamente por iluminados como Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo” - Jesus: “Sois lobo em pele de cordeiro” – “Somente a verdade vos libertará”; Mas, ao que parece tudo continua mais ou menos na mesma. De quem é a culpa? Talvez seja da educação sistematizada no medo, mentira, suborno e chantagem para acobertar os verdadeiros interesses do ego. Isso fica a cada dia mais claro, pois como resultado dela, as crianças cada vez mais cedo aprendem a formar personalidades esconderijo para realizar desejos.

Sempre foi assim! – É normal! Mas; até quando? Quem comanda e educação? Quem é o educador? Quem é o educando? Qual o melhor método pedagógico? Quais os interesses em jogo? Quem lucra e quem perde? Quem finge que ensina e quem finge que aprende? Em planetas primitivos, qual a diferença entre cobaias e experimentadores?

Num mundo de mentes sombrias; quem deseja te vender um lugar ao sol? É confiável?

    Discernir em quem confiar para trocar experiências durante a existência; com quem dividir a sensação de sentir-se feliz ou infeliz; é um grande desafio deste jogo do existir; pois no circo da vida qualquer ator pode representar vários papéis...

Para descobrir o EU SOU é preciso desvendar o EGO?

 

 

terça-feira, 12 de maio de 2026

 AGRESSIVIDADE NÃO É INSTINTO?

DIFERENÇA ENTRE ANIMAIS E HUMANOS...


Agressividade não é instinto; apenas um desvio do instinto de sobrevivência.


Uma crença que tomamos como verdade:

Afirmar que o homem agressivo e violento é animalizado.


É preciso que fique claro que o animal não é agressivo; apenas se defende quando ameaçado de alguma forma; suas reações são puramente instintivas de SOBREVIVÊNCIA; exceto nos que convivem há muito tempo conosco (os chamados animais domésticos) estes possuem uma capacidade de captação subconsciente muito mais poderosa até do que o das crianças pequenas, tanto que adotam com o passar dos anos, o “ar ou o jeitão dos donos” e, assimilam também algo da forma de reagir das pessoas com as quais convivem e podem se mostrar agressivos ou dóceis (Quem chama uma pessoa agressiva e violenta de animal está cometendo uma injustiça com os animais).


   Que animal!

   Fulano é um animal luta com unhas e dentes para conseguir o que quer; é uma pessoa de sucesso!


   Interessa despertar a revisão de alguns conceitos relacionados com a paz ou a falta dela segundo a ótica da educação da consciência para que nos pacifiquemos...


AGRESSIVIDADE É UM INSTINTO DE SOBREVIVÊNCIA DO EGO?

O QUE AGRESSIVIDADE TEM A VER COM MEDO?

FICA MEIO AGRESSIVO QUANDO ESTÁ COM FOME?

FOME DO QUE?



 PARA ATINGIR UM ESTADO PACÍFICO ÍNTIMO E INTERATIVO É PRECISO EDUCAR OS IMPULSOS REATIVOS...


“Sou uma pessoa muito boa e pacífica, desde que não pisem no meu calo, desde que não mexam comigo!...

Ser manso pacífico é diferente de estar em paz; muitas vezes de forma provisória, pois que, sob a ação anestésica das justificativas.
Paz é um estágio definitivo de conquista, no qual o indivíduo não ofende nem se sente ofendido, e vive num estado de ausência de violência sem precisar explicar nem justificar atitudes; daí não precisa pedir perdão nem perdoar.

Na fase de apenas não/violência ou ESTAR em paz, ainda precisamos perdoar e sermos perdoados de forma condicional num primeiro estágio, depois sem condições e numa fase mais avançada não perdoar mais nada; pois nada mais nos ofende.

Nosso processo de humanização do EGO é lento e gradual; ao tentar conter e depois RECICLAR-EDUCAR os impulsos agressivos o homem/troglodita que ainda habita em nós, dá início ao processo de humanização verdadeira, passo a passo.

Na atualidade com tantos e simultâneos gatilhos é mais fácil ou mais complexo reciclar-educar os impulsos?


Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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