domingo, 23 de agosto de 2026

 



A INJUSTIÇA SERÁ A EXATA APLICAÇÃO DA JUSTIÇA?

PENALIZAÇÃO OU LIVRAMENTO?

Hoje 23 de agosto é o dia em que se “comemora” (somos esquisitos né) o dia da INJUSTIÇA e como tudo serve para muita coisa a reflexão sobre esse sentimento ganha lugar em especial quando uma experiência difícil continua nos afetando mesmo depois que tudo termina. Isso porque sentir que alguém foi injusto com você tende a deixar marcas que vão muito além daquele momento; como raiva, tristeza, frustração e ressentimento podem surgir quando alguém quebra uma expectativa ou desrespeita um direito. Aos poucos, então, o que aconteceu pode interferir nos relacionamentos, na saúde emocional e até na capacidade de seguir adiante.

Por que o sentimento de injustiça pesa tanto?

Esse sentir costuma surgir quando entendemos que não recebemos que imaginamos merecer seja numa situação no trabalho, conflito afetivo, acusação indevida ou de um fato marcado pela desigualdade.

Esse sentimento pode ser aproveitado como aprendizado e pode sinalizar mudanças no pensar, sentir, agir apesar de desagradável pode nos mover a reparar os danos embora às vezes as possibilidades fogem do nosso controle, tendemos amplificar o fato nos colocamos como vítimas e não compreendemos que seguir em frente não significa fingir que a injustiça não aconteceu e a aceitação não representa concordar com o que aconteceu fazer isso sem culpa e passar a registrar o processo que aconteceu; que sentimentos surgiram? Menos valia, raiva, ódio, desejo de vingança?

De que forma recuperar o equilíbrio emocional?

Depois de reconhecer a dor e avaliar possíveis atitudes, reorganizar a rotina de maneira gradual em vez de esperar que os efeitos desapareçam de forma mágica. completamente é preciso seguir em frente e quando a lembrança surgir, uma pausa consciente pode ajudar.

A forma de avaliar, identificar e lidar com a INJUSTIÇA depende do grau de entendimento que a pessoa já desenvolveu a respeito das leis naturais, das crenças e de quem somos e o que fazemos aqui. Por exemplo: E se a aparente injustiça for a exata aplicação da justiça na forma da lei de causa e efeito e sua correspondente a de retorno?

Quantas vezes já se sentiu injustiçado?

O que sente ao se deparar com a injustiça praticada nos outros?

 

 

 

 

 

CRIANÇAS/PROBLEMA:

DOENÇAS INATAS DO COMPORTAMENTO OU FALTA DE EDUCAÇÃO?

A muitas crianças falta além de educação de valores, treinamento adequado para viver em sociedade. Onde estiverem passam a ser rotuladas como crianças/problema.

Alguns dos tipos comuns:

·       Sem limites: Essas crianças carecem de parâmetros de comportamento social; invadem o espaço dos outros, não tem horários definidos nem rotina instituída. É comum que sejam filhos de pessoas acomodadas e inconstantes. Recebem ordens segundo o estado de humor dos pais que geralmente vivem em conflito íntimo ou entre si.

·       Birrentas: Tudo querem ganhar no grito, não sabem e não querem aprender a esperar sua vez. Jamais aceitam um não às suas vontades. Quase sempre são filhos de impacientes, intolerantes e contidos.

·       Agressivas: Quando contrariadas em seus desejos, chutam, batem, mordem, xingam. Espelham os pais sem as máscaras.

·       Inconvenientes: Comportam-se indevidamente nos ambientes, gritam são barulhentas.

    Ao nascer não somos um livro em branco, ele já vem rascunhado como tendências inatas de cada criatura.

    Não são tecnicamente doentes mentais ou apresentam distúrbios das emoções, para essas crianças falta que sejam estudadas pelos adultos antes que a Educação formal ajude a criar as máscaras sociais e treinamento para a vida social que ao longo da existência vai se processando forçada pela necessidade de serem aceitas na escola, no trabalho, nos clubes etc.

Nesse caso a máscara social cai com mais facilidade em situações limite, pois muitas vezes não houve ainda uma reciclagem das tendências e predisposições que caracterizam sua personalidade em evolução.



SE OS PAIS ESTUDASSEM OS FILHOS AO NASCIMENTO A EVOLUÇÃO SERIA MAIS PRAZEROSA E O MUNDO DIFERENTE?

 

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