terça-feira, 27 de outubro de 2026

 



A PERIGOSA SOLIDÃO ACOMPANHADA

No GAME LOVE ainda carregamos a crença de que estar só é uma falha a ser corrigida como se a felicidade tivesse, obrigatoriamente de passar pelos outros.

A tecnologia rápida e fakeana da atualidade favorece um paradoxo afetivo:

Conexões fáceis para jogadas rápidas: Aplicativos aproximam desconhecidos em segundos e redes sociais mostram milhares de opções, muitas vezes fotoshopeadas, a um clique.

A EMBALAGEM NÃO COSTUMA COMBINAR COM O PRODUTO...

O que costuma dificultar a intimidade; pois construímos conversas superficiais e relações descartáveis, enquanto a ansiedade para encontrar alguém só aumenta a carência afetiva gerando menos valia, baixa autoestima e conflitos como serei uma pessoa estilo fast-food afetivo: a embalagem é apetitosa e comível, mas o conteúdo é indigesto...

A CARÊNCIA AFETIVA GERA O PERIGO DE ACEITAR MIGALHAS EMOCIONAIS

Na atualidade um efeito colateral perigoso para suprir a carência afetiva: ela faz muita gente aceitar vínculos que nunca deveriam ter começado. As pessoas ignoram sinais claros de desrespeito, normalizam a falta de diálogo e toleram migalhas de atenção. Permanecem onde já não são felizes apenas para não enfrentar o desconforto da sensação de estar só onde se misturam dois conceitos ligados ao fato: 

Solidão: A dor sentida quando existe desconexão emocional. Pessoas que têm medo da sensação de estar só costumam aceitar qualquer presença. Já aquelas que aprendem a gostar de quem são fazem escolhas conscientes sobre quem realmente merece espaço em suas vidas

Solitude: A capacidade de aproveitar a própria companhia, sentir prazer em estar consigo mesmo e entender que a felicidade não depende do outro e sim de construir uma boa relação consigo mesmo.

Sabe diferenciar AMOR de CARÊNCIA? CONHECE AS REGRAS DOS JOGOS DE AMOR?

Dica:

Use a técnica de uma conversa honesta com você mesmo:

POR QUE E PARA QUÊ QUERO OS RELACIONAMENTOS?

 

domingo, 25 de outubro de 2026

 

DE QUE FORMA AFETAMOS A VIDA DOS OUTROS COM NOSSAS ESCOLHAS?

    A maneira mais e fácil, é avaliarmos o impacto das nossas escolhas e decisões entre os em torno; o que provocamos na vida deles. Aos poucos, podemos estender nossas observações de como afetamos a vida de outros, a todo momento e, em todos os lugares.

    Para treino, selecionemos uma escolha recente que tenhamos feito e avaliemos em cada um deles o impacto.

Dentre muitos vejamos alguns fatores determinantes na intensidade e a qualidade da interferência:

 VÍNCULO AFETIVO: é fator determinante na intensidade e na duração do impacto que da escolha. As pessoas que mais se afeiçoam a nós são sempre as mais atingidas. Porque estão “ligadas”, sintonizadas na nossa realidade, e quase sempre sem soberania emocional.              

MOMENTO EMOCIONAL: O que a outra pessoa esteja vivendo é muito importante. Em certas épocas as pessoas com quem convivemos estão mais vulneráveis, lidando mal com suas próprias decisões ou seus efeitos, lógico que sejam mais afetadas nessas ocasiões.

A VISÃO DE MUNDO: Dita a interpretação da situação. O que para uns pode parecer o fim, um tremendo problema, para outros tem menor importância.

 O GRAU DE CONHECIMENTO: favorece ou prejudica a análise da situação e seus desdobramentos.

 A MATURIDADE DOS ENVOLVIDOS: regula o impacto que a nossa decisão pode produzir na sua realidade. Nos seus vários aspectos; maturidade: psíquica ou mental, emocional ou afetiva, moral, social, religiosa.

OS VALORES ÉTICOS: bem como seu sistema de crenças, podem ser fatores decisivos para abrandar ou acentuar impactos decisórios.

SE MINHAS ESCOLHAS DETÉM O PODER DE AFETAR A TUDO E A TODOS COMO REGULAR A QUALIDADE DA INTERFERÊNCIA?

Já parou para pensar a respeito?



 

 

sábado, 24 de outubro de 2026

 APRENDA A VIVER UM DIA DE CADA VEZ A FAZER UMA COISA DE CADA VEZ E A VIVER COM POUCAS NECESSIDADES; RICAMENTE...


Além disso:
Nem tudo precisa ser resolvido por meio da pressa ou da força de vontade, especialmente quando existem situações que dependem do tempo e das escolhas de outras pessoas.
Nem toda batalha precisa ser enfrentada. Às vezes, a verdadeira força está em confiar, observar e escolher onde colocar sua energia.
Aceite apoio quando necessário, mas não entregue a outras pessoas o poder de decidir os rumos da sua vida.
Cuide da sua energia, mas não se esqueça de cuidar também dos pensamentos, das atitudes e das escolhas que alimenta diariamente.
Proteger seus caminhos também significa saber dizer não; pois a paz que depende do seu silêncio diante do desrespeito não é equilíbrio.
Comprometer-se não significa perder a liberdade, mas escolher conscientemente aquilo que merece sua dedicação.
Nem que seja só por hoje...

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

 SOU UM SER REAL OU SOBRENATURAL?

SERÁ A IGNORÂNCIA UMA ESCOLHA?

Que tipo de ignorância será tolerada daqui em diante?

Seremos penalizados pela ignorância voluntária?

A ignorância não mais servirá de álibi, desculpa, justificativa para os desatinos que gera?
Material para reflexão que pode virar papo de Hospício íntimo:

O QUE ERA SOBRENATURAL PARA MIM ANTES E HOJE NÃO É MAIS?

SEREI UM IGNORANTE REAL OU APENAS FUNCIONAL?

QUANDO DEIXAREMOS DE ESTAR UMA ENTIDADE DE NÓS MESMOS, apenas um espectro.
E NOS TORNAREMOS UM SER COM IDENTIDADE real?
 
SERÁ QUE EU JÁ FUI (Ainda é sobrenatural para todo mundo)?
EU ESTOU (parece ser natural, real)?
EU SEREI (é sobrenatural para a maioria)?   

VOLTAREI A SER SE EU JÁ FUI?
MEU ONTEM JÁ FOI REAL E SE TORNOU SOBRENATURAL HOJE.
MEU FUTURO AINDA É SOBRENATURAL HOJE MAS AMANHÃ SERÁ NATURAL?

"PENSO LOGO EXISTO" - Disse o sábio.
Mas...


SERÁ QUE EU SÓ EXISTO ENQUANTO PENSO?

 ENCONTROS, DESENCONTROS, REENCONTROS NA TEIA DO DESTINO... (Sigmund Freud, escritor e pai da psicanálise) ...


"Não escolhemos uns aos outros ao acaso; apenas nos deparamos com aqueles que já existem em nosso subconsciente”.

Essa reflexão de Sigmund Freud sobre como os encontros despertam conexões já existentes no subconsciente no emaranhado da teia do destino é reforçada pelo conhecimento das reconexões de experiências passadas tanto as felizes que deixam saudades quanto as infelizes de reparação do tipo: cansei de ouvir “conheci tanta gente legal na vida por que fui me enroscar afetivamente com essa coisa”?

Encontros, desencontros e reencontros retratam o amor e o desamor também pode funcionar como uma jornada de autoconhecimento vital para nossa evolução.

E se alguns encontros despertassem sentimentos que ainda não sabíamos nomear?
E se determinadas pessoas nos fizessem enxergar aspectos de nós mesmos que permaneciam escondidos?
Ao tentar responder a essas questões podemos entender melhor a ideia freudiana de que certas pessoas revelam facetas nossas que antes permaneciam ocultas inseridas nos conceitos de projeção e causa/efeito.

Quem nos ensina mais a nosso respeito as relações ajustadas e prazerosas ou as difíceis e desajustadas?
Qual sua opinião?


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