quarta-feira, 15 de julho de 2026

 



VIDA PROFISSIONAL X SER HUMANO X BUSCA DA QUALIDADE

Parte 2

Pertencer ao departamento de Recursos Humanos ou RH de uma corporação e na FAMÍLIA que não deixa de ser um empreendimento é tarefa da maior responsabilidade...

Algumas atitudes já fixadas por nós, são particularmente resistentes às mudanças...

A ortodoxia é entrave na realização:

Evite a fixação da ortodoxia, que engessa a realização, pois atitudes mentais enraizadas não se modificam facilmente. Ela costuma localizar-se com mais intensidade em algumas correntes de pensamento ou sistemas de crenças, e, se ainda precisas ser balizado por elas, busca o que cada uma possui de bom, já que a verdade se encontra distribuída em toda a parte.

Evite a fixação dogmática que até, pode alijá-lo do mercado de trabalho, pois muitos departamentos de recursos humanos das empresas já utilizam este simples e rápido critério seletivo para admitir ou designar funções. E esse critério, nada tem de discriminatório ou preconceituoso; pois é lógico que as convicções do indivíduo espelhem sua visão de realidade, suas atitudes perante a vida e sua capacidade interior de criatividade. Quanto mais ortodoxo o sistema de crenças à qual o indivíduo pertence, sem dúvida, menor é sua capacidade criativa, e maior sua relativa facilidade de apenas executar ordens.

Puxem pela memória para verificar a praticidade de tal conceituação. Qual a contribuição de novas descobertas científicas, literárias, artísticas etc., que os povos com sistemas de crenças mais ortodoxos dão ao nosso já globalizado mundo?...

Portanto, precisamos reciclar nossas crenças e arejar as cabeça com ideias renovadoras...

Testem nossa capacidade de mudar...

Continua...

 

 

VIDA PROFISSIONAL X SER HUMANO X BUSCA DA QUALIDADE

Parte 1

No mundo contemporâneo há uma busca desenfreada para o SUCESSO custe o que custar e o mundo se tornou um sistema CORPORATIVO às vezes cruel e antiético; até a Educação para a vida foi engolida pela INSTRUÇÃO e um profissional de sucesso aos olhos do mundo pode se tornar um delinquente de si mesmo e do coletivo. A vida laboral é apenas uma parte de nós mesmos, uma ferramenta. Há sinais no ar que muitas pessoas estão em busca de um melhor padrão de QUALIDADE íntima que reflete na sua vida profissional.

Como fazer de forma simples e compartilhada?

Somos mestres e ao mesmo tempo aprendizes

Para acelerarmos e tornarmos mais eficaz a mudança do padrão de nossas atitudes, devemos observar e aprender com os outros. É de graça, e é menos doloroso aprender com os erros dos outros do que com os nossos. Porém, atingido um certo grau de discernimento, aprender apenas, traz insatisfação e angústia. É preciso aprender e logo repassar o aprendizado a outros, sob pena de criar bloqueios e estagnação. Esse conceito é particularmente útil para indivíduos que se puseram ou foram postos na tarefa de julgar e avaliar quem “hoje merece” continuar ou entrar num grupo de trabalho capaz de suprir objetivos e necessidades, ou seja: numa empresa.

Os que trabalham na área de recursos humanos de uma empresa devem vigiar muito seu pensar-sentir-agir para não se tornarem apenas um instrumento passivo de reparação da justiça natural, já que ninguém é vítima senão de si mesmo. É preciso, mostrar ao novo funcionário desde sua entrada e na continuidade na empresa que ele nunca é demitido: ele é que se demite segundo seu padrão de atitudes inadequadas ao longo de sua permanência na empresa, e se possível, ilustrando com documentação e gráficos as causas mais comuns de demissão de trabalhadores já ocorridos na empresa.

Pertencer ao departamento de Recursos Humanos ou RH de uma corporação e na FAMÍLIA que não deixa de ser um empreendimento é tarefa da maior responsabilidade

Pois, o sentir-se vivo ou morto, feliz ou infeliz de alguém ou de um grupo de pessoas, pode ter a sua contribuição.

Um dos segredos para sair-se bem nessa função:

É tentar manter o equilíbrio entre a razão e a emoção íntimas, para equilibrar as necessidades próprias, às prioridades do grupo e necessidades do empreendimento como um todo. Isso, na busca de ser justo, segundo suas concepções de momento, sem culpas, arrependimentos ou remorsos, para não entrar em sintonia com o *padrão vibratório (*sempre irradiamos o que somos, o que pensamos e o que sentimos) de revolta dos demitidos ou dos não-admitidos ou os que se acham mal-amados ou injustiçados.

A evolução é inevitável mesmo para os teimosos

Pois, a cada dia evoluímos, melhoramos. Verifique na imprensa: por incrível que pareça, hoje, os modernos departamentos de Recursos Humanos das empresas que tentam buscar um padrão de qualidade, preocupam-se em atualizar e reciclar funcionários demitidos, ajudando-os na recolocação em outras empresas.

Inúmeros outros fatores estão envolvidos na filosofia da busca da qualidade, seja de um produto ou de um serviço prestado para alguém, seja do próprio homem...

 

Algumas atitudes já fixadas por nós, são particularmente resistentes às mudanças:

C


ontinua...

terça-feira, 14 de julho de 2026

 

SE JÁ COMEÇOU A SENTIR MEDO DE SENTIR MEDO; VIXEMARIA...

PARTE 2

Veja a parte 1

Por onde a gente começa?

Qualquer situação ou experiência que envolva o ser humano pode ser observada segundo múltiplas formas e focos diferentes: sociais, econômicos, médicos, religiosos, psicológicos, eletrônicos etc.

Muito se tem escrito e falado sobre esses problemas, mas sou da opinião que as causas reais que lhes dão origem não são focadas como seria necessário; e a resolução definitiva do problema dá a impressão de estar longe de acontecer, já que está centrada num diagnóstico incompleto que envolve protocolos, marketing, interesses.

A cada dia fica mais evidente o fim da Era das pílulas mágicas; e que, sem mudar o jeito de viver e a visão de mundo será pouco provável que consigamos resultados eficientes e definitivos.

O estilo de vida atual conduz as pessoas rapidamente do concreto ao abstrato, tirando-lhes o chão, fazendo com que percam a antiga estrutura e mergulhem no caos íntimo e coletivo que tanto tememos.

Exemplo: nossos medos eram mais concretos, envolviam um perigo real e, hoje são cada vez mais abstratos: o medo de não possuir, não ter, ficar para trás, de não gozar mais do que os outros...

A forma neurótica de viver baseada na competição deixou duas emoções fora de controle: ansiedade e medo. Necessariamente devem ser equilibradas pela inteligência que argumenta e não apenas combatidas.

Como comprova a somatização, inevitável que a bagunça mental e afetiva terminasse no organismo físico numa roda maluca e o receio gerado pelas palpitações, coração a mil, sensação de desmaio; sufoco; aperto no peito; e de morte eminente - levem as pessoas á quase loucura e a um medo apavorante: o medo de sentir medo e de vivenciar de novo essas sensações e de novo e de novo.

Sair dessa armadilha não é simples – entrar é fácil; tal e qual entrar naqueles labirintos de espelho dos parques de diversão – lindos e atrativos por fora; mas depois de estarmos lá dentro, sempre é possível achar a saída – porém, não é fácil; como parece a quem está de fora assistindo á angústia de quem está lá dentro.

Detectar as prováveis vítimas do pânico e sua coleguinha a depressão é fácil e pode ser feita desde os primeiros meses de vida – durante a existência os avisos são constantes; mas, ninguém liga...

Será que a morte cura o Pânico?




Continua?

 

 

SE JÁ COMEÇOU A SENTIR MEDO DE SENTIR MEDO; VIXEMARIA

PARTE 1

Pessoas tristes, angustiadas, em depressão, sob o domínio de um medo tão intenso que cause pânico sempre houve em todas as épocas; apenas, nunca como atualmente.

Antes, para nos sentirmos assim, quase sempre havia uma explicação lógica, um fato palpável; hoje, boa parte dos que se sentem dessa forma não conseguem arrazoar com clareza os motivos.

 

A sensação de que nós ficamos mais lentos a cada dia; tentando viver num mundo onde a rapidez é a tônica; nos deixa assustados e, a cada dia que passa (tão rápido), sentimos mais dificuldades para cumprir com nossos afazeres, responsabilidades, divertimentos e prazeres. É como um tipo de paralisia que nos dificulta viver, sufoca, trava, cala...

 

Primeiro nossa mente dispara, o cérebro não obedece ao comando de parar e as idéias nos atropelam; daí, começamos tudo e não finalizamos nada; então travamos.

E já estamos travando de muitas formas.

No terreno da afetividade quantas pessoas a chorar sem claros motivos.

No campo psicológico, tristezas, medos e angústias inexplicáveis.

O corpo está cada dia mais pesado, dolorido e doente.

Aumenta a cada dia o número de desadaptados e pouco úteis para si e para o mundo.

 

Por que será que tentamos desistir de continuar a incrível experiência da aventura de viver?

Estaremos doentes, frustrados, desalentados, enfadados, entediados de tentar descobrir se preferimos o bem ou o mal, a razão ou a emoção?

Ou tentamos adiar a escolha entre o ser e o não ser, entre o viver e o morrer?

Será que optamos por aguardar sem decidir esperando no que vai dar?

Temos muitas vontades, mas não sabemos do que.

Desejamos ir, mas não conhecemos o destino.

Será que não “despirocar” será sinônimo de sucesso em breve?

Quem poderá nos ajudar?



Continua a parte 2 em americocanhoto.blogspot.com

 

 

segunda-feira, 13 de julho de 2026

 

QUEM SOU EU?

O QUE VIM FAZER AQUI?

CADÊ MEU MANUAL DE INSTRUÇÕES?



   Descobrir isso é muito simples, pois o fluxo dos acontecimentos ou o correr dos dias assopra ao ouvido de cada pessoa quais são as suas tarefas.

    Aprenda a fazer silêncio dentro de ti.

    Treine a audição.

     Fale pouco, pois o som da própria voz pode atrapalhar, economize nas palavras para aprender a ouvir.

    Com olhos e ouvidos atentos preste atenção na aula (coisas do dia a dia) para entender quais são as suas lições a serem feitas ou refeitas e para aprender o que ainda desconhece.

    Preste atenção que as tarefas não são difíceis.

    Aprender a viver bem é muito fácil para quem sempre atento esteja.

     Esqueça as tarefas dos outros elas não tão suas; embora algumas lições sejam para todos...

Para começar:

    Dentre elas, uma das mais importantes chama-se auto/conhecimento.

Não somos um livro em branco, já chegamos rascunhados...

    Mudar o caráter o temperamento de nascença é a uma das tarefas da vida de todos. Executar essa tarefa pode ser algo bem simples. Vejamos.

    Se de nascença você já é:

    Agressivo, aprenda a ser da paz, mesmo que te encham o saco o tempo todo.

    Apressado, veio aprender a ser a calmo, mesmo no meio de gente muito devagar.

    Avarento, aprende a dar o valor certo para cada coisa, mesmo que todo dia você tenha que perder um troço qualquer.

    Invejoso, aprende a não prestar atenção no que os outros têm.

    Medroso, pode tratar de aprender a ter mais coragem.

    Rico, para aprender a bem usar o dinheiro.

    Pobre, para aprender a dar valor às coisas simples e a não cobiçar o que não te pertence.

    Cada uma das coisas do nosso jeitão de ser desde que nascemos, é uma lição a ser estudada, aprendida e uma tarefa a ser cumprida.

Às vezes elas estão na cara, noutras estão escondidas e misturadas, para que o resultado seja bom é preciso descobri-las e separá-las: pois, posso ser rico/feio, bonito/burro, pobre/inteligente, avarento/invejoso etc. Uma forma de visualizar o momento certo de mudar, é atentar bem para os acontecimentos do cotidiano. Como exemplo: se as coisas começam a ficar sempre atrapalhadas é hora de prestar atenção na impaciência; se tudo e todos nos contraditam é hora de atentar para a intolerância. Se estamos sendo traídos com frequência é hora de analisar os ciúmes ou o caráter possessivo.

    Todos ainda temos de um jeito ou de outro uma vida muito atrapalhada, quase sempre mal gerenciada, recheada de frustrações e de sofridas lições. Um dos motivos disso, é que nos preocupamos em mudar os outros ao invés de reformar a nós mesmos. Pura perda de tempo. Além, de invasão da privacidade alheia. Cada um tem o direito de ser do jeito que quiser, mudar quando desejar ou quando for capaz...

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