IMUNIDADE VIBRATÓRIA?
https://www.youtube.com/watch?v=XYbgm0XE8Vo&t=20s
PRESTENÇÃO!
RICO É AQUELE QUE TEM POUCAS
NECESSIDADES...
DAQUI EM DIANTE APRENDE A VIVER
RICAMENTE
Quem é rico em todos os sentidos não precisa de nada que não seja seu.
Se ainda estiveres cursando a matéria da pobreza material desta vez, e ainda pobre de conquistas humanas cobiçarás o que não te pertence.
Para não invejar as qualidades do outro, desenvolve as tuas.
Para não ficares dizendo que Deus brindou o outro com a doçura trabalha duro para que também a conquistes...
Analisa bem o que e de quanto precisas para que possas viver ricamente.
É possível que seja bem menos do que imaginas.
Não esquece deste sábio
conselho:
“Rico é aquele que tem poucas necessidades” ...
Para que se viva ricamente é preciso cultivar a simplicidade de ser capaz de viver com o mínimo necessário. Somente assim dominaremos tanto a vida com parcos recursos quanto a vida com muitos recursos ou abastança.
No terreno do afeto, aprende a nunca esperar nada de pessoa alguma, até porque ninguém tem a obrigação de nos dar nada, nós ao contrário é que temos obrigação íntima de darmos aos outros o que de melhor possuímos para alcançar a riqueza do eterno retorno.
Aprender a separar o que é nosso do que é dos outros é uma condição essencial para que possamos viver ricamente.
Não cries necessidades desnecessárias que complicarão a tua vida.
Aprende a não gastar o que
ainda não ganhastes.
A vida empresta, não doa, e todo empréstimo deve ser resgatado com os devidos dividendos.
Não te comprometas com créditos que ainda não possuis condição de resgatar.
Aprende a simplificar e, analisa tuas necessidades, desejos e aspirações com honestidade de propósitos...
Segue um simples conselho
que costumo dar a meus pacientes:
Quando quiseres qualquer
coisa pergunta a ti mesmo:
Por que quero isso?
O que vou fazer com isso?
Aproveita as oportunidades
que surgirão nos próximos tempos para viver ricamente...
MAU HÁLITO PODE IR ALÉM DA BOCA: O QUE SEU ESPÍRITO ESTÁ
TENTANDO DIZER...
O mau hálito é mais comum do que parece. Mas ele nem
sempre está ligado apenas à higiene bucal e a distúrbios orgânicos ele pode
estar relacionado com a energia gerada pelo pensar, sentir e agir que nos
compõe. O momento pede ATUALIZAÇÃO e ao desmaterializar o raciocínio passamos a
nos entender de forma mais real. A energia gerada pelo conjunto da nossa
personalidade, pensamentos, sentimentos e atitudes tem cor, temperatura,
densidade e CHEIRO...
Sabe aquele mote ligado a situações de escolhas e ações: “Isso
está me cheirando mal”!... – Sem imaginar podemos estar identificando uma
realidade energética em andamento...
Na parte física e metabólica o coitado do estômago costuma
levar indevidamente a culpa, mas as causas mais comuns estão na BOCA porteira
que regula não apenas a entrada de coisas e energia; mas também a de saída.
As causas orgânicas mais comuns costumam ser: Saburra
lingual, doenças gengivais, placa bacteriana, problemas nas vias respiratórias,
respiração bucal, amigdalites crônicas etc.
A halitose além do desconforto pode afetar a autoestima
relações sociais...
Um lado pouco abordado: As interações energéticas entre planos
às vezes complexas; mas uma muito simples: A energia dos ENCOSTOS espirituais pois
alguns que estão do outro lado da moita exalam um odor até bem fétido em razão
do padrão vibratório que conquistaram e dos lugares onde habitam. Algumas pessoas
já desenvolveram a capacidade de perceber esses odores.
Como fazer uso dessas percepções e como resolver?
Sempre os danados tempo e trabalho.
Como tudo sempre serve para alguma coisa, essas situações
podem ser úteis como ferramentas para AUTOCONHECIMENTO basta observar e anotar:
Que tipo de pensamentos, sentimentos e atitudes estão em jogo no momento.
Esse processo é meu ou tenho ajuda externa?
Se for por mecanismo de atração e sintonia com outros planos
a responsabilidade é minha e basta mudar de forma definitiva meu padrão
vibratório para botar os encostos prá correr e claro que não basta uma
rezadinha ou algo parecido ou as recaídas serão inevitáveis.
Assunto interessante e importante, pois ficam dúvidas: E se
for uma criança? Por que alguns idosos são malcheirosos? E se o cheiro ficar
impregnado no ambiente? Por que pessoas que usam muito perfume...
POR QUE O TEMOR DE PERDER SE NADA TE PERTENCE?
Nesta dimensão da vida tudo é transitório exceto as CONQUISTAS
negativas e positivas que fazemos ao longo da HUMANIZAÇÃO.
OS desejos do EGO transformados em APEGO criam uma tensão
entre os de posse, permanência e a natureza transitória do que existe, gerando
EXPECTATIVAS, FRUSTRAÇÕES, ANSIEDADE DOENTIA, ANGÚSTIA, PÂNICO...
Vivemos imersos em pronomes possessivos que não se encontram
apenas na nossa forma de nos expressarmos, estão entranhados em nossa maneira
de existir que molda nosso destino.
Por exemplo, DIZEMOS: Meu isso,
meu aquilo e até nos apossamos do Divino com o Meu Deus!...
O curioso é que essas pequenas palavras, aparentemente
inocentes, estruturam silenciosamente a arquitetura emocional da nossa vida.
Elas nos dão a sensação de pertencimento, de continuidade, de alguma forma de
estabilidade dentro da aparente imprevisibilidade do mundo e carregam a semente
do MEDO da perda do que quer que seja...
Se olharmos com a rara HONESTIDADE ÍNTIMA, perceberemos algo
desconcertante: sabemos, em algum nível silencioso, que nada é realmente nosso.
Sabemos que as pessoas não podem ser retidas pelo tempo: que os dias passam sem
pedir licença; que o corpo muda; que as circunstâncias se alteram, que o mundo
não foi construído para permanecer imóvel ao redor de nossos desejos. E ainda
assim nos apegamos. Talvez porque o apego seja profundamente humano. Talvez
porque a consciência da impermanência seja uma verdade difícil de habitar
plenamente. Os pronomes possessivos parecem nos habitar. e se instalam em nossa
linguagem antes mesmo de refletirmos sobre eles. Crescemos dizendo meu e
minha, como se isso fosse suficiente para fixar as coisas no tempo; mas o tempo
e as Leis da Vida não se impressionam com palavras e seguem silenciosos, nos lembrando
que tudo o que chamamos de nosso é, apenas algo que nos acompanha por um breve
trecho na Humanização.
Ela não exige que abandonemos nossos afetos e amores, nem
que deixemos de chamar alguém de meu amigo, minha família, minha vida. Somos
humanos demais para viver sem essas expressões e talvez possamos carregá-las
com um pouco mais de lucidez; pois é possível lembrar, em algum lugar discreto
do pensamento, que aquilo que chamamos de nosso é apenas algo que o tempo nos
permite acompanhar por um período incerto. Os encontros são provisórios. As
alegrias são transitórias. Os caminhos se cruzam e depois se afastam e deixam
como POSSE apenas o valor da experiência e que estamos apenas atravessando
momentos e acontecimentos que nos visitam por algum tempo. Algo parecido com o
sentimento do AMOR que como o vento que passa pelo rosto; nós o sentimos,
sabemos que esteve ali, mas nunca poderíamos dizer que foi nosso.
COMO COSTUMA SE DESAPEGAR - CONDIÇÃO NECESSÁRIA PARA
ALCANÇAR A PAZ E A FELICIDADE?
PARA QUE SERVE O APÊNDICE?
JÁ FOI PROTAGONISTA E AGORA VIROU UM SIMPLES APÊNDICE E ATÉ
UM PROBLEMA?
O que ele faz?
Auxilia o sistema imune. Dentre outras funções ele contém
tecido linfoide associado ao intestino - células imunes incorporadas na parede
intestinal que ajudam a monitorar a atividade microbiana no intestino. Na
infância, esse tecido funciona como um laboratório e expõe essas células em
desenvolvimento aos micróbios intestinais, ajudando o corpo a aprender a
distinguir entre inofensivos e nocivos.
Ele contém estruturas chamadas folículos linfoides durante a
infância e a adolescência, quando o sistema imune ainda está amadurecendo; isso
explica a maior incidência de apendicite nessa faixa etária. Esses componentes
imunes participam da imunidade mucosa, que ajuda a regular as populações
microbianas ao longo do revestimento intestinal e outras superfícies mucosas.
Os folículos linfoides produzem anticorpos, como a imunoglobulina A, para
neutralizar os patógenos.
Por que é indicado com frequência o uso de repositores probióticos
será que o apêndice para quem ainda o tem não consegue dar conta da antiga
função?
Nosso organismo é uma máquina orgânica inteligente que
evolui e se adapta até um certo limite, no passado a vida ocorria em ambientes
com pouca higiene e forte contato social — condições perfeitas para surtos de
patógenos e ele tinha um papel preponderante na cura.
Mas mesmo na vida atual o apêndice, assim como ocorreu com o
Timo, não é apenas uma peça reserva incluída "por precaução" embora
não seja tão protagonista continua com funções importantes a serem descobertas,
uma dificuldade é agregar as descobertas num conjunto e não isoladas como
acontece.
NO CORPO SOCIAL VOCÊ SE CONSIDERA PROTAGONISTA OU UM APÊNDICE?
FUNCIONAL OU PROBLEMA?
SABE TRABALHAR EM EQUIPE?
QUE IMPORTÂNCIA SE DÁ?
QUAL O SEU PAPEL?
COMO O DESEMPENHA?
Sabe aquele mote de quem é mais importante na vida humana o
cérebro ou o ânus?
Nessa disputa o cérebro orgulhosamente assumiu o papel de
protagonista maior sem discussão, o ânus se enfezou, deixou de trabalhar e o
conjunto faliu.
Essa brincadeira não é sobre apêndice, cérebro e ânus é
sobre o papel de cada um de nós na nossa função...