OS PERIGOSOS JULGAMENTOS INTERNOS SEM O MEDIADOR
DISCERNIMENTO...
Não mais podemos alegar ignorância nas lides da vida
geradas pelas nossas escolhas; pois dicas pontuais e simples foram,
estigmatizadas, romantizadas até e, com a ajuda das crenças limitadoras do
discernimento fomentaram disputas e até guerras íntimas e com o meio externo.
Dicas simples e pontuais como:
Não leve as coisas para o lado pessoal...
Da mesma forma que julgardes serás julgado...
Com a ajuda da cultura e das crenças a mente costuma
hipertrofiar efeitos de julgamentos sobre fatos externos, ela raramente lida apenas com o que aconteceu; acrescenta
significado, previsão e identidade.
Acontecimentos até triviais podem criar o
inferno da culpa e do remorso além de destruir relações e projetos de vida. Por
exemplo: uma mensagem sem resposta pode virar abandono. Uma crítica simples
pode virar prova de incapacidade. No trabalho e na vida financeira, isso
aparece quando um erro pontual vira medo de perder espaço, renda ou reputação.
Claro que o fato ocorrido exige atenção, mas
o julgamento automático baseado em crenças pode transformar a análise de um simples
ajuste de escolhas em ameaça pessoal; pois, parte do sofrimento nasce do juízo acrescentado ao fato. O
evento acontece fora da intimidade; porém a interpretação, muitas vezes,
continua acontecendo dentro, às vezes por muito tempo, exacerbando ansiedade,
medo e seus derivados como menos valia e outros comportamentos e sentimentos
doentios.
A forma como lidamos com os
julgamentos de fatos externos pode se tornar a madrasta do sofrimento tão usado
por crenças limitadoras.
Ao criarmos um tribunal na
consciência nós nos tornamos: réus, promotores, advogados de defesa e de
acusação, júri, juízes e carrascos...
A inteligência praticada ou
discernimento é o MEDIADOR capaz de colocar harmonia e paz na vida...

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