quarta-feira, 1 de julho de 2026

 



SABER SEM USO ADOECE E DEIXA O EGO OBESO...

Conhecer, saber, não basta; é preciso reciclar e transferir o conhecimento:

Pois, atingido certo grau de discernimento, aprender apenas, fecha canais de RECEBIMENTO e pode trazer insatisfação e até angústia.

O conhecimento não nos pertence, ele tem que PASSAR por nós e seguir em frente...

É preciso aprender e logo repassar o aprendizado a outros, sob pena de criar bloqueios e estagnação.

Vida é movimento; estagnação é morte.

Conhecimento é igual comida: por mais deliciosa e nutritiva que seja: a mais faz mal; não consegue ser digerida e pode dar diarreia mental.

Não repassar conhecimento também se assemelha a um tipo de avareza...

O CONHECIMENTO SEM USO PODE TE ASSOMBRAR POR UM TEMPO A PERDER DE VISTA...

 



CUIDADO COM OS LARÁPIOS DE ENERGIA VITAL DOS OUTROS.

O ESTADO DE FELICIDADE É AUTOSUSTENTÁVEL- NADA NEM NINGUÉM TE FARÁ FELIZ SENÃO POR BREVES MOMENTOS.

As fontes de energia natural manancial da felicidade se encontram à disposição de todas as pessoas, no entanto aquelas desequilibradas na sua forma de pensar, sentir e agir alteram a estrutura natural de seus centros de força e perdem contato consigo mesmas com sua energia vital, alegria, felicidade e com a capacidade de absorver e processar a energia da vida e passam a SUGAR A ENERGIA DOS OUTROS...

Para sobreviver em estado de felicidade recorrem ao expediente de roubar a das outras pessoas.

Um dos motivos que nos leva a prestar mais atenção a esse fato, é que na sociedade de consumo atual predominam as pessoas neuróticas (altamente competitivas) que precisam para satisfazer suas necessidades egocêntricas de uma quantidade muito maior de energia vital do que são capazes de absorver e de reciclar; daí, criam um processo de dependência da alheia, e quando não conseguem “cobaias” com facilidade; se tornam tristes, infelizes, neurastênicas sem ânimo para nada.  

Os larápios de energia podem ser ou não conscientes de sua condição; pois a maioria das pessoas quase não tem consciência de quem são e dos fatos e leis que regem sua vida, é lógico que a maior parte (até certo ponto) desconheça ou negue isso; pois a responsabilidade aumenta na proporção do grau de conhecimento e de consciência que a pessoa tem, exatamente como em qualquer atividade humana.

ALGUMAS ORIGENS DA NECESSIDADE DE GATUNAR A ENERGIA VITAL DOS OUTROS PARA SE SENTIR FELIZ...

- Falta de maturidade afetiva:

A maturidade para que seja alcançada exige a superação do egoísmo e o desenvolvimento da capacidade de se doar para manter a alegria e a felicidade real. As pessoas muito dependentes ou inseguras que ancoraram em fases infantis da maturidade afetiva tendem a sugar mais a vitalidade dos parceiros reeditando sua fase infantil de dependência materna na qual suas necessidades afetivas não foram supridas.

- Egocentrismo:

O egoísta não consegue entender que dar não é se privar de alguma coisa; é expandir-se, irradiar a própria energia mantenedora da alegria e felicidade, compartilhar.

- Neurose de competição:

A vida do neurótico se torna duplamente complicada em termos de energia; primeiro a necessidade de sobrepujar os outros pede mais energia do que o sujeito consegue captar e quanto mais aumenta a neura de vencer ou sucesso a qualquer preço e a qualquer custo mais se perde contato com a realidade e com as fontes de energia. Depois, o subconsciente detecta que é mais prático retirar energia do outro do que das fontes naturais.

Tipos de relação do vampiro com suas vítimas.

- Simbiose:

Há um tipo de alternância de roubo energético ou troca/troca. Um retira do outro, que retira dos outros etc. É um tipo de relação dependente, embora inconsciente.

Parasitismo:

A relação parasita implica sempre em dependência mútua, na qual o vampiro retira sua sobrevivência energética dos recursos do outro, mas ao viver às custas dele se torna dependente de sua vítima. Nesse tipo de relação fica difícil dizer quem é o parasita.

Vampirismo:

A atitude do vampiro que não pede nem de forma implícita nem explícita permissão à sua vítima para lhe retirar a vitalidade é de maior responsabilidade bioética.

FICA TRISTE NÃO!

A SOLUÇÃO É FÁCIL BASTA APRENDER A DOAR, COMPARTILHAR, TROCAR...

 

 

 

 

terça-feira, 30 de junho de 2026

 



PARA ALCANÇAR A SERENNIDADE APRENDA A NÃO FUGIR DAS EXPERIÊNCIAS QUE A MAIORIA EVITA?

Elas costumam ser as que podem trazer mais aprendizado; exceto aquelas comprovadas como inúteis e que levam a péssima colheita.

Enfrente-as segundo as condições de cada momento, e tenha sempre presente a consciência de que ainda é apenas um candidato a ser humano, portanto, ainda é incapaz de manter sob seu controle as experiências de sua vida em andamento; lembre-se que tem o direito e o dever de determinar, de escolher, como, quando e de que forma a experiência vai continuar.

Estude cada uma das que se apresentarem.

Um dos segredos de se dominar com segurança uma vivência está em aceitar a lei da relatividade e dos acontecimentos, passo a passo.

Não tente ser ou aparentar o que ainda não é, seja pela falta de capacidade ou de hora errada.

Cada conjunto de polaridades tem o seu ponto de equilíbrio, que não é o meio/termo entre um polo e o outro. No exemplo da polaridade tristeza/alegria quem já é capaz de dominar as duas a contento, adquire uma condição denominada: SERENIDADE.

A pessoa serena não foge nem da alegria nem da tristeza, pois ela conhece bem a importância tanto de uma quanto da outra e domina com facilidade tanto uma quanto outra.

No caso; se “embarcar na alegria desmedida” ou fugir da tristeza sem analisá-las jamais conquistará a SERENIDADE.

 

 



JÁ TEM CONSCIÊNCIA DE VIVER ENTRE POLARIDADES?

BRINCANDO DE ESTAR ALEGRE OU TRISTE...

     Nossa caminhada cósmica se baseia em transitar pela existência física e extrafísica aprendendo a dominar experiências entre polaridades. Dia/noite, objetivo/subjetivo, dor/prazer, alegria/tristeza, alto/baixo, opaco/luminoso...

    Na tentativa de aprendermos a julgar e interpretar polaridades nós criamos dificuldades; tanto para nós próprios quanto para os outros ao nos basearmos em sistemas de crenças alheias que induzem a pré-julgamentos. Ao prejulgarmos desperdiçamos a chance de aprender a dominá-las. Tentemos vivê-las sentindo-as passo a passo com inteligência, essa atitude nos levará ao aprendizado de escolher a melhor opção.

O sistema cultural determina que determinados experimentos devem ser evitados, porque costumam trazer sofrimento; mas o que é sofrimento senão uma interpretação?

Bora praticar:

    Pare para pensar, e anote as experiências de polaridades sobre as quais você ainda não tem domínio. Separe uma comum no dia a dia, pode ser, por exemplo: ALEGRIA/TRISTEZA.

Analise as atitudes e reações que você costuma ter quando se sente triste:

 - Se tenta ficar sozinho: Anote como faz isso, veja se tenta disfarçar ou se faz questão de demonstrar, anote se aprecia o papel de vítima; observe como muda a forma de tratar as pessoas quando está triste.

- Quando questionado sobre o fato de estar triste como costuma reagir? Seu timbre de voz muda? Sua fala se torna mais lenta? Fica agressivo? Demonstra ser mal-educado? Recusa-se a dar explicações?

- Se você tenta fugir da tristeza: Documente que recursos costuma usar; finge que não está triste? Faz cara de alegre? Come demais? Bebe demais? Fuma demais? Droga-se? Estimula-se? Torna-se “arroz” de festa? 

- Se tenta sempre justificar tristeza:  Anote se faz isso com discernimento e com honestidade íntima.

- Tem o hábito de sempre buscar culpados externos para a sua tristeza? Na maior parte das vezes encontra esses culpados na intimidade ou no meio externo?

Analise as reações que costuma ter quando se sente alegre:

- Se demonstra estado de alegria analise porque o faz. Como costuma demonstrar alegria? De forma exuberante ou discreta? Sente mais prazer em demonstrar alegria junto a outros alegres ou junto aos tristes? Gosta de dividir sua alegria com as outras pessoas? Mostrar que está alegre reforça seu ego? Sente-se mais importante e vencedor do que os tristes? Como se sente quando fica evidente que sua alegria deixou o outro triste? É afetado? De que forma?

- Se não consegue demonstrar que está alegre: Tente identificar as razões. Tem medo de que os outros “sequem” ou tentem sabotar sua alegria?

- Costuma ficar de ressaca de tanta alegria? Após demonstrações de alegria costuma ficar na fossa ou triste sem saber a razão? Costuma perder o sono de tanta alegria?

- É capaz de discernir a verdadeira alegria daquela induzida? Usa máscaras de alegria ou de tristeza segundo seus     interesses do momento? Crie o hábito de pedir para alguém fotografá-lo ou, fotografe-se você mesmo quando sentir-se triste ou alegre em exuberância, a comparação de sua aparência pode ser um eficaz instrumento de autoconhecimento.  

 

sábado, 27 de junho de 2026

 

O VÍCIO EM DESCARGAS RÁPIDAS E INTERMITENTES DE DOPAMINA PODERÁ CAUSAR UMA CATÁSTROFE SOCIAL?

Porque a busca desenfreada por estímulos pode tirar satisfação da vida e atrativos surgidos com a internet e a tecnologia digital banalizaram a dinâmica dos disparos desse neurotransmissor e têm contribuído para uma constante sensação de insatisfação; pois vêm permeando a vida moderna de um modo excessivo e contribuindo para uma persistente sensação de insatisfação, em que picos de empolgação saudável ficam cada vez mais raros.

O excesso de dopamina está nos deixando insatisfeitos e Infelizes. Esse mensageiro químico do cérebro foi conhecido como "hormônio do prazer", mas na realidade, suas características estão ligadas apenas à motivação ou estímulo reforçador, com destacada atuação no sistema de recompensa cerebral.

Mas como tudo que sobe desce para se reequilibrar; se o nível de dopamina foi para as alturas, o corpo tenta compensar o outro lado da balança e a dopamina dispara em queda livre, que depois não volta a níveis basais, mas cai para abaixo deles. Então, para cada prazer, há um custo. E o custo é uma sensação temporária da abstinência de uma substância e se manifesta em ansiedade, irritabilidade, depressão... Com esses estímulos repetidos que tanto nos atraem — sejam substâncias ou comportamentos — começa um processo conhecido no mundo do vício: a tolerância e o cérebro passa a necessitar doses maiores e mais frequentes para obter a mesma sensação das primeiras vezes e na vida atual os atrativos surgidos com a internet e a tecnologia digital massificaram e banalizaram a dinâmica dos disparos de dopamina e da compulsão, criando um potencial de vício e as mídias sociais são conexão humana em forma de droga ; pois se torna algo viciante que dispara dopamina no sistema de recompensa do cérebro de acesso fácil, quantidade ilimitada, grande potência e novidades ilimitadas.

A dopamina responde a todas essas condições. Até notícias são uma espécie de droga da novidade, depois de um tempo precisamos de mais e mais eventos chocantes para sentir algo e passamos de horrorizados para entorpecidos quase estilo zumbis.

Viver está difícil, desconfortável?

Abrace o desconforto; pois a ideia de o eliminar a qualquer custo e tentar evitá-lo nos priva de experiências para encarar desafios presentes e de breve futuro; a medicalização têm representado uma maneira de nos adaptar a um mundo para o qual a nossa evolução ainda não chegou e isso vai provar que não dará certo a médio e longo prazo...

Atenção: Só acreditamos no que nos interessa em cada momento...


Muitos pioneiros já estão tomando remédio para dormir e depois para acordar...


 

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