terça-feira, 14 de julho de 2026

 

SE JÁ COMEÇOU A SENTIR MEDO DE SENTIR MEDO; VIXEMARIA...

PARTE 2

Veja a parte 1

Por onde a gente começa?

Qualquer situação ou experiência que envolva o ser humano pode ser observada segundo múltiplas formas e focos diferentes: sociais, econômicos, médicos, religiosos, psicológicos, eletrônicos etc.

Muito se tem escrito e falado sobre esses problemas, mas sou da opinião que as causas reais que lhes dão origem não são focadas como seria necessário; e a resolução definitiva do problema dá a impressão de estar longe de acontecer, já que está centrada num diagnóstico incompleto que envolve protocolos, marketing, interesses.

A cada dia fica mais evidente o fim da Era das pílulas mágicas; e que, sem mudar o jeito de viver e a visão de mundo será pouco provável que consigamos resultados eficientes e definitivos.

O estilo de vida atual conduz as pessoas rapidamente do concreto ao abstrato, tirando-lhes o chão, fazendo com que percam a antiga estrutura e mergulhem no caos íntimo e coletivo que tanto tememos.

Exemplo: nossos medos eram mais concretos, envolviam um perigo real e, hoje são cada vez mais abstratos: o medo de não possuir, não ter, ficar para trás, de não gozar mais do que os outros...

A forma neurótica de viver baseada na competição deixou duas emoções fora de controle: ansiedade e medo. Necessariamente devem ser equilibradas pela inteligência que argumenta e não apenas combatidas.

Como comprova a somatização, inevitável que a bagunça mental e afetiva terminasse no organismo físico numa roda maluca e o receio gerado pelas palpitações, coração a mil, sensação de desmaio; sufoco; aperto no peito; e de morte eminente - levem as pessoas á quase loucura e a um medo apavorante: o medo de sentir medo e de vivenciar de novo essas sensações e de novo e de novo.

Sair dessa armadilha não é simples – entrar é fácil; tal e qual entrar naqueles labirintos de espelho dos parques de diversão – lindos e atrativos por fora; mas depois de estarmos lá dentro, sempre é possível achar a saída – porém, não é fácil; como parece a quem está de fora assistindo á angústia de quem está lá dentro.

Detectar as prováveis vítimas do pânico e sua coleguinha a depressão é fácil e pode ser feita desde os primeiros meses de vida – durante a existência os avisos são constantes; mas, ninguém liga...

Será que a morte cura o Pânico?




Continua?

 

 

SE JÁ COMEÇOU A SENTIR MEDO DE SENTIR MEDO; VIXEMARIA

PARTE 1

Pessoas tristes, angustiadas, em depressão, sob o domínio de um medo tão intenso que cause pânico sempre houve em todas as épocas; apenas, nunca como atualmente.

Antes, para nos sentirmos assim, quase sempre havia uma explicação lógica, um fato palpável; hoje, boa parte dos que se sentem dessa forma não conseguem arrazoar com clareza os motivos.

 

A sensação de que nós ficamos mais lentos a cada dia; tentando viver num mundo onde a rapidez é a tônica; nos deixa assustados e, a cada dia que passa (tão rápido), sentimos mais dificuldades para cumprir com nossos afazeres, responsabilidades, divertimentos e prazeres. É como um tipo de paralisia que nos dificulta viver, sufoca, trava, cala...

 

Primeiro nossa mente dispara, o cérebro não obedece ao comando de parar e as idéias nos atropelam; daí, começamos tudo e não finalizamos nada; então travamos.

E já estamos travando de muitas formas.

No terreno da afetividade quantas pessoas a chorar sem claros motivos.

No campo psicológico, tristezas, medos e angústias inexplicáveis.

O corpo está cada dia mais pesado, dolorido e doente.

Aumenta a cada dia o número de desadaptados e pouco úteis para si e para o mundo.

 

Por que será que tentamos desistir de continuar a incrível experiência da aventura de viver?

Estaremos doentes, frustrados, desalentados, enfadados, entediados de tentar descobrir se preferimos o bem ou o mal, a razão ou a emoção?

Ou tentamos adiar a escolha entre o ser e o não ser, entre o viver e o morrer?

Será que optamos por aguardar sem decidir esperando no que vai dar?

Temos muitas vontades, mas não sabemos do que.

Desejamos ir, mas não conhecemos o destino.

Será que não “despirocar” será sinônimo de sucesso em breve?

Quem poderá nos ajudar?



Continua a parte 2 em americocanhoto.blogspot.com

 

 

segunda-feira, 13 de julho de 2026

 

QUEM SOU EU?

O QUE VIM FAZER AQUI?

CADÊ MEU MANUAL DE INSTRUÇÕES?



   Descobrir isso é muito simples, pois o fluxo dos acontecimentos ou o correr dos dias assopra ao ouvido de cada pessoa quais são as suas tarefas.

    Aprenda a fazer silêncio dentro de ti.

    Treine a audição.

     Fale pouco, pois o som da própria voz pode atrapalhar, economize nas palavras para aprender a ouvir.

    Com olhos e ouvidos atentos preste atenção na aula (coisas do dia a dia) para entender quais são as suas lições a serem feitas ou refeitas e para aprender o que ainda desconhece.

    Preste atenção que as tarefas não são difíceis.

    Aprender a viver bem é muito fácil para quem sempre atento esteja.

     Esqueça as tarefas dos outros elas não tão suas; embora algumas lições sejam para todos...

Para começar:

    Dentre elas, uma das mais importantes chama-se auto/conhecimento.

Não somos um livro em branco, já chegamos rascunhados...

    Mudar o caráter o temperamento de nascença é a uma das tarefas da vida de todos. Executar essa tarefa pode ser algo bem simples. Vejamos.

    Se de nascença você já é:

    Agressivo, aprenda a ser da paz, mesmo que te encham o saco o tempo todo.

    Apressado, veio aprender a ser a calmo, mesmo no meio de gente muito devagar.

    Avarento, aprende a dar o valor certo para cada coisa, mesmo que todo dia você tenha que perder um troço qualquer.

    Invejoso, aprende a não prestar atenção no que os outros têm.

    Medroso, pode tratar de aprender a ter mais coragem.

    Rico, para aprender a bem usar o dinheiro.

    Pobre, para aprender a dar valor às coisas simples e a não cobiçar o que não te pertence.

    Cada uma das coisas do nosso jeitão de ser desde que nascemos, é uma lição a ser estudada, aprendida e uma tarefa a ser cumprida.

Às vezes elas estão na cara, noutras estão escondidas e misturadas, para que o resultado seja bom é preciso descobri-las e separá-las: pois, posso ser rico/feio, bonito/burro, pobre/inteligente, avarento/invejoso etc. Uma forma de visualizar o momento certo de mudar, é atentar bem para os acontecimentos do cotidiano. Como exemplo: se as coisas começam a ficar sempre atrapalhadas é hora de prestar atenção na impaciência; se tudo e todos nos contraditam é hora de atentar para a intolerância. Se estamos sendo traídos com frequência é hora de analisar os ciúmes ou o caráter possessivo.

    Todos ainda temos de um jeito ou de outro uma vida muito atrapalhada, quase sempre mal gerenciada, recheada de frustrações e de sofridas lições. Um dos motivos disso, é que nos preocupamos em mudar os outros ao invés de reformar a nós mesmos. Pura perda de tempo. Além, de invasão da privacidade alheia. Cada um tem o direito de ser do jeito que quiser, mudar quando desejar ou quando for capaz...

domingo, 12 de julho de 2026

 



SOMOS SERIAL KILLER DE NÓS MESMOS?

Quando descobriu os prazeres e as sensações o humanoide passou a subverter algumas funções e instintos tão duramente conquistados nas fases anteriores ao PENSAR CONTÍNUO matriz do LIVRE ARBÍTRIO:

Come sem ter fome; transa sem estar no cio; mamífero, mas teima em não desmamar; armazena o que não conseguirá consumir nem em milhares de anos etc.

A tentativa sistemática de prolongar sensações prazerosas criou sérios embaraços ao cotidiano das pessoas. Graves doenças decorrem da forma pervertida como usamos nossos instintos e outros apetrechos de evolução em coisas tão banais que não as percebíamos... Agora o bicho tá pegando de verdade, na chamada era moderna detonamos prá valer automatismos tão duramente conquistados. Desaprendemos como dormir, o que e quando comer; quando evacuar; quando transar, o corpo virou mercadoria, a respiração foi deturpada.

E a cereja do bolo, o clímax capaz de despertar algumas consciências:

Uns pensam mais do que outros e criamos a DEPENDÊNCIA e os menos aptos estão sob o jugo de CONTROLADORES: de sono, humor, libido e funções automáticas do corpo etc.

Quantos PROJETOS DE VIDA, quantas personalidades de nossa consciência ao longo do nosso processo de humanização já abortamos saindo antes do combinado sem realizar o proposto?

A alegoria de céu e inferno é portátil para onde vamos carregamos?

E como somos INTERDEPENDENTES somos serial killer de nós mesmos e uns dos outros?

 

sexta-feira, 10 de julho de 2026

 

GRATIDÃO AOS ACASOS...

PESSOAS QUE SURGEM EM NOSSAS VIDAS ESTAVAM Á NOSSA ESPERA NOS ENTRONCAMENTOS DO DESTINO OU VIERAM AO NOSSO ENCONTRO?

GRATIDÃO AOS ACASOS QUE A VIDA CRIA E QUE SEMPRE CONSPIRAM PARA QUE O POSSÍVEL NÃO SOFRA DESCONTINUIDADE NEM SEJA INTERROMPIDO; DESDE QUE CADA QUAL CONTRIBUA COM O QUE TEM DE POSSIBILIDADES EM CADA MOMENTO...

 É um saudável e promissor costume que agradeçamos a algo, circunstâncias ou alguém a oportunidade de materializar nossos pensamentos, sentimentos e atitudes, de forma a extrapolar as vivências do cotidiano. Não apenas as faladas, mas especialmente as experiências escritas, impressas e divulgadas que permitem criar vínculos de compartilhamento.

 



JÁ DESENVOLVEU ESSE HÁBITO DIÁRIO DE GRATIDÃO AOS ACASOS DA SUA VIDA?

AO QUE OU A QUEM DESEJA AGRADECER?

 

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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