terça-feira, 3 de novembro de 2026

 

MESMO COM TUDO JUNTO E MISTURADO AUMENTA A INTOLERÂNCIA AOS DIFERENTES E A PRESSÃO DE GRUPO...

Antes do mundo se transformar numa aldeia global; a agressividade e a maldade gratuita; hoje rotulada de bullying; era fruto da má índole ou de uma educação de berço deficiente e daqui em diante as influências externas vão ter um peso muito maior na qualidade íntima e comunitária; pois devido à escolarização precoce a criança fica exposta bem cedo às invasivas pressões dos grupos; fator de peso na origem da violência gratuita; da sua convivência diária.


ESTÃO ENCURTANDO A INFÂNCIA.

Em razão do atual poder da mídia, as crianças de hoje, assimilam rápido os valores dos adultos e seus defeitos de caráter. Com isso, aumenta em progressão geométrica o número de crianças sarcásticas, agressivas, desonestas, cínicas; que são capazes de ferir nos sentimentos e nas emoções. E por não terem ainda desenvolvido plenamente o verniz social: Agridem aqueles que não se enquadram nos seus valores de crianças bem-sucedidas no seu meio; no seu habitat; seja ele qual for.

 A excessiva exposição às informações: Adultera a infância. Aumenta a intolerância aos diferentes: Aqueles que não se vestem na última moda da sua tribo. Aos que não cortam os cabelos de determinada forma. Os que não usam seu linguajar. Os que não frequentam os lugares da moda ditada pelas “lideranças” locais e aí, de quem não se enquadrar! De quem não puder; ou, não fizer isso ou aquilo. Somos uma sociedade que se condena a viver cada vez mais em perigo constante e os não capazes de seguir os padrões correm o risco de desenvolver o sentimento de menos valia, aprofundar timidez mórbida, facilitar o desabrochar doenças mentais de sua predisposição, de sofrer agressões físicas. 

Em os que se encontram diferentes pela: gordura, altura, cor da pele, tipo de cabelo, doenças físicas, timbre de voz etc.

Quanto mais desprotegidas da mídia da atualidade estiverem as crianças; maior será o risco de agredirem, serem agredidas ou se tornarem cidadãos com fortes deficiências éticas; e até aleijões morais; num eterno círculo vicioso; nem tão eterno assim.

Material para reflexão:

FERIDAS PSICOLÓGICAS, AFETIVAS E POLÍTICAS DEMORAM MAIS A CICATRIZAR...

 

 

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

 




HOJE É DIA DE FESTA NO ASTRAL PARA OS QUE PODEM COMEMORAR...

Estão todos convidados: SIRVAM-SE das boas energias acumuladas neste dia com lembranças felizes e de gratidão.

Podem levar para casa tudo que possam reter; distribuam a todos que puderem; pois essa atitude a multiplica e fortalece.  

Não queiram bisbilhotar como a turma do lado de lá está; pois cada um comemora e vive segundo seus valores e crenças – A VIDA CONTINUA IGUAL ATÉ QUE NOVAS ESCOLHAS SEJAM POSTAS EM PRÁTICA

Apenas sintam-se abraçados pelas boas lembranças... Namastê.

 

 



A MORTE E O DESAPEGO – FINADOS - FIM OU RECOMEÇO?

Acreditando ou não, a data pode ser um convite a honrar quem veio antes de você. Um momento para reconhecer o valor da sua família de origem, da sua cultura e do que eles aprenderam e deixaram de legado.

DIA DE FINADOS e correlatos - Por que um dia especial para comemorar a morte? Longe de serem celebrações macabras, elas trazem uma grande oportunidade de honrar nossa ancestralidade e aprender a difícil arte do desapego. Assim como no simbolismo do Día de los Muertos, na tradição celta do Samhain acredita-se que neste período o véu entre "os mundos" fica mais tênue e podemos nos conectar mais facilmente com as pessoas que já morreram, principalmente com os nossos ancestrais. E como tudo serve para alguma coisa é importante analisar a relação entre morte e apego; pois com o simbolismo da morte tão evidente, este também é um momento para rever a nossa relação com o tema; pois na nossa cultura, a morte está muito ligada à ideia de PERDA. É claro que a ausência de quem amamos é difícil e traz muitos aprendizados, mas ela pode ser vivida com sabedoria quando aprendemos a nos relacionar de outra forma com a morte. Da mesma forma, temos muita dificuldade de fechar ciclos na vida: terminar relacionamentos, renunciar a um trabalho ou passar para uma nova etapa; então fica evidente o quanto somos apegados ao momento e ao que vivemos, mesmo quando isso já não seja o melhor para nós.

Por que aproveitar o foco do dia para trabalhar o desapego?

Na sociedade atual, queremos ser tudo e ter tudo: acumular bens, dinheiro, amigos, seguidores, curtidas. E o resultado? Casas atulhadas, perfis cheios de pessoas que mal conhecemos e uma busca desenfreada por sucesso. Acabamos carregando um fardo pesado, que bloqueia o fluxo de energia nos nossos ambientes e na nossa vida. O que sobra é uma sensação de exaustão, acúmulo e estagnação; então precisamos aprender a sabedoria dos ciclos e deixar que algumas "mortes" aconteçam para o novo poder chegar. Quer exemplos práticos? Ao limpar a casa e se desfazer de objetos parados ou quebrados, a sua vida financeira pode se abrir. Ao abrir mão de sentimentos que já não servem, novas parcerias podem surgir. Ao honrar quem já se foi e o que essa pessoa ensinou, em vez de só lamentar a ausência, você pode se sentir mais perto dela, e isso até alivia a saudade.

Que tal aproveitar este dia para exercitar o desapego, viver as suas próprias mortes de resultados de suas escolhas e se abrir para o novo ciclo com leveza, alegria e fluidez?

Treine o Desapego Físico: Separe alguns itens para descartar, doar ou vender tudo o que já não serve: roupas que você não usou no último ano, objetos quebrados, velhos ou que estão atrapalhando o espaço da casa. Aprenda a importância de espaços livres de objetos obsoletos ou desorganizados.

Pratique o Desapego Emocional: Analise as emoções que estão pesando em você neste momento e as situações ou pessoas que se foram ligadas a esses sentimentos e perceba de quais delas você pode abrir mão hoje. O desapego emocional do luto estilo perda pode ser mais difícil por crer que não temos controle sobre os nossos sentimentos ou sobre o apego a certas pessoas.

Se conscientize que DESAPEGAR não significa jogar fora, esquecer, apagar e que é possível deixar ir agradecendo o que essa fase de convivência trouxe e pelos seus aprendizados.

Nem sempre o sentimento do luto envolve boas lembranças e o RESSENTIMENTO também pode ser um forte sinal de apego. A cura dessa ferida da alma está nesse fechamento de ciclo: reconhecer o que ele teve de bom e deixar que algumas mortes aconteçam para entrar no novo com mais leveza.

Para melhores resultados: Reveja suas crenças em especial a principal: MORTE não existe é apenas um ciclo de um novo RECOMEÇO...

terça-feira, 27 de outubro de 2026

 



A PERIGOSA SOLIDÃO ACOMPANHADA

No GAME LOVE ainda carregamos a crença de que estar só é uma falha a ser corrigida como se a felicidade tivesse, obrigatoriamente de passar pelos outros.

A tecnologia rápida e fakeana da atualidade favorece um paradoxo afetivo:

Conexões fáceis para jogadas rápidas: Aplicativos aproximam desconhecidos em segundos e redes sociais mostram milhares de opções, muitas vezes fotoshopeadas, a um clique.

A EMBALAGEM NÃO COSTUMA COMBINAR COM O PRODUTO...

O que costuma dificultar a intimidade; pois construímos conversas superficiais e relações descartáveis, enquanto a ansiedade para encontrar alguém só aumenta a carência afetiva gerando menos valia, baixa autoestima e conflitos como serei uma pessoa estilo fast-food afetivo: a embalagem é apetitosa e comível, mas o conteúdo é indigesto...

A CARÊNCIA AFETIVA GERA O PERIGO DE ACEITAR MIGALHAS EMOCIONAIS

Na atualidade um efeito colateral perigoso para suprir a carência afetiva: ela faz muita gente aceitar vínculos que nunca deveriam ter começado. As pessoas ignoram sinais claros de desrespeito, normalizam a falta de diálogo e toleram migalhas de atenção. Permanecem onde já não são felizes apenas para não enfrentar o desconforto da sensação de estar só onde se misturam dois conceitos ligados ao fato: 

Solidão: A dor sentida quando existe desconexão emocional. Pessoas que têm medo da sensação de estar só costumam aceitar qualquer presença. Já aquelas que aprendem a gostar de quem são fazem escolhas conscientes sobre quem realmente merece espaço em suas vidas

Solitude: A capacidade de aproveitar a própria companhia, sentir prazer em estar consigo mesmo e entender que a felicidade não depende do outro e sim de construir uma boa relação consigo mesmo.

Sabe diferenciar AMOR de CARÊNCIA? CONHECE AS REGRAS DOS JOGOS DE AMOR?

Dica:

Use a técnica de uma conversa honesta com você mesmo:

POR QUE E PARA QUÊ QUERO OS RELACIONAMENTOS?

 

domingo, 25 de outubro de 2026

 

DE QUE FORMA AFETAMOS A VIDA DOS OUTROS COM NOSSAS ESCOLHAS?

    A maneira mais e fácil, é avaliarmos o impacto das nossas escolhas e decisões entre os em torno; o que provocamos na vida deles. Aos poucos, podemos estender nossas observações de como afetamos a vida de outros, a todo momento e, em todos os lugares.

    Para treino, selecionemos uma escolha recente que tenhamos feito e avaliemos em cada um deles o impacto.

Dentre muitos vejamos alguns fatores determinantes na intensidade e a qualidade da interferência:

 VÍNCULO AFETIVO: é fator determinante na intensidade e na duração do impacto que da escolha. As pessoas que mais se afeiçoam a nós são sempre as mais atingidas. Porque estão “ligadas”, sintonizadas na nossa realidade, e quase sempre sem soberania emocional.              

MOMENTO EMOCIONAL: O que a outra pessoa esteja vivendo é muito importante. Em certas épocas as pessoas com quem convivemos estão mais vulneráveis, lidando mal com suas próprias decisões ou seus efeitos, lógico que sejam mais afetadas nessas ocasiões.

A VISÃO DE MUNDO: Dita a interpretação da situação. O que para uns pode parecer o fim, um tremendo problema, para outros tem menor importância.

 O GRAU DE CONHECIMENTO: favorece ou prejudica a análise da situação e seus desdobramentos.

 A MATURIDADE DOS ENVOLVIDOS: regula o impacto que a nossa decisão pode produzir na sua realidade. Nos seus vários aspectos; maturidade: psíquica ou mental, emocional ou afetiva, moral, social, religiosa.

OS VALORES ÉTICOS: bem como seu sistema de crenças, podem ser fatores decisivos para abrandar ou acentuar impactos decisórios.

SE MINHAS ESCOLHAS DETÉM O PODER DE AFETAR A TUDO E A TODOS COMO REGULAR A QUALIDADE DA INTERFERÊNCIA?

Já parou para pensar a respeito?



 

 

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