CUIDADO COM O PERIGOSO CAMINHO DO MEIO...
COMO ESCAPAR DA PERIGOSA TEORIA DA MODERAÇÃO?
Do só um pouquinho não faz
mal!
Beba com moderação!
Jogue com
responsabilidade!
Coisas diet, light, sem
isso, sem aquilo...
Pensamentos, desejos e hábitos
obsessivos e compulsivos são vitaminados pela teoria da moderação induzida pelo
jargão cultural do: me engana que eu gosto. Buscar um falso equilíbrio cria
conflitos que tiram a paz, a alegria, saúde e ao futuro próximo e distante...
Comprar essa ideia é como
saber que se caminha para o fim; fora de hora; mas antigamente bem devagarinho;
e permitido pelas crenças e o tá gostoso...
Ainda somos vulneráveis em
razão da recusa em amadurecer. Na estrutura de nossa personalidade o instinto,
a razão e a emoção ainda não concordam, e caso haja descuido, os conflitos
podem se tornar demorados, camuflados, portanto, perigosos. Nenhum deles é
melhor ou mais importante do que o outro; no entanto, o comando deveria ser da
razão reflexiva, ela é que nos caracteriza; e se lhe negamos os recursos
necessários para assumir o controle, o fim antes de ser sem a devida
consciência se acelera; pois entramos fortemente na época do sim, sim não, não;
e causa e efeito saindo na mesma foto.
Dica:
Um sábio deixou um recado importante e numa linguagem meio
assustadora disse mais ou menos assim: “Não sois quentes nem frios sois mornos
e eu vos vomitarei” ... E como fica o lero lero de andar apenas pelo caminho do
meio?
As crenças e a educação formal
ainda são fatores importantes na tentativa de anistiar crimes contra o
organismo; claro que vai dar ruim, pois a decisão final deve vir de dentro para
fora e não de fora para dentro.
Como exemplo, vamos citar uma
situação que se repete diariamente na dieta que é um importante recurso de
formação das atitudes, hábitos saudáveis e autorresponsabilidade.
Numa família os pais
descobriram o mal que causa o uso das famosas “porcarias” e sem pensar,
determinam: - aqui em casa, a coisa mudou; “porcarias” só de fim de semana ou
em festas!
Não poderiam tomar pior
decisão como coloquei no meu livro: Pequenos descuidos grandes problemas – Ed.
Petit
Por quê?
Qual sua opinião?
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