domingo, 8 de novembro de 2026

 

2026 FOI UM ANO ESTILO COMETA QUE MAL COMEÇOU E JÁ QUASE ACABOU... EM 2027 O TEMPO PASSARÁ MAIS LENTO OU MAIS DEVAGAR?

Pelo andar da carruagem vai passar voandinho, voandinho, zás trás. Época de eventos midiáticos simultâneos e sequenciais e a maioria das pessoas, as comuns, está controlada em todos os sentidos pela mídia. Tudo indica que a percepção da passagem do tempo depende da localização do observador no espaço/tempo e do estado emocional; pois alegres o tempo voa; tristes o tempo não passa e das experiências em andamento: muita coisa para fazer o tempo voa; pouca atividade o tempo não passa.

Isso não é ilusão nem crença, quem quiser pode perceber e ela tem a chancela da lei da relatividade do Einstein. Ele percebeu que o tempo era relativo, mas não que a forma como mediamos o tempo, era falho, pois não se baseava no conjunto das leis da natureza, mas em uma criação artificial e regional de medida de tempo, invalidando dessa forma, a criação de uma matemática realmente coerente, universal e funcional. Pesquisando mais sobre o que percebemos como tempo parece que nada mais é, do que o efeito ilusório de nossas percepções, que nos propicia a sensação de localização e movimento num ESPAÇO TRIDIMENSIONAL. Tenho percebido depois de muito tempo nos trabalhos de lidar com o Além que a passagem do tempo fora da terceira dimensão funciona como uma “bolha mental emocional” - já conversei com muitos que ficaram presos á dezenas, centenas e até milhares de anos na bolha das suas energias mentais e emocionais e que é possível “furar essa bolha” trazendo de volta a pessoa ao momento atual (assunto interessante).

A nossa medida de tempo que nós usamos, foi herdada dos Sumérios, desde longínquos 8.000 anos atrás, que, por motivos religiosos, sentiram a necessidade de marcar o tempo de forma que ela pudesse ser mais divisível e dessa forma, se localizarem em um mundo em constante movimento, tornando assim a vida, algo mais “controlável e localizável”.
Antes dos sumérios, no início de nossa evolução, o tempo era dividido de forma muito mais simples, primeiramente dividíamos o tempo entre: dia e noite, mais tarde, passamos há dividir o dia em: manhã e tarde, e a noite em: anoitecer e madrugada, e esta divisão foi mais ou menos satisfatória por milhares de anos, até a chegada dos sumérios.
Os Sumérios acreditavam na existência de alguns números mágicos e, portanto, sagrados. Destes, destacava-se o número 60 que era usado para designar o deus pai de todos os outros deuses, o deus: AN (ANU), o outro número sagrado para os sumérios, era o número 12 e representava a família de Anu, o panteão principal da religião suméria, formado por Anu, pela sua esposa, pelos seus filhos, esposas dos seus filhos e netos, e que estavam acima e comandavam os demais deuses do panteão geral sumério.
Para homenagear estes deuses principais, os sumérios então, dividiram o dia e a noite em doze ciclos cada, cada ciclo representava um dos doze deuses principais, sendo que cada ciclo era dividido em sessenta subciclos e cada subciclo, era subdividido em sessenta miniciclos, indicando assim, que cada membro do panteão de doze era fruto e possuía em si mesmo, a semente de ANU.
Uma vez que esta divisão de tempo era muito satisfatória e resolvia a questão da divisão do tempo de forma criativa, ela passou a ser usada também pelos povos que faziam fronteira com os sumérios, e com o passar dos anos, se disseminou por todo o mundo antigo, mas, sem o caráter religioso em que estava embasado, e chegou até nós, quase sem modificações, aos dias de hoje.
Mas, a questão que se coloca, é que a divisão do tempo em si, só existe como fator psicológico. Sentimos a necessidade de criar uma medida artificial, ao qual damos o nome de “Tempo”, para podermos nos localizar num ambiente tridimensional dotado de movimento.
E esta medida de tempo, é ainda muito mais relativa do que Einstein supunha, pois ela nasce de um fator biológico, que traduzimos como algo de origem natural, mas na verdade, sendo algo de origem psicológica e acreditamos ilusoriamente ser ela, algo de fato, real!
Podemos dizer poeticamente que: “O universo “não utiliza escalas de tempo para funcionar”, o universo “funciona” utilizando outros mecanismos matemáticos muito mais precisos”.
Mas esses mecanismos precisam ser traduzidos em uma linguagem não matemática para que possamos entender o seu funcionamento, a essa linguagem, damos o nome de “tempo”.

Mas nem tudo é oba-oba; daí que para algumas pessoas 2027 será um lento e agonizante ano – tudo que estava pendente virá à tona e não é preciso biduzar pois a realidade está aí para quem tiver olhos de ver e ouvidos de ouvir.

DICA: VOCÊ FAZ O TEMPO.VOCÊ É O SENHOR DO TEMPO; SE QUISER...

E comece a furar sua bolha do tempo que está a criar nesta dimensão para chegar do lado de lá com ela fluída na realidade...



quinta-feira, 5 de novembro de 2026

 

A LEI DA OFERTA E DA PROCURA E O LUCRO SÃO LEIS NA LEGISLAÇÃO NATURAL.

ATITUDES CONSCIENTES DÃO LUCRO EXISTENCIAL.

 

Parte 2

 

Continuando.

 

Isso, nos faz lembrar um conto: “saíram dois lenhadores a lenhar; um deles trabalhou sem parar o dia todo e o outro cortava e descansava, metodicamente.

Ao final do dia, no momento de receber o salário, aquele que trabalhava sem parar ficou indignado ao constatar que produziu menos que o outro, consequentemente, sua remuneração foi menor.

Como pode?

Trabalhei o dia inteiro sem parar, e recebi menos!

A explicação do outro, foi simples: enquanto você trabalhou, desenfreadamente, cortando com um machado com fio cego, eu parava de cortar e afiava o machado...

Periodicamente devemos reciclar nossas metas existenciais.

Quanto de lucro estou gerando?

Para que está servindo minha existência?

Façamos isso enquanto estamos por aqui – pois na hora de fechar o balanço do Projeto de Vida atual; é possível que nos vejamos falidos.

Em tempo: Como aqui do outro lado da vida tudo é pago.

Chegar lá desempregado, viver de auxílios e esmolas, é assinar um contrato com o sofrer.

Momento de reflexão:

O que é ser rico aqui e pobre em espírito?

Para que serve minha vida?

 A quem ou ao que estou dando lucro?

 


Qual sua visão de prejuízo e lucratividade?

 

 

 

 

 



A LEI DA OFERTA E DA PROCURA E O LUCRO SÃO LEIS NA LEGISLAÇÃO NATURAL.

ATITUDES CONSCIENTES DÃO LUCRO EXISTENCIAL.

 

Parte 1

 

A lei de mercado é natural e visa sempre o LUCRO; que é uma atitude Divina, como bem está colocado na parábola dos talentos.

 

Devemos buscá-lo sempre; mas, não apenas o lucro financeiro responsável pelas oportunidades do necessário progresso material nesta dimensão – importa também, e principalmente, buscar o lucro no empreendimento da CONSCIÊNCIA:

 

Viver na verdade; paz de consciência; alegria; harmonia; bom humor; respeito...; devemos lucrar sempre para evitar a falência: culpa, remorso, ansiedade, medo, depressão, angústia.

 

No íntimo sabemos disso, mesmo que de forma inconsciente; entretanto:

Somos especialistas em repetir condutas, intenções e relações de compra, venda e troca que sabemos de antemão não dar lucro.

 

Um dos motivos do lucro negativo ou prejuízo é que a pouca maturidade leva a atitudes inconscientes quase infrahumanas.

 

Claro que o lucro negativo no balanço da consciência não é proposital; mas por que ele predomina?

 

Não estamos conscientes da maioria de nossas atitudes, nem das influências que elas têm sobre nosso comportamento social, em virtude da nossa ainda precária consciência evolutiva projetada no EGO.

 

Com muita razão diz Jung: “No adulto está escondida uma criança, uma criança eterna, em contínua formação, nunca perfeita, necessitada de vigilância e educação”.

 

Por exemplo; numa situação corporativa:

 

Um indivíduo, funcionário de uma empresa já voltada para objetivos de qualidade, mantém um particular padrão de atitude de “responsabilidade”, intensificado, quando a empresa está em fase de adequação ao mercado, e existe a possibilidade de dispensa de funcionários.

Preocupa-se demais quanto ao horário, chega antes dos outros, saí após o expediente, e às vezes, leva o trabalho para casa. 

Quando num ajuste funcional ou de objetivos da empresa este funcionário é dispensado, sente-se injustiçado, comparando-se a outro que chega mais tarde e saí antes do final do expediente.

 

Isso é natural, já que sua visão de mundo, seu estilo de comportamento, impede-o de perceber que seus objetivos de vida e de trabalho são pobres e ineficientes, pois, o objetivo principal dessa atitude é o de não perder o emprego.

 

Revolta-se com a dispensa, pois também desconhece seu nível de produtividade e eficiência... Gera pouco lucro.

 

Continua parte 2 em americocanhoto.blogspot.com

 


A FELICIDADE É SEMPRE BEM VINDA MAS QUANDO VEM DE FORA É UMA ILUSÃO?

 

Tornar as outras pessoas felizes ou sofredoras é insensatez?

 

O estado de felicidade é uma conquista íntima; e não: uma pessoa pouco feliz querendo fazer alguém feliz para sempre.

 

Ninguém faz os outros felizes ou infelizes a não ser por breves momentos.

 

Você me faz tão feliz!

 

Cuidado com as pessoas que vivem alardeando que são felizes por sua causa.

 

Pois:

A insatisfação é uma das molas que impulsionam a progredir; e na maioria ela ainda está num estado predominante negativo.

Breve essa pessoa percebe que não era bem isso e que você não é lá essas coisas; e logo está colocando sobre você a culpa de toda a sua pouca competência em ser alegre e feliz.

 

E ninguém merece um chiclete afetivo:

Então cuidado com a sobrecarga afetiva em cima dos outros, pois o chicleteamento grudento da atenção exagerada sobre a nossa pessoa logo nos entedia e chateia.

 

O ESTADO DE FELICIDADE É UMA CONQUISTA DE ESTICA E ENCOLHE ÀS VEZES PARECIDA COM ALEGRIA E PAZ DE CONSCIÊNCIA...

 

Então, não SOU FELIZ, ESTOU FELIZ?

 

terça-feira, 3 de novembro de 2026

 

MESMO COM TUDO JUNTO E MISTURADO AUMENTA A INTOLERÂNCIA AOS DIFERENTES E A PRESSÃO DE GRUPO...

Antes do mundo se transformar numa aldeia global; a agressividade e a maldade gratuita; hoje rotulada de bullying; era fruto da má índole ou de uma educação de berço deficiente e daqui em diante as influências externas vão ter um peso muito maior na qualidade íntima e comunitária; pois devido à escolarização precoce a criança fica exposta bem cedo às invasivas pressões dos grupos; fator de peso na origem da violência gratuita; da sua convivência diária.


ESTÃO ENCURTANDO A INFÂNCIA.

Em razão do atual poder da mídia, as crianças de hoje, assimilam rápido os valores dos adultos e seus defeitos de caráter. Com isso, aumenta em progressão geométrica o número de crianças sarcásticas, agressivas, desonestas, cínicas; que são capazes de ferir nos sentimentos e nas emoções. E por não terem ainda desenvolvido plenamente o verniz social: Agridem aqueles que não se enquadram nos seus valores de crianças bem-sucedidas no seu meio; no seu habitat; seja ele qual for.

 A excessiva exposição às informações: Adultera a infância. Aumenta a intolerância aos diferentes: Aqueles que não se vestem na última moda da sua tribo. Aos que não cortam os cabelos de determinada forma. Os que não usam seu linguajar. Os que não frequentam os lugares da moda ditada pelas “lideranças” locais e aí, de quem não se enquadrar! De quem não puder; ou, não fizer isso ou aquilo. Somos uma sociedade que se condena a viver cada vez mais em perigo constante e os não capazes de seguir os padrões correm o risco de desenvolver o sentimento de menos valia, aprofundar timidez mórbida, facilitar o desabrochar doenças mentais de sua predisposição, de sofrer agressões físicas. 

Em os que se encontram diferentes pela: gordura, altura, cor da pele, tipo de cabelo, doenças físicas, timbre de voz etc.

Quanto mais desprotegidas da mídia da atualidade estiverem as crianças; maior será o risco de agredirem, serem agredidas ou se tornarem cidadãos com fortes deficiências éticas; e até aleijões morais; num eterno círculo vicioso; nem tão eterno assim.

Material para reflexão:

FERIDAS PSICOLÓGICAS, AFETIVAS E POLÍTICAS DEMORAM MAIS A CICATRIZAR...

 

 

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