JÁ USOU A DOENÇA COMO FUGA?
No meu trabalho autodidata de educador em saúde
sempre vi a doença com um olhar fora da casinha da normalidade...
A maioria dos humanos normais valoriza e usa a
doença para aparentes ganhos: Buscar afeto, para desculpas e justificativas,
punir os em torno que não nos valorizam, gatunar a energia vital dos outros
etc.; a saúde apenas passa a ter valor quando perdida...
Logo na infância cada vez mais cedo nós aprendemos
a usar a doença como rota de fuga da responsabilidade; o que representa uma
forma de “dar no pé” quando somos compelidos a assumir os efeitos de nossas
escolhas ou bate um medaço de optar por algum caminho que nos tire do sossego...
Quem
nunca usou a doença dessa forma levanta o mouse?
Ao tentarmos escapar de
crises existenciais, como: decisões a serem tomadas; dificuldade em resolver
situação desconfortável etc. - nós costumamos usar: dermatites, gastrites,
refluxo, cefaleia, sono excessivo, apetite compulsivo, anorexia nervosa,
frigidez, impotência, libido exacerbada e outras formas mais sutis ou mais
escabrosas das nossas tendências de manifestação de sintomas...; como recurso
de fuga.
Falando das importantes
emoções tome juízo; se estude; pois emoções mal resolvidas somatizam como um
rio vão desembocar no mar orgânico e comprometem a saúde e a sanidade.
Exemplo:
Se há forte
envolvimento de ansiedade com temor e insegurança surge sintomas light: diarreia;
micção frequente; suor localizado e excessivo; sem falar de coisas mais
graves...
Mas
isso pode custar caro em tempo, trabalho e recursos:
Se
nós alimentamos esse tipo de comportamento de fuga; ao longo do tempo podem
surgir problemas mais enraizados e graves: doenças degenerativas; nódulos;
tumores; câncer etc.
Estudar
nossas emoções é um ótimo remédio...
Esse
comportamento é em parte fruto da instrução travestida de educação:
No
lento processo de adoecer ensinamos as crianças a ficarem doentes para ganhar
mais atenção; carinho; além de justificar algo e até para vampirizar a energia
dos outros.
Já
fizeram isso comigo é agora o que fazer?
Sempre
é possível ao adulto trilhar o caminho inverso e curar a sua criança
interior através da reeducação...
O
que nos impede de começar certo e não repassar esse mico aos que chegam na
experiência da vida?
NÃO
ENSINE A CRIANÇA A ADOECER.
Ah! E não adianta xilicar nem emburrar com Deus ou o destino pedindo a saúde e a sanidade que desperdiçou...


