O MEDO É A ANTÍTESE DO AMOR.
É preciso perder o medo de amar.
Parte do estado de estar só deriva do medo.
O medo é uma reação natural do instinto de sobrevivência das espécies.
No ser humano; ele passa a ser
interpretado; o que o torna polar: objetivo/subjetivo.
Desse ponto em diante, a coisa se complica para a paz; e o nosso temor de nos relacionarmos com os outros; pode assumir todos os matizes possíveis.
A sensação de medo de não ser aceito, de sofrer, do abandono..., já individualizada pelo raciocínio (quase) contínuo recebe sem cessar a influência dos mais diversos tipos de experiências negativas nos relacionamentos da própria pessoa e das em torno; isso vitamina o temor de uma pessoa pela outra em virtude do receio de que essas experiências negativas se repitam.
Vivemos num universo de energias e vibrações, amor e ódio são polaridades de alta vibração. Quem odeia já amou com intensidade e pode retornar ao estado vibratório de amor. Já o medo transita em baixas vibrações com poder de reduzir a frequência vibracional amorosa e até odienta.
O que acha?

