domingo, 6 de setembro de 2026

 

A ARTE DA BOA MORTE

Parte 3

Continuando...

A CRISE DA MORTE

Será que a pessoa sofreu?

A morte foi rápida!

Não sofreu morreu como um passarinho!

Para alguns a morte é livramento, libertação para outros em razão das variadas crenças significa perda, dor, sofrimento em razão de apego e culpa.

Recomendo a leitura do livro com esse título de Ernesto Bozzano; além das experiências de vários autores atuais com relação às experiências de quase morte e o ideal é que busquemos conhecer as várias formas de visão através das vivências para discernir com lógica a respeito de tão importante tema.

Resumindo:

O desencarne pode levar de minutos até muitos dias, e o desligamento do corpo astral do corpo físico quando possível é feito por especialistas do lado de lá (tanto os da luz quanto os das sombras); raras pessoas que labutam nesta dimensão, já têm competência para executá-lo em si mesmo.

As condições em que nós vivemos, desde a condição psicológica no momento e as causas que levaram à morte, são fatores determinantes na forma como estaremos durante o processo e logo a seguir.

Alguns fatores têm peso importante para boa parte de nós:

O medo, a culpa e o apego ao mundo físico interferem no momento de despolarização, retarda o desfecho, dificulta o processo e gera expectativa e sofrimento tanto para quem fica quanto para quem vai.

O sentimento de posse dos familiares ao que está partindo cria e mantém uma corrente energética de interferência, que pode ser chamada até de obsessão - perturbando o desenlace natural; a equipe de técnicos do lado luz da força usa um recurso eficaz: a melhora antes da morte faz com que os familiares relaxem o vínculo do apego e a pessoa se despolariza com mais facilidade; vale lembrar que confundimos falta de soberania emocional com sentimento de amor ao que se foi. No Cristianismo há uma passagem “Deixem os mortos enterrarem seus mortos” que se interpretada á luz do que se sabe hoje pode ser muito útil...

E os primeiros momentos depois de chegar do lado de lá?

Muitos nem sabem que morreram e quando descobrem precisam começar a viver do lado de lá. Alguns levam muito tempo para lembrar o nome, polaridade sexual em que se encontravam etc.

Importante pesquisar, para atualizar o sistema de crenças responsável por grande parte das dificuldades em seguir vivendo...

Continua...



 

 



A ARTE DA BOA MORTE

Parte 2

Continuando...

A cada situação em que nos deparamos com o tema novas questões podem ser aventadas e na tentativa de respondê-las com boa vontade e honestidade continuamos a reciclagem.

QUANDO CHEGA A HORA?

Quem determina o momento, as circunstâncias e a forma?

Sempre é o interessado; através da resultante de suas escolhas da consciência ao longo do processo evolutivo que podem ser modificadas através da REPARAÇÃO até um certo limite.

Exemplo:

Uma pessoa morreu de enfarte. A morte considerada às vezes prematura foi fruto do conjunto de suas escolhas: Estilo de vida, hábitos, pequenos vícios, dieta inadequada, estresse crônico, etc. Entretido em alcançar suas metas de Hedonismo não percebeu ou não quis perceber nos avisos do cotidiano a necessidade de reformular o temperamento, o caráter; de reciclar objetivos de vida; dos hábitos sedentários...; esse tipo de morte é ao mesmo tempo: consequência das escolhas da forma de viver e abandono do atual Projeto de Vida semiconsciente que não deixa de ser uma escolha; pois sempre somos notificados por sintomas subjetivos e doenças; então amparados pelas crenças alienantes avançamos para o abandono quase consciente que trará consequências funestas na trajetória evolutiva tanto no drama de consciência do pós morte quanto nas tendências para adoecer na(s) próxima(s) existência(s).

O QUE NOS AGUARDA ao chegar do lado de lá?

Continua?

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A ARTE DA BOA MORTE

Parte 1

Já sabe que vai morrer né?

Então por que não fazer isso direito?

As crenças não atualizadas se tornaram amedrontadoras gerando a fuga ao entendimento de um dos eventos cruciais desta experiência em andamento: nascer e morrer, ou melhor: atravessar a barreira energética vibratória que separa esses dois eventos cruciais na evolução num vai e vem: renasceu aqui morreu do lado de lá, morreu do lado de cá voltou para o lado de lá etc.

REFLEXÕES PREPARATÓRIAS

Se eu morresse hoje?

Para onde iria? – Com quem estaria? – Em que condições?

Para responder com clareza a essas dúvidas o primeiro passo é aperfeiçoar o conhecimento sobre a vida, compreendemos melhor os objetivos e finalidades do ciclo nascer, morrer, renascer passo a passo.

A reflexão sistemática torna-se uma ferramenta útil para compreendermos a morte dominando o temor e ajuda a estarmos sempre prontos, pois a qualquer momento estaremos de novo vivendo esta experiência embora a tenhamos toda vez que adormecemos; pois nossa consciência saí do corpo físico quer gostemos acreditemos ou não.

Alguns questionamentos podem ser úteis:

Observo a morte como algo a ser combatido? Ou ela é apenas um fenômeno natural de uma fase a ser ultrapassada? Penso, e debato sobre o tema com naturalidade? Se evito, onde se localizam meus bloqueios? No temor da perda? Nas fixações do dogmatismo religioso? Na crise de consciência que me força a eliminar vícios e modificar hábitos de que tanto gosto? Faço confusão entre a crise da morte e o julgamento de consciência do pós - morte? Minhas crenças podem alterar a ordem natural dos acontecimentos? Há diferença entre o medo da própria morte e o da morte de criaturas do meu convívio? No momento, seria mais conveniente crer na continuidade da vida após a morte ou que ela seja o fim de tudo?

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a continuidade...

Vai continuar a reflexão ou vai fazer de conta que...

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