A DIETA E A DOR
Não há um ser humano igual ao outro; podemos ser parecidos;
mas, nunca iguais.
Sendo diferentes; a cada organismo deve ser oferecido o
alimento que lhe é adequado.
Se os pais estudassem os filhos a qualidade de vida no mundo
seria outra – dentre as tarefas da família; uma importante é a individualização
da dieta da criança em concordância com suas tendências orgânicas e
personalidade. Trabalho que deve ser feito com bom humor e alegria. Mas, como
isso não faz parte do DNA cultural da puericultura; daí que sempre é possível
mudar ao longo da existência.
Ao adulto sempre é
possível individualizar a dieta em qualquer época:
De certa forma, quer queiram, quer não, por bem ou por mal, uma
ainda pequena parte das pessoas acaba individualizando a dieta ao longo da
vida, dia menos dia.
Quase sempre do jeito mais difícil e sofrido, sob pressão da doença ou do sofrer (uma ajuda do tipo: ou muda ou sofre; até morre antes do seu tempo escolhido).
O estímulo mais forte para reciclar hábitos ainda é fugir da revolta das células e órgãos como: enxaqueca, gastrite, úlceras de estômago ou do duodeno, colites, pedras ou inflamações da vesícula, dos problemas de fígado, dos cálculos renais, crises de urticária, rinites, sinusites etc.
Mais adequado e inteligente é mudar por opção, segundo o ritmo e a forma que o indivíduo venha a escolher; sempre as danadas das escolhas; pois, a mudança forçada traz consigo uma carga de revolta e de não aceitação que pode ser evitada, apenas com um pouco mais de observação dos recados que o corpo transmite para a mente estilo: Olha o que está fazendo com a gente seu manezão!
PARA QUEM SE DISPUSER A OUVIR O CORPO FALA...
A expressão corporal se manifesta mediante sensações que são
devolvidas à mente como efeitos de escolhas conscientes, ou não.
A teimosia em ignorar o corpo faz com que muitas vezes ele tente gritar, berrar, espernear, através de uma inflamação, uma dor ou febre e recebe um “cala a boca”, “fica quieto”, que pode se chamar de...
Exemplo: antes que um diabetes se instale o compulsivo por
doces recebe milhares de aviso do corpo:
Olha o diabetes! Cuidado! Aí vem ele. Aguarde-me.
Os avisos costumam ser ignorados com grande ajuda da ilusão
dos recursos mágicos que podem curar.
Escolhemos não dar ouvidos ao corpo e mantemos escolhas caducas e oportunistas; daí teimosamente até podemos encurtar a experiência de vida.
A QUEM CONSTUMO DAR OUVIDOS?
AO MEU CORPO OU AOS...?

