sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

 

A DIETA E A DOR

Não há um ser humano igual ao outro; podemos ser parecidos; mas, nunca iguais.

Sendo diferentes; a cada organismo deve ser oferecido o alimento que lhe é adequado.

Se os pais estudassem os filhos a qualidade de vida no mundo seria outra – dentre as tarefas da família; uma importante é a individualização da dieta da criança em concordância com suas tendências orgânicas e personalidade. Trabalho que deve ser feito com bom humor e alegria. Mas, como isso não faz parte do DNA cultural da puericultura; daí que sempre é possível mudar ao longo da existência.

 

Ao adulto sempre é possível individualizar a dieta em qualquer época:

 

De certa forma, quer queiram, quer não, por bem ou por mal, uma ainda pequena parte das pessoas acaba individualizando a dieta ao longo da vida, dia menos dia.

Quase sempre do jeito mais difícil e sofrido, sob pressão da doença ou do sofrer (uma ajuda do tipo: ou muda ou sofre; até morre antes do seu tempo escolhido).

O estímulo mais forte para reciclar hábitos ainda é fugir da revolta das células e órgãos como: enxaqueca, gastrite, úlceras de estômago ou do duodeno, colites, pedras ou inflamações da vesícula, dos problemas de fígado, dos cálculos renais, crises de urticária, rinites, sinusites etc.

Mais adequado e inteligente é mudar por opção, segundo o ritmo e a forma que o indivíduo venha a escolher; sempre as danadas das escolhas; pois, a mudança forçada traz consigo uma carga de revolta e de não aceitação que pode ser evitada, apenas com um pouco mais de observação dos recados que o corpo transmite para a mente estilo: Olha o que está fazendo com a gente seu manezão!

PARA QUEM SE DISPUSER A OUVIR O CORPO FALA...

A expressão corporal se manifesta mediante sensações que são devolvidas à mente como efeitos de escolhas conscientes, ou não.

A teimosia em ignorar o corpo faz com que muitas vezes ele tente gritar, berrar, espernear, através de uma inflamação, uma dor ou febre e recebe um “cala a boca”, “fica quieto”, que pode se chamar de... 

Exemplo: antes que um diabetes se instale o compulsivo por doces recebe milhares de aviso do corpo:

Olha o diabetes! Cuidado! Aí vem ele. Aguarde-me.

Os avisos costumam ser ignorados com grande ajuda da ilusão dos recursos mágicos que podem curar.

Escolhemos não dar ouvidos ao corpo e mantemos escolhas caducas e oportunistas; daí teimosamente até podemos encurtar a experiência de vida.



A QUEM CONSTUMO DAR OUVIDOS?

AO MEU CORPO OU AOS...?

 

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