Se tens uma decisão difícil a tomar; se estás inseguro sobre o que fazer: decide com o “coração”.
Não pensa apenas; aprende a sentir.
Sentir não é uma simples questão emocional.
É uma forma de saber que extrapola os sentidos físicos; sentir ou intuir é um dom inato da alma, do qual todos nós somos dotados; apenas ele está submerso no jogo dos interesses do ego; numas pessoas mais; noutras menos.
Nossa mente é problema e solução.
Nesta vida atual, decidir sem pensar é um desastre; decidir apenas usando a mente é outro maior ainda. Mais grave quando permitimos que mentes alheias tomem decisões em nossas vidas.
Uma dificuldade é que nossa mente é muito mentirosa – isso, também é fruto da educação baseada no medo, mentira, suborno e chantagem, a que predomina na atualidade. Mentimos o dia inteiro; em especial a nós mesmos abusando das desculpas e justificativas.
Para desfazer esse nó cego da evolução, é urgente:
O conhecimento da verdade.
“Somente a verdade vos libertará...” , “Eu sou o caminho, a verdade a vida...”, “... Ninguém vai ao Pai senão através de Mim...” (Jesus).
Criamos muitos embaraços uns aos outros durante nossa evolução; inicialmente por ignorância e depois por teimosia, desleixo e rebeldia. Quantos incontáveis “nós cegos” nas relações entre os homens ainda estão para serem desatados através da caridade e do amor.
É certo que ainda ignoramos muitas coisas, mas as leis básicas da vida para superar esta fase; já são nossas velhas conhecidas; basta apenas pô-las em prática.
Através da:
Capacidade de discernir.
Aprender a separar a verdade natural das verdades humanas é uma necessidade na arte de escolher o melhor para nós e, consequentemente, o melhor para todos os que estão ligados a nós.
Aqui em 3D a ferramenta por excelência para aumentar a capacidade de discernir ou arte de bem escolher é o corpo físico; basta observá-lo, ouvi-lo, senti-lo; e seguir suas sábias recomendações.
Além disso; para que os canais da intuição (comunicação além dos sentidos físicos), sejam desobstruídos; é inteligente eliminar interferências obsessivas através do perdão; e desfazer os bloqueios energéticos gerados pelo kharma, através do fazer além da obrigação.
E nada mais simples e eficaz do que:
A prática da caridade.
Ao aplicarmos a lei do amor e da caridade em todas as escolhas que viermos a fazer, nós permitimos o fluir de nosso sentir ou intuição.
É claro que ainda faremos muitas opções inadequadas, pois nossa compreensão do que seja caridade e amor ainda se confunde muito com egoísmo e orgulho. No entanto se nossas intenções forem boas e claras a correção dos desvios e erros será feita de forma mais fácil, eficiente e alegre.
Para desenvolver o sentir, é preciso desenvolver:
A soberania emocional.
É importante não misturar afetividade com os efeitos das escolhas dos outros e as nossas. Se nosso campo emocional estiver limpo e claro fica muito mais fácil discernir.
A sensação de euforia ou de sofrer turva o raciocínio e dificulta que encontremos as soluções mais fáceis e eficientes para os nossos problemas ou das pessoas que nos são caras.
Ser soberano nas emoções nada tem a ver com ser uma pessoa distante, alheia e fria, ao contrário, não há amor onde as pessoas não são soberanas nas emoções e na afetividade.
Somente o exercício sistemático da vigilância sobre os pensamentos é capaz de proporcionar equilíbrio nas emoções transformando-as em sentimentos.
Lembra quando dissemos que nossa, ainda, mentirosa mente é problema e solução?
De forma consciente e proposital; treine tomar pequenas decisões usando apenas o sentir; apenas ouvindo a voz do coração – você vai adquirir cada vez mais consciência da sabedoria da sua alma e vai se “apaixonar” cada vez mais pela Fonte Criadora.
NAMASTÊ.
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA: “VÊ SE ME ERRA!”...
Numa época a perder de vista e num lugar muito distante, alguém “achou” que educar era discursar; esse estilo de instruir baseado em falatório é responsável por inúmeros distúrbios em nossas vidas. Até certo ponto a criança se defende bem: o falatório entra por um ouvido e sai pelo outro; mas, alguns adultos tem que carregar esse karma, na forma de familiares, chefes, até quase o fim da vida.
Para piorar as coisas, em nossa cultura predomina sempre o negativo; daí, esses obsessores estilo “papagaio alucinado” detonam sua qualidade de vida e a de suas vítimas.
Quando o ambiente está sempre saturado das coisas negativas a pessoa está, de certa forma, impedida identificar e “saborear” suas qualidades.
Em muitos grupos familiares, sociais e de trabalho, quando se analisa uma pessoa apenas são expostos os seus defeitos, raras vezes as suas qualidades. Ao se comentar alguma coisa é só para criticar, cobrar ou recriminar.
Devido a terem crescido em locais onde predominou sempre esse tipo de atitudes e de comportamento as pessoas adultas não percebem que são maledicentes e até violentas, e que na presença da pessoa que é vítima de seus comentários, às vezes, tem uma postura diferente. Percebem menos ainda que seus filhos vão copiar esse padrão que vem rolando geração após geração, cada vez mais hipócrita – muitos adultos conseguiram superar essa doença educacional – as crianças de hoje se defendem com mais naturalidade e classe: - Chega! Não sou surdo! Você já falou isso mil vezes! – Vê se me esquece!
A encrenca começa na infância: ao ser impedida de desenvolver relações humanas alicerçadas na confiança mútua parte das crianças tornam-se desconfiadas das intenções dos outros projetando-se nelas. E mantendo-se sempre alerta como se todos fossem adversários ou inimigos. Caso não traga algumas “qualidades” em seu DNA, crescendo nesse tipo de “berço”, sua agressividade estará sempre à flor da pele para ser aplicada nas outras pessoas, nas coisas, nos animais.
Principalmente dentro do lar a vigilância à maledicência pode modificar totalmente o padrão vibratório da casa; criando um ambiente aconchegante onde as pessoas se sintam bem. Além disso, cada palavra e cada atitude tem o seu padrão vibratório específico. Onde se comente o bem e se valorize as coisas boas todo mundo vai se desenvolver melhor e mais feliz – ao contrário, é o habitual, as pessoas adoecem com mais freqüência, em especial as crianças cuja energia é “vampirizada” pelas pessoas adultas da casa que tem esse tipo de comportamento.
Da maledicência crônica á calunia e á difamação é um passo. Muitas pessoas que se imaginam boas, estão viciadas em falar mal dos outros ou comentar a vida alheia sem descanso; algumas já não são mais capazes de distinguir uma atitude da outra.
Dia destes no consultório aprendi mais uma - quando somos o “alvo” preferido desse tipo de energia de algumas pessoas uma forma de defender nossa sanidade: Fulano, vê se me erra! (Pode ser até em pensamento para não cutucar o vampiro).
Aproveitando a boa “energia natalina”, busquemos reciclar nossa conduta.
Se, queres paz e felicidade:
Aprende desde hoje a exercitar a tolerância e o entendimento, pois: virtudes são conquistas; não dádivas.
Distribui paciência e bondade a todos que te cercam.
Auxilia enquanto podes.
Ampara quanto seja possível.
Alivia quanto sejas capaz.
Procura fazer o bem sem olhar a quem, quanto gostarias que te fosse feito. Enquanto podes...
Desculpa sempre, porque ninguém fugirá á lei de retorno.
Procura sempre a boa parte que há em cada um de nós, pois a apreciação unilateral é sempre um desastre. Busquemos sempre o melhor lado das coisas, das situações, das pessoas.
Para que façam o mesmo conosco; enquanto estamos a “caminho” com eles.
Caso não consigas; ao menos:
VÊ SE ME ERRA!
Para piorar as coisas, em nossa cultura predomina sempre o negativo; daí, esses obsessores estilo “papagaio alucinado” detonam sua qualidade de vida e a de suas vítimas.
Quando o ambiente está sempre saturado das coisas negativas a pessoa está, de certa forma, impedida identificar e “saborear” suas qualidades.
Em muitos grupos familiares, sociais e de trabalho, quando se analisa uma pessoa apenas são expostos os seus defeitos, raras vezes as suas qualidades. Ao se comentar alguma coisa é só para criticar, cobrar ou recriminar.
Devido a terem crescido em locais onde predominou sempre esse tipo de atitudes e de comportamento as pessoas adultas não percebem que são maledicentes e até violentas, e que na presença da pessoa que é vítima de seus comentários, às vezes, tem uma postura diferente. Percebem menos ainda que seus filhos vão copiar esse padrão que vem rolando geração após geração, cada vez mais hipócrita – muitos adultos conseguiram superar essa doença educacional – as crianças de hoje se defendem com mais naturalidade e classe: - Chega! Não sou surdo! Você já falou isso mil vezes! – Vê se me esquece!
A encrenca começa na infância: ao ser impedida de desenvolver relações humanas alicerçadas na confiança mútua parte das crianças tornam-se desconfiadas das intenções dos outros projetando-se nelas. E mantendo-se sempre alerta como se todos fossem adversários ou inimigos. Caso não traga algumas “qualidades” em seu DNA, crescendo nesse tipo de “berço”, sua agressividade estará sempre à flor da pele para ser aplicada nas outras pessoas, nas coisas, nos animais.
Principalmente dentro do lar a vigilância à maledicência pode modificar totalmente o padrão vibratório da casa; criando um ambiente aconchegante onde as pessoas se sintam bem. Além disso, cada palavra e cada atitude tem o seu padrão vibratório específico. Onde se comente o bem e se valorize as coisas boas todo mundo vai se desenvolver melhor e mais feliz – ao contrário, é o habitual, as pessoas adoecem com mais freqüência, em especial as crianças cuja energia é “vampirizada” pelas pessoas adultas da casa que tem esse tipo de comportamento.
Da maledicência crônica á calunia e á difamação é um passo. Muitas pessoas que se imaginam boas, estão viciadas em falar mal dos outros ou comentar a vida alheia sem descanso; algumas já não são mais capazes de distinguir uma atitude da outra.
Dia destes no consultório aprendi mais uma - quando somos o “alvo” preferido desse tipo de energia de algumas pessoas uma forma de defender nossa sanidade: Fulano, vê se me erra! (Pode ser até em pensamento para não cutucar o vampiro).
Aproveitando a boa “energia natalina”, busquemos reciclar nossa conduta.
Se, queres paz e felicidade:
Aprende desde hoje a exercitar a tolerância e o entendimento, pois: virtudes são conquistas; não dádivas.
Distribui paciência e bondade a todos que te cercam.
Auxilia enquanto podes.
Ampara quanto seja possível.
Alivia quanto sejas capaz.
Procura fazer o bem sem olhar a quem, quanto gostarias que te fosse feito. Enquanto podes...
Desculpa sempre, porque ninguém fugirá á lei de retorno.
Procura sempre a boa parte que há em cada um de nós, pois a apreciação unilateral é sempre um desastre. Busquemos sempre o melhor lado das coisas, das situações, das pessoas.
Para que façam o mesmo conosco; enquanto estamos a “caminho” com eles.
Caso não consigas; ao menos:
VÊ SE ME ERRA!
domingo, 19 de dezembro de 2010
ESTRESSE INÚTIL DETONA A MEMÓRIA
Atualmente um novo problema parece estar associado ao desgaste da capacidade de fixação dos fatos acontecidos:
Excesso ou sobrecarga de notícias e informação.
As “novidades” dos tempos modernos chegam até nós através dos mais variados meios: jornal, revista, rádio, televisão, cinema, fax, carta, e-mail, internet, escola, cursos, etc.
Muitas vezes essa avalanche de diz que diz supera nossa capacidade de compreensão eficaz.
Essa dificuldade de apreensão e, conseqüentemente, de memorizar tem muito a ver com o estresse desencadeado com a ajuda do excesso de estímulos e solicitação; com maior dano quando acompanhado de medo e ansiedade.
Evidentemente que, em curto prazo, o estresse até habilita nosso cérebro a reagir mais prontamente aos estímulos, sendo essa a função primária da ansiedade do estresse.
Na evolução da espécie para acompanhar as transformações em Gaia; nossa mente analógica está sendo transformada em digital; é fácil perceber que boa parte das crianças da atualidade já vem com uma mente mais digital, de fábrica.
Em longo prazo, entretanto, o desgaste supera a eficiência.
Algumas pesquisas na área do estresse calculam que, ao fim de cerca de 30 minutos, os hormônios do estresse (adrenalina, cortisona e outros) começam a desativar as moléculas que transportam glucose para o hipocampo, deixando assim essa parte do cérebro com pouca energia.
Depois de períodos mais longos, os hormônios do estresse podem acabar comprometendo seriamente as ligações entre neurônios, fazendo o hipocampo reduzir ao máximo sua ação, tal como uma espécie de atrofia funcional.
Ela é reversível se o estresse for curto; mas um estado de estresse que demora meses ou anos, pode acabar inutilizando definitivamente neurônios do hipocampo – tornando as pessoas mais “esquecidas” e mais “burras”; daí, mais manipuláveis, verdadeiras cobaias sapiens - sapiens; pois, é vero que, quem garante a eficácia da memória em 3D, indiretamente da consciência que se tem do vivido, é o hipocampo; portanto, havendo dano dessa estrutura cerebral a capacidade de fixação da memória estará prejudicada.
Para preservar o Hipocampo – dentre outras coisas:
Selecione as informações.
Diminua o estresse inútil.
Seja honesto: não se aposse dos problemas dos outros; preocupe-se apenas com o que lhe pertence.
Viva uma situação de cada vez; um dia após o outro...
Excesso ou sobrecarga de notícias e informação.
As “novidades” dos tempos modernos chegam até nós através dos mais variados meios: jornal, revista, rádio, televisão, cinema, fax, carta, e-mail, internet, escola, cursos, etc.
Muitas vezes essa avalanche de diz que diz supera nossa capacidade de compreensão eficaz.
Essa dificuldade de apreensão e, conseqüentemente, de memorizar tem muito a ver com o estresse desencadeado com a ajuda do excesso de estímulos e solicitação; com maior dano quando acompanhado de medo e ansiedade.
Evidentemente que, em curto prazo, o estresse até habilita nosso cérebro a reagir mais prontamente aos estímulos, sendo essa a função primária da ansiedade do estresse.
Na evolução da espécie para acompanhar as transformações em Gaia; nossa mente analógica está sendo transformada em digital; é fácil perceber que boa parte das crianças da atualidade já vem com uma mente mais digital, de fábrica.
Em longo prazo, entretanto, o desgaste supera a eficiência.
Algumas pesquisas na área do estresse calculam que, ao fim de cerca de 30 minutos, os hormônios do estresse (adrenalina, cortisona e outros) começam a desativar as moléculas que transportam glucose para o hipocampo, deixando assim essa parte do cérebro com pouca energia.
Depois de períodos mais longos, os hormônios do estresse podem acabar comprometendo seriamente as ligações entre neurônios, fazendo o hipocampo reduzir ao máximo sua ação, tal como uma espécie de atrofia funcional.
Ela é reversível se o estresse for curto; mas um estado de estresse que demora meses ou anos, pode acabar inutilizando definitivamente neurônios do hipocampo – tornando as pessoas mais “esquecidas” e mais “burras”; daí, mais manipuláveis, verdadeiras cobaias sapiens - sapiens; pois, é vero que, quem garante a eficácia da memória em 3D, indiretamente da consciência que se tem do vivido, é o hipocampo; portanto, havendo dano dessa estrutura cerebral a capacidade de fixação da memória estará prejudicada.
Para preservar o Hipocampo – dentre outras coisas:
Selecione as informações.
Diminua o estresse inútil.
Seja honesto: não se aposse dos problemas dos outros; preocupe-se apenas com o que lhe pertence.
Viva uma situação de cada vez; um dia após o outro...
sábado, 18 de dezembro de 2010
CONSCIÊNCIA BIPOLAR
O clássico e psiquiátrico comportamento bipolar é a manifestação do estado de consciência bipolar em amalucado descontrole.
Este é um universo de polaridades complementares.
O desequilíbrio e a não integração, traz distúrbios consideráveis através de conflitos de todos os tipos e matizes; tanto internos quanto com o meio externo.
Embora não sirva de álibi; nós não tivemos permissão para ser eu mesmo; a educação e a cultura nos remeteram para fora de nossa pessoa.
Para que sejamos aceitos e até amados; nossos valores e visão de mundo têm que estar submetidos aos ditames e à maneira de perceber a vida da maioria ou sociedade.
Não poderia ser diferente; e sob esse jugo nós nos tornamos seres muito mais reativos em permanente conflito conosco e com o meio do que pacíficos proativos.
Pela pobreza de raciocínio, nossa consciência vive interminável conflito entre várias polaridades como: certo e errado; bom e gostoso; devo ou não devo; é ou não permitido.
E a cada dia que passa, nós estamos sujeitos a desagregar, ainda mais, nossa personalidade ao limite do distúrbio psiquiátrico; ao nos polarizarmos num ou noutro pólo sem fluir a comunicação entre eles.
O risco aumenta a olhos vistos; pois hoje tudo muda muito rápido, de conhecimento a valores ético/morais, deixando as pessoas desadaptadas o tempo todo, e isso, com certeza é um fator dos mais importantes a complicar a vida na hora de definir o que escolher, como e para que.
Porém, é preciso que fique claro: nenhuma desculpa pode ser dada.
Mesmo sob a pressão do modo de viver de hoje, a bagagem evolutiva de cada um (inscrição no DNA) faz a diferença.
Na atualidade a postura da maior parte das crianças abaixo dos cinco anos deixa isso bem evidente.
Observe como muitas pessoas já nasceram sabendo distinguir o que é mais importante do que é menos importante para cada momento de suas vidas.
Para essas pessoas, a influência do meio ambiente no reposicionamento e na ratificação de suas escolhas não terá um peso tão decisivo quanto para outros que ainda não definiram seus valores íntimos, muito menos os alinharam ás leis da ética cósmica.
Para evitar a bipolaridade psiquiátrica e as drogas que aprisionam a consciência entre pólos (o drogado e o medicado vivem no limbo de si mesmos); é urgente respirar fundo e parar para pensar, a fim de discernir; e definir de uma vez por todas:
Quem sou eu?
O que faço aqui?
O momento também é de separar o que são valores criados pelo homem do que são os valores onde se assentam as leis cósmicas.
Em fase final deste ciclo em Gaia:
Tudo nos dias atuais flui mais rápido alertando para a necessidade de identificar e selecionar prioridades; separando o que é importante do que é menos em cada momento.
De certa forma a maioria de nós está com um pé na bipolaridade psiquiátrica. Para alguns é questão de horas, dias, meses – a menos que definições sejam efetuadas e mudanças colocadas em prática.
Relembrando o que já colocamos em artigos anteriores neste e nos nossos outros bloogs (links ao lado - Recomendo).
Kit de sobrevivência:
- Meditação – Recuperar a respiração – Atividade física – Reciclar a dieta.
Kit de emergência:
- Conhecimento de nós mesmos.
Mas acima de tudo:
O COMPORTAMENTO BIPOLAR ESPELHA A CONSCIÊNCIA BIPOLAR.
Este é um universo de polaridades complementares.
O desequilíbrio e a não integração, traz distúrbios consideráveis através de conflitos de todos os tipos e matizes; tanto internos quanto com o meio externo.
Embora não sirva de álibi; nós não tivemos permissão para ser eu mesmo; a educação e a cultura nos remeteram para fora de nossa pessoa.
Para que sejamos aceitos e até amados; nossos valores e visão de mundo têm que estar submetidos aos ditames e à maneira de perceber a vida da maioria ou sociedade.
Não poderia ser diferente; e sob esse jugo nós nos tornamos seres muito mais reativos em permanente conflito conosco e com o meio do que pacíficos proativos.
Pela pobreza de raciocínio, nossa consciência vive interminável conflito entre várias polaridades como: certo e errado; bom e gostoso; devo ou não devo; é ou não permitido.
E a cada dia que passa, nós estamos sujeitos a desagregar, ainda mais, nossa personalidade ao limite do distúrbio psiquiátrico; ao nos polarizarmos num ou noutro pólo sem fluir a comunicação entre eles.
O risco aumenta a olhos vistos; pois hoje tudo muda muito rápido, de conhecimento a valores ético/morais, deixando as pessoas desadaptadas o tempo todo, e isso, com certeza é um fator dos mais importantes a complicar a vida na hora de definir o que escolher, como e para que.
Porém, é preciso que fique claro: nenhuma desculpa pode ser dada.
Mesmo sob a pressão do modo de viver de hoje, a bagagem evolutiva de cada um (inscrição no DNA) faz a diferença.
Na atualidade a postura da maior parte das crianças abaixo dos cinco anos deixa isso bem evidente.
Observe como muitas pessoas já nasceram sabendo distinguir o que é mais importante do que é menos importante para cada momento de suas vidas.
Para essas pessoas, a influência do meio ambiente no reposicionamento e na ratificação de suas escolhas não terá um peso tão decisivo quanto para outros que ainda não definiram seus valores íntimos, muito menos os alinharam ás leis da ética cósmica.
Para evitar a bipolaridade psiquiátrica e as drogas que aprisionam a consciência entre pólos (o drogado e o medicado vivem no limbo de si mesmos); é urgente respirar fundo e parar para pensar, a fim de discernir; e definir de uma vez por todas:
Quem sou eu?
O que faço aqui?
O momento também é de separar o que são valores criados pelo homem do que são os valores onde se assentam as leis cósmicas.
Em fase final deste ciclo em Gaia:
Tudo nos dias atuais flui mais rápido alertando para a necessidade de identificar e selecionar prioridades; separando o que é importante do que é menos em cada momento.
De certa forma a maioria de nós está com um pé na bipolaridade psiquiátrica. Para alguns é questão de horas, dias, meses – a menos que definições sejam efetuadas e mudanças colocadas em prática.
Relembrando o que já colocamos em artigos anteriores neste e nos nossos outros bloogs (links ao lado - Recomendo).
Kit de sobrevivência:
- Meditação – Recuperar a respiração – Atividade física – Reciclar a dieta.
Kit de emergência:
- Conhecimento de nós mesmos.
Mas acima de tudo:
O COMPORTAMENTO BIPOLAR ESPELHA A CONSCIÊNCIA BIPOLAR.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
O INESPERADO
Aquilo que não era esperado necessita de um longo tempo de preparo para que se apresente.
Pensou, aconteceu…
Ao emitirmos uma onda de pensamento continuado, sustentado por horas, dias, meses ou anos, criamos uma possibilidade de acontecer, de precipitar algo; tão mais forte quanto mais tenha sido exercitado.
Pensamentos caóticos geram forças do destino caóticas e desordenadas que apenas precisam de um gatilho para ser acionadas.
Pensamentos ordenados, coerentes e inteligentes geram fatos, ocorrências ordenadas e inteligentes.
Daí há bons e maus acontecimentos inesperados.
O inesperado era mais do que aguardado...
O INESPERADO ESTÁ INCLUSO NUMA REDE INTERATIVA DE ACONTECIMENTOS.
A força que faz com que as coisas do destino aconteçam sob aparente descontrole, é proporcional ao tempo gasto para produzir aquele fato; à sua repetição; e à intensidade dos efeitos que nossas decisões provocaram como influência na nossa; e na vida de outras pessoas ou até mesmo no meio ambiente.
Ao ampliarmos nossa consciência fica clara a percepção:
O inesperado foi longamente planejado e decidido por nós mesmos, pelas nossas escolhas. E também pelas escolhas que outros fizeram por nós; e que permitimos ou avalizamos; pois, as pessoas só interferem na minha vida e no meu destino se dou permissão.
Inesperado, coincidência, fatalidade, é o produto final de um conjunto de escolhas que não reciclamos; e que saíram do foco da consciência até que nos atinja.
NA REALIDADE O INESPERADO É UM DOS INCONTÁVEIS BUMERANGUES QUE ATIRAMOS NO TÚNEL DO TEMPO - E QUE SURGE DE REPENTE NÃO MAIS DO QUE DE REPENTE...
Pensou, aconteceu…
Ao emitirmos uma onda de pensamento continuado, sustentado por horas, dias, meses ou anos, criamos uma possibilidade de acontecer, de precipitar algo; tão mais forte quanto mais tenha sido exercitado.
Pensamentos caóticos geram forças do destino caóticas e desordenadas que apenas precisam de um gatilho para ser acionadas.
Pensamentos ordenados, coerentes e inteligentes geram fatos, ocorrências ordenadas e inteligentes.
Daí há bons e maus acontecimentos inesperados.
O inesperado era mais do que aguardado...
O INESPERADO ESTÁ INCLUSO NUMA REDE INTERATIVA DE ACONTECIMENTOS.
A força que faz com que as coisas do destino aconteçam sob aparente descontrole, é proporcional ao tempo gasto para produzir aquele fato; à sua repetição; e à intensidade dos efeitos que nossas decisões provocaram como influência na nossa; e na vida de outras pessoas ou até mesmo no meio ambiente.
Ao ampliarmos nossa consciência fica clara a percepção:
O inesperado foi longamente planejado e decidido por nós mesmos, pelas nossas escolhas. E também pelas escolhas que outros fizeram por nós; e que permitimos ou avalizamos; pois, as pessoas só interferem na minha vida e no meu destino se dou permissão.
Inesperado, coincidência, fatalidade, é o produto final de um conjunto de escolhas que não reciclamos; e que saíram do foco da consciência até que nos atinja.
NA REALIDADE O INESPERADO É UM DOS INCONTÁVEIS BUMERANGUES QUE ATIRAMOS NO TÚNEL DO TEMPO - E QUE SURGE DE REPENTE NÃO MAIS DO QUE DE REPENTE...
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