Na atualidade, a mídia tornou-se uma fábrica de sonhos que invade a mente das pessoas para colocar seus produtos através de uma política de marketing extremamente invasiva. O desastre era inevitável; os sonhos alheios se reproduzindo como uma praga mata a esperança; em teoria: a última que não poderia morrer.
Manipular os sonhos alheios envolve riscos incalculáveis para o futuro de todos; tanto dos manipuladores quanto dos que deixam invadir suas mentes.
Nossa vida é um vir a ser sem fim – um mundo de sonhos á espera de virar uma fugaz realidade; no próximo segundo, o segundo atual já é passado – ou será o futuro na dobra do tempo?
O sonho de todo desejo ainda não realizado; é um dia transformar-se em esperança.
É humano idealizar, sonhar, antes de realizar; porém, nem sempre os frutos da imaginação podem ser colhidos e saboreados na hora em que os desejamos; daí a importância do sentimento da esperança.
De quem é o sonho?
Na vida contemporânea, essa pergunta, á primeira vista, estranha é mais do que pertinente; pois, a interferência dos mercadores de sonhos atuando através da mídia; embota o raciocínio das pessoas; e planta idéias e desejos com muita facilidade em suas mentes; como um câncer.
Após caracterizar a idéia acalentada; depois de deixar claro; se, é um ideal ou um devaneio; é necessário também definir sua identidade e origem.
De onde veio esse sonho? Foi uma idéia minha ou foi plantada na minha mente?
Esse problema é antigo; mas, nunca representou tanto perigo quanto nesta era de tecnologia digital.
Milênio após milênio, dia após dia, aos poucos, permitimos que nossos sonhos e desejos fossem induzidos e comandados por mentes estranhas á nossa - nos dizendo: o que é gostoso, o que é bonito, o que é feio, o que é chic, o que é brega, o que é prazer, o que é dor, qual a moda do momento, como viver e como morrer.
Mesmo para os descrentes da justiça natural; mesmo para turma que adora a desculpa do nada a ver – a cada dia a lei de causa e efeito está sendo esfregada em nosso nariz; pois, causa e efeito; já se encontram enquadradas na mesma foto; destruindo milenares mitos, tais como: sorte, azar, milagre, sobrenatural.
Claro que cada um pagará o que deve (nada a ver com sofrer); se foi propaganda enganosa ou artifício para vender e lucrar mais – problema do vendedor; mas, azar do descuidado comprador que não quis ler as entrelinhas do contrato.
Pessoas mais descuidadas não atentam para a gravidade do processo. Intoxicar a mente das pessoas com sonhos inúteis; alguns com prazo de validade vencida; além de matar a esperança; pode ajudar a perder a sanidade, a saúde, matar até; pois, esse mecanismo de manipulação dos sonhos tem importante papel na formação do estresse crônico; potencializado pela quantidade excessiva de informações que deixa a mente cada vez mais inquieta.
Juízo:
Ao deixarmos de tornar bem claras nossas aspirações; nós criamos o estresse inútil potencializado pelo excesso de sonhos ou devaneios não realizados. A sensação de frustração na atualidade é muito forte e criou um problema: a morte da esperança – caracterizada na angústia, depressão e síndrome do pânico.
Cuidado perigo!
Até pouco tempo, nossos instintos adquiridos no reino animal nos sinalizavam perigo ou paz; hora de atacar ou defender, para depois relaxar e procriar; mas, a partir do momento em que fizemos a primeira escolha de vontade própria, tudo mudou - passamos a influenciar; dominar; e a sermos influenciados ou dominados - criando a decepção, a mágoa, o ódio, o orgulho, a avareza, a dor, o sofrer..., todas as não qualidades humanas que devemos substituir passo a passo pelas cósmicas: amor, tolerância, paciência, desprendimento.
O momento exige reflexão; uma parada para avaliar nossa parcela de responsabilidade no contexto da nossa vida e da vida dos que sofreram ou sofrem de alguma forma nossa influência.
Influenciar; manipular...
Será que, até quando cometemos o pecado original; ou a primeira escolha de cada um de nós; que contrariou alguma das leis Divinas nós fomos induzidos?
Será que desde então; nós continuamos a transgredir mais pela vontade dos outros do que pela nossa?
E isso, começa a nos deixar fortemente desalentados e sem esperança?
Será que a serpente que seduziu a Eva chamava-se mídia?
Estamos á beira de um processo coletivo de depressão, angústia, pânico, surto psicótico, loucura, violência. Aos poucos entristecemos, adoecemos. E, o mais triste de tudo, é que nem transgredimos as leis cósmicas de plena vontade própria. E a cada dia, nos esgotamos mais e mais ao darmos ouvidos aos outros; nas novelas; nos noticiários; nos torneios de futebol pré-arranjados; nas corridas de F1 pré-combinadas; nas pesquisas manipuladas, etc.
Há solução?
Quem se encontra motivado para viver segundo seus próprios valores - mesmo que ainda de forma errada e danosa – ao adquirir consciência; sobrevive com a esperança de que muitos e novos caminhos podem abrir-se; se está no caminho certo melhora e aprimora; se no caminho inadequado, muda de rumo.
O momento é o de desligar todos os canais; respirar fundo; bater um papo com nossos botões para eliminar todas as desculpas, justificativas e assumir a responsabilidade que nos cabe; para evitarmos a perda da referência pessoal – pois, devido á educação que recebemos: os adultos enchem a cabeça das crianças de expectativas e não vacinam contra frustrações.
Somos analfabetos em se tratando de ler a vida; boa parte de nós não consegue interpretar um texto de duas laudas; daí; há um tremendo descompasso entre nossa capacidade de filtrar informações e a enxurrada delas, propiciada pela tecnologia e a mídia de consumo. Educados a viver segundo o que se passa no meio externo, perdemos de vez a referência pessoal do que é importante ou não para nós; isso, desagrega, mata e enlouquece.
Nesse contexto; era inevitável a perda do senso de limites que estão sendo extrapolados a jato.
O estilo de vida consumista está consumindo o próprio homem.
Ao admitir que; eu não agüento mais viver dessa forma, sinalizo claramente que, perdi o senso de fronteiras do que é possível, do que é real, ou do que é ilusão.
Na arte de influenciar e ser influenciado, a melhor política pessoal talvez seja deixar claro: se quiser seguir minhas idéias e ideais que o faça por sua própria conta e risco. Ao invés de caminhar atrás de mim; caminhe ao meu lado para que juntos possamos decidir o melhor caminho a seguir.
Só os tolos têm vocação para guru...
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sábado, 7 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
CONDUTA DE RISCO OU ESTILO DE VIDA FOOT IN THE GRAVE?
Neste mundo “fast” de economia de mercado; enquanto houver pessoas tentando comprar beleza, longevidade e cura; haverá outras tentando vender esses produtos...
Procom Cósmico?
Os problemas de propaganda enganosa serão resolvidos nos tribunais da consciência de cada um.
Tudo o que é apregoado pela medicina como fator de risco para evitar doenças e morte; tornou-se um invejado jeito meio “look” de viver – ou no caipirês: nóis capota; mas num breca – um tipo de “Happy Hour” existencial que decorre do crescimento técnico e científico em ritmo acelerado; que não se fez acompanhar do mesmo desenvolvimento ético; o que, gerou desequilíbrio.
As pessoas nunca beberam tanto, fumaram tanto, comeram tanto nem se drogaram ou remediaram tanto; quanto hoje.
Mas, por que não se fala nisso? – Ora; porque é normal?
Por quê?
A pressão exercida sobre nós pela sociedade cujos valores estão assentados no ter – possuir - poder e baseados na competição amplia ao extremo a dicotomia entre ser e parecer, o que desencadeia permanente conflito de objetivos existenciais cuja intensidade é proporcional à evolução de cada um.
Nada tão simples assim; pois:
As pessoas não tomam tantos remédios; bebem tanto; fumam demais; usam drogas; á toa – há motivos; e cada qual escolhe os seus.
Há motivos comuns dentro do estilo de vida adotado ou imposto:
Neste conjunto de circunstâncias sociais para que existam vencedores deve haver vencidos; daí esta situação de ganha-perde é geradora de kharma que desencadeia conflitos íntimos e de relação; o que leva as pessoas a comerem além da conta; beberem além da conta; drogarem-se além da conta; tomarem remédios além da conta; daí que adoecem além da conta; e geram violência social além da conta. Qual a razão da redundância: além da conta? – débitos; que podem ser parcelados ou executados para os caloteiros contumazes no desperdício dos bens da vida – cuidado ao tentar passar o cartão! – O camburão cósmico pode estar á tua espera na porta! – E o passivo do além da conta de hoje, que não demos conta de pagar; será pago também no além; e talvez no pós-além...
A competição pressiona vencedores e vencidos; é natural que o vencedor sinta-se insubstituível, e que para manter-se na posição, é preciso estar alerta o tempo todo. Esse quadro de tensão é agravado pela insegurança gerada pelas notícias, oscilações da bolsa de valores, mudanças na economia mundial, por governos volúveis, por catástrofes..., e essa ansiedade pode gerar medo, angústia pânico, fobias, depressões..., acrescente-se o sentimento de culpa pela forma de chegar ao topo; mais o medo de perder a condição de vencedor que, conduz à desconfiança em relação ao que estão próximos e, temos um retrato da vida de muitos nossos amados e conhecidos. Mas, como tudo na vida é reciclável e pode ser usado; essas pessoas são um excelente investimento para se ganhar dinheiro: basta fazer e pagar um seguro de vida em nome delas tendo você como beneficiário: é dinheiro em caixa; na moleza.
Mais pé na cova, é quem se julgava indispensável; e, é descartado. Essa é uma situação comum nas empresas; e breve os que são despedidos tornam-se: frustrados, magoados, às vezes podem sentir ódio e solidão; nessa condição, acentuam-se os vícios como fumo, alcoolismo, glutonice, dependência farmacológica: remédio para dormir, para acordar, para abaixar a pressão e depois para o efeito colateral do outro remédio, até que...
Na outra ponta, estão as pressões sobre os não vencedores: alguns não se encorajam á competição; e, sua dinâmica de defesa do ego cria mecanismos de fuga através da acomodação. Estabelecem poucas metas, que atingem com certa facilidade e acabam caindo numa rotina perigosa: Alzheimer á vista.
Outros; se situam numa faixa intermediária, e, enquanto não chega sua vez de vencedores, frustram-se, reprimem-se, descambando às vezes para a violência contra si ou contra os outros.
Questão de estilo de vida?
É; mas, todo juízo é pouco:
Um grande economista cósmico deu uma dica da hora:
“... Não vos canseis pelo ouro...” (O Mestre).
A sociedade da atualidade está voltada para os valores exteriores que instigam à competição a qualquer preço e, a qualquer custo; daí mede-se a criatura pelo que tem e não pelo que é; em razão do quanto pode e, não do que faz. A desordenada preocupação em adquirir a qualquer preço equipamentos, veículos e objetos de propaganda, desarticula a nossa intimidade. Elevamos a ansiedade a níveis extremados; apenas para sermos bem vistos e aceitos no meio social; nós nos angustiamos para vestirmos de acordo com a moda vigente; nós nos inquietamos para estarmos bem informados sobre temas sem importância. O sistema cria um conjunto de situações que abalam o equilíbrio emocional levando à perda da identidade, à desordem psicológica e à confusão de valores – e a viver na zona da conduta de risco do estilo de viver pé na cova.
Não demora e tudo isso, se reflete no corpo ou conduz a distúrbios de conduta como: angústia, TOC; bipolaridade; depressão; pânico.
A tendência é que esse estilo de vida produza cada vez mais vítimas entre aqueles distraídos pela conquista de valores transitórios sem a contrapartida da auto - realização e do aprimoramento pessoal.
Sob esse tipo de pressão constante, é lógico que aumentem as tensões, frustrações, vícios, ansiedade, fobias que ajudam a reforçar as doenças psíquicas que podem materializar-se no corpo; uma vez que isso ocorra os problemas orgânicos desencadeiam novas dificuldades psicológicas, num círculo vicioso.
Para relaxar: Esportes radicais; drogas; comida; sexo com drogas para ereção; bebida; fumo; TV; Internet; remédios...
Alguns de nossos bate papo nos bloogs, serão nesse contexto, quem se descuida em viver a própria vida e praticar os próprios valores - sem ter como escapar dos conflitos, fatalmente adoecerá; ou “fast, fast” passará para o outro lado. Claro que, muitos, se forem rápidos dá prá tirar o pé da cova, a tempo – se adotarem um estilo mais “slow” de viver.
Procom Cósmico?
Os problemas de propaganda enganosa serão resolvidos nos tribunais da consciência de cada um.
Tudo o que é apregoado pela medicina como fator de risco para evitar doenças e morte; tornou-se um invejado jeito meio “look” de viver – ou no caipirês: nóis capota; mas num breca – um tipo de “Happy Hour” existencial que decorre do crescimento técnico e científico em ritmo acelerado; que não se fez acompanhar do mesmo desenvolvimento ético; o que, gerou desequilíbrio.
As pessoas nunca beberam tanto, fumaram tanto, comeram tanto nem se drogaram ou remediaram tanto; quanto hoje.
Mas, por que não se fala nisso? – Ora; porque é normal?
Por quê?
A pressão exercida sobre nós pela sociedade cujos valores estão assentados no ter – possuir - poder e baseados na competição amplia ao extremo a dicotomia entre ser e parecer, o que desencadeia permanente conflito de objetivos existenciais cuja intensidade é proporcional à evolução de cada um.
Nada tão simples assim; pois:
As pessoas não tomam tantos remédios; bebem tanto; fumam demais; usam drogas; á toa – há motivos; e cada qual escolhe os seus.
Há motivos comuns dentro do estilo de vida adotado ou imposto:
Neste conjunto de circunstâncias sociais para que existam vencedores deve haver vencidos; daí esta situação de ganha-perde é geradora de kharma que desencadeia conflitos íntimos e de relação; o que leva as pessoas a comerem além da conta; beberem além da conta; drogarem-se além da conta; tomarem remédios além da conta; daí que adoecem além da conta; e geram violência social além da conta. Qual a razão da redundância: além da conta? – débitos; que podem ser parcelados ou executados para os caloteiros contumazes no desperdício dos bens da vida – cuidado ao tentar passar o cartão! – O camburão cósmico pode estar á tua espera na porta! – E o passivo do além da conta de hoje, que não demos conta de pagar; será pago também no além; e talvez no pós-além...
A competição pressiona vencedores e vencidos; é natural que o vencedor sinta-se insubstituível, e que para manter-se na posição, é preciso estar alerta o tempo todo. Esse quadro de tensão é agravado pela insegurança gerada pelas notícias, oscilações da bolsa de valores, mudanças na economia mundial, por governos volúveis, por catástrofes..., e essa ansiedade pode gerar medo, angústia pânico, fobias, depressões..., acrescente-se o sentimento de culpa pela forma de chegar ao topo; mais o medo de perder a condição de vencedor que, conduz à desconfiança em relação ao que estão próximos e, temos um retrato da vida de muitos nossos amados e conhecidos. Mas, como tudo na vida é reciclável e pode ser usado; essas pessoas são um excelente investimento para se ganhar dinheiro: basta fazer e pagar um seguro de vida em nome delas tendo você como beneficiário: é dinheiro em caixa; na moleza.
Mais pé na cova, é quem se julgava indispensável; e, é descartado. Essa é uma situação comum nas empresas; e breve os que são despedidos tornam-se: frustrados, magoados, às vezes podem sentir ódio e solidão; nessa condição, acentuam-se os vícios como fumo, alcoolismo, glutonice, dependência farmacológica: remédio para dormir, para acordar, para abaixar a pressão e depois para o efeito colateral do outro remédio, até que...
Na outra ponta, estão as pressões sobre os não vencedores: alguns não se encorajam á competição; e, sua dinâmica de defesa do ego cria mecanismos de fuga através da acomodação. Estabelecem poucas metas, que atingem com certa facilidade e acabam caindo numa rotina perigosa: Alzheimer á vista.
Outros; se situam numa faixa intermediária, e, enquanto não chega sua vez de vencedores, frustram-se, reprimem-se, descambando às vezes para a violência contra si ou contra os outros.
Questão de estilo de vida?
É; mas, todo juízo é pouco:
Um grande economista cósmico deu uma dica da hora:
“... Não vos canseis pelo ouro...” (O Mestre).
A sociedade da atualidade está voltada para os valores exteriores que instigam à competição a qualquer preço e, a qualquer custo; daí mede-se a criatura pelo que tem e não pelo que é; em razão do quanto pode e, não do que faz. A desordenada preocupação em adquirir a qualquer preço equipamentos, veículos e objetos de propaganda, desarticula a nossa intimidade. Elevamos a ansiedade a níveis extremados; apenas para sermos bem vistos e aceitos no meio social; nós nos angustiamos para vestirmos de acordo com a moda vigente; nós nos inquietamos para estarmos bem informados sobre temas sem importância. O sistema cria um conjunto de situações que abalam o equilíbrio emocional levando à perda da identidade, à desordem psicológica e à confusão de valores – e a viver na zona da conduta de risco do estilo de viver pé na cova.
Não demora e tudo isso, se reflete no corpo ou conduz a distúrbios de conduta como: angústia, TOC; bipolaridade; depressão; pânico.
A tendência é que esse estilo de vida produza cada vez mais vítimas entre aqueles distraídos pela conquista de valores transitórios sem a contrapartida da auto - realização e do aprimoramento pessoal.
Sob esse tipo de pressão constante, é lógico que aumentem as tensões, frustrações, vícios, ansiedade, fobias que ajudam a reforçar as doenças psíquicas que podem materializar-se no corpo; uma vez que isso ocorra os problemas orgânicos desencadeiam novas dificuldades psicológicas, num círculo vicioso.
Para relaxar: Esportes radicais; drogas; comida; sexo com drogas para ereção; bebida; fumo; TV; Internet; remédios...
Alguns de nossos bate papo nos bloogs, serão nesse contexto, quem se descuida em viver a própria vida e praticar os próprios valores - sem ter como escapar dos conflitos, fatalmente adoecerá; ou “fast, fast” passará para o outro lado. Claro que, muitos, se forem rápidos dá prá tirar o pé da cova, a tempo – se adotarem um estilo mais “slow” de viver.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
DIABETES INFANTIL; BOM OU MAU DESTINO?
O diabetes infantil aumentou de forma desproporcional ao crescimento da população. – O que levou a isso? – As explicação envolve um conjunto de situações: efeitos do estresse crônico; dieta inadequada; vida sedentária; mas, muitas outras formas de leitura dos fatos podem ser agregadas na busca das possíveis causas. Já abordamos o assunto da precocidade em outros artigos.
Como o mal já está feito; o que nos interessa hoje é indagar: na situação da criança com diabetes; isso é um bom ou mau destino? – Claro que a maioria das pessoas vai se escandalizar até com a dúvida; pois, ninguém gostaria de cuidar de um filho diabético – faz parte da nossa cultura: quando sentimos, alegria e facilidades; nós dizemos que o destino é bom; já, se a situação vem acompanhada de dificuldades, ele é mau.
Quando as lições são endereçadas aos outros, até recitamos bordões do tipo: “há males que vem para bem”. Quando é nossa vez de aprender; o discurso é outro.
Como cada ocorrência exige compreensão para que seja aceita; quando vivemos ocorrências parecidas; o que, para uns é o fim do mundo para outros é coisa mais simples.
O primeiro passo, para resolvermos situações que fogem ao nosso controle é aceitá-la tais como elas são; sem perder tempo com reclamos nem choradeira – Pois, o destino de todo mau destino, é um dia se transformar em um bom destino.
Retornando ao assunto em foco: a criança com diabetes – essa situação, pode tornar-se um “presente” tanto para a evolução dela própria, quanto, e principalmente, da família como um todo.
A relação custo/benefício dessa doença; como a de todas as outras; pode ser analisada por vários ângulos diferentes.
O diabetes é uma doença com razoável poder de transformação; pois já carrega consigo; um quê; de ameaça: ou muda ou muda! – além disso, ela já conta com boa divulgação no tocante ás perspectivas da sua evolução; e quanto aos danos que pode causar a médio e longo prazo.
No curto prazo era silenciosa e traiçoeira – hoje não mais, em virtude do estresse crônico; assim como temos a “dança” da pressão arterial; nós temos a “dança” da glicemia: ora lá em cima ora lá em baixo – quando das quedas o mal-estar é intenso; já há risco de vida em casos mais graves. Tudo isso, deixa a família mais atenta ás mudanças de hábitos, em especial o alimentar; que se fazem necessárias.
Quando ocorre na criança:
A aderência ao tratamento é maior; até da própria criança; pois, o tratamento exige uso de insulina e ninguém merece levar picada todo dia.
Quando o diabetes surge num adulto:
O impacto é menor – pois, a obrigação de mudar a dieta; é dele.
No adulto as oscilações da glicemia são quase imperceptíveis; além disso, a crença de que a medicação pode resolver; diminui a vontade de praticar mudanças de hábitos.
No caso da dieta é até engraçado como de forma inconsciente, ás vezes, cometemos pequenas vinganças uns com os outros; por exemplo, se o homem fica diabético a mulher passa a fazer doces em casa como nunca se interessou em fazer – Se, a mulher fica diabética o marido que nunca comia a tal da sobremesa passa a exigi-la – Na vida social, quando diabéticos, somos convidados para mais festas do que antes; e sempre tem aquele espírito de porco que vem com a pegadinha básica: Só um pouquinho não vai fazer mal! – Está uma delícia! – Até as crianças são assediadas – Tadinha! Que dózinha! Mãe deixa ela experimentar só um pedacinho!
De que forma a família pode lucrar com o diabetes da criança?
Muitas e dentre elas:
- Reciclagem dos hábitos da dieta; pois, para que a alimentação da criança não se torne um estorvo; aos poucos todo mundo se ajusta em hábitos mais saudáveis.
- Despertar para a necessidade de atividade física e dos cuidados básicos com o corpo e a higiene de vida, de maneira geral.
- Desenvolver qualidades da ética cósmica como: paciência; disciplina, tolerância; aceitação; desenvolvimento da inteligência para descobrir saídas de resolução ou de convivência com o problema.
- Desenvolvimento da cidadania na leitura de rótulos, bulas, etc.
- Melhora da cultura a respeito da saúde ao buscar compreender a doença.
Relação custo benefício para a criança?
Dentre eles:
- Formação ou reciclagem de hábitos alimentares mais saudáveis.
- Aprender a cuidar do próprio corpo e da vida.
- Valorizar a atividade física.
- Desenvolver qualidades: disciplina; perseverança; aceitação...
- Adquirir a força da vontade.
- Desenvolver o conhecimento de si mesma.
Acima de tudo; continuar viva – pois, o estresse crônico; maus hábitos; vida sedentária...; gera doenças mais graves e mortais; pois, são quase silenciosas – dentre elas algumas representam sério perigo na atualidade: colesterol e triglicérides elevados; obesidade; esteatose hepática (gordura no fígado); hipertensão; enfarte, etc.
Experimente tentar mudar a dieta de uma criança gordinha, com predominância da gordura abdominal só com discurso; vai discursar eternamente – Mas, invente uma forma diária de injeção para emagrecer, por exemplo; rapidinho os resultados aparecem.
Não é prazeroso descobrir que o médico Jesus tinha razão em colocações várias, dentre elas: Bem aventurados os que sofrem; pois, serão consolados (faltou colocarem na escrita: pelo próprio esforço ganharão o pão de cada dia)...
Juntando-se os seus recados; embora encobertos pela teia de muitos interesses; também deixam claro que não existimos para sofrer; basta ativar a inteligência, acionar a vontade, parar com desculpas, justificativas e xororô...
Mas, dentro de nosso assunto:
Diabetes?
Quem precisa dele?
QUE TAL USARMOS ESSA LINHA DE RACIOCÍNIO COM NOSSAS OUTRAS DOENÇAS?
Como o mal já está feito; o que nos interessa hoje é indagar: na situação da criança com diabetes; isso é um bom ou mau destino? – Claro que a maioria das pessoas vai se escandalizar até com a dúvida; pois, ninguém gostaria de cuidar de um filho diabético – faz parte da nossa cultura: quando sentimos, alegria e facilidades; nós dizemos que o destino é bom; já, se a situação vem acompanhada de dificuldades, ele é mau.
Quando as lições são endereçadas aos outros, até recitamos bordões do tipo: “há males que vem para bem”. Quando é nossa vez de aprender; o discurso é outro.
Como cada ocorrência exige compreensão para que seja aceita; quando vivemos ocorrências parecidas; o que, para uns é o fim do mundo para outros é coisa mais simples.
O primeiro passo, para resolvermos situações que fogem ao nosso controle é aceitá-la tais como elas são; sem perder tempo com reclamos nem choradeira – Pois, o destino de todo mau destino, é um dia se transformar em um bom destino.
Retornando ao assunto em foco: a criança com diabetes – essa situação, pode tornar-se um “presente” tanto para a evolução dela própria, quanto, e principalmente, da família como um todo.
A relação custo/benefício dessa doença; como a de todas as outras; pode ser analisada por vários ângulos diferentes.
O diabetes é uma doença com razoável poder de transformação; pois já carrega consigo; um quê; de ameaça: ou muda ou muda! – além disso, ela já conta com boa divulgação no tocante ás perspectivas da sua evolução; e quanto aos danos que pode causar a médio e longo prazo.
No curto prazo era silenciosa e traiçoeira – hoje não mais, em virtude do estresse crônico; assim como temos a “dança” da pressão arterial; nós temos a “dança” da glicemia: ora lá em cima ora lá em baixo – quando das quedas o mal-estar é intenso; já há risco de vida em casos mais graves. Tudo isso, deixa a família mais atenta ás mudanças de hábitos, em especial o alimentar; que se fazem necessárias.
Quando ocorre na criança:
A aderência ao tratamento é maior; até da própria criança; pois, o tratamento exige uso de insulina e ninguém merece levar picada todo dia.
Quando o diabetes surge num adulto:
O impacto é menor – pois, a obrigação de mudar a dieta; é dele.
No adulto as oscilações da glicemia são quase imperceptíveis; além disso, a crença de que a medicação pode resolver; diminui a vontade de praticar mudanças de hábitos.
No caso da dieta é até engraçado como de forma inconsciente, ás vezes, cometemos pequenas vinganças uns com os outros; por exemplo, se o homem fica diabético a mulher passa a fazer doces em casa como nunca se interessou em fazer – Se, a mulher fica diabética o marido que nunca comia a tal da sobremesa passa a exigi-la – Na vida social, quando diabéticos, somos convidados para mais festas do que antes; e sempre tem aquele espírito de porco que vem com a pegadinha básica: Só um pouquinho não vai fazer mal! – Está uma delícia! – Até as crianças são assediadas – Tadinha! Que dózinha! Mãe deixa ela experimentar só um pedacinho!
De que forma a família pode lucrar com o diabetes da criança?
Muitas e dentre elas:
- Reciclagem dos hábitos da dieta; pois, para que a alimentação da criança não se torne um estorvo; aos poucos todo mundo se ajusta em hábitos mais saudáveis.
- Despertar para a necessidade de atividade física e dos cuidados básicos com o corpo e a higiene de vida, de maneira geral.
- Desenvolver qualidades da ética cósmica como: paciência; disciplina, tolerância; aceitação; desenvolvimento da inteligência para descobrir saídas de resolução ou de convivência com o problema.
- Desenvolvimento da cidadania na leitura de rótulos, bulas, etc.
- Melhora da cultura a respeito da saúde ao buscar compreender a doença.
Relação custo benefício para a criança?
Dentre eles:
- Formação ou reciclagem de hábitos alimentares mais saudáveis.
- Aprender a cuidar do próprio corpo e da vida.
- Valorizar a atividade física.
- Desenvolver qualidades: disciplina; perseverança; aceitação...
- Adquirir a força da vontade.
- Desenvolver o conhecimento de si mesma.
Acima de tudo; continuar viva – pois, o estresse crônico; maus hábitos; vida sedentária...; gera doenças mais graves e mortais; pois, são quase silenciosas – dentre elas algumas representam sério perigo na atualidade: colesterol e triglicérides elevados; obesidade; esteatose hepática (gordura no fígado); hipertensão; enfarte, etc.
Experimente tentar mudar a dieta de uma criança gordinha, com predominância da gordura abdominal só com discurso; vai discursar eternamente – Mas, invente uma forma diária de injeção para emagrecer, por exemplo; rapidinho os resultados aparecem.
Não é prazeroso descobrir que o médico Jesus tinha razão em colocações várias, dentre elas: Bem aventurados os que sofrem; pois, serão consolados (faltou colocarem na escrita: pelo próprio esforço ganharão o pão de cada dia)...
Juntando-se os seus recados; embora encobertos pela teia de muitos interesses; também deixam claro que não existimos para sofrer; basta ativar a inteligência, acionar a vontade, parar com desculpas, justificativas e xororô...
Mas, dentro de nosso assunto:
Diabetes?
Quem precisa dele?
QUE TAL USARMOS ESSA LINHA DE RACIOCÍNIO COM NOSSAS OUTRAS DOENÇAS?
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
QUEM É MEU PAI? QUEM É MINHA MÃE
Neste comentário não tratamos da indagação de uma das milhões de crianças de terceiro mundo; abandonadas, órfãs das guerras, genocídios e da miséria – nem tampouco sobre ética cósmica: todos irmãos filhos de um mesmo Pai. Analisaremos alguns aspectos da ação da globalização, mídia de ação rápida, padronização e massificação, na estrutura da nossa vida familiar de modo geral; apenas, cá entre nós.
Nesta vida a mil, até o pedigree foi transferido com rapidez para a liquidez bancária.
Antigamente nascer numa determinada família ou pertencer a determinada classe social podia ser sinônimo de: orgulho, segurança, acesso a determinados prazeres, à educação, ao conhecimento e até ser dono da vida e da morte de outras pessoas. Migrar de uma classe social a outra só com milagre, e a possibilidade de perder essa condição era mais remota e lenta; já hoje, o sujeito deita rico, poderoso e pode acordar pobre, preso ou morto; já deitar pobre e acordar rico é bem raro; mais em sonho.
A massificação social afetou a antiga estrutura da família e estreitou os laços da interatividade.
Até certo ponto, a globalização está acordando aquela pulga colocada atrás da nossa orelha há dois mil anos: “...Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?...” Hoje um sujeito voltado apenas para seus interesses e dos seus familiares está sendo obrigado, a contragosto, a perceber que o bem estar, a segurança, a saúde, e até a sua vida e a dos seus; depende do bem estar, da segurança e da saúde das outras famílias.
A mídia de ação rápida cria tantos desejos e expectativas na cabeça das pessoas, não acompanhadas de um processo justo de distribuição de renda; que a integridade e a vida de muitos, vale o que e o quanto eles carregam consigo; nessas condições muitas pessoas já estão descobrindo um novo conceito de família; daí, já se preocupam e atuam também a favor da família do próximo. Claro que no meio de tantos desejos não satisfeitos e de muita bala perdida; esse trabalho ainda é incipiente; mas é uma questão de tempo para que se torne mais amplo e estendido a toda a sociedade. As pessoas estão descobrindo que nenhum tipo de muro ou de blindagem as deixa a salvo da lei de amor; começam a perceber que a violência implícita atrai a violência explícita; que ostentar riqueza entre miseráveis que lutam para sobreviver é uma violência do mesmo porte da agressão física, senão pior. Que nenhum tipo de criminoso está a salvo da lei natural; não importa a cor do colarinho, ladrão é ladrão; seja descamisado ou engravatado; assassino é assassino seja de tirar a vida do outro, seja de tirar oportunidades de sobrevivência e de progresso, e que nenhum escapará, primeiro de sentir na própria pele, depois mais tarde ao resgate, à reparação. Tudo o que está acontecendo hoje, está nos planos da Natureza, é o momento de centrifugar para depois separar.
Muitos já adotaram e patrocinam o bem estar dos outros, seus irmãos. Outros ainda jazem na revolta e, no não fazer nada para mudar; sentem-se vítimas de tudo e de todos... Para esses vale um lembrete: “nosso tribunal íntimo, não cobra apenas o bem ou o mal que fizermos a nós e aos outros; mas também e principalmente, todo o bem que deixarmos de fazer...”
Quantas pais e mães, passam noites insones enquanto seus filhos e filhas que foram para a noite se divertir não retornam em segurança ao a lar. Preocupam-se com a integridade e com a segurança dos seus em virtude da insegurança e da violência social dos dias de hoje; até adoecem – mas, pouco ou quase nada fazem para ampliar seus afetos, estender o grande amor que tem para uma família um pouco maior: a família social (não é preciso ir longe; até mesmo dentro do lar, a qualquer momento, a vida de nossos filhos pode estar sob a mira de criaturas bem próximas de nós no dia a dia – é urgente questionar o que fazemos por elas; além de lhes dar algumas sobras...).
Na vida nada se perde; para que tudo se transforme.
A insegurança amplia o conceito de família social:
Antes: cães bravos, muros altos e armas eram suficientes para afastar os intrusos de nossa paz familiar, do lar doce lar. Prisioneiros do próprio egoísmo, e da própria incapacidade de dar e receber amor aumentamos o arsenal de defesa com: vidros blindados, exércitos de segurança, alarmes, cofres e senhas secretas, tudo em vão. O estilo de viver atual: mídia de ação rápida; massificação; globalização; tudo isso, feito um rolo compressor, veio mexer nessa ferida, acionar um alarme interno para os que tem olhos de ver e ouvidos de ouvir: é preciso ampliar nosso conceito de família.
Onde não há fome, ninguém rouba e mata por um prato de comida; onde não há excessos, não há violência nem mortes pela cobiça nem pela inveja.
É urgente redefinir e ampliar nosso conceito de família. Essa atitude pode evitar muito sofrimento ligados à interação pessoal. Sofrer que pode chegar quando menos esperamos e de várias formas. Perceber a interdependência além de atitude de inteligência básica e primária; é vital para adquirir status de ser humano nos dias de hoje. Dias de definição... É mais do que válida a preocupação em reestruturar nossa família; para melhorar a qualidade de vida de todos dentro dela - mas, só isso, não serve mais. Hoje, além disso, dessa preocupação; procuremos também fazer algo pelas outras famílias que estejam interagindo com a nossa de algum modo.
O momento é grave; pois se a maioria das famílias aparentemente bem constituídas está com sérios problemas; imaginemos as que nem são constituídas; quanto mais organizadas.
Como se diz no popular: ou vai pelo amor ou pela dor; mas, que vai; vai..
Aprender a amar para que tenhamos sanidade, pessoal, familiar e social é o único caminho; pois, a interdependência gerada pelo sistema, estreita cada vez mais, os laços da família humana. Cada um de nós tem sua parcela de responsabilidade – porém, alguns grupos estão devendo ações mais fortes e rápidas para compensar o estrago que fazem na paz e na sanidade de todos.
Cá entre nós:
Bom momento para refletir na questão: Quem é minha mãe; quem são meus irmãos? – E, pelo amor de Deus – não se assuste se alguém te chamar de mano e pedir prá levantar as mãos – é só um cumprimento, carinhoso; ele só quer de dar um abraço bem apertado – um xi-coração como dizem lá na terrinha.
Nesta vida a mil, até o pedigree foi transferido com rapidez para a liquidez bancária.
Antigamente nascer numa determinada família ou pertencer a determinada classe social podia ser sinônimo de: orgulho, segurança, acesso a determinados prazeres, à educação, ao conhecimento e até ser dono da vida e da morte de outras pessoas. Migrar de uma classe social a outra só com milagre, e a possibilidade de perder essa condição era mais remota e lenta; já hoje, o sujeito deita rico, poderoso e pode acordar pobre, preso ou morto; já deitar pobre e acordar rico é bem raro; mais em sonho.
A massificação social afetou a antiga estrutura da família e estreitou os laços da interatividade.
Até certo ponto, a globalização está acordando aquela pulga colocada atrás da nossa orelha há dois mil anos: “...Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?...” Hoje um sujeito voltado apenas para seus interesses e dos seus familiares está sendo obrigado, a contragosto, a perceber que o bem estar, a segurança, a saúde, e até a sua vida e a dos seus; depende do bem estar, da segurança e da saúde das outras famílias.
A mídia de ação rápida cria tantos desejos e expectativas na cabeça das pessoas, não acompanhadas de um processo justo de distribuição de renda; que a integridade e a vida de muitos, vale o que e o quanto eles carregam consigo; nessas condições muitas pessoas já estão descobrindo um novo conceito de família; daí, já se preocupam e atuam também a favor da família do próximo. Claro que no meio de tantos desejos não satisfeitos e de muita bala perdida; esse trabalho ainda é incipiente; mas é uma questão de tempo para que se torne mais amplo e estendido a toda a sociedade. As pessoas estão descobrindo que nenhum tipo de muro ou de blindagem as deixa a salvo da lei de amor; começam a perceber que a violência implícita atrai a violência explícita; que ostentar riqueza entre miseráveis que lutam para sobreviver é uma violência do mesmo porte da agressão física, senão pior. Que nenhum tipo de criminoso está a salvo da lei natural; não importa a cor do colarinho, ladrão é ladrão; seja descamisado ou engravatado; assassino é assassino seja de tirar a vida do outro, seja de tirar oportunidades de sobrevivência e de progresso, e que nenhum escapará, primeiro de sentir na própria pele, depois mais tarde ao resgate, à reparação. Tudo o que está acontecendo hoje, está nos planos da Natureza, é o momento de centrifugar para depois separar.
Muitos já adotaram e patrocinam o bem estar dos outros, seus irmãos. Outros ainda jazem na revolta e, no não fazer nada para mudar; sentem-se vítimas de tudo e de todos... Para esses vale um lembrete: “nosso tribunal íntimo, não cobra apenas o bem ou o mal que fizermos a nós e aos outros; mas também e principalmente, todo o bem que deixarmos de fazer...”
Quantas pais e mães, passam noites insones enquanto seus filhos e filhas que foram para a noite se divertir não retornam em segurança ao a lar. Preocupam-se com a integridade e com a segurança dos seus em virtude da insegurança e da violência social dos dias de hoje; até adoecem – mas, pouco ou quase nada fazem para ampliar seus afetos, estender o grande amor que tem para uma família um pouco maior: a família social (não é preciso ir longe; até mesmo dentro do lar, a qualquer momento, a vida de nossos filhos pode estar sob a mira de criaturas bem próximas de nós no dia a dia – é urgente questionar o que fazemos por elas; além de lhes dar algumas sobras...).
Na vida nada se perde; para que tudo se transforme.
A insegurança amplia o conceito de família social:
Antes: cães bravos, muros altos e armas eram suficientes para afastar os intrusos de nossa paz familiar, do lar doce lar. Prisioneiros do próprio egoísmo, e da própria incapacidade de dar e receber amor aumentamos o arsenal de defesa com: vidros blindados, exércitos de segurança, alarmes, cofres e senhas secretas, tudo em vão. O estilo de viver atual: mídia de ação rápida; massificação; globalização; tudo isso, feito um rolo compressor, veio mexer nessa ferida, acionar um alarme interno para os que tem olhos de ver e ouvidos de ouvir: é preciso ampliar nosso conceito de família.
Onde não há fome, ninguém rouba e mata por um prato de comida; onde não há excessos, não há violência nem mortes pela cobiça nem pela inveja.
É urgente redefinir e ampliar nosso conceito de família. Essa atitude pode evitar muito sofrimento ligados à interação pessoal. Sofrer que pode chegar quando menos esperamos e de várias formas. Perceber a interdependência além de atitude de inteligência básica e primária; é vital para adquirir status de ser humano nos dias de hoje. Dias de definição... É mais do que válida a preocupação em reestruturar nossa família; para melhorar a qualidade de vida de todos dentro dela - mas, só isso, não serve mais. Hoje, além disso, dessa preocupação; procuremos também fazer algo pelas outras famílias que estejam interagindo com a nossa de algum modo.
O momento é grave; pois se a maioria das famílias aparentemente bem constituídas está com sérios problemas; imaginemos as que nem são constituídas; quanto mais organizadas.
Como se diz no popular: ou vai pelo amor ou pela dor; mas, que vai; vai..
Aprender a amar para que tenhamos sanidade, pessoal, familiar e social é o único caminho; pois, a interdependência gerada pelo sistema, estreita cada vez mais, os laços da família humana. Cada um de nós tem sua parcela de responsabilidade – porém, alguns grupos estão devendo ações mais fortes e rápidas para compensar o estrago que fazem na paz e na sanidade de todos.
Cá entre nós:
Bom momento para refletir na questão: Quem é minha mãe; quem são meus irmãos? – E, pelo amor de Deus – não se assuste se alguém te chamar de mano e pedir prá levantar as mãos – é só um cumprimento, carinhoso; ele só quer de dar um abraço bem apertado – um xi-coração como dizem lá na terrinha.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
RELACIONAMENTOS QUE CAUSAM ALERGIA
Acho que determinada pessoa me provoca alergia!
Ás vezes, falamos essas coisas na brincadeira; mas sem consciência disso, estamos aventando uma possibilidade real; até com respaldo científico – pois, algumas de nossas secreções e até o contato pele, pele, é capaz de provocar reações alérgicas especialmente em mucosas. Mas, nos interessa desmaterializar o raciocínio para ir na origem do problema: as vibrações que emitimos via pensar, sentir, agir que determinam como nosso organismo funciona – e que regulam a qualidade das interações através do campo da aura de cada envolvido – a permuta energética pode gerar manifestações no corpo; dentre elas, alergias.
Antes de chegar ao patamar físico a intolerância ou alergia pode ser detectada ainda no plano energético – e não é preciso habilidades inatas; pois, a capacidade de sentir as vibrações eletrônicas por nós irradiadas; pode ser desenvolvida; segundo conhecimento, técnica e treinamento. Resultado de um trabalho consciente de percepção; as sensações podem ser analisadas; e até planejadas - quando trazidas a um padrão; cada vez mais harmônico. Quando essa possibilidade nos é desconhecida; de forma instintiva sentimos bem estar ou mal estar quando em contato com determinadas pessoas; sem atinar muito bem com a razão do ocorrido.
Num estágio mais consciente, é possível detectar intolerância a determinadas pessoas quando desejamos sair de perto delas o mais rápido possível; pois, sentimos medo indefinido, angústia, ansiedade, inquietude; perdemos a capacidade de raciocinar com clareza; exibimos atitudes agressivas – frio na altura do estômago, vertigem, náusea, falta de ar, tosse, obstrução nasal, coceiras.
É rara a ocorrência súbita; normalmente o processo é de construção mais lenta. O problema de incompatibilidade se expressa no corpo porque nem sempre há possibilidade de nos afastarmos das pessoas a quem manifestamos intolerância e vice versa.
Como proceder?
Usando as sensações do próprio corpo; pois ele se comunica com a mente através delas. O que permite o manejo consciência; trazendo com clareza situações subconscientes para análise e possível resolução.
Cuidado:
Nem sempre a origem do problema está na forma de ser das outras pessoas; muitas vezes, o problema somos nós; está na nossa extrema sensibilidade; daí no momento de diagnosticar é preciso aprender a separar o que é nosso do que é dos outros; mas, para isso, é preciso usar de honestidade íntima para assumir a responsabilidade. Uma das dificuldades que embaça a honestidade é a projeção – um bom antídoto, é colocar-se no lugar do outro; antes de qualquer avaliação ou julgamento, que é perigoso; pois, costumamos ser juizes bem parciais. A intenção deve ser aprender – na análise da possibilidade de uma relação nos prejudicar; quem está em julgamento somos nós; os outros farão isso com eles quando estiverem aptos.
Exemplos de características da personalidade com poder de gerar alergia:
Inveja
A relação entre dois invejosos; tende a tornar-se uma forte e repulsiva aversão.
Intolerância
O intolerante cria um clima energético de antipatia; á sua pessoa com facilidade.
Impaciência
O impaciente ajuda os da convivência; a tornarem-se mais lentos do que possam ser.
Orgulho
A interação com pessoas doentiamente orgulhosas; sempre traz consigo uma carga de mal estar; que atinge até os em torno.
Agressividade
A emissão de irradiações agressivas; atinge fortemente as pessoas ao redor.
Medo
A personalidade medrosa; tende a sentir antipatia ou aversão; pelas pessoas extrovertidas; e as agressivas.
Ansiedade
Quem não domina a pressa e ânsia; tende a tirar o centro ou equilíbrio de alguns.
Ganância
O ganancioso pressente seus iguais á distância. Sabe que o outro vai disputar com ele; e pode impedir que seus mais secretos desejos se realizem.
Evidente que muitos outros problemas de nossa personalidade como raiva, ira, ódio, mágoa.., servem como gatilho para disparar reações orgânicas anormais. Nas interações doentias só é possível perceber com clareza nos relacionamentos mais constantes e até prolongados: relações amorosas; conjugais; familiares; ás vezes nas relações de trabalho – dois exemplos clássicos: crises de asma desencadeados por familiares controladores – uretrites e problemas na área genital quando as relações passam a tonar-se ácidas e corrosivas...
Quantos casos de alergias, que se arrastam por anos a fio, na infância, por exemplo, poderiam ser sanados com mais facilidade se os adultos prestassem mais atenção á forma como tratam suas crianças. Quantos casos de interações que causam doenças nos parceiros poderiam ser amenizadas e até curadas com a simples prática do diálogo construtivo e da vigilância contra o uso das palavras corrosivas e cáusticas que agridem profundamente o campo áurico de quem as ouve e desembocam no corpo físico dos envolvidos...
Quando disser que determinada pessoa lhe causa alergia – pode estar diante de uma realidade a ser explorada.
Ás vezes, falamos essas coisas na brincadeira; mas sem consciência disso, estamos aventando uma possibilidade real; até com respaldo científico – pois, algumas de nossas secreções e até o contato pele, pele, é capaz de provocar reações alérgicas especialmente em mucosas. Mas, nos interessa desmaterializar o raciocínio para ir na origem do problema: as vibrações que emitimos via pensar, sentir, agir que determinam como nosso organismo funciona – e que regulam a qualidade das interações através do campo da aura de cada envolvido – a permuta energética pode gerar manifestações no corpo; dentre elas, alergias.
Antes de chegar ao patamar físico a intolerância ou alergia pode ser detectada ainda no plano energético – e não é preciso habilidades inatas; pois, a capacidade de sentir as vibrações eletrônicas por nós irradiadas; pode ser desenvolvida; segundo conhecimento, técnica e treinamento. Resultado de um trabalho consciente de percepção; as sensações podem ser analisadas; e até planejadas - quando trazidas a um padrão; cada vez mais harmônico. Quando essa possibilidade nos é desconhecida; de forma instintiva sentimos bem estar ou mal estar quando em contato com determinadas pessoas; sem atinar muito bem com a razão do ocorrido.
Num estágio mais consciente, é possível detectar intolerância a determinadas pessoas quando desejamos sair de perto delas o mais rápido possível; pois, sentimos medo indefinido, angústia, ansiedade, inquietude; perdemos a capacidade de raciocinar com clareza; exibimos atitudes agressivas – frio na altura do estômago, vertigem, náusea, falta de ar, tosse, obstrução nasal, coceiras.
É rara a ocorrência súbita; normalmente o processo é de construção mais lenta. O problema de incompatibilidade se expressa no corpo porque nem sempre há possibilidade de nos afastarmos das pessoas a quem manifestamos intolerância e vice versa.
Como proceder?
Usando as sensações do próprio corpo; pois ele se comunica com a mente através delas. O que permite o manejo consciência; trazendo com clareza situações subconscientes para análise e possível resolução.
Cuidado:
Nem sempre a origem do problema está na forma de ser das outras pessoas; muitas vezes, o problema somos nós; está na nossa extrema sensibilidade; daí no momento de diagnosticar é preciso aprender a separar o que é nosso do que é dos outros; mas, para isso, é preciso usar de honestidade íntima para assumir a responsabilidade. Uma das dificuldades que embaça a honestidade é a projeção – um bom antídoto, é colocar-se no lugar do outro; antes de qualquer avaliação ou julgamento, que é perigoso; pois, costumamos ser juizes bem parciais. A intenção deve ser aprender – na análise da possibilidade de uma relação nos prejudicar; quem está em julgamento somos nós; os outros farão isso com eles quando estiverem aptos.
Exemplos de características da personalidade com poder de gerar alergia:
Inveja
A relação entre dois invejosos; tende a tornar-se uma forte e repulsiva aversão.
Intolerância
O intolerante cria um clima energético de antipatia; á sua pessoa com facilidade.
Impaciência
O impaciente ajuda os da convivência; a tornarem-se mais lentos do que possam ser.
Orgulho
A interação com pessoas doentiamente orgulhosas; sempre traz consigo uma carga de mal estar; que atinge até os em torno.
Agressividade
A emissão de irradiações agressivas; atinge fortemente as pessoas ao redor.
Medo
A personalidade medrosa; tende a sentir antipatia ou aversão; pelas pessoas extrovertidas; e as agressivas.
Ansiedade
Quem não domina a pressa e ânsia; tende a tirar o centro ou equilíbrio de alguns.
Ganância
O ganancioso pressente seus iguais á distância. Sabe que o outro vai disputar com ele; e pode impedir que seus mais secretos desejos se realizem.
Evidente que muitos outros problemas de nossa personalidade como raiva, ira, ódio, mágoa.., servem como gatilho para disparar reações orgânicas anormais. Nas interações doentias só é possível perceber com clareza nos relacionamentos mais constantes e até prolongados: relações amorosas; conjugais; familiares; ás vezes nas relações de trabalho – dois exemplos clássicos: crises de asma desencadeados por familiares controladores – uretrites e problemas na área genital quando as relações passam a tonar-se ácidas e corrosivas...
Quantos casos de alergias, que se arrastam por anos a fio, na infância, por exemplo, poderiam ser sanados com mais facilidade se os adultos prestassem mais atenção á forma como tratam suas crianças. Quantos casos de interações que causam doenças nos parceiros poderiam ser amenizadas e até curadas com a simples prática do diálogo construtivo e da vigilância contra o uso das palavras corrosivas e cáusticas que agridem profundamente o campo áurico de quem as ouve e desembocam no corpo físico dos envolvidos...
Quando disser que determinada pessoa lhe causa alergia – pode estar diante de uma realidade a ser explorada.
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