SURGE UMA NOVA MULHER
Uma nova Amélia (a mulher de verdade) está no mercado da vida.
Dia a dia elas conquistam novos espaços em todos os nichos da vivência humana. Guerreiras dão conta de várias tarefas ao mesmo tempo: filha, mãe, esposa, profissional, agente de caridade, tocadora de ONG, etc.
Hoje, o número de mulheres supera o de homens nas universidades; e com isso, a entrada no mercado de trabalho em muitas profissões de feudos masculinos trouxe ganho de qualidade; pois puderam desenvolver o lado racional equilibrando o emocional e a afetividade tornando-as pessoas mais completas. Enquanto o homem brasileiro (de forma genérica) está em crise existencial; as mulheres seguem derrubando tabus e aumentando suas conquistas. Claro que há bolsões diferenciados; nos grupos sociais com menor possibilidade de obter conhecimento e capacitação profissional as Amélias continuam as de antes: desvalorizadas tanto pelos parceiros quanto pela sociedade; sobrecarregadas de tarefas; agredidas (mesmo com a Lei Maria da Penha) e com a função de arrimo de família em muitas situações. O homem nessa condição de pouca instrução e capacitação profissional tende a abandonar a família e a sobrecarregar mais ainda a mulher. Mas, mesmo entre esse grupo social de gente sofrida, as guerreiras vão á luta e buscam fazer cursos e se capacitar para melhorar o salário e obter reconhecimento; os homens costumam ser acomodados e contentam-se em levar uma vidinha em que basta a dinheiro para a pinguinha, a cervejinha e o cigarro... Hoje muitas não se intimidam e mandam o companheiro que pisa na bola ir passear – Claro que há o lado negativo, as crianças estão sendo educadas pela rua (num sentido mais amplo onde a principal veículo é a TV); a incidência de HIV nessa faixa etária das mulheres guerreiras tem aumentado; e sempre há o perigo de seu novo ou já antigo companheiro molestar suas filhas. Tudo na vida tem seu preço e, o que mais vale é que as conquistas femininas aumentam dia a dia. Dia destes, fiquei emocionado ouvindo a conversa de duas dessas guerreiras e uma delas disse á outra: - Não quero mais saber dele; mesmo com tanta dificuldade e esforço para pagar as contas e educar os filhos; estou me sentindo muito feliz: - Lá no trabalho sou valorizada; hoje eu tenho valor, e isso não tem preço...
Sem dúvida foi uma mudança violenta no perfil da educação e da cultura para a mulher; os desafios são enormes e os perigos também; especialmente na área da saúde e do comportamento.
Para a mulher é mais difícil desvencilhar-se dos padrões.
Os jogos de amor continuarão os mesmos.
A busca da cara metade que nos fará feliz para sempre; ainda será eterna meta.
A mulher foi feita para amar e ser amada.
Os padrões de beleza são cada vez mais malucos; e nessa brincadeira tem uma “boiolagem cultural” que a maioria das mulheres não percebeu – Quem dita moda, tendências de beleza e sedução feminina são os gays (teoricamente seus concorrentes nesse terreno de seduzir o macho); Quantas mulheres são top line das tendências de moda em qualquer coisa – até em comportamento feminino? – Quem domina o mercado?
É inato no psiquismo da mulher; a busca da capacidade de sedução; mas isso foi levado ao extremo pela cultura atual. Uma das maluquices padronizadas que afeta as mulheres (e que são criadas e reforçadas por elas mesmas; claro que, depois que asseguram a cara metade; depois que já tem seu maridão: bebês gordinhos e cheios de dobrinhas como condição de sucesso infantil; e adultos magros como palitos; claro que atingir esse padrão de sucesso torna-se a cada dia mais impossível em virtude do estresse crônico que leva á busca desenfreada por carboidratos (açúcar doce e salgado: farináceos) que engordam e geram mais ansiedade e angústia; que levam a satisfazer a frustração em mais comida...
Há uma piada; que nem é tão piada assim: - Sabe qual a diferença entre a noiva e a esposa? – Uns trinta quilos...
Suicídio inconsciente.
Nossas mulheres de hoje correm um sério perigo de desertar da vida, apenas por não se acharem capazes de atender aos padrões ditados por mentes pouco sadias.
Além das doenças naturais do desequilíbrio metabólico: diabetes, sobrepeso, aumento dos riscos das doenças ligadas ao excesso de gorduras (colesterol e triglicérides), um distúrbio de auto – agressão, uma doença auto – imune ataca hoje boa parte das mulheres: a Tireoidite de Hashimoto. Talvez por que a tireóide seja a glândula ligada á auto – estima; e convenhamos manter a auto - estima feminina frente a tantos e malucos padrões de beleza e sedução é dose pra leão.
Alergias e cirurgias em alta.
Há uma epidemia de urticária gigante atingindo as mulheres; talvez pelo excesso de cosméticos usados no dia a dia. Nossa pele tem incrível capacidade de absorção. Dia destes, fiquei pensando; em nosso grupo de bate papo ás terças feiras, uma moça veio sem maquiagem, explicou que foi acometida por uma crise de “alergia” e está sendo obrigada a não se maquiar – estava depressiva; pois segundo ela sem maquiagem sentia-se nua. Isso me fez pensar muito. Não apenas eu percebi; mas outra amiga do grupo disse que ela estava com cara de menina; e realmente segundo minha ótica ela ficava muito mais menina e brejeira sem a maquiagem – Alguém disse: você está mais você mesma; alegre-se. Claro que é difícil dividir com as pessoas que não conhecem os personagens, o prazer de ver e sentir que somos muito mais belos do que as máscaras que nos impõem desde a infância – nós somos muito lindos quando formos apenas nós mesmos.
Somos campeões mundiais de cirurgias plásticas em meninas e adolescentes. Quem se atreve a questionar? Não adianta noticiar.
Aumento dos vícios.
Claro que as mulheres, especialmente as jovens, entraram de cabeça nos vícios masculinos: álcool, cigarro, e outras drogas; pois o consumo está ligado á capacidade financeira de manter o vício. Nos bolsões da pobreza tudo continua pior, para conseguir manter o vício a venda do corpo sempre foi solução prática e mortal. O perigo reside para as mulheres de melhor condição: a porta de entrada nos vícios continuará de forma cada vez mais forte: a universidade.
Aleluia.
Mulherada!
Nada de baixo astral – claro que há muito a ser dito e discutido – Mas, vocês são demais; continuem com essa garra – Assumam o poder; pois, nosso planeta é feminino: MÃE GAIA – e tenham certeza que alegram o coração do maior feminista que temos notícia em todos os tempos: Jesus. Ele deve estar muito feliz – Motivo? – É simples, se observarmos além da carga de trabalho do dia a dia quintuplicada; quais são os espíritos que movem a arte da caridade? ONGS – CE – Enfim, em todos os locais onde o amor ao próximo está na dianteira – São as mulheres...
Rogo a Deus e espero que meu espírito já tenha cumprido toda a jornada e com sucesso do meu lado feminino – tomara que não tenha deixado para a última hora; pois a barra está pesada.
VAMOS LÁ MULHERADA!
FORÇA!
NÃO DESISTAM DE NÓS QUE AS ASSISTIMOS!
BEIJOS.
Minha lista de blogs
domingo, 8 de março de 2009
sábado, 7 de março de 2009
A JUVENTUDE DE HOJE
A JUVENTUDE DE HOJE - É A DE ETERNAMENTE; SEMPRE...
A mola do progresso.
“Nossa juventude de hoje adora o luxo, é mal educada, caçoa da autoridade, e não tem o menor respeito com os mais velhos. Nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos, eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem a seus pais e são simplesmente maus...”. (Sócrates, século V a.c).
“Essa juventude está estragada até o fundo do coração: os jovens são malfeitores e preguiçosos. Eles jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter nossa cultura...”. (Autor desconhecido, Babilônia – Século 41 a.c).
Milênios e séculos se passaram e o discurso continua o mesmo. A luta entre o novo e o velho é lei da vida: transformação e transmutação que leva ao progresso.
Dia após dia as mudanças correm aceleradas quebrando os paradigmas e as configurações anteriores; saímos da fase dos músculos (trabalho braçal) para ao cérebro informação e conhecimento. Várias ondas de mudança ou revoluções ocorreram muito rápido, cada vez mais rápido e acelerando. Revolução agrícola, industrial, informação, globalização, cosmologia.
Nesta reta final as transformações são, a cada dia, mais rápidas, abocanhando as faixas etárias; separando o joio do trigo; gerações deixaram de ser contadas em décadas como se fazia na modernidade; hoje as gerações são diferenciadas de ano a ano, semestre a semestre; breve: dia a dia.
Na era digital, as mentes ainda analógicas vão pirar – o número de malucos vai aumentar de forma alucinante. Quem ainda não toma Prozac e Rivotril e similares ou sucedâneos?
Qual a idade dos pacientes?
O que é ser um paciente? Paciente ou doente?
Por que as crianças de hoje teimam em copiar as doenças dos idosos?
O grande desafio:
Quem não toma remédio algum há mais de uma semana, um dia, uma hora?
Nem um chazinho? Nem uma cafeína ou vitamina?
As dúvidas e os questionamentos dos antigos sobre o que é verdadeiro ou falso; real ou imaginário; ético ou não, serão “destroçadas” pela simplicidade das mentes que conseguem ler com mais facilidade o não dito, o escondido: a realidade.
Apenas para exemplificar: claro que velhos paradigmas como levantar-se para saudar um idoso deixaram de ter sentido para as crianças de hoje. Elas são digitais: respeito, só para quem merece.
Mas como identificar quem merece?
Excetuando-se os casos escabrosos no plano físico: muletas, cadeirantes, barrigas de nove meses; para as de antigamente e bem antigamente, os velhos (pessoas que sobreviveram) eram sábios na acepção da palavra. Mas, as crianças e os jovens de hoje, respeitam e veneram; apenas; os que fazem por merecer; nem mais nem menos; pois a maioria dos velhos de hoje nada tem de sábios; a cada dia que passa na sua existência, eles põem á mostra sua verdadeira e pobre identidade; que apenas serve para ajudar os cadeirantes da evolução em torno, a pegarem carona nas suas mediocridades.
Neste quesito, nada melhor do que usar o transporte público para avaliar nossa condição de progresso e a dos semelhantes. Sempre que posso; mas acima de tudo para minha comodidade e para aprender; faço uso dele (uma vez por semana) unindo o útil ao agradável (nem tanto assim); e procuro aprender muito – analisando minha própria mediocridade ao analisar para quem devo ou não levantar-me quando a condução lotou. Dependendo do sotaque e da cara, energia; sei lá...
METRO e EMTU
Claro que Sócrates e conterrâneos anteriores e posteriores não tiveram á disposição um mercado de trabalho para suas viagens na maionese intelectual e teórica, um material tão rico como os filósofos de hoje.
Como exigir de um jovem que finge estar dormindo para dar o lugar a uma pessoa e se enquadra na condição do assento cinza? – Quem ele aprendeu a respeitar na vida em família e no social?
Quem sabe criando novas cores além do cinza: Roxo para os pé na cova – Pink para os aidéticos e aposentados jovens; Rosa para as grávidas; Preto ou translúcido para os que se sentem excluídos, etc. Não deixa de ser uma experiência interessante; pois tenho certeza que, mesmo em situações de atrasos e lotações esses assentos discriminados estariam a cada dia mais vazios...
Quem sabe criando uma TV Metro ou Emtu interativa e inteligente onde os sofridos usuários jovens e velhos antes do tempo possam aprender a viver sem a obrigação de ouvir e ver tantas baboseiras light.
Resumindo?
Tudo continua como antes; apenas com muito mais rapidez e seletividade.
BEM VINDOS OS NOVOS JOVENS DE CADA DIA...
Paz.
A mola do progresso.
“Nossa juventude de hoje adora o luxo, é mal educada, caçoa da autoridade, e não tem o menor respeito com os mais velhos. Nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos, eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem a seus pais e são simplesmente maus...”. (Sócrates, século V a.c).
“Essa juventude está estragada até o fundo do coração: os jovens são malfeitores e preguiçosos. Eles jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter nossa cultura...”. (Autor desconhecido, Babilônia – Século 41 a.c).
Milênios e séculos se passaram e o discurso continua o mesmo. A luta entre o novo e o velho é lei da vida: transformação e transmutação que leva ao progresso.
Dia após dia as mudanças correm aceleradas quebrando os paradigmas e as configurações anteriores; saímos da fase dos músculos (trabalho braçal) para ao cérebro informação e conhecimento. Várias ondas de mudança ou revoluções ocorreram muito rápido, cada vez mais rápido e acelerando. Revolução agrícola, industrial, informação, globalização, cosmologia.
Nesta reta final as transformações são, a cada dia, mais rápidas, abocanhando as faixas etárias; separando o joio do trigo; gerações deixaram de ser contadas em décadas como se fazia na modernidade; hoje as gerações são diferenciadas de ano a ano, semestre a semestre; breve: dia a dia.
Na era digital, as mentes ainda analógicas vão pirar – o número de malucos vai aumentar de forma alucinante. Quem ainda não toma Prozac e Rivotril e similares ou sucedâneos?
Qual a idade dos pacientes?
O que é ser um paciente? Paciente ou doente?
Por que as crianças de hoje teimam em copiar as doenças dos idosos?
O grande desafio:
Quem não toma remédio algum há mais de uma semana, um dia, uma hora?
Nem um chazinho? Nem uma cafeína ou vitamina?
As dúvidas e os questionamentos dos antigos sobre o que é verdadeiro ou falso; real ou imaginário; ético ou não, serão “destroçadas” pela simplicidade das mentes que conseguem ler com mais facilidade o não dito, o escondido: a realidade.
Apenas para exemplificar: claro que velhos paradigmas como levantar-se para saudar um idoso deixaram de ter sentido para as crianças de hoje. Elas são digitais: respeito, só para quem merece.
Mas como identificar quem merece?
Excetuando-se os casos escabrosos no plano físico: muletas, cadeirantes, barrigas de nove meses; para as de antigamente e bem antigamente, os velhos (pessoas que sobreviveram) eram sábios na acepção da palavra. Mas, as crianças e os jovens de hoje, respeitam e veneram; apenas; os que fazem por merecer; nem mais nem menos; pois a maioria dos velhos de hoje nada tem de sábios; a cada dia que passa na sua existência, eles põem á mostra sua verdadeira e pobre identidade; que apenas serve para ajudar os cadeirantes da evolução em torno, a pegarem carona nas suas mediocridades.
Neste quesito, nada melhor do que usar o transporte público para avaliar nossa condição de progresso e a dos semelhantes. Sempre que posso; mas acima de tudo para minha comodidade e para aprender; faço uso dele (uma vez por semana) unindo o útil ao agradável (nem tanto assim); e procuro aprender muito – analisando minha própria mediocridade ao analisar para quem devo ou não levantar-me quando a condução lotou. Dependendo do sotaque e da cara, energia; sei lá...
METRO e EMTU
Claro que Sócrates e conterrâneos anteriores e posteriores não tiveram á disposição um mercado de trabalho para suas viagens na maionese intelectual e teórica, um material tão rico como os filósofos de hoje.
Como exigir de um jovem que finge estar dormindo para dar o lugar a uma pessoa e se enquadra na condição do assento cinza? – Quem ele aprendeu a respeitar na vida em família e no social?
Quem sabe criando novas cores além do cinza: Roxo para os pé na cova – Pink para os aidéticos e aposentados jovens; Rosa para as grávidas; Preto ou translúcido para os que se sentem excluídos, etc. Não deixa de ser uma experiência interessante; pois tenho certeza que, mesmo em situações de atrasos e lotações esses assentos discriminados estariam a cada dia mais vazios...
Quem sabe criando uma TV Metro ou Emtu interativa e inteligente onde os sofridos usuários jovens e velhos antes do tempo possam aprender a viver sem a obrigação de ouvir e ver tantas baboseiras light.
Resumindo?
Tudo continua como antes; apenas com muito mais rapidez e seletividade.
BEM VINDOS OS NOVOS JOVENS DE CADA DIA...
Paz.
sexta-feira, 6 de março de 2009
EDUCAÇÃO ALIMENTAR - ASSASSINATO EM TERDEIRO GRAU
EDUCAÇÃO ALIMENTAR - ASSASSINATO DE TERCEIRO E INFINITO GRAU.
Educar envolve todos os aspectos da vida como seres humanos; e nesta dimensão da vida um dos aspectos da educação que assume papel cada vez mais determinante entre continuar vivo ou desencarnar, é a nutrição em todos os sentidos imagináveis.
Ontem fiquei apavorado.
Ia atender uma criança pela primeira vez e demorei numa consulta de também primeira vez; fui alertado pela secretária que a mãe da próxima paciente ia embora, por que tinha uma consulta agendada com o neurologista daí a uma hora. Bem já estava no final e tudo deu certo – graças a Deus...
Em breves palavras ela me relatou o seguinte quadro patológico; que me trouxe á mente o que venho tentando dizer em vão ás pessoas: as crianças estão com doenças de idosos.
F.L.S de 5 anos tomava desde os 2 medicamentos para ficar mais calma; além das medicações tradicionais para IVAS e alergias; inclusive corticóides – Começou a engordar; foi identificada uma tireoidite de baixa e toma “puran” desde os 3 anos.
Resumindo: Freqüenta consultórios de idosos desde antes dos 5 anos: neurologista; alergista; gastro; cardiologista; endocrinologista; ginecologista (sangramento vaginal) e outros istas...
Fui procurado como salvador da pátria – claro que tive que sair pela tangente e neste caso me saí bem – segundo uma mestra de outro mundo que nos pediu para sermos ECOS dos outros na hora de servir – desta vez mediquei segundo a urgência homeopática – mandei retornar com 30 dias até a poeira produzida pela medicina baixar; para tentar desatar os nós dessa mixórdia.
Cá comigo, tive a impressão que a garota está com os dias contados – mas, uma esperança; uma luz no fim do túnel: a mãe é uma pessoa atrapalhada como todos nós; mas, simples; não muito contaminada pela pseudo sapiência; o que já é um alento para o futuro dessa criança.
Mas, fiquei feliz com uma tirada do momento: Ela se queixou da ansiedade da menina; mostrou as unhas todas roídas até o talo – Eu disse a ela: mãe não se preocupe com isso: pois, comer unha não engorda! (nossa paciente já deve estar muitos quilos acima do normal.
Vou começar a usar essa receita: Está com fome?
Coma as unhas...
Voltando á terra: Qual o futuro dessa criança?
Possivelmente caixão ou crematório em breve.
Mas, quem se importa com isso?
Quem se interessa - Melhor: Quem se engaja?
Amém.
Educar envolve todos os aspectos da vida como seres humanos; e nesta dimensão da vida um dos aspectos da educação que assume papel cada vez mais determinante entre continuar vivo ou desencarnar, é a nutrição em todos os sentidos imagináveis.
Ontem fiquei apavorado.
Ia atender uma criança pela primeira vez e demorei numa consulta de também primeira vez; fui alertado pela secretária que a mãe da próxima paciente ia embora, por que tinha uma consulta agendada com o neurologista daí a uma hora. Bem já estava no final e tudo deu certo – graças a Deus...
Em breves palavras ela me relatou o seguinte quadro patológico; que me trouxe á mente o que venho tentando dizer em vão ás pessoas: as crianças estão com doenças de idosos.
F.L.S de 5 anos tomava desde os 2 medicamentos para ficar mais calma; além das medicações tradicionais para IVAS e alergias; inclusive corticóides – Começou a engordar; foi identificada uma tireoidite de baixa e toma “puran” desde os 3 anos.
Resumindo: Freqüenta consultórios de idosos desde antes dos 5 anos: neurologista; alergista; gastro; cardiologista; endocrinologista; ginecologista (sangramento vaginal) e outros istas...
Fui procurado como salvador da pátria – claro que tive que sair pela tangente e neste caso me saí bem – segundo uma mestra de outro mundo que nos pediu para sermos ECOS dos outros na hora de servir – desta vez mediquei segundo a urgência homeopática – mandei retornar com 30 dias até a poeira produzida pela medicina baixar; para tentar desatar os nós dessa mixórdia.
Cá comigo, tive a impressão que a garota está com os dias contados – mas, uma esperança; uma luz no fim do túnel: a mãe é uma pessoa atrapalhada como todos nós; mas, simples; não muito contaminada pela pseudo sapiência; o que já é um alento para o futuro dessa criança.
Mas, fiquei feliz com uma tirada do momento: Ela se queixou da ansiedade da menina; mostrou as unhas todas roídas até o talo – Eu disse a ela: mãe não se preocupe com isso: pois, comer unha não engorda! (nossa paciente já deve estar muitos quilos acima do normal.
Vou começar a usar essa receita: Está com fome?
Coma as unhas...
Voltando á terra: Qual o futuro dessa criança?
Possivelmente caixão ou crematório em breve.
Mas, quem se importa com isso?
Quem se interessa - Melhor: Quem se engaja?
Amém.
domingo, 1 de março de 2009
A DIETA IDEAL - PARTE 2 - O SUPER HERÓI
A DIETA IDEAL
PARTE 2 - O SUPER HEROI CIENTISTA
Superada a fase do pensamento mágico a respeito da busca da dieta milagrosa.
Conhecendo um pouco a respeito de minha pessoa.
Passo a mastigar, antes de engolir, as informações (raciocínio crítico) recebidas; sejam leigas ou científicas. Pode parecer um contra senso, mas as científicas são menos digeríveis do que as leigas; pois elas são, na maioria das vezes uma mixórdia, uma colagem de conceitos publicados em trabalhos pouco confiáveis – claro que a maioria das opiniões e receitas leigas, também é uma coletânea de ouvir falar – Como confiar? – As leigas mais confiáveis são a das pessoas simples, com pouca instrução e raro acesso á mídia de ação rápida (TV) – Não caia em arapucas do tipo: ouvi no programa da fulana de tal, que sopa de bom bril emagrece (claro ele tem mil e uma utilidades; só perde para a coca – e pode ser considerada dieta leve).
Chame o super cientista:
Desse ponto em diante é hora de chamar o super amigo: nosso corpo – o super - herói; o super cientista que não quer nos vender nada nem lucrar.
Para muitos pode soar estranho que o corpo fale e com a máxima sabedoria; tão absortos estão em se deixar hipnotizar por conceitos tão idiotas como: diet, zero, só um pouquinho não faz mal; isso é bom pra isso, aquilo é bom para aquilo; contar calorias – Contar calorias como método para não engordar, é o cúmulo da sacanagem científica – se desse certo, nenhuma pessoa boa em matemática estaria com sobrepeso – vale a mesma coisa para os juros do cheque especial – Tanto para um quanto para outro caso; a matemática é simples e multiplicada por menos um. Para emagrecer coma menos e gaste mais – Para manter saudável sua conta bancária, só gaste o que já ganhou. Caiu na armadilha do crédito? – No problema do sobre peso aceite a desculpa do, só hoje que ninguém é de ferro; amanhã eu recomeço a dieta, etc. Na área financeira acredite em juro zero; taxas mais baratas, etc.
O que nosso super – herói particular pode fazer por nós?
Tudo e nada.
Basta aprender a ouvi-lo.
Sim ele fala!
Prestar atenção ao que ele diz; é coisa que poucos fazem.
Quantas vezes o coitado do nosso amigão tem que berrar; espernear com uma dor de estômago, azia, cefaléia – e a maioria faz ouvidos moucos – e ainda lhe dá um cala a boca que não te perguntei nada; com remédios produzidos e receitados por cientistas da hora.
Quase sempre as agressões perpetradas ao nosso super – herói; derivam do problema da digestão física, mental, emocional, afetiva e espiritual.
Lembra da velha estória: se a mente não pensa o corpo padece.
A paciência de nosso amigão é eterna?
Claro que não; pois até o saco de Deus tem limite.
Quando ele, o nosso mentor em tempo integral, nosso guia, nosso condutor na existência desiste de nós; de tão ignorado que foi (santo de casa não faz milagres?) – nosso destino é:
Caixão – crematório, vala comum, etc.
Obs.
Para os mais espiritualizados:
Como segundo o azul Chico Buarque: Deus é um cara gozador e maravilhoso que adora brincadeiras. Adivinhem quem é o mentor que nos acompanha vinte e quatro horas por dia a guiar nossos passos nesta dimensão da vida? – Nada de Avatares nem anjos ou ETs; mas esse amigo de todas as horas:
Nosso corpo físico.
Está descontente com o seu?
Quem é o chefe?
Cansei.
Azulei.
Na próxima, prometo uma receita mágica...
Caso haja manifestação de interesse - Claro.
Mas, antes acabe de comer essa delícia.
PARTE 2 - O SUPER HEROI CIENTISTA
Superada a fase do pensamento mágico a respeito da busca da dieta milagrosa.
Conhecendo um pouco a respeito de minha pessoa.
Passo a mastigar, antes de engolir, as informações (raciocínio crítico) recebidas; sejam leigas ou científicas. Pode parecer um contra senso, mas as científicas são menos digeríveis do que as leigas; pois elas são, na maioria das vezes uma mixórdia, uma colagem de conceitos publicados em trabalhos pouco confiáveis – claro que a maioria das opiniões e receitas leigas, também é uma coletânea de ouvir falar – Como confiar? – As leigas mais confiáveis são a das pessoas simples, com pouca instrução e raro acesso á mídia de ação rápida (TV) – Não caia em arapucas do tipo: ouvi no programa da fulana de tal, que sopa de bom bril emagrece (claro ele tem mil e uma utilidades; só perde para a coca – e pode ser considerada dieta leve).
Chame o super cientista:
Desse ponto em diante é hora de chamar o super amigo: nosso corpo – o super - herói; o super cientista que não quer nos vender nada nem lucrar.
Para muitos pode soar estranho que o corpo fale e com a máxima sabedoria; tão absortos estão em se deixar hipnotizar por conceitos tão idiotas como: diet, zero, só um pouquinho não faz mal; isso é bom pra isso, aquilo é bom para aquilo; contar calorias – Contar calorias como método para não engordar, é o cúmulo da sacanagem científica – se desse certo, nenhuma pessoa boa em matemática estaria com sobrepeso – vale a mesma coisa para os juros do cheque especial – Tanto para um quanto para outro caso; a matemática é simples e multiplicada por menos um. Para emagrecer coma menos e gaste mais – Para manter saudável sua conta bancária, só gaste o que já ganhou. Caiu na armadilha do crédito? – No problema do sobre peso aceite a desculpa do, só hoje que ninguém é de ferro; amanhã eu recomeço a dieta, etc. Na área financeira acredite em juro zero; taxas mais baratas, etc.
O que nosso super – herói particular pode fazer por nós?
Tudo e nada.
Basta aprender a ouvi-lo.
Sim ele fala!
Prestar atenção ao que ele diz; é coisa que poucos fazem.
Quantas vezes o coitado do nosso amigão tem que berrar; espernear com uma dor de estômago, azia, cefaléia – e a maioria faz ouvidos moucos – e ainda lhe dá um cala a boca que não te perguntei nada; com remédios produzidos e receitados por cientistas da hora.
Quase sempre as agressões perpetradas ao nosso super – herói; derivam do problema da digestão física, mental, emocional, afetiva e espiritual.
Lembra da velha estória: se a mente não pensa o corpo padece.
A paciência de nosso amigão é eterna?
Claro que não; pois até o saco de Deus tem limite.
Quando ele, o nosso mentor em tempo integral, nosso guia, nosso condutor na existência desiste de nós; de tão ignorado que foi (santo de casa não faz milagres?) – nosso destino é:
Caixão – crematório, vala comum, etc.
Obs.
Para os mais espiritualizados:
Como segundo o azul Chico Buarque: Deus é um cara gozador e maravilhoso que adora brincadeiras. Adivinhem quem é o mentor que nos acompanha vinte e quatro horas por dia a guiar nossos passos nesta dimensão da vida? – Nada de Avatares nem anjos ou ETs; mas esse amigo de todas as horas:
Nosso corpo físico.
Está descontente com o seu?
Quem é o chefe?
Cansei.
Azulei.
Na próxima, prometo uma receita mágica...
Caso haja manifestação de interesse - Claro.
Mas, antes acabe de comer essa delícia.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
A CONQUISTA DA DIETA IDEAL
Neste bate papo com nossos leitores virtuais e pacientes – identifiquei uma preocupação de grande parte: a dieta – O que comer?
Nos dias atuais, embora as armadilhas sejam cada vez mais perigosas: agrotóxicos; aditivos alimentares, alimentos artificiais; indicar uma dieta não é tão complicado; mas hoje há tantos tipos no mercado que não é fácil dizer qual a melhor.
A única certeza: os grupos básicos de alimentos a serem ingeridos diariamente continuam valendo para todas elas.
Qual a melhor dieta para minha pessoa?
Primeiro é preciso definir: quem é a sua pessoa?
O conhecimento de nós mesmos é fundamental para definir o melhor tipo de dieta; por outro lado a dieta atual pode ajudar muito no auto – descobrimento; lembra da máxima: somos o que comemos?
Do que gosto?
Quais minhas origens raciais e de cultura?
A quantidade supre minhas necessidades?
Eu me alimento de forma regular?
Faço algum preparo para a refeição?
Quando termino a refeição – como me sinto: Ativo ou sonolento? Leve ou pesado? Feliz ou com sentimento de culpa?
Um pouco mais complicado é individualizar a dieta, várias metodologias ajudam a definir quais os alimentos mais indicados para nosso tipo, por exemplo, a dieta do grupo sanguíneo; o sistema da medicina ayurvédica (tipologia vata, Pitta e kapha); o sistema da medicina oriental, etc.
O problema maior consiste em implementar a dieta, colocá-la em prática; pois superar a educação, a cultura e as dificuldades do dia a dia; pode tornar-se uma tarefa além das nossas forças.
Outra pergunta que exige resposta:
Por que desejo mudar minha dieta?
Os motivos podem definir o bom ou mau resultado. É comum que as pessoas troquem causa por efeito. Por exemplo, mudanças de hábitos alimentares voltados para a perda de peso, raramente dão certo – a explicação é simples: perder peso na mudança de hábitos deve ser efeito e não meta; cada vez que uma pessoa com sobrepeso sobe na balança ela está alimentando seu subconsciente com um programa de auto-sabotagem; pois ainda está em conflito entre satisfazer suas necessidades afetivas e compensar seus conflitos com comida e o tênue desejo de adequar-se aos padrões de beleza ou até de continuar vivo (problemas de colesterol, diabetes, etc.).
Pense bem.
Identifique-se.
Clareie seus objetivos.
Recomendo a leitura do livro: “Quem ama cuida” – Edit. Petit – SP.
Logo recomeçamos.
Nos dias atuais, embora as armadilhas sejam cada vez mais perigosas: agrotóxicos; aditivos alimentares, alimentos artificiais; indicar uma dieta não é tão complicado; mas hoje há tantos tipos no mercado que não é fácil dizer qual a melhor.
A única certeza: os grupos básicos de alimentos a serem ingeridos diariamente continuam valendo para todas elas.
Qual a melhor dieta para minha pessoa?
Primeiro é preciso definir: quem é a sua pessoa?
O conhecimento de nós mesmos é fundamental para definir o melhor tipo de dieta; por outro lado a dieta atual pode ajudar muito no auto – descobrimento; lembra da máxima: somos o que comemos?
Do que gosto?
Quais minhas origens raciais e de cultura?
A quantidade supre minhas necessidades?
Eu me alimento de forma regular?
Faço algum preparo para a refeição?
Quando termino a refeição – como me sinto: Ativo ou sonolento? Leve ou pesado? Feliz ou com sentimento de culpa?
Um pouco mais complicado é individualizar a dieta, várias metodologias ajudam a definir quais os alimentos mais indicados para nosso tipo, por exemplo, a dieta do grupo sanguíneo; o sistema da medicina ayurvédica (tipologia vata, Pitta e kapha); o sistema da medicina oriental, etc.
O problema maior consiste em implementar a dieta, colocá-la em prática; pois superar a educação, a cultura e as dificuldades do dia a dia; pode tornar-se uma tarefa além das nossas forças.
Outra pergunta que exige resposta:
Por que desejo mudar minha dieta?
Os motivos podem definir o bom ou mau resultado. É comum que as pessoas troquem causa por efeito. Por exemplo, mudanças de hábitos alimentares voltados para a perda de peso, raramente dão certo – a explicação é simples: perder peso na mudança de hábitos deve ser efeito e não meta; cada vez que uma pessoa com sobrepeso sobe na balança ela está alimentando seu subconsciente com um programa de auto-sabotagem; pois ainda está em conflito entre satisfazer suas necessidades afetivas e compensar seus conflitos com comida e o tênue desejo de adequar-se aos padrões de beleza ou até de continuar vivo (problemas de colesterol, diabetes, etc.).
Pense bem.
Identifique-se.
Clareie seus objetivos.
Recomendo a leitura do livro: “Quem ama cuida” – Edit. Petit – SP.
Logo recomeçamos.
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