quinta-feira, 7 de agosto de 2008

FEBRE: PROBLEMA OU SOLUÇÃO

Nenhum outro sistema é capaz de reagir e de interagir tanto quanto o nosso sistema imunológico, especialmente na infância. O fenômeno da febre alta explica isto muito bem, principalmente em crianças. Elas podem ter um surto febril muito rápido e alto, mas tão rápido que, da mesma forma que a febre veio; ela também desaparece; desde que o sistema imunitário não seja bloqueado com remédios.
O ser humano sempre tentou dominar o outro através do medo. Isso fica patente no distúrbio evolutivo que hoje chamamos de educação baseada no medo, mentira, suborno e chantagem. Quando a indústria farmacêutica descobriu e comercializou o antitérmico disseminou o terror a respeito da convulsão febril e do risco de lesões cerebrais com a febre, induzindo as pessoas com dificuldade em raciocinar a acreditarem que se a febre não fosse combatida (bloqueada) levaria á morte. É sabido que a febre é um das melhores chances para superar uma fraqueza imunológica. Em doentes com câncer aplicam-se, por exemplo, banhos quentes para aumentar a temperatura do corpo, ativando assim o sistema imunológico.
Lógico que suas intenções seriam aceitas pelo poder da lavagem cerebral – hoje grande parte das pessoas considera uma reação patológica de um mecanismo de defesa quando acontecem febre, inflamações e eliminação em excesso. Este fenômeno não é nenhum indício de fraqueza, mas, ao contrário, é uma reação natural de defesa do corpo. Infelizmente nos dias de hoje essa visão predomina e principalmente no caso de crianças, os antitérmicos, anti-inflamatórios e antibióticos, são prescritos ou auto-ministrados mais do que depressa em casos de febre e resfriados.
Meu filho vive doente! – Claro, pois com isto, estamos impedindo um curso natural de cura, e na próxima oportunidade a febre volta para tentar dar continuidade no processo de resgistro de memória imunitária.
O que fazer durante a febre? - O método tradicional antigo de aplicar compressas frias e banhos mornos pode influenciar muito mais suavemente o decorrer da febre sem efeitos colaterais. Naturalmente existem doenças que precisam da supervisão de um médico para tratar reações fortes e perigosas. Mas, também aqui métodos naturais, que aumentem lentamente a defesa do próprio organismo, deve ser a primeira escolha, sem, claro, expor um doente grave a perigo de vida. A escolha é do médico nestes casos. Supondo que durante uma vida toda combatemos doenças com medicamentos, sem dar ao corpo a chance de se auto-curar, a conseqüência seria uma dependência medicamentosa constante e um sistema orgânico de defesa cada vez mais fraco.
A maioria das doenças infecciosas pode ser tratada através de métodos naturais; tentando eliminar inflamações e febre pela pele e pelas mucosas. Pela medicina natural temos excelentes oportunidades para isto. Por exemplo, não existe um método melhor, tanto para prevenção como no caso de infecção, de que fazer o paciente transpirar, junto com a administração de muito líquido, jejum e repouso na cama. É sempre aconselhável jejuar durante uma fase infecciosa ou febril, também pelo fato que o doente não sente mesmo apetite (a Natureza mostra inúmeras vezes o caminho da cura; pena que não acreditamos nela e sim em mentes oportunistas). Alguns dias de jejum não prejudicam se administramos sucos de frutas e vitaminas líquidas. Se tiver fome, somente uma alimentação leve em forma de mingaus ou frutas. Em casos de doenças infecciosas crônicas ou em pacientes muito fracos podemos lavá-los com água fria, o que automaticamente provoca transpiração e vermelhidão da pele, eliminando assim pelo suor as toxinas. Durante esta lavagem devemos estar atentos para que o doente não sinta frio, cobrindo-o rapidamente muito bem. Quanto mais o corpo necessita transpirar no seu processo de cura, tanto mais rápida será a reação a esta lavagem com água fria. É recomendável administrar alguns chás que favorecem a transpiração, como chá de bétula, de sálvia e outros, para ajudar na desintoxicação do fígado e do intestino.
Nem a febre; e muito menos o sistema imunológico é a causa de uma doença, mas um sinalizador de que algo não está funcionando a contento. Um sistema imunológico enfraquecido pela administração de muitos medicamentos, muitas vezes não consegue enfrentar situações debilitantes, abrindo assim a porta para doenças graves e às vezes incuráveis. Por isso a prevenção verdadeira e inteligente é tão importante.
O tratamento pela homeopatia é muito eficiente, especialmente por que não se bloqueia a febre; ao contrário, o processo é estimulado e com isso, a médio prazo as infecções de repetição são eliminadas. Sua ação facilita o desmanche dos bloqueios no sistema linfático e a resposta é muito rápida. As curas pela homeopatia de doenças agudas é muito mais rápida e eficiente – o conceito inadequado de tratamento lento com a homeopatia deve-se ao fato de que a maioria dos pacientes que a buscam são doentes crônicos e é lógico que um tempo seja preciso para que a resposta seja o esperado.
Seu filho faz febres altas com uma simples amigdalite? – Não se entristeça; fique feliz, pois isso sinaliza que seu sistema imunitário está funcionando bem. Fez uma pneumonia sem febre, preocupe-se, pois isso indica que o sistema imunitário está bloqueado.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

EPIDEMIA DE URTICÁRIA

EPIDEMIA DE URTICÁRIA

Nos últimos meses observa-se um aumento significativo no número de casos de crises agudas de urticária e de dermatite de contato. O súbito aparecimento de manchas irregulares de bordos ligeiramente avermelhados com uma coloração pálida no centro e que mudam de lugar, coçam ou dão ferroadas, caracteriza a urticária. O quadro pode ser agudo ou resultante de um processo crônico (repetitivo). As dermatites de contato (o agente e o gatilho que dispara o processo é algo que entrou em contato com a pele: metais, tecidos, produtos químicos, cosméticos) embora localizadas; podem também espalhar-se.
Em nossas observações, nos últimos seis meses de cada dez casos sete ocorre em mulheres, o que sugere a sensibilização por produtos cosméticos como fator a ser levado em conta.
Suspeitamos que, o fator somatório seja importante, portanto vale reduzir ao máximo a exposição. Use o mínimo possível de produtos até mesmo shampoo, sabonete (só nos locais necessários), creme dental e outros. Sempre que um novo produto for usado faça um teste de sensibilidade que embora precário; pode evitar danos: faça um círculo com uma caneta na face posterior do braço e aplique ali o produto á noite – no outro dia de manhã observe se há alguma reação local.
Cuide da dieta, observando alimentos que o corpo sinaliza como inadequados. Alguns são bem conhecidos: corantes, conservantes, proteína do leite de vaca, farinha de trigo branca, proteínas de alguns frutos do mar, carnes e ovos.
Beba mais água.

Não confie na cura através de medicamentos apenas.

Temos observado casos graves de alergia aos próprios antialérgicos. Se já têm antecedentes; cuidado com o uso de analgésicos, anti-inflamatórios, antibióticos, etc.
Homeopatia e sistemas de cura naturais oferecem mais perspectivas de resolução definitiva.

Dica:
Personalidades impacientes e intolerantes são mais vulneráveis ao problema.

sábado, 19 de julho de 2008

EFEITO ECO

Dia destes a Dra. Shellyana, um dos mestres espirituais da Casa do Consolador (SP) nos brindou com uma dica: o efeito ECO.
Na ânsia de nos tornarmos rapidamente trabalhadores a serviço da Luz fazemos muitas trapalhadas; claro que cada um dos tarefeiros acerta e erra de acordo com suas potencialidades já desenvolvidas. Mas, a pressa é uma das marcas registradas desta acelerada época. Na quase angústia de ajudarmos até atrapalhamos ao inserir nossos conceitos e paradigmas na tentativa de ajudar.
Na sua simplicidade de ET já de quinta dimensão- Ela nos disse: “Estão fazendo errado: devem ser ECO das pessoas necessitadas – não tentem mudar o que não é ainda possível”.
“Sabem o que é um ECO”?
Dentro várias outras coisas: Som refletido por um corpo – Acolhimento – Adesão, simpatia.
Quando ela após uma das tarefas de Xamanismo nos alertou para que nos tornássemos ECO das necessidades das pessoas atendidas; o mundo caiu na minha cabeça: venho fazendo tudo errado. À medida que descubro novas realidades tento passar para as pessoas sofregamente.
Questionamentos a respeito dos escritos – Por que as pessoas que lêem e gostam não se tornam divulgadores? – É simples, querem adesão e simpatia ás suas dificuldades; e não alguém que lhes aponte o que fazer.
No trabalho de consultório: quando alguém me procura com uma gastrite – essa pessoa não deseja saber que seu sofrer está relacionado com a falta de critério na dieta e com suas deficiências de caráter.
Nos discursos nos eventos e nas palestras: as pessoas querem mais consolo do que diretrizes.
O que fazer sem violar minhas convicções?
É tão simples: preciso tornar-me um ECO. Mas, um que saiba devolver um pouco mais, apenas um pouco além do que as pessoas solicitam. A pressa é nossa – Deus não tem tempo...
De hora em diante vou aprender a tocar as pessoas em corpo físico e em espírito para aprender a ouvir e a ler suas necessidades para que possa levar adiante minha razão de viver: ser um ECO dos Mestres da Luz.
Quer ajudar com eficiência e simplicidade?
Seja um ECO das necessidades do próximo – especialmente dos mais próximos: VOCÊ MESMO e seus familiares.
Minha gratidão eterna á Shellyana e á Casa do Consolador que me dá presente que ainda não fiz por merecer...

sábado, 12 de julho de 2008

SAÚDE ESPIRITUAL 1

SAÚDE ESPIRITUAL

Este espaço nos oferece oportunidades de interação (embora nem sempre imediatas), qualquer troca de vivências; apenas é útil para quem deseja aprender.
Dia destes, em nosso trabalho de terças feiras em SBC recebemos a visita de uma leitora de nossos livros e do site jornaldosespiritos.com que nos trouxe um casal que buscava ajuda para seu filho de 2 anos de idade que já sofreu algumas convulsões e que após visitar vários médicos estava em tratamento neurológico sob a ação de medicamentos alopáticos. Os exames deram resultados negativos – nada de anormal foi encontrado. O desejo dos pais é tentar resolver o problema sem que a criança fique sob a ação de remédios (louvável idéia). A família foi orientada a continuar o tratamento no local em que já estava sendo atendida em SPB pela distância e pela necessidade de seguimento semanal. Devido ás características de trabalho do Grupo – os acompanhantes espirituais já recebem ajuda durante o bate papo espiritual – Temos um atendimento inicial de triagem e um passe de harmonização energética. Oração, leitura de preparação; música. No lugar da palestra fazemos uma dinâmica de grupo. Substituímos o passe de harmonização inicial pelo REIK com um ganho de eficiência muito interessante (assunto interessante para ser discutido).
Retornando ao nosso foco. Após a terceira fase dos trabalhos: passe de tratamento. No encerramento – apenas com os trabalhadores disponíveis e preparados para o bate-papo com os amigos do além.
Neste dia, apresentou-se o espírito que acompanha o garoto – ele me explicou com detalhes como aprendeu com seus mentores das sombras a produzir as convulsões – técnica bem simples. Daí muito interessante. No seu relato ele disse que há um plano para tornar a criança um portador de epilepsia. Explicou que na existência anterior esse espírito foi assassinado com uma paulada na cabeça pelo espírito do garoto – Terão êxito? – Talvez sim, talvez não – Depende da mudança de postura de todos os envolvidos: do próprio garoto, seus pais, amigos, familiares, médicos – mas, quem dará a palavra final é o espírito que foi assassinado. Socorrido naquele momento sua lesão desapareceu, sentiu-se melhor e ficou de pensar a respeito de perdoar; deu para sentir que foi tocado na sua convicção de vingar-se após ouvir as ponderações dos presentes sobre o tema abordado naquele dia: o perdão. Antes de afastar-se da médium ele nos disse que estava propenso a perdoar e a recomeçar sua trajetória evolutiva – Será? Os acontecimentos da vida desse garoto podem ser modificados? Claro. Ele deve ser um epilético por toda esta existência? – É provável que não! – A quem cabe evitar esse desenlace? – A maior responsabilidade num primeiro momento é da família – Mas, quem dará a palavra final será ele mesmo: o próprio espírito – desde que bem encaminhado para a caridade – nesse como em todos os casos semelhantes é o remédio por excelência – Mas quem pode encaminhá-lo: a família.
Prognóstico? – Depende de vários fatores; dentre eles, o que está inscrito em seu DNA? Será que a mudança de conduta nesta existência pode livrar seu espírito dessa reparação?
Temos acompanhado alguns casos semelhantes; embora de outras patologias, mas com o envolvimento de adversários espirituais. E confirmado a importância do trabalho espiritual para a resolução a contento dos problemas. Certamente muitos casos que hoje não caminham bem, embora todo o tratamento esteja aparentemente correto, no futuro poderão receber essa ajuda. Claro que o sistema de crenças religiosas dos pacientes será fator decisivo.
A separação que ainda é feita: isso é um problema físico; este outro um problema psíquico ou emocional e aquele um problema espiritual deve ser substituída pela integração de todos numa unidade: espírito em evolução. Cuidar do corpo e do espírito disse o mestre Jesus – a cada dia torna-se fácil perceber o quanto o Evangelho é prático, simples e eficiente.
Até a próxima.

domingo, 6 de julho de 2008

PROBLEMA PSIQUIÁTRICO É MAIS GRAVE DO QUE PSICOLÓGICO?

PROBLEMAS PSIQUIÁTRICOS SÃO MAIS GRAVES DO QUE OS PSICOLÓGICOS?
Pessoas que sofrem de problemas psiquiátricos são mais perigosas e doentes mais graves do que os que sofrem de problemas psicológicos?
Qual a diferença entre um Psicólogo e um Psiquiatra?
Um Psiquiatra é um médico - possui uma formação superior em medicina e especializa-se em Psiquiatria. Globalmente, o Psiquiatra observa os problemas psicológicos de um ponto de vista mais estrutural, recorrendo a conhecimentos sobre o sistema nervoso e biológico do corpo e encarando os problemas como uma doença ou perturbação, que geralmente necessita de medicação ou de técnicas médicas para ser tratada. Então para os leigos; se o psiquiatra receita um remédio, a necessidade dele está acima de qualquer suspeita – O cara está mal e precisa de uma camisa de força química; ponto final! – Será?
Sendo um médico, o Psiquiatra, contrariamente ao Psicólogo, tem uma formação que lhe permite a prescrição de fármacos. Do ponto de vista psiquiátrico, o tratamento de perturbações passa geralmente pela medicação, ainda que também tenham alguns conhecimentos de psicoterapia e desenvolvam com alguma freqüência intervenções psicoterapêuticas (raras vezes) – apenas para atender aos doentes - top line (os que podem pagar por hora; um bate papo mais direcionado).
O Psicólogo não é um médico, mas um profissional com formação superior em Psicologia. Genericamente, o Psicólogo tenta entender os problemas psicológicos enquanto conseqüência de experiências vivenciais ou relacionais, relacionadas coma forma como o sujeito foi desenvolvendo a sua maneira de lidar consigo e com os outros. A sua abordagem terapêutica, passa por uma abordagem psicoterapêutica e apoio e aconselhamento psicológico. O Psicólogo (teoricamente) não prescreve medicação controlada (não é o que se vê na prática da medicina alternativa; pois na autodenominada condição de terapeuta: ele receita florais e até homeopatia); não só por não ser médico, mas também pelo fato da sua visão da problemática dos sujeitos não seguir essa abordagem (quando medica está fugindo gravemente de sua formação; é quase um atestado de incompetência). Todavia, sempre que se revele necessário, o psicólogo recomenda ao paciente a consulta de um psiquiatra ou do médico de família.
Ainda que diferentes, a abordagem psicológica e psiquiátrica estão profundamente interligadas trabalhando ambos os profissionais em equipe numa colaboração multidisciplinar e de complementaridade.
Quando é necessário entrar com remédio? Quando as sessões de psicoterapia resolvem? Qual o melhor remédio? Qual o melhor método de terapia?
No fundo todo o problema decorre da educação e da falta dela. Mesmo os problemas psiquiátricos lesionais (aqueles acompanhados por lesões ou disfunções neurológicas) decorrem de problemas psicológicos não resolvidos ao longo das existências (até os acidentes do tipo: bater com a cabeça).
A cultura da doença e do sofrer como meio e fim para o progresso, coloca o paciente medicado como vítima e o paciente tratado pela psicologia como um “fresco que não têm o que fazer” – Lembram-se dos “coitados que ousavam entrar em depressão” até pouco tempo? – Todos os que conviviam com eles tinham a receita na ponta da língua ferina e maledicente: “É falta!” – “É falta do que fazer!” – “Arrume algo para entretê-lo!” – Para a maior parte dos que ainda estava isentos de viver essa prova; a depressão era problema de sexualidade mal resolvida ou de ociosidade.
Bem vindos ao clube! – E aí? Faz terapia ou toma remédio?
Freqüenta o terapeuta ou o psiquiatra? – Nossa, os dois? – Que beleza!!!
Você é uma pessoa de sorte.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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