domingo, 29 de maio de 2011

EU SOU




Para que sejamos saudáveis em corpo e alma é preciso desenvolver a consciência de saber que, EU SOU o que me fiz ser.

A vida é uma realizadora experiência em andamento.

Tudo está sendo criado e recriado o tempo todo; inclusive e principalmente o EU SOU.
Apenas a percepção das experiências e a sua compreensão é que ocorre em faixas de conhecimento diferenciados, segundo as capacidades que cada um já desenvolveu (estágios de evolução da consciência).

Interessa-nos falar da experiência de vivermos neste momento aqui na Terra. Como em todos os lugares e universos, nela a vida está sendo criada e recriada; o tempo todo.
Hoje habita o planeta, indivíduos em todos os estágios de consciência, o que nos torna uma interessante vitrina do processo evolutivo cósmico.
Aqui convivem criaturas que ainda transitam na faixa de experiências da consciência primitiva com outros; que já produzem artefatos para explorar o Cosmos; alguns até interagem e se relacionam com seres que habitam outras moradas da casa do Pai.

Para cada um dos grupos que compõe a espécie humana, as verdades são diferenciadas; segundo a capacidade de discernir de cada coletividade ou indivíduo (grau de consciência).

Nosso tema de hoje: Sanidade.

Você está doente!
Para que eu o cure é preciso seguir tais e tais procedimentos!

Cuidado: atenção aos sistemas de crenças limitadores.

Para manter a integridade do EU SOU é preciso vigiar sem descanso o que preconizam para nós; pois enquanto coletividade, nós criamos sistemas de crenças que tentam limitar nosso raciocínio crítico, usando principalmente o medo de sofrer – e especialmente o medo da morte.

Embora sejamos incapazes de mudar as leis universais; nós podemos alterar o resultado de nossas experiências profundamente; através de nossas crenças; portanto elas devem ser revistas com freqüência.
Para reformá-las, é necessário antes, separar verdades naturais das nossas verdades; aprendendo a distinguir a realidade da ilusão para que nossas experiências de vida se desenvolvam na plenitude do EU SOU saudável com sucesso.

Na busca da minha sanidade do corpo e da alma.

EU decreto:

Doença: É conseqüência das minhas escolhas. A somatização decorre da minha carência de qualidades de caráter. Dos excessos de toda ordem. Da preguiça de toda espécie. Das intoxicações a que ainda me permito.
Cura: A definitiva só ocorre com as mudanças que eu venha a efetuar na minha forma de pensar, sentir, agir. Apenas receber ajuda externa gera cura temporária ou supressão.
Medicina: É apenas um recurso externo e intermediário da cura definitiva e quando não acompanhado de mudanças de atitudes atrasa o meu progresso pessoal. Hoje ela é recurso mal usado que mais encurta a minha vida do que prolonga pela recusa em mudar.
Medicamento: Artefato de alívio enquanto meu organismo processa naturalmente a cura. Não mais me iludirá com falsa sensação de bem estar; deixando-me refém de antigos padrões psicológicos e de comportamento.
Efeito colateral: Ele apenas mostra que a escolha de resolução foi inadequada.
Morte: A perda do meu corpo físico não é o fim de tudo; apenas o de uma etapa; o que sou continuarei a sê-lo; a morte em vida ou depressão é que necessita de combate intermitente e não a chamada morte física. Preciso me preocupar é com a forma de viver e não com a morte.

A vida de cada um necessita ter um sentido que deve ser percebido por ele mesmo.
Quando delega essa percepção a alguém, executa apenas o que o outro percebeu.
Reciclar, atualizar, priorizar e harmonizar objetivos às leis é estar vivo. Quem os perde morre temporariamente até que os retome.

Na busca da minha sanidade:
EU declaro minha liberdade enquanto liberto a tudo e a todos.

Afinal: EU SOU LUZ.

sábado, 28 de maio de 2011

CUIDADOS BÁSICOS PARA PROGREDIR SEM AJUDA DA DOENÇA




Em se tratando de saúde fazemos qualquer coisa para tê-la; desde que possa ser comprada pronta.
No mercado da vida sempre haverá alguém tentando vender cura; enquanto houver consumidores...

A saúde está ao alcance de qualquer um que a deseje; e de graça. Bastam alguns cuidados bem primários com a santíssima trindade pessoal:

MENTE – EMOÇÕES - CORPO

A) Com o corpo físico:
Eliminar vícios, em especial os fisiológicos.
Modificar hábitos, simplificar, reduzir excessos.
Combater a preguiça e o sedentarismo.
Evitar a intoxicação, especialmente a alimentar e a medicamentosa.
B) Com a mente:
Desenvolver a inteligência.
Armazenar e reciclar o conhecimento que melhora as escolhas; que determinam conseqüências.
Pela reflexão, ferramenta que interliga o sistema racional ao emocional; nós devemos manter objetivos de vida atualizados, reciclados e harmonizados com as Leis evitando a morte em vida ou depressão.
Quem não exercitar a mente sistematicamente vai desconectar-se da vida através de surtos de crises psicóticas.
Vigiar os pensamentos vivifica e cria; deixar de fazê-lo mata e destrói; e cada qual vive no espaço do mundo vibratório criado pelos seus pensamentos.
C) Com a emoção e sentimentos:
É urgente educar as emoções através do raciocínio; especialmente as exacerbadas pela modernidade: ansiedade e medo.
Observar como estão sendo interpretadas essas emoções, em certos casos, já é questão de vida e morte.

Somos seres interativos; daí a necessidade de observar como interagimos.

1) Cuidados com os relacionamentos:
Não desejemos felicidade individual plena sem felicidade coletiva.
Não queiramos resolver problemas dos outros enquanto não soubermos resolver os nossos; capacitemo-nos primeiro.
Sofrer pelos outros é indicativo de desequilíbrio emocional; não de bondade ou amor.
Ajudemos, amparemos, cooperemos, perdoemos sem cessar; pois quando temos a atenção dirigida ao próximo; nós deixamos de superdimensionar os nossos problemas e dificuldades.
Não vejamos os outros como causadores da nossa felicidade ou infelicidade.
Ajudar não é intervir; não queiramos dirigir a vida de ninguém; pois isso é assinar recibo em branco cuja cobrança virá mais dia menos dia.
Não copiemos, criemos, acrescentemos; vivamos e deixemos viver.
Sejamos “mansos como os pombos, mas prudente como as serpentes” (Jesus). Não confiemos nossa vida às diretrizes e aos interesses de outrem.
Analisemos com espírito crítico e flexível as informações.
Aquele que se deixa enganar é tão culpado pelo atraso coletivo quanto o que engana e ilude, beneficiando-se.
Valorizemos as qualidades das pessoas com as quais convivemos.
Não lhes ressaltemos os defeitos, pois servirão de ferramenta aguçada para corrigir os nossos.
Milhares de palavras não valem uma atitude.
Não percamos tempo tentando transformar as pessoas mediante simples discurso; exemplifiquemos; pois as atitudes devem preceder as palavras. A frustração dessa forma de relação, que, tenta se intrometer no livre-arbítrio e aprendizado do outro é causa de inúmeras somatizações, especialmente no meio familiar.

O que estamos esperando?

Apenas esses poucos e básicos cuidados são suficientes para que tenhamos saúde eterna.

Enquanto não nos dispomos a essa prática; ao menos escolhamos o tratamento que vai nos aliviar com a melhor relação entre custo e benefício.
Efeito colateral?
Ninguém merece?

Obs. Sempre há luz no fim do túnel...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

AS REDES SOCIAIS E A TIMIDEZ

A timidez social parece fora de moda num mundo de tanta exposição; mas na verdade está em franco crescimento; esse é outro dos nossos paradoxos da convivência.
O desenvolvimento da tecnologia traz consigo novas formas de comportamento - hoje usamos muito mais telefone e Internet; o que proporciona maiores possibilidades de contatos virtuais interativos; o esperado seria uma facilidade maior para interagir; as pessoas se tornariam menos inibidas – no entanto, tem aumentado o número de pessoas que na presença de outra com a qual interage tão bem no virtual; quando no tete a tete não sabe o que dizer nem o que fazer. Aumenta o número das que usam remédios, álcool e drogas para conseguir interagir sem o inconveniente da timidez.

Um dos efeitos colaterais é o aumento da sensação de solidão; pois é inevitável que a diminuição dos contatos sociais em presença física; tenha como conseqüência um desenvolvimento menor das habilidades sociais, afetivas; e o enfraquecimento dos vínculos afetivos.

No mundo contemporâneo ao invés de diminuir, a timidez social cresce e hoje já atinge quatro em cada dez pessoas.
É um problema que limita; pois os tímidos têm as suas opções diminuídas, o que necessariamente não significa que sejam menos felizes que os outros; mas suas escolhas tendem a ser mais restritas. No mercado da vida o tímido sai perdendo; não apenas na sua rede de contatos sociais e de trabalho; mas até na possibilidade das escolhas amorosas; pois há muito se sabe: quem não arrisca não petisca.

A timidez pode ser uma característica de nascimento; que pode sofrer aumento ou diminuição considerável dependendo do meio em que a criança cresce.

O tímido coloca um peso muito grande na opinião alheia. E isso pode piorar; se a família tem como hábito fazer comparações entre filhos ou com outras pessoas. O potencialmente tímido caso sofra de sentimento de menos valia tem a qualidade de vida comprometida.


Como em toda e qualquer patologia: quanto mais precoce seja o diagnóstico desse distúrbio; melhor as possibilidades de cura.
A comprovação da timidez pode ser feita pela própria família:
Desde pequenas algumas crianças se escondem atrás dos pais quando abordados por estranhos ou até familiares próximos.
Algumas quando na presença de desconhecidos e mesmo de outras crianças levam algum tempo até emitirem a primeira palavra, comportam-se num primeiro momento como se fossem mudas.
Determinadas características da personalidade costumam agregar-se à timidez, dentre elas, o orgulho.

A abordagem de qualquer problema de comportamento ou de personalidade a ser corrigido deve ser cuidadosa - é preciso observar e calar até que haja certeza no diagnóstico.

Como controlar a timidez:

Primeiro é preciso entender sua origem; para que ela possa ser reduzida com treinamento e exposição a situações propícias, estilo vacina.
Um bom exercício para crianças são as atividades esportivas, estudo de música e atividades de teatro.
Para resolver dois problemas com uma só atividade a criança tímida/orgulhosa pode ser estimulada a engajar-se em tarefas que ajudem a desenvolver a humildade.

A dificuldade de interação social é mais um motivo para que o uso da interatividade virtual seja regulado e disciplinado – não se trata apenas de proteger a criança e o jovem dos possíveis desvios de conteúdo nas redes sociais; mas também ficar de olho na qualidade das interações e dos vínculos afetivos que a criança consegue desenvolver no seu dia a dia.

Qual será a influência do uso das interações virtuais sistemáticas proporcionadas pela Internet no comportamento dos adultos da atualidade?
Ajuda ou dificulta as interações?
Remédios, álcool, drogas e outros artifícios estarão sendo substituídos pelo mouse, tela, teclado na tentativa de superar a timidez social?

Namastê.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

AGRESSIVIDADE É UMA QUALIDADE?

Em Sampa quando o condutor do metrô que vai de Tucuruvi a Jabaquara avisa: Próxima estação: Paraíso! – O povo fica no maior alvoroço e desce metade da carga – ali há uma conexão com outra linha; mas parece que sempre tivemos uma atração danada pelo tal do Paraíso – uma de nossas visões dele: um local lindo, pacato, onde as pessoas são pacíficas; dentre outras coisas.

Viver no Paraíso é um dos nossos sonhos de consumo cósmico – Mas, além de não criarmos de fato esse mundo; ainda impedimos que as próximas gerações o atinjam. Dizemos que desejamos um mundo melhor para os nossos filhos; onde não haja desmandos, agressividade, violência...

Mas, em contrapartida:
Na real; na sociedade em que vivemos a marca registrada de comportamento é a neurose de competição - estimulamos as crianças a reforçar a tendência de “atacar” com o único motivo de sobrepujar, provocar uma reação no oponente com objetivo de subjugá-lo; usando o álibi da defesa dos próprios interesses.

Quem disse que a humanidade não progride; se nós estamos ficando cada vez mais “velhacos”, ladinos, espertos – no bom sentido das nossas justificativas; é claro.
Na atualidade nem sempre o agressivo que se preze ataca de forma explícita, a agressividade torna-se cada vez mais subliminar, camuflada e difícil de ser erradicada. Em alguns meios é quase que considerada uma “virtude para tornar-se um vencedor sobre os pacatos e cooperativos” concorrentes.
Empresas de ponta gostam de contratar funcionários com posturas agressivas para dominar o mercado.

Quem quiser se tornar manso e pacato o que fazer?
Primeiro ficar de boca fechada para não perder os melhores lugares no mercado da vida.
Depois estudar-se para detectar possíveis atitudes de agressividade já camufladas pelo verniz social.

Exemplo: a atitude provocativa.
A atitude de provocar é ignorada como um sintoma de agressividade; no entanto, é a mais comum em múltiplas situações da vida moderna e uma das mais perigosas para a paz íntima e social; pois como bem diz o ditado popular: “quem procura acha.”.
Na infância é fácil detectar esse tipo com ímpetos de violência, pois vivem provocando a tudo e a todos, desde as crianças até os adultos, quase sempre de forma inconsciente, para expressar seus dotes agressivos. O fato de serem sempre “do contra” já é uma manifestação desses impulsos, embora meio que escondida.

Fica a questão:
Qual o motivo de todo mundo desejar o Paraíso e sonhar com o pacifismo; porém a agressividade continua ganhando de dez a zero?

É que há na outra ponta da questão; uma grave doença da evolução:

A passividade.

Omitir-se quando é possível agir é um crime contra a evolução; tão ou mais grave do que a agressividade.
O passivo é um agressivo sempre movido por seus interesses de momento e sem muita coragem.
Todos somos movidos por interesses; ás vezes engolimos em seco para defender nossos interesses daquele instante. Apenas é preciso refletir a respeito deles. Assim como a insatisfação; o interesse é uma das molas do progresso. Apenas há interesses e interesses...

Embora ás vezes não nos pareça; nós estamos no bom caminho.
Claro que o mundo tem jeito – Isso aqui vai se tornar o tão sonhado Paraíso; e não demora; pois:
As crianças da Geração Nova têm muita dificuldade em cruzar os braços quando se trata de ajudar, colaborar e até de lutar contra as injustiças; e se, por um motivo qualquer são constrangidas a fazê-lo sofrem muito e podem até adoecer. Mas, mesmo que algumas adoeçam e até morram – elas estão chegando em grande número.

Próxima estação: Paraíso!
Quem não vai descer não fique na região das portas: atrapalhando.

terça-feira, 24 de maio de 2011

SER MANSO É VIRTUDE OU DEFEITO?

Talvez sejamos a raça destas bandas do Universo mais chegadas numa contradição – adoramos um paradoxo.

A mansidão é uma qualidade a ser adquirida; algo para ser admirado, motivo de orgulho, cantada em prosa e verso.

Mas; adquirida pelas outras pessoas; enquanto a gente assiste de camarote.
Para evitar a chacota e o desprezo dos em torno; nós preferimos deixar essa conquista mais para o final da evolução como se o desenvolvimento das outras virtudes e talentos não necessitasse do seu concurso.

Vamos usar uma situação do popular cada dia mais comum; se alguém te chama de “corno manso”, sejas homem ou mulher é desavença e até briga na certa. As mulheres são menos desprezadas pela sua mansidão ao reagir numa situação dessas; coisas da cultura.

Afinal o que é ser manso e pacífico?
Vale para que tipo de situação?

Já ser é diferente de ainda estar:
Ser manso, pacífico é diferente de estar em paz; muitas vezes de forma provisória; pois que, sob a ação anestésica das justificativas. É um estágio definitivo de conquista, no qual o indivíduo não ofende nem se sente ofendido, e vive num estado de ausência de violência sem precisar explicar nem justificar atitudes. Não precisa pedir perdão nem perdoar.
Na fase de não/violência ou estar em paz, ainda precisamos perdoar e sermos perdoados de forma condicional num primeiro estágio e depois incondicional numa fase mais avançada.

Ao tentar conter impulsos agressivos o homem/troglodita dá início ao processo de humanização verdadeira.

Embora nossas conquistas sejam lentas; isso não deve servir de álibi nem comparações nem entre nós; muito menos com outras espécies que compartilham conosco o planeta.
Muito se comete o erro de afirmar que o homem agressivo e violento é animalizado. É preciso que fique claro que o animal não é agressivo; apenas se defende quando é ameaçado de alguma forma. Suas reações são puramente instintivas. Exceto nos que convivem há muito tempo com o homem (os chamados animais domésticos) estes possuem uma capacidade de captação subconsciente muito mais poderosa até do que o das crianças pequenas, tanto que adotam com o passar dos anos, o “ar ou o jeitão dos donos” e, assimilam também algo da forma de reagir das pessoas com as quais convivem e podem se mostrar agressivos ou dóceis (Quem chama uma pessoa agressiva e violenta de animal está cometendo uma injustiça).

Pense várias vezes antes de usar a célebre frase dos que já se acham mansos e pacíficos:

“Sou uma pessoa boa e pacifica; desde que não pisem no meu calo; desde que não mexam comigo!”...

Boas reflexões.

Paz e luz.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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