domingo, 18 de outubro de 2009

MATAR A GALINHA - QUEBRAR O OVO - SÓ PARA COMER UM OMELETE?

ETA OMELETE CARO...

Somos especialistas em trocar causas por efeitos. Lógico que todas as pesquisas científicas tenham por objetivo principal vender produtos ou remédios para liquidar doenças; mas, é preciso ir devagar para não usar todos os ovos num único, omelete; e, muito menos, matar a “galinha dos ovos de ouro” (nosso corpo físico) no galinheiro da evolução a troco de matar um dos seus incontáveis piolhos; no caso o vírus XMRV.
Analisando mais uma das notícias do mundo científico; uma delas publicada em 09/10/2009 no Portal Eco Debate, me chamou a atenção e, reacendeu uma eterna dúvida entre meus dois neurônios oficiais o tico e o teço que vivem disputando essas dúvidas no par ou ímpar: Quem veio primeiro o ovo ou a galinha?
No caso, será que os agentes externos, no caso um vírus são realmente os causadores de determinados distúrbios ou aproveitam-se das condições para marcar território?

Vamos á notícia:
Estudo vincula vírus XMRV à fadiga crônica em seres humanos
admin
saúde
* * Envie este texto por Email **

O vírus, fotografado na corrente sanguínea de um portador da síndrome da fadiga crônica. Foto: Whittemore Peterson Institute/The National Cancer Institute (NCI)
Descoberta sugere que um coquetel de drogas poderia ser testado contra a doença, que atinge milhões
Um vírus ligado ao câncer de próstata também parece desempenhar um papel na síndrome de fadiga crônica, de acordo com uma pesquisa [Detection of an Infectious Retrovirus, XMRV, in Blood Cells of Patients with Chronic Fatigue Syndrome] que poderá levar á primeira droga contra o misterioso distúrbio que atinge 17 milhões de pessoas em todo o mundo.
Pesquisadores encontraram o vírus, conhecido como XMRV, no sangue de 68 de 101 pacientes de fadiga crônica. O mesmo vírus apareceu em apenas 8 de 218 pessoas saudáveis, informa os cientistas na revista Science. Reportagem da Agencia Reuters, com informações complementares do EcoDebate.
Judy Mikovits, do Insituto Whittemore Peterson, e colegas do Instituto Nacional do Câncer dos EUA e da Clínica Cleveland enfatizam o fato de que a descoberta só mostra um elo entre o vírus e a síndrome, e não chega a provar que o vírus é a causa da doença.
Muitos outros estudos serão necessários para mostrar uma ligação de causa e efeito, mas Judy disse que o estudo oferece a esperança de que os portadores da síndrome possam obter alívio a partir de um coquetel de drogas.
“É possível imaginar várias combinações de terapia que poderiam ser muito eficientes e poderiam, pelo menos, já entrar em testes clínicos”, disse ela.
Ela disse que drogas usadas contra a aids, anti-inflamatórios não-esteroides e drogas usadas contra o câncer poderiam ser testadas como um possível tratamento.
A síndrome afeta o sistema imunológico e causa uma fadiga que incapacita a vítima, diz o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) do governo americano. Os pacientes também podem experimentar perda de memória e concentração, dores musculares e nas juntas, dores de cabeça, inchaço dos nódulos linfáticos e garganta inflamada. O XMRV é um retrovírus, como o HIV, causador da Aids.
Detection of an Infectious Retrovirus, XMRV, in Blood Cells of Patients with Chronic Fatigue Syndrome
Vincent C. Lombardi, Francis W. Ruscetti, Jaydip Das Gupta, Max A. Pfost, Kathryn S. Hagen, Daniel L. Peterson, Sandra K. Ruscetti, Rachel K. Bagni, Cari Petrow-Sadowski, Bert Gold, Michael Dean, Robert H. Silverman, and Judy A. Mikovits
Published online 8 October 2009 [DOI: 10.1126/science.1179052] (in Science Express Reports)
* Reportagem da Agencia Reuters, publicada no Estadao.com.br
EcoDebate, 09/10/2009
A síndrome do “eu não agüento mais” é bem mais complexa.

MEU DEUS! – NÃO AGÜENTO MAIS...

Cheguei ao final do ano muito cansado – será o excesso de trabalho? O trânsito caótico? A luta para manter o emprego? A energia humana anda escassa? Parece que sim: VEJA quantas pessoas (homens, mulheres e simpatizantes) se arrastam para levar adiante um simples dia após o outro, muitos, dopam-se com remédios estimulantes para “pegar no tranco” ou tomam baldes de café ou de bebidas á base de cafeína e outros bagulhos do gênero – aceleram a mente e as células, atropelam a si mesmas a Deus e o mundo e, depois, á noite após atacarem a geladeira, na inútil e sem sentido, tentativa de dominar a ansiedade e o medo, drogam-se para pegar no sono e dar a dormida dos justos – dormir que nem um anjinho – nunca mais. OUÇA, não agüento! Chega! Socorro Meu Deus! PENSE, a visão de mundo que, nos foi posta coloca os fenômenos normais contra os paranormais; inutilmente; pois quantas coisas novas parecem não ter nada a ver uma com a outra; mas, misturadas com as antigas tem tudo a ver; por exemplo: “um simples olhar é capaz de fulminar um desejo, uma intenção nossa e, até de, alterar a estrutura da matéria”. “Cuidado com seus desejos e anseios; pois eles podem se transformar em realidade” – esses paradigmas que antes pareciam coisa de mágica ou sobrenatural, no presente têm explicações bem simples e claras através da física quântica; que até pouco tempo soava a coisa de visionários, algo de compreensão muito difícil. Mesmo para nós simples pessoas bem comuns, observemos quantos tipos de energia influenciam nossa vida: Energias celestes. Calor. Vento. Frio. Secura. Umidade. Energia terrestre (telúrica). Energia Fonte. Energia Nutritiva. Energia de defesa. Energias perversas (princípios da milenar medicina chinesa). Mas, e daí? Como posso gerar energia para não me sentir tão esgotado? Matando o vírus XRMV; mas eu nem tenho próstata? - Não há geração de energia, apenas: transformação, dizem os modernos físicos. Mas, e até onde e como tudo isso pode nos afetar? Qual a relação entre meu cansaço e esses conceitos sobre energias? PENSOU BEM? - ATÉ ONTEM, o homem encontrou na magia a maneira mais próxima de se relacionar e de se favorecer da realidade a respeito da energética vital; mas, métodos e rituais são complicados, chatos – a idéia é essa mesma, pois foram bolados por mentes que querem nos dominar explorando nossa milenar preguiça de pensar; o que, levou algumas pessoas mais libertas e de mente mais ativa, a pararem para pensar; mesmo que, de forma instintiva; não importa. Tudo caminha mais ou menos conforme o previsto. Mas, nem tudo está perdido, pois graças ás experiências de muitos cientistas que se aventuraram a desvendar o sobrenatural cresce sem parar o contato do homem comum com as verdades a respeito da energia, e sua influência na vida, sem paradoxos místicos – para iniciar recomendo o filme “Quem somos nós”.

Lembram da escassez de energia que ameaçou travar a vida das pessoas e a economia? O apagão da energia elétrica: nem lâmpada, tv, rádio, forno de microondas, internet, chuveiro quente, diversão eletrônica, etc. Lembram? Foi quase que a morte para os consumistas que dependem da modernidade para que um dia voltem a ser..., simples.
Uma situação de tecnologia capaz de conduzir muitas pessoas descuidadas à depressão, angústia ou pânico. Seres mortos em vida..., eletrônica; apenas por verem-se tolhidos de usufruir da modernidade tecnológica, mesmo que por breves instantes. Essa falta de planejamento dos responsáveis pela política da “energia elétrica” foi “carinhosamente” chamada de “apagão” pela mídia. Uma “elétrica brincadeira administrativa” que custou caro a todo mundo, seja em termos de estresse de racionamento ou o medo de um colapso: Vou ficar no escuro! Estou de volta à idade da pedra! Não vou mais poder assistir televisão! Todo mundo, cada um do seu jeito ficou muito bravo, com medo e revoltado; da mesma forma pessoal, cada um reagiu a seu modo: a maioria xingou os ir/responsáveis pela política energética do “País” naquela ocasião, outros até, puseram a culpa no coitado do São Pedro que não mandou a chuva necessária.
Trazendo esse fato para o planejamento íntimo, nós ainda vivemos em descuido e, movidos por interesses de obter vantagens, sempre as mais imediatas possíveis; isso nos leva a, nos drogarmos de forma legal (medicina, por exemplo) ou ilegal, o que além de perdermos a conexão interna nos conduz á perda da sintonia com os reservatórios de energia vital. Olha ai o reflexo da incompetência política do setor energético, espelhada em nós mesmos! A falta de planejamento e de gerenciamento da nossa vida fez com que os gastos de energia vital aumentassem em progressão geométrica e os cuidados com os reservatórios e com a melhor forma de manejá-los foram dispensados (tal e qual na política dos governantes com relação à energia elétrica). A sensação de esgotamento da energia vital é coletiva. Alguns estão realmente apagando e, somos obrigados a racionar, até na iminência de um colapso. Um sem número de pessoas está “travando”, “patinando” sem sair do lugar – nos drogamos cada vez mais (e os ilustres cientistas aventam a possibilidade de um coquetel de drogas para matar o coitado do vírus – piolho) – tentamos continuar acelerando e afundamos, nos atolamos em nossos próprios desejos ou nos dos outros. Não conseguimos acabar o que já está começado nem iniciar nada novo; e, sem que tenha havido nenhuma extravagância nenhuma noitada, nada fora do “normal”; apenas continuamos dentro do “estilo de vida” básico; tudo continua na velha rotina, e mesmo assim, há dias em que nós acordamos com a sensação de uma ressaca daquelas. Parece que andamos na gandaia a noite toda, ou melhor, estivemos várias noites seguidas na farra. Ressaca total. Física e moral: extenuados e com uma sensação de culpa inexplicável. A sensação que predomina, é a de que não daremos mais conta do recado e de que nada mais vale a pena. O pior é não achar resposta para isso: correr feito doido. Tanta coisa prá quê? Sob o peso dessa sensação até chegamos a Imaginar que a qualquer momento vamos morrer; boa hora para questionar a tal de morte; pois o que sentimos de verdade, de realidade ou vida, é que chegamos ao limite de nossas forças, estamos no fim da picada; será que isso, é que significa vivo ou morto – Viver é levar a vida do jeito que está: na correria? E morrer será não dar conta? Se para você, isso, já começou: não se assuste meu amigo, essa sensação não é um privilégio seu; pois bilhões de pessoas estão se sentindo no fim da picada.
O que fazer?
O primeiro impulso é o de acreditarmos na idéia que tentam nos vender: Você está precisando de vitaminas! E outras panacéias do tipo.
Estamos perdendo contato com a realidade da vida e, isso, nos assusta e aflige, adoece e mata em vida; pois na nossa pobre cabeça há uma enorme confusão entre cansaço físico, neurastenia, esgotamento mental, emocional, falta de motivação para a vida, lidar mal com a frustração, depressão, pânico, angústia existencial, estresse agudo, estresse crônico. É necessário e urgente diferenciar uma coisa da outra. Analisar uma de cada vez para depois juntar tudo, é mais prático e eficaz.
Ufa! Cansei!
De forma bem resumida, algumas causas da falta de energia vital:
Estresse crônico.
Tentar não ficar para trás ou viver sempre na frente dos outros consome uma grande quantidade de energia vital. Viver segundo os preceitos e as leis da neurose não é fácil; não é para qualquer um não.
Consumo de alimentos mortos.
Apenas parte da energia vital que absorvemos vem dos alimentos vivos. Experiências mostram que tudo que é colhido, arrancado e abatido, 3 dias depois não tem mais nada de energia vital. Além disso, ao consumirmos alimentos industrializados gastamos mais energia do que recebemos.
Em se tratando até de cansaço crônico uma das mais nefastas invenções já feitas foi a geladeira; que nos permite a conservação de cadáveres.
Respiração inadequada.
Uma grande parte da energia que retiramos e absorvemos da natureza nos chega através da respiração. A respiração correta se faz inspirando pelo nariz preenchendo os pulmões com a ajuda do abdome, retendo o ar o máximo possível e expirando pela boca. Inspirou a barriga estufa, expirou a barriga murcha – hoje, fazemos ao contrário.
Causas de respiração incorreta:
• Doenças de vias aéreas superiores: rinite, sinusite e aumento das adenóides. A maior parte dessas doenças decorre de problemas alérgicos cuja instalação obedece à soma de exposição continuada a vários estímulos alérgicos: inalantes ou tudo que respiramos como odores, poeiras, fungos, ácaros, fumaças, poluição. Mudanças de temperatura: gelado, ventilador, ar condicionado, mudanças climáticas. Ingestão de medicamentos. E determinados alimentos. Ingestão de aditivos químicos usados na alimentação industrializada, agrotóxicos.
• Doenças pulmonares: asma, bronquite, enfisema pulmonar.
• A ansiedade doentia que leva o indivíduo a automatizar uma respiração superficial e só usando o diafragma.
Isolamento da terra.
O planeta é um grande magneto do qual fazemos parte. Dele provem a, energia que forma nosso corpo físico e os corpos extra/físicos. Interagimos o tempo todo com a energia que emana da terra. O uso de materiais isolantes no revestimento das ruas e das casas de certa forma dificulta que o fluxo de energia telúrica nos abasteça e nos revitalize numa troca permanente. Para piorar as coisas, quase que o tempo todo, nós nos isolamos da terra, evitando o contato com ela ficando em cima de calçados de sola de borracha ou de plástico; a criança instintivamente tenta permanecer descalça o mais possível; mas, o adulto a impede usando os mais variados motivos culturais e sociais. Personalidades múltiplas: hipocrisia.
Um dos desastres que cometemos com a criança é ensiná-la a esconder dos outros as tendências, impulsos, compulsões, a personalidade inata. Além dos muitos outros problemas que a hipocrisia traz um dos mais importantes é o consumo absurdo e desnecessário de energia vital. Tentar esconder dos outros, quem somos nós; o que pensamos e sentimos custa muito caro quando se trata de administrar as energias da vida. Tentando parecer o que não somos, nós nos desgastamos cada vez mais e, perdemos além, de energia vital: precioso tempo e oportunidades de mudanças que podem demorar um pouco a retornar. Mantemos em média cinco ou seis personalidades. Na vida em família, no trabalho ou na escola, na relação com os amigos, na relação com os desconhecidos, na vida religiosa, na relação afetiva. Para piorar mentimos de forma descarada ao teimarmos em viver de ilusões como se fossem a realidade. Nesse caso o problema é maior ainda. As mais esgotadas são aquelas que mentem mais do que as outras; pois manter-se em alerta o tempo todo para não ser descoberto pelas outras pessoas custa uma fortuna em termos de energia vital e em razão disso em qualidade de vida.
Conflitos emocionais.
No estilo neurótico de viver os conflitos íntimos e de relacionamento são inevitáveis. Aprender a bem administrá-los é uma condição necessária a uma vida mais saudável, feliz e longa. Há dois tipos básicos de conflitos: íntimos e os com o meio em que o individuo vive (pessoas, cultura, educação, valores sociais). Os que acontecem na intimidade têm origem na desarmonia entre instintos, razão e emoção.

Ao longo do tempo criamos verdadeiros nós difíceis de desatar: vícios. Todos levam à perda da energia vital. As lutas que dia menos dia somos obrigados a fazer para eliminar tendências, impulsos e compulsões levam á perda de energia vital.
Vampiros da vitalidade alheia.
Muitas pessoas descobriram sem perceber que é mais fácil roubar energia vital dos outros do que captar da natureza e estão por toda parte: no lar, na escola, no trabalho, na rua. Identificá-los é muito fácil, basta prestar atenção na energia vital própria.
Entretenimentos.
Os estímulos mentais, emocionais geradores de medo, ansiedade e angústia dominaram a indústria que vive de ou para entreter as pessoas. O corpo físico foi relegado a um mero expectador e sofrendo as reações de mentes infantis e primárias misturados a descontroles emocionais; o resultado não poderia ser mais catastrófico e seletivo. Sabe quanto custa no dia seguinte, em termos de cansaço e perda de energia vital, um estresse gerado por assistir um noticiário, um filme, uma novela ou jogar um game? Some isso, a, vários dias, meses, anos. A contabilidade pela sua importância e atualidade já está colocada em todos os nossos livros que já foram publicados.
Masturbação.
Conforme colocamos no livro “Saúde ou doença: a escolha é sua”, o hábito cada vez mais arraigado do sexo solitário, leva a um desgaste energético considerável. Na tentativa de descarregar as tensões do dia a dia, jogamos fora uma das mais importantes energias alimentadoras da vida na terceira dimensão: a energia liberada durante o ato sexual onde a intenção básica deve ser a de satisfazer as necessidades do outro dentro das leis do amor, nada mais nem, além disso.
Consumo de água morta; plastificada.
Vida é movimento, estagnação é morte. Na impossibilidade de bebermos água corrente, é possível reviver a água através da agitação ou da transferência de um copo a outro como se estivéssemos resfriando um líquido – A energia liberada pela oração é capaz de transformar a água no remédio dos remédios.

Cansei, a mim e a você. Ainda acha que matar o coitado do vírus com um coquetel de drogas potentes é a solução para nosso cansaço? – Concorda? Discorda? Muito pelo contrário?
Tem dúvida sobre o que fazer?
Eu também.
Manifeste-se.
Até mais.
ong>

sábado, 17 de outubro de 2009

SEGURANÇA ALIMENTAR - QUEM GARANTE?

SEGURANÇA ALIMENTAR X ADITIVOS QUÍMICOS
QUEM GARANTE?

Temos histórica vocação para cobaias.

Desde o princípio dos tempos sempre houve gente que pensa mais e mais rápido e, pessoas mais lentas no pensar; todas egoístas e pouco conscientes das razões do porque e para que se vive – lógico que as mais espertas explorem as menos; até que elas se cansem e resolvam acionar os neurônios disponíveis – o problema para a maioria é que, quando resolverem parar para pensar a “vaca já foi pro-brejo” e muitos “doentes” não conseguirão sair do atoleiro a que foram conduzidos e, passam a se tornar cobaias da indústria farmacêutica (braço armado da fábrica de comida) – essa brincadeira traz á tona outra: a maioria; os normais, que são semelhantes a uma boiada que está sendo conduzida em direção a um precipício (matadouro ou genocídio?); quem já adivinhou o que vai acontecer tem o trabalho de sair para a beirada (pensar) e andar na contramão dos interesses dos poderosos (agir); ser rotulado e até mal visto pela maioria da manada é o preço a pagar.
No caso, tornar-se um ecochato que xereta os rótulos e, ao menos, lê o prazo de validade dos alimentos expostos nas prateleiras dos supermercados, coisa que os normais não se dispõem a fazer.
Se nos dispusermos a observar a guerra pela sobrevivência dos interesses, podemos aprender a nos divertir com o game: WAR FOOD.
Na guerra das cobaias pelo consumo de alimento se nós pararmos para ouvir o discurso dos produtores de comida (comida é comida; alimento é alimento; ás vezes, pouco ou nada a ver) e seus aliados; os que se colocam na condição de juízes escondidos atrás de siglas que geram respeito e temor pela sua imponência – as cobaias adoram sentirem-se protegidas por siglas – coisas tão idiotas do tipo – Ah! Se tal “Organismo Mundial ou de tal Comunidade” liberou para consumo; então é bom e saudável.
Os argumentos não são de se jogar fora:
Sempre houve necessidade de conservar alimentos para usar mais tarde ou em tempos de vacas magras - a tecnologia disponibilizou produtos com largo tempo de validade – e as substâncias usadas são testadas em animais e seres humanos com o máximo de garantia e confiabilidade. Organizações e organismos internacionais e locais controlam o uso dos produtos. A indústria de alimentos e seus aliados (mídia, parte gráfica, embalagens, etc.) respondem pela maior parte dos empregos no mundo todo, etc, etc, etc. Convenhamos, todos que aceitamos esse estilo FAST de viver no WAR FOOD temos contas a pagar e uma fome imensa de prazeres e de sucesso; daí; o tempo cada vez mais escasso, tornou-se mais importante do que a vida.

Nada contra nem a favor; e como toda boa cobaia: muito pelo contrário...

Mas, no WAR FOOD as cobaias, tanto as de primeiro mundo (coradinhas, obesas e branquelas) quanto as de mundos mais inferiores (pardas, marrons e esquálidas) sempre vão perder – até que se rebelem e comecem a pensar; mas, para isso, muitas vão ter que defuntar (especialmente as abaixo da linha do Equador ou em torno) – algumas bem cedo e, em massa, para despertar as cobaias com potencial de resistir – e passaremos a ouvir as “caras pintadas naturalistas” com seus slogans: “Cobaias unidas, jamais será vencidas!” - Claro que comendo um hot-dog ou um salgadinho para matar a fome; já que ninguém é de ferro e não se disponibiliza cenouras, pepinos..., nas esquinas da faminta vida moderna.

Já escolheu seu lado no WAR FOOD?

Tal e qual; os seres elementais algumas pessoas, organismos públicos e recursos podem tornar-se aliados ou perigosos inimigos, dentre eles; vamos citar alguns; e, apenas para nos divertir; pois, esse game é uma piada cósmica sem fim; exceto por um detalhe; não podemos perder de vista que nosso destino é um só: caixão! – Será que defuntos continuam a ser cobaias do lado de lá?
Analise cada um deles e, o que podem e fazem pela sua segurança alimentar:

- SAC – Serviço de atendimento ao cliente (consumidor). Quantos felizardos são atendidos?
- 0800 – Alguma coisa (com cobaia atendente ou eletrônica)... – Alô! – Alô – Responda por favor!
- Educação. Cobaias pais se encarregam de criar cobaias filhos impedindo que se libertem da fase oral – São adeptos das armadilhas dos bam bam bam do WAR FOOD que preconizam: quanto mais se come; mais saúde se tem; e outras armadilhas que as cobaias adoram, tipo produtos vitaminados, etc.
- Organismos Públicos – Para quem confia em medidas de proteção publica; vale a pena analisar os motivos reais que levam as pessoas a tomar ritalina e outros bichos para passar em concursos de atuação específica ou nada a ver com o perfil da cobaia. Será o desejo de atuar em profundidade na defesa do bem publico; ou conseguir “segurança e mamatas”? – Caso a cobaia leitor prestasse um concurso; que motivos reais o levaram a tal aventura? – Sejamos honestos. Você confiaria nas suas próprias escolhas e decisões?
- Cientistas e mestres – pessoas acima de qualquer suspeita de defender os próprios interesses em pesquisas que levam a lugar nenhum?

Brincadeiras á parte.
Espero que o leitor releve nossas pilhérias; pois neste game WAR FOOD e nos outros que envolvem nossa existência; é mais saudável brincar de falar sério do que levar tudo aos tribunais da consciência e ir direto ao tal de inferno.

Apenas para não perder a viagem vamos colocar algumas pulgas atrás das suas orelhas.

O amigo acha justo que:
- Nos rótulos das lindas e atrativas embalagens os aditivos químicos estejam em código; coisas do tipo: Contém: Acidulante F5; Estabilizante H9; Conservante; não sei das quantas. O ético e correto não seria um aviso detalhado como uma bula de medicamento?
- Ninguém se interessa em avisar que tudo é cumulativo. Nosso organismo não é mágico, muito menos eterno.
- O que ocorre na interação entre esses “venenos que conservam” tanto entre si, quanto nos venenos usados como remédios receitados ou vendidos em balcão de farmácia?
Os produtores de alimentos industrializados sejam obrigados a consumir suas próprias comidas? – Por que ninguém come nem bebe o que fabrica?
- Atrações como tranqueiras e brinquedos sejam usados como isca para atrair crianças para comprar determinados produtos?
- Pessoas midiáticas tentem fisgar pela boca incautas cobaias; sem que um dia paguem o preço?

O que fazer?
Há saída?
Claro – Basta observar e pensar para sair vitorioso no WAR FOOD.

Dicas?
- Observe as pessoas simples. Vou presentear os leitores com uma dica de uma paciente idosa e analfabeta que me disse o seguinte: “Só como coisas da época; pois fazem muito bem para meu corpo e para meu bolso”... Essa pérola de sabedoria dá assunto para muitas horas de deduções para quem não tem preguiça de pensar.

- Outra; cuidado com o prazo de validade dos alimentos quanto maior, maior será a quantidade de venenos. Vamos a um exemplo: Qual a guloseima muito vendida em final de ano? – Panetone! Começou a ser produzido em março para o Natal e com validade até 1 ano. Experimente colocar um pedaço dele perto de um formigueiro. Observe o comportamento das formigas – Claro que muitas já se adaptaram; mas, é uma experiência interessante.

Sempre é possível tirar proveito de tudo o que nos envolve e até assedia.
Tenho uma amiga que inventou a DIETA FLEX – Moderna, ela aproveita de tudo um pouco.
Quando os conflitos emocionais e afetivos apertam; ela é movida a álcool (acredita piamente que cerveja é diurética e que vinho limpa as coronárias); ás vezes não abre mão de um “bardalzinho”; aditivos como remedinhos do tipo prozac e soníferos.
Em situações que acha necessário vai pra os derivados de petróleo (usa margarina ao invés de manteiga, para plastificar as artérias, salgadinhos plastificados, etc.).
Quando começa a queimar óleo 40 e o escapamento ameaça entupir abusa da linhaça para lubrificar e eliminar os resíduos e os gases poluentes.
Se a parte eletrônica começa a engasgar e, momento pede, abusa da cafeína para acordar os neurônios e evitar o chucho e precisar de reboque (ambulância).
Claro que de vez em quando tem que baixar na oficina para uma manutenção preventiva (exames) – Ou ás vezes precisa de serviços de mecânica (retirou a vesícula que estava baleada) e até de funilaria (três plásticas e lipos) – levantou a suspensão (cirurgia de períneo e bexiga).

Enfim; nem só de combustível vive o ser humano.

Dica: Se o amigo tem um carro com motor flex – nunca use óleo sintético, pois o motor vai travar – conselho de mecânico amigo (transcreva isso para seu motor do veículo físico e aceite o conselho de um mecânico da saúde: fique no natural).

O que fazer?
O que comer?
Qual a diferença entre o que é gostoso e o que é bom?
Quer emagrecer? – pergunte-me como (Tel. (0800- xxxxx).

Em off: O cara que inventou a dieta mais flex do mundo viveu há uns 2000 anos e chamou-se Paulo...

Vamos brincar de pensar: use o google e busque “aditivos alimentares” e semelhantes. Misture com tudo o que está sentindo.
Depois a gente conversa.

Está confuso o bate papo?
Que bom! – Essa é a idéia.
Quer torná-la mais clara?
Deixe de ser cobaia e não acredite em segurança alimentar ditada por FP e afins, locais e de outros rincões deste mundão de Deus...

Amém (para as cobaias mais preguiçosas).
(MINHA AMIGA ACABOU DE ME LIGAR: LEU NA NET: OBESIDADE OU SOBREPESO? - COITADA ESTÁ NUM DILEMA CRUEL - EM QUEM ACREDITAR NOS DUENDES DO WAR FOOD?

COITADA DA MINHA AMIGA...


sexta-feira, 16 de outubro de 2009

E A VIDA CONTINUA...

APRENDER A PENSAR É TUDO QUE NOS TORNA DEUSES

Tenho por hábito rever os casos mais difíceis e mais sofridos dos pacientes que a vida me confia. Analisando, pedindo, e até, orando por eles; quando me sinto impotente para aliviar ou ajudar a resolver seus padecimentos. Inclusive muitas vezes meus pedidos e orações foram para que nada de mais grave sucede-se ao paciente; quando descobri, a posteriori, que não acrescentei á técnica da profissão e ao estudo, a observação da intuição de uma mãe que sentia: por trás de um sintoma de simples virose gripal estava a incubação de um quadro de meningite ou de uma pneumonia. Nós os médicos devemos aprender a viver entre planos, com humildade, pois a postura de senhores da vida e da morte (aprendemos isso nas escolas de medicina) nos faz desprezar a intuição; grave descuido; pois, quantas vezes, sem que o saibamos com clareza somos apenas médiuns da manutenção da vida – Exemplo, há muitos relatos de cirurgiões que sentiram suas mãos guiadas durante uma cirurgia.
Ao longo da minha vivência profissional aprendi que pós – graduações, doutorados e mestrados em técnicas da ciência; são indispensáveis ao bom desempenho do profissional para a cura temporária; mas, é preciso ir muito além para atingirmos o estágio da sanidade definitiva; é preciso desenvolver uma alma de médico (unir as pós-graduações do mundo físico ás do mundo espiritual; pois são interdependentes).

Tal e qual a maioria que anseia por facilidades; confesso que meu sonho de consumo, hoje, simplesmente como profissional, é atender coisas simples e agudas como pneumonia, gripe por H1N1, diarréias; enfim, doenças, aparentemente, físicas; no entanto, a vida me levou a posicionar-me em terreno movediço: as doenças da alma: as da mente, emoções, sentimentos; e como não poderia deixar de ser: suas somatizações.

Estava eu relembrando meus últimos casos de depressão grave e de síndrome do pânico, que á primeira vista, nos parecem insolúveis apenas com o uso de medicamentos e de psicoterapia; pois, como mostrar ás pessoas que o segredo da arte de bem viver está no manejo da mente? – Se nossa mente anêmica está viciada em negatividade; o que fazer?

Sou sempre assaltado por muitas dúvidas, e dentre elas:
Qual a explicação para a precariedade cada vez mais rápida dos efeitos dos medicamentos e dos tratamentos? Por que nada mais é como antes; e as recaídas são cada vez mais velozes?
Que razões levam algumas pessoas a obterem melhores resultados do que outras com os mesmos tratamentos?
Remédios funcionam mesmo?
Analisando os resultados positivos ou não em alguns pacientes, onde apenas usei o efeito placebo e o esclarecimento seguido de energia de amor e apoio; em comparação com outros que já usavam drogas (alopatia) ou medicamentos homeopáticos; e outros em que mantivemos o tratamento e acrescentamos algo (acompanho pacientes nos mais variados estados de clareza mental, tanto de evolução própria; quanto a transitória decorrente dos resultados conseguidos através da mixórdia de ajuda que somos obrigados a usar para chegar a um resultado final: a cura definitiva: lucidez).
Nesta brincadeira de pensar tive um insight a respeito de associar os fatos que vivencio no tratamento dos pacientes, ás informações a respeito da mudança e aceleração do campo magnético do planeta, das alterações na grade energética planetária e da ressonância de Schumann. E concluí a respeito da necessidade do esforço em manter o controle da mente (O Professor Salvatore Di Salvo – (SP) - ministra um curso muito útil a esse respeito) quando descobri que estamos prestes a viver em 4D onde predomina a força da criação mental quase instantânea.
Nada melhor para ilustrar o assunto do que os portadores de Síndrome do Pânico; não adianta mais tomar remédios faixa preta ou vermelha até mesmo a ajuda de medicamentos baseados na ação direta na energia (homeopatia, florais e até mesmo a acupuntura) – atividades físicas, dieta, massagens, psicoterapia... Os efeitos são cada dia, mais passageiros e as recaídas mais amiúdes - o segredo da cura em definitivo está no exercício do domínio da mente. O diferencial é quando o paciente descobre e se conscientiza que, é possível e fácil dominar suas reações físicas como taquicardia e outros mal estares, apenas respirando fundo e reciclando seus pensamentos; sua auto-estima se recupera e a pessoa volta a viver. Conclui que esse é um treino para habitar de forma definitiva 4D onde tudo é mais mental, rápido, acelerado – pensou: aconteceu.
Durante esse processo interno de reciclagem profissional, algo me levou a rever o conceito: A vida continua.
Busquei o conceito numa das ferramentas da Net: O google; e por acaso, entrei em www.guia.heu.nom.br//umbral.htm; onde está relatado um tópico do livro: A vida continua – de Francisco C. Xavier – André Luiz – 25 edição.

Apenas este tópico selecionado dá motivos para horas de estudo, claro que associado a outros conceitos já disponíveis em 3D.
Vamos aos ensinamentos relatados pelo médico e cientista que ficou 8 anos na fila do SUS espiritual para ser atendido (Leia do autor: Nosso Lar – que retrata sua chegada ao mundo de 4D na condição de paciente; apenas por que foi um cidadão normal (embora bem acima da média), cumpridor de suas obrigações terrenas (bom pai, filho, pagava os impostos em dia, não matou nem roubou, não traiu, etc. – embora gozasse de todas as coisas normais: comida, aperitivos, etc.) – Resumindo: após morrer de câncer de intestino foi rotulado como suicida – após sua turbulenta e necessária passagem no umbral da vida (imagine quem só fez o mal e nunca se esforçou para produzir qualquer tipo de bem) – superada essa fase de paciente e já na fase de aprendiz de repórter espiritual; ele nos traz preciosas lições para quem já está disposto e apto a estuda-las (vale a pena conhecer os novos conceitos de inteligência e um deles é a inteligência religiosa).

Peço ao leitor que me ajude nesta tarefa.

Relato do médico, cientista e na ocasião repórter espiritual; autor do texto:

“Evelina despertou num quarto espaçoso, com duas janelas deixando ver o céu.
Emergia de um sono profundo, pensou.
Diligenciou recordar-se, assentando contas da própria situação.
Como teria entrado na amnésia de que estava tornando agora à tona da consciência?
Desemperrou a custo os mecanismos da memória e passou a lembrar-se, vagarosamente...
A princípio, indescritível pesadelo lhe conturbara o repouso começante.
Sofrera, decerto, uma síncope inexplicável.
Percebera-se movendo num mundo exótico de imagens que a faziam regredir na estrada das próprias reminiscências.
Recapitulara, não sabia como, todas as fases de sua curta vida.
Voltara no tempo. Reconstituira todos os dias já vividos, a ponto de rever o pai chegando morto ao lar, quando contava somente dois anos de idade. Nesse filme que as energias ocultas da própria mente haviam exibido para ela, nos quadros mais íntimos do ser, ouvira, de novo, os gritos maternos e enxergava, à frente, os vizinhos espantados, sem compreender a tragédia que se lhe abatia sobre a casa...
Depois, registrara a impressão de tremendo choque.
Algo como que se lhe desabotoara no cérebro e vira-se flutuar sobre o próprio corpo adormecido...
Logo após, o sono invencível.
De nada mais se apercebera.
Quantas horas gastara no torpor imprevisto?
Estaria regressando a si, vencido o colapso, por efeito de algum tratamento de exceção?
Porque não via, ali, junto do leito, algum familiar que lhe propiciasse as necessárias explicações?
Tentou sentar-se e o conseguiu, sem a menor dificuldade.
Inspecionou o ambiente, concluindo que o pouso se lhe trocara. Inferiu das primeiras observações que, tombada em desmaio, fora reconduzida ao hospital e ocupava, agora, larga dependência, que o verde-claro tornava repousante.
Em mesa próxima, viu rosas que lhe chamavam a atenção para o perfume.
Cortinas tênues bailavam, de manso, aos ritmos do vento, que penetrava as venezianas diferentes, talhadas em substância semelhante ao cristal revestido de essência esmeraldina.
Em tudo, simplicidade e previsão, conforto e leveza. Evelina bocejou, distendeu os braços e não se surpreendeu com qualquer dor.
Recuperara-se enfim, refletiu alegre.
Conhecia a presença da saúde e a testemunhava em si mesma. Nenhum sofrimento, nenhum estorvo.
Se algo experimentava de menos agradável, era precisamente um sinal de robustez orgânica: sentia fome.
Onde o marido? onde os pais?
Desejava gritar de felicidade, comunicando-lhes que sarara. Aspirava a dizer-lhes que os sacrifícios efetuados por ela não haviam sido inúteis. No íntimo, agradecia a Deus a dádiva do próprio restabelecimento e ansiava estender a jubilosa gratidão aos seres queridos.
— Atendente Isa, que me sucedeu? Estou bem, mas num estado estranho que não sei definir...
— A senhora passou por longa cirurgia, precisa descansar, refazer-se...
Para Evelina, em verdade, nada havia de surpreendente naquelas palavras articuladas em tom significativo. Sabia-se operada. Passara pela dolorosa ablação de um tumor. Apesar de tudo, reconhecia-se novamente hospitalizada, sem poder ajuizar dos motivos.
— Doutor... — começou dizendo, ansiosa por justificar-se.
E pediu informes. Desejava saber como e quando conseguiria rever o esposo e os pais.
O facultativo ouviu-a, paciente, e rogou-lhe conformidade. Retornaria aos parentes, mas precisava reajustar-se.
Gesticulando carinhosamente, qual se sossegasse uma filha, aclarou:
— A senhora está melhor, muito melhor; entretanto, ainda sob rigorosa assistência de ordem mental. Em se ligando a quaisquer agentes suscetíveis de induzi-la a recordações muito ativas da moléstia que sofreu, é provável que todos os sintomas reapareçam. * Pense nisso. Não lhe convém, por agora, recolocar-se entre os seus.
E com um olhar ainda mais compreensivo, ajuntou:
— Coopere...
Evelina ouviu a observação, de olhos lacrimosos, mas resignou-se.
Afinal, concluiu intimamente, devia ser reconhecida aos que lhe haviam granjeado a bênção da nova situação. Não lhe cabia interferir em providências, cujo significado era incapaz de apreender.
A advertência clínica se lhe intrometia na imaginação, insistentemente. Se estava restaurada, qual se via, porque simples lembranças lhe imporiam retorno aos padecimentos de que se acusava liberta? Porquê? *
Percebia-se na posse de inenarrável euforia. Deliciosa sensação de leveza lhe mantinha a disposição para a alegria, como nunca sentira em toda a existência.
Tais recursos de equilíbrio orgânico seriam assim tão fáceis de perder? *
Infelizmente para ela, confiou-se a semelhantes lembranças e, decorridos alguns minutos, a crise revelou-se, agigantando-se-lhe no corpo em momentos rápidos. Regelavam-se-lhe as extremidades, enquanto que mantinha a ideia de que um braseiro a requeimava por dentro, com a dispneia afrontando-lhe o peito. Desencadeados os sintomas, quis reagir, contrapor conceitos de saúde aos de doença; entretanto, era tarde. O sofrimento ganhou-lhe as forças e passou a contorcer-se no suplício de que se admitira definitivamente distanciada...
O médico reapareceu e administrou sedativos.
Ambos, nem ele nem a enfermeira, lhe endereçaram o mínimo reproche, mas a doente lhes leu no olhar a convicção de que tudo haviam compreendido. Em silêncio, davam-lhe a saber que não lhe ignoravam a teimosia e que, com toda a certeza, não se acomodando aos avisos recebidos, quisera experimentar por si mesma o que vinha a ser um tipo de mentalização inconveniente.
Conquanto a bondade de que dava mostras, o médico agiu com energia.
Forneceu instruções severas à companheira de serviço, depois da injeção calmante que ele próprio aplicou à senhora Evelina, em determinada região da cabeça, e recomendou medidas especiais para que ela dormisse. Aconselhável obrigá-la a repousar mais tempo, controlada por anestésicos. A doente não podia e nem devia entregar-se a ideias fixas, sob pena de voltar a sofrer sem necessidade.
Evelina registrou as observações dele, em franca modorra. Depois, abismou-se em pesado sono, do qual despertou muitas horas após, consciente de que lhe competia cuidar-se, evitando novo pânico. Mostrou o desejo de alimentar-se e foi imediatamente atendida com caldo quente e reconfortante, que lhe calhou gostosamente ao paladar, à feição de néctar.
Refêz-se, vigilante. Reconhecia-se sob uma espécie de assistência cuja eficácia e poder não lhe cabia agora subestimar.
Ao retomar a verticalidade, assinalava em si mesma inequívocas diferenças.
Os pés se lhe patenteavam leves, qual se o corpo houvesse diminuído de peso, intensivamente, e, sobretudo,
no cérebro, as idéias lhe nasciam em torrente, vigorosas e belas, quase a se lhe materializarem diante dos olhos”.
[73 - página 37] - André Luiz

Quanto tempo levará até que os pacientes das doenças da alma dopados pelas drogas físicas e espirituais possam ser conscientizados? – Quantas crises mais serão necessárias para entender que somos nossos deuses da vida e da morte, da alegria e da tristeza, da saúde e das doenças?
E quanto aos que ainda se apegam apenas ás manifestações físicas dos distúrbios da alma: doenças físicas geradas pela preguiça de pensar (medo e ansiedade)? - Estarão condenados ao exílio planetário – Pois, tudo nos leva a crer que 3D e 4D estão em processo de fusão – Analise os itens marcados com *.

Não acredita?
Problema seu! – Melhor; problema nosso; pois quem sabe a respeito de nossas ligações afetivas e psicológicas do passado?
Mas, precisamos ser práticos como a vida é.
Dia destes fomos confrontados com uma pessoa muito crítica, que nos questionou após uma palestra: - Prove o que está afirmando! – Confesso que em outras épocas ficaria possesso pela demonstração de tamanha ignorância e prepotência do colega de profissão; ontem fiquei feliz comigo mesmo ao dizer: - Amigo, não tenho que provar nada a respeito de minhas convicções ou minha fé a ninguém; senão a mim mesmo, referendado pelas minhas experiências – prove a você mesmo suas convicções e dogmas herdados de outros; ou, continue sendo PHD em colagem...

Vivendo e aprendendo é o sábio lema da fabulosa cultura popular.
Nesta colocação, nossa vivência é o trabalho de muitos anos conversando com pacientes em 3D e com almas que estão em 4D através do portal da mediunidade de alguns amigos.

Confesso que sou mero aprendiz; daí; necessito da colaboração dos amigos mais experientes que participam de nossos estudos e devaneios no bloog.
Nas próximas vamos abordar o assunto que tratamos no evento de Curitiba da semana passada: SAÚDE ESPIRITUAL; assim que eu aprenda a colocar no ar o link para as apresentações de power point para ilustrar.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A ESQUIZOFRÊNICA BUSCA DA CURA

LOUCOS UNIDOS JAMAIS SERÃO VENCIDOS!
Será?

A idéia de que curas são vendidas como sabonete assumiu ares de verdade e fixou-se; hoje é real. Buscamos a cura como se procuram mercadorias num mercado; não queremos nos curar queremos ser curados não importa de que forma e a que preço, muito menos nós medimos conseqüências.
A cura como necessidade de mudanças definitivas na forma de pensar, sentir e agir, de reformular hábitos e eliminar vícios prazerosos é evitada, pois, às vezes exige decisões contundentes na maneira de escolher, separar, avaliar (sanidade mental).
O resultado é que esse tipo de busca não representa uma decisão séria de cura da nossa parte; uma opção verdadeira entre diferentes meios de vida; pois, enquanto alguém achar que pode comprar saúde; outro pensará ser capaz de vender cura; Pior, outros mais espertos tentarão intermediá-la. O seguro saúde ou convênio, hoje, determina quanto será pago pela “cura” e o que será coberto ou não pelo contrato; ou seja, o contratante pode tratar-se apenas com procedimentos simples, caso contrário: caixão.
De forma quase esquizofrênica os estudantes de medicina são “forçados a entender a profissão como o paladino da vida e da saúde – irão tornar-se senhores da vida e da morte. Porém, na prática, não é bem assim. Claro, pois, nada resolve tudo e, a medicina e o método científico não são exceções à regra. Quando totalmente atrelada à razão científica ela é neutra quanto a fins, e irremediavelmente, incapaz de responder à questão de como viver, para que viver - Ora, parece que viver, é apostar na liberdade de pensar e escolher.
A metodologia científica, não nos diz como usar essa liberdade e o que fazer de nossas vidas. Qualquer ato de escolha, por mais simples que seja, ultrapassa a esfera de competência da ciência. Então, a saúde ou a doença passa a ser principalmente questão de filosofia de vida; é uma escolha como outra qualquer, envolve todos os nossos sentidos e capacidades, nem sorte, nem azar, nem destino. Simples: Opção feita; aguardem-se as conseqüências. Somos seres insaciáveis; acreditamos que a vida existe apenas para nos dar prazer e, na ânsia de aproveitá-la, corremos para os braços da morte. Existe um apetite desgovernado por sensações e, a nossa capacidade de assimilá-las e integrá-las a um projeto de vida que faça sentido, ainda é minúscula, daí, a necessidade e a importância da doença, que regula a seletividade natural do uso do livre-arbítrio.
Será que a doença tem funções positivas? – Isso, é muito doido!
Durante nosso bate papo é possível que o leitor veja a doença com outros olhos e conclua que: Doença tem finalidade, sim.
Será possível dizer que a medicina, enquanto conjunto de conhecimentos e ações tem nuances de comportamento esquizofrênico; e “contamina” as pessoas comuns? – Será que esquizofrenia pega?
Não é totalmente descabida essa suposição; pois a ciência médica da atualidade leva as pessoas e os próprios profissionais a uma relativa perda de contato com a realidade a respeito da saúde, doença e cura. Lógico que esse comportamento cause uma disfunção social crônica ao gerar medo e o temor de perseguição de agentes mórbidos (epidemias, pandemias, etc).

Vamos usar para ilustrar nossos comentários, as definições do pt.wikipédia.org/Esquizofrenia.
“A esquizofrenia é uma doença funcional do cérebro que se caracteriza essencialmente por uma fragmentação da estrutura básica dos processos de pensamento, acompanhada pela dificuldade em estabelecer a distinção entre experiências internas e externas. Embora primariamente uma doença que afeta os processos cognitivos[de conhecimento], os seus efeitos repercutem-se também no comportamento e nas emoções. (1)
Estes podem ser divididos em duas grandes categorias: sintomas positivos e negativos.
[editar] Sintomas positivos
Os sintomas positivos estão presentes com maior visibilidade na fase aguda da doença e são as perturbações mentais "muito fora" do normal, como que “acrescentadas” às funções psicológicas do indivíduo. Entende-se como sintomas positivos os delírios — ideias delirantes, pensamentos irreais, “ideias individuais do doente que não são partilhadas por um grande grupo”[2], por exemplo, um indivíduo que acha que está a ser perseguido pela polícia secreta, e acha que é o responsável pelas guerras do mundo; as alucinações, percepções irreais – ouvir, ver, saborear, cheirar ou sentir algo irreal, sendo mais frequente as alucinações auditivo-visuais; pensamento e discurso desorganizado, elaborar frases sem qualquer sentido ou inventar palavras; alterações do comportamento, ansiedade, impulsos, agressividade. (2)
[editar] Sintomas negativos
Os sintomas negativos são o resultado da perda ou diminuição das capacidades mentais, ”acompanham a evolução da doença e refletem um estado deficitário ao nível da motivação, das emoções, do discurso, do pensamento e das relações interpessoais”[2], como a falta de vontade ou de iniciativa; isolamento social; apatia; indiferença emocional; pobreza do pensamento. (3)
Estes sinais não se manifestam todos no indivíduo esquizofrénico. Algumas pessoas vêem-se mais afetadas do que outras, podendo muitas vezes ser incompatível com uma vida normal. A doença pode aparecer e desaparecer em ciclos de recidivas e remissões. (4)
Sabe-se atualmente que não existe uma única causa, mas sim várias que concorrem entre si para o seu aparecimento, sendo muitas as teorias que surgiram para explicar esta doença...”. (5)
Só para descontrair – Saindo da rotina - Parando para pensar; num dos raros momentos de lucidez que o dia a dia, permite, a alguns.
Nossas elucubrações mentais, vulgo comentários:

Comentário (1).
O cérebro, como analogia de nosso bate papo, seria a ciência médica que se fragmentou em dezenas de especialidades. No caso, o comportamento esquizóide: não há interesse em saber quem é aquela pessoa, o que a levou a adoecer, claro que os motivos são muitos; alguns são genéticos; estão no DNA da ciência médica (bibliografia); outros são confessáveis; muitos não...
Do lado dos esquizofrênicos com traços de neurose, estão os incontáveis “pacientes” tratados por vários especialistas ao mesmo tempo. A vida de muitos é coisa de doido – não sabemos mais o que é nosso (pensar, sentir e agir) do que é efeito colateral de medicamentos receitados pelo cardiologista, pelo ortopedista especialista em dedão do pé esquerdo, pelo gastro para dar suporte, pelo psiquiatra, etc. Quem falou? Quem pensou? Quem disse? – Fui eu; ou a interferência do efeito colateral do remédio de pressão que interagiu com o acidulante F5 do suco que bebo todo dia, que deu um salto quântico no spin do elétron do remédio que tomei para a dor de cabeça de algumas horas atrás?
- Senhor Juiz; não fui eu que matei minha sogra em sã consciência foi o tamiflu que me induziu – Sou imputável! – A culpa é do puto do médico que me mandou (obrigou?) a tomar – (Rss; não contavam com minha astúcia – sou o louco mais sã deste hospício).

Comentário (2).
Essa é a melhor parte, somente a ciência formal ou oficial para achar sintomas positivos no delírio. Mas, adoro quando surto dessa forma; tenho sonhos de mudar o mundo e ficar rico, bonito, poderoso; mesmo não sendo político ou FP (tenho sonhos delirantes de prestar um concurso (passar sem precisar tomar ritalina) e colocar o burro na sombra para sempre), nem morando em Brasília; adoro quando minha água do bebedouro tem gosto e cheiro de champanhe. Mas, quando volto á realidade, ás vezes, uso a receita do colírio alucinógeno do “macaco Simão” – para ver o mundo com os olhos cor de rosa do companheiro.
Será que temos conserto? – Talvez; pois, dia destes, um maluco teve um sonho delirante de engravidar o mundo, tornou-se um papa da fertilização e deu no que deu; quando voltou ao mundo real: deu no que deu: em nada; pois, no hospício todos são loucos ás vezes, lúcidos; mas, nos sonhos...
Ah! – Ia me esquecendo; quase delirei; segundo os loucos de plantão: há delírios transitórios e delírios permanentes; delírios positivos e negativos – Será que até os delírios esquizóides são bipolares?

Comentário (3)
Essa, segundo a ciência oficial, é a pior parte dos que estão em delírio: a dos pacientes, cobaias, eleitores, contribuintes compulsórios, compradores de serviços, consumidores, fiéis de religiões, etc.
Quem está nessa fase do delírio do progresso e do mundo da tecnologia está na depressão do gráfico delirante; talvez precise ir até o fundo do poço para dar um upgrade delirante e quem sabe ultrapassar a camada energética das camisas de força (ciência, religião, remédios, cultura..) para atingir a sanidade.

Comentário (4)
Claro que há loucos e loucos; alguns já experimentaram a droga da hora: “Pensar”, do laboratório “Refletir”, receitado por muitos psiquiatras da humanidade: Sócrates, Buda, Jesus, etc.
Comentário Final.
Estão mandando (eles, você sabe quem!) eu calar a boca – estou causando no hospício – Meu castigo: ficar em frente do espelho e perguntar duzentas vezes: Espelho, espelho meu; existe alguém mais louco do que eu?
Mas, como louco do bem que precisa pagar sua internação neste hospício chamado Terra; peço ao “colega” que abuse um pouco para ter uma crise de alergia, uma pneumonia, gripe H1N1 (essa é da hora, $ em caixa), qualquer coisinha fácil de tratar – para que eu possa me manter aqui (não tô ainda a fim de ter alta e mudar de dimensão – Hospício em 3D para 4D – Alguns colegas que foram transferidos prá lá tem vindo me dizer que lá o bicho pega; a loucura lá é federal).
Estou em dúvida, sofrendo; não sei se sou neurótico, personalidade psicopática, psicótico, esquizofrênico, autista... – Sei lá; mas para meu conforto meu médico, meu psiquiatra, meu guru, meu pai de santo, e especialmente meu amigo ET, em quem mais confio e desconfio – Ele disse, o seguinte: Prá que tanto auê; você é um terráqueo normal; aliás bem mais normal que a média – Confesso que essa parte me assustou: mais normal que a média! – Essa ninguém merece...

Tchau.

Louco que se preza não toma genérico; só consome original!

Amém.

sábado, 3 de outubro de 2009

NATURAL - PRODUTO NATURAL - NATURALISMO - NATURISMO- NATUREA - QUE CONFA

NATURAL OU GENÉRICO?

Sou procurado todos os dias por pessoas que tem o mesmo discurso: “Vim procurar a Homeopatia, pois ela é uma medicina natural – estou cansado de usar remédios que não dão resultado, tudo volta cada vez mais rápido e de forma mais intensa”.
Claro que na vida atual tempo é $; e não posso dispor de tanto para dirimir todas as dúvidas e eliminar os conceitos falsos, os mitos numa simples consulta – faço isso, na medida do possível nos atendimentos e uso os livros e os escritos para esclarecer um tiquinho.

Por que cultivamos mitos?
Pelo fato de cultuarmos conhecimentos inúteis para um dominar o outro; nós nos especializamos em mixórdias de conceitos.
Acredito que isso seja instintivamente proposital com o indisfarçável interesse de vender, desde nossas idéias até os produtos gerados por elas. Ás vezes, para defender nossos interesses, nós somos até cacofônicos com sabor de pureza grafológica, científica e metodológica (isso dá até TCI).

Neste bate papo: nosso assunto continua sendo:
O que é Natural?
(Alguém me assoprou aqui na orelha do cérebro: idéia):
“Sai pra lá zinfiu! – Ceis tão muito inganadu – Natural é tudo qui u ome não põe a mão” (me disse um grande sujeito na orelha do cérebro: Pai Tomé).
Agora sou eu; a mala sem alça:
Essa confusão atual sobre o que é ou não natural era inevitável; pois, desde o princípio de tudo, sempre houve pessoas mais rápidas no pensar e outras mais lerdas; mas, todas muito egocêntricas; claro e inevitável; que os mais ágeis tentem vender sapiência ou algo mais físico para os mais lerdos a preços módicos, em suaves prestações ou a custar os olhos da cara; dentre os produtos de mercado. Claro que na prateleira ou na vitrine não podia faltar nosso conceito de “produto natural”; pois, temos o péssimo hábito de redescobrir o óbvio; de reinventar a roda, etc. Abusamos da criatividade de tentar copiar a natureza – cujo “cover da hora” são os naturebas; que tem pérolas de crendices e mitos do tipo: se é natural não faz mal!

Qual a origem dos mitos?
Nossas deficiências no pensar, sentir e agir.
Esta nossa forma consumista e fast de viver; cria muitas confusões entre natural e covers da natureza; algumas até engraçadas, conforme veremos no decorrer deste nosso bate papo.
Só para descontrair – um fato da vida real.
Vamos a ele:
Dia 30 passado foi dia da secretária; e no meu local de trabalho temos uma minúscula cozinha, armário, depósito, tudo... – Eu estava bebericando um cafezinho quando chegou uma secretária de um dos consultórios do nosso andar, que deu uma corridinha até nosso point (lá no seu local de trabalho é proibido); e me estendeu a mão toda feliz, dizendo: - “Olha que delícia! Cheira! - Ganhei esse creme natura do meu chefe no dia da secretária! Sente que delícia! – Cheirei, e disse: Parece kisuco! Acho que é de pêssego! – Ela quase teve um piti. E me disse o seguinte: - “Essa merda” me persegue; pois, um tempo atrás uma amiga me deu a idéia de aumentar o tesão do meu marido para um orgasmo da hora, passando no corpo um creme comível e que tinha esse sabor e cheiro. E, tan tan tanchan! Lá estava eu deitada na cama toda lambuzada e falei pra ele: “Benzinho sente que delícia; sou sua pessega! – E, o cretino, bronco, disse o seguinte: - Essa coisa tem cheiro e gosto de Kisuco! Vai se lavar! – Eu fui; mas odiando sua falta de sensibilidade”... (Não sei não; mas, talvez aí, os que inventaram essa imitação da natureza e suas aplicações não muito naturais; foram responsáveis pelo início de um artefato, também não muito natural no ser humano: o corno (claro que sua embriogênese depende de uma construção de DNA que predispõe; mas, a falta de sensibilidade de alguns também pode contribuir – essa coisa de natureba pode dar um kharma dos diabos.

O que fazer para usar o conceito Natural com responsabilidade e dignidade segundo o momento atual?

Neste mundo de novas tecnologias e de novos problemas gerados por ela; alguns usam o conceito “natural” para ganharem muita grana ou se vangloriarem de melhorar a natureza – Por exemplo, algumas multinacionais da área da nutrição de da cura que se travestem de boazinhas ao usarem logotipos de aconchego, nos aninhando ás nossas carências afetivas, se proclamam defensoras de uma vida sustentável e saudável, especialmente na área da nutrição infantil – e a primeira coisa que fizeram ao se instalar em algumas primitivas (mais naturais?) comunidades foi detonar com a amamentação - Através da mídia elas criaram na cabecinha dessas mais “naturais” criaturas que, amamentar era coisa de pobre e que os bebes vitoriosos eram criaturas branquelas, coradas e gordinhas (cheias de dobrinhas) e que se transformariam depois, em ícones da beleza natural: magros como palitos, inteligentes, prósperos e longevos – claro que nessa segunda fase precisariam comprar e usar para sempre (conceito de remédio ou de produto de uso contínuo) seus produtos naturebas ou naturais de fachada – “só para inglês ver” ou suíços; como diz o jargão popular – Caso contrário; se tornariam obesos e diabéticos, etc.

A cultura do naturalismo ao longo do tempo criou monstrinhos que afetam o raciocino das pessoas, coisas do tipo:
Este é um produto natural e se é natural não faz mal! (De novo)
Como colocamos em bate papo anterior com relação á Homeopatia, na área da fitoterapia e áreas afins; há os cultuadores dos creminhos e dos chazinhos que substituem a água e não fazem mal; até fazem bem – Esse mito gera intoxicações que, depois, levam muitas dessas cobaias a se tornarem dependentes de drogas sintéticas (remédios de uso contínuo) para combaterem os sintomas gerados pelo uso de produtos em teoria naturais.
É algo surrealista; mas, bem real – Dá pra entender? – Afinal, se é natural; como pode fazer mal? – É natural made in terra mesmo conforme disse o “Zin fiu” ou made tal laboratório processador?

Afinal; o que é natural?
Meu amigo ET aqui ao lado; se emputeceu (ás vezes ele faz isso; pois segundo ele até a paciência de Deus tem limites) e, como ele já “contaminado” pela nossa forma de viver, disse o seguinte:
Fico com a definição do Pai Tomé:
“Tudo o que existe onde o homem não meteu o bedelho nem pos a mão, é natural; o restante é cover”. Mas, olha nestas minhas andanças por esse mundão de Deus (universo) nunca conheci um povo que “courveia” (copia) tão bem como vocês (claro que entre vocês; um “corvéia” o outro); os de olhinho puxado então são os maiorais; imbatíveis no Made In...
Seguindo a linha de raciocínio do meu amigo ET e de Pai Tomé, o tal do desenvolvimento sustentável também fica mais fácil de ser entendido: é a menor interferência humana possível para manter o fluxo da vida, criativo, intenso, contínuo, justo e amoroso (quem ama cuida).
O ET está me cutucando: o cretino é um gozador – (rolou na Net) lembram daquela cidade na China onde os caras (algo tipo prefeito e vereadores); pintaram uma pedreira abandonada de verde para atingir metas de qualidade de meio ambiente. Pra variar três a zero pra ele; mas, quando surgir a chance eu vou contar a vocês, suas gafes...

O que nos impede (candidatos a humanos) deixar fluir o processo natural?

Os impedimentos também são naturais e se sustentam na lei de progresso e na de trabalho sob a supervisão da lei de causa e efeito, pois somos seres com capacidade de criar e de destruir; mas de recriar e reconstruir ao mesmo tempo: deuses, enfim; atuando neste incomensurável laboratório que é o Universo.
O que nos impede no momento atual de criarmos e recriarmos com juízo e amor?
O que nos leva a criarmos “Franksteins” na ética e na moral; nas sementes transgênicas, nos vírus e nas bactérias, na infiltração cultural nas artes, música e na dialética (e, ahí mano!)?
Claro que:
A ganância e a população excessiva no planeta em 3D.
Mas:
Tem gente que se acha “os donos do mundo”. Para eles, para os que se arvoraram e se elegeram em deuses maiores (é, parece que, há uma hierarquia entre nós como deuses na nossa mitologia social); na visão dessa turma, é lícito diminuir a população com mudanças climáticas artificiais (Projeto Haarp e Projeto Pika Pau – recomendo as palestras e escritos do Prof. Salvatore Di Salvo de SP); alimentos transgênicos; vacinas projetadas para dentre outras coisas; aumentar de forma bombástica as doenças auto-imunes – Conhece alguma mulher que ainda não tenha Tireiodite de Hashimoto?

Esse é um assunto imenso e intenso.
Mas:
Condição de mantermos a vida na Mãe Terra ou Gaia – Quem quiser continuar neste lindo planeta azul; que se manifeste; e já.
Pois: ao menos, por enquanto, fico com as teorias e o engajamento dos nossos amigos xamãs que não cansam de nos alertar:
Presta atenção na natureza do acordar ao dormir: Não tentes contrariar as Leis do Pai Maior ou Força Criadora.
Fico também com a simplicidade da Egregóra de Pai Tomé e faço minhas; suas palavras e conceitos:
Zim fiu!
Quebra os vitrais da ilusão - Não importa se imaginas ser:
Naturalista. Naturista. Vegetariano. Carnívoro. Consumista. Simples. Simplório. Cobaia. Experimentador. Espiritualista, etc.
Mãe Gaia, precisa de nós:
Tratemos antes de tudo definir o que representa a vida em todos os sentidos que nos envolve a presente existência; antes de nos engajarmos na luta pela preservação; pois, o momento atual não comporta mais Don Quixotes nem de escrivinhadores; precisa acima de tudo de Corações Valentes; mas sábios e engajados.
Pois:
NADA MAIS SERÁ COMO ANTES...
Termino este bate papo com uma fala de um amigo comandante de uma falange fora de 3D, esta sim; naturalista na essência.

Zin fiu!
Todos somos importantes nesta luta pela preservação desta nossa casa que o Pai nos confiou; tanto faz que sejamos: ignorantes, cabalistas, espiritualistas, cientistas; e outras coisas qui não sei falar - Nada disso importa “Zinfiu”. Gente muito luminosa está me assoprando aqui na oreia (nois não sabe quasi nada perto deles); vou traduzir procê na minha manera de saber falar:
Nesta vida; nóis não sumos nada; apenas instrumentu de nossu Pai Maior; não venda nada em nome Dele – Não venda nada em nome Dele.
Entendeu Zin fiu?
Deus abençoe a todos uceis que lutam pela mãe terra; zinfiu!
Até a próxima se o Pai nos permitir...

Hau!

Amigos, quando dúvidas surgirem sobre o que é natural ou não, nas suas escolhas; e na sua conduta; chamem seus mestres da Natureza; não se preocupem; pois todos nós estamos e sempre estivemos conectados aos mestres dos elementos: fogo, água, ar, terra – e aos seus pupilos; xamãs e os mestres de todas as correntes da umbanda e seus similares em outra culturas – Eles vos responderão através de sonhos e vivências do dia a dia.

De retorno:

Peço aos amigos leitores para reavaliar seus conceitos de NATURAL.

Como sempre, segundo a lei de livre arbítrio:
Quem quiser fazer que o faça!

Para os outros: AMÉM.

Ops:
Mais uma pérola do ET: A natureza é o original – os produtos naturais são os genéricos...

AMÉM.
De novo.

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

A reforma íntima começa no berço

Educar para um mundo novo

Educar para um mundo novo