sexta-feira, 24 de julho de 2009

BULA: ANTES DE TOMAR UM REMÉDIO - APRENDA A LER

COBAIAS:

Quem disse que saúde não tem nada a ver com educação?

Tudo a ver:
Há muitos anos afirmo que doença é pura falta de educação.

Daí eu concluo:
Estamos encrencados; pois grande parte de nós não sabe ler, apenas copia ou desenha o nome para poder tornar-se eleitor. Além disso, é imenso o número de analfabetos funcionais até entre pós-graduados; gente que não sabe ler com um mínimo de raciocínio crítico uma simples bula de remédio.

Bula é simples?
Deveria se para atender ás necessidades dos pobres de espírito (preguiçosos de pensar) – nada a ver com os pobres em espírito (simples e despojados – daí inteligentes).

O que nos faz acreditar na chamada ciência oficial – a que dita as ordens de comportamento e que acaba tendo poder sobre a vida e a morte das pessoas?
Talvez seja a preguiça de pensar e o medo de arcar com os efeitos das escolhas.

Não querendo ser chato:

A BULA É PARA PACIENTES, MÉDICOS OU PARA EMBOLAR A CABEÇA DE SIMPLÓRIOS CONSUMIDORES DE DROGA?

Neste bate papo vamos usar a bula do Cloridrato de Sertralina publicada na Net para brincar de pensar e zoar com a ciência que se autodenomina: oficial e confiável.

Que fique claro: nada contra a droga em questão nem o laboratório – poderia ser qualquer remédio de qualquer laboratório “ético” ou até os produtores de B.O (receitados pelos curadores de balcão de farmácia com mais de 50% de bônus).

Vamos ao publicado:
“Antes de consumir qualquer medicamento, consulte um médico.
CLORIDRATO DE SERTRALINA (Ver preço deste medicamento)
A+ A- Alterar tamanho da letra
- Forma Farmacêutica e...
- Composição
- Informações ao Pacie...
- Informações Técnicas
- Indicações
- Contra-Indicações
- Precauções e Advertê...
- Gravidez e Lactação
- Interações Medicamen...
- Reações Adversas
- Efeitos Adversos
- Posologia
- Superdosagem
Cloridrato de Sertralina
50 mg Comprimidos revestidos Medicamento Genérico Lei 9787/99 CLORIDRATO DE SERTRALINA - FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Comprimidos revestidos de 50 mg. Embalagem com 30 comprimidos. USO ADULTO E PEDIÁTRICO CLORIDRATO DE SERTRALINA - COMPOSIÇÃO Cada comprimido revestido de 50 mg contém: Cloridrato de Sertralina .................... 56 mg (correspondente a 50 mg de sertralina base) Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido (Croscarmelose sódica, amido de milho, lactose, dióxido de silício, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, polietilenoglicol, dióxido de titânio e corante amarelo) CLORIDRATO DE SERTRALINA - INFORMAÇÕES AO PACIENTE Ação esperada do medicamento: O Cloridrato de Sertralina exerce efeitos benéficos na depressão, no transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), no transtorno do pânico e transtorno de estresse pós-traumático, presumivelmente otimizando a transmissão de sinais entre células nervosas do cérebro que utilizam a serotonina (neurotransmissor) como mediador químico envolvido na transmissão. Entre outros fatores, a deficiência nessa transmissão em determinados grupos de células do cérebro está hipoteticamente associada a essas patologias. Cuidados de armazenamento: Conservar o produto ao abrigo do calor excessivo e da umidade, em temperatura ambiente (entre 15 oC a 30 oC). Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, o Cloridrato de Sertralina apresenta prazo de validade de 36 meses. Não utilize o produto após o vencimento do prazo de validade. Gravidez e lactação: Este medicamento não deverá ser administrado durante a gravidez sem exclusiva orientação médica. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou até 14 dias após o seu término. O uso do medicamento durante o período de amamentação também não é recomendado. Informar ao médico se estiver amamentando ou se planeja engravidar. Cuidados de administração: Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Reações adversas: Efeitos adversos incluem: distúrbios sexuais (diminuição do desejo sexual, impotência, distúrbios da ejaculação; e na mulher, ausência de orgasmo); distúrbios gastrintestinais (náuseas, vômitos, diarréia, falta de apetite e perda de peso); boca seca; dor de cabeça, fadiga, sedação, insônia, inquietação excessiva, confusão, tontura, tremores, sudorese. Informe seu médico caso ocorram esses ou outros efeitos adversos. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. Ingestão concomitante com outras substâncias: É recomendável evitar a ingestão de suco de grapefruit (toranja) enquanto em tratamento com o Cloridrato de Sertralina, já que é possível alguma interação entre essas substâncias. O Cloridrato de Sertralina pode ser administrado com alimentos. Evitar o uso de bebidas alcoólicas. Contra- indicações e precauções: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Informe-o também sobre medicamentos que parou de tomar recentemente. Evitar a realização de tarefas potencialmente arriscadas, como dirigir veículos e/ou operar máquinas durante o tratamento com Cloridrato de Sertralina. É contra- indicado para pacientes com hipersensibilidade ao Cloridrato de Sertralina ou aos demais componentes da fórmula e em pacientes utilizando antidepressivos inibidores da monoaminoxidase (IMAO). NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE. CLORIDRATO DE SERTRALINA - INFORMAÇÕES TÉCNICAS MODO DE AÇÃO O Cloridrato de Sertralina é um antidepressivo de administração oral. Não é quimicamente relacionado aos tricíclicos, tetracíclicos ou outros agentes antidepressivos já utilizados. Presume- se que o mecanismo de ação do Cloridrato de Sertralina seja uma inibição de captação neuronal de serotonina (5HT) no sistema nervoso central (SNC). Estudos com doses clinicamente relevantes no homem têm demonstrado que o Cloridrato de Sertralina bloqueia a captação de serotonina no interior das plaquetas humanas. Estudos in vitro em animais também sugerem que o Cloridrato de Sertralina seja um inibidor potente e seletivo de recaptação da serotonina neuronal e possui poucos efeitos na recaptação neuronal de norepinefrina e dopamina. A maior vantagem do Cloridrato de Sertralina é sua baixa incidência de efeitos colaterais. Estudos in vitro têm demonstrado que o Cloridrato de Sertralina não possui afinidade significante para os receptores adrenérgicos (alfa 1, alfa 2 e beta), colinérgicos, GABA, dopaminérgicos, histaminérgicos, serotoninérgicos (5HT1A, 5HT1B, 5HT2) ou benzodiazepínicos. A administração crônica de Cloridrato de Sertralina em animais foi associada à sub- regulação dos receptores nor-epinefrínicos cerebrais, como observado com outros antidepressivos clinicamente eficazes. Cloridrato de Sertralina não inibe a monoaminoxidase. Farmacocinética O Cloridrato de Sertralina é lentamente absorvido no trato gastrintestinal, com pico de concentração ocorrendo entre 4,5 a 8,5 horas após a ingestão. Sua meia- vida média é em torno de 26 horas. A farmacocinética linear foi demonstrada em um estudo de dose única no qual a Cmáx e a área sob a curva (AUC) de Cloridrato de Sertralina foram proporcionais em uma faixa de dose entre 50 e 200 mg. Tendo em vista a meia-vida de eliminação de 26 horas, após o uso de doses repetidas de Cloridrato de Sertralina é esperado obter-se concentrações até duas vezes maiores do que aquela obtida quando se emprega uma dose única uma vez. Baseado nestes parâmetros farmacocinéticos, os níveis plasmáticos estáveis de Cloridrato de Sertralina são alcançados após uma semana aproximadamente com uma dose única diária. O Cloridrato de Sertralina é largamente distribuído através dos tecidos, com alta ligação às proteínas plasmáticas (cerca de 98%). Os efeitos da alimentação na biodisponibilidade de Cloridrato de Sertralina foram estudados em indivíduos que receberam administração de uma dose única com e sem alimentos. AUC foi levemente aumentada quando a droga foi administrada com alimento; a Cmáx foi 25% maior, enquanto o tempo para alcançar o pico de concentração plasmática diminuiu de 8 horas pós- dose para 5,5 horas. Metabolismo Cloridrato de Sertralina sofre um amplo metabolismo de primeira passagem pelo fígado. A principal via inicial do metabolismo para o Cloridrato de Sertralina é a N- desmetilação. N-desmetilsertralina é menos ativa que o Cloridrato de Sertralina, e tem uma meia-vida de eliminação plasmática final de 62 a 104 horas. O Cloridrato de Sertralina é excretado em quantidades aproximadamente iguais na urina e fezes, predominantemente na forma de metabólitos. Farmacocinética pediátrica A farmacocinética do Cloridrato de Sertralina foi avaliada em um grupo de 61 pacientes pediátricos (29 com 6- 12 anos de idade, e 32 com 13-17 anos) com um diagnóstico do DSM-III-R de depressão ou distúrbio obsessivo-compulsivo, homens (n=28), mulheres (n=33). Durante 42 dias de dosagem crônica de Cloridrato de Sertralina, ela foi titulada até 200 mg e mantida naquela dose por pelo menos 11 dias. No último dia de Cloridrato de Sertralina 200 mg/dia, o grupo de 6-12 anos de idade exibiu uma AUC média de Cloridrato de Sertralina (0-24 h) de 3107 ng-h/ml, Cmáx médio de 165 ng/ml e uma meia-vida média de 26,2 h. O grupo de 13-17 anos de idade exibiu uma AUC média de Cloridrato de Sertralina (0-24 h) de 2296 ng-h/ml, Cmáx médio de 123 ng/ml e uma meia-vida média de 27,8 h. Níveis plasmáticos superiores no grupo de 6-12 anos foram atribuíveis a pacientes com menores pesos corporais. Não foram observadas diferenças devido ao gênero. Em comparação, um grupo de 22 adultos estudados separadamente (11 homens e 11 mulheres) recebeu 30 dias de Cloridrato de Sertralina 200 mg/dia e exibiu uma AUC média de Cloridrato de Sertralina (0-24 h) de 2570 ng-h/ml, Cmáx médio de 142 ng/ml e uma meia-vida média de 27,2 h. Em relação aos adultos, tanto o grupo de 6-12 anos de idade quanto o de 13-17 anos mostraram valores de AUC (0-24 h) e Cmáx aproximadamente 22% inferiores, quando ajustados por peso. Esses dados sugerem que pacientes pediátricos têm uma discreta maior eficiência de metabolizar Cloridrato de Sertralina que adultos. Entretanto, doses inferiores são aconselháveis para pacientes pediátricos, dado seus pesos corporais inferiores, especialmente nos bastante novos, a fim de se evitar níveis plasmáticos excessivos (vide ?Posologia - Uso em Crianças?). CLORIDRATO DE SERTRALINA - INDICAÇÕES Tratamento de sintomas de depressão, com ou sem ansiedade; Transtorno obsessivo- compulsivo (TOC); Transtorno do pânico, com ou sem agorafobia; Transtorno do estresse pós- traumático; Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) em pacientes pediátricos (A segurança e eficácia foram comprovadas para pacientes com idade entre 6 e 17 anos). CLORIDRATO DE SERTRALINA - CONTRA-INDICAÇÕES Em pacientes com hipersensibilidade ao Cloridrato de Sertralina ou aos demais componentes da fórmula. O uso concomitante em pacientes utilizando inibidores da monoaminoxidase (IMAO) é contra- indicado (vide ?Advertências?). CLORIDRATO DE SERTRALINA - PRECAUÇÕES e ADVERTÊNCIAS Inibidores da monoaminoxidase (IMAO): Em pacientes recebendo outra droga inibidora da recaptação de serotonina em combinação com um inibidor da monoaminoxidase (IMAO), houve relatos de graves reações, algumas vezes fatais, incluindo hipertermia, rigidez, mioclonus, instabilidade autonômica com possíveis flutuações rápidas de sinais vitais, e alterações no nível de consciência que incluem agitação extrema progredindo para delírio e coma. Estas reações têm sido relatadas em pacientes que recentemente interromperam o tratamento com a droga e iniciaram com um IMAO. Alguns casos apresentaram-se com características semelhantes à síndrome neuroléptica maligna. Por isto, é recomendado que Cloridrato de Sertralina não seja usado em combinação com um IMAO, e em não menos de 14 dias após interrupção do tratamento com um IMAO. Não se deve iniciar o tratamento com um IMAO pelo menos antes de 14 dias após a interrupção do uso de Cloridrato de Sertralina. Ativação de mania/hipomania: Durante os testes clínicos, hipomania ou mania ocorreu em aproximadamente 0,4% dos pacientes tratados com Cloridrato de Sertralina. A ativação de mania/hipomania tem sido relatada em uma pequena proporção de pacientes com distúrbio afetivo maior tratados com outros antidepressivos. Perda de peso: Perda de peso significante pode ser um resultado indesejável no tratamento com Cloridrato de Sertralina para alguns pacientes mas, em média, pacientes em testes controlados têm perda de peso mínima (0,5 a 1,0 kg), contra menores variações com placebo. Raramente o tratamento com Cloridrato de Sertralina tem sido interrompido devido à perda de peso. Convulsão: O Cloridrato de Sertralina não foi avaliado em pacientes com distúrbios convulsivos. Estes pacientes foram excluídos dos estudos clínicos do produto. Durante o programa de desenvolvimento para TOC, quatro pacientes de um total de 1.800 expostos ao Cloridrato de Sertralina apresentaram convulsões (aproximadamente 0,2%). Três desses pacientes eram adolescentes, dois com transtornos convulsivos e um com histórico familiar de transtorno convulsivo; nenhum desses pacientes estava recebendo medicação anticonvulsivante. Como é comum com outros antidepressivos, Cloridrato de Sertralina deve ser introduzido com cuidado em pacientes epilépticos. Suicídio: A possibilidade de uma tentativa de suicídio é inerente na depressão e pode persistir até que ocorra remissão significante. A supervisão cuidadosa de pacientes de alto risco deve acompanhar a terapia inicial da droga. Prescrições de Cloridrato de Sertralina devem ser feitas pela menor quantidade de comprimidos que permitam um bom controle do paciente, a fim de reduzir o risco de superdose. Efeito uricosúrico: O Cloridrato de Sertralina é associado a uma diminuição na média do ácido úrico sérico de aproximadamente 7%. O significado clínico deste pequeno efeito uricosúrico é desconhecido e não existem casos relatados de insuficiência renal por Cloridrato de Sertralina. Uso em pacientes com doenças concomitantes: A experiência clínica com Cloridrato de Sertralina em pacientes com certas doenças sistêmicas concomitantes é limitada. Cuidados são necessários no uso de Cloridrato de Sertralina em pacientes com doenças ou condições que possam afetar o metabolismo ou respostas hemodinâmicas. Cloridrato de Sertralina não foi avaliado ou usado por tempo apreciável em pacientes com história recente de infarto do miocárdio ou doenças instáveis de coração. Pacientes com estes diagnósticos foram excluídos dos estudos clínicos da droga. Entretanto, os eletrocardiogramas de 774 pacientes que receberam Cloridrato de Sertralina em testes duplo- cego foram avaliados e os dados indicam que Cloridrato de Sertralina não está associado com a evolução de anormalidades significantes no ECG. O Cloridrato de Sertralina é extensamente metabolizado pelo fígado. Um estudo farmacocinético de dose múltipla em indivíduos com cirrose estável de grau leve demonstrou uma meia- vida de eliminação prolongada, e Cmáx e área sob a curva (AUC) aproximadamente 3 vezes maior em comparação a indivíduos sadios. Não foram observadas diferenças significantes na ligação às proteínas plasmáticas entre os dois grupos. O uso de Cloridrato de Sertralina em pacientes com doença hepática deve ser feito com cuidado. Uma dose menor ou menos freqüente deve ser considerada para pacientes com insuficiência hepática. O Cloridrato de Sertralina é extensamente metabolizado. A excreção da droga inalterada na urina é uma via de eliminação pouco significativa. Em pacientes com insuficiência renal de grau leve a moderado (clearance de creatinina de 30 a 60 mL/min) ou insuficiência renal de grau moderado a grave (clearance de creatinina de 10 a 29 mL/min), os parâmetros farmacocinéticos de dose múltipla (AUC 0- 24 ou Cmáx) não foram significativamente diferentes quando comparados aos controles. As meias-vidas foram similares e não houve diferenças na ligação às proteínas plasmáticas em todos os grupos estudados. Este estudo indica que, de acordo com a baixa excreção renal do Cloridrato de Sertralina, as doses de Cloridrato de Sertralina não precisam ser ajustadas com base no grau de insuficiência renal. Uso com tricíclicos: O Cloridrato de Sertralina em baixa dose apresenta menos efeitos inibitórios na atividade bioquímica de drogas metabolizadas pela isoenzima citocromo P450 2D6 que alguns outros compostos de sua classe. Entretanto, essa inibição pode, em certos casos, ser clinicamente importante. Deve- se administrar Cloridrato de Sertralina com cautela quando em uso concomitante com antidepressores tricíclicos, já que o Cloridrato de Sertralina pode inibir seu metabolismo quando co-administrados. A concentração plasmática do tricíclico pode necessitar de monitorização e poderá ocorrer redução da dose. Interferência com performance motora e cognitiva: Estudos clínicos de farmacologia demonstraram que o Cloridrato de Sertralina não produz efeito na atividade psicomotora. Contudo, uma vez que medicamentos psicotrópicos podem interferir nas habilidades mentais ou físicas necessárias para a realização de tarefas potencialmente arriscadas como dirigir e operar máquinas, o paciente deve ser advertido a respeito. Carcinogênese, mutagênese, diminuição de fertilidade: Estudos prolongados de carcinogenicidade realizados em camundongos e ratos demonstraram aumento dose- relacionado na incidência de adenomas hepáticos em camundongos. Esse aumento não foi observado em camundongos fêmeas e em ratos de ambos os sexos recebendo o mesmo tratamento; também não houve um aumento em carcinomas hepatocelulares. Adenomas hepáticos têm uma proporção variável de ocorrências espontâneas em camundongo CD-1 e são de significado desconhecido em humanos. Houve um aumento em adenomas foliculares de tireóides em ratas recebendo 40 mg/kg de Cloridrato de
Sertralina; este fato não foi acompanhado por hiperplasia de tireóide. Algumas vezes houve um aumento de adenocarcinomas uterinos em ratas recebendo de 10 a 40 mg de Cloridrato de Sertralina comparado com os controles placebo; este efeito não foi claramente relacionado à droga. Cloridrato de Sertralina não tem efeitos genotóxicos, com ou sem ativação metabólica. CLORIDRATO DE SERTRALINA - GRAVIDEZ E LACTAÇÃO Efeitos teratogênicos: Estudos de reprodução foram feitos em ratos e coelhos com doses de até aproximadamente 20 vezes e 10 vezes a dose máxima diária humana sem evidência de teratogenicidade. Em doses de aproximadamente 2,5 a 10 vezes a dose máxima diária humana em mg/kg, Cloridrato de Sertralina foi associado com ossificação tardia em fetos, provavelmente secundária aos efeitos na fêmea. Efeitos não- teratogênicos: Houve uma diminuição na sobrevivência neonatal seguida à administração materna de Cloridrato de Sertralina em dose inferior a aproximadamente 5 vezes a dose máxima humana em mg/kg. O decréscimo da sobrevivência de filhotes mostrou ser provavelmente devido à exposição in utero ao Cloridrato de Sertralina. O significado clínico destes efeitos não é conhecido. Não foram realizados estudos adequados e controlados em mulheres grávidas. Uma vez que os estudos de reprodução animal nem sempre são semelhantes às respostas humanas, esta droga somente deve ser usada durante a gravidez se estritamente necessário. Amamentação: Não se tem conhecimento se o Cloridrato de Sertralina ou seus metabólitos são excretados no leite humano. Devido ao fato de várias drogas serem excretadas no leite humano, deve- se tomar cuidado quando Cloridrato de Sertralina for administrado durante a amamentação. USO PEDIÁTRICO A segurança e a eficácia do uso do cloridrato de Cloridrato de Sertralina foram estabelecidas para pacientes pediátricos (com idades variando entre 6 e 17 anos) apenas para o tratamento do TOC. CLORIDRATO DE SERTRALINA - INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Síndrome serotoninérgica: O uso de antidepressivos inibidores seletivos da recaptação da serotonina em combinação com outros agentes serotoninérgicos pode resultar em uma rara síndrome hipermetabólica, a síndrome serotoninérgica, que cursa com dores abdominais, diarréia, hiperpirexia, hiper-reflexia, hipertensão arterial, taquicardia, tremores, mioclonias, agitação, delirium e convulsões; pode haver evolução para coma, colapso cardiovascular e morte. Tal síndrome já foi descrita na combinação de antidepressivos inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) com IMAOs (Ver ?Contra-indicações?). O aumento do risco de síndrome serotoninérgica foi sugerido ou houve raros relatos de casos em combinações de antidepressivos inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) com medicações que incluem o inibidor reversível da MAO-A, moclobemida; o inibidor seletivo da MAO-B, selegilina; e também a pentazocina, diidroergotamina endovenosa, L-triptofano, trazodone, dextrometorfano, dexfenfluramina, Hypericum perforatum, fenfluramina, dexfenfluramina e sibutramina. Efeitos potenciais do uso concomitante de drogas fortemente ligadas às proteínas plasmáticas: Devido ao Cloridrato de Sertralina se ligar fortemente às proteínas plasmáticas, a administração de Cloridrato de Sertralina a um paciente tomando outras drogas que sejam fortemente ligadas às proteínas (por exemplo: varfarina, digitoxina) pode causar uma modificação nas concentrações do plasma, resultando potencialmente em um efeito adverso. Inversamente, os efeitos adversos podem resultar no deslocamento da proteína ligada ao Cloridrato de Sertralina por outra droga mais fortemente ligada. Drogas ativas no SNC: Lítio: Em estudos placebo- controlados realizados em voluntários sadios, a co-administração de Cloridrato de Sertralina e lítio não alterou significativamente a farmacocinética do lítio, porém, em relação ao placebo, resultou em um aumento no tremor, indicando uma possível interação farmacodinâmica. Os pacientes que estiverem sob tratamento concomitantemente com Cloridrato de Sertralina e outros medicamentos, como o lítio, que podem atuar por mecanismos serotoninérgicos, devem ser apropriadamente monitorizados. Fenitoína: Em um estudo placebo- controlado com voluntários sadios, a administração crônica de Cloridrato de Sertralina 200 mg/dia não produz inibição clinicamente importante do metabolismo da fenitoína. Entretanto, após o início do tratamento com Cloridrato de Sertralina, é recomendado que as concentrações plasmáticas de fenitoína sejam monitorizadas, e que ajustes apropriados na dose de fenitoína sejam realizados. Sumatriptano: No período pós- comercialização, foram relatados raros casos de pacientes apresentando fraqueza, hiper-reflexia, incoordenação motora, confusão, ansiedade e agitação, após o tratamento com Cloridrato de Sertralina e sumatriptano. Se o tratamento concomitante com Cloridrato de Sertralina e sumatriptano for clinicamente justificado, recomenda-se que os pacientes sejam acompanhados apropriadamente. O risco do uso de Cloridrato de Sertralina em combinação com outras drogas ativas no SNC não tem sido sistematicamente avaliado. Conseqüentemente, deve- se tomar cuidado na administração concomitante de Cloridrato de Sertralina com tais drogas. Drogas hipoglicemiantes: A administração de Cloridrato de Sertralina por 22 dias (incluindo 200 mg/dia para os 13 dias finais) causou uma diminuição no clearance de tolbutamida após uma dose intravenosa de 1000 mg devido a alterações no metabolismo da droga. O significado clínico dessa diminuição é desconhecido. Atenolol: O Cloridrato de Sertralina (100 mg), quando administrado a 10 indivíduos saudáveis do sexo masculino, não teve efeito na atividade beta- bloqueadora do atenolol. Varfarina: A co-administração de 200 mg diários de Cloridrato de Sertralina com varfarina resultou em um aumento pequeno, mas estatisticamente significante, no tempo de protrombina; a significância clínica deste fato é desconhecida. Sendo assim, o tempo de protrombina deve ser cuidadosamente monitorado quando a terapia com o Cloridrato de Sertralina for iniciada ou interrompida (vide ?CYP 2C9?). Interações com outras drogas: Terfenadina: Devido a interação potencial e efeitos cardiotóxicos da terfenadina, a associação deve ser evitada. Tramadol: Pode haver um aumento do risco de convulsão nessa associação que, se possível, deve ser evitada. Estudos formais de interação medicamentosa foram realizados com Cloridrato de Sertralina. A co- administração de 200 mg diários de Cloridrato de Sertralina com diazepam ou tolbutamida resultou em pequenas alterações estatisticamente significantes em alguns parâmetros farmacocinéticos. A co-administração com a cimetidina causou um decréscimo substancial na eliminação do Cloridrato de Sertralina. O significado clínico destas alterações é desconhecido. O Cloridrato de Sertralina não apresentou qualquer efeito sobre a capacidade bloqueadora beta-adrenérgica do atenolol. Nenhuma interação foi observada com 200 mg diários de Cloridrato de Sertralina e glibenclamida ou digoxina. Drogas metabolizadas pelo citocromo P450 (CYP) 2D6: Há uma variabilidade entre os antidepressivos no que se refere ao grau de inibição da atividade da isoenzima CYP 2D6. A significância clínica desse achado depende do grau de inibição e da indicação terapêutica da droga que será co- administrada. Os substratos da isoenzima CYP 2D6 que apresentam uma indicação terapêutica restrita incluem os antidepressivos tricíclicos e antiarrítmicos da classe 1C, tais como a propafenona e a flecainida. Em estudos formais de interação, a administração de dosagem crônica de 50 mg diários de Cloridrato de Sertralina demonstrou uma elevação mínima (23%-37%, em média) nos níveis plasmáticos de steady state de desipramina (um marcador da atividade da isoenzima CYP 2D6). Drogas metabolizadas por outras enzimas do CYP (CYP 3A3/4, CYP 2C9, CYP 2C19, CYP1A2: CYP 3A3/4: Estudos de interação in vivo têm demonstrado que a administração crônica de 200 mg diários de Cloridrato de Sertralina não inibe a 6- beta hidroxilação do cortisol endógeno mediada pelo CYP 3A3/4 nem o metabolismo da carbamazepina. Além disso, a administração crônica de Cloridrato de Sertralina 50 mg, diariamente, não inibe o metabolismo da alprazolam que é mediado pelo CYP 3A3/4. Os resultados desses estudos sugerem que o Cloridrato de Sertralina não seja um inibidor clinicamente relevante do CYP 3A3/4. CYP 2C9: A aparente ausência de efeitos clinicamente significantes da administração crônica de 200 mg diários de Cloridrato de Sertralina nas concentrações plasmáticas de tolbutamida, fenitoína e varfarina sugere que o Cloridrato de Sertralina não é um inibidor clinicamente relevante do CYP 2C9. CYP 2C19: A aparente ausência de efeitos clinicamente significantes da administração crônica de 200 mg diários de Cloridrato de Sertralina nas concentrações plasmáticas de diazepam sugere que o Cloridrato de Sertralina não é um inibidor clinicamente relevante do CYP 2C19. CYP 1A2: Estudos in vitro indicam que o Cloridrato de Sertralina apresenta pouco ou nenhum potencial de inibir o CYP 1A2. Terapia eletroconvulsivante: Não existem estudos clínicos estabelecendo os riscos ou benefícios do uso combinado de terapia eletroconvulsivante e Cloridrato de Sertralina. Álcool: Embora não tenha potencializado os efeitos psicomotores e cognitivos do álcool em experiências com indivíduos normais, o uso concomitante de Cloridrato de Sertralina e álcool em pacientes com depressão não é recomendado. Abuso e dependência: Classe de substância controlada: Cloridrato de Sertralina é uma substância controlada pela Portaria n? 344/98 do Ministério da Saúde. Dependência física e psíquica: O Cloridrato de Sertralina não tem sido sistematicamente estudado em animais ou homens por seu potencial para abuso, tolerância ou dependência física. Contudo, experiências clínicas com Cloridrato de Sertralina não revelaram qualquer evidência para uma síndrome de abstinência ou qualquer conduta de procura pela droga. Por ser uma droga ativa no SNC, os médicos devem avaliar cuidadosamente os pacientes em relação a antecedentes de abuso de drogas e acompanhá- los de perto, observando-os em relação a sinais de abuso ou mau uso de Cloridrato de Sertralina (por exemplo: aumento de dose, desenvolvimento de tolerância). CLORIDRATO DE SERTRALINA - REAÇÕES ADVERSAS Comumente observadas: As reações adversas mais comumente observadas associadas com o uso de cloridrato de Cloridrato de Sertralina e não observadas em uma incidência equivalente em pacientes tratados com placebo foram: distúrbios gastrintestinais (incluindo náusea, diarréia/fezes amolecidas e dispepsia), tremor, vertigem, insônia, sonolência, sudorese aumentada, boca seca, perda de peso e disfunção sexual masculina (principalmente ejaculação retardada). Associada com interrupção do tratamento: As reações mais comuns (relatadas em pelo menos 1% dos indivíduos) associadas com a interrupção incluíram agitação, insônia, disfunção sexual masculina (principalmente ejaculação retardada), sonolência, dor de cabeça, tremor, anorexia, diarréia, fezes amolecidas, náuseas e fadiga. Incidência em testes clínicos controlados: A tabela que segue enumera os efeitos adversos que ocorreram com uma freqüência de 1% ou mais entre pacientes tratados com Cloridrato de Sertralina que participaram dos ensaios controlados comparados com pacientes que receberam placebo. A maior parte dos pacientes recebeu doses de 50 a 200 mg por dia. O médico deve estar ciente que estes dados não podem ser usados para predizer a incidência de efeitos colaterais no curso da prática médica usual, onde as características do paciente e outros fatores diferem daqueles pré- avaliados nos ensaios clínicos. Similarmente, as freqüências citadas não podem ser comparadas com os dados obtidos por outras investigações clínicas envolvendo tratamentos, usos e indivíduos diferentes. Os dados citados (TABELA 1), todavia, fornecem para o prescritor médico alguma base para estimar a contribuição relativa de fatores medicamentosos ou não na incidência média dos efeitos colaterais na população estudada. TABELA 1: Incidência de efeitos adversos durante tratamentos em ensaios clínicos placebo- controlados.* CLORIDRATO DE SERTRALINA - EFEITOS ADVERSOS Percentual de pacientes referidos Cloridrato de Sertralina (N = 861) Placebo (N = 853) Distúrbios no sistema nervoso autônomo: Boca seca Sudorese aumentada 16,3 8,4 9,3 2,9 Cardiovascular: Palpitações Dor torácica 3,5 1,0 1,6 1,6 Distúrbios no sistema nervoso periférico e central: Dor de cabeça Vertigem Tremor Parestesia Hipoestesia Espasmos Hipertonia 20,3 11,7 10,7 2,0 1,7 1,4 1,3 19,0 6,7 2,7 1,8 0,6 0,1 0,4 Distúrbios na pele e anexos: Exantema 2,1 1,5 Distúrbios gastrintestinais: Náusea Diarréia/fezes amolecidas Constipação Dispepsia Vômitos Flatulência Anorexia Dor abdominal Apetite aumentado 26,1 17,7 8,4 6,0 3,8 3,3 2,8 2,4 1,3 11,8 9,3 6,3 2,8 1,8 2,5 1,6 2,2 0,9 Gerais: Fadiga Rubor Febre Dor nas costas 10,6 2,2 1,6 1,5 8,1 0,5 0,6 0,9 Distúrbios metabólicos e nutricionais: Sede 1,4 0,9 Distúrbios no sistema músculo- esquelético: Mialgia 1,7 1,5 Distúrbios psiquiátricos: Insônia Disfunção sexual masculina (1) Sonolência Agitação Nervosismo Ansiedade Bocejo Disfunção sexual feminina (2) Dificuldade de concentração 16,4 15,5 13,4 5,6 3,4 2,6 1,9 1,7 1,3 8,8 2,2 5,9 4,0 1,9 1,3 0,2 0,2 0,5 Reprodutivo: Alterações menstruais 1,0 0,5 Distúrbios no sistema respiratório: Rinites Faringites 2,0 1,2 1,5 0,9 Sentidos especiais: Visão anormal Zumbidos Alteração no paladar 4,2 1,4 1,2 2,1 1,1 0,7 Distúrbios no sistema urinário: Freqüência na micção Alteração na micção 2,0 1,4 1,2 0,5 (*) Eventos relatados em pelo menos 1% de pacientes tratados com Cloridrato de Sertralina. (1) (ejaculação retardada principalmente) % baseada somente em pacientes masculinos: 271 tratados com Cloridrato de Sertralina e 271 tratados com placebo. (2) % baseada somente em pacientes femininos: 590 tratados com Cloridrato de Sertralina e 582 com placebo. Outros efeitos observados durante a avaliação pré- comercialização de Cloridrato de Sertralina: Durante a pesquisa, doses múltiplas de Cloridrato de Sertralina foram administradas a aproximadamente 2.700 indivíduos. As condições e duração de exposição ao Cloridrato de Sertralina variaram amplamente, e incluíram (em categorias coincidentes) estudos farmacológicos clínicos, estudos duplo- cego e aberto, estudos controlados e não-controlados, estudos em pacientes hospitalizados e não-hospitalizados, estudos para outras indicações além de depressão. Efeitos adversos associados com esta exposição foram registrados por pesquisadores usando terminologia de sua preferência. Conseqüentemente não foi possível estipular a estimativa expressiva da proporção de indivíduos que apresentaram efeitos colaterais, sem que antes os efeitos tivessem sido agrupados em um pequeno número de categorias padronizadas. Os efeitos são classificados da seguinte forma: efeitos adversos freqüentes são aqueles que ocorrem em uma ou mais ocasiões em pelo menos 1/100 pacientes (somente aqueles não anteriormente listados nos resultados dos testes placebo-controlados aparecem nesta lista); efeitos adversos pouco freqüentes são aqueles que ocorrem em 1/100 até 1/1.000 pacientes; efeitos raros são aqueles que ocorrem em menos que 1/1.000 pacientes. Distúrbios do sistema nervoso autônomo: pouco freqüente: rubor, midríase, aumento de salivação, pele viscosa e fria; raro: palidez. Cardiovascular: pouco freqüente: tontura postural, hipertensão, hipotensão, hipotensão postural, edema, edema dependente, edema periorbital, edema periférico, isquemia periférica, síncope, taquicardia; raro: dor torácica precordial, dor torácica substernal, hipertensão grave, enfarte do miocárdio, veias varicosas. Distúrbios no sistema nervoso central e periférico: freqüente: hipertonia, hipoestesia; pouco freqüente: ataxia, coordenação anormal, marcha anormal, hiperestesia, hipercinesia, hipocinesia, enxaqueca, nistagmo, vertigem; raro: anestesia local, coma, convulsões, discinesia, disfonia, hiporreflexia, hipotonia, ptose. Alterações na pele e anexos: pouco freqüente: acne, alopecia, prurido, exantema eritematoso, exantema maculopapular, pele seca; raro: erupção vesiculosa, dermatite, eritema multiforme, textura capilar anormal, hipertricose, reação de fotossensibilidade, exantema folicular, descoloração da pele, odor anormal da pele, urticária. Distúrbios endócrinos: raro: exoftalmia, ginecomastia. Distúrbios gastrintestinais: pouco freqüente: disfagia, eructação; raro: diverticulite, incontinência fecal, gastrite, gastroenterite, glossite, hiperplasia gengival, hemorróidas, soluço, melena, úlcera péptica hemorrágica, proctite, estomatite, estomatite ulcerativa, tenesmo, edema de língua, ulceração na língua. Geral: freqüente: astenia; pouco freqüente: mal- estar, edema generalizado, calafrios, perda de peso, aumento de peso; raro: abdômen aumentado, halitose, otite média, estomatite aftosa. Hematopoético e linfático: pouco freqüente: linfadenopatia, púrpura; raro: anemia, hemorragia de câmara anterior do olho. Distúrbios metabólicos e nutricionais: raro: desidratação, hipercolesterolemia, hipoglicemia. Distúrbios no sistema músculo- esquelético: pouco freqüente: artralgia, artrose, distonia, espasmo muscular, debilidade muscular; raro: hérnia. Distúrbios psiquiátricos: pouco freqüente: pesadelos, reação agressiva, amnésia, apatia, delírio, despersonalização, depressão, depressão grave, labilidade emocional, euforia, alucinação, neurose, reação paranóica, planejamento e tentativa de suicídio, ranger de dentes, pensamentos anormais; raro: histeria, sonambulismo, síndrome de abstinência. Reprodutivo: pouco freqüente: dismenorréia (2), hemorragia intermenstrual (2); raro: amenorréia (2), balanopostite (1), aumento da mama (2), dor mamária (2), leucorréia (2), menorragia (2), vaginite atrófica (2). (1) % baseada somente em indivíduos masculinos: 1.005 (2) % baseada somente em indivíduos femininos: 1.705 Distúrbios do sistema respiratório: pouco freqüente: broncospasmo, tosse, dispnéia, epistaxe; raro: bradipnéia, hiperventilação, sinusite, estridor. Sentidos especiais: pouco freqüente: acomodação anormal, conjuntivite, diplopia, dor de ouvido, dor nos olhos, xeroftalmia; raro: lacrimejamento anormal, fotofobia, problema no campo visual. Distúrbios no sistema urinário: pouco freqüente: disúria, edema de face, noctúria, poliúria, incontinência urinária; raro: oligúria, dor renal, retenção urinária. Testes laboratoriais: elevações assintomáticas nas transaminases séricas (TGO e TGP) têm sido relatadas com pouca freqüência (aproximadamente 0,8%) em associação com administração de Cloridrato de Sertralina. Estas elevações enzimáticas habitualmente ocorrem dentro da primeira à nona semana de tratamento e diminuem rapidamente após interrupção da droga. A terapia com Cloridrato de Sertralina foi associada com pequenos aumentos na média total de colesterol (aproximadamente 3%) e triglicerídeos (aproximadamente 5%), e uma pequena diminuição na média de ácido úrico sérico (aproximadamente 7%), aparentemente sem importância clínica. Dados do período pós- comercialização: relatos espontâneos de eventos adversos em pacientes sendo tratados com Cloridrato de Sertralina que têm sido recebidos desde a introdução do medicamento no mercado. Estes relatos incluem: Sistema nervoso autônomo: midríase e priapismo. Geral: reação alérgica, alergia, astenia, fadiga, febre e rubor. Cardiovascular: dor torácica, hipertensão, palpitações, edema periorbital, síncope e taquicardia. Sistema nervoso central e periférico: coma, convulsões, dor de cabeça, enxaqueca, distúrbios motores (incluindo sintomas extrapiramidais tais como hipercinesia, hipertonia, ranger de dentes e distúrbios da marcha), parestesia e hipoestesia. Também foram relatados sinais e sintomas associados à síndrome de serotonina: em alguns casos associados com o uso concomitante de drogas serotoninérgicas, incluindo agitação, confusão, sudorese, diarréia, febre, hipertensão, rigidez e taquicardia. Endócrino: galactorréia, hiperprolactinemia e hipotireoidismo. Gastrintestinal: dor abdominal, pancreatite e vômito. Hematopoiético: função plaquetária alterada, distúrbios hemorrágicos (tais como epistaxe, hemorragia gástrica e hematúria), leucopenia, púrpura e trombocitopenia. Alterações laboratoriais: resultados clínicos laboratoriais anormais. Hepático/Biliar: eventos hepáticos graves (incluindo hepatite, icterícia e disfunção hepática) e elevações assintomáticas das transaminases hepáticas (TGO e TGP). Metabólico/Nutricional: hiponatremia e aumento do colesterol sérico. Psiquiátrico: agitação, reações agressivas, ansiedade, sintomas de depressão, alucinações e psicose. Reprodutivo: irregularidades menstruais. Disfunção sexual masculina e feminina: há evidências que antidepressivos inibidores seletivos da recaptação da serotonina possam causar alterações no desejo, performance e satisfação sexual (retardo ejaculatório: Cloridrato de Sertralina 14%, placebo 1%; diminuição da libido: Cloridrato de Sertralina 5%, placebo 1%). Como esses dados são difíceis de serem medidos, podem estar subestimados. Respiratório: broncoespasmo. Pele: alopecia, angioedema e rash (incluindo casos raros de eritema multiforme e distúrbios esfoliativos graves da pele). Urinário: edema facial e retenção urinária. Outros: foram relatados sintomas seguidos da descontinuação do uso do Cloridrato de Sertralina, e incluem agitação, ansiedade, tontura, dor de cabeça, náusea e parestesia. CLORIDRATO DE SERTRALINA - POSOLOGIA O Cloridrato de Sertralina deve ser administrado em dose única diária, pela manhã ou à noite. Cloridrato de Sertralina comprimidos revestidos pode ser administrado com ou sem alimentos. Tratamento Inicial Depressão e TOC: O tratamento com Cloridrato de Sertralina deve ser feito com uma dose de 50 mg/dia. Transtorno do pânico e transtorno do estresse pós- traumático: O tratamento deve iniciar a 25 mg/dia, aumentando para 50 mg/dia após uma semana. Este regime de dosagem tem demonstrado reduzir a freqüência de efeitos colaterais emergentes no início do tratamento, característicos do transtorno do pânico. Titulação Depressão, TOC e transtorno do pânico e transtorno do estresse pós- traumático: Os pacientes que não responderem à dose de 50 mg podem ser beneficiados com um aumento da dose. As alterações nas doses devem ser realizadas com um intervalo mínimo de 1 semana, até a dose máxima recomendada de Cloridrato de Sertralina, que é de 200 mg/dia. O início dos efeitos terapêuticos pode ocorrer dentro de 7 dias. Entretanto, períodos maiores são usualmente necessários, especialmente em TOC. Manutenção: A dose de Cloridrato de Sertralina durante a terapia de manutenção prolongada deverá ser mantida com a menor dose eficaz, com subseqüentes ajustes dependendo da resposta terapêutica. Uso em Crianças: A segurança e a eficácia do uso do Cloridrato de Sertralina foram estabelecidas para pacientes pediátricos (com idades variando entre 6 a 17 anos) apenas para o tratamento do TOC. A administração de Cloridrato de Sertralina em pacientes pediátricos com idades variando entre 13 a 16 anos deve começar com 50 mg/dia. O tratamento de pacientes pediátricos com idades variando entre 6 e 12 anos deve começar com 25 mg/dia. Aumentos podem ser feitos após uma semana. No caso de ausência de resposta clínica, a dose pode ser subseqüentemente aumentada em incrementos de 25- 50 mg/dia, até 200 mg/dia, se necessário. Em um estudo clínico com pacientes com idades variando entre 6 a 17 anos, com depressão ou TOC, o Cloridrato de Sertralina mostrou um perfil farmacocinético similar àquele observado em adultos. Entretanto, o menor peso corpóreo de uma criança, quando comparado ao de um adulto, deve ser considerado quando se pensar em aumentar a dose de 50 mg, a fim de se evitar uma dosagem excessiva. Titulação em Crianças e Adolescentes: Uma vez que a meia- vida de eliminação do Cloridrato de Sertralina é de aproximadamente 24 horas, as mudanças de dosagem não devem ocorrer em intervalos menores que uma semana. Uso em Idosos: A mesma dosagem indicada para pacientes mais jovens pode ser utilizada em pacientes idosos. Mais de 700 pacientes idosos (idade superior a 65 anos) participaram de estudos clínicos que demonstraram a eficácia do Cloridrato de Sertralina nesta população de pacientes. O padrão e incidências de reações adversas nos idosos foram similares aos observados em pacientes mais jovens. Uso na Insuficiência Hepática: O uso do Cloridrato de Sertralina em pacientes com doença hepática deve ser feito com cuidado. Uma dose menor ou menos freqüente deve ser considerada para pacientes com insuficiência hepática (vide ?Advertências e Precauções?). Uso na Insuficiência Renal: O Cloridrato de Sertralina é extensamente metabolizado. A excreção da droga inalterada na urina é uma via de eliminação pouco significativa. De acordo com a baixa excreção renal do Cloridrato de Sertralina, as doses de Cloridrato de Sertralina não precisam ser ajustadas com base no grau de insuficiência renal (vide ?Advertências e Precauções?). CLORIDRATO DE SERTRALINA - SUPERDOSAGEM Conforme as evidências disponíveis, o Cloridrato de Sertralina tem ampla margem de segurança em superdosagem. Superdosagens com Cloridrato de Sertralina isoladamente em doses de até 13,5 g foram relatadas. Foram relatadas mortes envolvendo superdosagens com Cloridrato de Sertralina, principalmente em associação a outras drogas e/ou álcool. Portanto, qualquer superdosagem deve ser tratada rigorosamente. Os sintomas de superdosagem incluem: efeitos adversos mediados pela serotonina tais como sonolência, distúrbios gastrintestinais (como náusea e vômito), taquicardia, tremor, agitação e tontura. Coma foi reportado com menor freqüência. Não existem antídotos específicos para o Cloridrato de Sertralina. Estabeleça e mantenha respiração assistida, assegure ventilação e oxigenação adequadas, se necessário. Carvão ativado, o qual pode ser utilizado com um agente catártico, pode ser tão ou mais eficaz do que a lavagem e deve ser considerado no tratamento da superdosagem. A indução de emese não é recomendada. Monitorizações cardíaca e dos sinais vitais são recomendadas juntamente com o controle dos sintomas e medidas gerais de suporte. Devido ao amplo volume de distribuição do Cloridrato de Sertralina, diurese forçada, diálise, hemoperfusão e trocas transfusionais provavelmente não trarão benefícios. O médico deve considerar um contato com centro de controle de intoxicações no tratamento de qualquer superdosagem.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA - SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

- Laboratório
BIOSINTETICA Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha São Paulo/SP - CEP: 04514-050 Tel: 55 (011) 5561-2614 Fax: 55 (011)5561-2072 Site: http://www.biosintetica.com.br/ ”.
NOSSOS COMENTÁRIOS:

BRINCANDO DE PENSAR.

Apenas para aquecer os neurônios:

O amigo é alérgico?
Dê uma espiada na composição do excipiente ou veículo; já ouviu falar ou leu sobre os condutores do remédio?
Condutores do remédio ou excipiente; o que é isso?
É mais ou menos como dar remédio para cachorro.
Quem é dono de bicho de estimação sabe que, para algumas raças inteligentes é uma tourada dar remédio – você tem que “disfarçar”; embrulhar em alguma guloseima para que o bicho não sinta o gosto nem o cheiro – ás vezes eles comem o excipiente e jogam fora a droga (crianças costumam vomitar e não abrem a boca nem por milagre – daí que os adultos partem para a apelação: injeção neles) – adianta morrer de dó?
Ação esperada.
Se a ciência é tão certeira; se o produto está garantido, pelas mais renomadas instituições que permitem que eu pague caro para usar o produto; não me venha com essa estória de ação esperada – A droga funciona com segurança ou não? – Afinal estou pagando!
Presumivelmente.
Paguei os olhos da cara pelo remédio. Fui anvisado que podia consumir com garantia; não posso aceitar chutes nem achismos, terços $ ou rezas.
Hipoteticamente.
A ação é desconhecida, ou uma forma de tirar o seu da seringa numa ação de perdas e danos por efeito colateral? – No máximo terei meu $ de volta, caso apresente a nota fiscal de compra? Quem me garante? A paquidérmica e hipodérmica justiça?
Composição.
Comprimidos de 50mg – contém 56mg do produto – Onde foram parar as outras 6g? – foram chutadas para longe ou para o bolo fecal?
Gravidez.
Será que para não virarmos cobaias é melhor engravidar antes de começar um tratamento? – E os homens? E os indefinidos? Melhor tomar o remédio usando camisinha?
Vida média do medicamento em atividade.
Quanto tempo dura a excreção da droga no seu corpo? – E se numa emergência de efeito colateral não der tempo de corrigir?
Reações adversas (efeitos colaterais).
A vida é uma piada. Claro que muitos outros efeitos colaterais vão ocorrer dependendo das características mentais, emocionais e afetivas do “paciente” que está em uso do remédio; mas, muitos hipocondríacos vão apresentar os efeitos colaterais por simples sugestão mental produzidas pelo alerta; caso não fossem avisados – pois, vivem de forma tão inconsciente que nem perceberiam; mas uma vez avisados ficam ligados e passam a usufruir de todos os sintomas...
Ingestão concomitante de outras substâncias.
Rsss.
Alguém aí já tomou toranja (aí quer dizer aqui) – o pessoal apenas traduz o que vem de lá do exterior e não explica. O que a toranja tem de diferente do limão, da laranja (qual delas?), da ponkan e da mexerica? – E os conservantes, corante, emulsificante..., produtos que entram na composição de produtos de higiene pessoal?
Cuidados e precauções.
Informe seu médico sobre os medicamentos em uso – Claro que pode ajudar; mas resolve? – Qual a fonte de informação do médico? – Qual o grau de conscientização dos médicos? – Quem consegue ficar atualizado? O que é estar atualizado?
Evitar tarefas potencialmente arriscadas... E se alguém desobedecer e provocar um acidente grave? – quem responde? (Não deveria estar em negrito e com letras maiores?).
Reações adversas: “Efeitos adversos incluem: distúrbios sexuais (diminuição do desejo sexual, impotência, distúrbios da ejaculação; e na mulher, ausência de orgasmo); distúrbios gastrintestinais (náuseas, vômitos, diarréia, falta de apetite e perda de peso); boca seca; dor de cabeça, fadiga, sedação, insônia, inquietação excessiva, confusão, tontura, tremores, sudorese. Informe seu médico caso ocorram esses ou outros efeitos adversos. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis”. – Se eu fosse gerente do projeto de venda do remédio ia despedir todos os que colocaram essas possíveis reações adversas – Afinal hoje quem não tem essas dificuldades sem tomar a nossa droga? – alguém deve estar recebendo propina de laboratórios que vendem drogas para eliminar os efeitos colaterais da nossa.
Informações técnicas – Modo de ação

Seu mecanismo de ação presumivelmente... (Afinal; o mecanismo e ação; é conhecido ou não?).
Estudos in vitro em animais também sugerem... (Sugerem? – Está comprovado ou não? – Sou um bicho vivo ou um bicho morto para fazer parte das estatísticas?).
A maior vantagem é a baixa incidência de efeitos colaterais... (Com relação a quem? – Não deveria ser proibido fazer marketing e propaganda do próprio produto na própria bula?).
Farmacocinética e Metabolismo... (Desnecesário, estar na bula; será para que as pessoas não a leiam? – Ou para continuar a formação (atualização) dos médicos?).

Precauções e advertências.

Inibidores da IMAO... (seria interessante e vital discriminar os adversários).
Ativação de Mania/Hipomania... (que fique claro que hipomania é um barato; as drogas proibidas todas elas dão a sensação de hipomania (eu sou mais eu – nada a ver com sentir-se um deputado, senador ou presidente) – Mas, os maníacos podem ficar mais maníacos – De repente você pode se achar o dono do mundo, acima de qualquer lei da vida e dos homens; daí; salve-se quem puder.
Perda de peso... (Neste país de gordinhos cada vez mais malucos; muita gente vai usar o remédio; apenas ‘embaseado” num possível efeito colateral. O sujeito vai achar que pode sem mais nem menos perder alguns, sem vergonha – no mínimo é propaganda enganosa; mas quem liga para isso?).
Convulsões... (Aparentemente o medicamento não te ajuda a convulsionar).
Suicídio... (Caso você ainda não tenha pensado em se matar, se, ao começar a usar a droga sentir vontade; fique esperto; pois o tomador de chazinho morreu de velho).
Feio uricosúrico... (Gotosos: não está cientificamente provado que a droga combata com eficácia o aumento do ácido úrico).
Doenças concomitantes... (Enfartados ou candidatos a; hepatopatas ou tomadores de boldo, cuidado; nefropatas, juízo antes de começar a usar a droga – Os portadores de doenças mais leves como alergias, enxaquecas, artrites, atroses..., podem respirar aliviados - presumivelmente).
Interferência com performance motora e cognitiva... (Não há estudos que comprovem a porcentagem dos “barbeiros no trânsito” que estejam em uso da medicação; nem nos acidentados no trabalho que deixem um dedinho para ser amputado e aposentar-se.).
Carcinogêse, mutagênese; diminuição da fertilidade... (Até hoje não ficou provado nem foi para o STF da vida caso que comprovadamente tenha sido gerado pelo uso da droga – espera-se que as pessoas não façam uso dela para prevenção da gravidez indesejada).

Gravidez e lactação.
Aconselha-se a pessoa que desejar usar o remédio adquirir uma rata ou coelha e fazer experimentos antes de tomar o produto.

Uso pediátrico.
Foram selecionadas cobaias apenas para o uso em caso de TOC – para os outros: a mão de Deus.

Interações medicamentosas.
Melhor pular, pois nem médicos podem entender – vide recomendações anteriores – Mas, você quer ser do grupo placebo, do grupo controle? Ou servir de cobaia de verdade?
Abuso e dependência... (Seus direitos estão resguardados pela portaria do ministério da saúde (ou da doença) número tal, tal e tal...
Dependência física e psicológica... (pergunte aos ratinhos e coelhinhos que participaram da pesquisa – como eles ficam calados, presume-se que tudo correu a contento).

Reações adversas.
Nada que as cobaias voluntárias não apresentem de vez em quando.
Essa é a parte mais importante, e como ninguém pode evoluir pelo outro: virem-se, encaixem-se e decidam...
Neste capítulo do drama: Fokeyo (no idioma lules)
Atenção para a disfunção sexual masculina: demora na ejaculação (recomenda-se que o remédio ainda não seja usado para controlar a ejaculação precoce – síndrome sexual do coelho (cobaia) da vida moderna).
Nossa intenção não é assustar, apenas despertar a consciência através do raciocínio crítico e bem humorado; portanto, cada um com seus problemas. – Quem tiver interesse que leia com cuidado.
Mas, recomendamos ás cobaias: na dúvida, interrompa o tratamento (segundo as dicas do pré-médico que a prescreveu – claro que nem sempre ele vai aceitar; pois nosso orgulho de pré-medico é predominante – Como ousa me contradizer; o que está sentindo nada tem a ver com o remédio que te recitei! O remédio que recitei é o mais indicado! – Só quem vive esse drama como profissional é capaz de avaliar o drama).

Doses e superdosagem.
Vide bula.
Mas, mesmo que queiramos; nenhum ser humano é igual a outro.
Como decidir?
Pelas reações da cobaia?
Segundo a média estatística?
De acordo com o volume de grana ou de orgulho dos cientistas de plantão?
A cada um segundo seus interesses disse e resumiu: um grande Mestre.

A BULA ACIMA DE UMA INFORMAÇÃO - DEVE SER UM COMPROMISSO LEGAL – PASSÍVEL ATÉ DE PENALIZAÇÃO JURÍDICA.

E se alguém errar?
E se as cobaias nos enganaram (quem disse que ratos, cobaias e coelhos são tão estúpidos quanto nós? - E se a bula montada nas opiniões e reações deles não foi confiável? - E se o médico não sabia? (ele é obrigado a saber; se nem os ‘organismos” que controlam a saúde sabem?). Responsabilizar os vendedores de drogas que apenas chutam resultados e “vendem” aos médicos (a troco de pagamentos de congressos, amostras e brindes); e que tiram o seu da reta através de compromissos omissos?
De quem ou a quem cobrar?

Na hora do vamos ver: morte eminente – não existe antídoto específico para a maioria das drogas experimentais.

Será que isso exime de toda a culpa?
Neste simples bate papo não estamos buscando culpados específicos para nada; apenas para nosso retardo evolutivo – todos nós merecemos o que está em andamento.

Claro que muito há para ser tratado.
E não será numa simples brincadeira de parar para pensar como esta; que iremos fundo na essência da tão mal compreendida bioética; mas como todos os leitores; eu tenho coisas mais gostosas a fazer; daí: NADA A VER.
Relembrando de meu latim: “Sacus plenus bagus est” – Até mais!
Mas:
Última dica de hoje.
Para referendar a atualização de seu médico, pergunte a ele; assim de sopetão:
Nome do pai; número da carteira de identidade; o que comeu no almoço; o que me trouxe aqui; invente suas próprias armadilhas para identificar o quanto o profissional está ligado no seu problema ao receitar (não seria melhor recitar o remédio?) o seu remédio.
Caso o profissional, mal olhou para você, no máximo pediu alguns exames e na hora ou na volta, receitou um “troço” que você precisará de muita ajuda para decifrar em meses a bula; meus pêsames; faça um seguro saúde para ávida no além (vou precisar disso do lado de lá? – com certeza!).
Sugestão da hora:
Vamos fundar o clube de amparo mútuo ás vítimas da mediocridade como seres pensantes – o FOKEYIU FUTEBOL CLUBE (grafia dos manus da vida – nóis mesmus...).

Amém BRASIL.

Vale lembrar que todo medicamento é útil quando bem empregado – nada a ver com o da bula que foi nossa cobaia para brincar de pensar. Particularmente, já vi muitas pessoas se beneficiarem dele. Quem estiver em uso e continuar com dúvidas ligue para o laboratório; os trabalhadores de lá terão o máximo de boa vontade em complementar as explicações da bula, e elucidar – assim como os de outros laboratórios.
Apenas não confie em laboratórios com 0800 - cliente.

Falou veio!
Amém de novo irmãos.

ENTENDEU?
NEM EU!

AMÉM JESUS – NOS ACOrDE...

domingo, 19 de julho de 2009

RITALINA A DROGA DA HORA

SOSSEGA LEÃO PARA MENTES INQUIETAS?

Dia destes fiquei muito preocupado, não fazia idéia da dimensão desse problema; confesso que minha preocupação com o uso de medicamentos do tipo estava relacionada ás crianças com DDHA – Mas, recebi um jovem paciente estudante de engenharia que indagado sobre o motivo da consulta foi direto ao assunto: Está difícil estudar; não consigo me concentrar mais; minha memória está zerando já tomei ritalina e me senti bem; a maioria dos meus amigos toma para estudar e prestar concursos – Apenas eu vim até aqui de tanto minha mãe falar em efeitos colaterais – eles não me importam; só quero acabar a faculdade. Se tiver algum remedinho homeopático que substitua eu topo; vou fazer uma experiência; caso contrário; eu volto a usar a ritalina.
Onde eu compro? – Receita? – Tenho um amigo que se consulta com um médico que dá quantas quiser; ele é fã da ritalina – Mas, também no balcão da farmácia e pela Net você consegue fácil.
Resumindo a consulta, conversamos muito expliquei a ele que no seu caso em parte a TDHA é um dos subprodutos do estilo de viver acelerado, um dos efeitos do estresse crônico, reversível. Mostrei que as razões para a perda de memória, capacidade de concentração, dores pelo corpo, impulsividade, agressividade, altos e baixos no comportamento..., diminuem com algumas mudanças simples na forma de viver. Confesso que não fiquei muito animado com a perspectiva de tê-lo convencido a trabalhar pelo próprio equilíbrio; pois o que o levou a buscar uma opção diferente para a concentração difícil e a perda de memória foi a insistência da mãe e não seu próprio desejo – mas, esperemos pelo retorno.

Fiquei muito cismado com o que me relatou; realmente o mundo para os jovens da atualidade é cada dia mais perigoso; na minha época a extravagância era álcool, abulemim (antigo anorexígeno) cafeina, ginseng..., para varar a noite acordado estudando; mas quem experimentava logo percebia que era pior a emenda do que o soneto, pois o raciocínio ficava lento demais. Claro que alguns usavam coisas mais pesadas: maconha, cocaína, chá de cogumelo, xarope Pambenyl; mas isso só para zoar para estudar não dava certo.
Mas, o que ele deixou escapar durante a conversa: usa com freqüência sertralina para retardar a ejaculação e viagra para manter a ereção. Quando não consegue dormir afana um lorax da sua mãe e pela manhã quando está bodeado toma um estimulante do seu pai – na hora de estudar parte para a ritalina. O lance mais maluco, a ritalina lhe provoca taquicardia e palpitações, então está tomando um remédio receitado pelo cardiologista para poder suportar esse efeito colateral da ritalina. Diz com orgulho que aprendeu a não misturar ritalina com álcool, pois fica muito bodeado.

Alguns a chamam de cocaína da pediatria, mas vamos usar um material que está disponível no google para informar aos leitores alguma coisa a respeito dessa droga.
“O que é e para que serve ? A ritalina é o metilfenidato, um estimulante do grupo dos anfetamínicos. Suas principais indicações são para o tratamento do défict de atenção com hiperatividade em crianças e depressão no idoso. Existe muito preconceito contra essa medicação, mesmo por parte de médicos. Apesar das substâncias desse grupo serem muitas vezes usadas de forma ilegal por proporcionarem estados alterados de consciência. Sua eficácia e segurança médicas quando são usadas corretamente, estão mais do que comprovadas.
Como é usado ?A dose usada em crianças a partir de seis anos varia entre 2,5 a 5mg por dia inicialmente, que pode ser elevada ao máximo de 60mg por dia. A dose, de acordo com o peso da criança, é de 2mg / Kg de peso. As doses devem ser dadas preferencialmente pela manhã e na hora do almoço, para não prejudicar o sono. Esta medicação é retirada rapidamente de circulação pelo fígado. Quando a finalidade é melhorar o desempenho acadêmico não haverá necessidade de tomar a medicação nos fins de semana e nas férias. Apesar dessa medicação induzir a dependência nos usuários sem transtorno de hiperatividade, os estudos nessa área mostram que dificilmente uma criança que tenha feito uso prolongado se tornará dependente. Isto é um dado constatado. Os idosos que não toleram os efeitos colaterais dos antidepressivos podem se beneficiar da ritalina. Estudo feito com esta população, mostrou ser uma medicação eficaz com risco de dependência praticamente zero.
Considerações importantesNão deve ser usado em pacientes em uso de tranilcipromina ou equivalente, em pacientes com arritmias cardíacas, com a síndrome de Tourette, em pacientes psicóticos, com distúrbios de movimentos e com problemas na produção de células sanguíneas. É preferível evitar durante o primeiro trimestre da gestação, apesar de nunca ter sido comunicado efeito deletério no feto”.
Neste bate papo, não temos intenção de tomar partido – cada um com suas escolhas e com sua visão de mundo. Claro que para tudo na vida humana há solução; umas mais simples outras mais complexas. Porém gostaríamos de lembrar que na há efeito sem causa e que a vida não perdoa...

Mas, a que ponto nós chegamos:
Ritalina a droga da hora para estudantes e, a nova rainha dos concursos.
Minha preocupação; não demora e as crianças do ensino fundamental só conseguirão render no estudo com o uso de drogas.
Onde isso vai chegar?
Como confiar no trabalho de profissionais formados dessa forma? – E os FP que usaram ritalina para passar no concurso; vão continuar a tomá-la para bem poder exercer suas funções ou o serviço publico vai virar um deus nos acuda?
É preciso que sejamos realistas:
O ritmo da roda vida vai acelerar mais ainda – adianta “pedir para parar que eu quero descer”? – Como? Entrando em Deprê? Surtando?
O comportamento vai se tornar cada vez mais próximo dos bipolares – Dá licença – está chorando ou rindo?
A agressividade vai ser liberada á toda.

Amém.

sábado, 18 de julho de 2009

A ERA DO COM DOR



Epidemia de dor.
No começo do século XXI, vivemos o início da Era da Dor; de certa forma todos estamos sujeitos á parecença com a famosa reclamona Dona Maria das Dores; e não se trata mais de problema de DNA (data de nascimento antiga) nem de RG vencido. Aqui no Brasil a dor aguda e crônica assume ares de epidemia até entre crianças e jovens e, tratada com certo descaso; embora seja responsável pela maior parte das faltas ao trabalho e na escola. Mais de oitenta por cento das pessoas que buscam socorro médico o fazem em razão da dor de algum tipo.
Claro que ainda demora até que resolvamos o “Problema do Ser e da Dor”; isso é tarefa para o homem do final do século XXI; mas nos últimos tempos estamos abusando no uso da dor de todos os tipos como recurso evolutivo. Se a dor purifica é algo a ser discutido com mais cuidado; penso que ela apenas nos leva a refletir melhor antes de fazermos escolhas - Mas que enche os bolsos de muita gente de dinheiro, isso é inegável.

A dor como fonte de lucro.
Aproximadamente metade dos remédios vendidos no País; está de alguma forma ligada á dor. A indústria farmacêutica movimenta milhões de dólares na venda de remédios que a combatam e, muitas vezes associados com outros que tentam proteger o estômago dos seus consumidores dos efeitos colaterais; gerando um lucrativo efeito cascata.

Capacidade de sentir dor.
Somos seres únicos; daí que nossa capacidade de sentir dor também é pessoal.
Desde o nascimento cada pessoa demonstra uma forma particular de sentir dor. Um exemplo, a cólica dos bebes é personalizada, todos a sentem, porém a reação a ela é individualizada e persistirá durante a vida, caso não seja modificada. A justificativa pode estar na memória armazenada no inconsciente de cada um, de acordo com suas vivências anteriores. Não é raro que a dor esteja no ambiente, na energia gerada pelos relacionamentos em família afetando a criança. Exemplo: quando a criança sofre demais com cólicas vale a pena revisar o estado afetivo e emocional dos adultos. De outro lado, quando ela chora, não quer dizer que esteja sempre com fome nem com dor como a maioria imagina; daí; fomos educados a ingerir comida demais e analgésicos em doses cavalares.

Aprendizado da dor.
Crianças criadas num ambiente onde as queixas de dor são constantes desenvolvem tendência para a dor crônica. O subconsciente delas aprende a usar a dor como justificativa; postura de vítima; moeda de ganho de atenção e amor; forma de punir os em torno.
Eis, aí uma explicação lógica para a resistência da dor aos analgésicos na dor crônica; parecida com a resistência das bactérias aos antibiótícos. A pessoa cria a dor, toma um analgésico e pronto ela sumiu – Será? – Mas, ela mantém os mesmos hábitos, não recicla a personalidade; continua fazendo uso da dor para justificar, ganhar algo ou punir alguém...; ou seja, não completa o tratamento fica apenas no remedeio; não vai fundo nas causas e a memória celular logo gera uma adaptação – numa primeira fase aumenta-se a dosagem..., e assim sucessivamente, até chegar á dor quase intratável...

A dor mais fácil de copiar e aprender é a de cabeça – e, olha que ela se torna uma desculpa fantástica para tudo; sempre á disposição – Não posso estou morrendo de dor de cabeça!...
Que a molecada da atualidade aprende tudo mais rápido é verdade; talvez isso explique a alta incidência de enxaqueca em crianças cada vez mais novas; e alguns adultos não contentes em fornecer elas o material pedagógico da queixa da dor ainda ficam reforçando o tempo todo questionando se a criança está com dor – Ainda está doendo benzinho? - Nunca questione, apenas aguarde. Isso, não quer dizer que toda criança que se queixa de dor de cabeça sem ter febre seja uma inventora; a enxaqueca real está cada vez mais comum entre a criançada. Fazer o diagnóstico diferencial é muito fácil, basta usar um placebo (uma vitamina qualquer) se a criança deixar de reclamar, a dor era psicogênica – Mas, essa prática é perigosa se não for feita com inteligência e discrição; pois a criança não pode nem sonhar que o adulto está desconfiado; e alguns adultos descuidados acham que a criança muitas vezes não está com a parabólica ligada; mas ela está; e aí entra de cabeça na turma SF (sofredores crônicos) e dá de dez a zero em qualquer adulto.

Geração analgésico.
A mídia decretou e as pessoas acreditaram: é proibido sentir dor (tal e qual fizeram com a febre); aceitaram a idéia vendida pela indústria farmacêutica a respeito da eliminação da dor através de pílulas mágicas.
Eu quero! Eu quero! Eu quero! – Se você não comprar eu vou ficar doente!
A falta de atenção dói – Mãe tô com dor de cabeça! – Vem cá filhinho; deixa dar-lhe um beijinho! – Passou? - Passou! – Manhê, quero mais!
Como é impossível separar, corpo mente e emoções a encrenca iria desembocar no comportamento – muitas crianças, jovens e adultos da atualidade não têm tolerância alguma contra a dor moral, especialmente, aquela produzida pela frustração; e cometem tantos desatinos que acabam com dor física crônica e moral também.

Tipos de dor.
De forma resumida, podemos considerar a dor como física, extrafísica (corpo astral) e psicogênica. A famosa dor no membro fantasma (não é aquela produzida por obsessores desencarnados ou através de chip – dessas a gente fala depois); no caso de uma amputação; por exemplo, a pessoa continua a sentir dor numa parte do corpo físico que não existe mais; a ciência tradicional tenta explicar através da memória relacionada á dor buscando genes e mediadores químicos como responsáveis. Talvez a explicação mais correta esteja no conhecimento da anatomia e da fisiologia do corpo astral – No caso da amputação física de um dedo, por exemplo, ele continua a existir no corpo astral. Outro exemplo: a sedação ou eliminação da dor através da homeopatia e da acupuntura sem precisar de remédio – elas atuam no corpo astral (duplo etéreo).

Basicamente nos ateremos á dor física aguda e crônica.
Interessa para este bate papo focar a dor crônica; a que permanece por mais de três meses de forma remitente ou intermitente – No estilo de vida atual a maior parte da dor inicial aguda torna-se crônica – Até mesmo com a ajuda dos remédios; pois a pessoa comum (que alguns chamam de normal) uma vez aliviada a dor; nada faz para reformular personalidade, postura e hábitos.

Dor psicogênica.
Nada a ver com doença inventada ou manha e desculpa - A personalidade é a matriz das dores, e de volta as físicas afetam o psiquismo fechando o círculo. Para completar o quadro a dor modifica a relação do indivíduo com o mundo, tornando-o mais agressivo, irritadiço, depressivo, angustiado, estressado.

Localização.
Dores nas costas.
Em se tratando de dor física, as costas são as mais afetadas; especialmente no final da coluna; estima-se que a maior parte das pessoas de todas as idades apresentará, em breve, alguma crise de lombalgia; seguida ou não de pinçamento do nervo ciático; desencadeando uma crise de ciatalgia.
As causas mais comuns são: sedentarismo; má postura; abdome volumoso; distúrbios ortopédicos; personalidades problemáticas: controladores que desejam carregar o mundo nas costas; intolerantes, impacientes, ansiosos, medrosos.
Dores articulares – joelho, tornozelo, ombro, cotovelo.
O cortisol aumentado reduziu o líquido sinovial facilitando as artrites e artroses; má postura; movimentos repetitivos e sedentarismo são os principais agentes. Na etiologia com a participação da personalidade encontram-se as pessoas rígidas em conceitos, dogmáticas, intolerantes, intransigentes, apressadas, impacientes.
Dores de cabeça.
Há centenas de tipos de dor de cabeça. Basicamente sua origem está na forma como as pessoas lidam com as emoções; ingestão de toxinas (alimentos: café, chocolate, frituras, açúcar, farinha de trigo branca...); problemas ortopédicos; disfunção dos maxilares; distúrbios do sono, etc. quanto aos problemas de personalidade: intransigência, medo – fuga, raiva, mágoa, impaciência.
Dores nos tendões.
Mesmo mecanismo das dores articulares, com atenção especial á LER - e basicamente na parte psicológica falta de flexibilidade.
Musculares – fibromialgia.
Resultante do estresse crônico; as maiores vítimas são as pessoas que adoram carregar os problemas do mundo; nunca relaxam; não sabem viver sem uma preocupação; controladoras ao extremo.

Efeitos colaterais da dor crônica.
Maior incidência de câncer e outras doenças degenerativas.
Vampirismo de energia.
Sofredores crônicos sem que o saibam (alguns desconfiam, mas gostam) roubam energia dos em torno.

Estilos de sentir dor.
Cada um de nós tem seu estilo de viver e a dor também tem grife.
Dor silenciosa.
É marca registrada dos que aprendem alguma coisa com a dor; e sinal de humildade.
Dor berrante.
Algumas pessoas adoram aparecer; seu sentimento de menos valia usa de qualquer recurso para mostrar ao muno suas capacidades ou a falta dela; é a dor do orgulho.
Dor extravagante.
A pessoa escolhe formas inusitadas de mostrar aos outros sua dor.
Dor punk.
A vítima da dor procura distribuir sua dor aos outros da forma mais inusitada possível; para chocar.
Dor consoladora.
A pessoa passa sua imagem de dor com tanta força que apaga a dor dos em torno (há dores piores do que a minha).

Dores éticas e morais.
Algumas de nossas dores manifestam-se com bastante veemência nas energias psíquicas e emocionais antes de desembocar no físico.
Dor no bolso.
A mordida do leão da receita dói mais quando na hora de pagar o imposto você lê nos jornais, sobre a farra com o dinheiro publico.
Dor de corno.
Perder a qualidade de dono dos sentimentos dos outros é doloroso demais para nosso ego; essa poda no orgulho e no egoísmo é mutiladora. Claro que há cornos mansos e brabos e cada um sente a dor moral o seu jeito.
Dor de cotovelo.
Amar sem ser amado é doloroso demais para o amor com muitas expectativas de retribuição.
Dor de crescimento.
Quebra de expectativas e desejos sem a contrapartida do fazer para merecer, machucam demais. Traições de todos os tipos são projeções dolorosas.
A dor do crescimento está disponível apenas para quem já pode fazer bom uso dela para os ainda na fase do olho por olho, dente por dente, ela ainda apenas faz cócegas na alma...
Dor de carência.
Cada um de nós vai precisar aprender a se virar com suas carências.
Dor que salva.
Quem caiu no conto do vigário: a dor eleva e salva; está danado. Quem imaginar que sofreu muitas dores físicas e morais nesta vida, portanto é candidato ao céu; está enganado, pois vai para o tal de inferno (um estado pessoal de sentir-se, que pode ser dividido com o que pensa igual). Pense bem, se houvesse um lugar chamado céu lá estariam pessoas alegres, de bem consigo mesmas e com os outros, amorosas, calmas, que levam a vida numa boa – Por outro lado, se houvesse um lugar chamado inferno lá estariam não apenas os ladrões, assassinos; mas também os sofredores, irritadiços, angustiados, depressivos, em pânico – quem der uma de coitadinho está com um pé no umbral grosso – A catraca de entrada no umbral é livre; cada um decide antes que tipo de ingresso vai adquirir; mas a fila para tentar sair é muito, muito maior do que a da entrada.

Claro que esqueci de muitas dores, tipos e qualificações – Neste mundo chamado de provas e expiações cada um que invente as suas. Para registrar a patente da sua dor, basta enviar seu pedido para o site: www.fontecriadora

Dicas para ajudar:

- Economiza o máximo que puderes no uso de remédios para que tua dor não se acostume a eles.
- Pratica o Evangelho – ler não basta; e conhecer muito sem praticar é perigoso.
- Conhece-te a ti mesmo.
- Observa a Natureza.
- Dá ouvido aos simples.
- Ouça muita música.
- Separa bem as informações.
- Ri muito.
- Reclama menos.
- Faz muita piada de ti mesmo.
- Planeja tua reciclagem de personalidade abrindo mão da ajuda da dor.
- Busca o caminho do meio sem cair na mediocridade do só um pouquinho não faz mal, coisas diet, light, etc. Pois a vida é simples e pura: ou presta ou não presta, ou serve ou não...
- Aprende a relaxar - “Escalda pé” antes de dormir não faz mal a ninguém.
- Um chazinho de capim cidreira relaxa a musculatura (mas, se não mudares teu jeito de ser pode tomar um balde por dia que não adiantará nada e ainda vai atacar teu fígado).
- Um antinflamatório e analgésico legal para as dores do esqueleto: Unha de gato – combinado com Arnica Montana ás vezes é tiro e queda (em situações agudas) – Um copo de 200ml de água, uma colher de chá de arnica e outra de unha de gato; assim que ferver abafe por cinco minutos – divida em duas tomadas.

Cansei...

RECEITA FINAL: Ame que o amor a tudo dá jeito.

Beijos.






terça-feira, 14 de julho de 2009

A GERAÇÃO QUE NÃO ENVELHECERÁ

Lendo um artigo sobre as vitórias que algumas pessoas conquistam contra o fantasma do envelhecimento fiquei cismado. Santa tecnologia, hoje o conceito de velhice foi reformulado de forma interessante, inclusive no campo do comportamento – aumenta o número de pessoas “maduras que transitam livremente entre a fronteira das gerações” como se fossem mais jovens. Os americanos são sempre rápidos no gatilho para criar ícones e nomear qualquer coisa, logo chamaram esse fenômeno de ageless (sem idade em português). Na atualidade a idade cronológica deixou de ter valor ao determinar a forma e a qualidade de vida das pessoas e a democratização dos serviços e produtos usados apenas por jovens está sendo usado pela mídia para aumentar as vendas para os antigos pé na cova. – Reviveram o velho adágio: idade é questão de cabeça. Será? – Penso que hoje é mais questão de bolso do que de cabeça.
Parodiando os americanos criei o conceito ageless kids (crianças sem idade) – De fato, as crianças da atualidade não sabem se aos 3 podem se comportar como se tivessem 13; meninas com 5 anos com corpinho de 19; gente de 18 com comportamento de 5...
Sou um otimista inveterado e compulsivo; acho tudo isso interessante e divertido; o mundo não está ficando cada dia pior; apenas bem mais Punk.
Claro que é preciso ter cabeça boa, pois no meio dessa aparente bagunça globalizada; não é difícil que nos atrapalhemos com os efeitos das escolhas; a maioria de nós é pouco afeita ao pensar crítico; o que tornará nossa história de vida uma tragicomédia – Melhor curtir muito os momentos de riso e alegria; e deixar para lá as fases de deprê e de choradeira – claro que de um dia para o outro podem inventar a pílula da felicidade para substituir o velho e obsoleto prozac.
Vale a pena deixar a pulga atrás da orelha, dormir com um olho aberto e outro fechado, ficar esperto e ligado nas novidades; pois vivemos numa época lotada de espertinhos que na sua conversa usam demais as meias verdades e até as mentiras.

O uso de tecnologia cara e um estilo de vida vitorioso na sociedade de consumo é para poucos; tal e qual no usufruir da liberdade nos regimes democráticos de consumo.
O que será da grande massa de consumidores que é induzida o tempo todo a comer isso, a beber aquilo, a matar-se com moderação? Vão fazer um longo e minucioso recall ou vão logo para as mãos de Deus?
Grande parte das situações que vivemos hoje são difíceis de explicar segundo o raciocínio habitual dotado de um mínimo de lógica; talvez segundo a esquizofrênica forma de focar os interesses dos que ditam as regras da sociedade de consumo, seja possível conciliar precocidade com longevidade; hoje eu duvido; quem sabe no futuro alguém inventa a pílula do bom senso.

Será que alguma mente brilhante teve a idéia de criar filhos descartáveis?
Transportando a idéia vendida pela mídia da longevidade sem envelhecimento, para a possibilidade das crianças atuais viverem muito mais, e curtindo o parar no tempo: belos, felizes e realizados; confesso, fiquei muito cismado; pois não consegui responder a algumas perguntas simples: A precocidade será boa ou ruim? Para quem? Quem lucra e quem perde?

O ser precoce parece um caminho sem volta.
É inegável que vivemos na Era do tudo para ontem. Visto com os olhos de antigamente essa situação é muito boa, pois a pressa e a ansiedade de que as coisas aconteçam muito rápido predomina; pois dá a sensação de aumentar a possibilidade de aproveitar mais os prazeres da vida.
Talvez porque algumas pessoas de destaque disseram? Não sabemos bem a razão, mas se pudéssemos anteciparíamos tudo sem nos importarmos muito com as conseqüências, até que elas apareçam.

O que está ocorrendo com as crianças será precocidade ou envelhecimento rápido?
Crianças apresentando doenças de idosos. Meninas menstruando cada vez mais cedo..., isso sugere que algumas fases do nosso desenvolvimento estão sendo puladas. Não é idéia de maluco. Está nos noticiários e á nossa volta: crianças com doenças que apenas atingiam idosos há pouco tempo torna-se um fato cada vez mais comum. Não é preciso ir longe: dá para ouvir no dia a dia elas queixando-se das mesmas sensações e sintomas que os adultos e os idosos: insônia, cansaço crônico, perda de memória, dores pelo corpo, depressão, perda da vontade de viver, diabetes tipo II, hipertensão, altos níveis de colesterol, etc.
Essa questão traz consigo outra: Será que o ganho em tempo e qualidade de vida irá continuar por muito tempo? Ou é possível que o susto seja grande ao constatarmos que, boa parte das crianças de hoje terá dificuldades em atingir a vida adulta, caso nada seja feito para mudar certas tendências e conceitos do estilo de vida em curso.

É possível apontar um culpado? Sim e não. Talvez o algoz da precocidade e da longevidade seja o estresse crônico (um dos disfarces da avidez e ganância). Para nos defendermos dele, é preciso antes de qualquer providência compreender o que seja essa situação de perigo crônico e o que ela representa para que soluções adequadas possam ser encontradas.

Meu amigo índigo, de retorno, me confidencia uma de suas teorias:
Tem gente que não envelhece (amadurece), apenas apodrece; tal e qual frutas verdes amadurecidas numa estufa, logo estão sujeitas a um apodrecimento bem mais rápido; o mesmo está ocorrendo com a gente...
Ele tem outra teoria bem punk: As novas gerações de tanto consumir produtos com conservantes – vão ficar bem mais conservadas do que as do passado; para desespero dos cirurgiões plásticos e esteticistas. Lembram? Deu em todos os noticiários, dia destes, algumas empresas foram flagradas usando formol no leite – acho que a idéia do meu amigo vazou e, algum espertinho quer mumificar as crianças e os marmanjos que ainda bebem leite (essa é uma das atitudes ageless bem antigas – adultos querendo voltar a ser bebes) – na verdade quando imaginamos criar algo novo apenas reiventamos o velho jeito de ser.
Vai uma chupeta aí? – Melhor; quer um chicletinho para ficar mascando?

Credo mãe; você parece criança!
Obrigado minha filha; fico muito feliz que tenha notado!

Ageless – Amém; para você também!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O800 - CÂNCER

CÂNCER 0800 - REPRESENTAÇÃO FÍSICA DO EU SOU MAIS EU

Para acabar com as doenças: Em 2010 - Vote em mim!

Apesar de todo aparato tecnológico desenvolvido pela ciência a incidência do tão temido câncer aumenta a olhos vistos; e segue num corpo a corpo com as alergias (rinite e sinusite), obesidade e diabetes na luta pelo primeiro lugar no ranking das moléstias mais “cobiçadas” da atualidade; as que dão status; e um até certo lucro social e tributário.
Confie em nós, os que vivem das dificuldades do bem pensar; dá lucro buscar na Net e nos remendos da Constituição os benefícios oferecidos pela política de saúde dos últimos inteligentes desgovernos – Não abra mão do seu direito de portador de câncer! – Eleitor exerça seu privilégio; isso é lutar pela cidadania! Grite alto e em bom som, vá para as ruas e para a frente das assembléias e senados: Portadores de câncer unidos jamais serão vencidos – nem pela morte! – “Não se esqueça de nóis!” – Na próxima eleição vote certo: votem no número 0800-2010, nossos candidatos têm um bom ouvido direito e esquerdo e, eles estarão atentos, ás suas reivindicações; além disso, alguns são beneficiários da moléstia. Contamos com vosso apoio: Se eleitos vamos criar um 0800 direto com a morte, para resolver todos os problemas de câncer...
Votou certo!
Depois de conquistados os benefícios: Não tenha medo.
O câncer é uma doença imemorável (nem o Lula ia redescobrir essa pérola da liguagem), sempre existiu e continuará...; até o final dos tempos onde o ego tenta prevalecer sobre o todo (o resto é intriga da imprensa marrom). Sim, o câncer é a representação física, a materialização, do nosso desejo de melhorar de vida; consumindo tudo a qualquer preço e a qualquer custo; nada a ver com o egoísmo de braços dados com a magoa; isso é intriga da oposição; coisa do demo.

O que afinal é o câncer – senão nóis?
Assistam á bem humorada TV educativa:
O câncer é a maciça proliferação anômala de células que se rebelam. Lutamos contra o câncer desde o nascimento. Essa rebeldia celular é algo tão habitual, que todos padecemos dela várias vezes na vida como o desejo de mudar de pai ou mãe, namorada, time de futebol ou de partido político.

– Correto, todos nós as temos; e ás vezes, desde antes do nascimento!
Essas guerras internas podem ser neutralizadas pelo equilíbrio entre o sistema mental, emocional e afetivo.
Sim, nós podemos morrer de qualquer coisa com mais de cem anos de idade, mesmo sendo portadores de centenas de células rebeldes com potencial cancerígeno.
Em condições normais, quando algumas células dessas resolvem “botar as manguinhas de fora” ativadas pelas contrariedades dos desejos não satisfeitos; o sistema imunológico (algo que representa o Ministério Público – cuidado, pois seu PC da vida pode estar comendo letras e neurônios; e de repente, Ministério Público pode virar mistério publico) atua e as destrói ou neutraliza.

O que eles não podem dizer ainda:
Na atualidade temos um grande problema: o estresse crônico.

A produção de cortisol gerada pelo alerta de perigo constante já atingiu nível imunosupressor; tornando nossa imunidade débil e deficiente; daí o conjunto de células cancerosas faz a festa (farra das passagens para o lado de lá) e forma um tumor.
Estar vivo; é estar em constante perigo, caso contrário o instinto vira preguiça e a inteligência desce para o estômago ou para mais ainda embaixo...

Segundo uma amiga minha que alguns dizem ser um ET:
“Ainda que, ás vezes, trágica a vida do ser quase pensante é uma comédia; e vocês são os melhores”.
“Para vocês o câncer é uma doença politicamente correta”. – “Nós não conseguimos ainda, entender o que seja politicamente correto para vocês – Em nosso mundo é respeito e amor; vocês são diferentes!” – Mas, muito interessantes...
Segundo a TV Senado e similares.
Por exemplo, todos nós temos câncer; mesmo que apenas em potencial; e podemos passar da terceira e até da quarta idade com a ajuda dos programas governamentais para a saúde; desde que não saibamos. Mas, e se não descobrimos essas células encrenqueiras a tempo? E se a Abrinqui ou Abinqi ou sei lá o que; falhar? – Em todas as situações da vida, a ignorância tanto pode ser um bem quanto um mal, a escolher; tal e qual; nossos representantes.

Só é burro quem quer: (leia-se ignorante teimoso no português politicamente correto).
Não saber, pode ser bom - enquanto dure a tolerância á recusa em progredir – Analisemos: Em condições normais nossas células (pessoas) e órgãos (instituições - em minúsculo) obedecem ao comando mental; quando nos é apresentada possibilidade de um tumor; nossa postura psicológica fará toda a diferença; tanto para agravar de vez o problema, quanto para a cura.
Claro que não é fácil sobreviver em bom estado psicológico frente á torturante rotina de consultas médicas, autorizações de convênios, exames (fura daqui, espeta dali; irradia acolá), dúvidas, novos exames opiniões divergentes de profissionais a respeito da melhor conduta terapêutica, palpites das comadres (mídia).
E dá-lhe medo e ansiedade (Vai um Prozac aí?).
Em quem confiar?
Vamos ter que irradiar! – Melhor extirpar tudo! – Vamos matar todas as células cancerígenas! – No seu caso, é mais confiável e seguro (seguro? - sua conta bancária ou a flexibilidade de seu seguro saúde) fazer tudo o que tem direito para matar o bicho.

Complicado? – Nem tanto.
O amigo não tem um seguro - saúde compatível com a gravidade de sua doença? - Sua conta bancária não é obesa? – Então lhe resta o SUS; calma; é SUS – TO (0800 da morte)! – Aprenda a assustar o fantasma da doença com sua fé: Aleluia irmão! – Jesus nos ama! A espiritualidade assim o quis!

Há várias versões e possibilidades para o mesmo fato: todos nós vamos morrer breve; very breve.

Uma questão: com dignidade ou sem ela?
O que é morrer com dignidade (belo tema para reuniões de espiritualistas)? – Desprezar o 0800 da saúde publica e privada (no bom sentido, nada de evacuar suas angústias nela; guarde isso para a urna – eletrônica: - então, melhor fazer usa necessidades fisiológicas antes de cumprir seu dever de cidadão politicamente responsável – evacue suas angústias em casa antes de votar).

Estamos perdidos?
Nem tanto. Por exemplo, ouçamos o que uma médica canadense com coragem acima do normal, disse numa entrevista. Claro que não foi bem o que ela quis dizer; mas em nossa colagem (pegar carona) para bom entendedor, meia palavra basta:
Segundo a médica canadense Dra. Ghislaine Lanctot:
“Quando o tumor é descoberto, oferece-se ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, uma de três “formas de tortura”: amputação (cirurgia), queima (radioterapia) ou envenenamento (quimioterapia). Eu não entendia como num câncer se aplicava a quimioterapia se o que faz é adoecer ainda mais a pessoa que acaba morrendo do mesmo jeito. Oculta-se-lhe que há remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. Depois de 40 anos de “luta intensiva” contra o câncer a taxa de mortalidade por câncer aumentou nos próprios países industrializados. Isso evidencia o fracasso da prevenção e do tratamento. Esbanjaram-se milhares de milhões de euros...; e cresce o número de doentes e de mortes. Sabemos quem criou, sustenta e se beneficia com isso: os que estão por trás da quimioterapia, radioterapia, cirurgia e toda a indústria hospitalar”.

Remendamos sua brilhante e corajosa colocação, com nossas humildes e politicamente corretas observações:
Estar com suspeita de câncer ou com ele declarado é uma experiência e tanto, segundo pessoas que lidaram de forma razoável com o problema. Cada qual vai buscar ou renovar forças mentais dentro de sua visão de mundo; e aceitam o desafio de modificá-la. Alguns se espiritualizam mais; outros mudam o foco das preocupações da antiga forma de viver equilibrando suas emoções e afetos. Sim, o câncer era uma ferramenta especial de reforma; era, pois nesta época já se tornou arroz de festa, pois todo mundo tem ou pode vir a ter. Além disso, o marketing científico diz que quase todos os tipos podem ser curados pela tecnologia atual. Mas, mesmo assim, ainda estar contra a parede: ou muda ou morre; pode ser um upgrade na reciclagem da forma de encarar a vida e de viver; ou não...

Nossos dignos representantes legisladores que apostaram na cancerização dos eleitores acenando com benefícios para os portadores da doença; vão precisar mudar de idéia e fazer lobby para buscar mais eleitores no terreno: do diabetes, das alergias e da obesidade.

Isso que é pensar na saúde.

0800 - Saúde para todos.

Nosso lema para as próximas eleições.
Que doença priorizar escolher para atrair eleitores com relação ao tema saúde?
Aids (já era)? Câncer (arroz de festa)? Depressão (démodé)? Piração total num mundo global? – Haja criatividade para abordar temas de saúde...
A dor de cabeça dos marketeiros dos próximos legisladores e governantes que vão usar a doença como trampolim eleitoral é monumental.

Tudo em nome da saúde:

Não entendeu nada?

Nem eu!

Para referendar as escolhas dos Zé mané da vida publica”, eles vão ter que se virar nos trinta segundos da propaganda eleitoral gratuita. Mas, só os que são formados na universidade da vida publica, os que “ralaram e estudaram feito doidos coisas que nada tem a ver com sua formação e que passaram em todos os concursos e se tornaram FP põem aquilatar (quantos quilates tem suas mordomias?) – Como usar o apoio dessa turma - Os FPs - para conseguir os votos necessários das cobaias?

Como encaixar o câncer no programa Bolsa Doença?

Alguém já ouviu falar em Bolsa doença? – Não? – pois elas existem aos montes – e alguns legisladores em benefício do progresso e da caridade as denominam de bolsa saúde.
Quem tem a receita para não ferir suscetibilidades no canceroso (Ops! Canceroso não é politicamente correto, o ideal é portador de câncer) e na sua família? – Isso vai exigir muitas pós-graduações em
Claro que dependendo de como o doente é visto, o status assume diferentes feições:
– Coitado! – Bem feito essa pessoa é uma craca; mereceu!
Lógico que na vida social e publica o cidadão portador de câncer não tem nem metade das regalias do que tem AIDS; mas já dá para quebrar o galho nas conquista da bolsa – doença.

Sabe fulano? – Está com câncer! – É do bom ou do ruim?

Colocando na ponta do lápis:
Quantas bolsas doenças podem vir juntas? – É possível acumular tempo de serviço e acumulo de cargos? E se eu tiver: AIDS (quem não em hoje? – Quase nada a ver com o coitado do HIV); diabetes, hipertensão, depressão; tendinite; hérnia de disco, obesidade mórbida (qual não é? – Qual a diferença entre cinco ou quinhentos quilos a mais?).
Retornando ao nosso assunto: CÂNCER.
Claro que muitas dúvidas permanecerão; e dentre elas a tônica será o câncer como punição: O QUE FOI QUE EU FIZ? – O QUE ESTÁ CRIATURINHA TÃO LINDINHA QUE NUNCA FEZ MAL A NINGUÉM ESTEJA VIVENDO ESSA PROVAÇÃO?

Claro que todos temos um limite.
Pilantras na existência nem sempre morrem de câncer; cada órgão extirpado é como uma cirurgia moral; mas, nem todas podem dar o resultado esperado.
Se ainda tiver dúvidas – pergunte; questione...

0800-SUS – DISQUE CÂNCER... – O governo federal garante que será atendido após resolver as pendências políticas da gripe suína (nada a ver com a contenda entre a família Sarney e a família Silva; isso é assunto para o MP que trata da doença da ética).

Atchim!
Saúde!

Esse sempre foi o lema da proposta de saúde das pessoas que foram por nós colocadas para resolver nossos problemas no 0800-SUS – Não deixe dívidas para seus sucessores; faça já um plano de caixão de primeira linha com direito a carpideiras e tudo. Vote em nóis...

Do outro lado – ouvem –se sussuros:

0800 - TUDO PELA SAÚDE

A escolha é sua:

Amém.

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

A reforma íntima começa no berço

Educar para um mundo novo

Educar para um mundo novo