A ESQUIZOFRENIA E A SOLIDARIEDADE
Confesso que estava “encucado” pela diferença gritante de mobilização da solidariedade em prol dos irmãos em sofrimento pelas enchentes no norte/nordeste; em comparação com as vítimas de Santa Catarina. De início usei a desculpa da enxurrada de pouca vergonha promovida pelos políticos carreiristas de safadeza (muitos deles com sutaque); juristas juramentados; a gripe suína – Mas, descobri que não se trata apenas disso – a dificuldade reside de fato no preconceito lenta e historicamente criado; pois quer queiramos discutir ou não o problema; o sofrimento de “barrigas verdes” é mais tocante para os do sudeste do que, o de “cabeças - chatas”. Claro que há um longo processo cultural envolvido nas manifestações “sentimentais”; para o sofrimento de uns somos mais condescendentes do que para o de outros; pois há interesses camuflados, negados; subconscientes; em jogo; para exemplificar: nesse caso; os “barriga verde”, não subirão para cá; já os “cabeça chata podem vir em massa para Sum Paulu (até engrossando a torcida dos times adversários) ou tornando-se pessoas que a simples presença deixa em alerta os cidadãos locais.
Embora o número de desabrigados nessa catástrofe (sempre anunciada); e o sofrimento seja maior do que o do sul; a atenção da mídia é desproporcional; daí a mobilização do sentimento de piedade das massas seja menos visível – Há uma explicação histórica: a condição de submissão dos “locais” aos interesses dos poderosos (políticos) que até passaram a dominar o restante do país (basta ver o número de políticos e FP de todos os tipos e posição de mando e de comando. Ora, na cabeça dos “híbridos” habitantes da região sudeste, o que já foi enviado de recursos coletivos da nação era suficiente para transformar a região num paraíso; no entanto, o que se vê é a dependência eterna de “bolsas, ajudas e esmolas” a uma população que não se emenda; mesmo a sua tão decantada fibra como valorização é um engodo; por exemplo: quem mandava no cangaço era a “Maria Bonita”; o Lampião era um arremedo...
Essas conclusões não são minhas; ontem durante meu trajeto de Metrô do Jabaquara á Sé, fiquei ouvindo; sem querer querendo; a conversa de dois jovens, tipo executivos de banco que subiram na estação Conceição – um típico nortista e o outro com todo jeito de sulista – foi cômico; se não fosse trágico ouvir a conversa dos dois a respeito de uma notícia veiculada na tevezinha do vagão a respeito dos números das vítimas das enchentes no norte/nordeste; claro que não devo alimentar os preconceitos com os conceitos pejorativos que usaram – mas, tentei resumir neste bate papo a conversa que mantiveram durante o trajeto. Mas, algumas foram impiedosas e marcantes: no kit de ajuda deve ir um estoque de pílulas anticoncepcionais; vale castração; de cada família: se morrer um sobram dez; um corrupto a menos em Brasília.
Os rapazes deviam ter entre 20 e 30 anos de idade; mas deu para perceber que o seu Deus era o $. Mas, de onde retiraram seus valores, seu código de ética? Do exemplo histórico de seus antecessores?
Estou até hoje pensando a respeito.
O que fazer?
O que é caridade?
Qual a diferença entre uma situação e outra?
Os bens materiais do nordestino são menos valiosos do que o dos sulistas?
Os filhos, os gatos, os cachorros do nordestino não são tão importantes quanto os que foram perdidos no sul?
Será que vale a pena abrir mão dos minguados reais que suamos para manter alguns dentro das suas expectativas de vida: coçar e viver de bolsa esmola? – Qual o papel da fala de alguns políticos influentes que suas mães foram heroínas sustentando a família gerada por pais bêbados, inconseqüentes?
A solução seria marchar até Brasília em paz e retirar de todos os cargos públicos os que ali se instalaram para criar privilégios?
Quem se habilita a desratizar o serviço publico?
Muitas outras questões poderiam ser levantadas.
Mas:
Com a palavra os paladinos da caridade e da solidariedade.
E aí amigo já mandou seu chequinho para a conta solidariedade de ajuda aos desabrigados da enchente? E aos da seca?
Ah! Já foi cobrado no imposto de renda, imposto sobre tudo; confins da pqp...
No entanto; as vítimas das atuais enchentes e secas clamam por você: caridoso cadê ocê; eu estou aqui sofrendo; só prá ti vê.
Cara! - Não vai levantar aquela maldita plaquinha da Gobo: “EU JÁ SABIA”...
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quinta-feira, 7 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
MAIS UM ESQUIZOFRÊNICO DIA DO TRABALHO
MEU BEM MEU MAL...
Não sei como é a relação das pessoas com o trabalho nos outros países; mas, aqui entre nós, as comemorações do dia do trabalho bem representam nossa condição social esquizofrênica. Comemorar o quê? – Lutar para que? – Melhores condições de trabalho? Para que? - Se as pessoas não gostam de trabalhar? – Nestas bandas do planeta trabalho e sacrifício são duas palavras que a nossa sociedade em geral, considera muito próximas em significado; quase sinônimo. Exceções são casos em que algumas pessoas conseguem unir trabalho e prazer – mas, para que isso ocorra é preciso ideal; coisa rara entre nós (não faz mais parte de nossa cultura). Pior ainda; entre nós o trabalho tornou-se um evento gerador das famigeradas “castas”: funcionários públicos x privados; trabalhadores formais x trabalhadores informais.
Trabalhar para que? - A Lei de Trabalho é um dos aspectos da Lei Divina ou Natural, e visa o progresso social e espiritual da Humanidade. Como a Lei Divina ou Natural é a única para a felicidade do ser humano, daí se depreende que sem trabalho não se consegue ser feliz. Mas como aceitar esta verdade, se nós observamos tantas pessoas que “trabalham” muito e parecem tão infelizes? – Claro que nem sempre alguém se vê em condições de escolher aquilo que gostaria de fazer profissionalmente; sobretudo nas camadas sociais mais pobres é que se observam grandes discrepâncias entre desejos, possibilidades e oportunidades.
Há que se dar tempo ao tempo?
Talvez ainda seja uma das características deste nosso momento evolutivo, onde tudo gira em torno do deus $; o fato de haver grande parte de atividades necessárias à sociedade e ao progresso sendo mal remuneradas ou valorizadas (nesta sociedade de consumo; valorização implica em $); e que, ao mesmo tempo, requerem das pessoas grande esforço físico ou mental; considerado penoso; além da abdicação de sonhos e ideais (quando os há); em nome da sobrevivência.
Hoje, especialmente no serviço publico (conceito totalmente subvertido; pois o que se busca no passar em concursos tão inócuos; quanto ás vezes inúteis; são apenas privilégios); há os que insistem numa carreira que não corresponde à sua vocação: por orgulho, desejo de poder, porque conquistariam uma posição social que não desejam perder (privilégios de FP que alguns medíocres teimam em rotular de direitos adquiridos). Neste caso; pessoas que estavam destinadas (conforme contrato assinado com sua própria alma) a uma tarefa específica relacionada com as razões do seu viver - algo do tipo: médicos, enfermeiros, nutricionistas; que na tentativa de conseguir a famigerada estabilidade; se “matam de estudar – decorar conceitos de economia e outras coisas ligadas a se tornar um “perito em qualquer atividade de fiscalização e de economia” que nada tem a ver com sua tarefa de vida; daí sofrem,; não pelo trabalho em si; mas porque, no fundo, não desejam efetuar mudanças que poderiam conduzir a uma vida mais satisfatória em termos de ideais que jogaram na lata do lixo (sua própria aposentadoria).
Nesta esquizóide sociedade; tem gente que transforma o trabalho em sacrifício pela maneira como o realiza. Dentre os padrões que tomamos emprestados à sociedade - como o idioma, o comportamento esperado em função do sexo ou da idade, os papéis rigidamente definidos - existe um que identifica trabalho com sacrifício: depressão, angústia, pânico, doenças; a aparência de constante cansaço e preocupação é valorizada, hoje em dia, como sinônimo de produtividade e eficiência. É como se as pessoas só pudessem realizar-se profissionalmente abdicando do lazer e da convivência com a família e os amigos, adquirindo hipertensão e problemas cardíacos, deixando de fazer o que gostam, e assim por diante. Neste feriado que teoricamente simbolizaria a luta por melhores condições de trabalho e de vida; pelo qual muitos deram a própria existência (devem estar se revolvendo nos túmulos) e que hoje são representados pelas ridículas figuras dos sindicalistas de carreira (buscam cargos políticos para continuarem sua saga de conquistar poder e glória $ mesmo que pouco ou nada competentes); que arrumam greves para atende aos interesses dos empresários bem ou mal intencionados; depois; eles se escondem atrás dos prepostos que foram colocados a serviço da justiça pelos seus antecessores...
A exploração dos que “pensa pouco” continuará; mesmo que muito escolarizados (nada a ver com educação) até que novos seres realmente inteligentes surjam. Por exemplo: Inventou-se toda uma parafernália para manter o homem ligado permanentemente ao trabalho, desde os pagers até os celulares e laptops, de modo que qualquer pessoa com recursos financeiros pode se transformar num escritório ambulante, brinquedos perfeitos para esta geração que vive com pressa, que vive perdendo hora, que vive para o trabalho e se esquece de todo o resto, inclusive de suas necessidades básicas. Acontece que nem sempre estas pessoas supostamente ocupadíssimas e preocupadíssimas conseguem ser de fato tão produtivas e eficientes; como seriam se respeitassem os limites de seu corpo, se atendessem às suas necessidades físicas e emocionais, enfim, se procurassem viver mais de acordo com seu próprio ritmo. São as modernas cobaias de volta. Não que não alcancem resultados. Mas poderiam fazer o mesmo e talvez até mais, se olhassem as coisas de um modo mais descontraído, menos estressante, desenvolvendo maneiras agradáveis de desempenhar as mesmas tarefas.
As leis de sobrevivência do mundo moderno; cria uma ilusão de bom funcionamento, uma falsa impressão de eficiência, e de justiça social; mas de fato não passa mesmo de um corre-corre, e só! E seria até divertido, se não mandasse gente para o médico e para o hospital, e para o necrotério mais cedo que o previsto, se não roubasse tempo dos filhos, se não impedisse a proximidade reconfortante com a Natureza e, sobretudo o contato consigo mesmo.
Neste feriadão – quem parou para pensar: Qual a importância do trabalho e do repouso? Quem nos ensinou sobre nossas reais necessidades? Quando é que estamos nos sacrificando inutilmente, ou seja, lutando por coisas que não são essenciais para a razão de nosso existir?
“Tudo trabalha no Universo. O micróbio, a planta, o peixe, o vento, a chuva. Por que é que só o homem fica doente ou se mata de trabalhar”? (Rita Foelker).
Somos moldados desde antes da concepção para a vida profissional – O que chamamos erroneamente de educação é apenas um preparo para a vida profissional – Digna? Realizadora?
Qual a razão para que segunda feira seja o dia de energias pesadas que, já começa a nos afetar ao final das tardes de domingo?
Nos concursos públicos e nos contratos de trabalho privados deveria ser assinado um contrato onde deveria estar diferenciada de forma clara a correspondência entre deveres e obrigações – Nada de privilégios.
Bom final de feriado.
Está com crise de enxaqueca? Pegou uma virose? Enfartou? Aumentou a depressão? Acidentou-se no trânsito? Brigou com algum familiar?
Parou para pensar na sua relação com o trabalho?
Cansei; falar de trabalho; esgota...
Não sei como é a relação das pessoas com o trabalho nos outros países; mas, aqui entre nós, as comemorações do dia do trabalho bem representam nossa condição social esquizofrênica. Comemorar o quê? – Lutar para que? – Melhores condições de trabalho? Para que? - Se as pessoas não gostam de trabalhar? – Nestas bandas do planeta trabalho e sacrifício são duas palavras que a nossa sociedade em geral, considera muito próximas em significado; quase sinônimo. Exceções são casos em que algumas pessoas conseguem unir trabalho e prazer – mas, para que isso ocorra é preciso ideal; coisa rara entre nós (não faz mais parte de nossa cultura). Pior ainda; entre nós o trabalho tornou-se um evento gerador das famigeradas “castas”: funcionários públicos x privados; trabalhadores formais x trabalhadores informais.
Trabalhar para que? - A Lei de Trabalho é um dos aspectos da Lei Divina ou Natural, e visa o progresso social e espiritual da Humanidade. Como a Lei Divina ou Natural é a única para a felicidade do ser humano, daí se depreende que sem trabalho não se consegue ser feliz. Mas como aceitar esta verdade, se nós observamos tantas pessoas que “trabalham” muito e parecem tão infelizes? – Claro que nem sempre alguém se vê em condições de escolher aquilo que gostaria de fazer profissionalmente; sobretudo nas camadas sociais mais pobres é que se observam grandes discrepâncias entre desejos, possibilidades e oportunidades.
Há que se dar tempo ao tempo?
Talvez ainda seja uma das características deste nosso momento evolutivo, onde tudo gira em torno do deus $; o fato de haver grande parte de atividades necessárias à sociedade e ao progresso sendo mal remuneradas ou valorizadas (nesta sociedade de consumo; valorização implica em $); e que, ao mesmo tempo, requerem das pessoas grande esforço físico ou mental; considerado penoso; além da abdicação de sonhos e ideais (quando os há); em nome da sobrevivência.
Hoje, especialmente no serviço publico (conceito totalmente subvertido; pois o que se busca no passar em concursos tão inócuos; quanto ás vezes inúteis; são apenas privilégios); há os que insistem numa carreira que não corresponde à sua vocação: por orgulho, desejo de poder, porque conquistariam uma posição social que não desejam perder (privilégios de FP que alguns medíocres teimam em rotular de direitos adquiridos). Neste caso; pessoas que estavam destinadas (conforme contrato assinado com sua própria alma) a uma tarefa específica relacionada com as razões do seu viver - algo do tipo: médicos, enfermeiros, nutricionistas; que na tentativa de conseguir a famigerada estabilidade; se “matam de estudar – decorar conceitos de economia e outras coisas ligadas a se tornar um “perito em qualquer atividade de fiscalização e de economia” que nada tem a ver com sua tarefa de vida; daí sofrem,; não pelo trabalho em si; mas porque, no fundo, não desejam efetuar mudanças que poderiam conduzir a uma vida mais satisfatória em termos de ideais que jogaram na lata do lixo (sua própria aposentadoria).
Nesta esquizóide sociedade; tem gente que transforma o trabalho em sacrifício pela maneira como o realiza. Dentre os padrões que tomamos emprestados à sociedade - como o idioma, o comportamento esperado em função do sexo ou da idade, os papéis rigidamente definidos - existe um que identifica trabalho com sacrifício: depressão, angústia, pânico, doenças; a aparência de constante cansaço e preocupação é valorizada, hoje em dia, como sinônimo de produtividade e eficiência. É como se as pessoas só pudessem realizar-se profissionalmente abdicando do lazer e da convivência com a família e os amigos, adquirindo hipertensão e problemas cardíacos, deixando de fazer o que gostam, e assim por diante. Neste feriado que teoricamente simbolizaria a luta por melhores condições de trabalho e de vida; pelo qual muitos deram a própria existência (devem estar se revolvendo nos túmulos) e que hoje são representados pelas ridículas figuras dos sindicalistas de carreira (buscam cargos políticos para continuarem sua saga de conquistar poder e glória $ mesmo que pouco ou nada competentes); que arrumam greves para atende aos interesses dos empresários bem ou mal intencionados; depois; eles se escondem atrás dos prepostos que foram colocados a serviço da justiça pelos seus antecessores...
A exploração dos que “pensa pouco” continuará; mesmo que muito escolarizados (nada a ver com educação) até que novos seres realmente inteligentes surjam. Por exemplo: Inventou-se toda uma parafernália para manter o homem ligado permanentemente ao trabalho, desde os pagers até os celulares e laptops, de modo que qualquer pessoa com recursos financeiros pode se transformar num escritório ambulante, brinquedos perfeitos para esta geração que vive com pressa, que vive perdendo hora, que vive para o trabalho e se esquece de todo o resto, inclusive de suas necessidades básicas. Acontece que nem sempre estas pessoas supostamente ocupadíssimas e preocupadíssimas conseguem ser de fato tão produtivas e eficientes; como seriam se respeitassem os limites de seu corpo, se atendessem às suas necessidades físicas e emocionais, enfim, se procurassem viver mais de acordo com seu próprio ritmo. São as modernas cobaias de volta. Não que não alcancem resultados. Mas poderiam fazer o mesmo e talvez até mais, se olhassem as coisas de um modo mais descontraído, menos estressante, desenvolvendo maneiras agradáveis de desempenhar as mesmas tarefas.
As leis de sobrevivência do mundo moderno; cria uma ilusão de bom funcionamento, uma falsa impressão de eficiência, e de justiça social; mas de fato não passa mesmo de um corre-corre, e só! E seria até divertido, se não mandasse gente para o médico e para o hospital, e para o necrotério mais cedo que o previsto, se não roubasse tempo dos filhos, se não impedisse a proximidade reconfortante com a Natureza e, sobretudo o contato consigo mesmo.
Neste feriadão – quem parou para pensar: Qual a importância do trabalho e do repouso? Quem nos ensinou sobre nossas reais necessidades? Quando é que estamos nos sacrificando inutilmente, ou seja, lutando por coisas que não são essenciais para a razão de nosso existir?
“Tudo trabalha no Universo. O micróbio, a planta, o peixe, o vento, a chuva. Por que é que só o homem fica doente ou se mata de trabalhar”? (Rita Foelker).
Somos moldados desde antes da concepção para a vida profissional – O que chamamos erroneamente de educação é apenas um preparo para a vida profissional – Digna? Realizadora?
Qual a razão para que segunda feira seja o dia de energias pesadas que, já começa a nos afetar ao final das tardes de domingo?
Nos concursos públicos e nos contratos de trabalho privados deveria ser assinado um contrato onde deveria estar diferenciada de forma clara a correspondência entre deveres e obrigações – Nada de privilégios.
Bom final de feriado.
Está com crise de enxaqueca? Pegou uma virose? Enfartou? Aumentou a depressão? Acidentou-se no trânsito? Brigou com algum familiar?
Parou para pensar na sua relação com o trabalho?
Cansei; falar de trabalho; esgota...
quinta-feira, 30 de abril de 2009
GRIPE SUÍNA - MANIPULAÇÃO GENÉTICA?
INFORMAÇÕES A RESPEITO DA GRIPE SUÍNA
Vivemos num mundo onde somos assediados por todos os tipos possíveis de interesses; e uma das armas dos interesses ocultos é o medo que paralisa a inteligência - daí qualquer notícia capaz de causar mais medo do que já sentimos; e que passe a ser divulgada com insistência nos leva a buscar descaracterizá-la através da gozação. Quanto ao problema do atual surto de gripe denominada suína; ao que parece não é tão suína assim. Convidamos os amigos a colecionarem notícias para que possamos decifrar o quebra – cabeças que se apresenta.
Algumas conclusões já podem ser tiradas: Há forte suspeita de manipulação genética – Estaremos em meio a uma guerra bacteriológica? – Manipulação para satisfazer interesses econômicos de grupos?
A facilidade que a ciência atual proporciona para criar armas desse tipo é algo a ser considerado pela comunidade internacional. Eliminar as pontes naturais que proporcionam relativa segurança no controle de epidemias é algo antes não sonhado. Por exemplo, se algum grupo criar um vírus transgênico capaz de pular a ponte Aedes e transmitir diretamente de humano a humano, a febre amarela; teremos uma encrenca das boas (pandemia).
Até o momento estamos no terreno das evidências não conclusivas; mas, apenas com algumas informações e associando suposições e desconfianças de outras pessoas; já é possível abrir um leque de novas hipóteses.
Vamos ás informações:
“Nova cepa de gripe suína é mistura genética.(Fonte Reuters).Uma gripe suína letal nunca vista antes apareceu no México, matando ao menos 16 pessoas e suscitando temores de uma possível pandemia. Autoridades da Organização Mundial de Saúde afirmaram que a gripe matou cerca de 60 mexicanos.Abaixo, alguns dados sobre esse vírus e sobre os vírus da gripe em geral:* A OMS confirmou ao menos alguns dos casos de uma cepa nunca vista antes do vírus influenza A, de designação H1N1.* Embora seja chamada de gripe suína, essa nova cepa não tem infectado porcos e nunca foi vista em porcos. A ameaça é a transmissão de pessoa a pessoa.* Ela é geneticamente diferente do vírus da influenza sazonal H1N1, totalmente humano, que tem circulado pelo mundo ao longo dos últimos anos. O novo vírus da gripe contém DNA típico de vírus humanos, aviários e suínos, incluindo elementos de vírus suínos europeus e asiáticos.* A OMS está preocupada, mas diz que é muito cedo para modificar o aviso do nível de ameaça para pandemia - uma epidemia global de uma gripe nova e perigosa.* Quando uma nova cepa de gripe começa infectar pessoas e quando ela adquire a capacidade de passar de pessoa a pessoa, ela pode iniciar uma pandemia. A última pandemia foi registrada em 1968 e matou cerca de 1 milhão de pessoas.* Nos Estados Unidos oito pessoas foram diagnosticadas com a nova cepa. Todas se recuperaram, mas os Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA esperam o registro de mais casos.* Os vírus da gripe sofrem mutação constantemente. É por isso que a vacina da gripe é modificada todos os anos e podem ter o DNA trocado num processo chamado de reagrupamento. A maioria dos animais pode pegar uma gripe, mas os vírus raramente são transmitidos entre espécies diferentes.* Entre dezembro de 2005 e fevereiro de 2009, foram confirmados 12 casos de infecção humana com a influenza suína. Com a exceção de uma pessoa, todas as outras tiveram contato com porcos. Nesses casos não houve evidência de transmissão entre humanos.* Os sintomas da gripe suína nas pessoas são similares aos da influenza sazonal - febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo. A gripe suína parece causar mais diarréia e vômitos que a gripe normal.* A gripe sazonal mata entre 250 mil e 500 mil pessoas em todo o mundo num ano normal.* Em 1976, uma nova cepa de gripe suína começou a infectar pessoas e, preocupadas, as autoridades de saúde norte-americanas iniciaram uma ampla vacinação. Mais de 40 milhões de pessoas foram vacinadas. Mas uma série de casos da síndrome de Guillain-Barre -- uma condição severa e por vezes fatal relacionada a algumas vacinas -- levou o governo dos EUA a interromper a campanha. O incidente provocou uma grande desconfiança com relação a vacinas de forma geral”.
Outra:
De: Produtos Roche Para: Roberto Guardiola VellosoEnviadas: Terça-feira, 28 de Abril de 2009 5:00:32Assunto: Comunicado Influenza suína
Prezado Dr. Roberto,
Como já é de seu conhecimento, está ocorrendo um surto de gripe suína no México e nos EUA. O vírus responsável é uma nova variante do vírus influenza tipo A (H1N1) composto de segmentos de genes de origem suína, aviária e humana. É a primeira vez que uma combinação genética quádrupla é identificada na influenza suína A (H1N1) nos EUA e no mundo inteiro.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) informaram que o vírus é sensível, in vitro, a dois inibidores da neuraminidase, o Tamiflu (fosfato de oseltamivir), da Roche, e o Relenza (zanamivir), da GlaxoSmithKline. Aparentemente o vírus não é sensível aos antivirais da antiga classe dos inibidores M2 (amantidina e rimantidina).
A Roche doou estoques de Tamiflu (fosfato de oseltamivir) à OMS, para resposta rápida aos surtos, nos países afetados. Estes consistem em dois milhões de kits de tratamento de Tamiflu (fosfato de oseltamivir) e são mantidos pela OMS em várias localidades ao redor do mundo.
Como medida preventiva, a Roche mantém mais três milhões de doses de tratamento de Tamiflu (fosfato de oseltamivir) para o uso da OMS na contenção de um surto de pandemia. Metade deste material fica estocado nos EUA e a outra metade na Suíça. A priorização dos destinos desta medicação é determinada pela OMS. Além disso, a capacidade produtiva das nossas fábricas em todo o mundo, pode atingir até 400 milhões de tratamento ao ano.
No Brasil, a Roche esclarece que por tratar-se de uma situação de emergência de saúde pública de proporção internacional , todo o estoque atual do medicamento será direcionado ao Ministério da Saúde.
O Ministério da Saúde é o responsável pelo gerenciamento, controle e administração desta medicação, através dos hospitais de referência indicados (http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/lista_hosp_referencia.pdf).
Caso tenha pacientes com sintomatologia clínica ou fatores de risco epidemiológico, recomenda-se que estes sejam encaminhados a um dos hospitais descritos acima.
Continuaremos a vigilância em conjunto com o Ministério da Saúde e manteremos a classe médica informada.
Acesse os links abaixo para mais informações:
Ministério da Saúde(http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534)
OMS(http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2009/h1n1_20090425/en/index.html)
CDC (EUA)(http://www.cdc.gov/swineflu/)
Atenciosamente,Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.
Nira WorcmanGerente de Com. Corporativa
Karina FontãoDiretora Médica
É preciso que as pessoas saibam que há muitas outras formas de prevenção. Manter o organismo saudável envolve cuidados mentais, emocionais e dietéticos.
A medicina alternativa também pode contribuir:
- Laranjada (1/3 de suco de laranja diluído em água) com 3 gotas de Própolis ™ tome 1x ao dia (Obs. Algumas pessoas são alérgicas ao Própolis – para saber basta marcar um círculo no antebraço pingar uma gota na pele, esfregar e no dia seguinte faça a leitura – caso haja uma reação local; o produto não deve ser ingerido).
- Alimentos como agrião, rabanete, nabo e cítricos (diluídos) ajudam no equilíbrio das defesas do aparelho respiratório.
- A homeopatia pode auxiliar. Pode-se usar um composto: Influenzinum CH30 +Thymus glândula CH15 – Tome 5 gotas 1x ao dia - Pode proporcionar mais chances de defesa.
- Evitar o uso de antinflamatórios, analgésicos e antitérmicos proporciona melhores chances de diagnóstico correto e não atrapalha as defesas naturais.
- Todas as recomendações já feitas pelo Ministério da Saúde devem ser seguidas.
Aguardemos novos fatos e informações para que a realidade venha á tona e possamos todos juntos encontrar formas de evitar males futuros mais graves.
Paz.
Vivemos num mundo onde somos assediados por todos os tipos possíveis de interesses; e uma das armas dos interesses ocultos é o medo que paralisa a inteligência - daí qualquer notícia capaz de causar mais medo do que já sentimos; e que passe a ser divulgada com insistência nos leva a buscar descaracterizá-la através da gozação. Quanto ao problema do atual surto de gripe denominada suína; ao que parece não é tão suína assim. Convidamos os amigos a colecionarem notícias para que possamos decifrar o quebra – cabeças que se apresenta.
Algumas conclusões já podem ser tiradas: Há forte suspeita de manipulação genética – Estaremos em meio a uma guerra bacteriológica? – Manipulação para satisfazer interesses econômicos de grupos?
A facilidade que a ciência atual proporciona para criar armas desse tipo é algo a ser considerado pela comunidade internacional. Eliminar as pontes naturais que proporcionam relativa segurança no controle de epidemias é algo antes não sonhado. Por exemplo, se algum grupo criar um vírus transgênico capaz de pular a ponte Aedes e transmitir diretamente de humano a humano, a febre amarela; teremos uma encrenca das boas (pandemia).
Até o momento estamos no terreno das evidências não conclusivas; mas, apenas com algumas informações e associando suposições e desconfianças de outras pessoas; já é possível abrir um leque de novas hipóteses.
Vamos ás informações:
“Nova cepa de gripe suína é mistura genética.(Fonte Reuters).Uma gripe suína letal nunca vista antes apareceu no México, matando ao menos 16 pessoas e suscitando temores de uma possível pandemia. Autoridades da Organização Mundial de Saúde afirmaram que a gripe matou cerca de 60 mexicanos.Abaixo, alguns dados sobre esse vírus e sobre os vírus da gripe em geral:* A OMS confirmou ao menos alguns dos casos de uma cepa nunca vista antes do vírus influenza A, de designação H1N1.* Embora seja chamada de gripe suína, essa nova cepa não tem infectado porcos e nunca foi vista em porcos. A ameaça é a transmissão de pessoa a pessoa.* Ela é geneticamente diferente do vírus da influenza sazonal H1N1, totalmente humano, que tem circulado pelo mundo ao longo dos últimos anos. O novo vírus da gripe contém DNA típico de vírus humanos, aviários e suínos, incluindo elementos de vírus suínos europeus e asiáticos.* A OMS está preocupada, mas diz que é muito cedo para modificar o aviso do nível de ameaça para pandemia - uma epidemia global de uma gripe nova e perigosa.* Quando uma nova cepa de gripe começa infectar pessoas e quando ela adquire a capacidade de passar de pessoa a pessoa, ela pode iniciar uma pandemia. A última pandemia foi registrada em 1968 e matou cerca de 1 milhão de pessoas.* Nos Estados Unidos oito pessoas foram diagnosticadas com a nova cepa. Todas se recuperaram, mas os Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA esperam o registro de mais casos.* Os vírus da gripe sofrem mutação constantemente. É por isso que a vacina da gripe é modificada todos os anos e podem ter o DNA trocado num processo chamado de reagrupamento. A maioria dos animais pode pegar uma gripe, mas os vírus raramente são transmitidos entre espécies diferentes.* Entre dezembro de 2005 e fevereiro de 2009, foram confirmados 12 casos de infecção humana com a influenza suína. Com a exceção de uma pessoa, todas as outras tiveram contato com porcos. Nesses casos não houve evidência de transmissão entre humanos.* Os sintomas da gripe suína nas pessoas são similares aos da influenza sazonal - febre repentina, tosse, dores musculares e cansaço extremo. A gripe suína parece causar mais diarréia e vômitos que a gripe normal.* A gripe sazonal mata entre 250 mil e 500 mil pessoas em todo o mundo num ano normal.* Em 1976, uma nova cepa de gripe suína começou a infectar pessoas e, preocupadas, as autoridades de saúde norte-americanas iniciaram uma ampla vacinação. Mais de 40 milhões de pessoas foram vacinadas. Mas uma série de casos da síndrome de Guillain-Barre -- uma condição severa e por vezes fatal relacionada a algumas vacinas -- levou o governo dos EUA a interromper a campanha. O incidente provocou uma grande desconfiança com relação a vacinas de forma geral”.
Outra:
De: Produtos Roche Para: Roberto Guardiola VellosoEnviadas: Terça-feira, 28 de Abril de 2009 5:00:32Assunto: Comunicado Influenza suína
Prezado Dr. Roberto,
Como já é de seu conhecimento, está ocorrendo um surto de gripe suína no México e nos EUA. O vírus responsável é uma nova variante do vírus influenza tipo A (H1N1) composto de segmentos de genes de origem suína, aviária e humana. É a primeira vez que uma combinação genética quádrupla é identificada na influenza suína A (H1N1) nos EUA e no mundo inteiro.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) informaram que o vírus é sensível, in vitro, a dois inibidores da neuraminidase, o Tamiflu (fosfato de oseltamivir), da Roche, e o Relenza (zanamivir), da GlaxoSmithKline. Aparentemente o vírus não é sensível aos antivirais da antiga classe dos inibidores M2 (amantidina e rimantidina).
A Roche doou estoques de Tamiflu (fosfato de oseltamivir) à OMS, para resposta rápida aos surtos, nos países afetados. Estes consistem em dois milhões de kits de tratamento de Tamiflu (fosfato de oseltamivir) e são mantidos pela OMS em várias localidades ao redor do mundo.
Como medida preventiva, a Roche mantém mais três milhões de doses de tratamento de Tamiflu (fosfato de oseltamivir) para o uso da OMS na contenção de um surto de pandemia. Metade deste material fica estocado nos EUA e a outra metade na Suíça. A priorização dos destinos desta medicação é determinada pela OMS. Além disso, a capacidade produtiva das nossas fábricas em todo o mundo, pode atingir até 400 milhões de tratamento ao ano.
No Brasil, a Roche esclarece que por tratar-se de uma situação de emergência de saúde pública de proporção internacional , todo o estoque atual do medicamento será direcionado ao Ministério da Saúde.
O Ministério da Saúde é o responsável pelo gerenciamento, controle e administração desta medicação, através dos hospitais de referência indicados (http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/lista_hosp_referencia.pdf).
Caso tenha pacientes com sintomatologia clínica ou fatores de risco epidemiológico, recomenda-se que estes sejam encaminhados a um dos hospitais descritos acima.
Continuaremos a vigilância em conjunto com o Ministério da Saúde e manteremos a classe médica informada.
Acesse os links abaixo para mais informações:
Ministério da Saúde(http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534)
OMS(http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2009/h1n1_20090425/en/index.html)
CDC (EUA)(http://www.cdc.gov/swineflu/)
Atenciosamente,Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.
Nira WorcmanGerente de Com. Corporativa
Karina FontãoDiretora Médica
É preciso que as pessoas saibam que há muitas outras formas de prevenção. Manter o organismo saudável envolve cuidados mentais, emocionais e dietéticos.
A medicina alternativa também pode contribuir:
- Laranjada (1/3 de suco de laranja diluído em água) com 3 gotas de Própolis ™ tome 1x ao dia (Obs. Algumas pessoas são alérgicas ao Própolis – para saber basta marcar um círculo no antebraço pingar uma gota na pele, esfregar e no dia seguinte faça a leitura – caso haja uma reação local; o produto não deve ser ingerido).
- Alimentos como agrião, rabanete, nabo e cítricos (diluídos) ajudam no equilíbrio das defesas do aparelho respiratório.
- A homeopatia pode auxiliar. Pode-se usar um composto: Influenzinum CH30 +Thymus glândula CH15 – Tome 5 gotas 1x ao dia - Pode proporcionar mais chances de defesa.
- Evitar o uso de antinflamatórios, analgésicos e antitérmicos proporciona melhores chances de diagnóstico correto e não atrapalha as defesas naturais.
- Todas as recomendações já feitas pelo Ministério da Saúde devem ser seguidas.
Aguardemos novos fatos e informações para que a realidade venha á tona e possamos todos juntos encontrar formas de evitar males futuros mais graves.
Paz.
domingo, 26 de abril de 2009
A GRIPE SUÍNA
Os perigos para alguns - e - as vantagens da propagação do medo para outros.
No México e nos EUA surgiu a aterrorizante gripe da porcada.
Aqui entre nós – Imagine o Presidente corintiano presidindo uma dessas reuniões de emergência e de segurança nacional.
Companheiros:
“O Governo federal anunciou hoje a criação de um gabinete de emergência para avaliar, em reuniões diárias, a evolução do foco de gripe suína que surgiu no México e indicar as medidas preventivas necessárias para evitar que o vírus chegue ao Brasil.
O Gabinete Permanente de Emergência será integrado por representantes do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, segundo um comunicado divulgado hoje pelo primeiro órgão.
A nota esclarece que, por enquanto, não existem evidências de que o vírus que provoca a gripe suína em humanos esteja circulando no Brasil e que também não "há suspeitas ou registro de gripe suína em animais causados pelo mesmo agente identificado no México ou nos Estados Unidos".
Até agora, este vírus da gripe suína provocou 20 mortes confirmadas no México.
O Ministério da Saúde relembrou em seu comunicado todas as medidas anunciadas ontem para intensificar os controles de passageiros e bagagens nos aeroportos.
De acordo com a nota, as tripulações das aeronaves procedentes do México e dos EUA serão orientadas para que relatem aos passageiros durante o voo sobre os sintomas que caracterizam a gripe suína.
Os viajantes procedentes desses países que manifestarem os sintomas terão que se apresentar nos postos da Anvisa nos aeroportos e, caso necessário, serão conduzidos a hospitais.
O Ministério também determinou a distribuição entre os passageiros desses voos de material educativo com informações sobre os sintomas da doença e orientações sobre a necessidade de buscar assistência médica no caso de alguma suspeita de contágio.
A nota acrescenta que as coordenações regionais de Vigilância em Saúde de todo o país já foram orientadas para que informem diretamente e o mais rápido possível ao Ministério da Saúde sobre os casos de suspeita de gripe suína.
Segundo o Ministério, os passageiros brasileiros que estiveram a caminho do México ou dos EUA também receberão informações preventivas.
Os sintomas da gripe suína são febre superior a 39°C e de maneira repentina, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e coriza”. (Fonte: Terra).
Mais uma vez deputados e políticos de Brasília (e do resto do mundo) devem estar esfregando as mãos para uma nova bolha de medo que foi criada com relação a uma possibilidade catastrófica de uma pandemia que logo será batizada entre nós, vacinados pela gozação; como a gripe “Luxemburgo” com a variação da gripe “Mancha Verde” – A vacina será usar uma camiseta do timão...
Nessa guerra de vale tudo para tirar da atenção do publico suas trapalhadas, sacanagens e roubalheira – a pandemia da gripe aviária foi substituída pela gripe da porcada que vai exterminar até a nação corintiana – Corintianos só se aproximarão de palmeirenses com máscaras...
No Brasil algumas variações serão feitas: estão proibidas todas as reuniões publicas onde seja servida feijoada; palmeirenses não são bem vindos.
Claro que temos de nos preparar; mas a lista de sintomas da gripe suína é uma piada de mau gosto – No que ela difere das outras? – qual a diferença entre os sintomas da dengue? E de uma simples virose numa pessoa portadora de fibromialgia leve (todos nós)?
Ficamos no aguardo de qual laboratório farmacêutico vai apresentar um produto que evita e até alivia os sintomas?
Políticos e correlatos do País – se o bicho pegar mesmo que de leve; mandem rezar muitas missas por essa nova Pizza – Gripe da porcada á moda da casa” – vai vender horrores...
Está aberta a bolsa de apostas...
Obs. Melhor comprar soro e...
No México e nos EUA surgiu a aterrorizante gripe da porcada.
Aqui entre nós – Imagine o Presidente corintiano presidindo uma dessas reuniões de emergência e de segurança nacional.
Companheiros:
“O Governo federal anunciou hoje a criação de um gabinete de emergência para avaliar, em reuniões diárias, a evolução do foco de gripe suína que surgiu no México e indicar as medidas preventivas necessárias para evitar que o vírus chegue ao Brasil.
O Gabinete Permanente de Emergência será integrado por representantes do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, segundo um comunicado divulgado hoje pelo primeiro órgão.
A nota esclarece que, por enquanto, não existem evidências de que o vírus que provoca a gripe suína em humanos esteja circulando no Brasil e que também não "há suspeitas ou registro de gripe suína em animais causados pelo mesmo agente identificado no México ou nos Estados Unidos".
Até agora, este vírus da gripe suína provocou 20 mortes confirmadas no México.
O Ministério da Saúde relembrou em seu comunicado todas as medidas anunciadas ontem para intensificar os controles de passageiros e bagagens nos aeroportos.
De acordo com a nota, as tripulações das aeronaves procedentes do México e dos EUA serão orientadas para que relatem aos passageiros durante o voo sobre os sintomas que caracterizam a gripe suína.
Os viajantes procedentes desses países que manifestarem os sintomas terão que se apresentar nos postos da Anvisa nos aeroportos e, caso necessário, serão conduzidos a hospitais.
O Ministério também determinou a distribuição entre os passageiros desses voos de material educativo com informações sobre os sintomas da doença e orientações sobre a necessidade de buscar assistência médica no caso de alguma suspeita de contágio.
A nota acrescenta que as coordenações regionais de Vigilância em Saúde de todo o país já foram orientadas para que informem diretamente e o mais rápido possível ao Ministério da Saúde sobre os casos de suspeita de gripe suína.
Segundo o Ministério, os passageiros brasileiros que estiveram a caminho do México ou dos EUA também receberão informações preventivas.
Os sintomas da gripe suína são febre superior a 39°C e de maneira repentina, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e coriza”. (Fonte: Terra).
Mais uma vez deputados e políticos de Brasília (e do resto do mundo) devem estar esfregando as mãos para uma nova bolha de medo que foi criada com relação a uma possibilidade catastrófica de uma pandemia que logo será batizada entre nós, vacinados pela gozação; como a gripe “Luxemburgo” com a variação da gripe “Mancha Verde” – A vacina será usar uma camiseta do timão...
Nessa guerra de vale tudo para tirar da atenção do publico suas trapalhadas, sacanagens e roubalheira – a pandemia da gripe aviária foi substituída pela gripe da porcada que vai exterminar até a nação corintiana – Corintianos só se aproximarão de palmeirenses com máscaras...
No Brasil algumas variações serão feitas: estão proibidas todas as reuniões publicas onde seja servida feijoada; palmeirenses não são bem vindos.
Claro que temos de nos preparar; mas a lista de sintomas da gripe suína é uma piada de mau gosto – No que ela difere das outras? – qual a diferença entre os sintomas da dengue? E de uma simples virose numa pessoa portadora de fibromialgia leve (todos nós)?
Ficamos no aguardo de qual laboratório farmacêutico vai apresentar um produto que evita e até alivia os sintomas?
Políticos e correlatos do País – se o bicho pegar mesmo que de leve; mandem rezar muitas missas por essa nova Pizza – Gripe da porcada á moda da casa” – vai vender horrores...
Está aberta a bolsa de apostas...
Obs. Melhor comprar soro e...
sexta-feira, 24 de abril de 2009
CONSIDERAÇÕES SOBRE O AMOR E A LIBERDADE
Confesso que sou um apaixonado pela liberdade; ainda meio babaca; pois, digo a mim mesmo que ela é tudo de bom; a razão de nosso viver. Mas nunca a entendi muito bem; nem a pratico; muito menos a respeito. Sonhador, vivo no mundo da lua, num planeta imaginário onde todos se respeitam e são livres – Esqueço que ainda somos candidatos a seres humanos e, estamos numa fase de transição planetária; onde nossas mazelas vão ficar a descoberto; a cada dia mais.
Na vez passada falei sobre a liberdade dos animais; esquecendo que, quem dita regras de convivência somos nós.
Como eu posso falar em liberdade; se quero o tempo todo modificar as outras pessoas?
Retornando ao assunto do bate papo anterior: liberdade e amor entre bichos e humanos:
Se muitas de nossas crianças estão sendo criadas ao “deus dará” nas ruas: abandonadas, maltratadas, espoliadas sexualmente, drogadas; e pior: as que poderiam ser conduzidas de forma mais correta; estão sendo criadas em regime de confinamento e engorda. Sim – Estas gerações de adultos são o supra-sumo da ganância: O espaço público está sendo muito mal usado; as crianças não têm o direito de ir e vir nem brincar; as restrições ao uso do corpo físico são imensas e as cobranças intelectuais e emocionais exageradas. O material de engorda é cada vez mais “barato” – Nesse panorama as crianças estão pulando doenças de adultos e indo direto para doenças de idosos. O paralelo que pode ser feito com os animais: eles estão (na minha humilde opinião) indevidamente sofrendo dos mesmos males que nós; adoecendo de câncer, diabetes, insuficiência renal, parasitoses e infecções; obesidade e enfarte.
Desconheço kharma animal – Será que animais têm kharma? Ou vivenciam um conjunto de situações para a evolução de sua alma? – Agradeço ajuda.
Para a seqüência de nosso bate – papo sobre liberdade, eu desenterrei um velho escrito e uso uma parte dele para trocar idéias.
Estamos em pleno exercício da liberdade?
Creio que não!
Segue o que eu pensava na época do escrito:
Limitações do livre arbítrio.
Desconsiderar a lei de causa e efeito e a de retorno é um entrave cada vez mais importante á nossa evolução.
Estou livre é temporário; sou livre é definitivo.
Um dos principais fatores a complicar o uso da liberdade criativa, é a educação baseada em falatório quase sempre contraditório.
Outro é a falta de permissão para que a criança experimente os efeitos das suas escolhas; se fosse possível os adultos tentariam manipular e controlar a vida dos filhos por tempo indeterminado.
Ainda bem que somos desiguais ao infinito, e algumas crianças trazem de forma inata uma forte vontade de escolher segundo seus desejos, sendo difícil manipulá-las ou controlá-las; essas da geração nova são rotuladas pela família de pessoas de gênio forte ou desobedientes.
A tentativa de enquadrar as crianças em parâmetros, hábitos e paradigmas culturais de uma sociedade sem respeitar a individualidade, torna-se um agente castrador do aprendizado da arte de viver, executar escolhas sensatas, e de desenvolver aptidões. (Castrar os animais não será interferir com o aprendizado da espécie?).
A capacidade de escolha é relativa no tempo e no espaço.
Segundo a visão de mundo que vai do nascer ao morrer; foi convencionado que, a partir de determinada idade, o indivíduo pode fazer suas próprias escolhas; e a partir de outra, será responsabilizado pelas conseqüências inadequadas (leis de responsabilidade civil e criminal). Visto segundo uma ótica mais abrangente a capacidade de optar e de responsabilizar-se independe da idade cronológica numa existência; está sim diretamente relacionada ás condições de evolução do indivíduo ao longo do tempo; isso explica o fato de que algumas crianças demonstram mais maturidade; uma melhor capacidade de discernir; e até sejam mais responsáveis do que os adultos que a cercam. (Como fica a capacidade de escolha dos bichos? – quem comanda isso no astral?).
No presente as opções estão limitadas pelas conseqüências das escolhas efetuadas nos tempos passados.
Nossa evolução não é uniforme; apenas seqüencial; em virtude disso, as opções e a liberdade de escolha num determinado espaço de tempo é desigual; analisando-se esse fato num contexto limitado, a lei de causa e efeito assume a aparência de um determinismo punitivo até; sempre simploriamente confundido com sorte, azar ou destino.
Quando o assunto é opção ou escolha uma questão a resolver é a liberdade ou não para executá-la; inserida no livre – arbítrio.
Eu decreto que!
Apenas querer não é poder; nunca foi e nunca será.
Não adianta eu decretar que sou luz e livre; é preciso que me porte como tal.
Não adianta decretar que sou feliz; é necessário que trabalhe para tal.
Qual a ação desse grito de liberdade – Eu decreto que? – Espantar os que se julgam nossos donos ou cobradores – Mostrar que estamos dispostos a enfrentá-los e a deixar de ser cobaias; só aceitando o que é justo. (Entre os bichos será que animais rebeldes que sempre tentam fugir e são tratados pelos donos como ingratos; não decretaram que serão livres sempre? – Qual o mecanismo?).
Aprender a usar a liberdade é um desafio.
Somos criaturas paradoxais, vivemos e até morremos para alcançar a liberdade; sem saber do que se trata.
– Loucura?
Imaturos, revoltamo-nos quando descobrimos a outra face do nosso sonho de ser livre: precisamos responder por nossos atos.
Na fuga das responsabilidades nos acorrentamos; aprisionamo-nos aos efeitos das próprias escolhas, na vã busca da liberdade sem assumir as conseqüências. (A quem ou a que consciência os animais respondem?).
Que incrível paradoxo: nós somos prisioneiros do próprio direito de sermos livres.
Em dado momento, mais maduros, encontramos a chave para desvendar esse mistério: precisamos libertar os outros para que nos sintamos mais livres; e, sem tentar escapar, aceitamos que, quanto mais libertos nós nos tornamos; maior é a responsabilidade; pois uma não existe sem a outra, liberdade e responsabilidade são interdependentes, como nós o somos, uns dos outros.
Devo não nego; vou pagar quando e como puder!
Os agiotas da contabilidade natural devem ser enfrentados tal e qual fazem os endividados de hoje do sistema financeiro.
Para nos manter cobaias; os banqueiros do além tentam nos espoliar e nos amedrontam com penas eternas, sofrimentos e medo das execuções.
Mas não basta aceitar a dívida é preciso resgatá-la. A moeda? – Misericórdia que pode ser cambiada em caridade. (Aí a dúvida pega; animais são misericordiosos, perdoam sem questionar; são de uma fidelidade invejável – De onde vem isso?).
Amor é liberdade?
Nessa busca descobrimos o amor, pois ao nos sentirmos realmente livres; acontece uma glória da vida humana: aceitamos que a responsabilidade faz parte do ato de amar.
Quem diria: procurávamos ansiosamente a liberdade e sem querer descobrimos o amor, e nos encantamos ao começarmos a descerrar o véu que cobre seus mistérios.
A nova descoberta: amar é responsabilizar-se por... (animais não se sentem responsáveis por nós; apenas nos amam – é o que parece).
- E quem ama assume, no preenche e vivifica.
Amar a Deus e ao próximo como a ti mesmo.
Apenas quando começamos a cuidar de nós mesmos assumindo a responsabilidade pelas próprias escolhas, sem desculpas nem justificativas; desse ponto em diante, começamos a nos amar e a nos libertarmos.
Enternecidos, repassamos o destino.
Perdoamo-nos e perdoamos; compreendemos então que sempre fomos, somos e continuaremos livres para escolher e para escolher de novo, quando for da nossa vontade; mesmo limitados, sempre é possível - sempre há uma opção.
Identificamos também que cada escolha cria:
Laços humanos.
Laços de alegria.
Laços de amor.
Laços de dor.
Laços de família
Laços apertados.
Nós cegos.
Nós difíceis de desatar.
Mas, se nos amamos:
Desatar para que?
Penso que quando nos libertarmos de nossos desejos de poder; apenas pelo poder - estaremos vivendo plenamente uma sociedade mais justa e amorosa; compartilharemos nossa evolução com a dos animais em pé de igualdade – Até lá vamos cuidar melhor de nossas crianças e de nossos bichos – E de nós mesmos.
Paz.
Na vez passada falei sobre a liberdade dos animais; esquecendo que, quem dita regras de convivência somos nós.
Como eu posso falar em liberdade; se quero o tempo todo modificar as outras pessoas?
Retornando ao assunto do bate papo anterior: liberdade e amor entre bichos e humanos:
Se muitas de nossas crianças estão sendo criadas ao “deus dará” nas ruas: abandonadas, maltratadas, espoliadas sexualmente, drogadas; e pior: as que poderiam ser conduzidas de forma mais correta; estão sendo criadas em regime de confinamento e engorda. Sim – Estas gerações de adultos são o supra-sumo da ganância: O espaço público está sendo muito mal usado; as crianças não têm o direito de ir e vir nem brincar; as restrições ao uso do corpo físico são imensas e as cobranças intelectuais e emocionais exageradas. O material de engorda é cada vez mais “barato” – Nesse panorama as crianças estão pulando doenças de adultos e indo direto para doenças de idosos. O paralelo que pode ser feito com os animais: eles estão (na minha humilde opinião) indevidamente sofrendo dos mesmos males que nós; adoecendo de câncer, diabetes, insuficiência renal, parasitoses e infecções; obesidade e enfarte.
Desconheço kharma animal – Será que animais têm kharma? Ou vivenciam um conjunto de situações para a evolução de sua alma? – Agradeço ajuda.
Para a seqüência de nosso bate – papo sobre liberdade, eu desenterrei um velho escrito e uso uma parte dele para trocar idéias.
Estamos em pleno exercício da liberdade?
Creio que não!
Segue o que eu pensava na época do escrito:
Limitações do livre arbítrio.
Desconsiderar a lei de causa e efeito e a de retorno é um entrave cada vez mais importante á nossa evolução.
Estou livre é temporário; sou livre é definitivo.
Um dos principais fatores a complicar o uso da liberdade criativa, é a educação baseada em falatório quase sempre contraditório.
Outro é a falta de permissão para que a criança experimente os efeitos das suas escolhas; se fosse possível os adultos tentariam manipular e controlar a vida dos filhos por tempo indeterminado.
Ainda bem que somos desiguais ao infinito, e algumas crianças trazem de forma inata uma forte vontade de escolher segundo seus desejos, sendo difícil manipulá-las ou controlá-las; essas da geração nova são rotuladas pela família de pessoas de gênio forte ou desobedientes.
A tentativa de enquadrar as crianças em parâmetros, hábitos e paradigmas culturais de uma sociedade sem respeitar a individualidade, torna-se um agente castrador do aprendizado da arte de viver, executar escolhas sensatas, e de desenvolver aptidões. (Castrar os animais não será interferir com o aprendizado da espécie?).
A capacidade de escolha é relativa no tempo e no espaço.
Segundo a visão de mundo que vai do nascer ao morrer; foi convencionado que, a partir de determinada idade, o indivíduo pode fazer suas próprias escolhas; e a partir de outra, será responsabilizado pelas conseqüências inadequadas (leis de responsabilidade civil e criminal). Visto segundo uma ótica mais abrangente a capacidade de optar e de responsabilizar-se independe da idade cronológica numa existência; está sim diretamente relacionada ás condições de evolução do indivíduo ao longo do tempo; isso explica o fato de que algumas crianças demonstram mais maturidade; uma melhor capacidade de discernir; e até sejam mais responsáveis do que os adultos que a cercam. (Como fica a capacidade de escolha dos bichos? – quem comanda isso no astral?).
No presente as opções estão limitadas pelas conseqüências das escolhas efetuadas nos tempos passados.
Nossa evolução não é uniforme; apenas seqüencial; em virtude disso, as opções e a liberdade de escolha num determinado espaço de tempo é desigual; analisando-se esse fato num contexto limitado, a lei de causa e efeito assume a aparência de um determinismo punitivo até; sempre simploriamente confundido com sorte, azar ou destino.
Quando o assunto é opção ou escolha uma questão a resolver é a liberdade ou não para executá-la; inserida no livre – arbítrio.
Eu decreto que!
Apenas querer não é poder; nunca foi e nunca será.
Não adianta eu decretar que sou luz e livre; é preciso que me porte como tal.
Não adianta decretar que sou feliz; é necessário que trabalhe para tal.
Qual a ação desse grito de liberdade – Eu decreto que? – Espantar os que se julgam nossos donos ou cobradores – Mostrar que estamos dispostos a enfrentá-los e a deixar de ser cobaias; só aceitando o que é justo. (Entre os bichos será que animais rebeldes que sempre tentam fugir e são tratados pelos donos como ingratos; não decretaram que serão livres sempre? – Qual o mecanismo?).
Aprender a usar a liberdade é um desafio.
Somos criaturas paradoxais, vivemos e até morremos para alcançar a liberdade; sem saber do que se trata.
– Loucura?
Imaturos, revoltamo-nos quando descobrimos a outra face do nosso sonho de ser livre: precisamos responder por nossos atos.
Na fuga das responsabilidades nos acorrentamos; aprisionamo-nos aos efeitos das próprias escolhas, na vã busca da liberdade sem assumir as conseqüências. (A quem ou a que consciência os animais respondem?).
Que incrível paradoxo: nós somos prisioneiros do próprio direito de sermos livres.
Em dado momento, mais maduros, encontramos a chave para desvendar esse mistério: precisamos libertar os outros para que nos sintamos mais livres; e, sem tentar escapar, aceitamos que, quanto mais libertos nós nos tornamos; maior é a responsabilidade; pois uma não existe sem a outra, liberdade e responsabilidade são interdependentes, como nós o somos, uns dos outros.
Devo não nego; vou pagar quando e como puder!
Os agiotas da contabilidade natural devem ser enfrentados tal e qual fazem os endividados de hoje do sistema financeiro.
Para nos manter cobaias; os banqueiros do além tentam nos espoliar e nos amedrontam com penas eternas, sofrimentos e medo das execuções.
Mas não basta aceitar a dívida é preciso resgatá-la. A moeda? – Misericórdia que pode ser cambiada em caridade. (Aí a dúvida pega; animais são misericordiosos, perdoam sem questionar; são de uma fidelidade invejável – De onde vem isso?).
Amor é liberdade?
Nessa busca descobrimos o amor, pois ao nos sentirmos realmente livres; acontece uma glória da vida humana: aceitamos que a responsabilidade faz parte do ato de amar.
Quem diria: procurávamos ansiosamente a liberdade e sem querer descobrimos o amor, e nos encantamos ao começarmos a descerrar o véu que cobre seus mistérios.
A nova descoberta: amar é responsabilizar-se por... (animais não se sentem responsáveis por nós; apenas nos amam – é o que parece).
- E quem ama assume, no preenche e vivifica.
Amar a Deus e ao próximo como a ti mesmo.
Apenas quando começamos a cuidar de nós mesmos assumindo a responsabilidade pelas próprias escolhas, sem desculpas nem justificativas; desse ponto em diante, começamos a nos amar e a nos libertarmos.
Enternecidos, repassamos o destino.
Perdoamo-nos e perdoamos; compreendemos então que sempre fomos, somos e continuaremos livres para escolher e para escolher de novo, quando for da nossa vontade; mesmo limitados, sempre é possível - sempre há uma opção.
Identificamos também que cada escolha cria:
Laços humanos.
Laços de alegria.
Laços de amor.
Laços de dor.
Laços de família
Laços apertados.
Nós cegos.
Nós difíceis de desatar.
Mas, se nos amamos:
Desatar para que?
Penso que quando nos libertarmos de nossos desejos de poder; apenas pelo poder - estaremos vivendo plenamente uma sociedade mais justa e amorosa; compartilharemos nossa evolução com a dos animais em pé de igualdade – Até lá vamos cuidar melhor de nossas crianças e de nossos bichos – E de nós mesmos.
Paz.
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