A ARTE
DA BOA MORTE
Parte
1
Já sabe que vai morrer né?
Então por que não fazer isso direito?
As crenças não atualizadas se tornaram
amedrontadoras gerando a fuga ao entendimento de um dos eventos cruciais desta
experiência em andamento: nascer e morrer, ou melhor: atravessar a barreira
energética vibratória que separa esses dois eventos cruciais na evolução num
vai e vem: renasceu aqui morreu do lado de lá, morreu do lado de cá voltou para
o lado de lá etc.
REFLEXÕES PREPARATÓRIAS
Se eu morresse hoje?
Para onde iria? – Com quem estaria? – Em que
condições?
Para responder com clareza a essas dúvidas o
primeiro passo é aperfeiçoar o conhecimento sobre a vida, compreendemos melhor
os objetivos e finalidades do ciclo nascer, morrer, renascer passo a passo.
A
reflexão sistemática torna-se uma ferramenta útil para compreendermos a morte
dominando o temor e ajuda a estarmos sempre prontos, pois a qualquer momento
estaremos de novo vivendo esta experiência embora a tenhamos toda vez que
adormecemos; pois nossa consciência saí do corpo físico quer gostemos
acreditemos ou não.
Alguns
questionamentos podem ser úteis:
Observo
a morte como algo a ser combatido? Ou ela é apenas um fenômeno natural de uma
fase a ser ultrapassada? Penso, e debato sobre o tema com naturalidade? Se
evito, onde se localizam meus bloqueios? No temor da perda? Nas fixações do
dogmatismo religioso? Na crise de consciência que me força a eliminar vícios e
modificar hábitos de que tanto gosto? Faço confusão entre a crise da morte e o
julgamento de consciência do pós - morte? Minhas crenças podem alterar a ordem
natural dos acontecimentos? Há diferença entre o medo da própria morte e o da
morte de criaturas do meu convívio? No momento, seria mais conveniente crer na
continuidade da vida após a morte ou que ela seja o fim de tudo?
Siga
a continuidade...
Vai
continuar a reflexão ou vai fazer de conta que...
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