domingo, 6 de setembro de 2026

 



A ARTE DA BOA MORTE

Parte 2

Continuando...

A cada situação em que nos deparamos com o tema novas questões podem ser aventadas e na tentativa de respondê-las com boa vontade e honestidade continuamos a reciclagem.

QUANDO CHEGA A HORA?

Quem determina o momento, as circunstâncias e a forma?

Sempre é o interessado; através da resultante de suas escolhas da consciência ao longo do processo evolutivo que podem ser modificadas através da REPARAÇÃO até um certo limite.

Exemplo:

Uma pessoa morreu de enfarte. A morte considerada às vezes prematura foi fruto do conjunto de suas escolhas: Estilo de vida, hábitos, pequenos vícios, dieta inadequada, estresse crônico, etc. Entretido em alcançar suas metas de Hedonismo não percebeu ou não quis perceber nos avisos do cotidiano a necessidade de reformular o temperamento, o caráter; de reciclar objetivos de vida; dos hábitos sedentários...; esse tipo de morte é ao mesmo tempo: consequência das escolhas da forma de viver e abandono do atual Projeto de Vida semiconsciente que não deixa de ser uma escolha; pois sempre somos notificados por sintomas subjetivos e doenças; então amparados pelas crenças alienantes avançamos para o abandono quase consciente que trará consequências funestas na trajetória evolutiva tanto no drama de consciência do pós morte quanto nas tendências para adoecer na(s) próxima(s) existência(s).

O QUE NOS AGUARDA ao chegar do lado de lá?

Continua?

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