A ARTE
DA BOA MORTE
Parte 2
Continuando...
A
cada situação em que nos deparamos com o tema novas questões podem ser aventadas
e na tentativa de respondê-las com boa vontade e honestidade continuamos a
reciclagem.
QUANDO
CHEGA A HORA?
Quem
determina o momento, as circunstâncias e a forma?
Sempre
é o interessado; através da resultante de suas escolhas da consciência ao longo
do processo evolutivo que podem ser modificadas através da REPARAÇÃO até um
certo limite.
Exemplo:
Uma
pessoa morreu de enfarte. A morte considerada às vezes prematura foi fruto do
conjunto de suas escolhas: Estilo de vida, hábitos, pequenos vícios, dieta
inadequada, estresse crônico, etc. Entretido em alcançar suas metas de
Hedonismo não percebeu ou não quis perceber nos avisos do cotidiano a
necessidade de reformular o temperamento, o caráter; de reciclar objetivos de
vida; dos hábitos sedentários...; esse tipo de morte é ao mesmo tempo: consequência
das escolhas da forma de viver e abandono do atual Projeto de Vida semiconsciente
que não deixa de ser uma escolha; pois sempre somos notificados por sintomas
subjetivos e doenças; então amparados pelas crenças alienantes avançamos para o
abandono quase consciente que trará consequências funestas na trajetória
evolutiva tanto no drama de consciência do pós morte quanto nas tendências para
adoecer na(s) próxima(s) existência(s).
O QUE NOS AGUARDA ao chegar do lado de lá?
Continua?
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