Neste bate papo com nossos leitores virtuais e pacientes – identifiquei uma preocupação de grande parte: a dieta – O que comer?
Nos dias atuais, embora as armadilhas sejam cada vez mais perigosas: agrotóxicos; aditivos alimentares, alimentos artificiais; indicar uma dieta não é tão complicado; mas hoje há tantos tipos no mercado que não é fácil dizer qual a melhor.
A única certeza: os grupos básicos de alimentos a serem ingeridos diariamente continuam valendo para todas elas.
Qual a melhor dieta para minha pessoa?
Primeiro é preciso definir: quem é a sua pessoa?
O conhecimento de nós mesmos é fundamental para definir o melhor tipo de dieta; por outro lado a dieta atual pode ajudar muito no auto – descobrimento; lembra da máxima: somos o que comemos?
Do que gosto?
Quais minhas origens raciais e de cultura?
A quantidade supre minhas necessidades?
Eu me alimento de forma regular?
Faço algum preparo para a refeição?
Quando termino a refeição – como me sinto: Ativo ou sonolento? Leve ou pesado? Feliz ou com sentimento de culpa?
Um pouco mais complicado é individualizar a dieta, várias metodologias ajudam a definir quais os alimentos mais indicados para nosso tipo, por exemplo, a dieta do grupo sanguíneo; o sistema da medicina ayurvédica (tipologia vata, Pitta e kapha); o sistema da medicina oriental, etc.
O problema maior consiste em implementar a dieta, colocá-la em prática; pois superar a educação, a cultura e as dificuldades do dia a dia; pode tornar-se uma tarefa além das nossas forças.
Outra pergunta que exige resposta:
Por que desejo mudar minha dieta?
Os motivos podem definir o bom ou mau resultado. É comum que as pessoas troquem causa por efeito. Por exemplo, mudanças de hábitos alimentares voltados para a perda de peso, raramente dão certo – a explicação é simples: perder peso na mudança de hábitos deve ser efeito e não meta; cada vez que uma pessoa com sobrepeso sobe na balança ela está alimentando seu subconsciente com um programa de auto-sabotagem; pois ainda está em conflito entre satisfazer suas necessidades afetivas e compensar seus conflitos com comida e o tênue desejo de adequar-se aos padrões de beleza ou até de continuar vivo (problemas de colesterol, diabetes, etc.).
Pense bem.
Identifique-se.
Clareie seus objetivos.
Recomendo a leitura do livro: “Quem ama cuida” – Edit. Petit – SP.
Logo recomeçamos.
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sábado, 28 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
ABAIXO O BESTEIROL
ABAIXO A POLÍTICA DO POLITICAMENTE CORRETO...
Num mundo tão globalizado e doente; é difícil saber quem tem a patente do que.
Mas, antes de tudo é preciso combater o concorrente: A PANACÉIA.
Medicamento da hora: a panacéia atenua os sintomas da falta de discernimento dos que foram contaminados pelo vírus da preguiça de pensar a serviço do nosso mal querer, inventaram para nos manter: COBAIAS, de duas quatro ou nenhuma pernas.
Chega de: receitinhas de comadres cientistas com pós – graduação em encher lingüiça; de enrolação de padrecos e pastores; de vivos e de mortos do mesmo saco.
A receita para que nos tornemos de fato humanos: pensar de forma crítica e participativa (enfrentadora).
Dia destes, ouvi (espero que não tenha sido apenas eu) durante um trabalho uma informação que me deixou estonteado: “Vocês assumiram compromissos financeiros com causas; que não conseguem cumprir e nem são nossa meta principal”. Parando para pensar: muitos dos trabalhos que poderíamos e devemos desenvolver no grupo estão sendo sistematicamente bloqueados por intenções (bem intencionadas); mas, nada práticas para o momento atual. Como sempre: trocamos a causa pelo efeito.
Vamos para as ruas gritando e levantando a bandeira: ABAIXO O BESTEIROL!
Quem quiser entender que entenda.
Quem quiser continuar a tomar os remédios da panacéia que o faça...
Morte ou vida ao BESTEIROL?
Paz; mas nem tanta...
Num mundo tão globalizado e doente; é difícil saber quem tem a patente do que.
Mas, antes de tudo é preciso combater o concorrente: A PANACÉIA.
Medicamento da hora: a panacéia atenua os sintomas da falta de discernimento dos que foram contaminados pelo vírus da preguiça de pensar a serviço do nosso mal querer, inventaram para nos manter: COBAIAS, de duas quatro ou nenhuma pernas.
Chega de: receitinhas de comadres cientistas com pós – graduação em encher lingüiça; de enrolação de padrecos e pastores; de vivos e de mortos do mesmo saco.
A receita para que nos tornemos de fato humanos: pensar de forma crítica e participativa (enfrentadora).
Dia destes, ouvi (espero que não tenha sido apenas eu) durante um trabalho uma informação que me deixou estonteado: “Vocês assumiram compromissos financeiros com causas; que não conseguem cumprir e nem são nossa meta principal”. Parando para pensar: muitos dos trabalhos que poderíamos e devemos desenvolver no grupo estão sendo sistematicamente bloqueados por intenções (bem intencionadas); mas, nada práticas para o momento atual. Como sempre: trocamos a causa pelo efeito.
Vamos para as ruas gritando e levantando a bandeira: ABAIXO O BESTEIROL!
Quem quiser entender que entenda.
Quem quiser continuar a tomar os remédios da panacéia que o faça...
Morte ou vida ao BESTEIROL?
Paz; mas nem tanta...
domingo, 22 de fevereiro de 2009
COMO COMEÇAR UMA CONSULTA MÉDICA COM O PÉ ESQUERDO
Começar mal uma relação médico - paciente é fácil:
Bata a porta. Entre de cara amarrada. Não cumprimente. Comece reclamando do atendimento do colega anterior; do sistema de saúde. Diga que está cansado de procurar ajuda e ninguém resolve seu problema. Faça o próprio diagnóstico. Pressione: Dr. O senhor é minha última esperança! Reclame do quanto esperou para ser atendido. Responda que não sabe por que está ali. Despeje a história da sua vida para justificar seus males. Seja prolixo. Descarregue na mesa do médico um calhamaço de velhos e mofados exames sem que ele peça. Fale que já procurou os melhores especialistas.
Enfim; encare o médico como um adversário; logo de cara... Essa é a melhor maneira de começar uma consulta com o pé esquerdo.
Que o sistema de saúde não funciona como deveria; não há como negar. Mas, o problema da saúde publica é mais cultural e educacional do que algo realmente pessoal; particular e específico.
Médicos não são seres de outro planeta, nem anjos, santos ou coisas do gênero; acima da atividade profissional são pessoas normais com necessidades normais, iguais a todo mundo.
Os médicos mercantilizaram a medicina? – Claro que não. Os intermediários o fizeram e com o consentimento de todos.
Vivemos na Era do ter, possuir, aparentar, comprar – doença, saúde e cura; sujeitou-se ao marketing: enquanto alguém achar que pode comprar saúde outro vai achar que pode vendê-la, a preços módicos, em prestações ou á vista muito caro. A medicina de grupo ou convênio veio dar o golpe de misericórdia nas relações médico – paciente. Uns acham que pagam muito e os médicos ganham pouco – Quem lucra? – Ninguém, pois os convênios estão quebrando; mesmo com toda a burocracia; inventaram e inventam mil formas de glosar e fazer com que o médico preencha mil formulários para dificultar os pedidos de exames e procedimentos; aumentam os custos dos locais de atendimento; estressam todo mundo e quem sai perdendo todos; é claro que muito mais os pacientes; pois de forma inconsciente para se vingar o médico continua transferindo o raciocínio diagnóstico para o exame de laboratório; se der alguma coisa alterada existe doença; caso contrário é problema emocional. Há solução? – Apenas depois de catarmos os cacos do sistema que está se auto-destruindo; mas, a saída está na educação; pois a maioria das doenças é falta de educação em viver e pobreza de cuidados com a própria vida.
Até que o processo detone para recomeçar em bases mais inteligentes:
Educação não faz mal a ninguém. Um sorriso nunca é demais.
Médico não é adversário; deve ser companheiro e parceiro...
Boa sorte.
Bata a porta. Entre de cara amarrada. Não cumprimente. Comece reclamando do atendimento do colega anterior; do sistema de saúde. Diga que está cansado de procurar ajuda e ninguém resolve seu problema. Faça o próprio diagnóstico. Pressione: Dr. O senhor é minha última esperança! Reclame do quanto esperou para ser atendido. Responda que não sabe por que está ali. Despeje a história da sua vida para justificar seus males. Seja prolixo. Descarregue na mesa do médico um calhamaço de velhos e mofados exames sem que ele peça. Fale que já procurou os melhores especialistas.
Enfim; encare o médico como um adversário; logo de cara... Essa é a melhor maneira de começar uma consulta com o pé esquerdo.
Que o sistema de saúde não funciona como deveria; não há como negar. Mas, o problema da saúde publica é mais cultural e educacional do que algo realmente pessoal; particular e específico.
Médicos não são seres de outro planeta, nem anjos, santos ou coisas do gênero; acima da atividade profissional são pessoas normais com necessidades normais, iguais a todo mundo.
Os médicos mercantilizaram a medicina? – Claro que não. Os intermediários o fizeram e com o consentimento de todos.
Vivemos na Era do ter, possuir, aparentar, comprar – doença, saúde e cura; sujeitou-se ao marketing: enquanto alguém achar que pode comprar saúde outro vai achar que pode vendê-la, a preços módicos, em prestações ou á vista muito caro. A medicina de grupo ou convênio veio dar o golpe de misericórdia nas relações médico – paciente. Uns acham que pagam muito e os médicos ganham pouco – Quem lucra? – Ninguém, pois os convênios estão quebrando; mesmo com toda a burocracia; inventaram e inventam mil formas de glosar e fazer com que o médico preencha mil formulários para dificultar os pedidos de exames e procedimentos; aumentam os custos dos locais de atendimento; estressam todo mundo e quem sai perdendo todos; é claro que muito mais os pacientes; pois de forma inconsciente para se vingar o médico continua transferindo o raciocínio diagnóstico para o exame de laboratório; se der alguma coisa alterada existe doença; caso contrário é problema emocional. Há solução? – Apenas depois de catarmos os cacos do sistema que está se auto-destruindo; mas, a saída está na educação; pois a maioria das doenças é falta de educação em viver e pobreza de cuidados com a própria vida.
Até que o processo detone para recomeçar em bases mais inteligentes:
Educação não faz mal a ninguém. Um sorriso nunca é demais.
Médico não é adversário; deve ser companheiro e parceiro...
Boa sorte.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
VOCÊ TEM COLESTEROL?
Prestar atenção nas conversas sobre doenças em salas de espera de consultórios ou em lugares em que seja impossível não ouvir é até divertido. Dia destes durante uma viagem fui obrigado a escutar um campeonato de doenças entre duas senhoras, que mal se conheceram e já arrumaram assunto para seis horas de viagem; sem parar. Vamos chamá-las de Candinha e Maria. A disputa começou com a pergunta da Maria: – Você tem colesterol? – Foi a deixa; a Candinha logo disparou: – Tenho e é altíssimo! – A Maria meio que balançou; sentiu que tinha uma adversária á altura; a parada ia ser dura; mas, não se deu por vencida: - O meu já chegou quase a trezentos! - Pois o meu já passou dos trezentos; ano passado quase morri, estava muito mal; sentia dor de cabeça, não dormia direito, de vez em quando sentia um calorão! – Meu médico, me recitou três remédios; por sinal um deles muito caro; e o colesterol não baixava! – E eu; se não tivesse convênio já tinha morrido; tenho que fazer exames quase todo mês! – O meu convênio, é o melhor, nós economizamos em tudo; mas não podemos ficar num convênio como o nosso antigo, onde você tinha que brigar para fazer exames! – Quinze segundos de silêncio talvez buscando tempo para pensar em novo assunto. – Tomo seis remédios; tenho pressão alta; começo de diabetes; tenho colesterol; tenho tireóide; tomo hormônio para a menopausa; e meu médico me receitou vitamina. A Candinha quando percebeu que ia perder por pouco (parece que tomava só cinco); logo rebateu: - Eu já fiz três cirurgias; da última quase morri; foi por Deus! – A Maria era fera; Ah! Eu já fiz quatro; e uma foi da cabeça! – Coitada da Candinha estava perdendo de lavada; o jeito foi trazer o marido para a disputa: - Meu marido coitado é que nem eu; toma cinco remédios e já foi operado da próstata (o médico disse que era maligno). Novo minuto de silêncio; pensei comigo: Graças a Deus, acabou o assunto; que nada; logo a Maria conta atacou – O meu já morreu coitado; mas sofreu, mas sofreu; três cirurgias; dois meses na UTI... Um pequeno acidente na estrada fez com que a conversa mudasse para os acidentes; bem que tentaram me colocar como arbitro na sua disputa; mas, estou vacinado; de tanto fingir que estou dormindo até consigo.
Ficou difícil definir um ganhador; pois consegui dormir um pouco. Vontade de meter o bedelho na conversa não faltou; mas esses exercícios são valiosos para aprender a arte do silêncio. Mas, convenhamos amigo: - Você tem colesterol? – Você tem tireóide? – Eu acho que um tiquinho de educação em saúde faria milagres...
Ficou difícil definir um ganhador; pois consegui dormir um pouco. Vontade de meter o bedelho na conversa não faltou; mas esses exercícios são valiosos para aprender a arte do silêncio. Mas, convenhamos amigo: - Você tem colesterol? – Você tem tireóide? – Eu acho que um tiquinho de educação em saúde faria milagres...
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
MELHOR SER SURDO - MUDO/
MELHOR SER SURDO?
A forma mais maravilhosa de ver a vida: alegria, gozação. Como disse o sábio e azul Chico Buarque: Deus é um cara gozador que adora brincadeira; pois me fez nascer feio e desdentado...
Haja Deus.
A escolha inconsciente de ser (não apenas estar) um médico da família – nada a ver com o médico de família do SUS e similares (convênios regiamente pagos para os burocratas), proporciona fazer diagnósticos mais precisos; mas, nem tão rápidos e nem tão funcionais; segundo a forma de pensar e viver da atualidade; isso me proporciona como profissional uma reforma íntima mais acelerada, usando o trabalho e os pacientes.
Por exemplo:
Usando um telefonema que recebi há meia hora:
Pedro Henrique é um paciente de 15 anos que atendo há alguns anos (desde bebe; mas sem seqüência; apenas quando a coisa aperta) o que me proporcionou diagnosticar a origem de suas doenças físicas e a evolução das mesmas com facilidade por conhecer avó, tias, pai mãe: impaciente, intolerante, ansioso e medroso. Dentre as somatizações dessas doenças: rinite, sinusite e vômitos freqüentes, etc. Sobressai a herança paterna, seu pai é seu espelho cármico e sua fonte de inspiração nesta existência (modelo pedagógico subconsciente), bem que sua mãe o avisa – mas, ela não percebe a influência que lhe causa: controladora de dar dó...
Quem procura acha; tive todas as chances de me tornar um médico top line ($) e as desprezei; então tenho que agüentar as malas sem alça que me podem treinar a carregar a minha até um local mais prazeroso (foqueú – me diz o ET que teima em me acompanhar).
Realmente:
Que droga perceber a lei de sintonia; quando ela (a mãe dele) me liga depois de algumas horas ou dias a respeito da falta de melhora do filho – na hora, minha impaciência e intolerância aflora; mas, depois vira uma festa; como o diálogo de minutos atrás:
- Dr. Desculpe ligar; mas o Pedro Henrique não melhorou; está tomando o medicamento desde ontem e continua espirrando pela manhã – ele é exagerado – até a vizinhança ouve; e meu marido fica inconformado – ele diz que eu devo levá-lo até um otorrino para que essas crises desapareçam; não agüento mais.
Para encurtar o papo: Sabe o senhor curou meu marido, desse mesmo problema há vinte anos com uma simples dose única... – Disse a ela sem pensar: que lástima! – Se ele estivesse vivenciando isso hoje não falaria tanta abobrinha – Mas, de novo, para encurtar a história: Ela reclamou do seu papel; e eu disse a ela; o jeito é orar – Ela retrucou: vou toda segunda feira na missa da libertação – Eu disse: então peça a Deus que seu marido fique surdo; mas, apenas pela manhã; pois agüentar uma mala dessa surda o dia todo; ninguém merece (talvez esteja enganado); nada de praga pelo amor de Deus – Nós rimos; gostosamente eu e ela. Minha vibração melhorou a dela; acho que também. Mas, quanto tempo isso vai durar? – Até o próximo telefonema; pois; haja Deus. E cuidado com o que pedimos...
Cuidado com a repetição dos ditados populares: MELHOR SER SURDO DO QUE OUVIR ISSO; pode tornar-se uma chata realidade; a encher o saco de pessoas que se meteram a tentar ajudar os outros sem estarem devidamente preparados. Deus ás vezes se finge de surdo para nos ajudar...
Mas meu amigo ET tem soluções para escaparmos das teles da vida – Aguardem.
Até que novos produtos estejam na praça;
MELHOR CONTINUAR SURDO – MAS, COM INTELIGÊNCIA: SER MOUCO POR OPÇÃO...
Será?
E Eu; o que devo fazer?
Aguardem novas situações - que podem ser as suas.
quem quiser aproveitar o momento de boa vontade; que aproveite.
Beijos silenciosos.
A forma mais maravilhosa de ver a vida: alegria, gozação. Como disse o sábio e azul Chico Buarque: Deus é um cara gozador que adora brincadeira; pois me fez nascer feio e desdentado...
Haja Deus.
A escolha inconsciente de ser (não apenas estar) um médico da família – nada a ver com o médico de família do SUS e similares (convênios regiamente pagos para os burocratas), proporciona fazer diagnósticos mais precisos; mas, nem tão rápidos e nem tão funcionais; segundo a forma de pensar e viver da atualidade; isso me proporciona como profissional uma reforma íntima mais acelerada, usando o trabalho e os pacientes.
Por exemplo:
Usando um telefonema que recebi há meia hora:
Pedro Henrique é um paciente de 15 anos que atendo há alguns anos (desde bebe; mas sem seqüência; apenas quando a coisa aperta) o que me proporcionou diagnosticar a origem de suas doenças físicas e a evolução das mesmas com facilidade por conhecer avó, tias, pai mãe: impaciente, intolerante, ansioso e medroso. Dentre as somatizações dessas doenças: rinite, sinusite e vômitos freqüentes, etc. Sobressai a herança paterna, seu pai é seu espelho cármico e sua fonte de inspiração nesta existência (modelo pedagógico subconsciente), bem que sua mãe o avisa – mas, ela não percebe a influência que lhe causa: controladora de dar dó...
Quem procura acha; tive todas as chances de me tornar um médico top line ($) e as desprezei; então tenho que agüentar as malas sem alça que me podem treinar a carregar a minha até um local mais prazeroso (foqueú – me diz o ET que teima em me acompanhar).
Realmente:
Que droga perceber a lei de sintonia; quando ela (a mãe dele) me liga depois de algumas horas ou dias a respeito da falta de melhora do filho – na hora, minha impaciência e intolerância aflora; mas, depois vira uma festa; como o diálogo de minutos atrás:
- Dr. Desculpe ligar; mas o Pedro Henrique não melhorou; está tomando o medicamento desde ontem e continua espirrando pela manhã – ele é exagerado – até a vizinhança ouve; e meu marido fica inconformado – ele diz que eu devo levá-lo até um otorrino para que essas crises desapareçam; não agüento mais.
Para encurtar o papo: Sabe o senhor curou meu marido, desse mesmo problema há vinte anos com uma simples dose única... – Disse a ela sem pensar: que lástima! – Se ele estivesse vivenciando isso hoje não falaria tanta abobrinha – Mas, de novo, para encurtar a história: Ela reclamou do seu papel; e eu disse a ela; o jeito é orar – Ela retrucou: vou toda segunda feira na missa da libertação – Eu disse: então peça a Deus que seu marido fique surdo; mas, apenas pela manhã; pois agüentar uma mala dessa surda o dia todo; ninguém merece (talvez esteja enganado); nada de praga pelo amor de Deus – Nós rimos; gostosamente eu e ela. Minha vibração melhorou a dela; acho que também. Mas, quanto tempo isso vai durar? – Até o próximo telefonema; pois; haja Deus. E cuidado com o que pedimos...
Cuidado com a repetição dos ditados populares: MELHOR SER SURDO DO QUE OUVIR ISSO; pode tornar-se uma chata realidade; a encher o saco de pessoas que se meteram a tentar ajudar os outros sem estarem devidamente preparados. Deus ás vezes se finge de surdo para nos ajudar...
Mas meu amigo ET tem soluções para escaparmos das teles da vida – Aguardem.
Até que novos produtos estejam na praça;
MELHOR CONTINUAR SURDO – MAS, COM INTELIGÊNCIA: SER MOUCO POR OPÇÃO...
Será?
E Eu; o que devo fazer?
Aguardem novas situações - que podem ser as suas.
quem quiser aproveitar o momento de boa vontade; que aproveite.
Beijos silenciosos.
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Não ensine a criança a adoecer
Pequenos descuidos, grandes problemas
Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo