terça-feira, 6 de outubro de 2026

 

PEGANDO CARONA NA PROIBIÇÃO DE USO DE CELULARES EM SALA DE AULA:

ESTRESSE CRÔNICO; GERAÇÃO DOPAMINA E A CRIANÇA EM PERIGO...

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O que acontece?

Nosso instinto predominante é o de manter a vida: sobreviver.

Em momentos de perigo real ou imaginário o organismo reage com respostas defensivas e adaptativas específicas através das células, tecidos ou sistemas contra os quais a agressão é dirigida. E também segundo uma resposta defensiva e adaptativa mais geral e inespecífica.

Essas situações são provocadas pelas mais variadas agressões: calor, frio, mudanças de temperatura intensa e súbitas, infecções, drogas, toxinas, processos mentais, psicológicos, descontrole emocional, estafa...; essa resposta envolve vários órgãos e sistemas; fazendo com que funcionem de forma excessiva e descontrolada.

Qualquer que seja o agente agressor cria um estado de sofrimento (tensão) que, se prolongado afeta o indivíduo como um todo.

O estresse resulta na interação entre o dano e a defesa.

O próprio sistema de defesa pode começar a gerar danos secundários como: alergias, doença autoimunes etc.

Na linguagem da ciência o estresse crônico é denominado: SÍNDROME GERAL DE ADAPTAÇÃO – SGA.

Quando ocorre uma agressão real ou imaginária.

A SGA evolui em três fases:

1-   Reação de alarme

2-   Fase de resistência

3-   Fase de exaustão

Reação de alarme:

É a soma de todas as reações não específicas para as quais o organismo não está ainda adaptado. Caso a agressão sistêmica seja moderada é possível a recuperação.

Fase de resistência:

É a soma de todas as reações não específicas geradas pela exposição demorada a estímulos aos quais o organismo se adaptou.

A adaptação a determinado agressor é acelerada ás custas da diminuição contra outros tipos de agentes (explica as doenças recorrentes infantis) – na linguagem popular: para cobrir um santo o organismo tem que descobrir outro.

Fase de exaustão:

Devido à permanência e a intensidade da situação toda a fase de resistência não pode ser mantida e o equilíbrio se rompe.

Estudos mostram que a capacidade de adaptação não é interminável.

E quando já adquiriu muita adaptação ao agente ao qual foi exposto; o organismo torna-se totalmente vulnerável a outras agressões até mais simples e com as quais lidava bem; já estava adaptado.

Entendendo a SGA fica fácil compreender o aumento de infecções por agentes chamados oportunistas.

Na atualidade sofremos estímulos múltiplos de todos os tipos que o organismo encara como agressão.

Um desastre de saúde pública em andamento:



CRISES DE ABSTINÊNCIA DO VÍCIO EM JOGAR NAS BETS E OUTRAS FORMAS...

Interessa?...

 

 

 

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