PEGANDO CARONA NA PROIBIÇÃO DE USO DE CELULARES EM
SALA DE AULA:
ESTRESSE CRÔNICO; GERAÇÃO DOPAMINA E A CRIANÇA EM PERIGO...
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O que acontece?
Nosso instinto predominante é o de manter a vida: sobreviver.
Em momentos de perigo real ou imaginário o organismo reage com respostas
defensivas e adaptativas específicas
através das células, tecidos ou sistemas contra os quais a agressão é dirigida.
E também segundo uma resposta defensiva e adaptativa mais geral e inespecífica.
Essas situações são provocadas pelas mais variadas agressões: calor,
frio, mudanças de temperatura intensa e súbitas, infecções, drogas, toxinas,
processos mentais, psicológicos, descontrole emocional, estafa...; essa
resposta envolve vários órgãos e sistemas; fazendo com que funcionem de forma
excessiva e descontrolada.
Qualquer que seja o agente agressor cria um estado de sofrimento (tensão) que, se prolongado afeta o indivíduo como um todo.
O estresse resulta na interação entre o dano e a defesa.
O próprio sistema de defesa pode começar a gerar danos secundários como: alergias, doença autoimunes etc.
Na linguagem da ciência o estresse crônico é denominado: SÍNDROME GERAL
DE ADAPTAÇÃO – SGA.
Quando ocorre uma agressão real ou imaginária.
A SGA evolui em três fases:
1- Reação de
alarme
2- Fase de
resistência
3- Fase de
exaustão
Reação de alarme:
É a soma de todas as reações não específicas para as quais o organismo
não está ainda adaptado. Caso a agressão sistêmica seja moderada é possível a
recuperação.
Fase de
resistência:
É a soma de todas as reações não específicas geradas pela exposição
demorada a estímulos aos quais o
organismo se adaptou.
A adaptação a determinado
agressor é acelerada ás custas da diminuição contra outros tipos de agentes
(explica as doenças recorrentes infantis) – na linguagem popular: para cobrir
um santo o organismo tem que descobrir outro.
Fase de
exaustão:
Devido à permanência e a
intensidade da situação toda a fase de resistência não pode ser mantida e o
equilíbrio se rompe.
Estudos mostram que a capacidade
de adaptação não é interminável.
E quando já adquiriu muita
adaptação ao agente ao qual foi exposto; o organismo torna-se totalmente
vulnerável a outras agressões até mais simples e com as quais lidava bem; já
estava adaptado.
Entendendo a SGA fica fácil
compreender o aumento de infecções por agentes chamados oportunistas.
Na atualidade sofremos estímulos
múltiplos de todos os tipos que o organismo encara como agressão.
Um desastre de saúde pública em andamento:
CRISES DE ABSTINÊNCIA DO VÍCIO EM JOGAR NAS BETS E OUTRAS FORMAS...
Interessa?...


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