quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

 

JÁ USOU A DOENÇA COMO FUGA?

No meu trabalho autodidata de educador em saúde sempre vi a doença com um olhar fora da casinha da normalidade...

A maioria dos humanos normais valoriza e usa a doença para aparentes ganhos: Buscar afeto, para desculpas e justificativas, punir os em torno que não nos valorizam, gatunar a energia vital dos outros etc.; a saúde apenas passa a ter valor quando perdida...

Logo na infância cada vez mais cedo nós aprendemos a usar a doença como rota de fuga da responsabilidade; o que representa uma forma de “dar no pé” quando somos compelidos a assumir os efeitos de nossas escolhas ou bate um medaço de optar por algum caminho que nos tire do sossego...

Quem nunca usou a doença dessa forma levanta o mouse?

 

Ao tentarmos escapar de crises existenciais, como: decisões a serem tomadas; dificuldade em resolver situação desconfortável etc. - nós costumamos usar: dermatites, gastrites, refluxo, cefaleia, sono excessivo, apetite compulsivo, anorexia nervosa, frigidez, impotência, libido exacerbada e outras formas mais sutis ou mais escabrosas das nossas tendências de manifestação de sintomas...; como recurso de fuga.

 

Falando das importantes emoções tome juízo; se estude; pois emoções mal resolvidas somatizam como um rio vão desembocar no mar orgânico e comprometem a saúde e a sanidade.

 

Exemplo:

Se há forte envolvimento de ansiedade com temor e insegurança surge sintomas light: diarreia; micção frequente; suor localizado e excessivo; sem falar de coisas mais graves...

          

Mas isso pode custar caro em tempo, trabalho e recursos:

Se nós alimentamos esse tipo de comportamento de fuga; ao longo do tempo podem surgir problemas mais enraizados e graves: doenças degenerativas; nódulos; tumores; câncer etc.

 

Estudar nossas emoções é um ótimo remédio...

           

Esse comportamento é em parte fruto da instrução travestida de educação:

No lento processo de adoecer ensinamos as crianças a ficarem doentes para ganhar mais atenção; carinho; além de justificar algo e até para vampirizar a energia dos outros.

 

Já fizeram isso comigo é agora o que fazer?

 

Sempre é possível ao adulto trilhar o caminho inverso e curar a sua criança interior através da reeducação...

 

O que nos impede de começar certo e não repassar esse mico aos que chegam na experiência da vida?

 

NÃO ENSINE A CRIANÇA A ADOECER.


Ah! E não adianta xilicar nem emburrar com Deus ou o destino pedindo a saúde e a sanidade que desperdiçou...




 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

 

O MEDO É A ANTÍTESE DO AMOR.

É preciso perder o medo de amar.

Parte do estado de estar só deriva do medo.

O medo é uma reação natural do instinto de sobrevivência das espécies.

No ser humano; ele passa a ser interpretado; o que o torna polar: objetivo/subjetivo.

Desse ponto em diante, a coisa se complica para a paz; e o nosso temor de nos relacionarmos com os outros; pode assumir todos os matizes possíveis.

A sensação de medo de não ser aceito, de sofrer, do abandono..., já individualizada pelo raciocínio (quase) contínuo recebe sem cessar a influência dos mais diversos tipos de experiências negativas nos relacionamentos da própria pessoa e das em torno; isso vitamina o temor de uma pessoa pela outra em virtude do receio de que essas experiências negativas se repitam.

Vivemos num universo de energias e vibrações, amor e ódio são polaridades de alta vibração. Quem odeia já amou com intensidade e pode retornar ao estado vibratório de amor. Já o medo transita em baixas vibrações com poder de reduzir a frequência vibracional amorosa e até odienta.

 Então; quem diria que o ódio não é a antítese do amor e sim o medo?

 



O que acha?

 

 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

 


PERDOAR OU SER PERDOADO?

O QUE É MAIS FÁCIL?

Perdoar é uma escolha complicada e sofrida que exige inteligência, coragem e resiliência para nos desapegarmos de energias que levamos muito tempo e esforço cultivando como: melindre, mágoa, revolta, ódio, desejo de vingança; isso deixa uma lacuna, um buraco, um vazio na alma difícil de ser preenchido; daí não é para qualquer um...

Ser perdoado é mais fácil embora seja uma armadilha cósmica ao recebermos uma tornozeleira eletrônica chamada REPARAÇÃO com timer num tempo a ser cumprido para seguir em frente conquistando a paz e a liberdade ou nos aprisionar na necessidade de expiação a escolher.

Perdoar é livramento; ser perdoado é sentença e encrenca relativamente fácil de ser resolvida a escolher...

Quantas formas de perdoar já identificou?

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

 

CUIDADO COM A SOLIDÃO CRÔNICA

INTERDEPENDÊNCIA É LEI CÓSMICA

  Muitos estudos e a vida prática mostram que a solidão crônica causa doenças comportamentais, físicas e psicológicas e a explicação é simples: somos seres interdependentes...

 Alguns tipos de interdependência nos parecem impostos até a vida em família é um exemplo:

 Para nascer dependemos da ajuda dos pais.

Competimos com os irmãos quanto a receber: atenção, carinho, amor...

Depois, para reforçar essa inter-relação temos a infância mais prolongada e dependente entre todos os animais. E, nem sempre as relações em família nos parecem satisfatórias, plenas e realizadoras.

   As relações no trabalho também costumam gerar a sensação de sermos obrigados a conviver com pessoas que não confiamos e não sentimos afinidade.

   

Vale relembrar que sempre teremos opções de escolher entre uma ou mais possibilidades mesmo que todas nos pareçam desagradáveis e nesse campo das relações humanas ou familiares essa lei também vale.

 

Todo cuidado é pouco na escolha dos relacionamentos, pois podemos estar criando nós cegos que podem ser desatados hoje e reatados séculos mais adiante.

 

Avalie periodicamente suas relações familiares, sociais e de trabalho.

 

Que tipo de afinidades e dificuldades sente?

Dê mais atenção às relações difíceis; lembra da dica de Jesus: “Aproveita e reconcilia-te com teu inimigo enquanto estás a caminho com ele”?

Quem é o inimigo?

Qual a pessoa difícil?

O outro ou eu mesmo?

Como sou visto e sentido?



 

E SE FOR APENAS O EFEITO ESPELHO GERENCIADO PELA LEI DOS AFINS COMPLEMENTARES?

 

Transforme a doença moral dependência em interdependência.

 

Aprender a perdoar é o remédio para transformar a qualidade das relações.

Colocar-se no lugar do outro é o analgésico.

Aceitar o próprio engano é o diagnóstico.

Perdoar ou pedir perdão é a cirurgia moral.

 

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

 



O ESTRESSE VICIA?

QUANDO A NORMALIDADE PASSA A ENTEDIAR?

    Como uma droga, o estresse vicia...

    Na fase de baixa ou de depressão orgânica do estresse quando a “coisa” começa a pegar todo mundo almeja ir para um lugar e descansar, relaxar. No entanto, logo depois de algumas horas ou de poucos dias o sujeito passa a se entediar e não vê a hora de voltar ao batente. Isso, quando consegue realmente se desligar durante o repouso.

Daí vem a pergunta: Será que estou viciado em situações que levam ao estresse?

    Podemos dizer que sim, pois os hormônios liberados durante a reação de estresse criam uma situação de aumento de criatividade e de resolução de situações fora do antigo comum e a pessoa, sem perceber, passa a buscar mais adrenalina e outros hormônios liberados nessas situações até em momentos de lazer: esportes radicais ou perigosos, entretenimentos com elevado teor de clima de suspense, terror etc.

     Há um risco de se criar dependência química nas fases de depressão energética e física pós estresse. Muitas pessoas passam a se dopar com estimulantes para levar um simples e corriqueiro cotidiano tornando o seu futuro mais perigoso.

    Entrar em qualquer situação desse tipo que vicia é muito fácil; sair, é complicado principalmente devido a dois fatores: falta de vontade e desonestidade de propósitos.

As pessoas mentem para si mesmas e para os outros quando dizem que não são capazes de sair de uma determinada situação viciosa; na verdade, elas desejam continuar nela.

     Eliminar o vício do estresse crônico exige discernimento, boa vontade e capacidade de executar. De fato, não é para qualquer um não...

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Não ensine a criança a adoecer

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