A CULTURA DA DEPRESSÃO
Estatísticas mostram que conviver com pai ou mãe depressivos aumenta em 2 a 4 vezes sua chance de sofrer do mesmo problema.
Razões?
Esse assunto raramente é abordado por esse foco; mas como as outras doenças; a depressão também é aprendida; a alta concentração de depressão numa mesma família é fruto muito mais de aprendizagem do que herança genética. Claro que algumas pessoas já nascem com tendência; e muitas são diagnosticadas de forma precoce pela própria família; pena que sem lucidez: - Que olhos tristes (ou que ar triste) têm essa criança! Pronto, acaba de ser diagnosticado um futuro candidato a superar o drama da depressão ao longo da existência; mas, o que se faz para evitar ou minorar o problema que surgirá? – Nada ou quase nada; pois poucos se interessam pela educação no sentido real: razões do viver e do progredir (sem o conceito de evolução; a vida perde o sentido, completamente – viver para que?); claro que, é mais cômodo empurrar a vida com a barriga: usar e abusar das desculpas e justificativas de estar em deprê.
Vamos ousar: na vida contemporânea somos depressivos de alguma forma; é inevitável, é cultural; claro que nem todos nós vamos incorporar o clássico: Oh! Vida! Oh dor! Ninguém me ama! Ninguém me quer! Estou de mal da vida! Assim, não brinco mais! – nem viver com cara de coitado o tempo todo; pois somos burros; mas nem tanto, pois ninguém agüenta carregar uma mala sem alça a vida inteira...
A armadilha está montada pelas nossas tortuosas mentes: Predomina a depressão atípica camuflada nas desculpas da vida moderna: não agüento mais...
Levanta a mão quem não está sentindo em algum momento do dia ou ciclos mais longos, semana ou meses:
Um cansaço infernal. Sono conturbado ou insônia. Perda de memória. Gastrite. Refluxo. Alergias. Intolerância aos em torno. Medo. Ansiedade injustificada. Pressa. Irritabilidade. Insegurança. Angustia. Respiração curta. Dores pelo corpo. Artralgias. Coceiras e dermatites, etc.
Levanta a mão quem não usa a deprê como desculpa para suas frustrações, justificativa para seus fracassos, tentativa desesperada de ser amado, etc.
Ainda bem que a maioria de nós apenas estamos deprê – não somos deprê; porém água mole em pedra dura tanto bate até que fura; quem não criar juízo vai deixar de estar deprê e tornar-se de fato depressivo de carteirinha.
Alguns ativistas depressivos logo vão criar o movimento: “Depressivos unidos jamais serão vencidos” – Fora a ditadura dos saudáveis e motivados! – Nós somos a maioria; portanto, os normais somos nós...
Espelho, espelho meu, existe alguém mais depressivo do que eu?
Coitadas das crianças – Mas, ninguém mandou nascer num hospício chamado Terra.
Vai um prozac aí?
Não – obrigado; estou tomando serotonina na veia.
Brincadeiras á parte; o único caminho para que nos tornemos saudáveis, é a educação íntima baseada em valores cósmicos e compartilhada com nossas crianças.
Para que deixemos de ser crianças birrentas (marca registrada do deprê) – vamos fazer um acordo com Papai do Céu: Deus, toca o dedinho aqui – não estamos mais de mal – vamos fazer as pazes...
Paz.
Minha lista de blogs
sábado, 1 de agosto de 2009
sexta-feira, 31 de julho de 2009
ADEUS A UM AMIGO - OU A UMA ANTIGA FORMA DE LEITURA DA VIDA?
ADEUS A UM AMIGO
Recebi a triste notícia da “passagem” de um amigo. Claro que fiquei chocado; mas aproveitei para rever meu conceito de amigo; colega; companheiro de viagem, etc.
O colega de início de profissão como médico que mudou de CEP cósmico, trouxe á minha consciência uma série de indagações:
De que forma, eu o compreendi quando na juventude?
O CDF chato que levava a vida demais a sério; junto com seus amigos “cabaços” no linguajar dos arroubados jovens metidos a sabichões da arte e viver na época? – Mas, como não compreendi que era uma alma tão boa; que não se recusava a me emprestar seus cadernos de anotações em sala de aula; para que eu os pudesse xerocar em véspera de prova; mesmo me dizendo que nunca mais iria fazê-lo; ele teimava em se comportar como um pai: “Arrepiu, é a última vez”!
Quem acertou?
Quem se enganou na forma de ver e sentir a alma, desse, hoje, amado?
Por que antes ignorado; e hoje depois de morto para a maioria; amado?
Ele tentava nos mostrar o caminho do meio – não o da mediocridade e do meio termo – o da sabedoria.
Com certeza ele estava certo na leitura de vida e eu ainda iludido...
Ele não era o babaca e eu o sábio; ao contrário...
Pena; sei lá; pois cada coisa em seu devido momento; e antes tarde do que nunca diz o ditado eu o tenha compreendido em atraso; mesmo quando há poucos meses, ele tentou uma aproximação que não deu certo mais por minha culpa. O que será que meu amigo estava precisando de mim? – Um ouvido amigo? – Um aconchego? – confesso em publico que falhei em não encontrar espaço no meu inútil tempo; para ouvir e conviver com alguém que buscava uma reaproximação; não interessa como e por que - talvez para dividir com este sofredor suas dificuldades; se é que ele as tinha - Como vou saber; se perdi a oportunidade de descobrir?
Pensando bem; que raras vezes ainda fazemos:
Hoje o compreendo: E, nada a ver com foi: que isso fique bem claro para quem lê minhas reflexões.
Uma alma que poucas vezes, ou nunca, elevou a voz para determinar sua posição; ele colocava a todos nós através da postura no dia a dia, sua forma de viver de maneira simples e clara – é lógico que ele tinha seus problemas de todos os tipos; como nós todos; mas, nunca o vi tentar superar isso com o que fazia a maioria de nós: farra, bebidas, drogas (sim drogas lícitas ou não).
A seus amigos, familiares e pacientes; Eu na minha humilde condição de retardatário da compreensão de seu valor; solicito que enviem vibrações de respeito e amor a esse ícone da verdadeira arte se ser médico; um dos muitos que estão por aí – os ignorados...
Que todos nós que convivemos com ele possamos aprender algo com a emoção de sua partida – Precoce? – Quem sabe?
Para os leitores que não podem aquilatar o valor do ser simples, honesto e justo como médico: aprendam a viver um dia, após o outro com suas doenças; e a relevar a incompreensão nos momentos mais sofridos de suas vidas, acuados por exames e propostas de tratamento de suas doenças e pesares.
Quem foi o “Mestre Barba”? – Muitos de nós o chamávamos assim; sem aquilatar o verdadeiro sentido da palavra mestre.
Não devo comentar sobre meu amigo; sua tarefa de vida, nem sei se está no google; mas de uma coisa tenho certeza: se morrer mais alguém dessa turma de forma prematura (?) – nem todos estarão na minha galeria de ídolos.
Meu propósito nesta homenagem e réquiem é: Valorizemos nossos amigos de hoje. Quem está ombreando conosco? Quais os interesses em jogo? Interesses; e daí?
Vai fundo nesta nova vida; Barba!
Nós que aqui ficamos, precisamos ainda de tua ajuda!
Recebi a triste notícia da “passagem” de um amigo. Claro que fiquei chocado; mas aproveitei para rever meu conceito de amigo; colega; companheiro de viagem, etc.
O colega de início de profissão como médico que mudou de CEP cósmico, trouxe á minha consciência uma série de indagações:
De que forma, eu o compreendi quando na juventude?
O CDF chato que levava a vida demais a sério; junto com seus amigos “cabaços” no linguajar dos arroubados jovens metidos a sabichões da arte e viver na época? – Mas, como não compreendi que era uma alma tão boa; que não se recusava a me emprestar seus cadernos de anotações em sala de aula; para que eu os pudesse xerocar em véspera de prova; mesmo me dizendo que nunca mais iria fazê-lo; ele teimava em se comportar como um pai: “Arrepiu, é a última vez”!
Quem acertou?
Quem se enganou na forma de ver e sentir a alma, desse, hoje, amado?
Por que antes ignorado; e hoje depois de morto para a maioria; amado?
Ele tentava nos mostrar o caminho do meio – não o da mediocridade e do meio termo – o da sabedoria.
Com certeza ele estava certo na leitura de vida e eu ainda iludido...
Ele não era o babaca e eu o sábio; ao contrário...
Pena; sei lá; pois cada coisa em seu devido momento; e antes tarde do que nunca diz o ditado eu o tenha compreendido em atraso; mesmo quando há poucos meses, ele tentou uma aproximação que não deu certo mais por minha culpa. O que será que meu amigo estava precisando de mim? – Um ouvido amigo? – Um aconchego? – confesso em publico que falhei em não encontrar espaço no meu inútil tempo; para ouvir e conviver com alguém que buscava uma reaproximação; não interessa como e por que - talvez para dividir com este sofredor suas dificuldades; se é que ele as tinha - Como vou saber; se perdi a oportunidade de descobrir?
Pensando bem; que raras vezes ainda fazemos:
Hoje o compreendo: E, nada a ver com foi: que isso fique bem claro para quem lê minhas reflexões.
Uma alma que poucas vezes, ou nunca, elevou a voz para determinar sua posição; ele colocava a todos nós através da postura no dia a dia, sua forma de viver de maneira simples e clara – é lógico que ele tinha seus problemas de todos os tipos; como nós todos; mas, nunca o vi tentar superar isso com o que fazia a maioria de nós: farra, bebidas, drogas (sim drogas lícitas ou não).
A seus amigos, familiares e pacientes; Eu na minha humilde condição de retardatário da compreensão de seu valor; solicito que enviem vibrações de respeito e amor a esse ícone da verdadeira arte se ser médico; um dos muitos que estão por aí – os ignorados...
Que todos nós que convivemos com ele possamos aprender algo com a emoção de sua partida – Precoce? – Quem sabe?
Para os leitores que não podem aquilatar o valor do ser simples, honesto e justo como médico: aprendam a viver um dia, após o outro com suas doenças; e a relevar a incompreensão nos momentos mais sofridos de suas vidas, acuados por exames e propostas de tratamento de suas doenças e pesares.
Quem foi o “Mestre Barba”? – Muitos de nós o chamávamos assim; sem aquilatar o verdadeiro sentido da palavra mestre.
Não devo comentar sobre meu amigo; sua tarefa de vida, nem sei se está no google; mas de uma coisa tenho certeza: se morrer mais alguém dessa turma de forma prematura (?) – nem todos estarão na minha galeria de ídolos.
Meu propósito nesta homenagem e réquiem é: Valorizemos nossos amigos de hoje. Quem está ombreando conosco? Quais os interesses em jogo? Interesses; e daí?
Vai fundo nesta nova vida; Barba!
Nós que aqui ficamos, precisamos ainda de tua ajuda!
quinta-feira, 30 de julho de 2009
HIPOCONDRIA DIGITAL - CUIDADO PARA NÃO SER DELETADO
Hipocondríaco digital? – Ninguém merece!
A NET veio democratizar o conhecimento em todos os sentidos; até na área médica. Salutar que as pessoas se informem sobre seus diagnósticos e tratamentos; com isso, médicos e pacientes devem ganhar em qualidade de raciocínio crítico; esperamos que a tradicional frase: - “Doutor o senhor é minha última esperança, estou em suas mãos”! – desapareça de vez dos consultórios.
Claro que a informação disponibilizada sobre diagnósticos e tratamentos é um salto e tanto em qualidade; pois a ignorância permite explorações de todos os tipos e transforma uma lagartixa em enorme crocodilo.
Mas, temos que ser realistas: nessa revolução vão surgir muitos hipocondríacos digitais – e se agüentar um analógico já é um teste e tanto; suportar um digital é dose.
Paciente: aliado ou adversário?
Além disso, também é de se esperar turbulência nesta fase; e um dos problemas será o abalo na já tão combalida relação entre médicos e pacientes carcomida pelo sistema de convênios; formação médica atrelada á indústria farmacêutica e do diagnóstico; e o descaso da política coletiva de saúde em oferecer melhor condição de trabalho aos profissionais.
Saúde estilo Mac Donald.
Usemos de bom senso:
O atendimento médico continuará no estilo “fast-agilizado”, pois, o médico é pessoa comum, que come, dorme; sofre das mesmas necessidades de sobrevivência do que os outros; e precisa além de tudo: apresentar um status, pois para os pacientes, isso é indicativo de sua qualidade profissional; como $ não nasce em árvore e vive do seu trabalho; no mundo atual tempo é $, o atendimento médico virou linha de produção de diagnósticos e tratamentos; isso era e continuará sendo inevitável, pois tudo conspira a favor; são as engrenagens do sistema.
Como funciona esse sistema para ontem?
Como nas outras atividades da vida o atravessador é que lucra; sempre.
Segundo a ótica do paciente:
Ele paga muito ao convênio, daí sente-se no direito de fazer puericultura adulta (marcar ponto, todo mês no consultório para medir a pressão e repetir medições) exigir tudo quanto é tipo de exames para justificar o gasto – como a vida é pontual (quem procura acha; até o que não deveria), muitos pagam caro pela “gula” e descobrem em resultados nem sempre confiáveis alterações que trouxeram desde o nascer; morreriam com 500 anos de idade; caso não soubessem desse fato.
Segundo a ótica do médico:
Ele recebe honorários insuficientes, glosados até onde seja possível; pagamentos protelados, etc. Claro que há muitos profissionais cujo caráter deixa a desejar – e nessa briga de cachorro grande sobra para os profissionais honestos e para os pacientes.
Ouvir a queixa do paciente sem olhar para ele pode tornar-se uma kármica rotina para profissionais: desalentados, depressivos, quase em pânico para pagar as contas e para sustentar os sócios FP: IR, INSS, ISS, SINDICATOS; taxas de todos os tipos; aluguel, conta de água, luz, condomínio ou IP, contador, manutenção de sistema digital para trabalhar com convênios; pagar os juros do cheque especial quando os convênios não pagam no dia certo – além de suprir todas as despesas do dia a dia como todas as pessoas – Médicos tem mulher, filhos, sogra, cunhados, vizinhos, etc. - além disso, tem que encaixar mais consulta para suprir os horários das pessoas que marcam e não aparecem (mais comum do que se imagina) e se todos aparecem a reclamação é vampirizante – que o digam todos os profissionais de qualquer área: transformar sua profissão de ideal em rotina para suprir $ pra honrar as contas, aliena.
Ninguém merece uma mala sem alça (doente digitalizado).
Convenhamos, sejamos justos:
Nessa rotina infernal, agüentar um hipocondríaco digital é dose pra leão, ninguém merece.
Apenas para descontrair: imagine um cliente de advogado que fez a maior besteira do mundo, está prestes a ser enquadrado e quer discutir lei e ainda bancando o Ruy Barbosa; e o fulano é mais “duro” do que uma porta; não tem um tostão furado – é fácil adivinhar seu destino (em teoria: cadeia) – com as devidas ressalvas médicas: caixão...
Sem dúvida que, o conhecimento de causa para os doentes trará muitos ganhos.
Com a ajuda da NET a medicina vai descer do pedestal de senhora da vida e da morte para assumir o papel de educadora para a saúde. A cada dia fica mais evidente que no ser humano a padronização não dá certo; pois somos seres individualizados; daí, nossas doenças e tratamento não pode ser tão padronizado como deseja a indústria da cura.
Especialistas em enrolação.
Há uma outra complicação: num mundo cada vez mais digital surgem especialistas na NET para resolver tudo – mas, suas soluções ainda nada têm de criativas além de remédios e enrolação em doses cavalares.
Apenas para ilustrar:
O que caracteriza um hipocondríaco?
Tem pensamentos recorrentes sobre doenças e medo de tê-las (TOC).
Hiper valoriza sensações físicas que para ouras pessoas são normais.
Associa suas sensações físicas a doenças graves.
Toma remédios por conta própria ou por medo, não toma remédio algum.
Vassourinha de consultório - vive e médico em médico; faz muitos exames e, quando recebe o diagnóstico de que está tudo bem, fica tranqüilo apenas no momento, logo passa a procurar novas doenças.
Procura se informar sobre as doenças e, quando lê que um famoso teve a enfermidade começa a sentir os mesmos sintomas.
Como lidar com o hipocondríaco? Entrar no jogo ou desvalorizar de vez seus sintomas?
Como agir frente ao hipocondríaco digital?
Confesso que estou perdido, ainda não consegui definir uma política de ação – cada um é cada um.
Será a solução?
Fiquei admirado ao tomar conhecimento da forma como atua uma colega; ela faz questão de levar alguns pacientes até o elevador, aperta o botão e pede para que nunca mais a procurem – Seu consultório está vazio? – Não! – Pasmem, para marcar consulta com ela só após janeiro de 2010 – Encaixes? Nem por milagre; se a secretária ousar está despedida.
Não é do meu perfil; realmente não consigo ainda fazer isso – Mas, se esse for o caminho quem sabe um dia eu consiga.
Nossos conflitos íntimos aumentam na velocidade dos megabytes.
Bem vindos ao mundo digital.
Haja conflitos e paciência.
É ou tenta ser um hipocondríaco digital? – Cuidado para não ser deletado!
Paz.
A NET veio democratizar o conhecimento em todos os sentidos; até na área médica. Salutar que as pessoas se informem sobre seus diagnósticos e tratamentos; com isso, médicos e pacientes devem ganhar em qualidade de raciocínio crítico; esperamos que a tradicional frase: - “Doutor o senhor é minha última esperança, estou em suas mãos”! – desapareça de vez dos consultórios.
Claro que a informação disponibilizada sobre diagnósticos e tratamentos é um salto e tanto em qualidade; pois a ignorância permite explorações de todos os tipos e transforma uma lagartixa em enorme crocodilo.
Mas, temos que ser realistas: nessa revolução vão surgir muitos hipocondríacos digitais – e se agüentar um analógico já é um teste e tanto; suportar um digital é dose.
Paciente: aliado ou adversário?
Além disso, também é de se esperar turbulência nesta fase; e um dos problemas será o abalo na já tão combalida relação entre médicos e pacientes carcomida pelo sistema de convênios; formação médica atrelada á indústria farmacêutica e do diagnóstico; e o descaso da política coletiva de saúde em oferecer melhor condição de trabalho aos profissionais.
Saúde estilo Mac Donald.
Usemos de bom senso:
O atendimento médico continuará no estilo “fast-agilizado”, pois, o médico é pessoa comum, que come, dorme; sofre das mesmas necessidades de sobrevivência do que os outros; e precisa além de tudo: apresentar um status, pois para os pacientes, isso é indicativo de sua qualidade profissional; como $ não nasce em árvore e vive do seu trabalho; no mundo atual tempo é $, o atendimento médico virou linha de produção de diagnósticos e tratamentos; isso era e continuará sendo inevitável, pois tudo conspira a favor; são as engrenagens do sistema.
Como funciona esse sistema para ontem?
Como nas outras atividades da vida o atravessador é que lucra; sempre.
Segundo a ótica do paciente:
Ele paga muito ao convênio, daí sente-se no direito de fazer puericultura adulta (marcar ponto, todo mês no consultório para medir a pressão e repetir medições) exigir tudo quanto é tipo de exames para justificar o gasto – como a vida é pontual (quem procura acha; até o que não deveria), muitos pagam caro pela “gula” e descobrem em resultados nem sempre confiáveis alterações que trouxeram desde o nascer; morreriam com 500 anos de idade; caso não soubessem desse fato.
Segundo a ótica do médico:
Ele recebe honorários insuficientes, glosados até onde seja possível; pagamentos protelados, etc. Claro que há muitos profissionais cujo caráter deixa a desejar – e nessa briga de cachorro grande sobra para os profissionais honestos e para os pacientes.
Ouvir a queixa do paciente sem olhar para ele pode tornar-se uma kármica rotina para profissionais: desalentados, depressivos, quase em pânico para pagar as contas e para sustentar os sócios FP: IR, INSS, ISS, SINDICATOS; taxas de todos os tipos; aluguel, conta de água, luz, condomínio ou IP, contador, manutenção de sistema digital para trabalhar com convênios; pagar os juros do cheque especial quando os convênios não pagam no dia certo – além de suprir todas as despesas do dia a dia como todas as pessoas – Médicos tem mulher, filhos, sogra, cunhados, vizinhos, etc. - além disso, tem que encaixar mais consulta para suprir os horários das pessoas que marcam e não aparecem (mais comum do que se imagina) e se todos aparecem a reclamação é vampirizante – que o digam todos os profissionais de qualquer área: transformar sua profissão de ideal em rotina para suprir $ pra honrar as contas, aliena.
Ninguém merece uma mala sem alça (doente digitalizado).
Convenhamos, sejamos justos:
Nessa rotina infernal, agüentar um hipocondríaco digital é dose pra leão, ninguém merece.
Apenas para descontrair: imagine um cliente de advogado que fez a maior besteira do mundo, está prestes a ser enquadrado e quer discutir lei e ainda bancando o Ruy Barbosa; e o fulano é mais “duro” do que uma porta; não tem um tostão furado – é fácil adivinhar seu destino (em teoria: cadeia) – com as devidas ressalvas médicas: caixão...
Sem dúvida que, o conhecimento de causa para os doentes trará muitos ganhos.
Com a ajuda da NET a medicina vai descer do pedestal de senhora da vida e da morte para assumir o papel de educadora para a saúde. A cada dia fica mais evidente que no ser humano a padronização não dá certo; pois somos seres individualizados; daí, nossas doenças e tratamento não pode ser tão padronizado como deseja a indústria da cura.
Especialistas em enrolação.
Há uma outra complicação: num mundo cada vez mais digital surgem especialistas na NET para resolver tudo – mas, suas soluções ainda nada têm de criativas além de remédios e enrolação em doses cavalares.
Apenas para ilustrar:
O que caracteriza um hipocondríaco?
Tem pensamentos recorrentes sobre doenças e medo de tê-las (TOC).
Hiper valoriza sensações físicas que para ouras pessoas são normais.
Associa suas sensações físicas a doenças graves.
Toma remédios por conta própria ou por medo, não toma remédio algum.
Vassourinha de consultório - vive e médico em médico; faz muitos exames e, quando recebe o diagnóstico de que está tudo bem, fica tranqüilo apenas no momento, logo passa a procurar novas doenças.
Procura se informar sobre as doenças e, quando lê que um famoso teve a enfermidade começa a sentir os mesmos sintomas.
Como lidar com o hipocondríaco? Entrar no jogo ou desvalorizar de vez seus sintomas?
Como agir frente ao hipocondríaco digital?
Confesso que estou perdido, ainda não consegui definir uma política de ação – cada um é cada um.
Será a solução?
Fiquei admirado ao tomar conhecimento da forma como atua uma colega; ela faz questão de levar alguns pacientes até o elevador, aperta o botão e pede para que nunca mais a procurem – Seu consultório está vazio? – Não! – Pasmem, para marcar consulta com ela só após janeiro de 2010 – Encaixes? Nem por milagre; se a secretária ousar está despedida.
Não é do meu perfil; realmente não consigo ainda fazer isso – Mas, se esse for o caminho quem sabe um dia eu consiga.
Nossos conflitos íntimos aumentam na velocidade dos megabytes.
Bem vindos ao mundo digital.
Haja conflitos e paciência.
É ou tenta ser um hipocondríaco digital? – Cuidado para não ser deletado!
Paz.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
PEQUENOS GESTOS - GRANDES FEITOS
Vivendo e aprendendo.
Nos preocupamos com grandes empreitadas e realizações; mas, nos pequenos gestos e nas atitudes diárias quase imperceptíveis, está o segredo de viver bem na intimidade e no coletivo.
Compartilho com os amigos uma experiência que vivi hoje – Quarta –feira (por comodidade e para desestressar do trânsito) é meu dia de deixar o carro em casa e usar metrô e trolébus para ir trabalhar em SBC. Dia chuvoso, trens atrasados, na entupida estação Sé, que não consegue dar vazão aos que farão translado, pois as composições já chegam do Tucuruvi lotadas (bastaria cada dez minutos liberar uma a partir dali, que esvaziaria um pouco a lotação do local (muitos seguram as portas, aumentando o atraso; os que não conseguem entrar ficam prestes a cair nos trilhos, basta que uma pessoa mais descontrolada force a situação – Mas, tudo tem seu lado bom; e nessa situação, a vantagem é não precisar andar; somos carregados – Mas, na estação e durante parte do percurso a energia negativa das pessoas estava a mil – claro que se você der sorte cai num vagão com gente mais descontraída e até brincalhona ou pessoas que viajam lendo a Bíblia, outros dá para perceber que estão vibrando positivamente – Enfim, a ecologia vibracional é variada e rica em aprendizado quando estamos "ligados" em aprender.
No trólebus surgiu uma situação inusitada: Há uma cartaz alertando as pessoas que só é permitido embarcar com bilhete e proibido dar carona – logo depois da partida, uns 4 pontos á frente, entra um senhor que falou de forma um pouo rude e bem alto: - Motorista me dá carona que estou sem dinheiro e atrasado! – Os outros passaram, e logo o motorista não argumentou nem discutiu; liberou a catraca e o senhor agradeceu: Obrigado! – o motorista apenas disse num tom que mais parecia um pai amoroso dizendo a um filho: Quando temos compromissos precisamos acordar mais cedo; principalmente se esquecemos o dinheiro da passagem! – a viagem transcorreu calma e tranqüila.
A forma como o motorista fluiu pela situação criou um ambiente de calma e energia positiva que todos sem o saber puderam compartilhar. Caso o motorista tivesse seguido a norma ao pé da letra, teria se recusado e lógico que a pessoa, também sem saber, iria contaminar o ambiente com energias de raiva, desalento e frustração; humilhado, poderia sair dali e atrapalhar seu dia e o de outras pessoas; pois, já estava atrasado para o trabalho; dali em diante tudo poderia dar mais errado ainda e, iria criar desavenças.
Esse pequeno gesto de boa vontade e de sabedoria do profissional trouxe um ganho para sua paz e a de todos; até a empresa saiu ganhando, mesmo transportando um passageiro de graça, pois o ambiente ficou favorável e as pessoas passam a reter boa impressão a respeito da qualidade do serviço prestado.
Quando a maior parte de nós estiver atenta á prática diária de pequenos gestos de boa vontade mudaremos o mundo, isso treinado, podemos agir como o motorista que sem esforço algum transformou-se num pacificador.
Claro que há situações e situações, casos e casos. Mas, em muitos momentos, vale mais ceder do que confrontar direitos e deveres. A saúde e o bem estar de todos: agradece.
Nos preocupamos com grandes empreitadas e realizações; mas, nos pequenos gestos e nas atitudes diárias quase imperceptíveis, está o segredo de viver bem na intimidade e no coletivo.
Compartilho com os amigos uma experiência que vivi hoje – Quarta –feira (por comodidade e para desestressar do trânsito) é meu dia de deixar o carro em casa e usar metrô e trolébus para ir trabalhar em SBC. Dia chuvoso, trens atrasados, na entupida estação Sé, que não consegue dar vazão aos que farão translado, pois as composições já chegam do Tucuruvi lotadas (bastaria cada dez minutos liberar uma a partir dali, que esvaziaria um pouco a lotação do local (muitos seguram as portas, aumentando o atraso; os que não conseguem entrar ficam prestes a cair nos trilhos, basta que uma pessoa mais descontrolada force a situação – Mas, tudo tem seu lado bom; e nessa situação, a vantagem é não precisar andar; somos carregados – Mas, na estação e durante parte do percurso a energia negativa das pessoas estava a mil – claro que se você der sorte cai num vagão com gente mais descontraída e até brincalhona ou pessoas que viajam lendo a Bíblia, outros dá para perceber que estão vibrando positivamente – Enfim, a ecologia vibracional é variada e rica em aprendizado quando estamos "ligados" em aprender.
No trólebus surgiu uma situação inusitada: Há uma cartaz alertando as pessoas que só é permitido embarcar com bilhete e proibido dar carona – logo depois da partida, uns 4 pontos á frente, entra um senhor que falou de forma um pouo rude e bem alto: - Motorista me dá carona que estou sem dinheiro e atrasado! – Os outros passaram, e logo o motorista não argumentou nem discutiu; liberou a catraca e o senhor agradeceu: Obrigado! – o motorista apenas disse num tom que mais parecia um pai amoroso dizendo a um filho: Quando temos compromissos precisamos acordar mais cedo; principalmente se esquecemos o dinheiro da passagem! – a viagem transcorreu calma e tranqüila.
A forma como o motorista fluiu pela situação criou um ambiente de calma e energia positiva que todos sem o saber puderam compartilhar. Caso o motorista tivesse seguido a norma ao pé da letra, teria se recusado e lógico que a pessoa, também sem saber, iria contaminar o ambiente com energias de raiva, desalento e frustração; humilhado, poderia sair dali e atrapalhar seu dia e o de outras pessoas; pois, já estava atrasado para o trabalho; dali em diante tudo poderia dar mais errado ainda e, iria criar desavenças.
Esse pequeno gesto de boa vontade e de sabedoria do profissional trouxe um ganho para sua paz e a de todos; até a empresa saiu ganhando, mesmo transportando um passageiro de graça, pois o ambiente ficou favorável e as pessoas passam a reter boa impressão a respeito da qualidade do serviço prestado.
Quando a maior parte de nós estiver atenta á prática diária de pequenos gestos de boa vontade mudaremos o mundo, isso treinado, podemos agir como o motorista que sem esforço algum transformou-se num pacificador.
Claro que há situações e situações, casos e casos. Mas, em muitos momentos, vale mais ceder do que confrontar direitos e deveres. A saúde e o bem estar de todos: agradece.
domingo, 26 de julho de 2009
H1N1 - CADA UM SALVE O SEU
QUEM TEM - TEM – O SEGURO MORREU DE VELHO – NÃO DE H1N1
Pessoal:
ATCHIM!
Melhor seguir as recomendações do Ministério da Doença, sob o comando do Ministro Temporão (antes tarde do que nunca) a respeito das possibilidades de contágio com relação á H1N1.
Fiquem espertos:
NA DÚVIDA SOBRE O QUE FAZER:
Fiquem espertos salvem seus valores, sua vida.
Evitem aglomerações – mas, cuidado com as auto-baladas nos becos da vida.
Não confiem automaticamente na ajuda do governo e muito menos da espiritualidade (eles pouco tem a ver com nossa falta de qualidade).
Remédios nunca foram nem serão confiáveis.
Vacinas? – quem confia?
Façam sua parte: CAIAM FORA.
PREVENÇÃO É ALGO ATIVO E NÃO PASSIVO.
Higiene pessoal nunca fez mal a ninguém – Sexual menos ainda. Não adianta limpar apenas as mãos; escovar até sair sangue – È vital limpar as idéias, intenções e os ideais (para quem já os têm – para o ainda FP – apenas o tempo dirá o que fazer).
Discernir sobre realidade e ilusão; verdade; meias verdades e mentiras; é muito para a pequena cabeça da maioria de nós; portanto, cuidado e juízo – na dúvida caia fora.
Essa piada cósmica que é a H1N1; uma das primeiras; pois muitas mais sérias vão exigir de nós mais senso de humor cósmico; e que me trouxe á lembrança; uma que ouvi há alguns anos; e que serve para ilustrar nossa situação frente aos desmandos das informações e contra - informações.
“Um negão estuprador foi condenado a 25 anos de prisão; quando teve alta (foi libertado); perto da prisão havia sido construído um Shooping – e quando saiu ele foi até ele – mulheres de mini-saia, com quase tudo á mostra; e as tendências do negão afloraram – foi ao banheiro e de repente lá estava um anãozinho (nós- o cidadão que paga impostos) – o negão não agüentou e disse: - vou comer você; não adianta gritar espernear – melhor pagar tudo e ficar quieto – Mas, como vocês anõezinhos são problemáticos pode espalhar por aí que você me comeu – não ligo (pode sonegar).
Passados alguns dias, estava lá um dos anões (sonegador) junto ao outro amigo seu – e de repente, vem chegando o negão e o negão está se aproximando... De repente, um dos anões diz ao outro: - Está vendo aquele negão ali? – o outro diz: estou! – Eu já comi ele! – O outro diz: eu também!
– VAMOS CORRER?
É isso aí pessoal o “Negão” a gripe H1N1 – está chegando!
– Vamos correr?
O ministro Temporão e o Ministério da Saúde dão os guardiões do Shopping
Melhor cair fora!!!
Pessoal:
ATCHIM!
Melhor seguir as recomendações do Ministério da Doença, sob o comando do Ministro Temporão (antes tarde do que nunca) a respeito das possibilidades de contágio com relação á H1N1.
Fiquem espertos:
NA DÚVIDA SOBRE O QUE FAZER:
Fiquem espertos salvem seus valores, sua vida.
Evitem aglomerações – mas, cuidado com as auto-baladas nos becos da vida.
Não confiem automaticamente na ajuda do governo e muito menos da espiritualidade (eles pouco tem a ver com nossa falta de qualidade).
Remédios nunca foram nem serão confiáveis.
Vacinas? – quem confia?
Façam sua parte: CAIAM FORA.
PREVENÇÃO É ALGO ATIVO E NÃO PASSIVO.
Higiene pessoal nunca fez mal a ninguém – Sexual menos ainda. Não adianta limpar apenas as mãos; escovar até sair sangue – È vital limpar as idéias, intenções e os ideais (para quem já os têm – para o ainda FP – apenas o tempo dirá o que fazer).
Discernir sobre realidade e ilusão; verdade; meias verdades e mentiras; é muito para a pequena cabeça da maioria de nós; portanto, cuidado e juízo – na dúvida caia fora.
Essa piada cósmica que é a H1N1; uma das primeiras; pois muitas mais sérias vão exigir de nós mais senso de humor cósmico; e que me trouxe á lembrança; uma que ouvi há alguns anos; e que serve para ilustrar nossa situação frente aos desmandos das informações e contra - informações.
“Um negão estuprador foi condenado a 25 anos de prisão; quando teve alta (foi libertado); perto da prisão havia sido construído um Shooping – e quando saiu ele foi até ele – mulheres de mini-saia, com quase tudo á mostra; e as tendências do negão afloraram – foi ao banheiro e de repente lá estava um anãozinho (nós- o cidadão que paga impostos) – o negão não agüentou e disse: - vou comer você; não adianta gritar espernear – melhor pagar tudo e ficar quieto – Mas, como vocês anõezinhos são problemáticos pode espalhar por aí que você me comeu – não ligo (pode sonegar).
Passados alguns dias, estava lá um dos anões (sonegador) junto ao outro amigo seu – e de repente, vem chegando o negão e o negão está se aproximando... De repente, um dos anões diz ao outro: - Está vendo aquele negão ali? – o outro diz: estou! – Eu já comi ele! – O outro diz: eu também!
– VAMOS CORRER?
É isso aí pessoal o “Negão” a gripe H1N1 – está chegando!
– Vamos correr?
O ministro Temporão e o Ministério da Saúde dão os guardiões do Shopping
Melhor cair fora!!!
Assinar:
Postagens (Atom)
Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer
Pequenos descuidos, grandes problemas
Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo