sexta-feira, 10 de julho de 2009

O800 - CÂNCER

CÂNCER 0800 - REPRESENTAÇÃO FÍSICA DO EU SOU MAIS EU

Para acabar com as doenças: Em 2010 - Vote em mim!

Apesar de todo aparato tecnológico desenvolvido pela ciência a incidência do tão temido câncer aumenta a olhos vistos; e segue num corpo a corpo com as alergias (rinite e sinusite), obesidade e diabetes na luta pelo primeiro lugar no ranking das moléstias mais “cobiçadas” da atualidade; as que dão status; e um até certo lucro social e tributário.
Confie em nós, os que vivem das dificuldades do bem pensar; dá lucro buscar na Net e nos remendos da Constituição os benefícios oferecidos pela política de saúde dos últimos inteligentes desgovernos – Não abra mão do seu direito de portador de câncer! – Eleitor exerça seu privilégio; isso é lutar pela cidadania! Grite alto e em bom som, vá para as ruas e para a frente das assembléias e senados: Portadores de câncer unidos jamais serão vencidos – nem pela morte! – “Não se esqueça de nóis!” – Na próxima eleição vote certo: votem no número 0800-2010, nossos candidatos têm um bom ouvido direito e esquerdo e, eles estarão atentos, ás suas reivindicações; além disso, alguns são beneficiários da moléstia. Contamos com vosso apoio: Se eleitos vamos criar um 0800 direto com a morte, para resolver todos os problemas de câncer...
Votou certo!
Depois de conquistados os benefícios: Não tenha medo.
O câncer é uma doença imemorável (nem o Lula ia redescobrir essa pérola da liguagem), sempre existiu e continuará...; até o final dos tempos onde o ego tenta prevalecer sobre o todo (o resto é intriga da imprensa marrom). Sim, o câncer é a representação física, a materialização, do nosso desejo de melhorar de vida; consumindo tudo a qualquer preço e a qualquer custo; nada a ver com o egoísmo de braços dados com a magoa; isso é intriga da oposição; coisa do demo.

O que afinal é o câncer – senão nóis?
Assistam á bem humorada TV educativa:
O câncer é a maciça proliferação anômala de células que se rebelam. Lutamos contra o câncer desde o nascimento. Essa rebeldia celular é algo tão habitual, que todos padecemos dela várias vezes na vida como o desejo de mudar de pai ou mãe, namorada, time de futebol ou de partido político.

– Correto, todos nós as temos; e ás vezes, desde antes do nascimento!
Essas guerras internas podem ser neutralizadas pelo equilíbrio entre o sistema mental, emocional e afetivo.
Sim, nós podemos morrer de qualquer coisa com mais de cem anos de idade, mesmo sendo portadores de centenas de células rebeldes com potencial cancerígeno.
Em condições normais, quando algumas células dessas resolvem “botar as manguinhas de fora” ativadas pelas contrariedades dos desejos não satisfeitos; o sistema imunológico (algo que representa o Ministério Público – cuidado, pois seu PC da vida pode estar comendo letras e neurônios; e de repente, Ministério Público pode virar mistério publico) atua e as destrói ou neutraliza.

O que eles não podem dizer ainda:
Na atualidade temos um grande problema: o estresse crônico.

A produção de cortisol gerada pelo alerta de perigo constante já atingiu nível imunosupressor; tornando nossa imunidade débil e deficiente; daí o conjunto de células cancerosas faz a festa (farra das passagens para o lado de lá) e forma um tumor.
Estar vivo; é estar em constante perigo, caso contrário o instinto vira preguiça e a inteligência desce para o estômago ou para mais ainda embaixo...

Segundo uma amiga minha que alguns dizem ser um ET:
“Ainda que, ás vezes, trágica a vida do ser quase pensante é uma comédia; e vocês são os melhores”.
“Para vocês o câncer é uma doença politicamente correta”. – “Nós não conseguimos ainda, entender o que seja politicamente correto para vocês – Em nosso mundo é respeito e amor; vocês são diferentes!” – Mas, muito interessantes...
Segundo a TV Senado e similares.
Por exemplo, todos nós temos câncer; mesmo que apenas em potencial; e podemos passar da terceira e até da quarta idade com a ajuda dos programas governamentais para a saúde; desde que não saibamos. Mas, e se não descobrimos essas células encrenqueiras a tempo? E se a Abrinqui ou Abinqi ou sei lá o que; falhar? – Em todas as situações da vida, a ignorância tanto pode ser um bem quanto um mal, a escolher; tal e qual; nossos representantes.

Só é burro quem quer: (leia-se ignorante teimoso no português politicamente correto).
Não saber, pode ser bom - enquanto dure a tolerância á recusa em progredir – Analisemos: Em condições normais nossas células (pessoas) e órgãos (instituições - em minúsculo) obedecem ao comando mental; quando nos é apresentada possibilidade de um tumor; nossa postura psicológica fará toda a diferença; tanto para agravar de vez o problema, quanto para a cura.
Claro que não é fácil sobreviver em bom estado psicológico frente á torturante rotina de consultas médicas, autorizações de convênios, exames (fura daqui, espeta dali; irradia acolá), dúvidas, novos exames opiniões divergentes de profissionais a respeito da melhor conduta terapêutica, palpites das comadres (mídia).
E dá-lhe medo e ansiedade (Vai um Prozac aí?).
Em quem confiar?
Vamos ter que irradiar! – Melhor extirpar tudo! – Vamos matar todas as células cancerígenas! – No seu caso, é mais confiável e seguro (seguro? - sua conta bancária ou a flexibilidade de seu seguro saúde) fazer tudo o que tem direito para matar o bicho.

Complicado? – Nem tanto.
O amigo não tem um seguro - saúde compatível com a gravidade de sua doença? - Sua conta bancária não é obesa? – Então lhe resta o SUS; calma; é SUS – TO (0800 da morte)! – Aprenda a assustar o fantasma da doença com sua fé: Aleluia irmão! – Jesus nos ama! A espiritualidade assim o quis!

Há várias versões e possibilidades para o mesmo fato: todos nós vamos morrer breve; very breve.

Uma questão: com dignidade ou sem ela?
O que é morrer com dignidade (belo tema para reuniões de espiritualistas)? – Desprezar o 0800 da saúde publica e privada (no bom sentido, nada de evacuar suas angústias nela; guarde isso para a urna – eletrônica: - então, melhor fazer usa necessidades fisiológicas antes de cumprir seu dever de cidadão politicamente responsável – evacue suas angústias em casa antes de votar).

Estamos perdidos?
Nem tanto. Por exemplo, ouçamos o que uma médica canadense com coragem acima do normal, disse numa entrevista. Claro que não foi bem o que ela quis dizer; mas em nossa colagem (pegar carona) para bom entendedor, meia palavra basta:
Segundo a médica canadense Dra. Ghislaine Lanctot:
“Quando o tumor é descoberto, oferece-se ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, uma de três “formas de tortura”: amputação (cirurgia), queima (radioterapia) ou envenenamento (quimioterapia). Eu não entendia como num câncer se aplicava a quimioterapia se o que faz é adoecer ainda mais a pessoa que acaba morrendo do mesmo jeito. Oculta-se-lhe que há remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. Depois de 40 anos de “luta intensiva” contra o câncer a taxa de mortalidade por câncer aumentou nos próprios países industrializados. Isso evidencia o fracasso da prevenção e do tratamento. Esbanjaram-se milhares de milhões de euros...; e cresce o número de doentes e de mortes. Sabemos quem criou, sustenta e se beneficia com isso: os que estão por trás da quimioterapia, radioterapia, cirurgia e toda a indústria hospitalar”.

Remendamos sua brilhante e corajosa colocação, com nossas humildes e politicamente corretas observações:
Estar com suspeita de câncer ou com ele declarado é uma experiência e tanto, segundo pessoas que lidaram de forma razoável com o problema. Cada qual vai buscar ou renovar forças mentais dentro de sua visão de mundo; e aceitam o desafio de modificá-la. Alguns se espiritualizam mais; outros mudam o foco das preocupações da antiga forma de viver equilibrando suas emoções e afetos. Sim, o câncer era uma ferramenta especial de reforma; era, pois nesta época já se tornou arroz de festa, pois todo mundo tem ou pode vir a ter. Além disso, o marketing científico diz que quase todos os tipos podem ser curados pela tecnologia atual. Mas, mesmo assim, ainda estar contra a parede: ou muda ou morre; pode ser um upgrade na reciclagem da forma de encarar a vida e de viver; ou não...

Nossos dignos representantes legisladores que apostaram na cancerização dos eleitores acenando com benefícios para os portadores da doença; vão precisar mudar de idéia e fazer lobby para buscar mais eleitores no terreno: do diabetes, das alergias e da obesidade.

Isso que é pensar na saúde.

0800 - Saúde para todos.

Nosso lema para as próximas eleições.
Que doença priorizar escolher para atrair eleitores com relação ao tema saúde?
Aids (já era)? Câncer (arroz de festa)? Depressão (démodé)? Piração total num mundo global? – Haja criatividade para abordar temas de saúde...
A dor de cabeça dos marketeiros dos próximos legisladores e governantes que vão usar a doença como trampolim eleitoral é monumental.

Tudo em nome da saúde:

Não entendeu nada?

Nem eu!

Para referendar as escolhas dos Zé mané da vida publica”, eles vão ter que se virar nos trinta segundos da propaganda eleitoral gratuita. Mas, só os que são formados na universidade da vida publica, os que “ralaram e estudaram feito doidos coisas que nada tem a ver com sua formação e que passaram em todos os concursos e se tornaram FP põem aquilatar (quantos quilates tem suas mordomias?) – Como usar o apoio dessa turma - Os FPs - para conseguir os votos necessários das cobaias?

Como encaixar o câncer no programa Bolsa Doença?

Alguém já ouviu falar em Bolsa doença? – Não? – pois elas existem aos montes – e alguns legisladores em benefício do progresso e da caridade as denominam de bolsa saúde.
Quem tem a receita para não ferir suscetibilidades no canceroso (Ops! Canceroso não é politicamente correto, o ideal é portador de câncer) e na sua família? – Isso vai exigir muitas pós-graduações em
Claro que dependendo de como o doente é visto, o status assume diferentes feições:
– Coitado! – Bem feito essa pessoa é uma craca; mereceu!
Lógico que na vida social e publica o cidadão portador de câncer não tem nem metade das regalias do que tem AIDS; mas já dá para quebrar o galho nas conquista da bolsa – doença.

Sabe fulano? – Está com câncer! – É do bom ou do ruim?

Colocando na ponta do lápis:
Quantas bolsas doenças podem vir juntas? – É possível acumular tempo de serviço e acumulo de cargos? E se eu tiver: AIDS (quem não em hoje? – Quase nada a ver com o coitado do HIV); diabetes, hipertensão, depressão; tendinite; hérnia de disco, obesidade mórbida (qual não é? – Qual a diferença entre cinco ou quinhentos quilos a mais?).
Retornando ao nosso assunto: CÂNCER.
Claro que muitas dúvidas permanecerão; e dentre elas a tônica será o câncer como punição: O QUE FOI QUE EU FIZ? – O QUE ESTÁ CRIATURINHA TÃO LINDINHA QUE NUNCA FEZ MAL A NINGUÉM ESTEJA VIVENDO ESSA PROVAÇÃO?

Claro que todos temos um limite.
Pilantras na existência nem sempre morrem de câncer; cada órgão extirpado é como uma cirurgia moral; mas, nem todas podem dar o resultado esperado.
Se ainda tiver dúvidas – pergunte; questione...

0800-SUS – DISQUE CÂNCER... – O governo federal garante que será atendido após resolver as pendências políticas da gripe suína (nada a ver com a contenda entre a família Sarney e a família Silva; isso é assunto para o MP que trata da doença da ética).

Atchim!
Saúde!

Esse sempre foi o lema da proposta de saúde das pessoas que foram por nós colocadas para resolver nossos problemas no 0800-SUS – Não deixe dívidas para seus sucessores; faça já um plano de caixão de primeira linha com direito a carpideiras e tudo. Vote em nóis...

Do outro lado – ouvem –se sussuros:

0800 - TUDO PELA SAÚDE

A escolha é sua:

Amém.

sábado, 4 de julho de 2009

QUE DELÍCIA DE PNEUMONIA

ESTAR DOENTE É MUITO BOM

ETs descuidados que se aproximarem muito de nós podem ser contaminados; talvez por isso estamos situados aqui na periferia da galáxia; isolados por cinturão de fótons e outros aparatos estelares para espantar viajantes do espaço curiosos.
O manicômio estelar chamado planeta terra interna bilhões de malucos.
Essas roupas metálicas com que se vestem e essas luzes irradiadas por ETs que, são vistos por alguns; ninguém me tira da cabeça que não é moda estelar, é apenas defesa; eles tentam se proteger dos vírus e fungos de burrice que exalamos ao pensar, sentir e agir; isso é altamente contagioso e pasmem: fruto de aprendizado passado de pais para filhos, de geração a geração num “pacote” que apelidamos de educação.
No assunto de hoje do bate papo: saúde e doença; dor e prazer.
Qualquer ser com um mínimo de raciocínio crítico entra em parafuso após analisar como nos relacionamos com a doença e o sofrer. O êxtase dessa maluquice é nossa relação com a morte: fingimos que tentamos a todo custo fugir dela, mas corremos para seus braços alucinadamente na tentativa de aproveitar a vida.
Usando um raciocínio extraterrestre bem simplório: saúde é um bem e doença um mal. Fazemos juras de amor aos nossos filhos; queremos que sejam saudáveis, felizes, pessoas de sucesso; então porque os ensinamos a gostar de ficar doentes?
A coisa chamada educação está ficando perigosa; pois hoje tudo voa.
Repasso uma vivência de trabalho:
Dia destes, um pequeno paciente de 3 anos, um desses guris azuis de mente inquieta, rápida, quase alucinada, como são chamados esses seres, me fez dar boas risadas no consultório. Depois de boas gargalhadas, pois eles têm uma seqüência de cumprimentos que minha pobre coordenação motora não acompanha; e isso para eles é uma farra (dia destes um me disse assim na lata: Tio, você é muito legal; mas muito burro; não consegue nem cumprimentar direito) – Disse a ele: E aí cara – você aqui de novo? – O que está acontecendo? – Está gostando de ficar doente? – Ele ficou com cara de tacho durante alguns segundos; mas logo tirou de letra e rebateu: Como é que você descobriu? – Acho que você é meio mágico!
Conversa vai conversa vem, a mãe se queixou: - Estava em casa prostrado e com febre, foi só chegar aqui que já melhorou (confesso que essa fala de algumas mães, me incomodava – me sentia uma tenda dos milagres sem direito a cobrar pelo meu trabalho) – No decorrer da consulta ele foi entregando o ouro: estava entediado com a escola; a relação com alguns amigos concorrentes não ia lá essas coisas; segundo a visão dele havia um caminhão de motivos para adoecer – de certa forma, sem querer querendo, ele disse ter descoberto que era capaz de adoecer quando estivesse chateado. De forma quase explícita, ele colocou: ali no consultório ele era o rei podia brincar era o centro das atenções e tinha permissão para colocar como estava se sentindo; em sua casa ninguém tinha tempo para ouvi-lo (convenhamos o rapazinho fala muito; morri de dó vendo uma lágrima rolar do olho da mãe – uma das boas alunas do meu curso de educação para a saúde na vida em família – quase chorei junto). Resumindo: o que sempre existiu na educação para a doença, está ficando muito grave; mas, por incrível que pareça a alguns; muito mais fácil de ser resolvido – creio que em pouco tempo ajudaremos esse rapazinho de 3 anos a lidar com saúde e doença de forma menos maluca do que os adultos da atualidade.
Já colocamos isso: como ensinamos nossas crianças a ficarem doentes, em artigos anteriores. Tenho um escrito antigo (uns dez anos) que enviei para uma editora avaliar se publicava ou não; elas têm um grupo que avalia material – enviei o original e ele voltou todo rabiscado com argumentações, tenho certeza que quem leu era um colega que ficou tão irado com o que leu; devo ter pisado em tantos calos, mexido em tantas feridas que me desestimulou a adequá-lo; quem sabe dia destes, eu volto a ele com uma coleção de situações como essa desse guri azul que, não teve medo nenhum de colocar que consegue ficar doente quando deseja e que o sistema é seu melhor aliado.

Retornei ao assunto, pois estou vivendo algumas situações de doença em família onde essa postura é mais do que clara. Pisei feio na bola na educação de meus filhos – Claro que com as devidas ressalvas no tempo e no espaço.

Material para reflexão:
Está doente? Vamos pegar algumas situações sazonais dessas que derrubam: Com gripe? Rinite? Sinusite? Dengue? Faringite? Pneumonia?
O que piora e o que melhora?
Os remédios estão fazendo efeito ou não?
Está de bem com a vida?
Motivado para viver?
O reconhecimento no trabalho veio acompanhado de mais trabalho ou veio junto algum aumento de salário?
Está com vontade de matar o chefe e de implodir a empresa?
Uma de suas razões para viver, é a condição de torcedor do contra ou a favor? Ficou triste pela não comemoração do feriadão da quinta gorda: dia de Manus tristes – ainda está curtindo o feriado do dia de Porcus tristes?
Saiu ileso do último noticiário? – o efeito Lula/Sarney não mexeu com sua saúde?
Se for convidado para uma situação muito motivadora (aquela festa tanto esperada; aquele encontro tão sonhado; uma possibilidade de subir na carreira, a notícia do tão aguardado reconhecimento no trabalho com aumento de salário) – Nessa condição favorável sara rápido?

Novamente nossa recomendação:
Adoeceu?
Tente responder a essas questões:
- O que tento justificar com a doença?
- O que tento ganhar com a moléstia?
- quem desejo punir com a doença?

Pedimos que nos passe a recita de como consegue motivar-se para não ir de uma simples gripe a uma pneumonia?

Saudações.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

AUTOMEDICAÇÃO VOCÊ PODE MORRER DISSO

AUTOMEDICAÇÃO – VOCÊ AINDA VAI MORRER DISSO

Diz o adágio popular que, “de médico e louco, todos temos um pouco”; apenas na atualidade nós exageramos na dose: Os médicos são os piores.
O que não falta no dia a dia são as comadres da medicina a receitar; quando eram chás e mezinhas; tudo bem; porém hoje receitam remédios com a postura de doutores! – Claro que os riscos iriam atingir um estágio perigoso; pois hoje, estamos sob o domínio de drogas tão potentes que são capazes de matar em minutos; como ninguém está aqui de férias – inteligência é para ser usada e desenvolvida; na vida contemporânea os riscos aumentaram, naturalmente; pois hoje as comadres da cura receitam; melhor; repassam o que leram, viram, ouviram na TV ou na Net com a maior displicência: Isso é bom praquilo, etc.
Detesto o dito popular: “Não se fazem mais médicos hoje como antigamente” – Mas, como a voz do povo costumava ser a voz de Deus embora ela nos represente...
Claro que a culpa maior cabe aos que comandam a “indústria de fazer médicos”: Faculdades e Universidades de Medicina e Correlatas - submetidas á indústria da cura (indústria do diagnóstico baseado em tecnologia e indústria farmacêutica).
Hoje é difícil saber quem vai matar mais cobaias: a medicina instituída ou a paralela.
Explico:
Poucos médicos; e raras comadres da medicina pararam para pensar a respeito da realidade da doença, saúde e cura.
Apenas para ilustrar: Imagine uma pessoa cujo organismo físico, mostra que, ao comer determinados alimentos recebe o aviso da inadequação da escolha através de sinais como: azia, dor de estômago, enxaqueca, diarréia...; corre ao médico, e após fazer um monte de exames que pouco ou nada acrescentam ou até subtraem (uma das melhores e mais eficazes maneiras de se adquirir Hepatite C ou infecções por alguns tipos de fungos é fazer endoscopia regularmente para controle de gastrite); ao final o paciente recebe o diagnóstico que, ele mesmo poderia ter feito: Você está com gastrite! (e HOJE, QUEM NÃO ESTÁ?) E ele recebe; ás vezes cara receita para tomar uma série de medicamentos que, funcionam como uma autorização temporária para que continue com os mesmos hábitos, vícios e sem mudar uma vírgula na sua personalidade (raiva, intolerância, impaciência, ansiedade, medo); após o tempo determinado; e de forma mais ou menos aleatória pelo profissional (depende de uma série de necessidades de interesses pessoais e de grupo; vai fazer outra endoscopia para checar a cura – a recaída será logo depois)...
Claro que cada tipo de pessoa com seus problemas; é um universo á parte.
A finalidade deste nosso bate papo envolve um processo de alto risco: a replicação da Influenza A (H1N1).
Vamos alertar novamente:
- Não consulte as comadres dos balcões de farmácia.
- Em caso de febre, mal estar, coriza, diarréia – não tome nada que traga o lema “Foke You” dos amigos do Tio Sam: A PERSISTIREM OS SINTOMAS, UM MÉDICO DEVE SER CONSULTADO” – Não vai dar tempo.
- Não crucifique os médicos plantonistas; chegue no PS com um quadro puro, limpo.
- Quando quiser processar um médico por erro, não esqueça de arrolar suas comadres da medicina.

ENTRE NESSA, A NOVA E MODERNA ONDA É:
- Curta o barato do delírio de uma febrinha da hora. Dizem alguns entendidos que é mais da hora do que viajar no álcool, maconha e outros baratos; o delírio febril é totalmente gratuito. Se vier com uma dorzinha no corpo todo; dizem alguns entendidos que, até dá um certo e relativo prazer; para os com tendências sádicas: quase sexual.
- Espirre até ficar baratinado; tontinho – e de quebra expulse os vírus, fungos e alergénos para o meio ambiente – Se quiser, ajude com soro fisiológico que é um aditivo baratinho.
- Tussa até cansar – Aproveite para fazer uma faxina, principalmente matinal. Naquelas tosses secas, aproveite para aprender o autocontrole – sim ocê é capaz de paralisá-la mano! Através do poder da mente; e de quebra saí do processo mais paciente, tolerante.
- Sinta o prazer de expulsar o muco livrando-se de muitos miasmas...
- O período de convalescença depende das dificuldades particulares – Se quiser e gostar de usar a doença como meio de ser aceito, compreendido e amado: Boa viagem.
- Não se preocupe se não desencarnar nesta; muitas outras estão a caminho.
QUEM SOBREVIER VERÁ... Credo. Detesto essa frase; mas, ela é cada dia; mais verdadeira.

Feliz gripe suína!
Quem sabe seu sistema imunitário pode registrar e antecipar a próxima mutação.

Até mais.

Mas temos um assunto legal para discutir após terminarmos o bate papo deste parar para pensar, e que acabei de ler publicado no caderno Cidades do Diário da Região de São José do Rio Preto – SP – sexta feira, 3 de julho de 2009 – caderno 1 B.
“Hospitais procuram voluntários para estudo inédito do coração”
Pesquisa, realizada em nível mundial, é coordenada em Rio Preto pelo Hospital de Base e pelo IMC. Reportagem de Allan de Abreu. (allan. abreu@diarioweb.com.br)
Quem quiser já pode acessar para inteirar-se - O que estão fazendo com as cobaias é crime irreparável.

Até.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

NEM A CONDIÇÃO ÍNDIGO DESCULPA O DDA

Amigos desculpem a a falha na postagem anterior.
onde está escrito CARNA - leiam e entendam CARONA.
Alguém comeu o O; claro que a responsabilidade é da minha pressa; mas, imaginem que nao sou apenas eu que vivo esse drama - cuidado com o que falam - Há coerência?

Esta mancada veio a calhar. Meu teclado está comendo letras; isso é fato; claro que não vou dizer a marca. Mas, vendo pelo lado positivo, como nos disse um grande Mestre (Jesus): Bem aventurados os aflitos; agrego á sua fala: os aflitos humildes. Meu teclado ansioso está comendo letras; contudo está me ajudando a parar para pensar antes de falar; no caso, antes de publicar.

No tete a tete - Quer ser meu teclado amigo?

Perdão pela falha de DDA.

PEGANDO CARNA NA NET

Quem somos nós?

Na Natureza nada se cria; tudo se transforma, disse o sábio Lavoisier.

Não se trata de copiar; mas de separar o joio do trigo nas informações; o momento atual exige raciocínio rápido e desenvolvimento de bom senso para colar ou agregar a proposta; desde que as fontes sejam preservadas.
Nos dias atuais onde tudo corre de forma célere; nossa mente vive com o freio de mão puxado; quem pensar pouco estará carimbando a passagem para outras escolas planetárias.

Aproveito a carona deste artigo para reforçar aos amigos tudo que há muitos anos tentamos dizer aos nossos pacientes e amigos a respeito da dieta como recurso pedagógico na evolução. No livro “Quem ama cuida “ – Ed. Petit – apresentamos aos leitores uma fórmula simples de progredir como seres humanos usando a dieta. Utilizaremos esta dica como um adendo ao livro.

Colaboração de minha amiga Dra. Mônica Medeiros; dirigente da Casa do Consolador – SP – CAPA DA REVISTA UFO do próximo mês daqui e dos EUA - através do Grupo – Universo de amor.

O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE(300ML)Primeiros 10 minutos:10 colheres de chá de açúcar entram no seu corpo, 100% do recomendado diariamente.Você não vomita imediatamente pelo doce extremo porque o ácido fosfórico corta o gosto.20 minutos:O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura.
(É muito para este momento em particular.)40 minutos:A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea aumenta, o fígado respondebombeando mais açúcar na corrente.Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.45 minutos:O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo.
(Fisicamente, funciona como a heroína.)50 minutos:O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo.As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina.60 minutos:As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.Agora é garantido que eliminará cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam.Conforme a onda abaixa, você sofrerá um choque de açúcar.Ficará irritadiço e sentirá necessidade de tomar mais refrigerante, pois a sensação será de sede e "fome".Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto,coisas das quais farão falta ao seu organismo.Pense nisso antes de beber refrigerantes***Imagine o mal que pode acarretar às crianças, seres em desenvolvimento.
Elas só ingerem refrigerante se um adulto oferecer. Seja responsável.Se não puder evitá-los, modere ao máximo sua ingestão!
E não confunda os refrigerantes de baixa caloria com água.
H2Oh, Aquarius, etc. nunca foram e nem serão água,
mesmo que os fabricantes digam que são água com gásaromatizada.Prefira sucos naturais e água mineral***Seu corpo agradece!***Para maiores informações, assista ao filme"Super Size Me - A dieta do palhaço"

Assistam ao filme.
Se possível retornem dúvidas e críticas.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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