domingo, 1 de dezembro de 2024

 


CRISES OU OPORTUNIDADES DE CRESCIMENTO?

Crise, vem do grego “crino” que quer dizer separar, distinguir, dividir; significa também ponto de separação, divisão, mudança de direção, ponto no tempo no qual se decide se, algo continua, deve ser modificado ou terminar; é momento decisivo; crucial.
Nossa vida é entremeada delas da chegada à saída desta experiência; a estagnação pede seu auxílio como impulso de mudança e, cada uma superada, é a subida de um degrau. – Uma espécie de ressureição. Por exemplo: quem saiu de uma crise profunda de depressão – ressurgiu...

Crises estimulam a autoeducação que, é trabalhar o próprio desenvolvimento, aprendendo a perceber limites; pois vamos até onde é permitido pelo que já nos capacitamos; além disso, cada uma delas como a doença tem a função até de drenar energias em desequilíbrio no corpo físico (somatização).
Esqueça a ilusão da Segurança:
Os que tentarem estacionar numa posição que imaginam confortável, um dia serão convidados a seguir adiante; pois a tendência ao progredir é dominante então cada um de nós vive e viverá seus apocalipses de forma particular consoante suas escolhas.

Sua vida íntima está em crise?
Suas relações pessoais, de trabalho, afetivas estão em crise?
Sua antiga vida parece desmoronar?
Parabéns – você está entrando nas possibilidades da expansão da consciência e grandes mudanças estão a caminho e comece por mudar simples palavras como crises e até catástrofes por OPORTUNIDADES.
No fim das contas algum dia em algum lugar tudo vai dar certo...

 AMOR EXIGE RESPEITO.


Que solicita:
ACEITAÇÃO.

O respeito implica em aceitar o outro como ele é, sem perder esforço e tempo em tentar modificá-lo.
Aceitação não é algo passivo ou imposto.

Aceitar como produto de REFLEXÃO significa não perder tempo tentando modificar o outro sem que ele já o deseje. Pois, só temos o direito de colaborar no mudar dos outros quando eles nos solicitarem e permitirem.

Somente a indução é permitida. Nós podemos e devemos ajudar os outros a se modificarem sem que eles peçam e permitam, apenas através nossa própria mudança íntima que espelha nossa conduta; essa atitude é conhecida como exemplo...

(Extraído do livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão – Dr. Américo Canhoto - Ed. Viseu)

sábado, 30 de novembro de 2024

 

DEZEMBRITE A DOENÇA DAS EXPECTATIVAS

O APRENDIZADO EDUCACIONAL E CULTURAL DA DEPRESSÃO

Estatísticas mostram que conviver com pai ou mãe depressivos aumenta em 2 a 4 vezes sua chance de sofrer do mesmo problema.

Razões?

Esse assunto raramente é abordado por esse foco; pois é mais cômodo colocar a culpa em quem não pode se defender DNA, vírus, fungos, circunstâncias; mas como as outras doenças; a depressão também é aprendida.

A alta concentração de depressão numa mesma família é fruto muito mais de aprendizagem do que herança genética.

Claro que algumas pessoas já nascem com tendência; e muitas sem querer são diagnosticadas de forma precoce pela própria família; pena que sem lucidez:

- Que olhos tristes (ou que ar triste) têm essa criança!

Pronto, acaba de ser diagnosticado um futuro candidato a superar o drama da depressão ao longo da existência; mas, o que se faz para evitar ou minorar o problema que surgirá? – Nada ou quase nada; pois poucos se interessam pela educação no sentido real: razões do viver e do progredir (sem o conceito de evolução; a vida perde o sentido, completamente – viver para que?); claro que, é mais cômodo empurrar a vida com a barriga: usar e abusar das desculpas e justificativas de estar em DEPRÊ.

Vamos cair na real:

Na vida contemporânea somos meio depressivos de alguma forma; é inevitável, é cultural; e até com fechamento de ciclos de EXPECTATIVAS como o fechamento do balanço do ano e o recomeço das expectativas para o próximo; claro que nem todos nós vamos incorporar o clássico: Oh! Vida! Oh dor! Ninguém me ama! Ninguém me quer! Estou de mal da vida! Assim, não brinco mais! – nem viver com cara de coitado o tempo todo.

A armadilha da DEZEMBRITE já está montada: Predomina a depressão atípica camuflada nas desculpas da vida moderna: não aguento mais...

Levanta a mão quem não está sentindo em algum momento do dia ou ciclos mais longos, semana ou meses:

Um cansaço maior quando se aproxima a hora do balancete das promessas de mudança não concretizadas. Sono conturbado ou insônia. Perda de memória. Gastrite. Refluxo. Alergias. Intolerância aos em torno. Medo. Ansiedade injustificada. Pressa. Irritabilidade. Insegurança. Angústia. Respiração curta. Dores pelo corpo. Artralgias. Coceiras, dermatites etc.

Levanta a mão quem não usa a deprê como desculpa para suas frustrações, justificativa para seus fracassos, tentativa desesperada de ser amado etc.

Ainda bem que a maioria de nós apenas ESTAMOS deprê – não SOMOS deprê; porém água mole em pedra dura tanto bate até que fura...

Qual sua sugestão para evitar a DEZEMBRITE?

ELA É QUESTÃO DE ESCOLHA?


 

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

 

A PERCEPÇÃO DA PASSAGEM DO TEMPO DEPENDE DO ESTADO EMOCIONAL DO OBSERVADOR?

O lado subjetivo do tempo faz com que o mesmo observador o perceba passar de forma diferenciada, em diferentes situações, a que possa estar submetido.

No caso, o conceito de perceber a passagem do tempo depende de como ele ordenou a sequência dos eventos.

Exemplo: quando estamos na cidade grande o espaço de tempo linear de um dia necessitaria de pelo menos trinta horas ao invés de 24, para que as expectativas e os prazos estabelecidos fossem cumpridos. E, a mesma pessoa isolada numa fazenda ou num local ermo, após alguns dias lá sofreria de tédio; pois cada um demoraria uma semana para passar.

A diferença nesse caso é a quantidade das expectativas e de prazos num e noutro lugar, e do número de eventos ou experiências a serem ordenadas.

Não somos ainda capazes de isolar nosso estado emocional e afetivo da condição de observador de um evento “espaço-tempo”.

Situações de euforia e de alegria levam o observador a sentir a passagem do tempo de forma rápida, vapt-vupt.

Já as situações opostas tornam o mesmo evento muito lento, uma eternidade.

Um exemplo típico do cotidiano: para quem não gosta muito do que faz, a semana de Segunda a Quinta leva um mês para passar, já da Sexta á tarde até o Domingo parece que o tempo voa, acaba em minutos...

Nas últimas décadas a tecnologia de comunicações cria a cada dia novos artefatos que trazem aos ouvintes, espectadores e internautas, eventos com uma relação de incrível disparidade na relação espaço - tempo.

Situações que ocorrem no outro lado do planeta chegam ao observador quase que em tempo linear real, e de certa forma não nos preparamos para isso; daí o risco de problemas de saúde aumenta dia a dia; pois nossa capacidade de adaptação está em fase de esgotamento.



Como estou a ordenar as experiências e expectativas no espaço/tempo?

 

quinta-feira, 28 de novembro de 2024

 

AUTOVIOLÊNCIA UM TIPO PERIGOSO DE SOMATIZAÇÃO

É a que se volta contra o próprio agente.    

Quando o impulso de reagir ainda é forte e já o identificamos, mas tentamos contê-lo sem que o tenhamos racionalizado; ao invés de agredir ao outro agredimos a nós mesmos, num processo chamado de somatizar ou materializar no corpo físico as doenças. 

Como as doenças das emoções e dos sentimentos se materializam no corpo físico?

Cada conjunto de pensar/sentir/agir emitido é uma energia liberada que se irradia tal e qual uma estação de rádio ou televisão, e que retorna ao agente emissor.

Faz o seguinte trajeto: centros de força, meridianos de acupuntura, sistema nervoso, sistema glandular, todos os outros sistemas, células etc.

Na contenção da onda de agressividade e violência o outro escapa de levar uma surra verbal ou física; mas acaba sobrando para o fígado, o estômago, o coração, a pele..., do agressivo contido, desarticulando, adoecendo.

Fica a questão:

Se ainda for inevitável para nossa condição o que é menos prejudicial e mais fácil de resgatar?

Descarregar em nós mesmos somatizando ou no outro?

Tentar sair pela tangente usando o popular “foda-se” que muitas vezes se torna até um tipo de vingança subliminar?



Qual sua opinião?

 

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