quinta-feira, 24 de outubro de 2024

 A DITADURA DO CONVENCIONAL

Convencionamos o SUCESSO e até a felicidade.
Desde pequenos, nos dizem que estar feliz é TER, possuir para poder consumir.
Se não temos e se no momento não podemos ter o sucesso convencionado; basta que decretemos que não estamos ristes, que a carência não existe, apenas estamos com o copo do sucesso meio vazio.
E convencionemos também que tal condição pode nos deixar felizes e até nos induzem a imaginar que, para alcançar a meta podemos até perder a saúde, que depois ela pode ser comprada, recuperada por drogas milagrosas e cirurgias espetaculares...

A vida convencional parece fácil e simples de ser vivida usando até a alegoria do copo ao invés de dizermos a nós mesmos que ele está meio vazio afirmamos que está meio cheio e ele acredita.

Sem dúvida uma interessante invenção filosófica que o ser humano fez foi a descoberta da convencionalidade; pois, basta convencionar e pronto: é repetir a criança, no brincar de faz-de-conta até virar realidade?

Então hoje eu volto a ser criança, decreto e convenciono que atingi minha meta de sucesso e estar feliz sem o concurso do tempo e do trabalho.

Será que será preciso negociar com o senhor tempo?
O "seu" trabalho aceita atestado?

O que acha é pura questão de escolha


?

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

 

HÁBITO É QUESTÃO DE ESCOLHA?

A RELATIVA IMPORTÂNCIA DA ÁGUA PARA A SAÚDE...

    A água é mais importante do que os alimentos?

    – Em muitos aspectos sim.

    Justificativas?

    – São muitas, mas para quem gosta de pensar; basta analisar o seguinte: 80% de nosso organismo é água e 90% do tecido cerebral é água.

    Aproveitando o assunto, vale aqui uma dica: Está sofrendo da memória?

    – Beba água que ajuda.

    As dificuldades de concentração são grandes?

    – Beba água que melhora.

    Mas, cuidado: embora a água seja um santo remédio não faz milagres, apenas cumpre seu papel.

    Ah! – não gosta de água?

    Quem falou que água não tem gosto?

    – Já parou para experimentar de forma consciente?

    – Faça o seguinte exercício: compre água de várias marcas, e até água da torneira e desses filtros mágicos que estão por aí no mercado – deguste cada uma delas e sinta a diferença – ela é nítida; pois depende da concentração de minerais e do PH.

 

    Claro que para toda regra há exceções; então não beba água nem demais nem de menos:

    Sofre de insuficiência renal e de disfunções cardíacas?

    Está sob regime de restrição hídrica?

    – Que pena; dentre outras coisas devia ter aprendido a beber mais água, antes; mas, tudo bem; fica para a próxima.

 

   Como identificar a quantidade necessária para meu corpo de forma simples?

 

Basta observar a cor da urina que deve ser amarelo citrino – se estiver muito clara está tomando água de mais se a urina estiver escura está bebendo água de menos. Seja seu próprio laboratório de graça...

 

Ah! Hábito é questão de escolha e suas consequências também?


 

    Experimente beber água pura – você vai se apaixonar.

 

terça-feira, 22 de outubro de 2024

 

DE QUE FORMA AFETAMOS A VIDA DOS OUTROS COM NOSSAS ESCOLHAS?

A maneira mais e fácil, é avaliarmos o impacto das nossas escolhas e decisões entre os em torno; o que provocamos na vida deles. Aos poucos, podemos estender nossas observações de como afetamos a vida de outros, a todo momento e, em todos os lugares.

 Para treino, selecionemos uma escolha recente que tenhamos feito e avaliemos em cada um deles o impacto.

 Dentre muitos vejamos alguns fatores determinantes na intensidade e a qualidade da interferência:

VÍNCULO AFETIVO: é fator determinante na intensidade e na duração do impacto que da escolha. As pessoas que mais se afeiçoam a nós são sempre as mais atingidas. Porque estão “ligadas”, sintonizadas na nossa realidade, e quase sempre sem soberania emocional.  

MOMENTO EMOCIONAL: O que a outra pessoa esteja vivendo é muito importante. Em certas épocas as pessoas com quem convivemos estão mais vulneráveis, lidando mal com suas próprias decisões ou seus efeitos, lógico que sejam mais afetadas nessas ocasiões.

 A VISÃO DE MUNDO: Dita a interpretação da situação. O que para uns pode parecer o fim, um tremendo problema, para outros tem menor importância.

 O GRAU DE CONHECIMENTO: favorece ou prejudica a análise da situação e seus desdobramentos.

 A MATURIDADE DOS ENVOLVIDOS: regula o impacto que a nossa decisão pode produzir na sua realidade. Nos seus vários aspectos; maturidade: psíquica ou mental, emocional ou afetiva, moral, social, religiosa.

 OS VALORES ÉTICOS: bem como seu sistema de crenças, podem ser fatores decisivos para abrandar ou acentuar impactos decisórios.

 

SE MINHAS ESCOLHAS DETÉM O PODER DE AFETAR A TUDO E A TODOS COMO REGULAR A QUALIDADE DA INTERFERÊNCIA?

QUAL SUA FORMA DE ENTENDER?




 

 

segunda-feira, 21 de outubro de 2024

 

ALGUNS ERROS QUE COMETEMOS AO CUIDAR DO OUTRO

 

●             Sofrer com e pelo objeto do nosso amor.

●             Interferir na sua vida.

●             Tentar a todo custo modificá-lo, segundo nossas conveniências do momento.

●             Tentar controlar suas escolhas.

●             Executar a tarefa dos que amamos.

●             Superproteger as pessoas que são alvo de nossas intenções de amar.

 

QUAL DELES AINDA PRATICA?

Também é disso que falamos no livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão - Ed. Viseu


sábado, 19 de outubro de 2024

 

O MEDO É O “COVEIRO” DO AMOR?

É preciso perder o receio de amar.

    Parte de se sentir só deriva do temor um estado interpretativo do medo.

 O medo é uma reação natural do instinto de sobrevivência das espécies.

No ser humano; ele passa a ser interpretado; o que o torna polar: objetivo/subjetivo.

  Quando o medo casado com o temor assume o comando, desse ponto em diante, a coisa se complica para o estado de felicidade, paz; e o temor de nos relacionarmos com os outros; pode assumir todos os matizes possíveis.

    A sensação de medo de não ser aceito, de sofrer, do abandono pode virar um monte de coisas...

Já individualizada recebe sem cessar a influência dos mais diversos tipos de experiências negativas nos relacionamentos da própria pessoa e das em torno; isso vitamina o temor de uma pessoa pela outra em virtude do receio de que essas experiências negativas se repitam e essa bagunça sentimental se não tratada pode virar um problema psiquiátrico ou vários no mesmo pacote: medo, temor, desconfiança, horror, depressão, pânico.

Como evitar isso?

Começar pelo começo ao destrinchar e definir o conceito AMOR?

MEDO, AMOR e covers QUE “BICHOS” SÃO ESSES?

Anatomia das escolhas Do amor Do perdão - Dr. Américo Canhoto - Ed. Viseeu


 

 

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