domingo, 22 de janeiro de 2012

NÃO PERTURBE: GENTE MEDITANDO





Pode parecer estranho; mas nessa vida maluca de corre-corre, boa parte das pessoas só arruma um minuto de sossego; seja em casa ou no trabalho: no banheiro.

Devemos rebatizar o toilette ou banheiro para: MEDITATÓRIO.

O banheiro embora sirva para muita coisa, virou um local até de espiritualizar-se, meditar.
Dia destes, no final de uma reunião no meu grupo das terças (Mãos Unidas de SBC) combinamos unir forças para atuar sobre um companheiro que vive um drama complicado – marcamos meio-dia; mas surgiram controvérsias e logo alguém deu a solução: tranque-se no banheiro – tudo bem; simples e funcional; mas que não deixa de ser hilário para quem nos assiste de fora (ETs e Cia ltda - desencarnados que já tiveram alta.), isso não podemos negar – coitados dos nossos mentores, a que ponto tem que chegar...

Boa dica para os pais quando a criança faz arte: Filho vai já para o banheiro meditar!
Melhor determinar um tempo.

Como de tudo devemos tirar proveito:
Pode até ser uma solução para o problema da constipação intestinal crônica.

Parece piada; mas, não é. Garanto que muita gente vai se encher de coragem e assumir que muitas vezes só medita no banheiro.
Mas alguns cuidados precisam ser tomados:
Meditar debaixo do chuveiro é perigoso e além de antiecológico ainda pode custar caro.
Parece que o lugar mais usado pela maioria é o trono.
É uma boa dica consultar o que diz o feng shui a respeito dos cuidados com o uso do MEDITATÓRIO – termo ainda não bem definido nos dicionários e não registrado como patente de uso para plaquinhas e outros materiais de divulgação – acho que é substantivo, rssss.

Somos seres incríveis.

Aproveitem a dica e corram para o MEDITATÓRIO para refletir sobre a dica de hoje:

Neste domingão antes de falar lembre-se:

Palavras não são apenas, símbolos gráficos ou sonoros – são chaves ou fechaduras que nos aprisionam ou libertam…

Namastê.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

DISTORÇÃO NA PERCEPÇÃO DO TEMPO




Que o tempo está escasso a maioria aceita.
O dia, a semana, o mês nem mal começa e já termina – será?

Para as pessoas que adotaram o estilo moderno de viver o dia precisaria de pelo menos trinta ou quarenta horas para que nossos velhos e novos compromissos pudessem ser atendidos. O que de certa forma gera uma distorção na percepção da forma de passar do tempo.

Muito já se falou e escreveu sobre o assunto, mas o fato é que boa parte das pessoas, assim como eu, que ouviram e leram não compreenderam. Muitos nem quiseram ouvir falar no assunto. Outros fingiram que não era com eles e ignoraram o tema. Um grave erro ou um ato de sabedoria?

Viver no presente baseado em conceitos de ontem sempre foi possível até alguns poucos anos. Daqui em diante, isso pode representar um perigo para a qualidade de vida e até para a própria existência; até porque somos pressionados uns pela forma de perceber o tempo de outros; pois vivemos em interdependência.
Muitos estão travando, literalmente travando em vários aspectos; dentre outras coisas, por não entendermos o conceito tempo, senão segundo uma visão linear. Calendário e relógio marcam um espaço de tempo convencionado e não absolutamente real.

A cada dia que passa temos a sensação de que a passagem do tempo se faz mais rápido do que antes.

Isso é real ou uma distorção na forma de perceber?

Para tentar entender, ajuda se agregarmos à nossa linear forma de perceber o tempo, alguns conceitos que nem são tão novos assim (Em 1905, Albert Einstein publicou a sua Teoria Especial da Relatividade).
- O tempo não é linear, nem absoluto. O tempo é relativo.
- Não se pode falar de tempo ou de espaço, mas de espaço/tempo.
- Tempo e espaço são elementos para descrever fenômenos.
- O tempo depende da ordenação por um observador de uma série de eventos.
- Dois observadores diferentes que se movem a velocidades diferentes podem ordenar as experiências de forma diferente e até invertida.

Para efeitos desta conversa: tentar compreender as nossas experiências íntimas e as interativas segundo a forma de percebermos a passagem do tempo, podemos resumir dizendo que o conceito tempo real para ordenarmos nossas vivências pode ser a experiência em andamento.

Em se tratando de vivências o estado psicológico e afetivo do observador pode mudar a percepção do tempo decorrido. A forma de ordenar os eventos para medir o tempo é também subjetiva. Depende da interpretação do observador.
Se nós estamos felizes e empolgados: o tempo voa. Insatisfeitos ou depressivos: o tempo não passa.

Algumas dúvidas podem ser respondidas até com facilidade.
É possível gerenciar o tempo?
A afirmativa de que você pode criar tempo ou arrumar tempo, é verdadeira?
É possível arrumar tempo para satisfazer todos os nossos interesses?

A resposta é, sim para algumas questões e talvez para outras.

Confesso que ainda sou reticente com relação a algumas explicações a respeito da mudança da grade energética do planeta e uma possível mudança no eixo tempo/espaço.

Socorro!
Quem puder me ajude com outras explicações.

Vou relatar um fato; não sei se está ocorrendo com mais pessoas; já tem algum tempo que isso começou; mas ficou muito evidente de meados de dezembro passado para cá – em certos momentos sinto-me noutra dimensão de tempo/espaço – uma sensação parecida com a da saída do corpo. Essa sensação traz junto consigo um certo alheamento a antigas preocupações e forma de perceber as coisas; e principalmente da importância que dava a elas. Um efeito colateral foi detonar com a memória; mas de forma super seletiva; mesmo que em algumas situações teime em relutar que esqueci pelo fato de não dar importância.

Resumindo:
Será que o eixo do tempo mudou ou apenas nossa mente está muito mais acelerada do que as energias do planeta e do cosmo – causando essa distorção?

Será que em 2012 nossa percepção do tempo estará não apenas distorcida; mas até retorcida?
Pois teremos eventos midiáticos em profusão: Olimpíadas, eleições, guerra já quase em andamento com o Irã, fora os eventos e as catástrofes pré-anunciadas: enchentes, deslizamentos, terremotos, vulcões, tsunamis, assassinatos em série e em larga escala, escândalos políticos, de todos os tipos e outras coisas que de tão corriqueiras já se tornaram triviais.

Saída?
Crie sua janela de tempo e participe apenas do que tiver vontade...

Namastê.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

PREVISÃO PARA 2012: FIM DA ERA DO DESAMOR





Vivemos dias gloriosos; nós estamos ás portas do famoso ano onde o desamor será substituído pela fraternidade, amor, respeito, solicitude, transparência – como em todas as épocas; em respeito ao livre arbítrio: apenas para aqueles que o desejarem.

Época fantástica:
Tantas serão as oportunidades para sintonizar amor que, apenas os recalcitrantes obstinados perderão as oportunidades de oferecer um ombro amigo para alguém que acabou de receber uma notícia – de ser descoberto de suas máscaras; de pular e dançar junto com outro que acabou de realizar um sonho há muito acalentado; momentos de desenvolver os cuidados com os necessitados de alguma coisa, não faltarão; se o tempo vai estar mais acelerado só Deus sabe – o que importa é que, ao que tudo indica nunca houve relato de época tão propícia para tentar perenizar um estado de amor capaz de afetar todo nosso ser, os outros e o planeta.

O que seria estar num estado de amor?
Estar receptivo ao amor.
Sintonizar amorosamente.

Era da iluminação?

Iluminar-se é simples assim:
Quando estamos prontos para dar e receber amor, entramos num estado amoroso que atinge todos os nossos elétrons, átomos e todas as nossas células do corpo físico.
E isso, é capaz de curar, de harmonizar de gerar criatividade e iluminação sem fim; cosmos a fora.
Podemos fazer o raciocínio inverso e deduzir que estar num antigo estado de desamor, é possível adoecer, sofrer e fazer com que algo ou alguém sofra – escurecer.
Podemos concluir que basta apenas trocar desamor por amor e tudo se resolve, descoberta simples e genial; todas as doenças, mágoas, crueldades, carências, serão curadas simplesmente substituindo um estado por outro. Transformar escuridão em luz é algo assustadoramente simples e fácil.

Como fazer isso?
Simplesmente treinando amar; gerar luz.
Mas, para amar é preciso compreender o que seja amor na sua plenitude.

Desculpas não mais haverá:
É preciso aprender a amar; e da falta de oportunidades não poderemos nos queixar daqui em diante; tantas serão as possibilidades de ajudar, amparar, socorrer, festejar, cantar.

O amor contagia:
Cada pensamento amoroso tem sua freqüência, comprimento de onda e amplitude particulares; potencializado pelo sentimento/emoção que age como um amplificador tem um destino e retorna ao emissor; fortalece o campo da aura que funciona também como um escudo protetor da vida de conexão e de relação; entra nos centros de força correspondentes e, se distribui pelos meridianos de acupuntura; daí integra-se ao corpo físico através do sistema nervoso, depois ao sistema glandular, e por último aos órgãos e células re/programando toda a fisiologia do ser.
Pode-se dizer que nosso corpo funciona em concordância com a forma de pensar/sentir/agir em estado de amor ou harmonia ou em desarmonia, tanto consigo mesmo quanto com os outros.

Época de festa no céu:
Tantas serão as oportunidades de cura em todos os aspectos da nossa vida; que daqui em diante, todas as doenças, de todos os tipos, vão desaparecer.

Dica:
Amar a tudo e a todos começa pelo aprendizado do amor a nós mesmos. Nossos órgãos e células necessitam de pensamentos, sentimentos, afago, carinho, olhares e palavras amorosas. Os próprios animais se acariciam através do corpo e das brincadeiras.
Nós devemos ir mais além, detemos reais possibilidades de sermos éticos; e para que nos amemos é preciso que aprendamos a nos respeitarmos e cuidarmos.

Quem ainda se sente incapaz; e não pode dizer que se ama; muito menos que ama aos outros; deve apenas prestar atenção: é muito fácil aprender a divina dança da felicidade.

Um prá lá dois prá cá - o primeiro passo, é que nos aceitemos tal e qual nós somos, ou melhor, tal e qual nós nos fizemos; pois hoje somos o fruto de nossas escolhas de ontem e como pensarmos, sentirmos e agirmos, hoje; nós determinaremos como seremos amanhã. Isso implica em maturidade evolutiva. Jesus é o Mestre de cerimônias:
Meia volta no perdão; rodopie na caridade; perdoe de novo...
A dança da vida é livre: então; crie seus próprios passos.

Na virada do calendário: alegre-se e agradeça – compartilhe da festa celeste nunca se viu nem se verá tão cedo neste universo tamanha profusão de oportunidades de sintonizar amor.

Chore junto; ria junto; alegre-se junto; pule, dance junto.

Começou a Era do Junto – a Era de nós somos todos; um; substituindo o eu fui...

Haja luz daqui em diante...

Namastê.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

REFLEXÕES DE FÉRIAS: MENSTRUAR PRÁ QUÊ?




A vida pós-moderna me encanta e assusta; é muito desafiadora; ás vezes, eu me sinto perdido, tal e qual um cachorro que caiu daqueles antigos caminhões de mudança lá do interiorzão onde passei minha infância – em certos momentos acho que devemos ser mais conservadores; noutros imagino que devemos ser mais ousados...
Explico:
Ontem atendi a uma paciente que me disse assim numa boa:
Acabei de vir do ginecologista para parar de menstruar; pois vou sair de férias e viajar – afinal: menstruar para quê?
Adeus TPM; adeus sangramentos em horas impróprias – é só alegria! – Se gostar e me sentir bem vou continuar com o “tratamento” até o resto da vida!

Tinha que sobrar pro marmitão: O que o senhor acha?
Macaco velho; só desconversei; afinal quem sou eu para definir o que é certo ou errado; bom ou ruim. Se eu digo prá ela que sou a favor – assino uma promissória em branco para resgatar no futuro – Se eu digo que sou contra perco a oportunidade de acompanhar que bicho vai dar daqui a algum tempo. Além disso; ela já escolheu; e só quer minha opinião para ter um avalista em quem colocar a culpa se der zebra futura.

Pegando carona no assunto:
Lado profissional á parte; todos nos sentimos, dia menos dia, confusos e atrapalhados em nossa vida de relações humanas. E grande parte dessas dificuldades seria facilmente evitada; se prestássemos mais atenção a alguns pequenos detalhes do cotidiano; coisas simples, mas muito úteis.
Exemplo:
Esse assunto:
TPM; menstruação e suas conseqüências ou a falta dela na menopausa induzida ou natural.
Quantos pequenos mal entendidos decorrentes de não sabermos quem somos e o que nós viemos fazer aqui neste mundo de polaridades; que somados viram ressentimentos, insatisfações, mágoas e até ódio; e que tornam as relações cotidianas entre homens e mulheres uma coisa, às vezes, desagradável e sofrida.
A maior parte dessas interações problemáticas pode ser resolvida com o aprendizado de um pequeno detalhe: aprender a diferenciar um homem de uma mulher.
Parece cômico que as pessoas não saibam distinguir uma mulher de um homem. Na verdade não sabem ou até podem saber; mas não usam esse conhecimento de forma corriqueira.
É possível que você esteja convicto de que sabe tão bem diferenciar um homem de uma mulher a ponto de nunca ter parado para pensar no assunto; pois essa é uma das coisas que todo mundo sabe ou pensa que sabe; o que, à primeira vista, torna desnecessária sua análise.
Com este bate papo de férias tentamos trazer esse assunto à discussão para conscientizá-lo das significativas diferenças de como funcionam as mulheres e os homens com as devidas ressalvas quanto à forma de reagir e agir individual e quanto às capacidades diferenciadas de cada pessoa. Isso pode trazer um novo colorido à sua vida.

Acho que os arautos da modernidade científica são prá lá de machistas: Nossa um parque de diversões que não fecha para manutenção; disponível vinte e quatro horas por dia; sem filas nem empecilhos como a burocracia da TPM - É o paraíso da modernidade!

Raciocínio conservador (sem conservante; muito menos religioso):
Embora cada indivíduo seja um ser único e especial na sua forma de reagir e agir. Quer queiramos ou não homens e mulheres são diferentes. E as diferenças não se resumem ao plano da anatomia; que às vezes nem é tão grande assim, entre uns e outros, isso a criança logo descobre; o que não lhe é permitido descobrir é que mulheres e homens pensam, sentem e agem de forma diferenciada. A maneira de perceber a vida e de reagir às diferentes situações que se apresentam no cotidiano obedece a padrões automatizados e de certa forma padronizados no subconsciente, e que são diferentes embora até certo ponto sejam complementares.
É claro que num primeiro momento nossa reação inicial seja a de valorizar apenas a condição íntima da pessoa: sua inteligência, educação e cultura seja ela mulher ou homem a ditar seu padrão de atitudes frente a uma determinada situação. É lógico que em alguns momentos e em algumas situações a forma de interpretar um fato seja idêntica tanto para um homem quanto para uma mulher, no entanto na maior parte das vezes não é.
O que queremos destacar é que a maior parte do tempo; nós reagimos para depois pensar/sentir/agir, a maioria das atitudes que adotamos não são muito conscientes. Isso, é que faz toda a diferença, e esse problema é mais agudo nas pessoas que convivem há algum tempo, pois nessa situação o que comanda a relação é quase sempre o piloto automático. Exemplo: um casal discute qual seria o melhor caminho para se chegar a um determinado lugar ou o que dizer numa determinada situação, num primeiro momento de reações subconscientes pode ocorrer uma discussão ou um antagonismo de pontos de vista capaz de criar um mal estar, mágoas, ressentimentos. Numa segunda etapa ao focar a consciência no assunto e raciocinar a “ficha cai” e alguém pode perceber que o seu ponto de vista não era o melhor; - Ótimo! – Não, necessariamente, pois surge um novo problema: a maioria não é capaz de admitir que, se enganou; e quando o faz, o ego do outro cresce a ponto de fazê-lo ensoberbar-se e sentir-se o maioral, daí a pessoa reconhece, mas cala-se; e a somatória de pequenas mágoas, decepções e ressentimentos atiram a relação na lixeira.
Não interessa neste momento analisar as desigualdades entre os sexos nem os possíveis reclamos de parte a parte sobre o que está certo ou errado nas relações competitivas entre uns e outros.
A proposta é criar um sistema fácil e prático de reprogramação do subconsciente para ser usado a todo instante nos relacionamentos. Aprender e treinar a analisar as atitudes e reações dos homens segundo a forma de pensar/sentir/agir masculina e analisar as atitudes e reações femininas segundo a forma de pensar/sentir/agir das mulheres pode ser uma forma fácil de preservar relacionamentos e de torná-los mais prazerosos.
A pergunta da vez é: Como posso saber como pensam, sentem e agem as mulheres sendo eu um homem ou vice versa?
Analisei apenas algumas diferenças e o amigo se encarregará de engrossar a lista de exemplos e de comprovações.
A primeira fase resume-se à observação; análise e estudo das particularidades que caracterizam cada sexo. A Segunda fase tem como base o treinamento da empatia, que consiste em colocar-se no lugar da outra pessoa ao analisar suas reações e atitudes. A terceira fase é aprender a aceitá-las. A Quarta fase é aprender e incorporar algumas das reações do sexo oposto frente a determinadas situações.

Segundo o ponto de vista masculino:
Amenorréia induzida!
Nada de TPM que ninguém merece; pois não fazia parte do pacote!
Maravilha!

Idéia para os marketeiros de férias: introduzir a amenorréia induzida no pacote de férias. Férias com TPM e sangramento? Ninguém merece!
Adoro essas nossas ousadias da pós-modernidade.
Vamos ver no que vai dar...
Afinal; menstruar prá quê?

Namastê.

sábado, 17 de dezembro de 2011

REVENDO CONCEITOS DE AGRESSIVIDADE E VIOLÊNCIA




No estilo da educação que recebemos; inevitável que ao longo da vida tenhamos aprendido a conter alguns impulsos e tendências; sem resolvê-los; á primeira vista, a contenção parece um mecanismo correto; e seria, caso houvesse continuidade e desejo de reformulá-los; quem “bolou” o sistema de evolução humana imaginou que faríamos nossa parte e que o provisório não se tornaria em definitivo; ainda bem que o universo é um eterno laboratório onde tudo se recria e transforma para melhor...
Exemplo: a criança egocêntrica e exigente, à medida que é educada e cresce exterioriza a imagem de adulto educado no trabalho com os superiores ou clientes, embora seja um tirano com subordinados e familiares; até que um dia...

A idéia de retomar o assunto, distribuindo algumas revisões de conceito pelos bloogs, surgiu em virtude do fato da violência explícita e materializada tender a aumentar neste estilo de vida a mil – raros estão imunes a praticar e a sofrer violência.
O aumento dos estímulos do momento atual desarticula essas contenções que nos enganam. Porque nos contemos quando provocados em nossa agressividade, imaginamos ser uma pessoa calma; até que uma ou várias situações deixam a descoberto que ainda somos irritados e agressivos; daí, nós ficamos assustados e espantamos os que imaginavam nos conhecer...

“Sou uma pessoa muito boa e pacifica, desde que não pisem no meu calo, desde que não mexam comigo!”...

Afinal, o que é violência?
Vivemos de forma descuidada; em se tratando de agressividade e violência, nós apenas percebemos a que salta aos olhos e a que se materializa – durante nosso bate papo discutiremos alguns aspectos de violência subliminar que costumam passar despercebidos pelas pessoas que se acham da paz.

Agressividade.

Tendência a atacar com o único motivo de sobrepujar, provocar uma reação no oponente com objetivo de subjugá-lo ou matá-lo. Na atualidade nem sempre o agressivo ataca de forma explícita, a agressividade torna-se cada vez mais subliminar, camuflada e, portanto, mais difícil de ser erradicada; em alguns meios sociais é quase que, considerada uma virtude necessária para tornar-se um vencedor; sobre os pacatos e cooperativos.

Vivemos uma espécie de bullying social (político, religioso, institucional, científico, midiático; enfim toda e qualquer particularidade que envolva relações humanas e dos humanos com os outros seres do planeta).
Esse ponto é pouco abordado no conceito bullying; mas ele é fundamental; pois, no bullie a agressividade e a covardia caminham lado a lado.
Também podemos citar a atitude de provocar que, é ignorada como um sintoma de agressividade. No entanto, quem provoca quer briga, para mostrar a si mesmo que é mais poderoso (o desejo básico da provocação; uma marca registrada do bullie; além de subjugar ou humilhar – é esconder o sentimento de menos valia – somente os fracos de caráter provocam). Essa derivação da agressividade é comum em múltiplas situações da vida moderna e, uma das mais perigosas para a paz íntima e social; pois, como bem diz o ditado popular: “quem procura acha”. No dia a dia na convivência com as pessoas enfrentamos olhares e posturas desafiadoras num entrechoque de bullies – o conceito de normalidade camufla a postura bullying de viver.

Dica.
Na infância é fácil detectar esse tipo desafiador; claro que com mais facilidade quando se acompanha de ímpetos para violência. Essas crianças vivem provocando a tudo e a todos, desde seus colegas e irmãos até os adultos; esse padrão de atitudes para expressar seus dotes agressivos é subconsciente – pode ser atenuado ou reforçado pela influência do meio; no qual essa criança irá se desenvolver.

Alerta.
Os que são sempre “do contra”, sistematicamente já sinalizam, embora, de forma mais camuflada esses impulsos de bullie. Contrariar é uma forma de desafiar; mesmo e principalmente na fase de auto – afirmação da infância; há limites que a simples observação basta para diagnosticar problemas á vista – isso, claro; se déssemos algum valor e importância á educação e não apenas á informação. Quando a criança passa a ser do contra sistematicamente, vale a pena os adultos revisarem a postura do seu discurso – quanto mais o adulto se torna repetitivo mais a criança num instinto de defesa reage contrariamente para ver qual bullie domina o outro.

Reflexão.
Num mundo onde o foco está essencialmente assentado na vida profissional – Vale a pena avaliar nossa condição de chefe e de subordinado e suas interações na atitude bullying.

Nos bloogs -
Analisaremos a passividade – um tipo de violência.
Hoje a notícia da vez é a agressão seguida de morte de um animal; amanhã a de uma pessoa qualquer; mas, dia destes pode ser a minha a sua...
Crônicas de hoje correlatas nos bloogs.

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AGRESSIVO EU? – A MÍDIA COMO FATOR DE SABER QUEM EU SOU

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AGRESSIVIDADE COMO REAÇÃO

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PASSIVIDADE – UM TIPO DE VIOLÊNCIA

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VIOLÊNCIA SUBLIMINAR – LOTERIA DA INDÚSTRIA DA CURA

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REVENDO CONCEITOS DE AGRESSIVIDADE E VIOLÊNCIA

Namastê.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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