2026 FOI
UM ANO ESTILO COMETA QUE MAL COMEÇOU E JÁ QUASE ACABOU... EM 2027 O TEMPO
PASSARÁ MAIS LENTO OU MAIS DEVAGAR?
Pelo andar
da carruagem vai passar voandinho, voandinho, zás trás. Época de eventos
midiáticos simultâneos e sequenciais e a maioria das pessoas, as comuns, está
controlada em todos os sentidos pela mídia. Tudo indica que a percepção da
passagem do tempo depende da localização do observador no espaço/tempo e do
estado emocional; pois alegres o tempo voa; tristes o tempo não passa e das experiências
em andamento: muita coisa para fazer o tempo voa; pouca atividade o tempo não
passa.
Isso não
é ilusão nem crença, quem quiser pode perceber e ela tem a chancela da lei da
relatividade do Einstein. Ele percebeu que o tempo era relativo, mas não que a
forma como mediamos o tempo, era falho, pois não se baseava no conjunto das
leis da natureza, mas em uma criação artificial e regional de medida de tempo,
invalidando dessa forma, a criação de uma matemática realmente coerente,
universal e funcional. Pesquisando mais sobre o que percebemos como tempo
parece que nada mais é, do que o efeito ilusório de nossas percepções, que nos
propicia a sensação de localização e movimento num ESPAÇO TRIDIMENSIONAL. Tenho
percebido depois de muito tempo nos trabalhos de lidar com o Além que a passagem
do tempo fora da terceira dimensão funciona como uma “bolha mental emocional” -
já conversei com muitos que ficaram presos á dezenas, centenas e até milhares
de anos na bolha das suas energias mentais e emocionais e que é possível “furar
essa bolha” trazendo de volta a pessoa ao momento atual (assunto interessante).
A nossa
medida de tempo que nós usamos, foi herdada dos Sumérios, desde longínquos
8.000 anos atrás, que, por motivos religiosos, sentiram a necessidade de marcar
o tempo de forma que ela pudesse ser mais divisível e dessa forma, se
localizarem em um mundo em constante movimento, tornando assim a vida, algo
mais “controlável e localizável”.
Antes dos sumérios, no início de nossa evolução, o tempo era dividido de forma
muito mais simples, primeiramente dividíamos o tempo entre: dia e noite, mais
tarde, passamos há dividir o dia em: manhã e tarde, e a noite em: anoitecer e
madrugada, e esta divisão foi mais ou menos satisfatória por milhares de anos,
até a chegada dos sumérios.
Os Sumérios acreditavam na existência de alguns números mágicos e, portanto,
sagrados. Destes, destacava-se o número 60 que era usado para designar o deus
pai de todos os outros deuses, o deus: AN (ANU), o outro número sagrado para os
sumérios, era o número 12 e representava a família de Anu, o panteão principal
da religião suméria, formado por Anu, pela sua esposa, pelos seus filhos,
esposas dos seus filhos e netos, e que estavam acima e comandavam os demais
deuses do panteão geral sumério.
Para homenagear estes deuses principais, os sumérios então, dividiram o dia e a
noite em doze ciclos cada, cada ciclo representava um dos doze deuses
principais, sendo que cada ciclo era dividido em sessenta subciclos e cada
subciclo, era subdividido em sessenta miniciclos, indicando assim, que cada
membro do panteão de doze era fruto e possuía em si mesmo, a semente de ANU.
Uma vez que esta divisão de tempo era muito satisfatória e resolvia a questão
da divisão do tempo de forma criativa, ela passou a ser usada também pelos
povos que faziam fronteira com os sumérios, e com o passar dos anos, se
disseminou por todo o mundo antigo, mas, sem o caráter religioso em que estava
embasado, e chegou até nós, quase sem modificações, aos dias de hoje.
Mas, a questão que se coloca, é que a divisão do tempo em si, só existe como
fator psicológico. Sentimos a necessidade de criar uma medida artificial, ao
qual damos o nome de “Tempo”, para podermos nos localizar num ambiente
tridimensional dotado de movimento.
E esta medida de tempo, é ainda muito mais relativa do que Einstein supunha,
pois ela nasce de um fator biológico, que traduzimos como algo de origem
natural, mas na verdade, sendo algo de origem psicológica e acreditamos
ilusoriamente ser ela, algo de fato, real!
Podemos dizer poeticamente que: “O universo “não utiliza escalas de tempo para
funcionar”, o universo “funciona” utilizando outros mecanismos matemáticos
muito mais precisos”.
Mas esses mecanismos precisam ser traduzidos em uma linguagem não matemática
para que possamos entender o seu funcionamento, a essa linguagem, damos o nome
de “tempo”.
Mas nem tudo é oba-oba; daí que para algumas pessoas 2027
será um lento e agonizante ano – tudo que estava pendente virá à tona e não é
preciso biduzar pois a realidade está aí para quem tiver olhos de ver e ouvidos
de ouvir.
DICA: VOCÊ FAZ O TEMPO.VOCÊ É O SENHOR DO TEMPO; SE
QUISER...
E comece a furar sua bolha do tempo que está a criar nesta dimensão para chegar do lado de lá com ela fluída na realidade...


Nenhum comentário:
Postar um comentário