Estamos nos capacitando a planejar nossa vida.
Planejamento é a única forma de dominarmos a lei de causa e efeito.
Analisando bem as ações antes de desencadeá-las, somos capazes de antever-lhes os possíveis resultados e tornar a lei de causa e efeito construtiva, positiva.
O problema é que nosso projeto de vida é pobre, extravagante, neurótico, paranóico, e assim mesmo, colocamos como uma das nossas metas de vida, criar metas para a vida dos outros.
Quanto mais simples e diretos forem os objetivos mais rápidos e eficazes serão os resultados.
A vida busca eficiência, resultados...
Eficiência exige conhecimento, dedicação e trabalho.
A primeira fase é definir objetivos, torná-los claros, simples e fáceis de serem executados passo a passo.
Aprende a não atropelar as tuas metas.
Separe as que realmente são tuas das dos outros.
Analisa bem que tipo de permissão tu darás para que os outros intervenham nas tuas metas de vida.
2011 não será um ano tão diferente assim dos que já vivestes; mas, ele está inserido numa época acelerada onde a velocidade com que as coisas acontecem exige raciocínio crítico e trabalho; aprende a fazer uma tarefa de cada vez e bem feita, caso contrário, a vida a devolve, com certeza, para que seja refeita.
Dentro do teu projeto de vida faz com que a interferência na dos outros seja apenas a inevitável. Não cria compromissos desnecessários que apenas irão criar atrasos para todos.
Antevendo as mudanças cósmicas previstas para os anos seguintes; procura finalizar os projetos já em andamento antes de pensar em começar novos.
Denuncia e livra-te de velhos acordos que perderam contato com tua realidade.
Coloca ordem na casa mental.
Faxina as emoções e os afetos defasados da realidade.
Na dúvida sobre o que fazer:
Pensa, trabalha, espera, confia...
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
RECEITAS PARA UM ANO COM FINAL FELIZ
Cá entre nós, a época do Natal e dos festejos da chegada do Ano Novo é uma espécie de feriadão de Carnaval familiar; na medida do possível baixa o espírito Natalino nas pessoas e as famílias se reúnem para comemorar, comer, beber, e esperançar. Nem a deturpação da data comemorativa tira o glamour, as luzes e o brilho desta época.
Como sempre, 2010 está prestes a se tornar um ano velho - Feliz? – Depende do foco; para uns foi um ano de felizes realizações; para outros um ano de superação de provas e dificuldades; para alguns não haverá saudade; mas, no fundo, provas, dificuldades, lições, problemas é questão de foco – pois, cada um de nós enxerga como quer, pode; ou lhe é possível no momento.
Nossos votos de Feliz Ano Velho e Esperançoso Ano Novo trazem algumas recomendações que julgo importantes para todos nós.
Em fase de aceleração de vivências e ocorrências todo cuidado nas interações é pouco.
Algumas de nossas doenças da alma podem manifestar-se facilmente nesta época de reunião – sem esquecer o que já colocamos a respeito do “mediunismo” que estará com a corda toda – vigiemos muito nossas tendências e impulsos que a ocasião propicia; para evitar desgastes e sofrimentos inúteis: inveja, ciúmes, despeito, agressividade, mentira, maledicência, calúnia, orgulho, egoísmo...
Vale a pena nos prepararmos para as festividades, nos recolhendo na intimidade, vigiando e meditando bastante.
Para toda doença da nossa alma existe um antídoto ou um santo remédio, dentre eles:
Humildade
Aceitar cada momento sem derrotismo, conhecer as capacidades, e estar em paz com a consciência de que o melhor possível foi feito. Essa atitude, acalma, pacifica e é portadora de um tipo de alegria que poucos conhecem; além disso, é um bom antídoto para a inveja e ciúmes. Procure não chamar a atenção; vista-se com a sobriedade. Sirva e evite ser servido pela parentela.
Tolerância
Aceitar a diversidade e a individualidade ao admitir outros modos de pensar, sentir, entender e agir, diferentes dos nossos, é uma arte necessária á conquista da paz. Guarde seus pontos de vista na gaveta; não os traga para as reuniões.
Entendimento
Entender o outro é o passo seguinte á conquista da tolerância; porém, é preciso que abdiquemos do orgulho e do egoísmo ao admitir que nós somos tão imperfeitos quanto todos. Aprenda a consumir nas conversas os “assuntos abobrinha”, deixe os mais sérios para outros momentos mais propícios.
Mansuetude
Qualidade daquele que é manso, não violento, brando de gênio, pacato, sereno tranqüilo. Bom momento para treinar.
Paciência
Amigo da paz. Ser que cultiva a paciência íntima. E que de forma ativa busca e luta pela conquista da harmonia entre as pessoas. Excelente época para treinar a audição – ouça muito, fale só o necessário (sem tornar-se uma múmia).
Perdão
Aprender a resolver cada pequena mágoa no momento em que ocorre, é uma forma de vitaminar a boa vontade e a fortaleza de caráter. Somente os fortes perdoam. Aprende a reconciliar-te com teu inimigo enquanto estás a caminho com ele.
Sejamos o tipo de pessoa que todos anseiem estar conosco em 2011.
Na dúvida sobre o que fazer: AME.
Aproveitamos para desejar aos nossos amigos de todas as épocas e de todas as Eras. Um verdadeiro e feliz espírito de Natal.
Com esse quadro que pintamos na época de estudante.
Imaginemos se Jesus tivesse nascido entre nós, no meio da mata, cercado pela exuberante natureza. Xamânico...
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
O PESO DA CONSCIÊNCIA
Nem sempre, ou quase nunca, vigiamos as verdadeiras intenções ao realizar escolhas no dia a dia.
A gulodice de nosso Ego costuma criar um sobrepeso em nossa consciência, difícil de ser eliminado.
Na maior parte das vezes, apenas teremos uma consciência bem mais leve que a atual, apenas após uma radical cirurgia moral; pois, a kharmaspiração das gordurinhas do Ego ou a antiga confissão; além de perigosa; pois a anestesia da mente nos tira os reflexos do bem pensar; daí continuamos sempre praticando as mesmas infrações ás leis da ética cósmica. Esse estilo de viver tapeando a culpa ainda mostra-se ineficaz sem o domínio do apetite dos desejos.
Na heróica tarefa de diminuir o peso na consciência para que nos emendemos, é preciso clareza no saber distinguir o que nos pertence; dos valores e problemas dos outros.
Como podemos afetar a vida dos outros com nossas escolhas?
Sempre que pensamos geramos um tipo de escolha que vai afetar a nossa realidade e a de outros, e o tempo todo as fazemos.
Nós devemos lembrar que há muitas maneiras de proceder e cada uma traz consigo de retorno as devidas conseqüências; se não sabemos sentir e intuir muito bem; e se é inevitável pensar, melhor que seja com mais atenção.
Braços cruzados frente ás tarefas da vida é um perigo:
Mesmo quando decido não escolher estou decidindo e de certa forma permito que os outros escolham no meu lugar, isso, é uma forma de escolher, inadequada, mas é. E, as piores são sempre aquelas que impomos ou fazemos aos outros sem que eles exercitem o pensar. É como assinar promissórias em branco a desconhecidos, eternidade a fora.
Há escolhas e escolhas...
Algumas dificilmente passam desapercebidas como sobrepeso na consciência; pois trazem consigo fortes e pesadas conseqüências; devendo ser mais detalhadamente analisadas antes de sobrecarregar a consciência fazendo reter o lixo da culpa e do remorso.
Opções desatinadas como: fumar e construir um câncer; descuidar-se e praticar um aborto; não se precaver e adquirir AIDS...
Um sério entrave a manter uma consciência “enxuta” que interfe no estudo da básica lei de causa/efeito, é o conceito dietético da tal de atitude normal; já que descamba quase sempre na banalização, que fazemos a respeito de muitas escolhas produtoras de efeitos até chocantes; mas que, de tão comuns, passam a ser considerados pelas pessoas como algo “normal” – aquilo que todo mundo faz; estilo escolha diet, light, moderada, etc.
Ou o trivial na educação por exemplo:
Tipo, escolha/controladora nas relações entre pais e filhos. Alguns pais querem controlar tudo na vida dos filhos desde o que e quanto comem, até o que e quando podem vestir, suas atividades, etc. O resultado são indivíduos pobres ao tomar decisões, sempre esperando que os outros escolham ou decidam por eles. Ou rebeldes sem causa que passam a ser do contra em tudo que lhes seja proposto ou solicitado. Eliminar o sobrepeso da culpa das pisadas na bola sem querer é mais fácil do que as crônicas do errar sabendo.
A informação excessiva e o conhecimento não praticado pesam demais na consciência. Engordam demais a culpa e o remorso.
Nesta altura da evolução, não há desculpas. Todos os aqui em progresso conhecem as leis básicas da ética cósmica; seja desta ou de outras aulas em 3D – mesmo os hoje borderline no discernir, já estão cansados de saber o que é certo e o que é errado.
O que fazer para perder peso na consciência?
Qual o melhor regime?
Ontem começou o verão e todo mundo vai querer desfilar por aí com uma consciência enxuta, esbelta; principalmente nas saídas do corpo; onde não dá prá esconder o sobrepeso...
Praticar a dieta dos Mestres é fácil:
- Se não puder ajudar não atrapalhe. Não se torne um “burrocrata” para não travar seu esbelto futuro e não precisar se arrastar nos “charcos umbralinos ” em 4D.
- Tente o jejum de críticas.
- Fale só o necessário e somente a verdade.
- Não dê palpites na vida dos outros; cuide da sua.
- Exercite o perdão.
- Pratique a caridade – é o exercício que mais faz perder as calorias do sobrepeso do Ego. O resultado é infalível.
- Evite as toxinas da culpa e do remorso.
- Livre-se da preguiça, das desculpas e justificativas.
Na dúvida sobre o que fazer; comece com a atitude de só fazer aos outros o que gostaria de receber das pessoas – a começar pelo pensamento; matriz de todos os distúrbios metabólicos do Egão.
Aviso:
Na porta do inferno há uma tabuleta alertando: PROIBIDA A ENTRADA DE CONSCIÊNCIAS FELIZES LEVES E ESBELTAS.
Detalhe importante: Céu e inferno são portáteis. Cada um carrega o seu onde estiver...
A gulodice de nosso Ego costuma criar um sobrepeso em nossa consciência, difícil de ser eliminado.
Na maior parte das vezes, apenas teremos uma consciência bem mais leve que a atual, apenas após uma radical cirurgia moral; pois, a kharmaspiração das gordurinhas do Ego ou a antiga confissão; além de perigosa; pois a anestesia da mente nos tira os reflexos do bem pensar; daí continuamos sempre praticando as mesmas infrações ás leis da ética cósmica. Esse estilo de viver tapeando a culpa ainda mostra-se ineficaz sem o domínio do apetite dos desejos.
Na heróica tarefa de diminuir o peso na consciência para que nos emendemos, é preciso clareza no saber distinguir o que nos pertence; dos valores e problemas dos outros.
Como podemos afetar a vida dos outros com nossas escolhas?
Sempre que pensamos geramos um tipo de escolha que vai afetar a nossa realidade e a de outros, e o tempo todo as fazemos.
Nós devemos lembrar que há muitas maneiras de proceder e cada uma traz consigo de retorno as devidas conseqüências; se não sabemos sentir e intuir muito bem; e se é inevitável pensar, melhor que seja com mais atenção.
Braços cruzados frente ás tarefas da vida é um perigo:
Mesmo quando decido não escolher estou decidindo e de certa forma permito que os outros escolham no meu lugar, isso, é uma forma de escolher, inadequada, mas é. E, as piores são sempre aquelas que impomos ou fazemos aos outros sem que eles exercitem o pensar. É como assinar promissórias em branco a desconhecidos, eternidade a fora.
Há escolhas e escolhas...
Algumas dificilmente passam desapercebidas como sobrepeso na consciência; pois trazem consigo fortes e pesadas conseqüências; devendo ser mais detalhadamente analisadas antes de sobrecarregar a consciência fazendo reter o lixo da culpa e do remorso.
Opções desatinadas como: fumar e construir um câncer; descuidar-se e praticar um aborto; não se precaver e adquirir AIDS...
Um sério entrave a manter uma consciência “enxuta” que interfe no estudo da básica lei de causa/efeito, é o conceito dietético da tal de atitude normal; já que descamba quase sempre na banalização, que fazemos a respeito de muitas escolhas produtoras de efeitos até chocantes; mas que, de tão comuns, passam a ser considerados pelas pessoas como algo “normal” – aquilo que todo mundo faz; estilo escolha diet, light, moderada, etc.
Ou o trivial na educação por exemplo:
Tipo, escolha/controladora nas relações entre pais e filhos. Alguns pais querem controlar tudo na vida dos filhos desde o que e quanto comem, até o que e quando podem vestir, suas atividades, etc. O resultado são indivíduos pobres ao tomar decisões, sempre esperando que os outros escolham ou decidam por eles. Ou rebeldes sem causa que passam a ser do contra em tudo que lhes seja proposto ou solicitado. Eliminar o sobrepeso da culpa das pisadas na bola sem querer é mais fácil do que as crônicas do errar sabendo.
A informação excessiva e o conhecimento não praticado pesam demais na consciência. Engordam demais a culpa e o remorso.
Nesta altura da evolução, não há desculpas. Todos os aqui em progresso conhecem as leis básicas da ética cósmica; seja desta ou de outras aulas em 3D – mesmo os hoje borderline no discernir, já estão cansados de saber o que é certo e o que é errado.
O que fazer para perder peso na consciência?
Qual o melhor regime?
Ontem começou o verão e todo mundo vai querer desfilar por aí com uma consciência enxuta, esbelta; principalmente nas saídas do corpo; onde não dá prá esconder o sobrepeso...
Praticar a dieta dos Mestres é fácil:
- Se não puder ajudar não atrapalhe. Não se torne um “burrocrata” para não travar seu esbelto futuro e não precisar se arrastar nos “charcos umbralinos ” em 4D.
- Tente o jejum de críticas.
- Fale só o necessário e somente a verdade.
- Não dê palpites na vida dos outros; cuide da sua.
- Exercite o perdão.
- Pratique a caridade – é o exercício que mais faz perder as calorias do sobrepeso do Ego. O resultado é infalível.
- Evite as toxinas da culpa e do remorso.
- Livre-se da preguiça, das desculpas e justificativas.
Na dúvida sobre o que fazer; comece com a atitude de só fazer aos outros o que gostaria de receber das pessoas – a começar pelo pensamento; matriz de todos os distúrbios metabólicos do Egão.
Aviso:
Na porta do inferno há uma tabuleta alertando: PROIBIDA A ENTRADA DE CONSCIÊNCIAS FELIZES LEVES E ESBELTAS.
Detalhe importante: Céu e inferno são portáteis. Cada um carrega o seu onde estiver...
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
A MENTE – MENTE DEMASIADAMENTE
Se tens uma decisão difícil a tomar; se estás inseguro sobre o que fazer: decide com o “coração”.
Não pensa apenas; aprende a sentir.
Sentir não é uma simples questão emocional.
É uma forma de saber que extrapola os sentidos físicos; sentir ou intuir é um dom inato da alma, do qual todos nós somos dotados; apenas ele está submerso no jogo dos interesses do ego; numas pessoas mais; noutras menos.
Nossa mente é problema e solução.
Nesta vida atual, decidir sem pensar é um desastre; decidir apenas usando a mente é outro maior ainda. Mais grave quando permitimos que mentes alheias tomem decisões em nossas vidas.
Uma dificuldade é que nossa mente é muito mentirosa – isso, também é fruto da educação baseada no medo, mentira, suborno e chantagem, a que predomina na atualidade. Mentimos o dia inteiro; em especial a nós mesmos abusando das desculpas e justificativas.
Para desfazer esse nó cego da evolução, é urgente:
O conhecimento da verdade.
“Somente a verdade vos libertará...” , “Eu sou o caminho, a verdade a vida...”, “... Ninguém vai ao Pai senão através de Mim...” (Jesus).
Criamos muitos embaraços uns aos outros durante nossa evolução; inicialmente por ignorância e depois por teimosia, desleixo e rebeldia. Quantos incontáveis “nós cegos” nas relações entre os homens ainda estão para serem desatados através da caridade e do amor.
É certo que ainda ignoramos muitas coisas, mas as leis básicas da vida para superar esta fase; já são nossas velhas conhecidas; basta apenas pô-las em prática.
Através da:
Capacidade de discernir.
Aprender a separar a verdade natural das verdades humanas é uma necessidade na arte de escolher o melhor para nós e, consequentemente, o melhor para todos os que estão ligados a nós.
Aqui em 3D a ferramenta por excelência para aumentar a capacidade de discernir ou arte de bem escolher é o corpo físico; basta observá-lo, ouvi-lo, senti-lo; e seguir suas sábias recomendações.
Além disso; para que os canais da intuição (comunicação além dos sentidos físicos), sejam desobstruídos; é inteligente eliminar interferências obsessivas através do perdão; e desfazer os bloqueios energéticos gerados pelo kharma, através do fazer além da obrigação.
E nada mais simples e eficaz do que:
A prática da caridade.
Ao aplicarmos a lei do amor e da caridade em todas as escolhas que viermos a fazer, nós permitimos o fluir de nosso sentir ou intuição.
É claro que ainda faremos muitas opções inadequadas, pois nossa compreensão do que seja caridade e amor ainda se confunde muito com egoísmo e orgulho. No entanto se nossas intenções forem boas e claras a correção dos desvios e erros será feita de forma mais fácil, eficiente e alegre.
Para desenvolver o sentir, é preciso desenvolver:
A soberania emocional.
É importante não misturar afetividade com os efeitos das escolhas dos outros e as nossas. Se nosso campo emocional estiver limpo e claro fica muito mais fácil discernir.
A sensação de euforia ou de sofrer turva o raciocínio e dificulta que encontremos as soluções mais fáceis e eficientes para os nossos problemas ou das pessoas que nos são caras.
Ser soberano nas emoções nada tem a ver com ser uma pessoa distante, alheia e fria, ao contrário, não há amor onde as pessoas não são soberanas nas emoções e na afetividade.
Somente o exercício sistemático da vigilância sobre os pensamentos é capaz de proporcionar equilíbrio nas emoções transformando-as em sentimentos.
Lembra quando dissemos que nossa, ainda, mentirosa mente é problema e solução?
De forma consciente e proposital; treine tomar pequenas decisões usando apenas o sentir; apenas ouvindo a voz do coração – você vai adquirir cada vez mais consciência da sabedoria da sua alma e vai se “apaixonar” cada vez mais pela Fonte Criadora.
NAMASTÊ.
Não pensa apenas; aprende a sentir.
Sentir não é uma simples questão emocional.
É uma forma de saber que extrapola os sentidos físicos; sentir ou intuir é um dom inato da alma, do qual todos nós somos dotados; apenas ele está submerso no jogo dos interesses do ego; numas pessoas mais; noutras menos.
Nossa mente é problema e solução.
Nesta vida atual, decidir sem pensar é um desastre; decidir apenas usando a mente é outro maior ainda. Mais grave quando permitimos que mentes alheias tomem decisões em nossas vidas.
Uma dificuldade é que nossa mente é muito mentirosa – isso, também é fruto da educação baseada no medo, mentira, suborno e chantagem, a que predomina na atualidade. Mentimos o dia inteiro; em especial a nós mesmos abusando das desculpas e justificativas.
Para desfazer esse nó cego da evolução, é urgente:
O conhecimento da verdade.
“Somente a verdade vos libertará...” , “Eu sou o caminho, a verdade a vida...”, “... Ninguém vai ao Pai senão através de Mim...” (Jesus).
Criamos muitos embaraços uns aos outros durante nossa evolução; inicialmente por ignorância e depois por teimosia, desleixo e rebeldia. Quantos incontáveis “nós cegos” nas relações entre os homens ainda estão para serem desatados através da caridade e do amor.
É certo que ainda ignoramos muitas coisas, mas as leis básicas da vida para superar esta fase; já são nossas velhas conhecidas; basta apenas pô-las em prática.
Através da:
Capacidade de discernir.
Aprender a separar a verdade natural das verdades humanas é uma necessidade na arte de escolher o melhor para nós e, consequentemente, o melhor para todos os que estão ligados a nós.
Aqui em 3D a ferramenta por excelência para aumentar a capacidade de discernir ou arte de bem escolher é o corpo físico; basta observá-lo, ouvi-lo, senti-lo; e seguir suas sábias recomendações.
Além disso; para que os canais da intuição (comunicação além dos sentidos físicos), sejam desobstruídos; é inteligente eliminar interferências obsessivas através do perdão; e desfazer os bloqueios energéticos gerados pelo kharma, através do fazer além da obrigação.
E nada mais simples e eficaz do que:
A prática da caridade.
Ao aplicarmos a lei do amor e da caridade em todas as escolhas que viermos a fazer, nós permitimos o fluir de nosso sentir ou intuição.
É claro que ainda faremos muitas opções inadequadas, pois nossa compreensão do que seja caridade e amor ainda se confunde muito com egoísmo e orgulho. No entanto se nossas intenções forem boas e claras a correção dos desvios e erros será feita de forma mais fácil, eficiente e alegre.
Para desenvolver o sentir, é preciso desenvolver:
A soberania emocional.
É importante não misturar afetividade com os efeitos das escolhas dos outros e as nossas. Se nosso campo emocional estiver limpo e claro fica muito mais fácil discernir.
A sensação de euforia ou de sofrer turva o raciocínio e dificulta que encontremos as soluções mais fáceis e eficientes para os nossos problemas ou das pessoas que nos são caras.
Ser soberano nas emoções nada tem a ver com ser uma pessoa distante, alheia e fria, ao contrário, não há amor onde as pessoas não são soberanas nas emoções e na afetividade.
Somente o exercício sistemático da vigilância sobre os pensamentos é capaz de proporcionar equilíbrio nas emoções transformando-as em sentimentos.
Lembra quando dissemos que nossa, ainda, mentirosa mente é problema e solução?
De forma consciente e proposital; treine tomar pequenas decisões usando apenas o sentir; apenas ouvindo a voz do coração – você vai adquirir cada vez mais consciência da sabedoria da sua alma e vai se “apaixonar” cada vez mais pela Fonte Criadora.
NAMASTÊ.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA: “VÊ SE ME ERRA!”...
Numa época a perder de vista e num lugar muito distante, alguém “achou” que educar era discursar; esse estilo de instruir baseado em falatório é responsável por inúmeros distúrbios em nossas vidas. Até certo ponto a criança se defende bem: o falatório entra por um ouvido e sai pelo outro; mas, alguns adultos tem que carregar esse karma, na forma de familiares, chefes, até quase o fim da vida.
Para piorar as coisas, em nossa cultura predomina sempre o negativo; daí, esses obsessores estilo “papagaio alucinado” detonam sua qualidade de vida e a de suas vítimas.
Quando o ambiente está sempre saturado das coisas negativas a pessoa está, de certa forma, impedida identificar e “saborear” suas qualidades.
Em muitos grupos familiares, sociais e de trabalho, quando se analisa uma pessoa apenas são expostos os seus defeitos, raras vezes as suas qualidades. Ao se comentar alguma coisa é só para criticar, cobrar ou recriminar.
Devido a terem crescido em locais onde predominou sempre esse tipo de atitudes e de comportamento as pessoas adultas não percebem que são maledicentes e até violentas, e que na presença da pessoa que é vítima de seus comentários, às vezes, tem uma postura diferente. Percebem menos ainda que seus filhos vão copiar esse padrão que vem rolando geração após geração, cada vez mais hipócrita – muitos adultos conseguiram superar essa doença educacional – as crianças de hoje se defendem com mais naturalidade e classe: - Chega! Não sou surdo! Você já falou isso mil vezes! – Vê se me esquece!
A encrenca começa na infância: ao ser impedida de desenvolver relações humanas alicerçadas na confiança mútua parte das crianças tornam-se desconfiadas das intenções dos outros projetando-se nelas. E mantendo-se sempre alerta como se todos fossem adversários ou inimigos. Caso não traga algumas “qualidades” em seu DNA, crescendo nesse tipo de “berço”, sua agressividade estará sempre à flor da pele para ser aplicada nas outras pessoas, nas coisas, nos animais.
Principalmente dentro do lar a vigilância à maledicência pode modificar totalmente o padrão vibratório da casa; criando um ambiente aconchegante onde as pessoas se sintam bem. Além disso, cada palavra e cada atitude tem o seu padrão vibratório específico. Onde se comente o bem e se valorize as coisas boas todo mundo vai se desenvolver melhor e mais feliz – ao contrário, é o habitual, as pessoas adoecem com mais freqüência, em especial as crianças cuja energia é “vampirizada” pelas pessoas adultas da casa que tem esse tipo de comportamento.
Da maledicência crônica á calunia e á difamação é um passo. Muitas pessoas que se imaginam boas, estão viciadas em falar mal dos outros ou comentar a vida alheia sem descanso; algumas já não são mais capazes de distinguir uma atitude da outra.
Dia destes no consultório aprendi mais uma - quando somos o “alvo” preferido desse tipo de energia de algumas pessoas uma forma de defender nossa sanidade: Fulano, vê se me erra! (Pode ser até em pensamento para não cutucar o vampiro).
Aproveitando a boa “energia natalina”, busquemos reciclar nossa conduta.
Se, queres paz e felicidade:
Aprende desde hoje a exercitar a tolerância e o entendimento, pois: virtudes são conquistas; não dádivas.
Distribui paciência e bondade a todos que te cercam.
Auxilia enquanto podes.
Ampara quanto seja possível.
Alivia quanto sejas capaz.
Procura fazer o bem sem olhar a quem, quanto gostarias que te fosse feito. Enquanto podes...
Desculpa sempre, porque ninguém fugirá á lei de retorno.
Procura sempre a boa parte que há em cada um de nós, pois a apreciação unilateral é sempre um desastre. Busquemos sempre o melhor lado das coisas, das situações, das pessoas.
Para que façam o mesmo conosco; enquanto estamos a “caminho” com eles.
Caso não consigas; ao menos:
VÊ SE ME ERRA!
Para piorar as coisas, em nossa cultura predomina sempre o negativo; daí, esses obsessores estilo “papagaio alucinado” detonam sua qualidade de vida e a de suas vítimas.
Quando o ambiente está sempre saturado das coisas negativas a pessoa está, de certa forma, impedida identificar e “saborear” suas qualidades.
Em muitos grupos familiares, sociais e de trabalho, quando se analisa uma pessoa apenas são expostos os seus defeitos, raras vezes as suas qualidades. Ao se comentar alguma coisa é só para criticar, cobrar ou recriminar.
Devido a terem crescido em locais onde predominou sempre esse tipo de atitudes e de comportamento as pessoas adultas não percebem que são maledicentes e até violentas, e que na presença da pessoa que é vítima de seus comentários, às vezes, tem uma postura diferente. Percebem menos ainda que seus filhos vão copiar esse padrão que vem rolando geração após geração, cada vez mais hipócrita – muitos adultos conseguiram superar essa doença educacional – as crianças de hoje se defendem com mais naturalidade e classe: - Chega! Não sou surdo! Você já falou isso mil vezes! – Vê se me esquece!
A encrenca começa na infância: ao ser impedida de desenvolver relações humanas alicerçadas na confiança mútua parte das crianças tornam-se desconfiadas das intenções dos outros projetando-se nelas. E mantendo-se sempre alerta como se todos fossem adversários ou inimigos. Caso não traga algumas “qualidades” em seu DNA, crescendo nesse tipo de “berço”, sua agressividade estará sempre à flor da pele para ser aplicada nas outras pessoas, nas coisas, nos animais.
Principalmente dentro do lar a vigilância à maledicência pode modificar totalmente o padrão vibratório da casa; criando um ambiente aconchegante onde as pessoas se sintam bem. Além disso, cada palavra e cada atitude tem o seu padrão vibratório específico. Onde se comente o bem e se valorize as coisas boas todo mundo vai se desenvolver melhor e mais feliz – ao contrário, é o habitual, as pessoas adoecem com mais freqüência, em especial as crianças cuja energia é “vampirizada” pelas pessoas adultas da casa que tem esse tipo de comportamento.
Da maledicência crônica á calunia e á difamação é um passo. Muitas pessoas que se imaginam boas, estão viciadas em falar mal dos outros ou comentar a vida alheia sem descanso; algumas já não são mais capazes de distinguir uma atitude da outra.
Dia destes no consultório aprendi mais uma - quando somos o “alvo” preferido desse tipo de energia de algumas pessoas uma forma de defender nossa sanidade: Fulano, vê se me erra! (Pode ser até em pensamento para não cutucar o vampiro).
Aproveitando a boa “energia natalina”, busquemos reciclar nossa conduta.
Se, queres paz e felicidade:
Aprende desde hoje a exercitar a tolerância e o entendimento, pois: virtudes são conquistas; não dádivas.
Distribui paciência e bondade a todos que te cercam.
Auxilia enquanto podes.
Ampara quanto seja possível.
Alivia quanto sejas capaz.
Procura fazer o bem sem olhar a quem, quanto gostarias que te fosse feito. Enquanto podes...
Desculpa sempre, porque ninguém fugirá á lei de retorno.
Procura sempre a boa parte que há em cada um de nós, pois a apreciação unilateral é sempre um desastre. Busquemos sempre o melhor lado das coisas, das situações, das pessoas.
Para que façam o mesmo conosco; enquanto estamos a “caminho” com eles.
Caso não consigas; ao menos:
VÊ SE ME ERRA!
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