A insatisfação positiva é a mola que nos impulsiona ao progresso.
A cultura do domínio através da ansiedade e do medo “negativou” essa sensação de buscar algo mais.
A maioria de nós reclama da falta de oportunidades, do pouco ganho e do desemprego – mas, poucos trabalhadores se preocupam com o seu currículo vitae e com a experiência na tarefa de existir – todos nós apenas pensamos em salários e mordomias; sem a contrapartida de analisarmos o quanto valemos para a vida (empresa cósmica); o quanto custamos para o coletivo do universo.
Nas empresas cósmicas os concursos são naturais e não implicam em mordomias, nem cargos vitalícios; muito menos pilantragem.
Quer permanecer no mercado de trabalho nestas bandas deste universo?
Atualize seu currículo estelar:
Coisa bem simples; não encha lingüiça; muito menos minta; pois, estamos “pelados” frente á vida para quem quiser ler nosso pedigree no DNA.
Modelo:
Currículum Vitae do Ser Humano tipo padrão atual, candidato a cidadão Universal.
Nome: hoje, fulano de tal.
Data de nascimento: ignorada.
Local de Nascimento: um dos Universos.
Idade: a eternidade.
Filiação:
• Nome do Pai- Deus.
• Data de nascimento: ignorada.
• Local de nascimento: ignorado.
• Profissão: Co-criador – auxiliar da Fonte Criadora.
• Nome da Mãe: Terra.
• Data de nascimento atual: conhecida.
• Local de nascimento: a Via Láctea.
• Escolaridade: aluno da escola VIDA.
• Referências familiares: a humanidade.
• Profissão: Ser vivo.
• Capacitação profissional: ignorante, em tentativa de cursar a universidade de Engenharia Sideral.
• Cursos de pós-graduação: nenhum; mas freqüenta o curso de promessas religiosas por correspondência.
• Pretensão de cargo: ainda ignorada.
• Situação atual: também, ainda ignorada.
• Pretensão salarial atual: reproduzir, comer, morar, gozar, mandar, ter-possuir-aparentar a qualquer preço e a qualquer custo.
• Pretensão salarial futura: perfectibilidade e felicidade.
Análise do departamento de recursos humanos Universais:
Segundo seu curriculum vitae o candidato está aprovado para exercer a profissão e o cargo a escolher dentre estes:
1) Mentiroso, para desacreditar os crédulos.
2) Traidor, para refrear os ciumentos.
3) Lerdo, para brecar os impacientes.
4) Avarento, ensinando o valor da moeda aos perdulários.
5) Intolerante, para refrear os teimosos obstinados que se negam a pensar e a mudar.
6) Egoísta, para se aproveitar dos preguiçosos de pensar.
7) Ou, qualquer polaridade em desarmonia com as suas.
Recomendamos um curso de reciclagem em uma empresa cósmica de 3D para posterior aceitação.
Metas a serem alcançadas durante o estágio de readaptação:
Objetivos: proporcionar a si e aos outros a harmonia.
Salário: Dor e sofrimento, proporcionais à condição de conversão em bônus de paz, felicidade e perfectibilidade, compatíveis com o desempenho nas tarefas em que for situado. Conta pontos.
Curso de reciclagem gratuito para os carentes de bom senso:
Ao candidato será facultado o desenvolvimento de suas potencialidades em qualquer uma das empresas da Rede Universal de Evolução.
Amigo leitor se concluiu a leitura, fico feliz, valeu a pena ter “queimado a vela dos dois lados” noites afora.
Dúvidas? Com certeza ficaram muitas.
Chances de esclarecê-las? Também, com certeza teremos chances de trocar figurinhas pela internet.
Eu te aguardo.
Tenha muito trabalho e conquiste muita Paz e amor – um salarião; sem mordomias espúrias; para o resto da eternidade.
Aviso de leituras complementares ao treinamento:
http://reengenhariahumana.blogspot.com
O CIDADÃO CÓSMICO DO FUTURO É O NOVO TRABALHADOR
http://xepacosmica.blogspot.com
QUANDO O TERÇO VIRA NOVENA
http://jogosdeamore.blogspot.com
VIDA EM FAMÍLIA – RECICLAR PARADIGMAS – RECRIAR REGRAS
http://artedaboamorte.blogspot.com
O QUE É A VIDA?
http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com
SEX – ASSEX - FLEX
Boas leituras.
Minha lista de blogs
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A BUSCA DA SANIDADE SERÁ ATRAVÉS DA QUALIDADE
Fiquei devendo a contrapartida da qualidade humana para a cura.
Fomos acostumados (e gostamos) a nos achar – Daí que, é normal que nós, os doentes em todos os sentidos, nos sintamos ofendidos quando alguém diz que doença é total e absoluta falta de qualidade humana – pois, fomos criados segundo a crença de uma vida regida pela sorte, azar, destino, milagres e sobrenatural.
Nossa vida, sociedade, cultura, é doentia; por esse motivo básico, o planeta quase agoniza - mas, é inerente ao nosso destino cósmico buscar mais sanidade em todos os sentidos – o próprio planeta necessita de seres humanos de melhor qualidade para a continuidade da vida. Em tempo, a lei de oferta e procura não é comercial; ela é cósmica – num mundo de mais qualidade, as pessoas de menos qualidade vão precisar ir para outros mercados cósmicos compatíveis com seu padrão; nada religioso nem estratosférico: simples assim.
Saúde ou doença é questão de mais ou menos consciência; lógico que a cura definitiva seja diretamente proporcional ao estado de consciência.
Se eu almejo a cura dos meus males, é preciso que tenha noção das características mínimas de um ser saudável:
Algumas características do ser humano de boa qualidade.
Com certeza analisamos aqui algumas das particularidades do ser de melhor qualidade.
Apenas algumas.
O homem de qualidade, onde se encontra, é facilmente reconhecido pela sua marca que em tudo se revela:
No prazer, é comedido; na dor, é resignado.
Na alegria, é expansivo sem alarde; na tristeza, é recolhido, sem reclamos.
Na saúde, é temperante; na enfermidade, é sofrido.
Na riqueza, é generoso; na pobreza, é conformado.
No juízo próprio, é severo; no juízo de outrem, é indulgente.
No falar, é claro, convence sem arrebatar; no calar, não é covarde. Na sociedade, é fraterno; na intimidade, é afetuoso.
No dizer sim, é sincero; no dizer não, é benigno e justo.
No saber, não se vangloria; no ignorar, não dissimula.
Na promessa, é fiel; no dever, é responsável.
Na paz, é prudente; na luta, é objetivado e diligente.
Na prática do bem, é altruísta; ao recebê-lo, é reconhecido.
Na esperança, é perseverante e atuante.
No amor, é puro.
No querer, é claro e firme.
Não precisa se autopromover; já que, em tudo sua qualidade se revela por si só.
Na vida seu caráter ardente e apaixonado é capaz de transformações completas, o que lhe permite sair rapidamente do mal ao bem. Incendeia-se com facilidade, é vivo.
Na forma de viver e de reciclar, se parecem a Maria de Magdala do lado feminino como um exemplo – e do lado masculino o Saulo de Tarso que virou Paulo; esses dois são dignos exemplos do caráter do ser humano de qualidade.
Quantos e quantos estão à nossa volta e por descuido, não os reconhecemos e por isso, não lhes seguimos os passos; ás vezes, até tentamos torná-los medíocres para que se tornem normais.
Conforme coloquei no livro “Saúde ou doença: a escolha é sua” - claro que, antes de qualquer coisa, é preciso entender as propostas da doença; tanto como ferramenta da lei de causa e efeito como desafios a serem superados para a conquista da qualidade da ética cósmica. Depois, é preciso aprender a separar o ser do estar – ser doente é muito diferente de estar doente. Um é quase definitivo (pois, na real – nada se cria tudo se transforma); o outro é escancaradamente transitório.
Finalizando: não seja ISO nada seja DIFER 2010 – 2011 – 2012...
Fomos acostumados (e gostamos) a nos achar – Daí que, é normal que nós, os doentes em todos os sentidos, nos sintamos ofendidos quando alguém diz que doença é total e absoluta falta de qualidade humana – pois, fomos criados segundo a crença de uma vida regida pela sorte, azar, destino, milagres e sobrenatural.
Nossa vida, sociedade, cultura, é doentia; por esse motivo básico, o planeta quase agoniza - mas, é inerente ao nosso destino cósmico buscar mais sanidade em todos os sentidos – o próprio planeta necessita de seres humanos de melhor qualidade para a continuidade da vida. Em tempo, a lei de oferta e procura não é comercial; ela é cósmica – num mundo de mais qualidade, as pessoas de menos qualidade vão precisar ir para outros mercados cósmicos compatíveis com seu padrão; nada religioso nem estratosférico: simples assim.
Saúde ou doença é questão de mais ou menos consciência; lógico que a cura definitiva seja diretamente proporcional ao estado de consciência.
Se eu almejo a cura dos meus males, é preciso que tenha noção das características mínimas de um ser saudável:
Algumas características do ser humano de boa qualidade.
Com certeza analisamos aqui algumas das particularidades do ser de melhor qualidade.
Apenas algumas.
O homem de qualidade, onde se encontra, é facilmente reconhecido pela sua marca que em tudo se revela:
No prazer, é comedido; na dor, é resignado.
Na alegria, é expansivo sem alarde; na tristeza, é recolhido, sem reclamos.
Na saúde, é temperante; na enfermidade, é sofrido.
Na riqueza, é generoso; na pobreza, é conformado.
No juízo próprio, é severo; no juízo de outrem, é indulgente.
No falar, é claro, convence sem arrebatar; no calar, não é covarde. Na sociedade, é fraterno; na intimidade, é afetuoso.
No dizer sim, é sincero; no dizer não, é benigno e justo.
No saber, não se vangloria; no ignorar, não dissimula.
Na promessa, é fiel; no dever, é responsável.
Na paz, é prudente; na luta, é objetivado e diligente.
Na prática do bem, é altruísta; ao recebê-lo, é reconhecido.
Na esperança, é perseverante e atuante.
No amor, é puro.
No querer, é claro e firme.
Não precisa se autopromover; já que, em tudo sua qualidade se revela por si só.
Na vida seu caráter ardente e apaixonado é capaz de transformações completas, o que lhe permite sair rapidamente do mal ao bem. Incendeia-se com facilidade, é vivo.
Na forma de viver e de reciclar, se parecem a Maria de Magdala do lado feminino como um exemplo – e do lado masculino o Saulo de Tarso que virou Paulo; esses dois são dignos exemplos do caráter do ser humano de qualidade.
Quantos e quantos estão à nossa volta e por descuido, não os reconhecemos e por isso, não lhes seguimos os passos; ás vezes, até tentamos torná-los medíocres para que se tornem normais.
Conforme coloquei no livro “Saúde ou doença: a escolha é sua” - claro que, antes de qualquer coisa, é preciso entender as propostas da doença; tanto como ferramenta da lei de causa e efeito como desafios a serem superados para a conquista da qualidade da ética cósmica. Depois, é preciso aprender a separar o ser do estar – ser doente é muito diferente de estar doente. Um é quase definitivo (pois, na real – nada se cria tudo se transforma); o outro é escancaradamente transitório.
Finalizando: não seja ISO nada seja DIFER 2010 – 2011 – 2012...
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
RELACIONAMENTOS DIFÍCIEIS – SOBRE MALAS E PRECONCEITOS
Recebi a colaboração de uma leitora que, com toda razão disse que o assunto relacionamentos difíceis, é vasto e denso. Concordo.
Mas, que dar de cara com nosso lado negado é doloroso; isso é; daí, “nós espanamos”.
No bate papo sobre o assunto, é preciso deixar de lado as pessoas que realmente aprontaram conosco; que nos fizeram mal, com ou sem motivo; pois, nesse caso; o não ir com a cara é justificado.
Hoje vamos falar de malas e preconceitos.
Nesta viagem pela estrada da vida nos deparamos com muitas pessoas estilo mala sem alça. Recordemos alguns tipos:
Pedra no caminho - De forma consciente ou não; impedem a realização de nossos desejos; atrapalham nossos planos; estorvam nossas ambições.
Mala sem alça - Quando não temos soberania emocional; com relação a alguns, nós nos colocamos como vítimas obrigadas a carregá-los pela vida afora. Dizemos que são as nossas cruzes. Mesmo que a situação seja apenas criação nossa.
Pedra no sapato - Esse estilo de convivência; além de estorvar e retardar projetos; causa machucados e feridas. Sinaliza problemas mais graves no futuro.
Espinho no dedo - Tipo mais ou menos ocasional. Costuma aparecer de relações neutras; que tornam-se complicadas. Depende do tipo espinho: pode ser totalmente arrancado; expelido após inflamar, ou; precisará de cirurgia.
Predador - A relação com o predador é perigosa. Sempre seguida de avisos subconscientes; que podem ou não serem observados; respeitados. Se a barreira da antipatia e da aversão inicial; é transposta; a vítima está em sérios apuros.
Olho gordo - A antipatia ao tipo que seca até pimenteira; é instintiva; automática. O olho gordo se entrega com facilidade. Seu padrão vibratório o denuncia. Alguns Disfarçam bem; conseguem enganar durante algum tempo.
Nó cego - Os atrapalhados na vida; conseguem gerar antipatia ao retardar nossos desejos; enrolar planos; criar confusões inúteis; sem sentido. Identificar um nó cego de pronto; não é muito fácil. Desse modo; Acabamos colecionando alguns durante a vida.
Vampiro - Os que sugam a energia vital dos outros; costumam deixar marcas visíveis; fáceis de serem identificadas. No entanto; há vítimas que são sugadas com regularidade; E; não se tocam; nem percebem; Ou até percebem. Mas; com a vontade anêmica; Apenas, ficam sem energia. Ás vezes; até gostam.
Algumas vezes, “o santo não bate” apenas por motivos de pré - conceito gerado pela nossa visão de mundo ou pela indução social, cultural e até da mídia. São especialmente danosos; os estruturados na infância. A tipologia é variada: intelectual, emocional, afetiva, social, racial, esportiva, religiosa, etc.
No processo de indução:
De tanto ouvir dizer mal; ou observar atitudes de pessoas de vida publica; que contrariam nossos interesses; passamos a antipatizar com elas. Noutras situações; sentimos aversão a pessoas que antagonizaram, com outras que gostamos, é antipatia por tabela; pois, até gostamos de comprar brigas dos outros.
Exemplo: Na vida real; atores e atrizes são confundidos com personagens que nada tem a ver com sua forma de ser; mas, podem ser até hostilizados nas ruas - voltando ao velho e chato assunto: a projeção também é atuante nesses casos; pois, o personagem representa as mazelas e dificuldades dos espectadores.
As crianças de hoje são mais rápidas para entender certas coisas do que os adultos. Dia destes conversando com uma bela “malinha” no consultório dessas pré-pré aborrecentes – resumindo: ela estava enfrentando problemas de relacionamento com as coleguinhas e assunto vai assunto vem ela deixou escapar, que isso, já havia acontecido nas duas últimas escolas que freqüentou. Disse prá ela: para resolver isso, é fácil: deixe a mala em casa! – Isso, não vá ás aulas – O senhor está dizendo que a mala sou eu? – Acertou! – Para onde você for a mala vai junto – trate de esvaziá-la...
Mas, que dar de cara com nosso lado negado é doloroso; isso é; daí, “nós espanamos”.
No bate papo sobre o assunto, é preciso deixar de lado as pessoas que realmente aprontaram conosco; que nos fizeram mal, com ou sem motivo; pois, nesse caso; o não ir com a cara é justificado.
Hoje vamos falar de malas e preconceitos.
Nesta viagem pela estrada da vida nos deparamos com muitas pessoas estilo mala sem alça. Recordemos alguns tipos:
Pedra no caminho - De forma consciente ou não; impedem a realização de nossos desejos; atrapalham nossos planos; estorvam nossas ambições.
Mala sem alça - Quando não temos soberania emocional; com relação a alguns, nós nos colocamos como vítimas obrigadas a carregá-los pela vida afora. Dizemos que são as nossas cruzes. Mesmo que a situação seja apenas criação nossa.
Pedra no sapato - Esse estilo de convivência; além de estorvar e retardar projetos; causa machucados e feridas. Sinaliza problemas mais graves no futuro.
Espinho no dedo - Tipo mais ou menos ocasional. Costuma aparecer de relações neutras; que tornam-se complicadas. Depende do tipo espinho: pode ser totalmente arrancado; expelido após inflamar, ou; precisará de cirurgia.
Predador - A relação com o predador é perigosa. Sempre seguida de avisos subconscientes; que podem ou não serem observados; respeitados. Se a barreira da antipatia e da aversão inicial; é transposta; a vítima está em sérios apuros.
Olho gordo - A antipatia ao tipo que seca até pimenteira; é instintiva; automática. O olho gordo se entrega com facilidade. Seu padrão vibratório o denuncia. Alguns Disfarçam bem; conseguem enganar durante algum tempo.
Nó cego - Os atrapalhados na vida; conseguem gerar antipatia ao retardar nossos desejos; enrolar planos; criar confusões inúteis; sem sentido. Identificar um nó cego de pronto; não é muito fácil. Desse modo; Acabamos colecionando alguns durante a vida.
Vampiro - Os que sugam a energia vital dos outros; costumam deixar marcas visíveis; fáceis de serem identificadas. No entanto; há vítimas que são sugadas com regularidade; E; não se tocam; nem percebem; Ou até percebem. Mas; com a vontade anêmica; Apenas, ficam sem energia. Ás vezes; até gostam.
Algumas vezes, “o santo não bate” apenas por motivos de pré - conceito gerado pela nossa visão de mundo ou pela indução social, cultural e até da mídia. São especialmente danosos; os estruturados na infância. A tipologia é variada: intelectual, emocional, afetiva, social, racial, esportiva, religiosa, etc.
No processo de indução:
De tanto ouvir dizer mal; ou observar atitudes de pessoas de vida publica; que contrariam nossos interesses; passamos a antipatizar com elas. Noutras situações; sentimos aversão a pessoas que antagonizaram, com outras que gostamos, é antipatia por tabela; pois, até gostamos de comprar brigas dos outros.
Exemplo: Na vida real; atores e atrizes são confundidos com personagens que nada tem a ver com sua forma de ser; mas, podem ser até hostilizados nas ruas - voltando ao velho e chato assunto: a projeção também é atuante nesses casos; pois, o personagem representa as mazelas e dificuldades dos espectadores.
As crianças de hoje são mais rápidas para entender certas coisas do que os adultos. Dia destes conversando com uma bela “malinha” no consultório dessas pré-pré aborrecentes – resumindo: ela estava enfrentando problemas de relacionamento com as coleguinhas e assunto vai assunto vem ela deixou escapar, que isso, já havia acontecido nas duas últimas escolas que freqüentou. Disse prá ela: para resolver isso, é fácil: deixe a mala em casa! – Isso, não vá ás aulas – O senhor está dizendo que a mala sou eu? – Acertou! – Para onde você for a mala vai junto – trate de esvaziá-la...
terça-feira, 24 de agosto de 2010
ANTIPATIA GRATUITA – EFEITO ESPELHO
Numa época de vida a mil por hora; não há verniz social que resista aos conflitos de interesse nem sempre explícitos e percebidos. No corre – corre do dia a dia torna-se complicado entender o não ir com a cara do outro sem motivos aparentes. Fica difícil responder a nós mesmos perguntas do tipo:
- O que fiz para essa criatura agir assim comigo?
- De onde vem essa antipatia gratuita?
- Nunca vi essa figura mais gorda ou mais magra – nunca conversei com ela; mas, sei que ela não gosta da minha pessoa; nem eu dela!
Os iguais não se bicam; personalidades semelhantes tendem a se repelir – não é fácil encarar de frente nosso lado escuro; nossa forma de ser e de reagir mais negada. A aparente dificuldade é pelo fato de tentarmos esconder uns dos outros; tendências; impulsos; predisposições; que não são bem vistas; pelo grupo social a que pertencemos.
O desconforto na interação, é porque elas nos desnudam; e isso, nos amedronta.
Ao tentar camuflar características; o medo de sermos descobertos; julgados; criticados nos causa desconforto; tal e qual fazemos com os outros. Daí que, quem mais tromba conosco; tem uma personalidade que é a nossa cara.
Na psicologia chama-se essa postura de Projeção.
Costumamos medir os outros; com nossa próprias medidas; com nossa régua. Nós nos projetamos em algumas pessoas; o que funciona como repelente; pois, imaginamos que sintam por nós; o que sentimos por elas. O temor de que são capazes de atitudes que nos prejudiquem nos assalta; quando nós é que podemos lesá-las.
Quem se encontra atento; pode usar a projeção como valioso recurso de auto – conhecimento para formalizar um trabalho de reciclagem do lixo da sua personalidade.
Nem é preciso ajuda externa; basta observar. Á vezes; o que mais detestamos no outro; pode muito bem estar em nós. estamos nos projetando.
Sempre que isso acontecer é bom questionar com nossos botões:
Essa pessoa não vai com a minha cara? – Ou, eu que não vou com a dela? – No começo é complicado; pois como é um tipo de identificação negativa; quase sempre é negada pelo nosso ego.
Dica da hora:
Uma das características mais presentes nesses relacionamentos é a inveja; um sentimento que a maioria de nós tem e nega; ele torna essa identificação; muito negativa. Quando o santo não bate com o do outro; é preciso checar se há na jogada: inveja; ciúmes; orgulho ferido.
Parte do processo também pode ser explicado pela física: ondas, vibrações, reflexão, sintonia, ressonância.
Somos emissores e receptores de ondas mentais - Quer tenhamos consciência ou não; pensamos, sentimos e agimos sem descanso.
Isso, cria um campo vibratório eletromagnético. Que se irradia de nós e, interage com o dos outros. Essa interação gera sensações boas ou ruins. Prazerosas ou não. Quando dizemos que o nosso santo não bate com o de alguém; estamos dizendo; que os campos vibratórios se repelem.
A repulsão de iguais, é um fator bem comum; especialmente nas relações continuadas: vida em família; no estudo; no trabalho.
Quem sabe um dia será possível dizermos a respeito dessas pessoas: em tal lugar há uma pessoa que era a minha cara...
- O que fiz para essa criatura agir assim comigo?
- De onde vem essa antipatia gratuita?
- Nunca vi essa figura mais gorda ou mais magra – nunca conversei com ela; mas, sei que ela não gosta da minha pessoa; nem eu dela!
Os iguais não se bicam; personalidades semelhantes tendem a se repelir – não é fácil encarar de frente nosso lado escuro; nossa forma de ser e de reagir mais negada. A aparente dificuldade é pelo fato de tentarmos esconder uns dos outros; tendências; impulsos; predisposições; que não são bem vistas; pelo grupo social a que pertencemos.
O desconforto na interação, é porque elas nos desnudam; e isso, nos amedronta.
Ao tentar camuflar características; o medo de sermos descobertos; julgados; criticados nos causa desconforto; tal e qual fazemos com os outros. Daí que, quem mais tromba conosco; tem uma personalidade que é a nossa cara.
Na psicologia chama-se essa postura de Projeção.
Costumamos medir os outros; com nossa próprias medidas; com nossa régua. Nós nos projetamos em algumas pessoas; o que funciona como repelente; pois, imaginamos que sintam por nós; o que sentimos por elas. O temor de que são capazes de atitudes que nos prejudiquem nos assalta; quando nós é que podemos lesá-las.
Quem se encontra atento; pode usar a projeção como valioso recurso de auto – conhecimento para formalizar um trabalho de reciclagem do lixo da sua personalidade.
Nem é preciso ajuda externa; basta observar. Á vezes; o que mais detestamos no outro; pode muito bem estar em nós. estamos nos projetando.
Sempre que isso acontecer é bom questionar com nossos botões:
Essa pessoa não vai com a minha cara? – Ou, eu que não vou com a dela? – No começo é complicado; pois como é um tipo de identificação negativa; quase sempre é negada pelo nosso ego.
Dica da hora:
Uma das características mais presentes nesses relacionamentos é a inveja; um sentimento que a maioria de nós tem e nega; ele torna essa identificação; muito negativa. Quando o santo não bate com o do outro; é preciso checar se há na jogada: inveja; ciúmes; orgulho ferido.
Parte do processo também pode ser explicado pela física: ondas, vibrações, reflexão, sintonia, ressonância.
Somos emissores e receptores de ondas mentais - Quer tenhamos consciência ou não; pensamos, sentimos e agimos sem descanso.
Isso, cria um campo vibratório eletromagnético. Que se irradia de nós e, interage com o dos outros. Essa interação gera sensações boas ou ruins. Prazerosas ou não. Quando dizemos que o nosso santo não bate com o de alguém; estamos dizendo; que os campos vibratórios se repelem.
A repulsão de iguais, é um fator bem comum; especialmente nas relações continuadas: vida em família; no estudo; no trabalho.
Quem sabe um dia será possível dizermos a respeito dessas pessoas: em tal lugar há uma pessoa que era a minha cara...
domingo, 22 de agosto de 2010
TRABALHO - ESMOLA OU REPRESSÃO?
Diz um amigo meu racionalista de carteirinha que sou um cara muito “cabaço da ética”. Não sei se fico ou se vou... Sua teoria a respeito do “cabaço cósmico”; a explicação sobre quem inventou esse artefato físico de pureza e dignidade é Nibiruana, hilária e desconcertante; falaremos sobre ela qualquer dia destes.
Só para ilustrar; eu vou contar um episódio que se repete há bem uns 5 anos. Termino minhas atividades de trabalho em SBC e depois as atividades do nosso grupo de apoio mútuo espiritual em torno das 22hs; meu trajeto de SBC a SP, passa pela Av. Do Estado – ali pela altura do Ipiranga fica uma senhora numa esquina com uma criança nas costas, pedindo esmolas; aliás, de uma forma bem agressiva; pelo tempo decorrido, a criança (teoricamente seu filho ou filhas) deveria estar quase do tamanho dela; mas, é sempre uma do mesmo tamanho – já pensei inúmeras vezes em pedir ajuda ao Conselho Tutelar – e fico naquela de avisar a primeira viatura da PM no caminho; duas vezes até tentei; mas, os policiais colocaram tantos empecilhos que desisti.
Confesso que até hoje não me decidi se intervenho a favor da criança que está sendo explorada; ou se deixo que as coisas continuem como as pessoas acham que vale a pena.
O drama da caridade:
Esse é um assunto interessantíssimo; que trago para discussão através da Lei cósmica do trabalho.
PROPORCIONAR TRABALHO É CARIDADE?
Trabalho, fator de inclusão ou de exclusão?
O trabalho como fator de incluir o excluir do mercado da vida contemporânea, sempre está presente no day by day do nosso cotidiano.
A origem da exclusão:
Desde o princípio da evolução do ser humano, em todas as épocas, as pessoas se incluem ou excluem. Imaturas e preguiçosas tornam-se inúteis para o mundo e para a época em que vivem; e que geram nos outros que já buscam progredir; sentimentos contraditórios no ego exacerbado como a compaixão e a repulsa; pois, despertados pela miséria do que se excluíram ou foram ajudados a se excluir, oscilam entre a esmola e a repressão.
Em tempos idos, a consciência de inutilidade e de imprestabilidade dos excluídos, parecia ter sido superada pela Revolução Industrial ou o nascimento de uma nova civilização de trabalho para todos capaz de integrar todos os excluídos, todos os marginalizados por meio do salário, com direitos garantidos e maior proteção social, já que os objetivos de vida eram ainda muito primários para um ser humano: reproduzir, comer, abrigar-se, possuir, mandar, gozar...
É pior ser explorado ou ser excluído?
O que se observa agora na sociedade pós-industrial é que a situação é muito mais dramática que a dos explorados de antes. Hoje, os excluídos nem mais são explorados, já que inexistem socialmente, não apenas por escassez de trabalho, mas por excesso de trabalhadores de má qualidade, segundo as leis da evolução, são mantidos por bolsas auxílio.
Um fato nada novo; apenas acelerado pela rápida globalização, é que muitos estão se excluindo do mercado de trabalho por visível falta de qualidade pessoal para os dias de hoje, pela recusa em ler nas entrelinhas do cotidiano os sinais dos tempos. Preguiçosamente, acomodaram-se, agora estão inadequados: bolsistas explorados pelos novos senhores do poder...
A globalização é uma centrífuga:
No momento, vivemos e assistimos a uma profunda crise de civilização, onde, vertiginosamente, tudo se mistura, desde os antigos e nunca resolvidos problemas de miséria física: dos excluídos de comer, de morar, de vestir, de ter assistência à saúde, aos também antigos, e não resolvidos problemas de miséria afetiva e moral: dos excluídos de afeto, carinho, respeito, dos órfãos de pais vivos etc. Isso, somado à miséria de objetivos existenciais que geram um sentimento confuso e difuso de mal-estar com a sociedade de consumo, com a mercantilização de tudo e, a pressão para competir contra tudo e contra todos, exacerbada, sem sentido, e condenada a se esgotar hora menos hora, criando a figura dos que se excluem por: medo, covardia, angústia, estresse, depressão e até por pânico...
Por tudo isso, estamos atordoados. É como vivenciar as emoções e as angústias de um trabalho de parto. *Assistir (melhor seria, no sentido de participar, de ajudar a si e aos outros) ao nascimento de um novo homem com novos valores, novos objetivos, e, quem se recusar a participar ativamente, tanto num como noutro sentido, sofrerá e terá morte temporária; pois não renascerá para os dias de hoje... Ficará morto-vivo, “enterrado” no tempo das novas eleições.
Esse novo homem “renascido” não espera, nem perde por esperar, não fica assistindo a vida passar. Não se contenta apenas em reagir, quer também agir; mais que ator, quer ser também autor do próprio destino e do destino de todos, pela ação e pelo exemplo.
Ainda não defini o que fazer com meus medíocres poderes de mudar algo. Espero que os amigos me brindem com suas descobertas a respeito do que fazer.
Para quem gosta de pensar visitem os últimos bate papos em:
http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com
GENTE ESTILO AMOSTRA GRÁTIS.
http://artedaboamorte.blogspot.com
DEIXEM OS MORTOS ENTERRAREM SEUS MORTOS.
http://reengenhariahumana.blogspot.com
RAZÕES PARA VIVER X MEIOS DE VIDA.
http://educarparaummundonovo.blogspot.com
A POLÍTICA E OS HÁBITOS ALIMENTARES.
http://saudeoudoenca.blogspot.com
DIA INTERNACIONAL DA LÍNGUA.
http://reengenhariahumana.blogspot.com
A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO NA NOSSA I-LIMITADA VIDA.
Para que nos curemos de nossa falta de capacidade é preciso intervir já no mercado de trabalho estelar.
Só para ilustrar; eu vou contar um episódio que se repete há bem uns 5 anos. Termino minhas atividades de trabalho em SBC e depois as atividades do nosso grupo de apoio mútuo espiritual em torno das 22hs; meu trajeto de SBC a SP, passa pela Av. Do Estado – ali pela altura do Ipiranga fica uma senhora numa esquina com uma criança nas costas, pedindo esmolas; aliás, de uma forma bem agressiva; pelo tempo decorrido, a criança (teoricamente seu filho ou filhas) deveria estar quase do tamanho dela; mas, é sempre uma do mesmo tamanho – já pensei inúmeras vezes em pedir ajuda ao Conselho Tutelar – e fico naquela de avisar a primeira viatura da PM no caminho; duas vezes até tentei; mas, os policiais colocaram tantos empecilhos que desisti.
Confesso que até hoje não me decidi se intervenho a favor da criança que está sendo explorada; ou se deixo que as coisas continuem como as pessoas acham que vale a pena.
O drama da caridade:
Esse é um assunto interessantíssimo; que trago para discussão através da Lei cósmica do trabalho.
PROPORCIONAR TRABALHO É CARIDADE?
Trabalho, fator de inclusão ou de exclusão?
O trabalho como fator de incluir o excluir do mercado da vida contemporânea, sempre está presente no day by day do nosso cotidiano.
A origem da exclusão:
Desde o princípio da evolução do ser humano, em todas as épocas, as pessoas se incluem ou excluem. Imaturas e preguiçosas tornam-se inúteis para o mundo e para a época em que vivem; e que geram nos outros que já buscam progredir; sentimentos contraditórios no ego exacerbado como a compaixão e a repulsa; pois, despertados pela miséria do que se excluíram ou foram ajudados a se excluir, oscilam entre a esmola e a repressão.
Em tempos idos, a consciência de inutilidade e de imprestabilidade dos excluídos, parecia ter sido superada pela Revolução Industrial ou o nascimento de uma nova civilização de trabalho para todos capaz de integrar todos os excluídos, todos os marginalizados por meio do salário, com direitos garantidos e maior proteção social, já que os objetivos de vida eram ainda muito primários para um ser humano: reproduzir, comer, abrigar-se, possuir, mandar, gozar...
É pior ser explorado ou ser excluído?
O que se observa agora na sociedade pós-industrial é que a situação é muito mais dramática que a dos explorados de antes. Hoje, os excluídos nem mais são explorados, já que inexistem socialmente, não apenas por escassez de trabalho, mas por excesso de trabalhadores de má qualidade, segundo as leis da evolução, são mantidos por bolsas auxílio.
Um fato nada novo; apenas acelerado pela rápida globalização, é que muitos estão se excluindo do mercado de trabalho por visível falta de qualidade pessoal para os dias de hoje, pela recusa em ler nas entrelinhas do cotidiano os sinais dos tempos. Preguiçosamente, acomodaram-se, agora estão inadequados: bolsistas explorados pelos novos senhores do poder...
A globalização é uma centrífuga:
No momento, vivemos e assistimos a uma profunda crise de civilização, onde, vertiginosamente, tudo se mistura, desde os antigos e nunca resolvidos problemas de miséria física: dos excluídos de comer, de morar, de vestir, de ter assistência à saúde, aos também antigos, e não resolvidos problemas de miséria afetiva e moral: dos excluídos de afeto, carinho, respeito, dos órfãos de pais vivos etc. Isso, somado à miséria de objetivos existenciais que geram um sentimento confuso e difuso de mal-estar com a sociedade de consumo, com a mercantilização de tudo e, a pressão para competir contra tudo e contra todos, exacerbada, sem sentido, e condenada a se esgotar hora menos hora, criando a figura dos que se excluem por: medo, covardia, angústia, estresse, depressão e até por pânico...
Por tudo isso, estamos atordoados. É como vivenciar as emoções e as angústias de um trabalho de parto. *Assistir (melhor seria, no sentido de participar, de ajudar a si e aos outros) ao nascimento de um novo homem com novos valores, novos objetivos, e, quem se recusar a participar ativamente, tanto num como noutro sentido, sofrerá e terá morte temporária; pois não renascerá para os dias de hoje... Ficará morto-vivo, “enterrado” no tempo das novas eleições.
Esse novo homem “renascido” não espera, nem perde por esperar, não fica assistindo a vida passar. Não se contenta apenas em reagir, quer também agir; mais que ator, quer ser também autor do próprio destino e do destino de todos, pela ação e pelo exemplo.
Ainda não defini o que fazer com meus medíocres poderes de mudar algo. Espero que os amigos me brindem com suas descobertas a respeito do que fazer.
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A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO NA NOSSA I-LIMITADA VIDA.
Para que nos curemos de nossa falta de capacidade é preciso intervir já no mercado de trabalho estelar.
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