A DIETA IDEAL
PARTE 2 - O SUPER HEROI CIENTISTA
Superada a fase do pensamento mágico a respeito da busca da dieta milagrosa.
Conhecendo um pouco a respeito de minha pessoa.
Passo a mastigar, antes de engolir, as informações (raciocínio crítico) recebidas; sejam leigas ou científicas. Pode parecer um contra senso, mas as científicas são menos digeríveis do que as leigas; pois elas são, na maioria das vezes uma mixórdia, uma colagem de conceitos publicados em trabalhos pouco confiáveis – claro que a maioria das opiniões e receitas leigas, também é uma coletânea de ouvir falar – Como confiar? – As leigas mais confiáveis são a das pessoas simples, com pouca instrução e raro acesso á mídia de ação rápida (TV) – Não caia em arapucas do tipo: ouvi no programa da fulana de tal, que sopa de bom bril emagrece (claro ele tem mil e uma utilidades; só perde para a coca – e pode ser considerada dieta leve).
Chame o super cientista:
Desse ponto em diante é hora de chamar o super amigo: nosso corpo – o super - herói; o super cientista que não quer nos vender nada nem lucrar.
Para muitos pode soar estranho que o corpo fale e com a máxima sabedoria; tão absortos estão em se deixar hipnotizar por conceitos tão idiotas como: diet, zero, só um pouquinho não faz mal; isso é bom pra isso, aquilo é bom para aquilo; contar calorias – Contar calorias como método para não engordar, é o cúmulo da sacanagem científica – se desse certo, nenhuma pessoa boa em matemática estaria com sobrepeso – vale a mesma coisa para os juros do cheque especial – Tanto para um quanto para outro caso; a matemática é simples e multiplicada por menos um. Para emagrecer coma menos e gaste mais – Para manter saudável sua conta bancária, só gaste o que já ganhou. Caiu na armadilha do crédito? – No problema do sobre peso aceite a desculpa do, só hoje que ninguém é de ferro; amanhã eu recomeço a dieta, etc. Na área financeira acredite em juro zero; taxas mais baratas, etc.
O que nosso super – herói particular pode fazer por nós?
Tudo e nada.
Basta aprender a ouvi-lo.
Sim ele fala!
Prestar atenção ao que ele diz; é coisa que poucos fazem.
Quantas vezes o coitado do nosso amigão tem que berrar; espernear com uma dor de estômago, azia, cefaléia – e a maioria faz ouvidos moucos – e ainda lhe dá um cala a boca que não te perguntei nada; com remédios produzidos e receitados por cientistas da hora.
Quase sempre as agressões perpetradas ao nosso super – herói; derivam do problema da digestão física, mental, emocional, afetiva e espiritual.
Lembra da velha estória: se a mente não pensa o corpo padece.
A paciência de nosso amigão é eterna?
Claro que não; pois até o saco de Deus tem limite.
Quando ele, o nosso mentor em tempo integral, nosso guia, nosso condutor na existência desiste de nós; de tão ignorado que foi (santo de casa não faz milagres?) – nosso destino é:
Caixão – crematório, vala comum, etc.
Obs.
Para os mais espiritualizados:
Como segundo o azul Chico Buarque: Deus é um cara gozador e maravilhoso que adora brincadeiras. Adivinhem quem é o mentor que nos acompanha vinte e quatro horas por dia a guiar nossos passos nesta dimensão da vida? – Nada de Avatares nem anjos ou ETs; mas esse amigo de todas as horas:
Nosso corpo físico.
Está descontente com o seu?
Quem é o chefe?
Cansei.
Azulei.
Na próxima, prometo uma receita mágica...
Caso haja manifestação de interesse - Claro.
Mas, antes acabe de comer essa delícia.
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domingo, 1 de março de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
A CONQUISTA DA DIETA IDEAL
Neste bate papo com nossos leitores virtuais e pacientes – identifiquei uma preocupação de grande parte: a dieta – O que comer?
Nos dias atuais, embora as armadilhas sejam cada vez mais perigosas: agrotóxicos; aditivos alimentares, alimentos artificiais; indicar uma dieta não é tão complicado; mas hoje há tantos tipos no mercado que não é fácil dizer qual a melhor.
A única certeza: os grupos básicos de alimentos a serem ingeridos diariamente continuam valendo para todas elas.
Qual a melhor dieta para minha pessoa?
Primeiro é preciso definir: quem é a sua pessoa?
O conhecimento de nós mesmos é fundamental para definir o melhor tipo de dieta; por outro lado a dieta atual pode ajudar muito no auto – descobrimento; lembra da máxima: somos o que comemos?
Do que gosto?
Quais minhas origens raciais e de cultura?
A quantidade supre minhas necessidades?
Eu me alimento de forma regular?
Faço algum preparo para a refeição?
Quando termino a refeição – como me sinto: Ativo ou sonolento? Leve ou pesado? Feliz ou com sentimento de culpa?
Um pouco mais complicado é individualizar a dieta, várias metodologias ajudam a definir quais os alimentos mais indicados para nosso tipo, por exemplo, a dieta do grupo sanguíneo; o sistema da medicina ayurvédica (tipologia vata, Pitta e kapha); o sistema da medicina oriental, etc.
O problema maior consiste em implementar a dieta, colocá-la em prática; pois superar a educação, a cultura e as dificuldades do dia a dia; pode tornar-se uma tarefa além das nossas forças.
Outra pergunta que exige resposta:
Por que desejo mudar minha dieta?
Os motivos podem definir o bom ou mau resultado. É comum que as pessoas troquem causa por efeito. Por exemplo, mudanças de hábitos alimentares voltados para a perda de peso, raramente dão certo – a explicação é simples: perder peso na mudança de hábitos deve ser efeito e não meta; cada vez que uma pessoa com sobrepeso sobe na balança ela está alimentando seu subconsciente com um programa de auto-sabotagem; pois ainda está em conflito entre satisfazer suas necessidades afetivas e compensar seus conflitos com comida e o tênue desejo de adequar-se aos padrões de beleza ou até de continuar vivo (problemas de colesterol, diabetes, etc.).
Pense bem.
Identifique-se.
Clareie seus objetivos.
Recomendo a leitura do livro: “Quem ama cuida” – Edit. Petit – SP.
Logo recomeçamos.
Nos dias atuais, embora as armadilhas sejam cada vez mais perigosas: agrotóxicos; aditivos alimentares, alimentos artificiais; indicar uma dieta não é tão complicado; mas hoje há tantos tipos no mercado que não é fácil dizer qual a melhor.
A única certeza: os grupos básicos de alimentos a serem ingeridos diariamente continuam valendo para todas elas.
Qual a melhor dieta para minha pessoa?
Primeiro é preciso definir: quem é a sua pessoa?
O conhecimento de nós mesmos é fundamental para definir o melhor tipo de dieta; por outro lado a dieta atual pode ajudar muito no auto – descobrimento; lembra da máxima: somos o que comemos?
Do que gosto?
Quais minhas origens raciais e de cultura?
A quantidade supre minhas necessidades?
Eu me alimento de forma regular?
Faço algum preparo para a refeição?
Quando termino a refeição – como me sinto: Ativo ou sonolento? Leve ou pesado? Feliz ou com sentimento de culpa?
Um pouco mais complicado é individualizar a dieta, várias metodologias ajudam a definir quais os alimentos mais indicados para nosso tipo, por exemplo, a dieta do grupo sanguíneo; o sistema da medicina ayurvédica (tipologia vata, Pitta e kapha); o sistema da medicina oriental, etc.
O problema maior consiste em implementar a dieta, colocá-la em prática; pois superar a educação, a cultura e as dificuldades do dia a dia; pode tornar-se uma tarefa além das nossas forças.
Outra pergunta que exige resposta:
Por que desejo mudar minha dieta?
Os motivos podem definir o bom ou mau resultado. É comum que as pessoas troquem causa por efeito. Por exemplo, mudanças de hábitos alimentares voltados para a perda de peso, raramente dão certo – a explicação é simples: perder peso na mudança de hábitos deve ser efeito e não meta; cada vez que uma pessoa com sobrepeso sobe na balança ela está alimentando seu subconsciente com um programa de auto-sabotagem; pois ainda está em conflito entre satisfazer suas necessidades afetivas e compensar seus conflitos com comida e o tênue desejo de adequar-se aos padrões de beleza ou até de continuar vivo (problemas de colesterol, diabetes, etc.).
Pense bem.
Identifique-se.
Clareie seus objetivos.
Recomendo a leitura do livro: “Quem ama cuida” – Edit. Petit – SP.
Logo recomeçamos.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
ABAIXO O BESTEIROL
ABAIXO A POLÍTICA DO POLITICAMENTE CORRETO...
Num mundo tão globalizado e doente; é difícil saber quem tem a patente do que.
Mas, antes de tudo é preciso combater o concorrente: A PANACÉIA.
Medicamento da hora: a panacéia atenua os sintomas da falta de discernimento dos que foram contaminados pelo vírus da preguiça de pensar a serviço do nosso mal querer, inventaram para nos manter: COBAIAS, de duas quatro ou nenhuma pernas.
Chega de: receitinhas de comadres cientistas com pós – graduação em encher lingüiça; de enrolação de padrecos e pastores; de vivos e de mortos do mesmo saco.
A receita para que nos tornemos de fato humanos: pensar de forma crítica e participativa (enfrentadora).
Dia destes, ouvi (espero que não tenha sido apenas eu) durante um trabalho uma informação que me deixou estonteado: “Vocês assumiram compromissos financeiros com causas; que não conseguem cumprir e nem são nossa meta principal”. Parando para pensar: muitos dos trabalhos que poderíamos e devemos desenvolver no grupo estão sendo sistematicamente bloqueados por intenções (bem intencionadas); mas, nada práticas para o momento atual. Como sempre: trocamos a causa pelo efeito.
Vamos para as ruas gritando e levantando a bandeira: ABAIXO O BESTEIROL!
Quem quiser entender que entenda.
Quem quiser continuar a tomar os remédios da panacéia que o faça...
Morte ou vida ao BESTEIROL?
Paz; mas nem tanta...
Num mundo tão globalizado e doente; é difícil saber quem tem a patente do que.
Mas, antes de tudo é preciso combater o concorrente: A PANACÉIA.
Medicamento da hora: a panacéia atenua os sintomas da falta de discernimento dos que foram contaminados pelo vírus da preguiça de pensar a serviço do nosso mal querer, inventaram para nos manter: COBAIAS, de duas quatro ou nenhuma pernas.
Chega de: receitinhas de comadres cientistas com pós – graduação em encher lingüiça; de enrolação de padrecos e pastores; de vivos e de mortos do mesmo saco.
A receita para que nos tornemos de fato humanos: pensar de forma crítica e participativa (enfrentadora).
Dia destes, ouvi (espero que não tenha sido apenas eu) durante um trabalho uma informação que me deixou estonteado: “Vocês assumiram compromissos financeiros com causas; que não conseguem cumprir e nem são nossa meta principal”. Parando para pensar: muitos dos trabalhos que poderíamos e devemos desenvolver no grupo estão sendo sistematicamente bloqueados por intenções (bem intencionadas); mas, nada práticas para o momento atual. Como sempre: trocamos a causa pelo efeito.
Vamos para as ruas gritando e levantando a bandeira: ABAIXO O BESTEIROL!
Quem quiser entender que entenda.
Quem quiser continuar a tomar os remédios da panacéia que o faça...
Morte ou vida ao BESTEIROL?
Paz; mas nem tanta...
domingo, 22 de fevereiro de 2009
COMO COMEÇAR UMA CONSULTA MÉDICA COM O PÉ ESQUERDO
Começar mal uma relação médico - paciente é fácil:
Bata a porta. Entre de cara amarrada. Não cumprimente. Comece reclamando do atendimento do colega anterior; do sistema de saúde. Diga que está cansado de procurar ajuda e ninguém resolve seu problema. Faça o próprio diagnóstico. Pressione: Dr. O senhor é minha última esperança! Reclame do quanto esperou para ser atendido. Responda que não sabe por que está ali. Despeje a história da sua vida para justificar seus males. Seja prolixo. Descarregue na mesa do médico um calhamaço de velhos e mofados exames sem que ele peça. Fale que já procurou os melhores especialistas.
Enfim; encare o médico como um adversário; logo de cara... Essa é a melhor maneira de começar uma consulta com o pé esquerdo.
Que o sistema de saúde não funciona como deveria; não há como negar. Mas, o problema da saúde publica é mais cultural e educacional do que algo realmente pessoal; particular e específico.
Médicos não são seres de outro planeta, nem anjos, santos ou coisas do gênero; acima da atividade profissional são pessoas normais com necessidades normais, iguais a todo mundo.
Os médicos mercantilizaram a medicina? – Claro que não. Os intermediários o fizeram e com o consentimento de todos.
Vivemos na Era do ter, possuir, aparentar, comprar – doença, saúde e cura; sujeitou-se ao marketing: enquanto alguém achar que pode comprar saúde outro vai achar que pode vendê-la, a preços módicos, em prestações ou á vista muito caro. A medicina de grupo ou convênio veio dar o golpe de misericórdia nas relações médico – paciente. Uns acham que pagam muito e os médicos ganham pouco – Quem lucra? – Ninguém, pois os convênios estão quebrando; mesmo com toda a burocracia; inventaram e inventam mil formas de glosar e fazer com que o médico preencha mil formulários para dificultar os pedidos de exames e procedimentos; aumentam os custos dos locais de atendimento; estressam todo mundo e quem sai perdendo todos; é claro que muito mais os pacientes; pois de forma inconsciente para se vingar o médico continua transferindo o raciocínio diagnóstico para o exame de laboratório; se der alguma coisa alterada existe doença; caso contrário é problema emocional. Há solução? – Apenas depois de catarmos os cacos do sistema que está se auto-destruindo; mas, a saída está na educação; pois a maioria das doenças é falta de educação em viver e pobreza de cuidados com a própria vida.
Até que o processo detone para recomeçar em bases mais inteligentes:
Educação não faz mal a ninguém. Um sorriso nunca é demais.
Médico não é adversário; deve ser companheiro e parceiro...
Boa sorte.
Bata a porta. Entre de cara amarrada. Não cumprimente. Comece reclamando do atendimento do colega anterior; do sistema de saúde. Diga que está cansado de procurar ajuda e ninguém resolve seu problema. Faça o próprio diagnóstico. Pressione: Dr. O senhor é minha última esperança! Reclame do quanto esperou para ser atendido. Responda que não sabe por que está ali. Despeje a história da sua vida para justificar seus males. Seja prolixo. Descarregue na mesa do médico um calhamaço de velhos e mofados exames sem que ele peça. Fale que já procurou os melhores especialistas.
Enfim; encare o médico como um adversário; logo de cara... Essa é a melhor maneira de começar uma consulta com o pé esquerdo.
Que o sistema de saúde não funciona como deveria; não há como negar. Mas, o problema da saúde publica é mais cultural e educacional do que algo realmente pessoal; particular e específico.
Médicos não são seres de outro planeta, nem anjos, santos ou coisas do gênero; acima da atividade profissional são pessoas normais com necessidades normais, iguais a todo mundo.
Os médicos mercantilizaram a medicina? – Claro que não. Os intermediários o fizeram e com o consentimento de todos.
Vivemos na Era do ter, possuir, aparentar, comprar – doença, saúde e cura; sujeitou-se ao marketing: enquanto alguém achar que pode comprar saúde outro vai achar que pode vendê-la, a preços módicos, em prestações ou á vista muito caro. A medicina de grupo ou convênio veio dar o golpe de misericórdia nas relações médico – paciente. Uns acham que pagam muito e os médicos ganham pouco – Quem lucra? – Ninguém, pois os convênios estão quebrando; mesmo com toda a burocracia; inventaram e inventam mil formas de glosar e fazer com que o médico preencha mil formulários para dificultar os pedidos de exames e procedimentos; aumentam os custos dos locais de atendimento; estressam todo mundo e quem sai perdendo todos; é claro que muito mais os pacientes; pois de forma inconsciente para se vingar o médico continua transferindo o raciocínio diagnóstico para o exame de laboratório; se der alguma coisa alterada existe doença; caso contrário é problema emocional. Há solução? – Apenas depois de catarmos os cacos do sistema que está se auto-destruindo; mas, a saída está na educação; pois a maioria das doenças é falta de educação em viver e pobreza de cuidados com a própria vida.
Até que o processo detone para recomeçar em bases mais inteligentes:
Educação não faz mal a ninguém. Um sorriso nunca é demais.
Médico não é adversário; deve ser companheiro e parceiro...
Boa sorte.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
VOCÊ TEM COLESTEROL?
Prestar atenção nas conversas sobre doenças em salas de espera de consultórios ou em lugares em que seja impossível não ouvir é até divertido. Dia destes durante uma viagem fui obrigado a escutar um campeonato de doenças entre duas senhoras, que mal se conheceram e já arrumaram assunto para seis horas de viagem; sem parar. Vamos chamá-las de Candinha e Maria. A disputa começou com a pergunta da Maria: – Você tem colesterol? – Foi a deixa; a Candinha logo disparou: – Tenho e é altíssimo! – A Maria meio que balançou; sentiu que tinha uma adversária á altura; a parada ia ser dura; mas, não se deu por vencida: - O meu já chegou quase a trezentos! - Pois o meu já passou dos trezentos; ano passado quase morri, estava muito mal; sentia dor de cabeça, não dormia direito, de vez em quando sentia um calorão! – Meu médico, me recitou três remédios; por sinal um deles muito caro; e o colesterol não baixava! – E eu; se não tivesse convênio já tinha morrido; tenho que fazer exames quase todo mês! – O meu convênio, é o melhor, nós economizamos em tudo; mas não podemos ficar num convênio como o nosso antigo, onde você tinha que brigar para fazer exames! – Quinze segundos de silêncio talvez buscando tempo para pensar em novo assunto. – Tomo seis remédios; tenho pressão alta; começo de diabetes; tenho colesterol; tenho tireóide; tomo hormônio para a menopausa; e meu médico me receitou vitamina. A Candinha quando percebeu que ia perder por pouco (parece que tomava só cinco); logo rebateu: - Eu já fiz três cirurgias; da última quase morri; foi por Deus! – A Maria era fera; Ah! Eu já fiz quatro; e uma foi da cabeça! – Coitada da Candinha estava perdendo de lavada; o jeito foi trazer o marido para a disputa: - Meu marido coitado é que nem eu; toma cinco remédios e já foi operado da próstata (o médico disse que era maligno). Novo minuto de silêncio; pensei comigo: Graças a Deus, acabou o assunto; que nada; logo a Maria conta atacou – O meu já morreu coitado; mas sofreu, mas sofreu; três cirurgias; dois meses na UTI... Um pequeno acidente na estrada fez com que a conversa mudasse para os acidentes; bem que tentaram me colocar como arbitro na sua disputa; mas, estou vacinado; de tanto fingir que estou dormindo até consigo.
Ficou difícil definir um ganhador; pois consegui dormir um pouco. Vontade de meter o bedelho na conversa não faltou; mas esses exercícios são valiosos para aprender a arte do silêncio. Mas, convenhamos amigo: - Você tem colesterol? – Você tem tireóide? – Eu acho que um tiquinho de educação em saúde faria milagres...
Ficou difícil definir um ganhador; pois consegui dormir um pouco. Vontade de meter o bedelho na conversa não faltou; mas esses exercícios são valiosos para aprender a arte do silêncio. Mas, convenhamos amigo: - Você tem colesterol? – Você tem tireóide? – Eu acho que um tiquinho de educação em saúde faria milagres...
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A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo