A LEI DA OFERTA E DA
PROCURA E O LUCRO SÃO LEIS NA LEGISLAÇÃO NATURAL.
ATITUDES CONSCIENTES DÃO
LUCRO EXISTENCIAL.
Parte 1
A lei de mercado é natural
e visa sempre o LUCRO; que é uma atitude Divina, como bem está colocado na parábola
dos talentos.
Devemos buscá-lo sempre;
mas, não apenas o lucro financeiro responsável pelas oportunidades do
necessário progresso material nesta dimensão – importa também, e
principalmente, buscar o lucro no empreendimento da CONSCIÊNCIA:
Viver na verdade; paz de
consciência; alegria; harmonia; bom humor; respeito...; devemos lucrar sempre
para evitar a falência: culpa, remorso, ansiedade, medo, depressão, angústia.
No íntimo sabemos disso,
mesmo que de forma inconsciente; entretanto:
Somos especialistas em
repetir condutas, intenções e relações de compra, venda e troca que sabemos de
antemão não dar lucro.
Um dos motivos do lucro
negativo ou prejuízo é que a pouca maturidade leva a atitudes inconscientes
quase infrahumanas.
Claro que o lucro negativo
no balanço da consciência não é proposital; mas por que ele predomina?
Não estamos conscientes da maioria de nossas atitudes,
nem das influências que elas têm sobre nosso comportamento social, em virtude
da nossa ainda precária consciência evolutiva projetada no EGO.
Com muita razão diz Jung: “No adulto está escondida uma
criança, uma criança eterna, em contínua formação, nunca perfeita, necessitada
de vigilância e educação”.
Por exemplo; numa situação corporativa:
Um indivíduo, funcionário de uma empresa já voltada para
objetivos de qualidade, mantém um particular padrão de atitude de
“responsabilidade”, intensificado, quando a empresa está em fase de
adequação ao mercado, e existe a possibilidade de dispensa de funcionários.
Preocupa-se demais quanto ao horário,
chega antes dos outros, saí após o expediente, e às vezes, leva o trabalho para
casa.
Quando num ajuste funcional ou de objetivos da empresa
este funcionário é dispensado, sente-se injustiçado, comparando-se a
outro que chega mais tarde e saí antes do final do expediente.
Isso é natural, já que sua visão de mundo, seu estilo
de comportamento, impede-o de perceber que seus objetivos de vida e de
trabalho são pobres e ineficientes, pois, o objetivo principal dessa atitude
é o de não perder o emprego.
Revolta-se com a dispensa, pois também desconhece seu
nível de produtividade e eficiência... Gera pouco lucro.
Continua parte 2 em americocanhoto.blogspot.com


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