EDUCAÇÃO
POLÍTICA:
A
CIDADANIA EXERCIDA ATRAVÉS DA DIETA ÉTICO/MORAL
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O que nos impede de usarmos os fatos e as necessidades do cotidiano para formar consciência social e política?
A formação dos hábitos alimentares ajuda a politizar.
Produzir
apenas para gerar renda para poucos e impostos; essa atitude de política
agrícola; não ajuda a formar pessoas mais conscientes e saudáveis.
É
possível usar o alimento como recurso pedagógico, e até a molecada deve
participar de forma ativa e divertida.
Para
a maioria dos nossos problemas a saída sempre foi; e sempre será: a EDUCAÇÃO.
Educada
e não apenas instruída a criança, já desde cedo conhecendo seus direitos e
deveres segundo princípios de boa ética cósmica; ela pode se tornar capacitada
a boicotar todos os tipos de alimentos que, representam perigo para a sua vida,
a vida dos outros e para a sanidade do meio ambiente – até uma “exportadora” de
saúde. E, fará isso, de uma forma ativa participando suas descobertas às outras
pessoas. Tornando-se um verdadeiro cidadão ao exigir direitos e fazendo sua
parte, para que possa cobrar responsabilidades; responsabilizando-se.
Como?
Exigindo que promessas sejam cumpridas.
Politizando-se sem partidarismos; isso é exercer política de fato; se ajudarmos;
a criança será um poderoso agente transformador de um mundo melhor para ela
mesma.
- Na leitura de jornais e ouvindo noticiários a criança deve estar atenta para a política de alimentos praticada pelos governantes e pela indústria. Para depois cobrar; reivindicar.
- Muitas crianças da atualidade possuem uma capacidade de discernir acima da média das gerações anteriores e convivem com filhos de pessoas influentes em várias áreas da vida social; e podem “estimulá-los” (como tão bem sabem fazer as crianças) a atitudes compatíveis com o bem comum – nada a ver com bullying positivo.
A
criança deve saber de cor e salteado os direitos do consumidor e praticá-los.
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