sexta-feira, 28 de agosto de 2026

 

VIOLÊNCIA URBANA

Embora a OMISSÃO seja um grave crime evolutivo aprenda a conviver com ela fazendo o possível no momento



para adoecer menos...

Vivemos na Era do medo, algo semelhante a uma Era do gelo do coração e da atrofia da inteligência.

É vero que desde o princípio dos tempos, um ser humano sempre dominou o outro através do medo. Hoje pela velocidade com que as informações e notícias são veiculadas, ele se transforma para alguns em pavor; o que abre as portas para todo tipo de doenças; além disso, é capaz de aprisionar as pessoas nas suas casas; e no próprio medo afetando sua qualidade de vida. A Síndrome do Pânico é o clímax quando a pessoa se torna refém dos próprios medos, apavorando-se, perdendo o controle sobre situações corriqueiras do dia a dia.

Nos noticiários a serviço doa instauração da Era do Pânico, não falta assunto; seja ele fresquinho ao vivo ou requentado por dias a fio:

Acidentes, assaltos, balas perdidas, sequestro relâmpago, trotes, pedofilia...

O mundo e o País vivem em permanente estado de alerta devido à violência; e o medo tem assombrado as pessoas: as alienadas paranoicas; as mais ou menos suscetíveis e até, as ditas normais que apenas acompanham noticiários diariamente.

As pessoas expostas a esse tipo de influência passam a acreditar que o mundo está mais perigoso do que realmente é; claro que a realidade tão exposta parece mais cruel e violenta do que há alguns anos; mas, as pessoas não podem se deixar abalar; e devem descruzar os braços lutando por um mundo mais humanizado.

É preciso deixar de cobrar das autoridades um mundo mais ameno apenas no falatório; pois a maioria não está capacitada para tal; já que o esforço depende de todos.

Para lidar com a insegurança, raiva, sensação de impotência, o medo de sair de casa que nos impede de exercer o direto de ir e vir (garantido pela Constituição), de andar, de passear, trabalhar; enfim de existir.

Devemos nos empenhar em recuperar as cidades para as pessoas de bem; mesmo que seja necessário marcharmos para cima dos mandatários ameaçando-os com a perda do mandato ou do poder; nada a ver com retaliação ou violência; apenas cobrança de compromissos.

Claro que enquanto não fizermos algo de concreto para mudar o panorama da vida nas cidades, algumas pessoas estão mais expostas à violência e ao medo do que outras; pois tudo depende dos locais onde a marginalidade domina; e nem sempre podemos mudar de residência, de local de trabalho.

Importante não se deixar aprisionar pelo medo, pois nesse caso, podemos morrer em vida (Depressão – Pânico). Inegável que a situação piora quando somos vítimas de algo ruim, ou alguém muito próximo; as consequências podem ser sequelas emocionais que logo serão somatizadas.

E quem vai nos ajudar?

Nós mesmos e uns aos outros:

È urgente investir no fortalecimento das amizades, nos grupos de solidariedade para superar os possíveis e às vezes inevitáveis traumas no ego.

Para quem sofreu um trauma desses, a ajuda psicológica é vital.

O otimismo e o bem pensar, é importante; pois ajuda a determinar nosso destino a médio e longo prazo; mas não nos livra do mal de sermos merecedores de viver determinadas experiências, segundo a lei de causa e efeito; pois não somos o que imaginamos ser...

Não há pessoa mais desconhecida para nós do que nós mesmos.

O medo patológico mata a esperança (um sentimento essencialmente humano) e tudo passa a nos apavorar. 

Solução?

Para começar seja um ativista da Paz.

Não dê IBOPE para os que propagam o medo – Selecione os noticiários – Na dúvida se desligue da mídia– Leia um bom livro – Reúna a família para contar causos pois: A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA.

 

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