quinta-feira, 11 de setembro de 2025

 O LIVRE ARBÍTRIO ESTÁ SUJEITO À LEI DA RELATIVIDADE?   

  Será que a capacidade de escolha também é relativa no tempo e no espaço?   Segundo a visão de mundo que vai do nascer ao morrer foi convencionado que a partir de determinada idade o indivíduo pode fazer suas próprias escolhas; e a partir de outra, será responsabilizado pelas conseqüências inadequadas (leis de responsabilidade civil e criminal).   Visto segundo uma ótica mais abrangente a capacidade de optar e de se responsabilizar meio que independe da idade cronológica na existência; está sim diretamente relacionada às condições de evolução do indivíduo ao longo do tempo; isso explica o fato de que algumas crianças demonstram mais maturidade, capacidade de discernir e até sejam mais responsáveis do que os adultos que a cercam.   Nossa evolução não é uniforme, em virtude disso, as opções e a liberdade de escolha num determinado espaço de tempo é desigual; analisando-se esse fato num contexto limitado a lei de causa e efeito assume a aparência de um determinismo, sempre simploriamente confundido com sorte, azar ou destino.   Quando o assunto é opção ou escolha uma questão a resolver é a liberdade ou não para executá-la inserida no livre – arbítrio.   Será que o livre arbítrio pode ser encolhido ou espichado?   Até bloqueado? O que acha?


quarta-feira, 10 de setembro de 2025

 EXCESSO DE PROTEÇÃO E CUIDADOS NA INFÂNCIA REPERCUTE AO LONGO DA VIDA

Será que os cuidados de pais para com os filhos podem atingir os patamares do excesso?

Será que um pai e uma mãe podem “amar”, superproteger um filho de forma excessiva? Os que se excedem, são normalmente inseguros, possessivos, controladores, egoístas, orgulhosos, e desconhecem o que seja de fato cuidar.
 A superproteção é tão desastrosa quanto o abandono.
Abandonada a criança é obrigada a buscar superar suas necessidades.
Superprotegida, fica imobilizada não consegue desenvolver e dominar as experiências de vida que se apresentam.

Pais superprotetores subtraem oportunidades de capacitação para viver.  A capacidade de adaptação do ser humano embora seja fantástica, dificulta que a criança superprotegida numa redoma se capacite a dominar as situações naturais de vida. Como uma flor criada numa estufa e que colocada num canteiro sob a ação benéfica do vento, do sol e da chuva termina morrendo.
Pessoas superprotegidas ao longo da infância e adolescência podem apresentar menor rendimento na vida e no trabalho?

Qual sua opinião?

terça-feira, 9 de setembro de 2025

 JÁ SE PERGUNTOU PARA QUE SERVEM AS DOENÇAS INFANTIS COMO MATERIAL PEDAGÓGICO NO PROCESSO DE HUMANIZAÇÃO?

INTRODUZIR O CONCEITO DA LEI DE CAUSA E EFEITO? Quando e como plantar a semente da responsabilidade na criança usando os sintomas? SEU FILHO ADOECE SEGUIDAMENTE? ATÉ QUE PONTO A RESPONSABILIDADE É SUA? Quando retiramos ou abrandamos demais os sintomas ou as consequências corriqueiras retiramos a chance de treinamento das possibilidades de reflexão? ERROS APENAS SE TORNAM APRENDIZADO INCORPORADO QUANDO AS CONSEQUÊNCIAS SÃO VIVENCIADAS?

 


O QUE É RESPIRAR?

Respirar não é apenas inalar ar.

O que se respira, vai do clima atmosférico ao emocional ou energético; por exemplos filhos de pais fumantes ou que foram criados em ambientes insalubres correm risco.

Da mesma forma, os que se desenvolveram num poluído clima de antagonismo emocional dos pais e da sociedade em que vivem.

O QUE SÃO PROBLEMAS AMBIENTAIS PARA NÓS?

O QUE RESPIRA NO SEU AMBIENTE DE TRABALHO?

QUAL SUA OPINIÃO?

domingo, 7 de setembro de 2025

 


A DOENÇA É UMA OFENSA A NÓS MESMOS?

A doença é um desejo inconsciente de sair desta dimensão?

Nossas doenças têm origem no pensar/sentir/agir defasado da realidade de cada um e de cada época.

Ao nascer, já trazemos tendências e predisposições de atuar e adoecer que escolhemos em etapas passadas, é o rescaldo da lei de causa e efeito; depois aprendemos a adoecer pela educação e cultura de valorização da doença.

Outra parte é resultante das atuais escolhas de minutos ou anos.

O componente seguinte é o desequilíbrio causado ao enviarmos pensamentos e sentimentos de cólera, raiva, inveja... Que retornam ao corpo físico e são capazes de causar disfunções ou lesões.

Podemos dentre várias formas usá-la para punir os em torno?

 

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Não ensine a criança a adoecer

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