O clássico e psiquiátrico comportamento bipolar é a manifestação do estado de consciência bipolar em amalucado descontrole.
Este é um universo de polaridades complementares.
O desequilíbrio e a não integração, traz distúrbios consideráveis através de conflitos de todos os tipos e matizes; tanto internos quanto com o meio externo.
Embora não sirva de álibi; nós não tivemos permissão para ser eu mesmo; a educação e a cultura nos remeteram para fora de nossa pessoa.
Para que sejamos aceitos e até amados; nossos valores e visão de mundo têm que estar submetidos aos ditames e à maneira de perceber a vida da maioria ou sociedade.
Não poderia ser diferente; e sob esse jugo nós nos tornamos seres muito mais reativos em permanente conflito conosco e com o meio do que pacíficos proativos.
Pela pobreza de raciocínio, nossa consciência vive interminável conflito entre várias polaridades como: certo e errado; bom e gostoso; devo ou não devo; é ou não permitido.
E a cada dia que passa, nós estamos sujeitos a desagregar, ainda mais, nossa personalidade ao limite do distúrbio psiquiátrico; ao nos polarizarmos num ou noutro pólo sem fluir a comunicação entre eles.
O risco aumenta a olhos vistos; pois hoje tudo muda muito rápido, de conhecimento a valores ético/morais, deixando as pessoas desadaptadas o tempo todo, e isso, com certeza é um fator dos mais importantes a complicar a vida na hora de definir o que escolher, como e para que.
Porém, é preciso que fique claro: nenhuma desculpa pode ser dada.
Mesmo sob a pressão do modo de viver de hoje, a bagagem evolutiva de cada um (inscrição no DNA) faz a diferença.
Na atualidade a postura da maior parte das crianças abaixo dos cinco anos deixa isso bem evidente.
Observe como muitas pessoas já nasceram sabendo distinguir o que é mais importante do que é menos importante para cada momento de suas vidas.
Para essas pessoas, a influência do meio ambiente no reposicionamento e na ratificação de suas escolhas não terá um peso tão decisivo quanto para outros que ainda não definiram seus valores íntimos, muito menos os alinharam ás leis da ética cósmica.
Para evitar a bipolaridade psiquiátrica e as drogas que aprisionam a consciência entre pólos (o drogado e o medicado vivem no limbo de si mesmos); é urgente respirar fundo e parar para pensar, a fim de discernir; e definir de uma vez por todas:
Quem sou eu?
O que faço aqui?
O momento também é de separar o que são valores criados pelo homem do que são os valores onde se assentam as leis cósmicas.
Em fase final deste ciclo em Gaia:
Tudo nos dias atuais flui mais rápido alertando para a necessidade de identificar e selecionar prioridades; separando o que é importante do que é menos em cada momento.
De certa forma a maioria de nós está com um pé na bipolaridade psiquiátrica. Para alguns é questão de horas, dias, meses – a menos que definições sejam efetuadas e mudanças colocadas em prática.
Relembrando o que já colocamos em artigos anteriores neste e nos nossos outros bloogs (links ao lado - Recomendo).
Kit de sobrevivência:
- Meditação – Recuperar a respiração – Atividade física – Reciclar a dieta.
Kit de emergência:
- Conhecimento de nós mesmos.
Mas acima de tudo:
O COMPORTAMENTO BIPOLAR ESPELHA A CONSCIÊNCIA BIPOLAR.
Minha lista de blogs
sábado, 18 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
O INESPERADO
Aquilo que não era esperado necessita de um longo tempo de preparo para que se apresente.
Pensou, aconteceu…
Ao emitirmos uma onda de pensamento continuado, sustentado por horas, dias, meses ou anos, criamos uma possibilidade de acontecer, de precipitar algo; tão mais forte quanto mais tenha sido exercitado.
Pensamentos caóticos geram forças do destino caóticas e desordenadas que apenas precisam de um gatilho para ser acionadas.
Pensamentos ordenados, coerentes e inteligentes geram fatos, ocorrências ordenadas e inteligentes.
Daí há bons e maus acontecimentos inesperados.
O inesperado era mais do que aguardado...
O INESPERADO ESTÁ INCLUSO NUMA REDE INTERATIVA DE ACONTECIMENTOS.
A força que faz com que as coisas do destino aconteçam sob aparente descontrole, é proporcional ao tempo gasto para produzir aquele fato; à sua repetição; e à intensidade dos efeitos que nossas decisões provocaram como influência na nossa; e na vida de outras pessoas ou até mesmo no meio ambiente.
Ao ampliarmos nossa consciência fica clara a percepção:
O inesperado foi longamente planejado e decidido por nós mesmos, pelas nossas escolhas. E também pelas escolhas que outros fizeram por nós; e que permitimos ou avalizamos; pois, as pessoas só interferem na minha vida e no meu destino se dou permissão.
Inesperado, coincidência, fatalidade, é o produto final de um conjunto de escolhas que não reciclamos; e que saíram do foco da consciência até que nos atinja.
NA REALIDADE O INESPERADO É UM DOS INCONTÁVEIS BUMERANGUES QUE ATIRAMOS NO TÚNEL DO TEMPO - E QUE SURGE DE REPENTE NÃO MAIS DO QUE DE REPENTE...
Pensou, aconteceu…
Ao emitirmos uma onda de pensamento continuado, sustentado por horas, dias, meses ou anos, criamos uma possibilidade de acontecer, de precipitar algo; tão mais forte quanto mais tenha sido exercitado.
Pensamentos caóticos geram forças do destino caóticas e desordenadas que apenas precisam de um gatilho para ser acionadas.
Pensamentos ordenados, coerentes e inteligentes geram fatos, ocorrências ordenadas e inteligentes.
Daí há bons e maus acontecimentos inesperados.
O inesperado era mais do que aguardado...
O INESPERADO ESTÁ INCLUSO NUMA REDE INTERATIVA DE ACONTECIMENTOS.
A força que faz com que as coisas do destino aconteçam sob aparente descontrole, é proporcional ao tempo gasto para produzir aquele fato; à sua repetição; e à intensidade dos efeitos que nossas decisões provocaram como influência na nossa; e na vida de outras pessoas ou até mesmo no meio ambiente.
Ao ampliarmos nossa consciência fica clara a percepção:
O inesperado foi longamente planejado e decidido por nós mesmos, pelas nossas escolhas. E também pelas escolhas que outros fizeram por nós; e que permitimos ou avalizamos; pois, as pessoas só interferem na minha vida e no meu destino se dou permissão.
Inesperado, coincidência, fatalidade, é o produto final de um conjunto de escolhas que não reciclamos; e que saíram do foco da consciência até que nos atinja.
NA REALIDADE O INESPERADO É UM DOS INCONTÁVEIS BUMERANGUES QUE ATIRAMOS NO TÚNEL DO TEMPO - E QUE SURGE DE REPENTE NÃO MAIS DO QUE DE REPENTE...
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
DORMIR ACORDADO
Desejamos dormir da mesma maneira que desejamos morrer: de forma súbita e inesperada.
Desmaiar de cansaço e dormir sem estar antes bem acordado pode nos levar a regiões de profunda escuridão, vibrações de baixa freqüência, infernais.
Dormir acordado é preparar-se para se libertar do corpo de forma plena. Dizem os mestres e o bom senso que, a saída do corpo deve ser o mais consciente possível.
Se cuidássemos melhor do nosso organismo na vigília; ele não precisaria ver-se livre da alma insana durante tantas horas de sono.
De forma consciente ou até compulsória estamos sendo preparados para um novo quantum de energia no planeta, onde nos é solicitado dormir menos e adormecer bem acordados; pois, durante a saída do corpo em 4D é que as ocorrências do dia seguinte são alinhavadas e surgem na forma de intuição, impulsos...
Alguns recusam-se a se libertar do corpo físico; para esses ao invés de drogar-se para adormecer, é vital rever alguns aspectos da sua atual forma de pensar, sentir e agir. De onde vem a recusa em dormir? Medo do que? Temor de quem?
Quem sente sono demais, dorme em demasia; deve com urgência rever sua vida. Está fugindo do que? Conflitos? Decisões? A vida em 4D lhe parece mais leve?
Boa parte das pessoas também está sendo convidada a despertar em torno das três horas da manhã; para voltar a dormir acordado. O convite será repetido até que aprendamos a nos libertar, a sair do corpo físico com melhor destino e companhias mais adequadas no plano astral.
Para um melhor rendimento das atividades durante a saída do corpo físico, algumas dicas são fundamentais:
Fuja do entretenimento midiático que apenas vai embotar e anestesiar a mente; forçando-o a sair da vigília sem dar descanso ao corpo físico para que ele se recupere; além de trazer-lhe companhias do astral pouco recomendáveis.
Um balanço das atividades executadas no dia é útil para reprogramar o dia e principalmente a noite seguinte.
Meditação e exercícios respiratórios são essenciais.
Defina o que pretende fazer durante a saída do corpo ao adormecer. Programe-se.
Tenha consciência da necessidade de dar tempo ao tempo e treinar muito para que sinta a incrível diferença de dormir acordado na sua qualidade de vida.
Para nos adequarmos ao novo momento energético de Gaia, nós precisamos comer menos, dormir menos e bem acordados, respirar mais e profundamente.
Desperte, para adormecer bem consciente; nosso futuro nestas bandas do universo pode depender, também, desse detalhe.
Desmaiar de cansaço e dormir sem estar antes bem acordado pode nos levar a regiões de profunda escuridão, vibrações de baixa freqüência, infernais.
Dormir acordado é preparar-se para se libertar do corpo de forma plena. Dizem os mestres e o bom senso que, a saída do corpo deve ser o mais consciente possível.
Se cuidássemos melhor do nosso organismo na vigília; ele não precisaria ver-se livre da alma insana durante tantas horas de sono.
De forma consciente ou até compulsória estamos sendo preparados para um novo quantum de energia no planeta, onde nos é solicitado dormir menos e adormecer bem acordados; pois, durante a saída do corpo em 4D é que as ocorrências do dia seguinte são alinhavadas e surgem na forma de intuição, impulsos...
Alguns recusam-se a se libertar do corpo físico; para esses ao invés de drogar-se para adormecer, é vital rever alguns aspectos da sua atual forma de pensar, sentir e agir. De onde vem a recusa em dormir? Medo do que? Temor de quem?
Quem sente sono demais, dorme em demasia; deve com urgência rever sua vida. Está fugindo do que? Conflitos? Decisões? A vida em 4D lhe parece mais leve?
Boa parte das pessoas também está sendo convidada a despertar em torno das três horas da manhã; para voltar a dormir acordado. O convite será repetido até que aprendamos a nos libertar, a sair do corpo físico com melhor destino e companhias mais adequadas no plano astral.
Para um melhor rendimento das atividades durante a saída do corpo físico, algumas dicas são fundamentais:
Fuja do entretenimento midiático que apenas vai embotar e anestesiar a mente; forçando-o a sair da vigília sem dar descanso ao corpo físico para que ele se recupere; além de trazer-lhe companhias do astral pouco recomendáveis.
Um balanço das atividades executadas no dia é útil para reprogramar o dia e principalmente a noite seguinte.
Meditação e exercícios respiratórios são essenciais.
Defina o que pretende fazer durante a saída do corpo ao adormecer. Programe-se.
Tenha consciência da necessidade de dar tempo ao tempo e treinar muito para que sinta a incrível diferença de dormir acordado na sua qualidade de vida.
Para nos adequarmos ao novo momento energético de Gaia, nós precisamos comer menos, dormir menos e bem acordados, respirar mais e profundamente.
Desperte, para adormecer bem consciente; nosso futuro nestas bandas do universo pode depender, também, desse detalhe.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
A VÍTIMA É SEMPRE CULPADA
Para nós que adoramos posar de vítima; aceitar que todo aquele que se encontra nessa situação, sem desculpas nem justificativas, é réu da própria consciência; é muito sofrido. É como enfrentar na arena da consciência o “antagonista” das nossas escolhas; de mãos limpas, sem as armas das desculpas e justificativas.
Aprendemos e progredimos sob a ação da lei dos opostos neste universo bipolar que atualmente nos hospeda.
Como já foi bem dito: “Na lavoura da vida há tempo de plantar e de colher”; normalmente um detalhe importante é omitido: nem sempre se colhe exatamente o que se plantou; pois, para que a colheita seja boa é preciso cuidar do desenvolvimento da lavoura – plantar e não cuidar é sinônimo de desastre.
No presente as opções estão limitadas pelas conseqüências das escolhas efetuadas nos tempos passados. Ontem nós criamos as barreiras e as cercas dos limites das nossas possibilidades atuais.
Nossa evolução não é uniforme, em virtude disso, as opções e a liberdade de escolha num determinado espaço de tempo é desigual; analisando-se esse fato num contexto limitado, a lei de causa e efeito assume a aparência de um determinismo, sempre simploriamente confundido com sorte, azar ou destino.
Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções. Estamos sempre plantando alguma coisa, invariavelmente; escolher o que plantamos é necessário e bom.
Como todas as outras, essa arte apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir nem a sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.
Quando o assunto é opção ou escolha uma questão a resolver é a liberdade ou não para executá-la; inserida nas possibilidades do livre – arbítrio atual.
Seres humanos necessitam aprender a interpretar a realidade:
Denomina-se livre-arbítrio, a liberdade que temos de usar o raciocínio contínuo. Denomina-se determinismo ou responsabilidade, a fatalidade sob controle do conhecimento e da boa vontade em adequar as conseqüências desencadeadas pelo uso dele às leis naturais que regem a ética cósmica.
À polaridade livre-arbítrio/determinismo dá-se o nome de lei ou conjunto de causa/efeito. Portanto, quando interferimos na realidade de outros seres também nos tornamos responsáveis pelo seu padrão de qualidade, sejam capazes de já pensar, decidir ou, ainda não.
Desse modo uma vítima nem sempre é culpada só; quase sempre há co-réus: família, sociedade, cultura, sistema de crenças...
A longo prazo a vítima é sempre a única culpada; a médio prazo a culpa pode ser distribuída entre os que influenciaram ou determinaram as escolhas.
Na qualidade de seres interativos somos vítimas de nós mesmos e uns dos outros.
Algoz de ontem, que permaneceu de braços cruzados; vítima culpada de hoje.
Não se aprisione na cadeia do remorso. Coloque-se em liberdade condicional; substitua a pena de reclusão na culpa pela prestação de serviços á comunidade.
Cuidado para não usar de forma esquizofrênica o livre – arbítrio:
“A culpa é minha; eu a ponho em quem eu quiser”.
Aprendemos e progredimos sob a ação da lei dos opostos neste universo bipolar que atualmente nos hospeda.
Como já foi bem dito: “Na lavoura da vida há tempo de plantar e de colher”; normalmente um detalhe importante é omitido: nem sempre se colhe exatamente o que se plantou; pois, para que a colheita seja boa é preciso cuidar do desenvolvimento da lavoura – plantar e não cuidar é sinônimo de desastre.
No presente as opções estão limitadas pelas conseqüências das escolhas efetuadas nos tempos passados. Ontem nós criamos as barreiras e as cercas dos limites das nossas possibilidades atuais.
Nossa evolução não é uniforme, em virtude disso, as opções e a liberdade de escolha num determinado espaço de tempo é desigual; analisando-se esse fato num contexto limitado, a lei de causa e efeito assume a aparência de um determinismo, sempre simploriamente confundido com sorte, azar ou destino.
Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções. Estamos sempre plantando alguma coisa, invariavelmente; escolher o que plantamos é necessário e bom.
Como todas as outras, essa arte apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir nem a sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.
Quando o assunto é opção ou escolha uma questão a resolver é a liberdade ou não para executá-la; inserida nas possibilidades do livre – arbítrio atual.
Seres humanos necessitam aprender a interpretar a realidade:
Denomina-se livre-arbítrio, a liberdade que temos de usar o raciocínio contínuo. Denomina-se determinismo ou responsabilidade, a fatalidade sob controle do conhecimento e da boa vontade em adequar as conseqüências desencadeadas pelo uso dele às leis naturais que regem a ética cósmica.
À polaridade livre-arbítrio/determinismo dá-se o nome de lei ou conjunto de causa/efeito. Portanto, quando interferimos na realidade de outros seres também nos tornamos responsáveis pelo seu padrão de qualidade, sejam capazes de já pensar, decidir ou, ainda não.
Desse modo uma vítima nem sempre é culpada só; quase sempre há co-réus: família, sociedade, cultura, sistema de crenças...
A longo prazo a vítima é sempre a única culpada; a médio prazo a culpa pode ser distribuída entre os que influenciaram ou determinaram as escolhas.
Na qualidade de seres interativos somos vítimas de nós mesmos e uns dos outros.
Algoz de ontem, que permaneceu de braços cruzados; vítima culpada de hoje.
Não se aprisione na cadeia do remorso. Coloque-se em liberdade condicional; substitua a pena de reclusão na culpa pela prestação de serviços á comunidade.
Cuidado para não usar de forma esquizofrênica o livre – arbítrio:
“A culpa é minha; eu a ponho em quem eu quiser”.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
UM FUTURO DE SEGUNDA MÃO
Poucos se importam que sejamos um ser em construção fadado a morar em nós mesmos até após a morte; raramente nos é dada a escolha a respeito de nosso presente; daí nosso futuro é sempre o passado de volta e de segunda mão. Só nos dão posse dele quando não o querem mais ou acharam coisa melhor para fazer. Primeiro são os pais, depois a sociedade, os amores, a empresa...
Desde que temos alguma consciência de nós mesmos somos requisitados a moldar nossa forma de ser, pensar, sentir, agir e até de reagir. As pessoas fazem essa tentativa na esperança de nos adequar ao meio, desejam nos ajustar à sociedade, criar um tal de bom futuro para nós; sem nos consultar. E o pior é que além de não nos ajudarem a nos auto/adequarmos, ainda são capazes de atrapalhar que tomemos consciência de quem somos e o que viemos fazer na vida.
Primeiro nos ajudam a construir nossa maneira de ser de forma atabalhoada. Depois, todo mundo nos sugere como mudar: familiares, amigos, estranhos, professores, cientistas, religiosos, etc. A maioria nos diz que devemos mudar para evitar que soframos para aprender, mas na verdade o que desejam a maior parte do tempo, é que nos ajustemos aos seus desejos e ás suas crenças.
É certo que devemos nos reciclar, isso é lei da vida e, disso ninguém discorda, pois somos seres inacabados.
Tudo bem que ao nascer trazemos tendências e impulsos capazes de um dia gerar sensações desagradáveis, portanto quando for do nosso interesse devemos buscar mudanças. Embora elas sejam inexoráveis; pois, destino de segunda mão sempre vai precisar de reforma. Morar de favor em nós mesmos indica baixa estima, nosso amanhã que vamos habitar deve ficar um pouquinho com a nossa cara; com a nossa energia.
Algumas dessas mudanças até foram manipuladas; mas noutras vezes, nós é que decidimos mudar sem compreender muito bem a razão; por esse motivo, muitas delas foram feitas só para fugir do sofrer; e tornam nosso futuro, não apenas um daqueles de segunda mão; mas de terceira, quarta, tantos são os palpiteiros.
Nosso futuro seria outro se não precisássemos nos justificar nem nos desculparmos.
Não adianta ficar alegando invasão de propriedade íntima a vida toda; o vício em nos desculparmos e o hábito de sempre buscarmos justificativas para explicar as conseqüências de nossas poucas escolhas, torna-se um anestésico de consciência que embora nos deixe de forma temporária numa situação confortável, logo nos coloca de novo no ambiente embolorado da nossa inquilina consciência.
Não adianta se trancar no quartinho de despejo de sua própria casa mental - fazer birra, entrar em depressão, angústia, pânico – nada disso resolve a qualidade de nosso futuro. Apenas ao tomarmos ciência de nós mesmos é que podemos decidir o que reciclar e como fazer mudanças em nosso amanhã.
Expulsar os “posseiros” da nossa intimidade não resolve – milagres também não acontecem assim do nada. Nem recitando mantras vinte e quatro horas por dia conseguimos apagar para sempre quem somos.
Nas mudanças há que se respeitar as condições e o tempo de cada um de nós para executá-las.
Mesmo sendo um futuro de segunda mão, o nosso - sempre dá para desinfetar, dedetizar as companhias, dar um colorido diferente nos ambientes íntimos e na fachada. Arejar as idéias; faxinar os sentimentos.
Plante uma muda da árvore da felicidade no jardim da entrada – breve ela pode dar flores e frutos.
Uma boa providência é colocar na calçada da sua vida uma tabuleta:
NÃO PRECISAMOS DE AJUDANTES...
Desde que temos alguma consciência de nós mesmos somos requisitados a moldar nossa forma de ser, pensar, sentir, agir e até de reagir. As pessoas fazem essa tentativa na esperança de nos adequar ao meio, desejam nos ajustar à sociedade, criar um tal de bom futuro para nós; sem nos consultar. E o pior é que além de não nos ajudarem a nos auto/adequarmos, ainda são capazes de atrapalhar que tomemos consciência de quem somos e o que viemos fazer na vida.
Primeiro nos ajudam a construir nossa maneira de ser de forma atabalhoada. Depois, todo mundo nos sugere como mudar: familiares, amigos, estranhos, professores, cientistas, religiosos, etc. A maioria nos diz que devemos mudar para evitar que soframos para aprender, mas na verdade o que desejam a maior parte do tempo, é que nos ajustemos aos seus desejos e ás suas crenças.
É certo que devemos nos reciclar, isso é lei da vida e, disso ninguém discorda, pois somos seres inacabados.
Tudo bem que ao nascer trazemos tendências e impulsos capazes de um dia gerar sensações desagradáveis, portanto quando for do nosso interesse devemos buscar mudanças. Embora elas sejam inexoráveis; pois, destino de segunda mão sempre vai precisar de reforma. Morar de favor em nós mesmos indica baixa estima, nosso amanhã que vamos habitar deve ficar um pouquinho com a nossa cara; com a nossa energia.
Algumas dessas mudanças até foram manipuladas; mas noutras vezes, nós é que decidimos mudar sem compreender muito bem a razão; por esse motivo, muitas delas foram feitas só para fugir do sofrer; e tornam nosso futuro, não apenas um daqueles de segunda mão; mas de terceira, quarta, tantos são os palpiteiros.
Nosso futuro seria outro se não precisássemos nos justificar nem nos desculparmos.
Não adianta ficar alegando invasão de propriedade íntima a vida toda; o vício em nos desculparmos e o hábito de sempre buscarmos justificativas para explicar as conseqüências de nossas poucas escolhas, torna-se um anestésico de consciência que embora nos deixe de forma temporária numa situação confortável, logo nos coloca de novo no ambiente embolorado da nossa inquilina consciência.
Não adianta se trancar no quartinho de despejo de sua própria casa mental - fazer birra, entrar em depressão, angústia, pânico – nada disso resolve a qualidade de nosso futuro. Apenas ao tomarmos ciência de nós mesmos é que podemos decidir o que reciclar e como fazer mudanças em nosso amanhã.
Expulsar os “posseiros” da nossa intimidade não resolve – milagres também não acontecem assim do nada. Nem recitando mantras vinte e quatro horas por dia conseguimos apagar para sempre quem somos.
Nas mudanças há que se respeitar as condições e o tempo de cada um de nós para executá-las.
Mesmo sendo um futuro de segunda mão, o nosso - sempre dá para desinfetar, dedetizar as companhias, dar um colorido diferente nos ambientes íntimos e na fachada. Arejar as idéias; faxinar os sentimentos.
Plante uma muda da árvore da felicidade no jardim da entrada – breve ela pode dar flores e frutos.
Uma boa providência é colocar na calçada da sua vida uma tabuleta:
NÃO PRECISAMOS DE AJUDANTES...
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Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo