À primeira vista, a estrutura familiar parece estar desmoronando; mas, se observarmos o momento presente com cuidado; veremos que a família passa por rápidas transformações; como tudo nesta era planetária; desde a nossa intimidade a tudo que se encontra nesta banda do universo.
Nada mais será como antes; nem como está; neste momento.
Para entender as transformações para melhor que os grupos familiares estão vivendo, é preciso revisitar o passado com outro olhar para evitar o pessimismo neste momento de faxina.
Analisemos um dos pontos em jogo:
Os alicerces sociais do passado.
Houve tempo em que as condições do ambiente social não desencadeavam influência tão forte nos indivíduos, na família e na sociedade quanto nos incríveis dias de hoje. Antes de um julgamento apressado de mais ou menos evolução de uns ou de outros como se faz com freqüência, é preciso que se dê o devido desconto às gerações anteriores: nos últimos 50 anos a velocidade com que as transformações se processaram foi inimaginável; se comparadas a períodos anteriores da nossa evolução.
Vejamos alguns parâmetros colocados em discussão pelas pessoas:
A disciplina:
Antes; até pouco tempo; as famílias davam a impressão de fortes, coesas e disciplinadas, a ponto de coibir com sucesso as idéias capazes de criar mudanças aos princípios sociais pré/ estabelecidos. É que a maioria das pessoas questionava menos; e, é natural que os “velhos de hoje” rotulem os “jovens de hoje” como: rebeldes que contestam demais; desobedientes; “sem valores morais”; “uma geração de perdidos”.
Diríamos que hoje, forçosamente, é que o ser humano começa a se encontrar consigo mesmo e com os outros de forma clara.
Quando os “jovens de hoje” rotulam os “velhos de ontem” de antiguidades; eles não estão sendo cruéis; rebeldes; irreverentes; irresponsáveis ou maldosos; eles estão sendo até “verdadeiros”; sem que o saibam; pois basta procurar no dicionário o conceito do que seja uma antiguidade. * (vá ao dicionário)...
Valores morais:
Mumificados que estávamos na hipocrisia cultural; hoje, estamos mais ou menos perplexos com essa movimentação planetária como a globalização, que provoca uma necessidade de reestruturação do nosso comportamento - o que gera nas pessoas menos maduras: insegurança, estresse, medo, intranqüilidade.
Num turbilhão, nossas múltiplas personalidades estão desabando; e estamos sendo jogados de encontro a nós mesmos e de encontro aos outros. Estamos, subitamente, nos libertando de nossos medos e ao mesmo tempo nos libertando uns dos outros; pois, o medo sempre foi e continua sendo uma arma de domínio. Porém, a aceleração da interatividade faz com que caiam rapidamente as máscaras da hipocrisia nos deixando nus, pelados, os lobos “metidos a cordeiros”. Uma leitura mais correta desse processo: o que de errado antes se fazia escondido; hoje, se faz na cara dura.
Liberdade:
Quanto mais se pensa mais se exercita o livre-arbítrio e mais livre nos tornamos. E, como nada ainda é perfeito: a liberdade para nós quase seres humanos é um paradoxo como tantos outros. Pois, ansiamos por ela, mas não sabemos ainda o que fazer com ela, como usá-la. Tal e qual uma criança.
Um exemplo: a libertação dos dogmas e das superstições religiosas; quando nós nos libertamos do dogma de que sexo é pecado; ficamos um tanto quanto perdidos; e sem referências. Quando nos libertamos dessa camisa de força; como coletividade, nós tendemos à permissividade; o que é lógico já que retidos ao nos libertarmos tendemos a ir de um pólo ao outro até que atingir o ponto de equilíbrio.
O consumismo:
Como ela não existe, é uma ilusão de conceito e dos sentidos, nada mais paradoxal para um ser humano do que assistir à própria morte. E, nada mais cruel para um materialista do que assistir e participar do fim da era materialista (leia e estude Einstein, seus postulados, seus conflitos íntimos, sua vida). O consumismo pregando a liberação dos instintos sem o crivo da razão em nome da liberdade sem responsabilidade; introduz nos arquivos mentais e emocionais do homem a anarquia emotiva; e o conduz à doença e à loucura - porque o esvazia de conteúdo ético; o que mantém o indivíduo na condição de troglodita; retira-lhe a perspectiva da inteligência e a busca da espiritualidade que faz parte de sua estrutura psicológica, daí criam-se conflitos e explodem paixões. Essa bagunça íntima gera perturbações e ansiedade doentia como: Estresse, Depressão, Angústia Existencial, Medo Mórbido e Pânico.
A teoria do consumo a qualquer preço ditada pelas gerações anteriores; fez com que as crianças e os jovens de hoje penetrassem no penoso labirinto da insatisfação negativa. As gerações mais antigas se especializaram em encher a cabeça das crianças de expectativas e não as vacinaram contra as frustrações.
Com a ajuda da mídia de ação rápida o conflito entre o ser e o ter fez com que boa parte das pessoas não atingisse a necessária cota de responsabilidade e dignidade.
Estabilidade:
Algum tempo atrás, os vetores de estímulo capazes de gerar instabilidade no seio das famílias eram infinitamente menos intensos e em menor número. Hoje as pessoas são estimuladas intensamente pela mídia, na qual indivíduos sem preparo; formulam teorias sobre comportamento humano. Os meios de comunicação veiculam procedimentos de pessoas extravagantes que cultuam vícios, e vendem seus produtos pela propaganda enganosa que estimula paixões. Esses indivíduos acham que só existe um lado da moeda na lei de causa/efeito. Agem levianamente, ajudando a “massa” a desgastar as energias, dilapidando a existência e o tempo. E quando a vida reage, as respostas são contundentes, daí uns e outros, condutores e conduzidos levantam as mãos para os céus como pedintes.
Qualquer um que observe a aceleração de tudo, sem ser adivinho; pode afirmar que as respostas serão rápidas, duras e sofridas; enquanto as atitudes das pessoas permanecerem no “troglodita” campo das paixões. A quantidade de apelos e informações para o consumo gera no mínimo confusão na cabeça das pessoas; daí a repercussão na família, criando instabilidade. O resgate da estabilidade do ser humano e da família virá pela reflexão que ordena a submissão dos reflexos, dos instintos e das emoções à razão e á ética cósmica. O bem pensar, embora nos primeiros estágios possa nos enganar e ludibriar; é a única forma capaz de ordenar todas as conquistas evolutivas do ser humano; alinhando as atitudes às Leis da Evolução. Mudam-se as causas reformam-se os efeitos – simples assim.
Honra:
Antes as pessoas podiam dedicar-se a ter honra, alguns até o faziam; pois, acumular valores materiais para eles não era possível; dadas as circunstâncias de vida. Naquele ritmo de vida mais lento onde as ambições não eram tão aguçadas; havia tempo para sentir orgulho da palavra empenhada, de adquirir a confiança e a estima dos outros. Porém muitas pessoas que se achavam honradas; até hoje tem uma compreensão distorcida do que seja honra; ou o seu oposto complementar a desonra.
Na vida modernosa a honra foi pro beleleú; pois as pessoas não têm tempo de ter honra; já que conquistar a dignidade moral exige tempo e esforço. E para isso, para ter honra não dá tempo de aproveitar os objetos do desejo, ostentar a qualquer preço e a qualquer custo. Hoje a honra das pessoas estampa-se no vestuário, no carro, no iate, nas colunas sociais, no número de conquistas amorosas. Os pais não podem querer ser honrados pelos filhos já que dão o exemplo de não honrar nem a si mesmos. Esse estado de coisas para os mais saudosistas pode parecer um retrocesso; mas não é, principalmente, porque o código de honra do passado era assentado quase que só na hipocrisia camuflada; ao menos hoje, esse defeito já está sendo estampado na cara das pessoas, já está na pele e daí para fora é mais um passo; quando ainda nas entranhas é mais difícil ser expelido.
Outro ponto positivo é que hoje poucos hipócritas têm tempo de lavar a honra com o sangue dos outros. Nos dias de hoje quantos pais hipócritas vociferam que, se a filha engravidar sem casar, vai acontecer isso, vai acontecer aquilo, e nascido o neto, tornam-se vovôs/coruja e ainda sustentam, às vezes, o “bastardo” que lhes desonrou o lar. É progresso afetivo ou não?
Respeito:
É comum que se diga da falta de respeito dos mais jovens pelos mais velhos nos dias de hoje. É que o respeito à antiga nada mais era do que a expressão do medo – da submissão à vontade dos outros pela força; e, estava mais pelo lado da elegância social. Além disso, o antigo sentimento de respeito era pura hipocrisia da boca para fora; pior ainda na presença da pessoa truculenta e autoritária; mas pelas costas era bem diferente.
Nada contra a elegância social; ao contrário; pois, tudo que é belo deve ser cultivado. E ser respeitoso com tudo e com todos é sinônimo de boa/educação pessoal e social; mas, deixar de questionar tudo do que se discorda é burrice, e aceitar truculência nas respostas é covardia.
A cada dia fica mais claro e definido que, respeito não se pede nem se impõe. Respeito se conquista...
Ouço muito no dia a dia os mais velhos se queixando dos mais novos. Coisas do tipo: não concordo como meus filhos estão educando meus netos.
Fica a pergunta: Quem educou os pais dos seus netos?
Qual a origem da epidemia de diabetes e de obesidade em nossas crianças da atualidade?
Quem se interessar pelo tema pode buscar mais reflexões no artigo: “A GERAÇÃO CRIADA NO REGIME DE CONFINAMENTO E ENGORDA” – no bloog: http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com
Alegria e bola prá frente pessoal!
Fiquemos zen e felizes; pois, tudo vai dar certo e acabar bem.
No contexto dessa aparente bagunça de valores sociais da atualidade; é preciso que fiquemos bem tranqüilos; pois, todos os VERDADEIROS VALORES do passado vão retornar pouco a pouco porque nunca desapareceram; eles são leis naturais de evolução, matemáticas e eternas. É só aguardar um pouco e desenvolver a paciência de esperar a “poeira baixar”; pois, tudo sempre a cada dia fica melhor do que antes...
Mas, que tal deixar uma marca para a posteridade arquivada no nosso DNA? - Fulano de tal passou pela vida e deixou uma marca pessoal positiva – engaje-se em projetos de melhoria da educação.
NÃO TEM FILHOS? NEM NETOS? - NÃO IMPORTA NO MEIO DA ETERNIDADE - UM DIA OS TERÁ!
Eduque-se que já estará fazendo um favor ao mundo e ao universo.
Minha lista de blogs
sábado, 17 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O BANHO DO ANÚ – Amar é sintonizar com o outro em harmonia
Quando estou em SJRP vou para o trabalho e volto a pé; sempre coleciono lições. Ontem vivi um momento maravilhoso – uma experiência urbana de amor; bem xamâmica.
Cortando caminho por uma pequena rua mais isolada deparei-me com uma cena singular: um bando de anús (aquele pássaro preto que parece recém saído da pré-história; desengonçado como ele só, e que de tão mal acabado torna-se até engraçado) fazendo a maior farra; tomando banho numa poça de água no meio fio – eles não estavam nem aí com minha presença; pareciam estar se exibindo fazendo malabarismos - não sei quanto tempo fiquei ali observando; extasiado - não sei explicar; mas, meio que me senti um deles (talvez minha alma tenha voltado á infância; fiz muito disso) – claro que algumas pessoas se me vissem daquela forma iriam me achar um bobalhão; mas, de repente senti que havia outra energia no pedaço; e de repente eu vi; perto de mim uma garota aí dos seus quinze anos, também extasiada com a cena – nossos olhares se cruzaram e compartilhamos a mesma energia e sentimento – não dissemos nada; apenas sorrimos francamente; nem precisava – era como se duas almas se tornassem gêmeas através do mesmo prazer – um carro passou tão perto que espantou os anús – seguimos nosso caminho – provavelmente, ela de alma tão lavada e energizada como ficou a minha. Fiquei mais feliz por compartilhar esse momento com alguém que sintoniza com essas emoções; normalmente não tenho com quem dividi-las; tal e qual boa parte das pessoas que se integram á natureza sem fazer força para isso.
Mas, outras situações como esta virão até mim – basta que dê permissão.
Usei a experiência para refletir e compartilhar a resposta a um e-mail de uma amiga através deste.
Dentre outras coisas: amar é interagir.
Basta um olhar ou nem mesmo isso é preciso – basta apenas deixar a energia fluir: sentir – não é preciso pensar a todo instante; apenas sentir. Estamos sem energia; nós andamos pela vida, desalentados; apenas por não nos permitirmos sentir cada momento.
Mesmo via teclado; estamos aqui interagindo. Você é você e eu sou eu. Aparentemente nada temos a ver um com o outro, provavelmente nem nos conheçamos; mas: estamos conectados eu e você, numa rede cósmica; interdependemos.
Nós estamos ligados mesmo não nos conhecendo, mesmo um não sabendo da existência do outro – como eu e minha colega pequena xamã urbana assistindo ao banho dos anús - Eu te afeto e você me afeta. Se tu estás alegre tua alegria me alcança, tua tristeza também; queiras ou não; queira eu ou não.
Isso é um fato, uma realidade.
É verdade que somos seres diversos; porém fazemos parte de uma unidade: a humanidade, por isso, não faz diferença, o nosso querer ou não, interferir um com o outro, isso é lei; o que podemos fazer é analisar e escolher a forma como nos afetamos uns aos outros; de forma leve ou intensa, triste ou alegre; é meio que, ajustar o mecanismo de sintonia fina; pois estamos plugados, conectados - essa sintonia pode ser apurada pela semelhança no pensar; nos ideais; nos desejos, nas atitudes...
Somos feitos da mesma energia.
Temos a mesma origem na imensidão do universo, somos parte de uma fantástica conexão estelar. E, daqui em diante nós dois nos afetamos ainda mais fortemente, pois estamos nos descobrindo e criando um vínculo; um laço mais apertado, mesmo que nosso diálogo seja virtual. Neste momento estamos unidos, ligados por idéias e sentimentos e, quer concordemos ou não continuamos conectados pelo que aqui está impresso.
Mesmo que feche a página da Net e foque sua atenção em outras coisas, em outros fatos, a ligação persiste. É como se estivéssemos frente a frente.
Entendeu?
Provavelmente sim. Mas talvez não tenha compreendido. Raciocinou, mas possivelmente não sentiu, não incorporou esse conhecimento aos sentimentos e às atitudes diárias. Isso, ainda não importa no momento.
Apenas lembre-se:
Compreender é pensar, sentir e agir ao mesmo tempo.
Para que esse conceito de conexão/interatividade fique mais claro, vamos nos aproximar mais; através de um sentimento comum; vamos focalizar o seu mais estreito laço humano, o de família, em especial a relação mãe/filho. Observe como você e sua mãe possuem uma ligação muito forte, se está triste mesmo que ela não saiba, não importa a distância que os separe no momento, ela sente; não sabe, mas sente. Quantas vezes não tenta esconder uma tristeza e, é bombardeado com insistentes questionamentos: O que aconteceu? Porque está triste meu filho? Não adianta negar, ela ainda não sabe, mas sente. Como pode ser explicado isso. Será instinto materno? Parece mágica, mas não é; pode ser mensurável, questão de ondas, vibrações, freqüência, sintonia e conexão. – daí, ocorre também com todos os outros tipos de conexão afetiva.
Além disso; mais do de serem interativas e estarem sempre em conexão, nossas relações são eternas.
Eternas?
Que maravilha!
Para sempre?
Que horror!
Há pessoas cujo santo não bate; segundo os mais variados motivos; mas, apenas temporariamente; pois, somos candidatos a formatura na escola cósmica do amor; que é um longo aprendizado.
A eternidade não será uma ilusão?
Ou será uma convenção para um tempo que ainda não pode nem precisa ser medido?
A eternidade também é um relativo paradoxo.
Pois: que maravilha, em certos momentos imaginar estar eternamente com aqueles que consideramos nossa cara metade em todos os sentidos e ângulos, possíveis; mas por outro lado, que horror só em pensar ficar ao lado, por um tempo que não tem fim, de certas criaturas que consideramos nossos algozes; que imaginamos sejam a causa única e maior de nosso sofrer.
Tranqüilizemo-nos, pois como tudo é relativo, o conceito de eternidade também é.
Ufa! Que alívio!
Amar é sintonizar com o outro em harmonia.
Cuidado para não sintonizar ódio.
Amor e desamor não são apenas sentimentos; são freqüências diferentes de uma mesma energia, e que podemos passar de uma a outra quando seja da nossa vontade e possibilidades já desenvolvidas.
O que modifica a percepção do conceito de eternidade são a intensidade e a qualidade das relações que criamos. Então, o melhor a fazer é aprendermos a nos amar.
Sintonia e atração.
Tal e qual a garota de ontem; pessoa alguma se aproxima de nós á toa.
Atraímos e somos atraídos por pessoas; junto ás quais fizemos escolhas, num passado distante ou mais recente – ou não; ás vezes o que nos atrai é o sentir.
A forma é que pode variar: a sintonia pode ser ativa ou passiva; amorosa ou odienta. Isso, não é novidade, esses conceitos são nossos velhos conhecidos, embora ás vezes; quando em sofrer não os compreendamos; ou fingimos que não.
De onde terá vindo esse conhecimento intuitivo?
De muitas experiências e muitos mestres; sempre somos intuídos; sempre nos assopraram no ouvido da alma; em muitas línguas e nas mais diferentes situações.
Vou alimentar minha pequena desconhecida colega xamã com as energias de gratidão pelo momento compartilhado – claro que ela se sentirá sem saber por que; mais feliz nesse momento – de retorno, também eu me fortaleço – evidente que daqui a alguns dias esse momento será arquivado; mas, espero que outros surjam; e outros e outros; para que a vida se torne cada vez mais encantadora.
PERMITA-SE SENTIR.
Cortando caminho por uma pequena rua mais isolada deparei-me com uma cena singular: um bando de anús (aquele pássaro preto que parece recém saído da pré-história; desengonçado como ele só, e que de tão mal acabado torna-se até engraçado) fazendo a maior farra; tomando banho numa poça de água no meio fio – eles não estavam nem aí com minha presença; pareciam estar se exibindo fazendo malabarismos - não sei quanto tempo fiquei ali observando; extasiado - não sei explicar; mas, meio que me senti um deles (talvez minha alma tenha voltado á infância; fiz muito disso) – claro que algumas pessoas se me vissem daquela forma iriam me achar um bobalhão; mas, de repente senti que havia outra energia no pedaço; e de repente eu vi; perto de mim uma garota aí dos seus quinze anos, também extasiada com a cena – nossos olhares se cruzaram e compartilhamos a mesma energia e sentimento – não dissemos nada; apenas sorrimos francamente; nem precisava – era como se duas almas se tornassem gêmeas através do mesmo prazer – um carro passou tão perto que espantou os anús – seguimos nosso caminho – provavelmente, ela de alma tão lavada e energizada como ficou a minha. Fiquei mais feliz por compartilhar esse momento com alguém que sintoniza com essas emoções; normalmente não tenho com quem dividi-las; tal e qual boa parte das pessoas que se integram á natureza sem fazer força para isso.
Mas, outras situações como esta virão até mim – basta que dê permissão.
Usei a experiência para refletir e compartilhar a resposta a um e-mail de uma amiga através deste.
Dentre outras coisas: amar é interagir.
Basta um olhar ou nem mesmo isso é preciso – basta apenas deixar a energia fluir: sentir – não é preciso pensar a todo instante; apenas sentir. Estamos sem energia; nós andamos pela vida, desalentados; apenas por não nos permitirmos sentir cada momento.
Mesmo via teclado; estamos aqui interagindo. Você é você e eu sou eu. Aparentemente nada temos a ver um com o outro, provavelmente nem nos conheçamos; mas: estamos conectados eu e você, numa rede cósmica; interdependemos.
Nós estamos ligados mesmo não nos conhecendo, mesmo um não sabendo da existência do outro – como eu e minha colega pequena xamã urbana assistindo ao banho dos anús - Eu te afeto e você me afeta. Se tu estás alegre tua alegria me alcança, tua tristeza também; queiras ou não; queira eu ou não.
Isso é um fato, uma realidade.
É verdade que somos seres diversos; porém fazemos parte de uma unidade: a humanidade, por isso, não faz diferença, o nosso querer ou não, interferir um com o outro, isso é lei; o que podemos fazer é analisar e escolher a forma como nos afetamos uns aos outros; de forma leve ou intensa, triste ou alegre; é meio que, ajustar o mecanismo de sintonia fina; pois estamos plugados, conectados - essa sintonia pode ser apurada pela semelhança no pensar; nos ideais; nos desejos, nas atitudes...
Somos feitos da mesma energia.
Temos a mesma origem na imensidão do universo, somos parte de uma fantástica conexão estelar. E, daqui em diante nós dois nos afetamos ainda mais fortemente, pois estamos nos descobrindo e criando um vínculo; um laço mais apertado, mesmo que nosso diálogo seja virtual. Neste momento estamos unidos, ligados por idéias e sentimentos e, quer concordemos ou não continuamos conectados pelo que aqui está impresso.
Mesmo que feche a página da Net e foque sua atenção em outras coisas, em outros fatos, a ligação persiste. É como se estivéssemos frente a frente.
Entendeu?
Provavelmente sim. Mas talvez não tenha compreendido. Raciocinou, mas possivelmente não sentiu, não incorporou esse conhecimento aos sentimentos e às atitudes diárias. Isso, ainda não importa no momento.
Apenas lembre-se:
Compreender é pensar, sentir e agir ao mesmo tempo.
Para que esse conceito de conexão/interatividade fique mais claro, vamos nos aproximar mais; através de um sentimento comum; vamos focalizar o seu mais estreito laço humano, o de família, em especial a relação mãe/filho. Observe como você e sua mãe possuem uma ligação muito forte, se está triste mesmo que ela não saiba, não importa a distância que os separe no momento, ela sente; não sabe, mas sente. Quantas vezes não tenta esconder uma tristeza e, é bombardeado com insistentes questionamentos: O que aconteceu? Porque está triste meu filho? Não adianta negar, ela ainda não sabe, mas sente. Como pode ser explicado isso. Será instinto materno? Parece mágica, mas não é; pode ser mensurável, questão de ondas, vibrações, freqüência, sintonia e conexão. – daí, ocorre também com todos os outros tipos de conexão afetiva.
Além disso; mais do de serem interativas e estarem sempre em conexão, nossas relações são eternas.
Eternas?
Que maravilha!
Para sempre?
Que horror!
Há pessoas cujo santo não bate; segundo os mais variados motivos; mas, apenas temporariamente; pois, somos candidatos a formatura na escola cósmica do amor; que é um longo aprendizado.
A eternidade não será uma ilusão?
Ou será uma convenção para um tempo que ainda não pode nem precisa ser medido?
A eternidade também é um relativo paradoxo.
Pois: que maravilha, em certos momentos imaginar estar eternamente com aqueles que consideramos nossa cara metade em todos os sentidos e ângulos, possíveis; mas por outro lado, que horror só em pensar ficar ao lado, por um tempo que não tem fim, de certas criaturas que consideramos nossos algozes; que imaginamos sejam a causa única e maior de nosso sofrer.
Tranqüilizemo-nos, pois como tudo é relativo, o conceito de eternidade também é.
Ufa! Que alívio!
Amar é sintonizar com o outro em harmonia.
Cuidado para não sintonizar ódio.
Amor e desamor não são apenas sentimentos; são freqüências diferentes de uma mesma energia, e que podemos passar de uma a outra quando seja da nossa vontade e possibilidades já desenvolvidas.
O que modifica a percepção do conceito de eternidade são a intensidade e a qualidade das relações que criamos. Então, o melhor a fazer é aprendermos a nos amar.
Sintonia e atração.
Tal e qual a garota de ontem; pessoa alguma se aproxima de nós á toa.
Atraímos e somos atraídos por pessoas; junto ás quais fizemos escolhas, num passado distante ou mais recente – ou não; ás vezes o que nos atrai é o sentir.
A forma é que pode variar: a sintonia pode ser ativa ou passiva; amorosa ou odienta. Isso, não é novidade, esses conceitos são nossos velhos conhecidos, embora ás vezes; quando em sofrer não os compreendamos; ou fingimos que não.
De onde terá vindo esse conhecimento intuitivo?
De muitas experiências e muitos mestres; sempre somos intuídos; sempre nos assopraram no ouvido da alma; em muitas línguas e nas mais diferentes situações.
Vou alimentar minha pequena desconhecida colega xamã com as energias de gratidão pelo momento compartilhado – claro que ela se sentirá sem saber por que; mais feliz nesse momento – de retorno, também eu me fortaleço – evidente que daqui a alguns dias esse momento será arquivado; mas, espero que outros surjam; e outros e outros; para que a vida se torne cada vez mais encantadora.
PERMITA-SE SENTIR.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
SATURNO: QUIETO! – PLUTÃO: NÃO EMPURRA NÃO!
Fomos criados numa filosofia de vida modernosa de viver em cima do muro: não me comprometa! – Não é problema meu!
Fizemos questão de confundir a “quase” sábia teoria do caminho do meio com a trilha da mediocridade. Antes que alguns “espiritualistas” se sintam ofendidos; explico: quase; pois, ela não é para nosso “bico”; pois, ninguém pode viver o caminho do meio sem conhecer os extremos, e dominá-los.
Cá mais em baixo; para os do mundo: muitos políticos esquerdistas de ponta são exímios defensores do regime cubano, por exemplo, sem nunca ter vivido num país de onde a maioria quer fugir de lá; e são impedidos – como diz o povão: se fosse bão tudo mundo ia querer ir prá lá; se os caras fazem greve de fome e se arriscam a cair for de lá é porque não presta! Outro belo exemplo: os top da mídia do cimo do muro da vida criaram o bordão: só um pouquinho não faz mal! Coisas: diet; light; baixos teores; beba com moderação – e o povão (nóis) credita e pratica. Remédios para moderar o apetite; etc.
Mas, se o mundo vai mal; se Gaia agoniza; se estamos infelizes; insatisfeitos; doentes; se as instituições faliram – a culpa é nossa.
Nossas escolhas somadas ditaram uma parte dos acontecimentos do presente e os que estão por vir. Plutão; Saturno e seus colegas alinhados não estão a fim de ouvir desculpas e justificativas; nem: dá um tempinho prá que eu possa usufruir do que amealhei!
Agimos feito crianças ao interpretar verdades cósmicas sob o manto de interesses pouco confessáveis:
Escolha minha, problema meu!
Escolha sua problema seu!
Quando nos interessa, em determinados momentos, costumamos levar a responsabilidade relativa ás escolhas ao pé da letra, de forma egoísta e até simplória. Como costumamos fazer durante e após as eleições – antes: é escolher o “menos pior”, ou o menos medíocre – depois: colocar a culpa no coitado pelas besteiras coletivas.
Nosso assunto é discutir a questão do final de ciclo planetário dentro do contexto da interatividade; pois gostemos, queiramos ou não, o problema de um torna-se relativamente o problema de todos, inexoravelmente – e os astros que se alinham e a energia que eles carregam; não estão nem aí para nossos imaginários sofrimentos.
Desculpas esfarrapadas do tipo: Não fui eu que destruí; não fui eu que era governante; não fui eu – até votei em branco...
É hora de optar por dentro e por fora, fortemente, por um lado. – definir-se
Não há como deixar de escolher, pois a partir do instante em que passamos a pensar de forma contínua é impossível parar de fazê-las. Mesmo que não pareça; pensamos vinte e quatro horas todos os dias, até dormindo; em conseqüência disso, optamos o tempo todo, mesmo durante o sono.
Até a atitude de não escolher é uma opção: a de não escolher.
Ao nos negarmos o direito e o dever de optar; deixamos o caminho livre para que outros o façam por nós e, nos entregamos passivamente ás conseqüências.
Pior é quando impomos aos outros ou os deixamos acuados e sem opção; estamos assumindo compromissos penosos para o futuro; mesmo que eles um dia nos perdoem.
Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções.
Como todas as outras, essa arte, apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir; nem sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.
De uns tempos para cá; o amigo tem sentido impulsos estranhos ou alguns que pensava ter superado retornando com a corda toda?
Sente-se doente, sem estar? – A medicina não encontra explicações para seus males estar?
O clima está esquisito; não está? Mais ou tão doido quanto nós!
As ressacas do mar e das pessoas estão mais fortes; não estão?
Doenças esquisitas? – Vacinas, mais esquisitas ainda!
Furacões e tornados prá tudo quanto é lado.
Cansou de tantos noticiários envolvendo maldade, corrupção, prevaricação, etc.
No pessoal: ansiedade a mil; sono conturbado; memória curta; dor prá tudo quanto é lado; medo, e outros probleminhas básicos do dia a dia.
Calma Plutão! – Sossega Saturno!
Não empurra não!
O alinhamento das energias (especialmente as de 07/08) vão fazer conosco o que umas pessoas fazem com as outras nos momentos de pico de baldeação na estação Sé do metrô – chega num ponto que você não escolhe mais para onde vai: você é levado – sem tocar no chão. Bem vindos gringos na copa de 2014 – ocês vão conhecer o povo sardinha na própria lata (pele).
Caro leitor, é disso que trataremos aqui e nos outros blogs nos próximos dias:
ME ENGANA QUE EU GOSTO
http://menganaquegosto.blogspot.com
A ARTE DA BOA MORTE
http://artedaboamorte.blogspot.com
EDUCAR PARA UM MUNDO NOVO
http://educarparaummundonovo.blogspot.com
SAÚDE OU DOENÇA; A ESCOLHA É SUA
http://saudeoudoenca.blogspot.com
RH DO FUTURO
http://reengenhariahumana.blogspot.com
JOGOS DE AMOR
http://jogosdeamore.blogspot.com
PEQUENOS DESCUIDOS: GRANDES PROBLEMAS
http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com
CONSTRUINDO A FAMÍLIA DO FUTURO
http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com
QUEM AMA CUIDA
http://adietacomorecursopedagogico.blogspot.com
A REFORMA ÍNTIMA COMEÇA NO BERÇO
http://areformaintimacomecanoberco.blogspot.com
De liberdade e de escolhas sob a batuta de Saturno, Plutão e cia ltda.
E, suas conseqüências nas nossas vidas e na dos outros.
Fizemos questão de confundir a “quase” sábia teoria do caminho do meio com a trilha da mediocridade. Antes que alguns “espiritualistas” se sintam ofendidos; explico: quase; pois, ela não é para nosso “bico”; pois, ninguém pode viver o caminho do meio sem conhecer os extremos, e dominá-los.
Cá mais em baixo; para os do mundo: muitos políticos esquerdistas de ponta são exímios defensores do regime cubano, por exemplo, sem nunca ter vivido num país de onde a maioria quer fugir de lá; e são impedidos – como diz o povão: se fosse bão tudo mundo ia querer ir prá lá; se os caras fazem greve de fome e se arriscam a cair for de lá é porque não presta! Outro belo exemplo: os top da mídia do cimo do muro da vida criaram o bordão: só um pouquinho não faz mal! Coisas: diet; light; baixos teores; beba com moderação – e o povão (nóis) credita e pratica. Remédios para moderar o apetite; etc.
Mas, se o mundo vai mal; se Gaia agoniza; se estamos infelizes; insatisfeitos; doentes; se as instituições faliram – a culpa é nossa.
Nossas escolhas somadas ditaram uma parte dos acontecimentos do presente e os que estão por vir. Plutão; Saturno e seus colegas alinhados não estão a fim de ouvir desculpas e justificativas; nem: dá um tempinho prá que eu possa usufruir do que amealhei!
Agimos feito crianças ao interpretar verdades cósmicas sob o manto de interesses pouco confessáveis:
Escolha minha, problema meu!
Escolha sua problema seu!
Quando nos interessa, em determinados momentos, costumamos levar a responsabilidade relativa ás escolhas ao pé da letra, de forma egoísta e até simplória. Como costumamos fazer durante e após as eleições – antes: é escolher o “menos pior”, ou o menos medíocre – depois: colocar a culpa no coitado pelas besteiras coletivas.
Nosso assunto é discutir a questão do final de ciclo planetário dentro do contexto da interatividade; pois gostemos, queiramos ou não, o problema de um torna-se relativamente o problema de todos, inexoravelmente – e os astros que se alinham e a energia que eles carregam; não estão nem aí para nossos imaginários sofrimentos.
Desculpas esfarrapadas do tipo: Não fui eu que destruí; não fui eu que era governante; não fui eu – até votei em branco...
É hora de optar por dentro e por fora, fortemente, por um lado. – definir-se
Não há como deixar de escolher, pois a partir do instante em que passamos a pensar de forma contínua é impossível parar de fazê-las. Mesmo que não pareça; pensamos vinte e quatro horas todos os dias, até dormindo; em conseqüência disso, optamos o tempo todo, mesmo durante o sono.
Até a atitude de não escolher é uma opção: a de não escolher.
Ao nos negarmos o direito e o dever de optar; deixamos o caminho livre para que outros o façam por nós e, nos entregamos passivamente ás conseqüências.
Pior é quando impomos aos outros ou os deixamos acuados e sem opção; estamos assumindo compromissos penosos para o futuro; mesmo que eles um dia nos perdoem.
Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções.
Como todas as outras, essa arte, apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir; nem sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.
De uns tempos para cá; o amigo tem sentido impulsos estranhos ou alguns que pensava ter superado retornando com a corda toda?
Sente-se doente, sem estar? – A medicina não encontra explicações para seus males estar?
O clima está esquisito; não está? Mais ou tão doido quanto nós!
As ressacas do mar e das pessoas estão mais fortes; não estão?
Doenças esquisitas? – Vacinas, mais esquisitas ainda!
Furacões e tornados prá tudo quanto é lado.
Cansou de tantos noticiários envolvendo maldade, corrupção, prevaricação, etc.
No pessoal: ansiedade a mil; sono conturbado; memória curta; dor prá tudo quanto é lado; medo, e outros probleminhas básicos do dia a dia.
Calma Plutão! – Sossega Saturno!
Não empurra não!
O alinhamento das energias (especialmente as de 07/08) vão fazer conosco o que umas pessoas fazem com as outras nos momentos de pico de baldeação na estação Sé do metrô – chega num ponto que você não escolhe mais para onde vai: você é levado – sem tocar no chão. Bem vindos gringos na copa de 2014 – ocês vão conhecer o povo sardinha na própria lata (pele).
Caro leitor, é disso que trataremos aqui e nos outros blogs nos próximos dias:
ME ENGANA QUE EU GOSTO
http://menganaquegosto.blogspot.com
A ARTE DA BOA MORTE
http://artedaboamorte.blogspot.com
EDUCAR PARA UM MUNDO NOVO
http://educarparaummundonovo.blogspot.com
SAÚDE OU DOENÇA; A ESCOLHA É SUA
http://saudeoudoenca.blogspot.com
RH DO FUTURO
http://reengenhariahumana.blogspot.com
JOGOS DE AMOR
http://jogosdeamore.blogspot.com
PEQUENOS DESCUIDOS: GRANDES PROBLEMAS
http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com
CONSTRUINDO A FAMÍLIA DO FUTURO
http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com
QUEM AMA CUIDA
http://adietacomorecursopedagogico.blogspot.com
A REFORMA ÍNTIMA COMEÇA NO BERÇO
http://areformaintimacomecanoberco.blogspot.com
De liberdade e de escolhas sob a batuta de Saturno, Plutão e cia ltda.
E, suas conseqüências nas nossas vidas e na dos outros.
sábado, 10 de julho de 2010
A ÉTICA DO AMOR
Quando alguém afirmar que vivemos num mundo sem ética; isso, não deve ser motivo para nos ofendermos ao projetar nesse real contexto; nossa falta da pura ética cósmica que pouco ou nada tem a ver com nossa ética social; profissional; religiosa...
A verdade é que:
Nós não somos ainda seres éticos; pois:
Nossa própria personalidade ainda não é ética.
Os principais pilares na construção dela são o instinto, a razão e a emoção/sentimento.
Durante a evolução descobrimos os prazeres e as sensações.
Isso é prêmio ou castigo?
Devido; nós sermos dotados de raciocínio contínuo; nós somos os únicos com possibilidades éticas que conhecemos na Terra; ao nos integrarmos ao todo e a tudo.
Podemos afirmar que o amor por ser o sentimento da integração plena; é o sentimento ético por excelência; é a transmutação do instinto em razão/emoção/sentimento na sua forma mais pura ou equilibrada de amar ao contexto; sem esforço.
Seremos um dia seres éticos?
Sim - No amoroso homem do futuro, instinto, razão e emoção/sentimento estarão integrados em perfeita harmonia formando um comando único na continuidade da sua evolução.
Como atingir o estágio do amor ético?
Essa fase não está longe nem perto, nem fora ou dentro; cada qual de nós escolhe seus caminhos; quando desejar.
Uma das projeções de Deus é o livre arbítrio auto-regulável...
Dentre outros atributos e conquistas para atingirmos a ética do amor cósmico:
O AMOR EXIGE RESPEITO
Quando dizemos que amamos algo ou alguém; e se, esse dizer não é da boca/para/fora, está implícito que respeitamos esse algo ou alguém. Exemplo: Respeitar a natureza não é apenas não destruí-la, à vista dos outros ou não.
Respeitar o outro, não é apenas um comportamento de boa educação ou de civilidade. É muito mais do que isso.
Pense bem nisso.
O respeito manifesta-se de muitas formas.
• Compreensão. É preciso que se compreenda aquilo que pretendemos respeitar; caso contrário, ao invés de respeito é medo. Respeito não é temor. É por isso que, o ignorante não é capaz de respeitar nada nem ninguém. A pessoa temente a Deus, ainda não o respeita, nem o ama porque ainda não o compreende.
• Estudo. É preciso que se conheça aquilo a que devemos nosso respeito. Respeitar é uma atitude consciente. Não se pode respeitar aquilo que não conhecemos bem.
• Aceitação. O respeito exige aceitar o outro como ele é, sem perder tempo em tentar modificá-lo. Aceitação não é algo passivo, inerte. Aceitar significa não perder tempo tentando modificar o outro sem que ele já o deseje. Pois, só temos o direito de modificar os outros quando eles nos solicitarem e permitirem. Só podemos e devemos ajudar os outros a se modificarem sem que eles peçam e permitam, através nossa própria mudança íntima; contaminando-os.
• Humildade. Conhecer seu próprio valor é a marca registrada do humilde. Somente quem se conhece e respeita não teme nada nem ninguém. A aceitação do outro também depende do desenvolver de uma série de qualidades humanas como: a paciência, a tolerância etc.
QUEM AMA SE DESVELA
Sem conceitos e muito menos pré-conceitos:
Amar implica em movimentar-se a favor daquilo que se ama. Portanto, o amor é atuante, ativo nas mínimas coisas. Se eu afirmo que sou um amante da natureza; mas, gasto energia elétrica de forma desnecessária; eu amo a natureza apenas da boca/para/fora; pois, cada nova usina hidroelétrica que é construída contribui para deteriorar o meio ambiente.
Cuidar daquilo que se ama; implica em ter pleno conhecimento de suas necessidades. É preciso estudar o objeto de nosso amor para que possamos trabalhar mais e melhor por e para ele – conforme coloquei em meu livro: “A reforma íntima começa no berço” – dizem as pessoas: seria tão bom que nossos filhos viessem com manual de instrução! – mas, eles vêm; apenas ninguém quer ler.
Quando amamos realmente fazemos da felicidade do outro a nossa própria felicidade.
Em se tratando de amor alguns desvios precisam de correção.
Juízo seres viventes (não, ainda, depressivos); pois:
Cuidar do outro não é:
• Sofrer com e pelo objeto do nosso amor.
• Interferir na sua vida.
• Tentar a todo custo modificá-lo segundo nossas conveniências do momento.
• Tentar controlar-lhe a vida.
• Executar a tarefa dos que amamos.
• Superproteger as pessoas que são o alvo de nossas intenções de amar.
A ÉTICA DO AMOR LIBERTA
O amor é a própria liberdade.
Amar é ser livre. Mas, para nós seres quase pensantes; principalmente amar é libertar, cortar as amarras que nos prendem aos outros. Daí, um importante avanço na arte de amar é treinar o perdão incondicional; seguido do trabalho incondicional em prol da felicidade do outro.
Só ama quem já é seguro de si mesmo, sabe o que quer e como querer, conhece seus direitos e não desconhece suas obrigações.
Nada de aumentar o estresse ao descobrir a verdade que nos libertará como disse o mestre dos nossos mestres na atual fase de evolução planetária: Jesus.
Maturidade; ou colher o fruto na hora certa para desfrutar do amor Divino, também precisa dentre outras coisas: trabalho e paciência (a ciência da paz).
AMOR É MATURIDADE
O instinto é o amor primário. Quando já se principia a conhecer o amor tem inicio o processo da maturidade evolutiva do ser; que é diferente da maturidade ou idade cronológica.
A capacidade de amar de um indivíduo é proporcional à maturidade que já conquistou.
A maturidade do amor tem várias facetas que se desenvolvem assimetricamente na maior parte das pessoas. Avança em algumas e se atrasa em outras.
• O amor e a maturidade intelectual: um ser que não estuda; não busca aprender não consegue amar, simplesmente por desconhecer o que seja o amor.
• O amor e a maturidade emocional: uma pessoa que não desenvolve sua soberania emocional desconhece a arte de amar ou de respeitar e cuidar do objeto de seu amor.
• O amor e a maturidade afetiva: o amor é uma energia que necessita fluir; expressar-se; manifestar-se; por isso, é preciso demonstrar às pessoas que elas são amadas.
• O amor e a maturidade social: uma pessoa que não recuperou a própria identidade; que não sabe quem somos nem quem é ela própria; que não exige seus direitos, nem cumpre com suas obrigações é pobre em amor.
• Adquirir cidadania cósmica: e exercê-la é um ato de amor. Lutar pelos direitos do próximo, a favor da causa da justiça ir além da simples cidadania é tornar-se um verdadeiro homem público.
• O amor e a maturidade religiosa: as duas leis de amor que regem a conexão humana, “amar a Deus sobre todas as coisas” e “ao próximo como a ti mesmo” necessitam de maturidade e compreensão. Por exemplo, amar a Deus não é tornar-se um preguiçoso reclamante ou um pedinte da misericórdia Divina. Para amar a Deus é preciso estudá-lo e compreendê-lo. Para amar ao próximo é preciso aceitá-lo como individualidade e proporcionar-lhe todos os meios para que se liberte de suas dores e dificuldades. A mesma coisa vale para desenvolver o amor a nós mesmos.
Discorrer sobre a ética do amor pode levar a eternidade conforme a compreendemos hoje.
Sabedor que nessa fase não haverá mais tempo para divagar sobre a vida e seus valores englobei muitos tópicos que merecem dias e dias de reflexão.
Reservo para daqui a alguns dias o resultado precário de minhas reflexões a respeito do que me disse uma grande amiga espiritual;
Após conhecermos parte da verdade; com a consciência mais ampliada: amar sem ser amado; é falta de ética.
Pirei – quando sarar ou melhorar; dou notícias a respeito do assunto - neste ou num dos outros blogs que tento manter vivos.
A verdade é que:
Nós não somos ainda seres éticos; pois:
Nossa própria personalidade ainda não é ética.
Os principais pilares na construção dela são o instinto, a razão e a emoção/sentimento.
Durante a evolução descobrimos os prazeres e as sensações.
Isso é prêmio ou castigo?
Devido; nós sermos dotados de raciocínio contínuo; nós somos os únicos com possibilidades éticas que conhecemos na Terra; ao nos integrarmos ao todo e a tudo.
Podemos afirmar que o amor por ser o sentimento da integração plena; é o sentimento ético por excelência; é a transmutação do instinto em razão/emoção/sentimento na sua forma mais pura ou equilibrada de amar ao contexto; sem esforço.
Seremos um dia seres éticos?
Sim - No amoroso homem do futuro, instinto, razão e emoção/sentimento estarão integrados em perfeita harmonia formando um comando único na continuidade da sua evolução.
Como atingir o estágio do amor ético?
Essa fase não está longe nem perto, nem fora ou dentro; cada qual de nós escolhe seus caminhos; quando desejar.
Uma das projeções de Deus é o livre arbítrio auto-regulável...
Dentre outros atributos e conquistas para atingirmos a ética do amor cósmico:
O AMOR EXIGE RESPEITO
Quando dizemos que amamos algo ou alguém; e se, esse dizer não é da boca/para/fora, está implícito que respeitamos esse algo ou alguém. Exemplo: Respeitar a natureza não é apenas não destruí-la, à vista dos outros ou não.
Respeitar o outro, não é apenas um comportamento de boa educação ou de civilidade. É muito mais do que isso.
Pense bem nisso.
O respeito manifesta-se de muitas formas.
• Compreensão. É preciso que se compreenda aquilo que pretendemos respeitar; caso contrário, ao invés de respeito é medo. Respeito não é temor. É por isso que, o ignorante não é capaz de respeitar nada nem ninguém. A pessoa temente a Deus, ainda não o respeita, nem o ama porque ainda não o compreende.
• Estudo. É preciso que se conheça aquilo a que devemos nosso respeito. Respeitar é uma atitude consciente. Não se pode respeitar aquilo que não conhecemos bem.
• Aceitação. O respeito exige aceitar o outro como ele é, sem perder tempo em tentar modificá-lo. Aceitação não é algo passivo, inerte. Aceitar significa não perder tempo tentando modificar o outro sem que ele já o deseje. Pois, só temos o direito de modificar os outros quando eles nos solicitarem e permitirem. Só podemos e devemos ajudar os outros a se modificarem sem que eles peçam e permitam, através nossa própria mudança íntima; contaminando-os.
• Humildade. Conhecer seu próprio valor é a marca registrada do humilde. Somente quem se conhece e respeita não teme nada nem ninguém. A aceitação do outro também depende do desenvolver de uma série de qualidades humanas como: a paciência, a tolerância etc.
QUEM AMA SE DESVELA
Sem conceitos e muito menos pré-conceitos:
Amar implica em movimentar-se a favor daquilo que se ama. Portanto, o amor é atuante, ativo nas mínimas coisas. Se eu afirmo que sou um amante da natureza; mas, gasto energia elétrica de forma desnecessária; eu amo a natureza apenas da boca/para/fora; pois, cada nova usina hidroelétrica que é construída contribui para deteriorar o meio ambiente.
Cuidar daquilo que se ama; implica em ter pleno conhecimento de suas necessidades. É preciso estudar o objeto de nosso amor para que possamos trabalhar mais e melhor por e para ele – conforme coloquei em meu livro: “A reforma íntima começa no berço” – dizem as pessoas: seria tão bom que nossos filhos viessem com manual de instrução! – mas, eles vêm; apenas ninguém quer ler.
Quando amamos realmente fazemos da felicidade do outro a nossa própria felicidade.
Em se tratando de amor alguns desvios precisam de correção.
Juízo seres viventes (não, ainda, depressivos); pois:
Cuidar do outro não é:
• Sofrer com e pelo objeto do nosso amor.
• Interferir na sua vida.
• Tentar a todo custo modificá-lo segundo nossas conveniências do momento.
• Tentar controlar-lhe a vida.
• Executar a tarefa dos que amamos.
• Superproteger as pessoas que são o alvo de nossas intenções de amar.
A ÉTICA DO AMOR LIBERTA
O amor é a própria liberdade.
Amar é ser livre. Mas, para nós seres quase pensantes; principalmente amar é libertar, cortar as amarras que nos prendem aos outros. Daí, um importante avanço na arte de amar é treinar o perdão incondicional; seguido do trabalho incondicional em prol da felicidade do outro.
Só ama quem já é seguro de si mesmo, sabe o que quer e como querer, conhece seus direitos e não desconhece suas obrigações.
Nada de aumentar o estresse ao descobrir a verdade que nos libertará como disse o mestre dos nossos mestres na atual fase de evolução planetária: Jesus.
Maturidade; ou colher o fruto na hora certa para desfrutar do amor Divino, também precisa dentre outras coisas: trabalho e paciência (a ciência da paz).
AMOR É MATURIDADE
O instinto é o amor primário. Quando já se principia a conhecer o amor tem inicio o processo da maturidade evolutiva do ser; que é diferente da maturidade ou idade cronológica.
A capacidade de amar de um indivíduo é proporcional à maturidade que já conquistou.
A maturidade do amor tem várias facetas que se desenvolvem assimetricamente na maior parte das pessoas. Avança em algumas e se atrasa em outras.
• O amor e a maturidade intelectual: um ser que não estuda; não busca aprender não consegue amar, simplesmente por desconhecer o que seja o amor.
• O amor e a maturidade emocional: uma pessoa que não desenvolve sua soberania emocional desconhece a arte de amar ou de respeitar e cuidar do objeto de seu amor.
• O amor e a maturidade afetiva: o amor é uma energia que necessita fluir; expressar-se; manifestar-se; por isso, é preciso demonstrar às pessoas que elas são amadas.
• O amor e a maturidade social: uma pessoa que não recuperou a própria identidade; que não sabe quem somos nem quem é ela própria; que não exige seus direitos, nem cumpre com suas obrigações é pobre em amor.
• Adquirir cidadania cósmica: e exercê-la é um ato de amor. Lutar pelos direitos do próximo, a favor da causa da justiça ir além da simples cidadania é tornar-se um verdadeiro homem público.
• O amor e a maturidade religiosa: as duas leis de amor que regem a conexão humana, “amar a Deus sobre todas as coisas” e “ao próximo como a ti mesmo” necessitam de maturidade e compreensão. Por exemplo, amar a Deus não é tornar-se um preguiçoso reclamante ou um pedinte da misericórdia Divina. Para amar a Deus é preciso estudá-lo e compreendê-lo. Para amar ao próximo é preciso aceitá-lo como individualidade e proporcionar-lhe todos os meios para que se liberte de suas dores e dificuldades. A mesma coisa vale para desenvolver o amor a nós mesmos.
Discorrer sobre a ética do amor pode levar a eternidade conforme a compreendemos hoje.
Sabedor que nessa fase não haverá mais tempo para divagar sobre a vida e seus valores englobei muitos tópicos que merecem dias e dias de reflexão.
Reservo para daqui a alguns dias o resultado precário de minhas reflexões a respeito do que me disse uma grande amiga espiritual;
Após conhecermos parte da verdade; com a consciência mais ampliada: amar sem ser amado; é falta de ética.
Pirei – quando sarar ou melhorar; dou notícias a respeito do assunto - neste ou num dos outros blogs que tento manter vivos.
SOCORRO! - AÍ MEU DEUS ME AJUDE!
Tenho recebido solicitações para abordar aspectos da influência espiritual em nossa saúde e nas lides do cotidiano; seja pelo lado negativo ou positivo. Estamos sobrecarregados, esgotados em muitos aspectos - é inegável que estamos lidando com muitas situações ao mesmo tempo; e nem sempre lidamos bem com elas; além disso, é a nossa cara transformar ocorrências simples em problemas – Daí, que na nossa visão de mundo é mais cômodo buscar um atalho pedindo ajuda divina.
Cada um pede adjutório segundo sua visão de mundo e sistema de crenças.
Aí meu Deus me ajuda!
Meu São Benedito!
Meu paizinho, minha mãezinha!
Anjos de guarda, guias, orixás, espíritos afins e outras entidades, sempre desempenharam na mente humana uma sensação de proteção. Claro que isso sempre foi útil; tanto em ocorrência verdadeira quanto imaginária; pois, a intercessão de seres situados em 4D para ajudar as que se encontram em 3D é real – noutras vezes, tudo se resolve pelo simples conforto que sossega a mente e, facilita escolhas que conduzem á solução; na maioria dos casos, as coisas se resolvem por si só, com a ajuda do tempo – e essa situação, é a mais comum na solução de nossos problemas – alguns chamam essa postura de “a mão de Deus”; quando nada pode ser feito, entregamos o problema na “mão de Deus”; ou ao mão do tempo; ás vezes; preguiçosamente...
Mesmo bancando o São Tomé á moda espanhola em final de copa do mundo: “não creio em bruxas; mas que elas existem, existem”. Não importa nossas convicções religiosas ou não - nós já sentimos em alguma fase desta dura vida em 3D um sentimento que alguém ou algo próximo numa dimensão além desta nos ajudando; a passar por um momento complicado. Ou tentando nos atrapalhar seja de forma direta ou indireta.
Nem tanto lá nem tanto cá:
Por descuido e falta de consciência das verdades físicas da existência; nós buscamos culpados externos para nossa falta de qualidade pessoal. Já colocamos em outros escritos que somos tal e qual uma estação de rádio ou de TV – espalhamos ao universo quem somos nós; nossa qualidade pessoal ou a falta dela - nosso pensar, sentir e agir cria um campo magnético e por um mecanismo semelhante á sintonia, nós atraímos pessoas e situações - Exemplo, um sujeito extremamente apressado, cria um campo magnético que facilita e atrai a demora, os contratempos – claro que, ele vai buscar culpados externos – e se não os identifica em 3D; logo começa a buscar ocorrências espirituais e até a achar que está macumbado ou que Deus o esqueceu e abandonou.
Mesmo descrentes; em momentos angustiantes ou difíceis; nós sentimos uma força retirada não se sabe de onde; para superar determinados obstáculos que se apresentam no dia a dia – e que nos parecem insuperáveis naquele momento.
Segundo o sistema de crenças de cada grupo; o culto a estes seres também é uma tradição que passa de geração em geração. É a vela de sete dias acesa para fortalecer e firmar o anjo da guarda - é um presente para algumas entidades deixado nas matas, cachoeiras e no mar - é a oração ou o ritual oferecido ao espírito protetor – alguns falam diretamente com Deus; outros com santos.
Se com fé em algo superior; em certas ocasiões a vida já está difícil, o fardo está muito pesado; sem ela fica pior. Esta ligação com outra dimensão sempre nos enche de força para enfrentar o que vier pela frente no dia a dia; além disso, é confortador.
Cada qual segundo suas predisposições e visão de mundo - muitas vezes, alguns sentem até mesmo a presença de uma entidade perto, confortando, ajudando a gente enxugar nossas lágrimas e reagir. Sejam antepassados, familiares falecidos, que sempre estão dispostos a dar uma força nesta caminhada aqui na Terra; ou até seres elementais e guias ou mentores.
Realidade ou ilusão?
Tanto faz; pois, o que importa é que estas sensações são fortes.
Somente quem já passou por estas situações de alívio e de força sabe do que estou falando. Justamente naquele momento em que tudo está contrário às expectativas, e, do nada, alguma coisa parece nos salvar. Sentimos que existe uma força maior nos protegendo, nos resguardando do pior; e nos libertando das “macumbas cósmicas”; criadas por nós mesmos através das “entregas” aos vícios; á preguiça; ao ego desajuizado; ao excesso de amor próprio.
O conjunto de sinais que revela a proteção espiritual não é uma mera ilusão da nossa cabeça em busca de força; mas, é a vida a nos dizer que o contato com o Divino nos guarda e nos protege sempre; fazendo-nos caminhar com passos fortes e firmes em busca de nossa evolução. Basta acreditar? – Se fosse assim tão fácil, não teria graça; é preciso aprender com as vivências para desenvolver a fé inabalável e colocá-la a nosso serviço para evitar problemas e não apenas para resolvê-los – é urgente desenvolver um sistema de fé que resista ás indagações da inteligência, do raciocínio crítico.
Nestes anos de atividade profissional tenho acumulado experiências a respeito de situações; para mim antes inexplicáveis; mas, que hoje lido bem melhor, aprendo e repasso. Desde problemas complexos e graves de obsessão espiritual; a coisas simples; como o velho, e eficaz “benzimento” para resolver o problema de crianças com pesadelos e irritabilidade inexplicável. Não me acanho de pedir á mãe da criança que se torna irritadiça do dia para a noite - sofre, e faz a família sofrer, de noites mal dormidas, devido a pesadelos e medos inexplicáveis; mesmo com o tratamento correto; que leve a criança para benzer – pena que os antigos benzedores estão em extinção – aqui mesmo em SBC havia um “famoso na cidade” (claro que pela sua eficiência) que ajudou milhares de crianças e suas famílias a dormirem melhor e a se tornarem mais saudáveis – “Seu Ângelo” (que Deus o tenha! – como ele gostava de dizer). Uma dica: tenho descoberto que na maioria das famílias há benzedores; alguns até sem que o saibam de forma explícita; funcionam de forma não consciente.
Claro que em alguns casos, dependendo do sistema de crenças da família, esse tipo de recomendação é inviável; daí, a melhor postura é entregar o problema da criança na “mão de Deus” – mas, eu tenho me defrontado com conflitos íntimos – coisas meio bestas, como: que culpa essa criança tem da visão de mundo de seus pais. Ao longo do tempo de prática eu descobri que boas intenções e amigos espirituais podem ajudar muito mais do que se pode imaginar – e, sem que fique explícito; a criança ou até mesmo o paciente adulto melhora – Tenho me aventurado e aperfeiçoado o sistema, pedindo e orando; na forma de meditação (meu jeitão; pois, não consigo guardar letras de orações, mantras, etc.) – A cada dia mais me convenço que nosso pensar correto (alinhado ás leis da vida e do amor) é capaz de verdadeiros milagres – daí que, transformei meu consultório no meu refúgio espiritual; onde mais me vigio e “espanco” os maus pensamentos e atitudes (se me for permitido; meu sonho de passar de 3D para 4D será lá; atendendo, compartilhando com algum paciente a arte de aprender a viver) – em outros locais (exceto onde me dedico a aprender a auxiliar sem receber nada em troca) sou um zero á esquerda; complicado, atrapalhado, problemático.
Noutros casos de obsessão espiritual muito complicada e grave; quando “sinto” (apenas sinto as energias e intuo – não sou dotado de atributos espirituais) que o problema é delicado, aprendi a “ficar na minha” – se possível, tento negociar uma trégua; tudo mentalmente baseado no respeito ás dores de cada um dos envolvidos; pois, cada um com seus problemas – tal e qual na briga de marido e mulher; não meta a colher - numa disputa obsessiva não há vítimas nem algozes; todos têm suas razões e ninguém as tem. Sejamos apenas pacificadores (negociadores); se possível, compartilhando a amplificação da própria consciência.
Na dúvida sobre o que fazer: apenas ame, respeite, exemplifique.
Voltaremos ao assunto, avaliando casos práticos do dia a dia – caso haja interesse dos leitores e as circunstâncias permitam.
Cada um pede adjutório segundo sua visão de mundo e sistema de crenças.
Aí meu Deus me ajuda!
Meu São Benedito!
Meu paizinho, minha mãezinha!
Anjos de guarda, guias, orixás, espíritos afins e outras entidades, sempre desempenharam na mente humana uma sensação de proteção. Claro que isso sempre foi útil; tanto em ocorrência verdadeira quanto imaginária; pois, a intercessão de seres situados em 4D para ajudar as que se encontram em 3D é real – noutras vezes, tudo se resolve pelo simples conforto que sossega a mente e, facilita escolhas que conduzem á solução; na maioria dos casos, as coisas se resolvem por si só, com a ajuda do tempo – e essa situação, é a mais comum na solução de nossos problemas – alguns chamam essa postura de “a mão de Deus”; quando nada pode ser feito, entregamos o problema na “mão de Deus”; ou ao mão do tempo; ás vezes; preguiçosamente...
Mesmo bancando o São Tomé á moda espanhola em final de copa do mundo: “não creio em bruxas; mas que elas existem, existem”. Não importa nossas convicções religiosas ou não - nós já sentimos em alguma fase desta dura vida em 3D um sentimento que alguém ou algo próximo numa dimensão além desta nos ajudando; a passar por um momento complicado. Ou tentando nos atrapalhar seja de forma direta ou indireta.
Nem tanto lá nem tanto cá:
Por descuido e falta de consciência das verdades físicas da existência; nós buscamos culpados externos para nossa falta de qualidade pessoal. Já colocamos em outros escritos que somos tal e qual uma estação de rádio ou de TV – espalhamos ao universo quem somos nós; nossa qualidade pessoal ou a falta dela - nosso pensar, sentir e agir cria um campo magnético e por um mecanismo semelhante á sintonia, nós atraímos pessoas e situações - Exemplo, um sujeito extremamente apressado, cria um campo magnético que facilita e atrai a demora, os contratempos – claro que, ele vai buscar culpados externos – e se não os identifica em 3D; logo começa a buscar ocorrências espirituais e até a achar que está macumbado ou que Deus o esqueceu e abandonou.
Mesmo descrentes; em momentos angustiantes ou difíceis; nós sentimos uma força retirada não se sabe de onde; para superar determinados obstáculos que se apresentam no dia a dia – e que nos parecem insuperáveis naquele momento.
Segundo o sistema de crenças de cada grupo; o culto a estes seres também é uma tradição que passa de geração em geração. É a vela de sete dias acesa para fortalecer e firmar o anjo da guarda - é um presente para algumas entidades deixado nas matas, cachoeiras e no mar - é a oração ou o ritual oferecido ao espírito protetor – alguns falam diretamente com Deus; outros com santos.
Se com fé em algo superior; em certas ocasiões a vida já está difícil, o fardo está muito pesado; sem ela fica pior. Esta ligação com outra dimensão sempre nos enche de força para enfrentar o que vier pela frente no dia a dia; além disso, é confortador.
Cada qual segundo suas predisposições e visão de mundo - muitas vezes, alguns sentem até mesmo a presença de uma entidade perto, confortando, ajudando a gente enxugar nossas lágrimas e reagir. Sejam antepassados, familiares falecidos, que sempre estão dispostos a dar uma força nesta caminhada aqui na Terra; ou até seres elementais e guias ou mentores.
Realidade ou ilusão?
Tanto faz; pois, o que importa é que estas sensações são fortes.
Somente quem já passou por estas situações de alívio e de força sabe do que estou falando. Justamente naquele momento em que tudo está contrário às expectativas, e, do nada, alguma coisa parece nos salvar. Sentimos que existe uma força maior nos protegendo, nos resguardando do pior; e nos libertando das “macumbas cósmicas”; criadas por nós mesmos através das “entregas” aos vícios; á preguiça; ao ego desajuizado; ao excesso de amor próprio.
O conjunto de sinais que revela a proteção espiritual não é uma mera ilusão da nossa cabeça em busca de força; mas, é a vida a nos dizer que o contato com o Divino nos guarda e nos protege sempre; fazendo-nos caminhar com passos fortes e firmes em busca de nossa evolução. Basta acreditar? – Se fosse assim tão fácil, não teria graça; é preciso aprender com as vivências para desenvolver a fé inabalável e colocá-la a nosso serviço para evitar problemas e não apenas para resolvê-los – é urgente desenvolver um sistema de fé que resista ás indagações da inteligência, do raciocínio crítico.
Nestes anos de atividade profissional tenho acumulado experiências a respeito de situações; para mim antes inexplicáveis; mas, que hoje lido bem melhor, aprendo e repasso. Desde problemas complexos e graves de obsessão espiritual; a coisas simples; como o velho, e eficaz “benzimento” para resolver o problema de crianças com pesadelos e irritabilidade inexplicável. Não me acanho de pedir á mãe da criança que se torna irritadiça do dia para a noite - sofre, e faz a família sofrer, de noites mal dormidas, devido a pesadelos e medos inexplicáveis; mesmo com o tratamento correto; que leve a criança para benzer – pena que os antigos benzedores estão em extinção – aqui mesmo em SBC havia um “famoso na cidade” (claro que pela sua eficiência) que ajudou milhares de crianças e suas famílias a dormirem melhor e a se tornarem mais saudáveis – “Seu Ângelo” (que Deus o tenha! – como ele gostava de dizer). Uma dica: tenho descoberto que na maioria das famílias há benzedores; alguns até sem que o saibam de forma explícita; funcionam de forma não consciente.
Claro que em alguns casos, dependendo do sistema de crenças da família, esse tipo de recomendação é inviável; daí, a melhor postura é entregar o problema da criança na “mão de Deus” – mas, eu tenho me defrontado com conflitos íntimos – coisas meio bestas, como: que culpa essa criança tem da visão de mundo de seus pais. Ao longo do tempo de prática eu descobri que boas intenções e amigos espirituais podem ajudar muito mais do que se pode imaginar – e, sem que fique explícito; a criança ou até mesmo o paciente adulto melhora – Tenho me aventurado e aperfeiçoado o sistema, pedindo e orando; na forma de meditação (meu jeitão; pois, não consigo guardar letras de orações, mantras, etc.) – A cada dia mais me convenço que nosso pensar correto (alinhado ás leis da vida e do amor) é capaz de verdadeiros milagres – daí que, transformei meu consultório no meu refúgio espiritual; onde mais me vigio e “espanco” os maus pensamentos e atitudes (se me for permitido; meu sonho de passar de 3D para 4D será lá; atendendo, compartilhando com algum paciente a arte de aprender a viver) – em outros locais (exceto onde me dedico a aprender a auxiliar sem receber nada em troca) sou um zero á esquerda; complicado, atrapalhado, problemático.
Noutros casos de obsessão espiritual muito complicada e grave; quando “sinto” (apenas sinto as energias e intuo – não sou dotado de atributos espirituais) que o problema é delicado, aprendi a “ficar na minha” – se possível, tento negociar uma trégua; tudo mentalmente baseado no respeito ás dores de cada um dos envolvidos; pois, cada um com seus problemas – tal e qual na briga de marido e mulher; não meta a colher - numa disputa obsessiva não há vítimas nem algozes; todos têm suas razões e ninguém as tem. Sejamos apenas pacificadores (negociadores); se possível, compartilhando a amplificação da própria consciência.
Na dúvida sobre o que fazer: apenas ame, respeite, exemplifique.
Voltaremos ao assunto, avaliando casos práticos do dia a dia – caso haja interesse dos leitores e as circunstâncias permitam.
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