Claro que a das faltas ético - morais nos acompanham para sempre – Isso, está mais do que claro na observação diária da Lei de Causa e Efeito documentada ao longo de milênios – Mas, hoje vivemos num mundo regido pelo deus $ - Então fica a pergunta: E as dívidas do cheque especial, dos financiamentos, das hipotecas, dos draconianos impostos? – Como ficam? – Serão pagas em próximas existências – De que forma? – Em que moeda? - Será que nas seguintes, nada na vida financeira do caloteiro dará certo? – Qualquer pessoa que se aproxime dele tentará dar um chapéu? - Passar para trás? Será que as dívidas fiduciárias ou colocadas de forma legal de uns; não se tornam as ético/morais de outros? Será que o SPC e o CERASA do além; são iguais ou diferentes deste nosso? Esse é um problema interessante; muito instigante e merecedor de estudos de pessoas preocupadas com nossa evolução - Com a palavra os estudiosos da literatura espírita e espiritualista – em especial, os economistas, juristas, advogados tributaristas, legisladores em causa própria e também os escritores de Medidas Provisórias convidados a participar deste espaço - Material? Há em abundância, até nos romances que nos que relatam seqüências de situações na vida após morte para que sejam estudados e discutidos pelas pessoas interessadas em tornar nossa evolução mais simples e transparente. Por exemplo, incontáveis habitantes do vale dos suicidas tentaram escapar das dívidas materiais adquiridas durante a existência através do suicídio – será que conseguiram? – Também com a palavra os participantes das tarefas de bate papo com os desencarnados – nas tarefas de desobsessão – que deveriam ser gravadas para posterior estudo; afinal hoje tudo, é gravado e documentado de forma legal ou não – isso, não importa mais.
“Devo; não nego; pago quando puder”... Será que essa máxima dos descuidados devedores da atualidade, é levada em conta pela Justiça Natural? – Será que dívidas podem ser transferidas para serem pagas em existência subseqüentes, tanto faz neste planeta ou noutro? – Que tipo de dívidas? – Terá relação com a intenção da dívida? – Se transferido para um planeta mais atrasado do que a nossa Terra atual como vou pagar meus débitos? – Sendo devorado, de forma sistemática, por predadores do antigo tipo “dinossauros”? – Quem é mais culpado perante o STJD o devedor ou o esperto que o induziu á dívida? – Quem é mais culpado? - O aposentado que cai na armadilha do empréstimo consignado para suprir as necessidades do filho ou do neto; ou o espertalhão que conta com as benesses do sistema para engordar sua própria conta bancária? – As dívidas financeiras podem ser transformadas em defeitos congênitos; impressos no DNA?
Convido os amigos leitores ao debate. Levem essas dúvidas aos ambientes onde convivem: familiar, trabalho, social, científico, etc.
Paz.
Minha lista de blogs
domingo, 14 de setembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
OS DEFEITOS DO OUTRO SÃO A NOSSA CARA
O que transita em nossa mente e circula em nosso coração, é o que está á nossa frente; materializado como pessoas, fatos, acontecimentos...
Quando começamos a enxergar defeitos nas pessoas, é hora de ficarmos espertos. Só percebemos o que conhecemos e faz parte de nossos arquivos pessoais. Quanto mais algum defeito de caráter do próximo me incomoda mais forte ele está presente em mim. Se a intolerância dos outros me incomoda; sou mais intolerante ainda. Se a inveja das pessoas me perturba é a minha que destaca a dos outros. Pessoas mentirosas me escandalizam; é hora de rever como uso a verdade. A vida cotidiana é um espelho onde refletimos o que nos vai na alma; as pessoas que se apresentam á nossa frente são a nossa cara; os acontecimentos e fatos que nos escandalizam refletem o que guia nossos mais negados interesses.
Quando apontamos os defeitos e erros dos outros tentamos negar e esconder os nossos, tão iguais – Nessa ocasião somos os espelhos de nós mesmos. Duvida? Renega isso? – Então cuidado: Caso tenhamos o hábito de apontar os defeitos do próximo com freqüência, é melhor carregarmos um espelho no bolso. Se ainda lançamos mão da crítica, o problema é muito mais grave; preparemo-nos para levar bordoada de todo lado. Se apenas ao pensar já estou me dedurando; pior ainda, se falo ou escrevo sobre o problema do outro; aí sim, estou em maus lençóis. Podemos discordar; espernear; arrumar mil desculpas e justificativas – Perda de tempo, pois: Tudo que nos chama a atenção no outro é o reflexo de nós mesmos.
Juízo.
domingo, 7 de setembro de 2008
VOCÊ DEVE SE PREOCUPAR É QUANDO TUDO ESTÁ BEM
“VOCE DEVE SE PREOCUPAR É QUANDO TUDO ESTÁ BEM”...
Confesso, na primeira vez que me deparei com esse ditado da cultura chinesa não lhe dei a atenção devida – na ocasião, seu mais profundo significado me passou batido; hoje, é um dos meus preferidos e, volta e meia me pego a cismar com ele quando me encontro numa fase confortável. O primeiro passo foi tentar entender o verdadeiro sentido de preocupar; na nossa cultura baseada no medo e na tendência ao comodismo; o termo assume a conotação de possível sofrimento, dificuldade ou problema á vista – na realidade ele espelha mais a colocação de Jesus: Vigia e ora. A visão que tenho hoje a respeito de quem somos e o que fazemos aqui me diz que a Terra é um planeta escola e não uma colônia de férias. Estamos diariamente em sala de aula. Lembra disso? Estar em sala de aula? Qual nosso comportamento habitual nessas ocasiões? Quando nas entressafras de provas e testes, o professor discorria sobre a matéria; o que mais fazíamos (os alunos normais)? – Brincadeiras, gozações, dormíamos além do necessário – E quando chegava a época das provas: choradeira, reclamações, desculpas que a matéria pedida na prova não foi dada em sala de aula – quantas comissões organizadas para mudar a data das provas? - Antes, as provas eram bimestrais ou mensais; hoje em algumas escolas elas são quase que diárias. Faça uma analogia com a escola da vida: até pouco tempo, a mestra Lei de Causa e efeito nos trazia uma lição mal feita por vez para ser refeita – hoje, são duas ou três ao mesmo tempo – o que explica o número crescente de pessoas em depressão, pânico, etc.
Vigilância constante no pensar, sentir e agir é condição fundamental para que ultrapassemos esta fase de seleção planetária. Cuidado com a alegria desmedida, pois ela pode desembocar na euforia que em seguida vai á depressão. Tudo caminha ás mil maravilhas? Suas expectativas estão sendo atendidas? – Fique esperto; nada a ver com pessimismo; tenta prestar atenção ás mínimas dicas das aulas do dia a dia... As provas não tardam! Têm medo de provas? – Melhore a condição de aluno; nada complicado.
Abraço.
Confesso, na primeira vez que me deparei com esse ditado da cultura chinesa não lhe dei a atenção devida – na ocasião, seu mais profundo significado me passou batido; hoje, é um dos meus preferidos e, volta e meia me pego a cismar com ele quando me encontro numa fase confortável. O primeiro passo foi tentar entender o verdadeiro sentido de preocupar; na nossa cultura baseada no medo e na tendência ao comodismo; o termo assume a conotação de possível sofrimento, dificuldade ou problema á vista – na realidade ele espelha mais a colocação de Jesus: Vigia e ora. A visão que tenho hoje a respeito de quem somos e o que fazemos aqui me diz que a Terra é um planeta escola e não uma colônia de férias. Estamos diariamente em sala de aula. Lembra disso? Estar em sala de aula? Qual nosso comportamento habitual nessas ocasiões? Quando nas entressafras de provas e testes, o professor discorria sobre a matéria; o que mais fazíamos (os alunos normais)? – Brincadeiras, gozações, dormíamos além do necessário – E quando chegava a época das provas: choradeira, reclamações, desculpas que a matéria pedida na prova não foi dada em sala de aula – quantas comissões organizadas para mudar a data das provas? - Antes, as provas eram bimestrais ou mensais; hoje em algumas escolas elas são quase que diárias. Faça uma analogia com a escola da vida: até pouco tempo, a mestra Lei de Causa e efeito nos trazia uma lição mal feita por vez para ser refeita – hoje, são duas ou três ao mesmo tempo – o que explica o número crescente de pessoas em depressão, pânico, etc.
Vigilância constante no pensar, sentir e agir é condição fundamental para que ultrapassemos esta fase de seleção planetária. Cuidado com a alegria desmedida, pois ela pode desembocar na euforia que em seguida vai á depressão. Tudo caminha ás mil maravilhas? Suas expectativas estão sendo atendidas? – Fique esperto; nada a ver com pessimismo; tenta prestar atenção ás mínimas dicas das aulas do dia a dia... As provas não tardam! Têm medo de provas? – Melhore a condição de aluno; nada complicado.
Abraço.
sábado, 6 de setembro de 2008
País precisa de heróis
PAÍS PRECISA DE HERÓIS NA POLÍTICA
Confesso que tento ser um otimista inveterado; mas, ás vezes eu tenho minhas recaídas quanto á nossa condição como seres humanos de fato – será que como raça cósmica nós temos jeito?
Lendo o divulgado sobre o pronunciamento do presidente Lula a respeito de preservarmos a imagem e a lembrança de nossos heróis, ao invés de recordarmos os torturadores do passado fiquei cismando sobre uma intrigante questão: O que caracterizaria hoje um herói nacional?
Veja a notícia:
Lula: País deve lembrar de 'heróis', não de torturadores
Ao participar hoje da reunião plenária do Conselho Nacional de Nutrição e Segurança Alimentar, em Recife, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva traçou um paralelo entre o combate à fome e a luta pela democracia e afirmou que o Brasil precisa de novos heróis. O evento marcou o centenário do escritor Josué de Castro, conhecido por sua luta contra a fome a subnutrição. Para Lula, "os brasileiros deveriam falar menos de quem praticou agressões durante o período da ditadura e se preocupar mais em dar visibilidade a quem foi agredido. Assim como no caso de Josué de Castro, que sempre lutou para combater a fome e sofreu com a repressão, teríamos muito mais chances de ter novos heróis brasileiros. Essa é a melhor vingança contra a ditadura: dar novos heróis ao nosso povo."
Este assunto pode receber dezenas e dezenas de focos que o assunto não ficaria esgotado – queremos nos ater a um deles: nosso herói continua a ser Macunaíma. Pena que o herói de Mário de Andrade continue cada vez mais atual. Então: Macunaíma para presidente! – ele já está lá? – Então: Macunaíma para vereador, prefeito, governador, deputado... Vamos lotar o país de Macunaíma.
Continua em aberto a discussão a respeito do que seria um verdadeiro herói nacional para substituir o antigo.
Abraços com gosto de pêsames.
Confesso que tento ser um otimista inveterado; mas, ás vezes eu tenho minhas recaídas quanto á nossa condição como seres humanos de fato – será que como raça cósmica nós temos jeito?
Lendo o divulgado sobre o pronunciamento do presidente Lula a respeito de preservarmos a imagem e a lembrança de nossos heróis, ao invés de recordarmos os torturadores do passado fiquei cismando sobre uma intrigante questão: O que caracterizaria hoje um herói nacional?
Veja a notícia:
Lula: País deve lembrar de 'heróis', não de torturadores
Ao participar hoje da reunião plenária do Conselho Nacional de Nutrição e Segurança Alimentar, em Recife, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva traçou um paralelo entre o combate à fome e a luta pela democracia e afirmou que o Brasil precisa de novos heróis. O evento marcou o centenário do escritor Josué de Castro, conhecido por sua luta contra a fome a subnutrição. Para Lula, "os brasileiros deveriam falar menos de quem praticou agressões durante o período da ditadura e se preocupar mais em dar visibilidade a quem foi agredido. Assim como no caso de Josué de Castro, que sempre lutou para combater a fome e sofreu com a repressão, teríamos muito mais chances de ter novos heróis brasileiros. Essa é a melhor vingança contra a ditadura: dar novos heróis ao nosso povo."
Este assunto pode receber dezenas e dezenas de focos que o assunto não ficaria esgotado – queremos nos ater a um deles: nosso herói continua a ser Macunaíma. Pena que o herói de Mário de Andrade continue cada vez mais atual. Então: Macunaíma para presidente! – ele já está lá? – Então: Macunaíma para vereador, prefeito, governador, deputado... Vamos lotar o país de Macunaíma.
Continua em aberto a discussão a respeito do que seria um verdadeiro herói nacional para substituir o antigo.
Abraços com gosto de pêsames.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
MIDÍA E OBESIDADE
PEQUENOS DESCUIDOS GRANDES PROBLEMAS
Convivemos de forma, a cada dia mais, perigosa com o problema da obesidade, altos níveis de colesterol e diabetes do tipo 2. Pessoas descuidadas, afoitas e crédulas podem causar grandes estragos, desde que possuam poderes e veículos de mídia capazes de induzir de forma intensa a vida das pessoas submetidas á sua influência. No caso que iremos relatar; esperamos seja um descuido realmente; ou uma simples projeção de gosto e necessidade pessoal do responsável pela divulgação da informação; mas, os estragos na vida das pessoas podem ser poderosos.
Usando os serviços do Metrô fomos “obrigados” a assistir a veiculação do informativo TV Minuto; algumas poucas informações das que fomos forçados a ver são úteis e construtivas; mas a repetição é de doer (fica a pergunta: a maioria dos usuários são sempre os mesmos – então não seria aconselhável uma mudança de conteúdos diária?) – A idéia do projeto é louvável: abrandar a via sacra dos trabalhadores; trazer informações úteis – Mas, que tal algo mais dinâmico – e por que não inteligente e útil de verdade - educativo?
Retornando ao assunto: Uma das informações apresentava logo de cara – bem na primeira imagem - um bolo daqueles de “dar água na boca” – Sabe por que a vinheta dar água na boca? – É simples, quando nossos sentidos são estimulados por imagens e sons as glândulas salivares passam a secretar, prontas para receber o alimento e a boca se enche de saliva – o que nos faz engolir em seco (outra vinheta); e todos os outros órgãos responsáveis pela digestão passam a produzir as secreções digestivas – Mas, é mentira: a mente está sendo enganada e enganando o próprio corpo (coisa de louco) – essa doidice gera a compulsão, aquele tipo de impulso incontrolável pela pobre e doentia mente. No caso em destaque, várias imagens de doçuras irresistíveis são mostradas para ilustrar a idéia de que o doce gera a produção de serotonina, um hormônio que tem sido responsabilizado pelos cientistas como gerador de prazer e bem estar. Qual a ressalva aos idealizadores da informação? – o destaque dado á produção de serotonina pelo consumo daqueles doces lindos e maravilhosos deveria ser contrabalançado pela informação: geram obesidade e diabetes – faltou ainda informar as outras fontes de produção de serotonina como exercícios físicos regulares e sono adequado dentre outros.
Confesso que mesmo sendo avesso a doces, saí do Metrô com um desejo incrível de comer um docinho – Se tivesse uma confeitaria na saída do Metrô iria parar lá com quase certeza. Dá para imaginar o estrago que é feito diariamente na vida de milhares de obesos e potenciais diabéticos?
Conforme colocamos em nosso livro “Pequenos descuidos grandes problemas” – pensar de forma crítica não dói e não traz doenças; ao contrário pode curar as de todos os tipos: físicas, mentais, das emoções, sociais, culturais. Etc.
Várias outras formas de abordagem. Com a palavra os que vivem da Mídia.
Convivemos de forma, a cada dia mais, perigosa com o problema da obesidade, altos níveis de colesterol e diabetes do tipo 2. Pessoas descuidadas, afoitas e crédulas podem causar grandes estragos, desde que possuam poderes e veículos de mídia capazes de induzir de forma intensa a vida das pessoas submetidas á sua influência. No caso que iremos relatar; esperamos seja um descuido realmente; ou uma simples projeção de gosto e necessidade pessoal do responsável pela divulgação da informação; mas, os estragos na vida das pessoas podem ser poderosos.
Usando os serviços do Metrô fomos “obrigados” a assistir a veiculação do informativo TV Minuto; algumas poucas informações das que fomos forçados a ver são úteis e construtivas; mas a repetição é de doer (fica a pergunta: a maioria dos usuários são sempre os mesmos – então não seria aconselhável uma mudança de conteúdos diária?) – A idéia do projeto é louvável: abrandar a via sacra dos trabalhadores; trazer informações úteis – Mas, que tal algo mais dinâmico – e por que não inteligente e útil de verdade - educativo?
Retornando ao assunto: Uma das informações apresentava logo de cara – bem na primeira imagem - um bolo daqueles de “dar água na boca” – Sabe por que a vinheta dar água na boca? – É simples, quando nossos sentidos são estimulados por imagens e sons as glândulas salivares passam a secretar, prontas para receber o alimento e a boca se enche de saliva – o que nos faz engolir em seco (outra vinheta); e todos os outros órgãos responsáveis pela digestão passam a produzir as secreções digestivas – Mas, é mentira: a mente está sendo enganada e enganando o próprio corpo (coisa de louco) – essa doidice gera a compulsão, aquele tipo de impulso incontrolável pela pobre e doentia mente. No caso em destaque, várias imagens de doçuras irresistíveis são mostradas para ilustrar a idéia de que o doce gera a produção de serotonina, um hormônio que tem sido responsabilizado pelos cientistas como gerador de prazer e bem estar. Qual a ressalva aos idealizadores da informação? – o destaque dado á produção de serotonina pelo consumo daqueles doces lindos e maravilhosos deveria ser contrabalançado pela informação: geram obesidade e diabetes – faltou ainda informar as outras fontes de produção de serotonina como exercícios físicos regulares e sono adequado dentre outros.
Confesso que mesmo sendo avesso a doces, saí do Metrô com um desejo incrível de comer um docinho – Se tivesse uma confeitaria na saída do Metrô iria parar lá com quase certeza. Dá para imaginar o estrago que é feito diariamente na vida de milhares de obesos e potenciais diabéticos?
Conforme colocamos em nosso livro “Pequenos descuidos grandes problemas” – pensar de forma crítica não dói e não traz doenças; ao contrário pode curar as de todos os tipos: físicas, mentais, das emoções, sociais, culturais. Etc.
Várias outras formas de abordagem. Com a palavra os que vivem da Mídia.
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Não ensine a criança a adoecer
Pequenos descuidos, grandes problemas
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Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo