A ARTE DA BOA MORTE
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A CRISE DA MORTE
Crise é uma mudança brusca ou uma alteração importante no desenvolvimento
de um qualquer evento/acontecimento. Essas alterações podem ser físicas ou
simbólicas. Crise também é uma situação complicada ou de escassez. Ao
longo da existência uma pessoa pode atravessar
diversas crises: Saúde, crise de nervos por descontrole das emoções; crises
sociais, políticas, ambientais... Em resumo, o conceito de crise depende do
contexto.
Resumo da denominada CRISE DA MORTE:
Como
em tudo não há uma forma de morrer igual a outra; parecidas até pode ser.
De
maneira geral pode levar minutos, dias, meses, anos; o desligamento é feito por
especialistas estilo “parteiros do Além”; raras pessoas daqui, já têm
competência para executá-lo em si mesmo.
As
condições em que nós vivemos, desde a condição psicológica no momento e as
causas que levaram à morte, são fatores determinantes na forma como estaremos
durante o processo e logo a seguir a pessoa não sabe que morreu, quem era, seu
nome etc.
Alguns
fatores têm peso importante para boa parte de nós:
O
apego ao mundo físico interfere no momento de despolarização, retarda o
desfecho, dificulta o processo e gera sofrimento tanto para quem fica quanto
para quem vai.
O apego dos familiares ao que
está partindo cria e mantém uma corrente energética de interferência, que pode
ser chamada de obsessão - perturbando o processo; a equipe de técnicos costuma
usar um recurso eficaz: a melhora antes da morte faz com que os apegados
relaxem o vínculo e o defunto se despolariza com mais facilidade. Depois o
problema pode perdurar devido ao desequilíbrio emocional dos que ficaram; vale
a pena lembrar que confundimos desequilíbrio: falta de soberania emocional e de
qualidade humana, com sentimento de amor ao que se foi.
Segue...


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