ALGUNS ENSINAMENTOS QUE OS ADULTOS PODEM TIRAR DO ESTUDO DA EXPERIÊNCIA DA CRIANÇA EM ESTADO FEBRIL
Nesses processos repetitivos do desenvolvimento do sistema imunitário o adulto pode treinar o respeito ao organismo da criança e a entender suas necessidades:
Com febre surge a FALTA DE APETITE, possível aumento da SEDE e a criança se entrega ao repouso; pois ainda não foi “contaminada” pelo sistema de crenças.
Não alimente as doenças disse Hipócrates...
O organismo necessita se desintoxicar e processar a cura.
Mas para o adulto educado neste sistema de crenças do tipo quanto mais se come mais saúde se tem; saco vazio não para em pé:
Respeitar a recusa alimentar é uma coisa dolorosa.
Ao imaginar que a ação de sintomáticos possa refletir a cura definitiva um dano de curto prazo é intoxicar o organismo da criança com fármacos e retardar o processo de cura real.
Outro distúrbio e esse de longo prazo com reflexos até no comportamento íntimo e SOCIAL é o APETITE SELETIVO gerado pela deseducação alimentar.
Se é que já havia educação alimentar:
Nessa fase do processo febril ela foi para o espaço; pois, de forma insistente o adulto oferece à criança substitutos da dieta normal ou guloseimas que funcionam até como prêmio capaz de levar ao aprendizado da doença e a desatinos de conduta pessoal e social como o aprendizado e treinamento do SUBORNO e da CHANTAGEM. Se comer tudo vai ganhar um sorvete ou se não comer tudo não vai ganhar e para a maioria suborno e chantagem parecem gêmeos siameses.
E como isso se repete incontáveis vezes ao longo da infância e até depois de forma subliminar: como efeito colateral desse distúrbio educacional está sendo fixado no apetite seletivo pessoal e no convívio social gerando uma SOCIEDADE CORRUPTA que não respeita deveres e direitos.
Para uso próprio do entendimento das leis naturais:
Sem julgamentos críticos observe os adultos que comem sempre a mesma coisa e não gostam de experimentar nem inovar na dieta; como costuma ser sua vida afetiva, interpessoal e profissional?
O que seus hábitos alimentares impactaram na sua forma de pensar, sentir e agir?


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