Ao que tudo indica; breve nós teremos um novo produto no mercado da sugestão do medo para vender produtos farmacológicos e vacinas com a ajuda da mídia.
A H1N1 rendeu muito dinheiro para alguns tanto na vertical quanto na horizontal da cadeia de comercialização – mas, o produto não rendeu o esperado; pois, ele sofreu a concorrência desleal dos terremotos do Chile e da copa do mundo de futebol como megaeventos midiáticos; claro que em cada comunidade as notícias básicas locais: política, crimes, fofocas...; também atrapalharam; mas, isso já estava computado na projeção da estratégia de divulgação do produto. Ás vezes, eles tentam reacender a procura com a notícia da morte de um gato pingado com suspeita de H1N1 – mas, esse produto não vende mais nem em liquidação.
Tal e qual na anterior; pequenas notícias soltas aqui e ali em alguns veículos de comunicação preparam terreno de indução de um futuro, possível, desastre na cabecinha das pessoas para o lançamento dos produtos: remédios, vacinas, kits de diagnóstico, etc.
A estratégia é parecida; veremos se os sócios neste novo mega negócio serão os mesmos – aguardemos de antenas ligadas.
NDM-1; as siglas se assemelham; porém o apelo do novo produto é mais forte; pois, vem acompanhado do superlativo: super – talvez seja mais assustador.
Vejamos a notícia:
“Médicos alertam para disseminação de superbactéria
AE-AP - Agência Estado
Um novo gene bacteriano que permitiria a qualquer bactéria transformar-se em um superorganismo extremamente resistente a antibióticos chegou ao Reino Unido, aparentemente levado por pessoas submetidas a cirurgias plásticas na Índia, e poderia em breve espalhar-se pelo mundo, advertem cientistas britânicos em estudo publicado na revista médica The Lancet. Depois de ter-se espalhado pela Índia, o gene bacteriano capaz de desenvolver superbactérias é cada vez mais encontrado no Reino Unido e em outro países desenvolvidos, constataram os autores da pesquisa.
Os especialistas britânicos acreditam que a explosão da indústria do turismo médico na Índia e no Paquistão pode estimular um surto de resistência aos antibióticos, à medida que os pacientes passam a carregar consigo perigosas bactérias para seus países de origem. O gene da superbactéria, que pode ser compartilhado por diferentes bactérias e as tornar extremamente resistentes à maioria dos antibióticos, foi até agora identificado em 37 pessoas que retornaram ao Reino Unido depois de serem submetidas a cirurgias na Índia e no Paquistão.
O gene resistente também foi detectado na Austrália, no Canadá, nos Estados Unidos, na Holanda e na Suíça. Os pesquisadores acreditam na probabilidade de a superbactéria espalhar-se por todo o mundo, uma vez que muitos norte-americanos e europeus viajam para a Índia e o Paquistão para procedimentos como cirurgia plástica cosmética.
Em artigo publicado na edição online da revista média The Lancet, médicos relataram ter encontrado um novo gene, identificado como NDM-1, que altera a bactéria, tornando-a resistente a quase todos os antibióticos conhecidos. O gene foi detectado primeiro na bactéria E.coli, a causadora mais comum das infecções do trato urinário e cujas estruturas de DNA podem ser facilmente copiadas e passadas para outros tipos de bactéria.
Os pesquisadores disseram que o gene da superbactéria aparentemente tem ampla circulação na Índia, onde o sistema de saúde tem menos possibilidade de identificar sua presença ou de ter antibióticos adequados para tratar os pacientes. "O potencial do NDM-1 se tornar um problema de saúde mundial é grande e é necessária uma vigilância internacional", escreveram os autores do artigo. Ainda assim, o número de pessoas nas quais o gene da superbactéria foi identificado é pequeno.
"Provavelmente estamos no início de outra onda da resistência a antibióticos, embora ainda tenhamos poder para impedi-la", disse Christopher Thomas, professor de genética molecular da Universidade de Birmingham, que não tem ligação com o estudo. Thomas disse que uma vigilância mais estrita e procedimentos de controle de infecções podem barrar a disseminação do gene bacteriano. Ele afirmou que, embora as pessoas que vão a hospitais britânicos tenham pouca possibilidade de entrar em contato com uma bactéria com o gene, elas devem permanecer vigilantes sobre as medidas de higiene, como lavar as mãos adequadamente.
"A disseminação destas bactérias multirresistentes exige monitoração muito apurada", escreveu Johann Pitout, da divisão de microbiologia da Universidade de Calgary, no Canadá, em comentário na Lancet. Pitout pediu a realização de uma vigilância internacional sobre a bactéria, particularmente em países que promovem o turismo médico. "As consequências serão sérias se médicos de família tiverem de tratar infecções causadas por bactérias multirresistentes diariamente", escreveu ele”.)”.
O problema da resistência bacteriana aos antibióticos sempre foi um problema de gravidade crescente; especialmente em países com cultura voltada para a doença – aqui entre nós, as pessoas cultivam o hábito da auto -medicação; os remédios são vendidos a granel; há uma farmácia em cada esquina; antibióticos são receitados em balcão de farmácia; e qualquer um pode ser comprado sem receita – as pessoas não tomam a dosagem correta, nem fazem uso pelo tempo necessário (assim que melhoram os sintomas eles interrompem a medicação); parece piada; mas entre nós o antibiótico é usado como sintomático.
Essa novidade, que esperamos seja apenas mais um golpe de mestre para tirar dinheiro das cobaias, provavelmente ainda vai dar o que falar.
Espero que eu tenha tido um surto psicótico estilo teoria da conspiração; e que não sobrecarreguem o campo magnético das pessoas e do planeta com mais medo – meio estilo super.
Turismo para cirurgias plásticas na Índia e no Paquistão – que é engraçado é. Visite Nova Delhi e saia com um nariz novo.
Imagino a estratégia de marketing para o turismo médico em SJRP considerada uma das meças da cardiologia: Visite RP e leve 3 pontes de safena e só pague 2...
Aguardemos...
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
O PODER DA SUGESTÃO ESTÁ NO MEDO
Começamos nosso bate papo com uma pergunta chata:
Você ainda é uma pessoa sugestionável?
Usar conceitos básicos para pessoas que não dispõem de tempo para refletir sobre o basicão; faz perder muitos amigos leitores – mas, antes de começar nossa reflexão vamos usar o basicão da informação via Net e que Deus nos ajude:
Sugestionabilidade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto.
Sugestionabilidade é uma qualidade psicológica que define a disposição de alguém para receber uma idéia e ser por ela influenciado, de forma a agir e/ou pensar conforme a idéia recebida. [1]
Uma pessoa é considerada sugestionável se aceitar agir conforme sugestões de outras pessoas.[2]
A pessoa que experimenta emoções intensas tende a ser mais receptiva às idéias e conseqüentemente mais sugestionável. [2] As crianças mais novas são geralmente mais sugestionáveis que crianças mais velhas, e estas, por sua vez, geralmente são mais sugestionáveis que os adultos. [2] Entretanto, os psicólogos descobriram que os níveis individuais de auto-estima, de assertividade, e de outras qualidades psicológicas podem tornar algumas pessoas mais sugestionáveis que outras - isto é, algumas pessoas podem agir sugestionadamente por muito mais tempo do que outras. [2] Esta descoberta resultou na idéia preliminar de que existe um espectro de sugestionabilidade onde os indivíduos poderiam ser enquadrados o quanto seu grau de sugestionabilidade. [2]
Índice
[esconder]
• 1 Sugestionabilidade e hipnose
• 2 Teste de Sugestionabilidade
• 3 Ver também
• 4 Ligações externas
• 5 Referências
• 6 Bibliografia
[editar] Sugestionabilidade e hipnose
O quanto um sujeito pode ou não pode ser sugestionável tem significantes ramificações na pesquisa científica da hipnose e seus fenômenos associados, bem como na eficácia da aplicação da hipnoterapia. É também significativo que em muitas aplicações da hipnose, os termos técnicos "sugestionável" e "suscetível à sugestão" podem ser considerados equivalentes, da mesma forma que os eqüivalentes termos em inglês "suggestible" e "susceptible" também o são.
[editar] Teste de Sugestionabilidade
De acordo com Wagstaff (1991), as tentativas de isolar um traço global de "sugestionabilidade" não foram bem sucedidas, devido a uma inabilidade dos procedimentos de testes disponíveis em distinguir diferenças mensuráveis entre os vários tipos distintos de "sugestionabilidades" apresentados abaixo:[3]
• 1. O tipo que afeta um sujeito através de uma comunicação ou por uma expectativa tais que determinadas respostas sejam manifestamente determinadas, ou subjetivamente experimentado como sem vontade própria, como no automatismo.
• 2. O que usa deliberadamente a imaginação do sujeito ou emprega certas estratégias para causar certos efeitos (mesmo que interpretados, eventualmente, como involuntários) em resposta a uma comunicação ou a uma expectativa.
• 3. O tipo de sugestionabilidade que faz um sujeito aceitar conscientemente, mas sem crítica, o que uma pessoa diz, e para fazer acreditar ou aceitar confidencialmente o que é dito.
• 4. O que faz com que o sujeito conforme-se a determinadas expectativas ou pontos de vista de outras pessoas, sem uma apropriada aceitação ou experiência pessoal; isto é, que o sujeito apresente uma conformidade comportamental sem aceitação ou opinião próprias.
A maioria dos pesquisadores concorda com o ponto de vista de Wagstaff quando acreditam que uma verdadeira resposta à sugestão hipnótica não é uma resposta causada em nenhum momento pela vontade do sujeito sugestionado,[4] mas é preferencialmente uma verdadeira resposta involuntária.[5] Assim, somente a categoria (1) de sugestionabilidade encorparia realmente o verdadeiro domínio da sugestionabilidade hipnótica.
Estamos na reta final da grande batalha pela libertação da espécie humana: destronar o medo; que nos foi imposto por seres que se imaginam superiores; e que, mesmo sabendo que vão perder a batalha, não dão o braço a torcer, e continuam se achando; só porque muitos deles se encontram no poder em todos os patamares do controle da vida em 3D (política, justiça, informação, ciência, religião, militarismo, tecnologia e mídia, etc.).
Milênio a milênio eles inseriram em nosso DNA o gene da dúvida, e da insegurança a respeito de quem somos nós e o que fazemos aqui, com o intuito de nos dominar através da sugestão - na maior parte das vezes; noutras inúmeras vezes, partem para a ignorância, e nos matam de medo, nos aterrorizam com ameaças de epidemias, guerras nucleares, morte em massa – inteligentes que são; usam e abusam no poder da sugestão e do terrorismo bélico, na política, na saúde. Pela sua eficiência em seres que pensam pouco, o método mais usado por eles, é o da indução, da sugestão que se infiltra em nossas idéias – traduzidas e fixadas em sistema de crenças.
O que nos torna sugestionáveis?
Além da preguiça de pensar; na atualidade a ansiedade e o medo são os maiores inimigos da nossa paz – ás vezes, eles se juntam ao egoísmo, á vaidade e á ganância para fixar mais ainda o mortal processo do estresse crônico; que no pensamento deles será o gran finale para nos dominar.
Para levantar apenas um tiquinho do véu em sua área de atuação; basta ver como na atualidade, os magos negros do marketing usam e abusam do poder da sugestão para plantar idéias em nossas cabecinhas – para atiçar nossos mais escondidos desejos – e criar as necessidades mais desnecessárias, pagas em carnês em prestações a perder de vista; tudo para potencializar sua última cartada: o estresse crônico; no qual eles ganham de todos os lados; tanto na construção da armadilha quanto na mentira da cura para desmanchá-la – mesmo que essas criaturas bem sucedidas na vida sejam seus filhos, pais, amores – eles, e seus interesses nem sempre confessáveis, representam perigo á comunidade terráquea.
Nem tanto lá nem tanto cá:
Na verdade, o problema real somos nós; pois, eles apenas usam nossas fraquezas e desejos – a decisão de por um fim nisso, depende de nós; apenas de cada um de nós e de uma pequena parcela de nós todos – pois, incontáveis seres cósmicos estão á espera de sinal verde para nos ajudar a nos libertarmos; mas, o primeiro passo, tem que ser nosso – mera questão de livre arbítrio; disso, a Fonte Criadora não abre mão; nem para seus franqueados criadores de universos nem tão perfeitos assim (caso contrário que graça teria; se o imponderável não andasse lado a lado com o ponderável?).
Por que somos indecisos?
Herdamos a preguiça de pensar através da mentira que teimamos em chamar de educação (principal armadilha das mentes de desejos sombrios); que criou uma doença que nos coloca em quarentena cósmica: a alergia á responsabilidade.
Essa antiga doença recebeu o nome de kharma.
Desde imemoriáveis tempos estamos nos submetendo ao medo usado com o artefato para nos sugestionar.
Para atingir seus objetivos de deturpar a lei de causa e efeito; eles usam muitas ferramentas entre elas o uso de magnetizadores, que são especialistas em indução no terreno da formação das idéias que vão construir nossa realidade. Esses profissionais estão posicionados em várias dimensões. Cá entre nós na mídia, na ciência, na política e, em todas as outras atividades chamadas de profissões; do lado de lá são mentores; obsessores; chefes de falanges; magos negros, etc.
Eles são pesquisadores cósmicos pós-graduados em gerar energias de medo e assombração nos candidatos a humanos. Conhecedores de nossas deficiências de caráter; eles usam muito a técnica dos resultados de pesquisas e tabulações para completar nosso desejo cultural de levar vantagem em tudo; isso fica patente nas pesquisas eleitorais, que usam o desejo cultural do povão de levar vantagem em tudo e votar nos vencedores antecipados; os elege para representar nossas mediocridades – e para isso, vale usar todos os recursos técnicos: jingles e lavagem cerebral; cores...
Mas, falta pouco para a grande batalha:
Sinais de que vão perder a luta para nossa vontade de nos tornarmos cidadãos cósmicos (nem todos claro):
As crianças de hoje são menos sugestionáveis – Enfrentam os pais, quando eles são pouco competentes.
Pacientes mais conscientes se recusam a internações desnecessárias e a tomar medicamentos que o bom senso contra-indica.
Consumidores mais conscientes cobram das empresas mais idoneidade e transparência.
Eleitores recusam-se a votar por obrigação.
Fiéis deixam de pagar dízimos.
Mulheres espancadas denunciam os maridos ou companheiros.
Funcionários públicos não aceitam propinas.
Devedores enfrentam cobradores agiotas.
Funcionários da justiça a aplicam sem medo de serem perseguidos por seus pares.
O momento é de transformação:
Em todas as áreas de atuação humana as pessoas, lentamente; mas, cada vez mais rapidamente, com a ajuda da abertura de portais de energia que amplificam o quantum energético para despertar cada vez mais consciências; elas passam a enfrentar o medo gerado pelo lado negro da força; e começam a descobrir que somos imortais; que nossa mente, desejos e integridade não podem ser aprisionados.
A palavra de ordem para cada um de nós: LIBERDADE.
Vamos nos libertar passo a passo de nossos medos, inseguranças, temores, sentimentos de menos valia.
Basta que dez por cento de nós atinjam o mínimo de destemor contra o jugo do medo provocado pelas mentes sombrias para que as forças celestiais intervenham a favor de Gaia.
Faça sua parte.
Enfrente-se; liberte-se de suas mediocridades.
Enfrente os que te amedrontam.
Temos medo do que? – De quem?
Temos medo de não ser amados? – Aceitos?
Temos medo de sermos aprisionados? Espancados? Mortos? Executados? – Ser executado hoje é entrar para a lista negra do consumo?
A palavra de ordem para que façamos parte dos dez por cento que vão inserir na humanidade na comunidade estelar, é:
CENSURA NUNCA MAIS!
Mas:
DIGO
E
FAÇO!
Engaje-se em nosso projeto: MEDO NUNCA MAIS – participe com suas idéias; divulgue, atue.
Estou feliz, assombrado, triste, espantado, maravilhado; sei lá – vendo tanta gente á minha volta: CHUTANDO O PAU DA BARRACA – vamos ver o depois de amanhã...
EU BOTO FÉ NI NÓIS DI NOVO....
Você ainda é uma pessoa sugestionável?
Usar conceitos básicos para pessoas que não dispõem de tempo para refletir sobre o basicão; faz perder muitos amigos leitores – mas, antes de começar nossa reflexão vamos usar o basicão da informação via Net e que Deus nos ajude:
Sugestionabilidade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto.
Sugestionabilidade é uma qualidade psicológica que define a disposição de alguém para receber uma idéia e ser por ela influenciado, de forma a agir e/ou pensar conforme a idéia recebida. [1]
Uma pessoa é considerada sugestionável se aceitar agir conforme sugestões de outras pessoas.[2]
A pessoa que experimenta emoções intensas tende a ser mais receptiva às idéias e conseqüentemente mais sugestionável. [2] As crianças mais novas são geralmente mais sugestionáveis que crianças mais velhas, e estas, por sua vez, geralmente são mais sugestionáveis que os adultos. [2] Entretanto, os psicólogos descobriram que os níveis individuais de auto-estima, de assertividade, e de outras qualidades psicológicas podem tornar algumas pessoas mais sugestionáveis que outras - isto é, algumas pessoas podem agir sugestionadamente por muito mais tempo do que outras. [2] Esta descoberta resultou na idéia preliminar de que existe um espectro de sugestionabilidade onde os indivíduos poderiam ser enquadrados o quanto seu grau de sugestionabilidade. [2]
Índice
[esconder]
• 1 Sugestionabilidade e hipnose
• 2 Teste de Sugestionabilidade
• 3 Ver também
• 4 Ligações externas
• 5 Referências
• 6 Bibliografia
[editar] Sugestionabilidade e hipnose
O quanto um sujeito pode ou não pode ser sugestionável tem significantes ramificações na pesquisa científica da hipnose e seus fenômenos associados, bem como na eficácia da aplicação da hipnoterapia. É também significativo que em muitas aplicações da hipnose, os termos técnicos "sugestionável" e "suscetível à sugestão" podem ser considerados equivalentes, da mesma forma que os eqüivalentes termos em inglês "suggestible" e "susceptible" também o são.
[editar] Teste de Sugestionabilidade
De acordo com Wagstaff (1991), as tentativas de isolar um traço global de "sugestionabilidade" não foram bem sucedidas, devido a uma inabilidade dos procedimentos de testes disponíveis em distinguir diferenças mensuráveis entre os vários tipos distintos de "sugestionabilidades" apresentados abaixo:[3]
• 1. O tipo que afeta um sujeito através de uma comunicação ou por uma expectativa tais que determinadas respostas sejam manifestamente determinadas, ou subjetivamente experimentado como sem vontade própria, como no automatismo.
• 2. O que usa deliberadamente a imaginação do sujeito ou emprega certas estratégias para causar certos efeitos (mesmo que interpretados, eventualmente, como involuntários) em resposta a uma comunicação ou a uma expectativa.
• 3. O tipo de sugestionabilidade que faz um sujeito aceitar conscientemente, mas sem crítica, o que uma pessoa diz, e para fazer acreditar ou aceitar confidencialmente o que é dito.
• 4. O que faz com que o sujeito conforme-se a determinadas expectativas ou pontos de vista de outras pessoas, sem uma apropriada aceitação ou experiência pessoal; isto é, que o sujeito apresente uma conformidade comportamental sem aceitação ou opinião próprias.
A maioria dos pesquisadores concorda com o ponto de vista de Wagstaff quando acreditam que uma verdadeira resposta à sugestão hipnótica não é uma resposta causada em nenhum momento pela vontade do sujeito sugestionado,[4] mas é preferencialmente uma verdadeira resposta involuntária.[5] Assim, somente a categoria (1) de sugestionabilidade encorparia realmente o verdadeiro domínio da sugestionabilidade hipnótica.
Estamos na reta final da grande batalha pela libertação da espécie humana: destronar o medo; que nos foi imposto por seres que se imaginam superiores; e que, mesmo sabendo que vão perder a batalha, não dão o braço a torcer, e continuam se achando; só porque muitos deles se encontram no poder em todos os patamares do controle da vida em 3D (política, justiça, informação, ciência, religião, militarismo, tecnologia e mídia, etc.).
Milênio a milênio eles inseriram em nosso DNA o gene da dúvida, e da insegurança a respeito de quem somos nós e o que fazemos aqui, com o intuito de nos dominar através da sugestão - na maior parte das vezes; noutras inúmeras vezes, partem para a ignorância, e nos matam de medo, nos aterrorizam com ameaças de epidemias, guerras nucleares, morte em massa – inteligentes que são; usam e abusam no poder da sugestão e do terrorismo bélico, na política, na saúde. Pela sua eficiência em seres que pensam pouco, o método mais usado por eles, é o da indução, da sugestão que se infiltra em nossas idéias – traduzidas e fixadas em sistema de crenças.
O que nos torna sugestionáveis?
Além da preguiça de pensar; na atualidade a ansiedade e o medo são os maiores inimigos da nossa paz – ás vezes, eles se juntam ao egoísmo, á vaidade e á ganância para fixar mais ainda o mortal processo do estresse crônico; que no pensamento deles será o gran finale para nos dominar.
Para levantar apenas um tiquinho do véu em sua área de atuação; basta ver como na atualidade, os magos negros do marketing usam e abusam do poder da sugestão para plantar idéias em nossas cabecinhas – para atiçar nossos mais escondidos desejos – e criar as necessidades mais desnecessárias, pagas em carnês em prestações a perder de vista; tudo para potencializar sua última cartada: o estresse crônico; no qual eles ganham de todos os lados; tanto na construção da armadilha quanto na mentira da cura para desmanchá-la – mesmo que essas criaturas bem sucedidas na vida sejam seus filhos, pais, amores – eles, e seus interesses nem sempre confessáveis, representam perigo á comunidade terráquea.
Nem tanto lá nem tanto cá:
Na verdade, o problema real somos nós; pois, eles apenas usam nossas fraquezas e desejos – a decisão de por um fim nisso, depende de nós; apenas de cada um de nós e de uma pequena parcela de nós todos – pois, incontáveis seres cósmicos estão á espera de sinal verde para nos ajudar a nos libertarmos; mas, o primeiro passo, tem que ser nosso – mera questão de livre arbítrio; disso, a Fonte Criadora não abre mão; nem para seus franqueados criadores de universos nem tão perfeitos assim (caso contrário que graça teria; se o imponderável não andasse lado a lado com o ponderável?).
Por que somos indecisos?
Herdamos a preguiça de pensar através da mentira que teimamos em chamar de educação (principal armadilha das mentes de desejos sombrios); que criou uma doença que nos coloca em quarentena cósmica: a alergia á responsabilidade.
Essa antiga doença recebeu o nome de kharma.
Desde imemoriáveis tempos estamos nos submetendo ao medo usado com o artefato para nos sugestionar.
Para atingir seus objetivos de deturpar a lei de causa e efeito; eles usam muitas ferramentas entre elas o uso de magnetizadores, que são especialistas em indução no terreno da formação das idéias que vão construir nossa realidade. Esses profissionais estão posicionados em várias dimensões. Cá entre nós na mídia, na ciência, na política e, em todas as outras atividades chamadas de profissões; do lado de lá são mentores; obsessores; chefes de falanges; magos negros, etc.
Eles são pesquisadores cósmicos pós-graduados em gerar energias de medo e assombração nos candidatos a humanos. Conhecedores de nossas deficiências de caráter; eles usam muito a técnica dos resultados de pesquisas e tabulações para completar nosso desejo cultural de levar vantagem em tudo; isso fica patente nas pesquisas eleitorais, que usam o desejo cultural do povão de levar vantagem em tudo e votar nos vencedores antecipados; os elege para representar nossas mediocridades – e para isso, vale usar todos os recursos técnicos: jingles e lavagem cerebral; cores...
Mas, falta pouco para a grande batalha:
Sinais de que vão perder a luta para nossa vontade de nos tornarmos cidadãos cósmicos (nem todos claro):
As crianças de hoje são menos sugestionáveis – Enfrentam os pais, quando eles são pouco competentes.
Pacientes mais conscientes se recusam a internações desnecessárias e a tomar medicamentos que o bom senso contra-indica.
Consumidores mais conscientes cobram das empresas mais idoneidade e transparência.
Eleitores recusam-se a votar por obrigação.
Fiéis deixam de pagar dízimos.
Mulheres espancadas denunciam os maridos ou companheiros.
Funcionários públicos não aceitam propinas.
Devedores enfrentam cobradores agiotas.
Funcionários da justiça a aplicam sem medo de serem perseguidos por seus pares.
O momento é de transformação:
Em todas as áreas de atuação humana as pessoas, lentamente; mas, cada vez mais rapidamente, com a ajuda da abertura de portais de energia que amplificam o quantum energético para despertar cada vez mais consciências; elas passam a enfrentar o medo gerado pelo lado negro da força; e começam a descobrir que somos imortais; que nossa mente, desejos e integridade não podem ser aprisionados.
A palavra de ordem para cada um de nós: LIBERDADE.
Vamos nos libertar passo a passo de nossos medos, inseguranças, temores, sentimentos de menos valia.
Basta que dez por cento de nós atinjam o mínimo de destemor contra o jugo do medo provocado pelas mentes sombrias para que as forças celestiais intervenham a favor de Gaia.
Faça sua parte.
Enfrente-se; liberte-se de suas mediocridades.
Enfrente os que te amedrontam.
Temos medo do que? – De quem?
Temos medo de não ser amados? – Aceitos?
Temos medo de sermos aprisionados? Espancados? Mortos? Executados? – Ser executado hoje é entrar para a lista negra do consumo?
A palavra de ordem para que façamos parte dos dez por cento que vão inserir na humanidade na comunidade estelar, é:
CENSURA NUNCA MAIS!
Mas:
DIGO
E
FAÇO!
Engaje-se em nosso projeto: MEDO NUNCA MAIS – participe com suas idéias; divulgue, atue.
Estou feliz, assombrado, triste, espantado, maravilhado; sei lá – vendo tanta gente á minha volta: CHUTANDO O PAU DA BARRACA – vamos ver o depois de amanhã...
EU BOTO FÉ NI NÓIS DI NOVO....
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
O TREM DA NOVA ERA JÁ ESTÁ NA ESTAÇÃO
Piuí – Piuí – Última chamada - Chegou a hora - O trem vai partir...
Cansados da mesmice planetária; fomos alentados com a notícia da chegada do trem da Nova Era que nos levará para um novo mundo; que se assemelha ao tão sonhado céu ou o nirvana das religiões.
Muitos passaram a sonhar e a viver, dia após dia, exclusivamente para esse motivo – e puseram o pé na estreita e íngreme estrada da evolução; caminhando firme a passos largos sem se deixar deter pelos obstáculos do caminho; nem ficar em devaneios admirando paisagens ou tirando cochilo á sombra das árvores da fortuna e do poder. Ajustaram a bússola da vontade e seguem feito praticantes de rally e não como estressados corredores de fórmula 1.
Outros, descrentes, escolheram as largas estradas opostas e se embrenharam mais e mais terra dos interesses adentro; alguns conseguiram sair desse labirinto e juntaram-se aos que anseiam a vida num mundo melhor; grande parte terá de esperar alguns milênios até a chegada de novo trem; caso já estejam cansados desta forma de viver; e desejosos de novos prazeres e novidades estelares.
Alguns dos primeiros andarilhos dessa estrada; intuindo o tempo da chegada do comboio; para passar o tempo, e eles próprios se fortalecerem, criaram abrigos, casas de amparo, postos de auxílio, para ajudar no refazimento dos mais afoitos que se estropiam pelo caminho.
Muitos desses para seu próprio desprazer, e dos que foram por eles ajudados, vão perder o trem; pois, se acostumaram tanto ao poder de ajudar os outros e, se apegaram tanto á sua própria obra assistencial; que esqueceram de por o pé na trilha da reciclagem interior.
Avisos de alerta que o trem já está há algum tempo na estação e vai partir não faltam.
O momento é solene; quem se atrasar pode perder a condução estelar por pequenos detalhes; até mesmo ao apego do “orgulho” de ser útil – não há assentos marcados nem reservas antecipadas – quem chegar primeiro pega os melhores lugares; os mais descansados vão poder apreciar a linda paisagem da viagem; outros vão dormir até o destino.
Um grande Mestre nos alertou:
Quando o momento da partida estiver próximo; larga tudo que estiveres fazendo; desapega-te; segue firme; apressa-te; não olhes para trás; não te detenhas por nada; ombreia e dá a mão apenas aos que estiverem ao teu lado – e, apenas se eles pedirem; e se precisarem de auxílio - pois, de nada serve perderes o trem para permaneceres junto aos retardatários; serás apenas mais um entre eles; ninguém ganha; e com teu descuido a raça humana perde muito.
Liberta-te dos pesos mortos; livra-te das inutilidades.
Despoja-te de tudo que for inútil para seguir adiante; não carregues bagagem; pois a única permitida na viagem é a que levas na mente e no coração.
Durante a reta final até á estação, continua fazendo o bem, semeia o melhor de ti pelo caminho; deixa tua boa marca; para os que vierem depois; mesmo sabendo que não haverá tempo para a colheita; apenas semeia que a vida contabiliza.
Não te entristeças por antigos companheiros que ficaram á espera do próximo trem; foi livre escolha deles – aprende a alegrar-te com tuas conquistas. Terás oportunidades de visitá-los, um dia...
Piuí; Piuí – O trem vai partir – os últimos a subir, serão os mais festejados.
Artigo de ontem:
NÃO POSSO? – NÃO DEVO?
No http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com
DIVÓRCIO- MOTIVOS PARA NÃO SEPARAR
Cansados da mesmice planetária; fomos alentados com a notícia da chegada do trem da Nova Era que nos levará para um novo mundo; que se assemelha ao tão sonhado céu ou o nirvana das religiões.
Muitos passaram a sonhar e a viver, dia após dia, exclusivamente para esse motivo – e puseram o pé na estreita e íngreme estrada da evolução; caminhando firme a passos largos sem se deixar deter pelos obstáculos do caminho; nem ficar em devaneios admirando paisagens ou tirando cochilo á sombra das árvores da fortuna e do poder. Ajustaram a bússola da vontade e seguem feito praticantes de rally e não como estressados corredores de fórmula 1.
Outros, descrentes, escolheram as largas estradas opostas e se embrenharam mais e mais terra dos interesses adentro; alguns conseguiram sair desse labirinto e juntaram-se aos que anseiam a vida num mundo melhor; grande parte terá de esperar alguns milênios até a chegada de novo trem; caso já estejam cansados desta forma de viver; e desejosos de novos prazeres e novidades estelares.
Alguns dos primeiros andarilhos dessa estrada; intuindo o tempo da chegada do comboio; para passar o tempo, e eles próprios se fortalecerem, criaram abrigos, casas de amparo, postos de auxílio, para ajudar no refazimento dos mais afoitos que se estropiam pelo caminho.
Muitos desses para seu próprio desprazer, e dos que foram por eles ajudados, vão perder o trem; pois, se acostumaram tanto ao poder de ajudar os outros e, se apegaram tanto á sua própria obra assistencial; que esqueceram de por o pé na trilha da reciclagem interior.
Avisos de alerta que o trem já está há algum tempo na estação e vai partir não faltam.
O momento é solene; quem se atrasar pode perder a condução estelar por pequenos detalhes; até mesmo ao apego do “orgulho” de ser útil – não há assentos marcados nem reservas antecipadas – quem chegar primeiro pega os melhores lugares; os mais descansados vão poder apreciar a linda paisagem da viagem; outros vão dormir até o destino.
Um grande Mestre nos alertou:
Quando o momento da partida estiver próximo; larga tudo que estiveres fazendo; desapega-te; segue firme; apressa-te; não olhes para trás; não te detenhas por nada; ombreia e dá a mão apenas aos que estiverem ao teu lado – e, apenas se eles pedirem; e se precisarem de auxílio - pois, de nada serve perderes o trem para permaneceres junto aos retardatários; serás apenas mais um entre eles; ninguém ganha; e com teu descuido a raça humana perde muito.
Liberta-te dos pesos mortos; livra-te das inutilidades.
Despoja-te de tudo que for inútil para seguir adiante; não carregues bagagem; pois a única permitida na viagem é a que levas na mente e no coração.
Durante a reta final até á estação, continua fazendo o bem, semeia o melhor de ti pelo caminho; deixa tua boa marca; para os que vierem depois; mesmo sabendo que não haverá tempo para a colheita; apenas semeia que a vida contabiliza.
Não te entristeças por antigos companheiros que ficaram á espera do próximo trem; foi livre escolha deles – aprende a alegrar-te com tuas conquistas. Terás oportunidades de visitá-los, um dia...
Piuí; Piuí – O trem vai partir – os últimos a subir, serão os mais festejados.
Artigo de ontem:
NÃO POSSO? – NÃO DEVO?
No http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com
DIVÓRCIO- MOTIVOS PARA NÃO SEPARAR
terça-feira, 17 de agosto de 2010
NÃO POSSO? – NÃO DEVO?
Desde tempos a perder de vista, nós costumamos pinçar o entendimento de frases e conceitos, segundo nossa visão de mundo já instituída; e de acordo com os interesses do momento.
Ás vezes, após uma conversa ou palestra é comum ouvirmos alguém dizer a outro: Fulano disse que tal coisa não pode. Nessa interpretação há um equívoco: provavelmente a pessoa disse: não deve; ou, não é conveniente; ao invés de não pode.
O equívoco nesse tipo de interpretação decorre, em parte, do sistema de educação. Na infância ouvimos incontáveis vezes: Não! Não pode! e raras vezes: Não; não deve! – Claro que isso faz diferença no comportamento futuro; Não pode; sugere proibição (e pela falta de maturidade psicológica temos impulsos de afrontá-la); Não deve; eqüivale a uma sugestão (acatamos mais facilmente sugestões do que ordens) - a um pedido de parar para pensar e avaliar as conseqüências da escolha.
Paulo de Tarso, na primeira epístola aos Coríntios (Cap. 10 – 23 a 25) deixou um convite á reflexão a respeito do uso do livre arbítrio: “Tudo te é permitido (lícito); nem tudo te convém”.
Ao refletirmos a respeito das diferenças entre não pode e não deve, é preciso levar em conta; que nosso livre arbítrio é limitado no tempo espaço; a liberdade de hoje está sujeita á qualidade das escolhas de ontem; pois, algumas restringem e outras ampliam. Além disso; a liberdade é relativa à capacidade já desenvolvida de pensar e de escolher. E, sendo nossa vida interativa e comunitária, ninguém vive só; nossas relações são de interdependência, e até em certas fases, dependemos uns dos outros. Então: Se, decidir o quê, e, em que momento, me é possível fazer uma escolha, sem o hábito de antever-lhe os efeitos, já é complicado; pior ainda, é ter que fazer isso para outra pessoa como ocorre na nossa infância. Como pais temos que decidir, o que, e, em que momentos as crianças podem fazer suas escolhas – e isso, pode ser determinante para a qualidade do futuro delas.
Pode parecer estranho que no sistema de educação atual o adulto permita cada vez menos á criança aprender a manejar a lei de causa e efeito; até mesmo nas ocorrências mais simples do dia a dia.
Essa postura nos impede de aprendemos a pensar, analisar antes de escolher; daí, nós vivemos em permanente reforma; o pior é que, sem clareza e sem motivos adequados; o que faz com que nos atrapalhemos com coisas simples como não pode e não deve.
Na brincadeira de diferenciar o não pode do não deve - Uma analogia fácil de se interpretar é o ato de comer.
Imaginemos uma situação cada vez mais comum: o diabetes.
Será que o diabético não pode ou não deve comer doces, por exemplo. Poder é claro que pode; pois, o que lhe resta de livre arbítrio permite que se suicide através da doença (sim, na sua maior parte, a doença não deixa de sê-lo – recomendamos o filme Nosso Lar produção Fox que será lançado na primeira semana de setembro); se deve ou não; isso, já envolve outros efeitos tanto no seu futuro quanto no das pessoas que, de alguma forma, dependem dele e o amam.
É preciso e possível mudar as escolhas?
Se o conjunto de motivos capaz de levar o diabético á mudança na dieta, não está bem definido; cria-se um conflito difícil de administrar. Pior, quando torna-se uma obrigação no estilo: ou muda ou morre. Reciclar sob pressão torna-se algo penoso e desagradável. A mudança ideal é aquela que é feita segundo uma opção clara e lógica. Executada segundo a vontade do interessado. Faço porque quero. E sei porque o desejo.
Algumas pessoas nessa circunstância chegam a comer escondido; até porque seu subconsciente entende como proibição e não como sugestão a restrição ao carboidrato doce ou salgado.
Continuando com o exemplo do hábito alimentar:
Quando alguém pergunta: - O que posso comer?
É possível responder: Tudo o que consiga mastigar; com uma ressalva: é preciso analisar se é bom ou não para o seu corpo, para sua mente e até para sua alma; pois o alimento ótimo para uma pessoa pode ser um desastre para outra, sem que ela esteja doente.
Esperamos que com a ajuda dessa colocação de Paulo fique mais fácil interpretar a diferença entre proibição e sugestão.
Ás vezes, após uma conversa ou palestra é comum ouvirmos alguém dizer a outro: Fulano disse que tal coisa não pode. Nessa interpretação há um equívoco: provavelmente a pessoa disse: não deve; ou, não é conveniente; ao invés de não pode.
O equívoco nesse tipo de interpretação decorre, em parte, do sistema de educação. Na infância ouvimos incontáveis vezes: Não! Não pode! e raras vezes: Não; não deve! – Claro que isso faz diferença no comportamento futuro; Não pode; sugere proibição (e pela falta de maturidade psicológica temos impulsos de afrontá-la); Não deve; eqüivale a uma sugestão (acatamos mais facilmente sugestões do que ordens) - a um pedido de parar para pensar e avaliar as conseqüências da escolha.
Paulo de Tarso, na primeira epístola aos Coríntios (Cap. 10 – 23 a 25) deixou um convite á reflexão a respeito do uso do livre arbítrio: “Tudo te é permitido (lícito); nem tudo te convém”.
Ao refletirmos a respeito das diferenças entre não pode e não deve, é preciso levar em conta; que nosso livre arbítrio é limitado no tempo espaço; a liberdade de hoje está sujeita á qualidade das escolhas de ontem; pois, algumas restringem e outras ampliam. Além disso; a liberdade é relativa à capacidade já desenvolvida de pensar e de escolher. E, sendo nossa vida interativa e comunitária, ninguém vive só; nossas relações são de interdependência, e até em certas fases, dependemos uns dos outros. Então: Se, decidir o quê, e, em que momento, me é possível fazer uma escolha, sem o hábito de antever-lhe os efeitos, já é complicado; pior ainda, é ter que fazer isso para outra pessoa como ocorre na nossa infância. Como pais temos que decidir, o que, e, em que momentos as crianças podem fazer suas escolhas – e isso, pode ser determinante para a qualidade do futuro delas.
Pode parecer estranho que no sistema de educação atual o adulto permita cada vez menos á criança aprender a manejar a lei de causa e efeito; até mesmo nas ocorrências mais simples do dia a dia.
Essa postura nos impede de aprendemos a pensar, analisar antes de escolher; daí, nós vivemos em permanente reforma; o pior é que, sem clareza e sem motivos adequados; o que faz com que nos atrapalhemos com coisas simples como não pode e não deve.
Na brincadeira de diferenciar o não pode do não deve - Uma analogia fácil de se interpretar é o ato de comer.
Imaginemos uma situação cada vez mais comum: o diabetes.
Será que o diabético não pode ou não deve comer doces, por exemplo. Poder é claro que pode; pois, o que lhe resta de livre arbítrio permite que se suicide através da doença (sim, na sua maior parte, a doença não deixa de sê-lo – recomendamos o filme Nosso Lar produção Fox que será lançado na primeira semana de setembro); se deve ou não; isso, já envolve outros efeitos tanto no seu futuro quanto no das pessoas que, de alguma forma, dependem dele e o amam.
É preciso e possível mudar as escolhas?
Se o conjunto de motivos capaz de levar o diabético á mudança na dieta, não está bem definido; cria-se um conflito difícil de administrar. Pior, quando torna-se uma obrigação no estilo: ou muda ou morre. Reciclar sob pressão torna-se algo penoso e desagradável. A mudança ideal é aquela que é feita segundo uma opção clara e lógica. Executada segundo a vontade do interessado. Faço porque quero. E sei porque o desejo.
Algumas pessoas nessa circunstância chegam a comer escondido; até porque seu subconsciente entende como proibição e não como sugestão a restrição ao carboidrato doce ou salgado.
Continuando com o exemplo do hábito alimentar:
Quando alguém pergunta: - O que posso comer?
É possível responder: Tudo o que consiga mastigar; com uma ressalva: é preciso analisar se é bom ou não para o seu corpo, para sua mente e até para sua alma; pois o alimento ótimo para uma pessoa pode ser um desastre para outra, sem que ela esteja doente.
Esperamos que com a ajuda dessa colocação de Paulo fique mais fácil interpretar a diferença entre proibição e sugestão.
sábado, 14 de agosto de 2010
DOENÇAS: POR QUE AS RECAÍDAS ESTÃO MAIS PRÓXIMAS?
Vivo no médico!
Ninguém descobre meu problema!
Essa criança parece que não sara nunca!
A cada dia, mais e mais pessoas se queixam que elas mesmas e as crianças adoecem mais que antes.
Até certo ponto, sim – Mas, será mesmo?
Não é difícil comprovar no dia a dia que sempre há uma sutil ou grosseira diferença entre o que se espera e a realidade. Muitos são os motivos que levam a isso; dentre eles, as expectativas indevidas.
Vamos analisar uma delas, e as razões que a transformaram em frustração.
A expectativa:
Culturalmente, as pessoas deram permissão à mídia científica para induzi-las a acreditar que as doenças possam ser curadas num passe de mágica, pela tecnologia de diagnósticos e remédios; e que, basta o avanço dessa parafernália para criar mais saúde e melhor qualidade de vida.
Seguindo essa linha de raciocínio: os cuidados com a saúde infantil aumentaram muito com o pré-natal, a puericultura, a vacinação em massa; além disso, o acesso ao médico pediatra ficou muito mais fácil. Então, seria lógico esperar crianças, cada dia mais saudável; e que não dessem tanto “trabalho” aos pais, em se tratando de doenças.
A frustração:
De forma genérica, as crianças de hoje adoecem mais e mais seguidamente do que seus pais adoeciam com muito menos recursos disponíveis naquela época.
Onde está o erro?
O que não deu certo?
Essas e outras questões; devem analisadas por todos os interessados na saúde das crianças e na própria. Pois, em se tratando de saúde/doença/cura todos temos um tremendo desgaste durante a doença, principalmente na doença infantil. O médico fica com a preocupação e a responsabilidade de acertar sempre, a família com o estresse do medo de ocorrências mais graves e a criança fica com as dores, o mal estar e todos os outros inconvenientes sintomas da doença.
Feito o diagnóstico, receita-se o remédio e prescreve-se uma série de cuidados, e, se a doença ou os sintomas desaparecem rápido todo mundo fica feliz e aliviado; o problema é que, daí a algum tempo, repete-se tudo de novo. Parece uma coisa que não acaba nunca, e o pior é que não se trata de competência profissional ou de falta dela; remédio forte ou fraco; bons ou maus recursos de diagnóstico; senão seria muito fácil e simples resolver o problema.
Um dia; quando o trabalho de educação em saúde começar a dar frutos; nós esperamos que as pessoas; sejam capazes de diferenciar uma doença crônica de outra aguda. E diferenciar uma doença aguda das crises de uma doença crônica; e mais importante, deixem de acreditar em curas mágicas.
Esperamos que uma das clássicas frases:
“Eu e meu filho; nós sofremos de resfriados que não saram”; seja substituída por outra: “eu e meu filho; nós temos freqüentes crises de rinite ou sinusite; que é uma doença respiratória crônica de fundo alérgico que exige esforço e cuidados para ser curada de forma definitiva”.
Para que as recaídas sejam mais espaçadas ou deixem de ocorrer é preciso que algumas causas de formação das doenças crônicas sejam analisadas; claro que, pelas pessoas interessadas:
- Como são construídas as doenças.
- De que forma se aprende a adoecer.
- A condição psicológica da família.
- A influência da personalidade na construção da doença.
- Credulidade e pensamento mágico.
- Construção dos hábitos.
- Hábitos alimentares inadequados.
- A química nos alimentos.
- Como se formam as alergias.
- Baixa imunidade.
- Excesso de medicamentos.
- Alterações no meio ambiente.
- Estresse crônico.
- Influências e parasitoses energéticas.
- A cultura da doença.
- Vários outros...
Imprescindível rediscutir saúde, doença, cura de uma forma mais abrangente; segundo novos olhares; para que os cuidados com a vida e a saúde possam estar mais atualizados – e a sobrevivência da maioria afetada pelo estresse crônico seja garantida.
Um tópico interessante: Aceleração real e da percepção da passagem do tempo; a explicar em parte o porquê de tantas recaídas cada vez mais próximas.
Basta focar apenas uma das leis básicas na nossa vida:
Lei de Causa e Efeito.
No antigo ritmo de pouco tempo atrás; causa e efeito estava bem distante; fazíamos uma escolha hoje; e, os efeitos dela iam se manifestar daí a cinco, dez, cem anos – essa lentidão deu margem a conceitos de crenças bem infantis como: sorte, azar, destino, milagres e sobrenatural e cura sem esforço de reciclagem...
Pura ilusão; pois, segundo a lei de evolução através do trabalho no direito cósmico; a ajuda externa ao ser; apenas cabe entre a causa e o efeito (ação da medicina de qualquer tipo) para não causar distúrbios nem protecionismo. Daí que, no velho ritmo da passagem do tempo cura parciais numa relação tempo/espaço pareciam definitivas.
Porém:
Hoje, perigosamente, causa e efeito começa a sair na foto – escolheu mal; permitiu que outras mentes decidam por você; cuidado; pois, pode não haver tempo hábil de corrigir sem sofrer a ação.
Brincando de pensar:
Até pouco tempo era possível cultuar o hábito de fumar e morrer de câncer com oitenta; enfartar com setenta – hoje, basta três ou quatro anos de vício para conquistar esses objetivos.
Até bem pouco levávamos de vinte a trinta anos para sair de uma artrite para uma artrose; hoje, bastam poucos meses...
Claro que isso vale para todos os nossos problemas; e, não apenas para as doenças que cultivamos.
Finalizamos; alertando para o perigo das recaídas...
Cuidado; pois, em breve; pode não haver mais tempo para colocar em prática as intenções de reciclagem.
Ninguém descobre meu problema! Essa é a melhor das nossas piadas íntimas...
Pessoal:
Quem quiser bater um papo - estaremos amanhã na Bienal das 10 ás 12hs no estande da Petit/Butterfly Editora.
Ninguém descobre meu problema!
Essa criança parece que não sara nunca!
A cada dia, mais e mais pessoas se queixam que elas mesmas e as crianças adoecem mais que antes.
Até certo ponto, sim – Mas, será mesmo?
Não é difícil comprovar no dia a dia que sempre há uma sutil ou grosseira diferença entre o que se espera e a realidade. Muitos são os motivos que levam a isso; dentre eles, as expectativas indevidas.
Vamos analisar uma delas, e as razões que a transformaram em frustração.
A expectativa:
Culturalmente, as pessoas deram permissão à mídia científica para induzi-las a acreditar que as doenças possam ser curadas num passe de mágica, pela tecnologia de diagnósticos e remédios; e que, basta o avanço dessa parafernália para criar mais saúde e melhor qualidade de vida.
Seguindo essa linha de raciocínio: os cuidados com a saúde infantil aumentaram muito com o pré-natal, a puericultura, a vacinação em massa; além disso, o acesso ao médico pediatra ficou muito mais fácil. Então, seria lógico esperar crianças, cada dia mais saudável; e que não dessem tanto “trabalho” aos pais, em se tratando de doenças.
A frustração:
De forma genérica, as crianças de hoje adoecem mais e mais seguidamente do que seus pais adoeciam com muito menos recursos disponíveis naquela época.
Onde está o erro?
O que não deu certo?
Essas e outras questões; devem analisadas por todos os interessados na saúde das crianças e na própria. Pois, em se tratando de saúde/doença/cura todos temos um tremendo desgaste durante a doença, principalmente na doença infantil. O médico fica com a preocupação e a responsabilidade de acertar sempre, a família com o estresse do medo de ocorrências mais graves e a criança fica com as dores, o mal estar e todos os outros inconvenientes sintomas da doença.
Feito o diagnóstico, receita-se o remédio e prescreve-se uma série de cuidados, e, se a doença ou os sintomas desaparecem rápido todo mundo fica feliz e aliviado; o problema é que, daí a algum tempo, repete-se tudo de novo. Parece uma coisa que não acaba nunca, e o pior é que não se trata de competência profissional ou de falta dela; remédio forte ou fraco; bons ou maus recursos de diagnóstico; senão seria muito fácil e simples resolver o problema.
Um dia; quando o trabalho de educação em saúde começar a dar frutos; nós esperamos que as pessoas; sejam capazes de diferenciar uma doença crônica de outra aguda. E diferenciar uma doença aguda das crises de uma doença crônica; e mais importante, deixem de acreditar em curas mágicas.
Esperamos que uma das clássicas frases:
“Eu e meu filho; nós sofremos de resfriados que não saram”; seja substituída por outra: “eu e meu filho; nós temos freqüentes crises de rinite ou sinusite; que é uma doença respiratória crônica de fundo alérgico que exige esforço e cuidados para ser curada de forma definitiva”.
Para que as recaídas sejam mais espaçadas ou deixem de ocorrer é preciso que algumas causas de formação das doenças crônicas sejam analisadas; claro que, pelas pessoas interessadas:
- Como são construídas as doenças.
- De que forma se aprende a adoecer.
- A condição psicológica da família.
- A influência da personalidade na construção da doença.
- Credulidade e pensamento mágico.
- Construção dos hábitos.
- Hábitos alimentares inadequados.
- A química nos alimentos.
- Como se formam as alergias.
- Baixa imunidade.
- Excesso de medicamentos.
- Alterações no meio ambiente.
- Estresse crônico.
- Influências e parasitoses energéticas.
- A cultura da doença.
- Vários outros...
Imprescindível rediscutir saúde, doença, cura de uma forma mais abrangente; segundo novos olhares; para que os cuidados com a vida e a saúde possam estar mais atualizados – e a sobrevivência da maioria afetada pelo estresse crônico seja garantida.
Um tópico interessante: Aceleração real e da percepção da passagem do tempo; a explicar em parte o porquê de tantas recaídas cada vez mais próximas.
Basta focar apenas uma das leis básicas na nossa vida:
Lei de Causa e Efeito.
No antigo ritmo de pouco tempo atrás; causa e efeito estava bem distante; fazíamos uma escolha hoje; e, os efeitos dela iam se manifestar daí a cinco, dez, cem anos – essa lentidão deu margem a conceitos de crenças bem infantis como: sorte, azar, destino, milagres e sobrenatural e cura sem esforço de reciclagem...
Pura ilusão; pois, segundo a lei de evolução através do trabalho no direito cósmico; a ajuda externa ao ser; apenas cabe entre a causa e o efeito (ação da medicina de qualquer tipo) para não causar distúrbios nem protecionismo. Daí que, no velho ritmo da passagem do tempo cura parciais numa relação tempo/espaço pareciam definitivas.
Porém:
Hoje, perigosamente, causa e efeito começa a sair na foto – escolheu mal; permitiu que outras mentes decidam por você; cuidado; pois, pode não haver tempo hábil de corrigir sem sofrer a ação.
Brincando de pensar:
Até pouco tempo era possível cultuar o hábito de fumar e morrer de câncer com oitenta; enfartar com setenta – hoje, basta três ou quatro anos de vício para conquistar esses objetivos.
Até bem pouco levávamos de vinte a trinta anos para sair de uma artrite para uma artrose; hoje, bastam poucos meses...
Claro que isso vale para todos os nossos problemas; e, não apenas para as doenças que cultivamos.
Finalizamos; alertando para o perigo das recaídas...
Cuidado; pois, em breve; pode não haver mais tempo para colocar em prática as intenções de reciclagem.
Ninguém descobre meu problema! Essa é a melhor das nossas piadas íntimas...
Pessoal:
Quem quiser bater um papo - estaremos amanhã na Bienal das 10 ás 12hs no estande da Petit/Butterfly Editora.
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