sábado, 17 de setembro de 2011

AS INCONTÁVEIS DIMENSÕES DA INTERAÇÃO SEXUAL




A Divina energia sexual representa e contém em si, a própria e reciclável energia da vida: ao mesmo tempo; que cria: mata – uma das expressões da Lei Cósmica de Criação e Destruição.

Somos bipolares para que a vida continue com ou sem artefatos físicos. Em especial na sexualidade; para que a criação seja ininterrupta.
Mas, sempre é possível tentar mudar o curso das coisas: como fizeram algumas civilizações que abusaram da “clonagem” ou masturbação cósmica.

Administrar a bipolaridade é um desafio; seja ela: sexual, comportamental; ou o que quer que seja.

Cá entre nós somos ainda bastante primitivos ou avançados demais para cada momento.
Não importa; mas até hoje nunca li nem ouvi algo confiável a respeito a respeito da sexualidade de 4D prá cima.
Usando de um raciocínio lógico simples.
Conforme coloquei no livro: Saúde ou doença: A escolha é sua.

Nesta brincadeira, muito séria, vamos apenas brincar de raciocinar a respeito do que coloquei no tópico do livro (sem entrar em detalhes; pois as pessoas na atualidade são chegadas numa rapidinha – sem maiores compromissos com a inteligência principalmente...):

Como vivemos em várias dimensões ao mesmo tempo e interagimos em todas; com certeza também, nas relações sexuais.

Dependendo da qualidade evolutiva dos envolvidos, essas relações podem ser privativas no plano físico; e ao mesmo tempo “bacanal energético” na outra dimensão; pois as irradiações vibratórias selecionarão o padrão ético e moral das companhias espirituais; daí a importância do cuidado no uso da sexualidade para não desencadear sérios problemas de obsessão (“suruba espiritual”).

Como a maioria é adepta das “rapidinhas” e das belezuras romanceadas; não vamos nos ater nem exemplificar ou destrinchar cada uma das incontáveis possibilidades.

Achou seu número de carapuça: vista – não deu certo; peça ajuda (interaja).

Quanto ao livre-arbítrio podem ser concordantes ou discordantes.

Relação física e extrafísica concordante:
Relação ideal que harmoniza, sedimenta e desenvolve o amor.

Física concordante e extrafísica discordante:
Relação típica da prostituição explícita ou camuflada (baseada na natural lei da oferta e da procura – sem críticas da moral igreijeira). Desarmoniza, adoece e vicia. A criatura está se relacionando fisicamente com um e, em pensamento com outro – mas caso consiga oferecer o que o “cliente afetivo” procura; tudo bem – qual o problema?

Física discordante e extrafísica discordante:
Caso da impotência masculina e da relação muito dolorosa para a mulher devido a bloqueio psicológico (secura vaginal ou da afetividade?); esse processo doentio ocorre devido mágoas e ressentimentos transitórios entre os parceiros (nunca definitivos; pois é possível que a eternidade dê conta – caso seja do interesse dos envolvidos).

Física inexistente e extrafísica concordante:
Ocorre na fase de desdobramento espiritual durante o sono (sonhos eróticos). E é acompanhada de secreções físicas, como a ejaculação e a lubrificação vaginal.
Percebe-se a concordância pelo teor das lembranças do sonho. Legal! Mas, não deixa de ser um tremendo desperdício em usar os artefatos de prazer e de amor na incrível experiência de estar e de vier em 3D.

Física inexistente e extrafísica discordante:
Idem à anterior.
A avaliação de discordância é baseada no teor das lembranças ou sensações desagradáveis ao despertar.
É parecido com um estupro espiritual.
É preciso avaliar a qualidade dos sonhos, especialmente os eróticos, pois quando em sonho ou masturbação invadimos o espaço energético de outra criatura, e isso gera débitos – que muitas vezes se corporificam até de uma existência a outra como doenças de drenagem do uso inadequado das energias sexuais: demência; border line (masturbação obsessiva) cânceres de vários tipos; etc.

Alerta:
Aumento de potência?
Pênis assombroso?
Em 4D tudo é quase instantâneo e atende á vontade do freguês – mas, o preço a pagar pode ser alto demais da conta.
É possível “engravidar” no plano espiritual (em 4D)?
Camisinha espiritual?
Parece que a marca “Evangelho” é imbatível.
Não!
Não!
Jesus; não é garoto propaganda.

E para quem é sexflex?
Assunto interessante.

Para os leitores interessados:
Com relação a esse tema: estaremos á disposição no http://jogosdeamore.blogspot.com

Migrem para lá.

Namastê.

domingo, 11 de setembro de 2011

O VALOR AGREGADO DA DOENÇA





Vivemos na época do valor agregado. Inquestionável que a doença dê muito mais lucro do que a saúde; pois poucos lucram com ela.

Que valor nós damos para a doença?

Saúde não é importante até que se perca.

A cultura quanto ao assunto: saúde, doença, cura; dá valor mínimo para ela e máximo para a patologia.
Isso é aprendido na infância – está no DNA cultural.

Este estilo esquizofrênico de vida nos induz a tentarmos aproveitar a vida segundo o gozo dos sentidos e a usar e abusar de todos os tipos possíveis dos prazeres; enquanto se tem saúde; apressando a chegada da doença.

O sistema de crenças religioso também contribui de forma decisiva; pois ajuda a crer que, a origem das enfermidades é um sistema de sorte, azar, destino, Deus quis ou deixou de querer, o que, contribui para que não nos responsabilizemos pela vida.

Quanto custa no seu orçamento a mensalidade do seguro saúde? As pessoas ficam tão preocupadas em arranjar recursos para comprar a cura se vierem a ficar doentes; que acabam adoecendo com a ajuda dos excessos e do estresse, para provisionar o futuro com uma segurança ilusória.

A ciência médica cura?
Outro fator que contribuiu para valorizar a doença é a crença de que cabe à medicina curar ou salvar a vida das pessoas.
Se a cura é terceirizada; não pode haver uma educação voltada para manter o estado de saúde ou prevenir; pois os curadores profissionais dependem da existência dela e dos doentes. Então: quanto mais doenças, ansiedades e medos, melhor. A prevenção desloca-se para coisas ou roteiros que possam ser vendidos, e que sempre podem piorar a situação num longo prazo.

Doença dá status:
Aprendemos tanto a dar valor para as doenças que mais da metade do tempo e recursos é usado para falar delas, para pensar nelas; combatê-las da boca para fora; para poder usá-la sempre que necessário como álibi; dentre outras coisas.
Não é raro que nas conversas dos doentes nas filas, nos ônibus, nos trens ou nas ante-salas das clínicas enquanto aguardam para serem atendidos, e quanto mais demorar melhor; pois a sua doença é a sua maior razão para viver - alguns doentes de carteirinha orgulham-se de serem mais doentes e mais complicados do que os outros. Os doentes adoram filas demoradas e bons profissionais são sempre aqueles que não têm vaga – claro que isso é usado como estratégia de marketing na valorização do trabalho profissional; até de forma planejada.

Um dos melhores lugares para se contrair doenças infecciosas?
Salas de espera.
A transação entre doenças transmissíveis, especialmente nas crianças, não se faz tanto assim na escolinha...

Na qualidade de uma das principais razões do viver das pessoas, têm que ser tema sempre presente nas conversas:

Em boa parte das famílias a doença é sempre o assunto principal. Algumas pessoas não são mais capazes de manter uma conversa sem falar de suas doenças, sem manifestar suas queixas.

A cultura da moléstia cria um tipo humano que é a vítima, o coitado. Juntou-se a fome e a vontade de comer: a desculpa para...

Muita gente se ofende até com o título do meu livro: Saúde ou Doença: A escolha é sua.

Mas, brindemos á vida:

Feliz domingo.

Saúde!

Namastê.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

FORUM RIO+20 - A JUSTIÇA SOCIAL EM ANDAMENTO: A CRIANÇA VAI ÁS COMPRAS




Mentes externas aproveitaram nosso problema cultural de levar vantagem em tudo e de não saber somar; principalmente na hora de se endividar. Nossa tá em oferta! Só tanto; e em dez vezes no cartão de crédito! – Crédito ou débito? – Crédito! – Quer parcelar em quantas vezes? – Sei lá - em quantas puder!


Compre três e pague dois...
Pague 200ml e ganhe 300ml de brinde...
Compra três, paga dois, leva um...

O entendimento do valor da relação custo e benefício de qualquer transação; feita entre pessoas deve, de forma rápida, extrapolar o conceito de mais barato no preço e das vantagens imediatas.
Melhor ensinar isso na escola; pois em casa até o vovô e a vovó caem no conto do vigário do crédito consignado (a mamata das mamatas – na ética cósmica: formação de quadrilha UMBRALINA).

Para que haja justiça social e a comunidade progrida e funcione sem kharma coletivo: A criança deve aprender muito cedo a analisar os benefícios e os prejuízos de médio e longo prazo de qualquer coisa que compre ou venda.
Os descontos e as promoções induzindo ao consumo; tão a gosto da sociedade americana, criou lá uma legião de obesos e diabéticos. Os apelos para vender mais são atrativos e perigosos para quem não desenvolveu de forma adequada a capacidade de pensar e de discernir. Pior ainda aqui quando são estimulados pela cultura local a levarem vantagem em tudo – até em remédios em promoção.

Exercício de sala de aula e de casa.

Conhecedora da lei de retorno e de causa e efeito, a criança deve ser alertada para a seguinte realidade: em muitos momentos está na posição de compradora; mas em muitos outros pode estar na condição de vendedora de algum produto ou serviço, portanto, deve estar bem atenta para não iludir de forma alguma as outras pessoas, pois o troco dado pela vida chega dia menos dia (sabe aquele cancerzinho básico? Nada a ver? Quem pode garantir?).
O adulto atento pode mostrar á criança suas pisadas de bola tanto quando está numa ponta (vendedor) quanto na outra (consumidor); desde que não seja usuário das drogas: desculpas; justificativas; é normal: todo mundo faz; sobrevivência de interesses, etc.

A vida assusta pela simplicidade. O que nos leva a desperdiçar a curiosidade natural da criança? - Se basta aproveitar a fase dos intermináveis - Por quê? – para ativar o raciocínio crítico do já acomodado; como na condição de cobaia adulta – crianças são mestres não compreendidos.
É urgente diminuir até acabar com a credulidade em todas as instâncias de relações humanas, sem o uso do raciocínio crítico.

Especialmente no foco principal de hoje: mecanismo de compra e venda de saúde – no mercado de doença e cura:

Não devemos confiar em nada de pronto; nem nas chamadas verdades científicas, nós devemos crer de imediato.
Isso serve para aquilo;
Aquilo outro faz mal, mas este serve bem para aliviar o efeito colateral do primeiro, etc.
Verdades humanas são, cada vez mais, temporárias e perigosas.

É lógico que todas as descobertas científicas dia menos dia estejam inseridas no contexto de compra e venda; e numa época de muita pressa, a verdade científica de hoje pode ser o conhecimento obsoleto de amanhã; e os custos podem ser bem altos em se tratando de efeitos danosos na saúde e na qualidade de vida que nem sempre podem ser removidos num passe de mágica – Quem vai pagar a poliomielite, meningite, malária, adquiridas por excesso de vacinas? Efeito colateral? Simples assim?

Antes de estragar sua saúde como fazem os adultos, a criança deve ser alertada para um problema sério: nem todas as descobertas com potencial de cura ou de ajuda científica mostradas pela mídia, estarão disponíveis à maior parte das pessoas; portanto o ato de pensar bem antes de criar problemas para nosso organismo e nossa vida, é o melhor remédio e o mais seguro investimento; esse sim, disponível a todos que queiram utilizar-se dele.
Se nos descuidarmos podemos pagar e caro (todos os novos e modernos produtos costumam custa mais caro), para servirmos de cobaia para experimentos... Principalmente, na forma de impostos a serviço de mentiras como a CPMF que foi de forma vergonhosa atrelada á saúde pública - e as novas outras formas de enganar as cobaias consumidoras que estão em gestação.

Exercício de cidadania.

Não aventurar-se a ser dos primeiros a experimentar as novidades da modernidade, que muitas vezes acobertam interesses escusos de grana e poder de uns sobre outros; é uma atitude muito inteligente; não custa nada alertar a criança para que tenha paciência de esperar que os mais afoitos sirvam de cobaias; aprender com os descuidos dos outros dói menos, desde que não banquemos o São Tomé (sempre querer ver para crer) em todas as situações.

Quem ainda cai em pegadinhas idiotas como: só um pouquinho não faz mal! Beba com moderação! Coisas diet, light, zero – não merece continuar nesta escola azul.

Claro que vai demorar um pouco; pois o ditado popular com muita base científica: tal pai tal filho; filho de peixe: peixinho é – infelizmente para a sobrevivência do planeta, vai continuar por bom tempo.

Até que...


Namastê.

sábado, 27 de agosto de 2011

CORRUPÇÃO ZERO - A CIDADANIA EXERCIDA ATRAVÉS DA DIETA



Mesmo viciados em arroz e feijão; nós somos um dos povos mais criativos deste planeta.

Então, o que nos impede de usarmos os fatos e as necessidades do cotidiano para formar consciência política?

A formação dos hábitos alimentares ajuda a politizar.

Mardita cana, soja e capim; produzir apenas para gerar renda para poucos e impostos; essa atitude de política agrícola; não ajuda a formar pessoas mais conscientes e saudáveis.
É possível usar o alimento como recurso pedagógico, e até a molecada pode participar de forma ativa e divertida.

A saída sempre foi; e sempre será: a educação.
Educada a criança, já desde cedo conhecendo seus direitos e deveres segundo princípios de boa ética cósmica; ela pode tornar-se capacitada a boicotar todos os tipos de alimentos que, representam perigo para a sua vida, a vida dos outros e para a sanidade do meio ambiente – até uma “exportadora” de saúde.

E, fará isso, de uma forma ativa participando suas descobertas às outras pessoas. Tornando-se um verdadeiro cidadão ao exigir direitos e fazendo sua parte, para que possa cobrar responsabilidades; responsabilizando-se.
Como?
Exigindo que promessas sejam cumpridas. Politizando-se sem partidarismos; isso é exercer política de fato; se nós ajudarmos, a nova criança será um poderoso agente transformador de um mundo melhor para ela mesma.

Exercício pedagógico em casa e na sala de aula.

I:
Na leitura de jornais e ouvindo noticiários a criança deve estar atenta para a política de alimentos praticada pelos governantes e pela indústria. Para depois cobrar; reivindicar.

II:
Muitas crianças da atualidade possuem uma capacidade de discernir acima da média das gerações anteriores e convivem com filhos de pessoas influentes em várias áreas da vida social; e podem “estimulá-los” (como tão bem sabem fazer as crianças) a atitudes compatíveis com o bem comum – nada a ver com bullying positivo.

III:
A criança deve saber de cor e salteado os direitos do consumidor e praticá-los.

Ao mesmo tempo devemos fazer nossa parte:

É preciso formar consumidores mais exigentes

Nosso corpo não é depósito de lixo de ninguém...

Na defesa de nossa saúde não basta apenas observar o prazo de validade dos alimentos; a criança deve ser estimulada a saber com certeza e clareza o que está consumindo; deve conhecer todos os produtos que possam causar prejuízos ao seu organismo.
Coisas bem primárias do tipo:
“Defensivo agrícola”?

Exercício.

A criança deve buscar na Internet e na escola quais os produtos usados no cultivo dos alimentos e na produção dos industrializados; além de saber quais os danos eles que podem causar ao seu corpo.
Quais são:
• Os defensivos agrícolas e o que podem fazer?
• Os aditivos químicos: corantes, conservantes, emulsificantes, espessantes, etc.
• Deve aprender a decifrar os códigos (estabilizante F5, edulcorante H9, etc.) dando nome aos bois e, o que cada um desses produtos pode representar para sua saúde ou doença.

Devemos reciclar conceitos de limpeza e de microbiologia:

Filho lave as mãos antes de comer!
Mãe troque a tábua de cortar carne, pois ela virou um “criadouro de germes”!

Isso, leva a determinada doença! Aquilo pode causar problemas! É preciso higienizar! Mas, o que é higiene? Apenas contaminação? Eliminar as sujeiras visíveis? Lavar, lavar, lavar... Será que hoje apenas isso basta? Lavar as mãos antes de comer; lavar bem os utensílios; lavar e desinfetar verduras e legumes, são cuidados cada vez mais primários em nossos hábitos de higiene. Isso é preocupação de antigamente (mas, que continua muito necessária); pois os riscos de contaminação são cada vez mais complexos, perigosos e, aumentam a cada dia, exigindo de nós muita atenção, observação e informação de fontes confiáveis, vinda de pessoas que realmente estejam preocupadas com nosso bem e com a ecologia.

Exercício prático

Algumas novas obrigações de “vigilância sanitária” pessoal e coletiva surgem a cada dia.
Analisemos algumas das já bem conhecidas:
• Observar o prazo de validade dos alimentos é essencial.
• Conhecer e identificar os “defensivos agrícolas” usados nas lavouras pode representar saúde ou doença. O uso exagerado ou de produtos não permitidos deve ser denunciado.
• A contaminação química (aditivos usados na produção dos alimentos industrializados) representa perigo até maior pela sua repetição, além disso, é camuflada como modernidade.
• O envenenamento por substâncias liberadas pelos utensílios usados no preparo dos alimentos. O mais conhecido deles, é a intoxicação pelo alumínio que produz doenças a longo prazo; mas o teflon, e o plástico dos recipientes são muito perigosos para a saúde.
• Os resíduos dos modernos produtos de limpeza que ficam nos utensílios também é problema. Então: lave, lave, lave; mas, e, quando a água acabar? E, a água também está ficando cada vez mais envenenada; será que daqui a algum tempo, quanto mais lavar pior fica?

Alerta

Lógico que a criança deve ser orientada quanto a contaminação dos alimentos tanto por bactérias, fungos, toxinas, parasitas e as possíveis doenças; mas, se deixarmos de alertá-la quanto aos modernos perigos estamos sendo perigosamente omissos.

Na sociedade do futuro espera-se que os conceitos de saneamento extrapolem os conceitos atuais, em todos os sentidos, até na parte da ética e da moral:
• Não basta lavar, desinfetar ambientes físicos, é preciso e urgente “desinfetar”, pensamentos, sentimentos e atitudes.
• Cada pensamento e sentimento afeta de forma intensa e real a qualidade de nossas vidas.
• Portar-se de forma ética é a melhor das prevenções contra toda doença física, emocional e moral.
• Os preceitos da ética cósmica conhecidos e praticados é um excelente recurso contra qualquer tipo de cntaminação do corpo e da alma.

A dieta correta não é apenas comida; mas o que você engole...

CORRUPÇÃO ZERO.

Essa é uma dieta da hora.

Quem sabe um dos assuntos a serem discutidos no FORUM RIO + 20

Namastê.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

AGRICULTURA E OS DRAMAS DA MODERNIDADE



Há coisas no nosso progresso que fogem á nossa compreensão – mas, o inadmissível é que nos recusemos a usar o raciocínio simples e lógico. Uma delas: a superpopulação e seus efeitos danosos á integridade, em todos os sentidos possíveis, dos seres que aqui habitam – da continuidade na vida física á evolução espiritual.

Até mesmo a Teoria Populacional Malthusiana tão desconsiderada por muitos; mostra-se a cada dia mais atual; e envolvendo ações que na época pareciam inusitadas: sustentabilidade; envenenamento dos alimentos; efeito estufa; distúrbios climáticos graves.

Uma questão que se mantêm insolúvel:
Como alimentar dignamente tanta gente?
É lógico e natural que, quando se tem um objetivo principal e se focaliza apenas os interesses periféricos; o resultado final seja pobre ou agravante de uma situação que se queria evitar.

Cada grupo com seus interesses particulares mais ou menos éticos:
A saída para os de mente especialmente voltada para os interesses desenvolvimentistas e da manutenção do poder sobre os outros: mais tecnologia para aumentar a produtividade mantendo o lucro e o poder; e ponto final.
Porém:
Uma tecnologia de agricultura que visa beneficiar o homem; mas, que atua como se ele não existisse, longe de fazê-lo, ainda, consegue aumentar a fome ou criar a miséria envenenada.

Para tentar solucionar o problema da fome, alguns pequenos detalhes foram esquecidos: a resolução dos problemas do homem sempre envolve aspectos éticos (isso o caracteriza).
Se não houvesse tantas pessoas que vivem às custas de atravessar a distribuição dos alimentos.
Se o desperdício na comercialização fosse diminuído.
E, se cada pessoa comesse apenas o necessário, sobraria alimentos para todos, até mais do que o suficiente; e sem deteriorar o meio ambiente. Desde que as pessoas que aqui estivessem em 3D fossem mais conscientes a respeito de quem somos e o que fazemos aqui.

No fundo de todas essas buscas, o desejo real não é resolver o problema da fome das pessoas; mas sim, arranjar formas cada vez mais rápidas de ganhar muito dinheiro; além de gerar dependência como é a idéia central da invenção e manipulação dos alimentos transgênicos – eles são estéreis – o que resulta em dependência cruel – para os que se consideram evangelizados cabe uma reflexão: a árvore se conhece pelos frutos; daí que é possível concluir de forma simples: as sementes também.

Para piorar a situação de todos nós e do planeta:
Uma das bases de sustentação dessa enganosa produtividade é o envenenamento da agricultura, do meio ambiente e dos consumidores dos produtos das colheitas, com substâncias capazes de ajudar a provocar todos os tipos de doenças algumas já conhecidas, outras, ainda não. Pior, é a situação do cada vez mais envenenado planeta – nõs somos seres descartáveis (muito bem representada na teoria do domínio á chinesa) – afinal somos imortais ou imorríveis; mesmo descartáveis aqui em Gaia podemos ser reciclados em Kukamonga ou em qualquer outro planetão ou planetinha desta ou de outras galáxias – mas, e a Terra? – Não é preciso ser crente nem inteligente para saber o que nos aguarda; caso...

É preciso atentar para esse problema: o desenvolvimento tecnológico da indústria de produção, conservação e venda de alimentos contribuiu de forma decisiva para deteriorar a saúde das pessoas; e de forma desonesta (em se tratando de ética cósmica), já que, em muitos países os consumidores de alimentos industrializados são desrespeitados; pois, desconhecem quais as substâncias que o produto contém e o que elas são capazes de produzir no organismo humano (abdicamos do direito de assumir ou não os riscos das nossas escolhas, ao depositar nos outros a obrigação de fazer isso para nós).
A perspectiva não é das melhores; pois, os chamados pacientes (cobaias) se recusam até a ler a bula dos remédios.
A composição química consta dos rótulos; mas em forma de códigos, aos quais, o consumidor não tem livre acesso. O motivo da conivência entre indústria e governo, qualquer pessoa pode deduzir...
A filosofia que comanda a industria da cura também tem a sua grande parcela de responsabilidade, fomos todos educados e treinados a acreditar que tudo o que causarmos de agravo ao nosso corpo ou ao dos outros pode ser curado com remédios mágicos.

A proposta central deste monologo é mostrar que está ao alcance de qualquer pessoa de boa vontade substituir uma dieta suicida e GENOCIDA que detona com sua vida e sua saúde – e a integridade do planeta em 3D, por outra, capaz de levar á manutenção do estado de saúde e até mesmo ajudar na cura de algumas doenças pessoais e coletivas que estão sendo mantidas e alimentadas pela dieta inadequada a serviço de mentes que imaginam ficar no poder para sempre. Nosso papel é provar que estão redondamente enganados.

Aproveitando o envento: RIO + 20:

É passada a hora de mudar:
Aplicar o conceito de alimento curativo está ao alcance de qualquer pessoa já capaz de se responsabilizar pela sua própria vida e destino.
O método é muito simples: seja sustentável – sustente você mesmo sua permanência nestas bandas do universo.
Nessa brincadeira que tal um ajudar o outro?

Boa tarefa; não apenas de sobrevivência; mas de uma vivência com qualidade em todos os sentidos.

Namastê.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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