quinta-feira, 9 de junho de 2011

E. COLI E A TENTATIVA DE DOMÍNIO PELO MEDO




Situações como essa da super bactéria E. Coli geneticamente transformada atualmente em destaque na Europa servem como vitrine para mostrar que o problema da escravidão humana é resultado da educação em vigor, em quase todo planeta; em close, principalmente no mundo dos que se acham civilizados.

A cultura que acha que civiliza é baseada na tentativa, dos que pensam mais, de controlar através do medo, mentira, suborno e chantagem os mais preguiçosos de raciocinar.

Medo:
Desde os primórdios da civilização, tentamos dominar os outros infundindo nas mentes “fracas” o medo; inimigo do verdadeiro progresso humano.
De forma descuidada trabalhamos a favor das mentes sombrias, ao causarmos medo nas crianças para que nos obedeçam. Medo de escuro, de médico, de injeção, do bicho papão... As letras das músicas infantis são tenebrosas. Embora algumas crianças a duras penas consigam superar o medo, mesmo assim essa impressão, marcada em sua infância, poderá tornar-se um entrave em sua vida e limitar-lhes o futuro, impedindo que vivam experiências e realizações dignas de um ser humano – as pessoas com coragem de pensar sempre foram um estorvo para a sociedade dos normais.

Cultura da mentira:
Certas condutas são tão repetitivas que assumem ares de normalidade. Fomos treinados para pensar uma coisa e dizer ou fazer outra. A automatização dessa atitude nos leva, sem pestanejar, a faltar com a verdade e correr o risco de não mais distinguir entre o que é verdade e o que é mentira. A cultura da mentira detona com o senso de honestidade das pessoas desde tenra idade. Para a maioria normal, camuflar desejos ou intenções é um fato corriqueiro. Até os vícios e os excessos que cometemos é falta de honestidade íntima.

Tentativa de controle:
Mesmo nas chamadas sociedades mais “civilizadas” as pessoas ainda confundem liderança com controle. Os líderes de fato são raros. Os líderes forjados usam a posição para tentar controlar os demais e exercer sua influência para levar vantagens; e nessa tentativa costumam ser: tiranos agressivos, cruéis.

Manipular para controlar:
Aquele que manipula alguém; usa de artifícios para explorar a falta de soberania emocional alheia. Essa tendência pode ser inata e reativada pela convivência com adultos que agem dessa forma; ou fruto de aprendizado nas escolas da vida.
O “manipulador civilizado” age com consciência das fraquezas alheias.

Chantagem:
A diferença dela para a manipulação está na ameaça implícita ou explícita que carrega consigo. Exemplo de manipulação: pedimos ao nosso filho que vá à padaria comprar pão e o gratificamos com o troco da transação.
A atitude de premiar a criança por tarefa executada é um tipo de manipulação. Se, para comprar o sorvete, a criança recebe como condição trazer o pão, é chantagem.
A tentativa de controlar ou de manipular não raro termina em chantagem com danosas conseqüências para todos os envolvidos.

Perda de autoridade moral dos dirigentes:
A perda de autoridade é uma ocorrência globalizada. É fruto do sistema em que vivemos e da sucessão de descuidos na relação entre pais, filhos, educandos, educadores, cidadãos, autoridades, juízes. Para começo de conversa, é preciso entender que autoridade não se delega nem se impõe: é uma conquista moral.

É possível traçar um paralelo entre a educação em família, crianças, adultos pouco maduros, sistemas de governo, nações.
Uma das armas mais letais para a sanidade do planeta e a libertação das pessoas tem sido o medo. As técnicas usadas pelos que estão em tentativa de controle alimentam a violência; pois, angústia e medo tornam as pessoas de qualquer idade, agressivas como mecanismo de defesa.
O sistema torna crianças, jovens e adultos pouco conscientes, mais angustiados a cada dia, com medo de tudo, como de não darem conta de viver conforme o que se espera deles, não possuírem isto ou aquilo. As más-criações e a agressividade de muitas crianças (os agentes do terror se assemelham a elas) decorrem apenas de uma reação defensiva diante da autoridade imposta pelo medo, o que faz com que percam o senso de seus limites. Mas, não interessa para os que tentam manter o comando; compreender que: obtida pelo poder da força, a autoridade não se sustenta por muito tempo.
A pseudo/elite de liderança: científica, social, institucional; demora a perceber que, embora formatada por pessoas inteligentes - as criaturas que as mantém são atordoadas e desorientadas, mentirosas - e que o uso da chantagem as faz perder a autoridade que imaginavam possuir – não é á toa que o sistema está ruindo.

Pensamento mágico:
No período da infância somos incentivados a brincar de "faz-de-conta". Na idade adulta, inconscientemente, queremos continuar a brincar com os outros, "fazendo de conta" isto ou aquilo. Causamos dissabores e prejuízos – e teimamos em ignorar os resultados negativos das nossas ações, preferindo viver no mundo da fantasia, onde a realidade é fruto da nossa vontade.
Lógico que os reflexos disso desaguariam na vida em sociedade.
As desigualdades, os preconceitos e todos os tipos de exclusão do indivíduo da sociedade são indutores de agressividade e violência.
O treino para competir e ser mais e melhor do que o outro faz com que a criança se desenvolva pensando estar num palco de guerra; no qual quase todos são inimigos, até os irmãos. A fome e a necessidade de sobreviver ou o desejo de usufruir da ostentação da sociedade tornam os violentos e agressivos natos em verdadeiras máquinas de matar ambulantes – ás vezes, sofisticados, cruéis como os dirigentes de grandes instituições, governos, empresas da civilização atual.
Matar o outro de fome, de raiva, de medo, de angústia, de inveja é mais top model do que matar de verdade com tiros e facadas.

A mídia a serviço dos que propagam o medo:
Políticas e técnicas subliminares de propaganda e marketing baseada em conteúdo camuflado ou explícito de agressividade, erotismo e violência, em especial as que se direcionam para o publico infantil e de analfabetos funcionais, causam um estrago individual e social digno de nota, sofisticada.
As notícias diárias de desmandos, injustiças, crimes, violência e agressividade ocupam a maior parte do tempo e do espaço dos jornais, rádios e televisão; mas vão perder um pouco de espaço para a violência subliminar das doenças causadas pela guerra de interesses onde as bactérias e os vírus vão substituir as bombas que destroem o meio ambiente. Afinal na visão destas crias da atual civilização, o problema são os seres inferiores, quase seres humanos que pensam pouco e nada produzem de construtivo e inovador.
Na cabeça dos novos senhores ou dos velhos de retorno: a guerra bacteriológica é acima de tudo ecológica ao eliminar o grande adversário do equilíbrio no planeta: os seres que se imaginam humanos – as cobaias.

As suspeitas a respeito da origem infeção pela E. Colli geneticamente modificada são consistentes até para os leigos que ousam pensar um pouco – muitas teorias são levantadas com relação aos motivos que levariam os dirigentes de instituições e nações a proceder dessa forma; infundindo o medo, quase terror nas pessoas comuns – usando o espanto de uma epidemia e da morte.
Vender vacinas e remédios?
Há uma nova droga no forno pronta para ser colocada nas prateleiras? É uma guerra de interesses comerciais?
Controlar a produção de alimentos e remédios?
Aumentar o medo e com isso manter o poder dos gênios sobre as pessoas comuns?

Parece que a superbactéria tupiniquim “miou” e sumiu da mídia.
Assim como foi com a H1N1 ficará a dúvida sobre a verdade – porém um detalhe importante: as pessoas estão ficando vacinadas contra epidemias virtuais – a vacina é o raciocínio crítico.
Mas que muita gente vai ficar apavorada e morrer de medo ou com a ajuda dele; isso será real - para dar um gás nesse evento, para sorte deles e azar das pessoas comuns, parece estar em andamento um novo ciclo de rotavírus temporão; daí só falta algum gaiato levantar a possibilidade da E. Colli transgênica já andar por aqui; e será um deus nos acuda para muitos. Os mais afetados serão os da terceira idade em diante, aposentados improdutivos, que são campeões em audiência e alimentadores das epidemias geradas e mantidas pela mídia. Mas, claro que é preciso conservá-los - eles não podem ir embora logo; pois são eles que mantêm o poder financeiro da indústria química e farmacêutica...
Vida complicada a dos que se imaginam senhores da vida e da morte nestas bandas do universo. Administrar isso não é fácil.
Melhor entregar nas mãos de Deus como fazem os “crentes”.

Como há males que vem para bem:
Como nem tudo é perfeito; talvez um dos efeitos colaterais que não fazia parte dos planos dos criadores desses processos de auxílio ao Criador seja: vão sobrar apenas os seres pensantes.
Diarréia mental, emocional?
Enfim uma guerra ecologicamente correta?
Será que isso é Divino?
Deus escreve certo por linhas tortas?
O último faça o favor de dar a descarga...
Amém.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

VIVER OU PASSAR PELA VIDA?

Será possível passar pela vida e não viver?

A cada dia que passa nós corremos o risco de levar uma existência a meia boca; vivendo sob o jugo dos interesses nem sempre nossos de verdade: do excesso de informações, dos objetivos de vida que nos consomem e da rotina que aliena.
A mesmice de sempre, prazerosa ou sofredora; emburrece e aborrece.
Quando sistematicamente repetimos as mesmas coisas criamos uma rotina que nos aliena e nos põe numa condição de pré - depressão psíquica.
O paradoxo criado entre a busca da segurança, do conforto e o desejo de viver situações novas cria um desgaste emocional, psíquico e orgânico que nos deixa vulneráveis aos hormônios e secreções que o corpo produz em situações mínimas de medo e de ansiedade.

Focados excessivamente em ganhar cada vez mais para gozar a vida; nem percebemos quem está á nossa volta compartilhando conosco a experiência de vida – ás vezes descobrimos as pessoas tarde demais: Nossa filho como você cresceu; está um homenzinho! – Sofremos de um distúrbio de atenção a tudo que não esteja ligado ao labor e ao social.

Andamos com a cabeça tão baixa ou tão no ar e absortos com objetivos tão fixos e opressivos, que nos descuidamos de curtir o ambiente em que transitamos, desde a Natureza até ás pessoas. Vivemos até muitos anos num lugar, e se nos pedirem corremos o risco de não seremos capazes de descrever a paisagem à qual pertencemos todos os dias.

Nossa visão está estressada – até as crianças já sofrem de Astenopia (vista cansada) pois desde o nascimento só usam a visão de perto - fixamos ansiosamente a vista em objetos cada vez mais perto: letras e monitores.

Olhar ao redor:
Pode ser um santo remédio capaz de trazer até saúde, alegria e felicidade.
Olhar ao longe:
Acalma os olhos e a mente.
Perder os olhos no horizonte também faz bem á alma, pois ativa o desejo de gratidão ao Pai.

Veja a vida sob um novo olhar.

domingo, 5 de junho de 2011

SENHOR DA PRÓPRIA VONTADE



Com relativa freqüência nos defrontamos com notícias a respeito de trabalho escravo quase nos moldes da escravidão dos acorrentados sob o jugo da prepotência, força e violência. Mas, são raras as pessoas realmente livres.

Não somos dados a parar para pensar; daí a escravidão subliminar a que estamos submetidos nem é percebida pela maioria.

Poucos de nós já atingimos esse patamar evolutivo:

Estarmos soberanos, quanto aos fatos externos a nós mesmos.

Por isso; permitimos o domínio de outros sobre nós; em todos os sentidos da vida: familiar, social, econômico, afetivo, sexual, emocional, cultural, etc. A quase voluntária lentidão no pensar, é que originou a escravidão de todos os tipos.

Quem não é soberano: é dependente. - E, quem depende; não é capaz de negar quando deseja.

Nossa infância é prolongada e dependente, daí sofrermos fortemente a ação do meio em que nos desenvolvemos - Somos influenciados de forma marcante, e nem sempre adequada, pela vida em família, educação, cultura, mídia e valores econômicos.

No decorrer da infância, deveríamos ser preparados para assumir passo a passo o controle de nossas vidas e destino; mas, não é isso o que ocorre na prática; pois geração após geração; de certa forma, os adultos querem manter as crianças sob seu jugo; daí nós somos impedidos de superar muitas fases de amadurecimento e de nos conduzirmos com a relativa liberdade que a maturidade traz. Exemplo: nós somos impedidos de sair da fase oral e depois somos escravos do comer sem fome, engordar, adoecer.

Um de nossos mestres deveria ser a lei de causa e efeito amparada pelas oportunidades de aprender; que nos foram negadas - desse modo, continuamos extremamente dependentes do meio em que vivemos; escravizados até; somos educados para nos tornarmos incapazes de decidir entre o que pode e o que não é possível em cada instante.
Num primeiro momento discordamos dessa realidade; mas, com um mínimo de coerência a aceitamos como real.

O que fazer para transformar a situação de escravos em seres libertos?

O primeiro passo: será preciso reformular a educação em seus conceitos mais básicos.
E para começar é preciso desenvolver:
- Transparência e honestidade nas intenções.
- Comunicação adequada e coerente.
- Pensamento crítico.

Esses são os requisitos primários e mínimos para superar a maior das dificuldades em concordar ou discordar com inteligência: dizemos sim quando queríamos dizer não ou dizemos não quando gostaríamos de dizer sim.
Para aprender a usarmos de forma correta e inteligente o ato de concordar ou de discordar é vital desenvolver: inteligência, capacidade de discernir, transparência nos desejos, honestidade nas intenções.
Honestidade?
Sim!
Pois: Somos ás vezes pouco honestos com as pessoas, ao permitirmos ou ao negarmos; dizemos uma coisa, pensando e sentindo outra; pretendendo lucrar de alguma forma, consciente ou não, com o ato de permitir ou de negar.

A esperança de liberdade de fato para a humanidade está nas novas crianças que não tem medo como seus pais; são dotadas de uma vontade própria que espanta os atuais adultos; com maior prontidão de inteligência; mais críticos; mais éticos de nascença.

Mas:
Para a maioria dos adultos da atualidade será impossível libertar-se; pois nos acostumamos á vida de escravos da moda, dos valores hipócritas, das aparências, dos desejos e interesses nem sempre confessáveis...

Neste sistema de viver: cada sim e cada não tem seu preço – quase sempre muito caro.

Qual o preço da liberdade?

No momento para que nos tornemos senhores da própria vontade basta:

Agir com responsabilidade.
Honrar compromissos.
Resgatar débitos.

sábado, 4 de junho de 2011

GOSTA DE TOSSIR? – É ESTEROFILÍACO?


Começou a temporada das tosses – sinfonia para todos os gostos: secas, úmidas, molhadas, tonais, cavernosas, diurnas, noturnas, estridentes das pessoas mal educadas, contidas e quase silenciosas das pessoas de bom berço...
Embora seja um sintoma e não uma doença em si – há tosses que ninguém merece; tanto para os donos dela quanto para os em torno.
Tosse é igual a efeitos do livre arbítrio – toda tosse tem uma causa – para que silencie de vez é preciso agir na causa.
Convenhamos, uma tosse daquelas teimosas que não querem ir embora enche a paciência e tira um pouco da qualidade de vida.
As piores pela teimosia são as secas.
Conforme já colocamos em vários artigos no http://americocanhoto.blogspot.com e no http://saudeoudoenca.blogspot.com – as causas vão desde alergias: rinite e sinusite crônica com gotejamento pós-nasal; refluxo gastroesofágico; asma ou efeito colateral de medicamentos de uso contínuo ou não (tipo aspirina e controladores de pressão e muitos outros) quando a tosse teimar em não ir embora é preciso reavaliar os remédios em uso.
Dos fumantes é melhor nem falar nada.
Ás pessoas comuns pode parecer mais uma desculpa da cada vez menos eficiente medicina que trata os “simples” problemas do dia a dia como a tosse: Sua tosse é psicológica! – Com certeza isso vai dar até pancadaria e muito B.O – Dizer ao tossidor crônico ou á sua família que mais da metade da origem dessa tosse é psicogênica; criação mental; desvio emocional - vai parecer a tirar o R da reta. Pior: se alguém disser que muitas tosses crônicas são pura falta de educação vai ser rotulado de maluco.
E se alguém te chamar de Esterofilíaco vai apanhar.
Sabe aquela tossidinha básica ou pigarreadinha antes de começar um discurso; ou do tipo anunciar presença – adivinha quem chegou?
É Esterofilia em estágio inicial.
Pode virar cacoete ou TOC? – Até costuma.
Campeonato de tosse?
Muito comuns na vida de algumas famílias onde se dá um valor enorme para estar doente, especialmente na época de outono e inverno. Na nossa cultura saúde não tem valor algum para pessoa alguma até que tenha sido perdida; daí passa a ter um valor enorme – quem tem valor na realidade é a doença.
Muitas crianças aprendem a “puxar tosse” para fazer gracinha ou para se sentirem amadas, receberem atenção – e já adultos vão desenterrar essa atitude quando quiserem atenção ou “colinho” dos em torno.
Adorar o som da tosse?
Não necessariamente o som em si; pois há pessoas que não tem ouvido musical nem para tossir; desafinam.

Mas os que sofrem de Esterofilia são chegados numa tossidinha básica ou numa daquelas de afugentar curiosos – se acompanhada de uns sonoros espirros, melhor ainda.

A maior parte das tosses pode ser controlada pela ação da mente – é vero; não, não é gozação.

Não estamos aqui para receitar; apenas alertar.
Se alguém te mandar para o psiquiatra para tratar de tosse crônica não se ofenda – você pode muito bem ser um Esterofilíco enrustido.

Naqueles campeonatos de sala de espera de médicos e clínicas para ver quem sofre mais, toma mais remédios, faz exames mais sofisticados – Deixe todo mundo de boca aberta e leve a taça; diga em alto e bom som:
Eu sofro de Esterofilia!

Ganhou a taça!
Não tem prá ninguém.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

COITADA DA LIBERDADE

Quero ser livre!
Tenho o direito de ser livre!

Aprender a usar a liberdade continua sendo um problema...

O número de “besteiras” que se comete em nome da liberdade só perde para as que a humanidade comete em nome de Deus (até o momento: insuperáveis) e do amor.

Mesmo nos “achando”; ainda somos criaturas paradoxais; quase estúpidas, pois vivemos e até morremos para alcançar a liberdade sem saber do que se trata.

Quando começamos a descobri-la; nós ficamos frustrados.
Liberdade é só isso?
Imaturos, revoltamo-nos quando descobrimos a outra face do nosso sonho de ser livre: precisamos responder por nossos atos.
Na ânsia de ganharmos a liberdade sem responsabilidade; nós nos acorrentamos, aprisionamo-nos aos efeitos das próprias escolhas; na vã busca da liberdade sem assumir as conseqüências; nós criamos mais um incrível paradoxo: somos prisioneiros do próprio direito de sermos livres.

O progresso pode ser lento; mas é inexorável.
Milênio vai milênio vem e nós aprendemos alguma coisa; mesmo que seja de maneira “burra” – através do sofrimento.
Em dado momento, mais maduros, encontramos a chave para desvendar esse mistério: precisamos libertar os outros para que nos sintamos mais livres; e, sem tentar escapar aceitamos que, quanto mais libertos nos tornamos, maior é a responsabilidade, pois uma não existe sem a outra, são interdependentes, como nós o somos uns dos outros. Conforme Jesus deixou claro: a responsabilidade é progressiva.

Aleluia!
Na busca de sermos livres, nós descobrimos o amor - pois ao nos sentirmos realmente livres acontece a maior glória da vida humana, aceitamos que a responsabilidade faz parte do ato de amar.
Quem diria: procurávamos ansiosamente a liberdade e sem querer descobrimos o amor, e nos encantamos ao começar a descerrar o véu que cobre seus mistérios.
A nova descoberta: amar é responsabilizar-se por ... e quem ama assume nos encanta. Claro que, é apenas o princípio; pois apenas quando começamos a cuidar de nós mesmos assumindo a responsabilidade pelas nossas escolhas, sem desculpas nem justificativas; desse ponto em diante, é que começamos a nos amar e estender nosso livre arbítrio, alongá-lo a ponto de começar a amar também a Deus e ao próximo.

Dia menos dia vai acontecer:
Maravilhados pela beleza e simplicidade da criação; enternecidos, nós repassamos nosso destino.
Perdoamo-nos e perdoamos; daí, nós compreendemos então que sempre fomos, somos e continuaremos livres para escolher e para escolher de novo e de novo - quando for da nossa vontade; mesmo limitados pela qualidade das escolhas anteriores sempre é possível reformar; sempre haverá uma nova opção melhor.

Felizes descobrimos que não existe: Escolha minha problema meu! – Pois, nós identificamos também que cada escolha cria laços humanos de todo tipo de qualidade:

Laços de alegria.
Laços de amor.
Laços de dor.
Laços de família
Laços apertados.
Nós cegos.
Nós difíceis de desatar.
Mas, se já nos amamos.
Desatar para que?

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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