Vivemos um momento delicado aqui na Terra; não bastasse nossas loucuras do estilo neurótico de viver causando o Apagão Humano que se expressa na forma de cansaço crônico, esgotamento; falta de energia e motivação para continuar a existência; ainda somos influenciados pelo “humor atual do nosso sol” que nos envia tempestades de energia chegando com força total pela diminuição das defesas: cinturão de fotóns, camada de ozônio..., que podem causar dentre muitas outras coisas: apagões de energia elétrica, destruição dos satélites de comunicação (adeus Net e sistema?)
Vivendo num mundo de energia.
Matéria é um tipo de energia mais condensada.
Todos os seres vivos (constituídos de bioenergia ou energia vital) sejam eles humanos, animais ou vegetais, não se alimentam apenas de comida sólida ou líquida. Nutrem-se também de comida gasosa, através do ar que se respira e da comida energética que nos sustenta, nos alimenta e dá vida, constituída pelas energias e vibrações que absorvemos e que são produzidas pela natureza da Terra, outros planetas e do cosmo.
O Universo tem uma constituição holográfica, portanto cada um de nós é um microcosmo bio/químico/energético que sintetiza todas as leis que regem o universo ou macrocosmo. Somos complexos sistemas interagindo o tempo todo com tudo e com todos os outros sistemas de energia. Sem cessar as trocamos com os sistemas externos absorvendo deles as que necessitamos, descarregando aquelas que não precisamos e eliminando nossos detritos energéticos.
Interagimos de forma constante com os outros seres humanos que de nós se aproximam ou mesmo á distância, estabelecendo com eles os mais diferentes vínculos de combinações energéticas, influenciando-os e sendo influenciados.
O sistema energético é o mais importante nutridor que mantém nossa vida; podemos ficar algum tempo, comer, sem beber e sem respirar; mas, se ficarmos desconectados de nossas fontes de energia, morremos.
Somos seres multidimensionais.
Habitamos várias dimensões ao mesmo tempo. Quase todas as pessoas de alguma, mesmo embolada, forma sabem disso.
Gerenciar nosso cotidiano sem integrar esses conhecimentos até pouco tempo não trazia tantos problemas; pois o fluxo dos acontecimentos capaz de nos desestabilizar era mais lento; mas no acelerado momento atual vivemos um incrível numero de experiências simultâneas. Estamos na Era dos detalhes que selecionam os mais aptos a continuar; dentre eles: é necessário integrar nossos vários corpos sutis. Eles possuem sistemas e órgãos para captar e armazenar energias externas e eliminar os detritos energéticos internos. A esses órgãos sutis dá-se o nome de chacras, vórtices ou centros de força. Temos um grande número deles. Os principais são sete e correspondem aos sete plexos nervosos: plexo da base da coluna vertebral, o plexo dos órgãos sexuais, o plexo solar (na região do umbigo), o cardíaco (corresponde ao coração), o laríngeo (à glândula tireóide), o frontal (à glândula hipófise), e o coronário no alto da cabeça que corresponde à glândula pineal.
O conjunto de todos constitui os corpos sutis onde nós nos nutrimos de energias. Essa nutrição ocorre de maneira automática e inconsciente. Mas, esse processo vital pode ser desenvolvido de forma consciente e com técnicas milenares de respiração e captação voluntária de energia cósmica desenvolvendo a glândula pineal.
Saúde bio/energética.
Pessoas equilibradas e sadias nutrem-se diretamente das fontes naturais de energia. Sentem um grande bem estar em contato com a natureza: a água, o vento, a terra, pedras, o sol, plantas e animais. São capazes de absorver e acumular essas energias e usá-la com parcimônia quando se encontram sob a ação de meios artificiais como nos centros urbanos. Reativam essas energias com exercícios, tornam sua vida simples, útil e vivem mais felizes e alegres. Esse tipo de emissão de prazer e de alegria, de retorno ao indivíduo reativam o circuito da energia vital e revitalizam os centros de força mesmo em situações existenciais de prova ou desfavoráveis.
Quando se lê que as pessoas alegres vivem melhor e com mais saúde quem já gerencia sua vida segundo os princípios da energia vital sabe muito bem porque.
Principais fontes de energia vital:
Irradiações da energia solar
Energia absorvida pela respiração
Energia vital absorvida e produzida pelas plantas e animais
Energia irradiada pelo solo, pedras e cristais
Energia irradiada pelas pessoas transformada pelo pensamento, sentimento e atitudes. Essa energia pode ser direcionada de uns para os outros de forma voluntária.
A água é o principal condutor de energia vital
Torcemos e esperamos que os apagões de energia elétrica que estão ocorrendo com cada vez mais freqüência no mundo todo, tenham a mesma origem que o apagão da energia vital das pessoas e que sejam decorrentes apenas de in-capacidade do sistema e dos gestores; até mesmo não interessa, tanto, se há interesses pouco claros em jogo para forçar a barra em privatizações ou na construção de usinas.
Para resolver os problemas criados por nós mesmos tanto no caso do apagão de energia vital quanto nos blecautes de energia elétrica; basta apenas saber, boa vontade, engajamento e trabalho da nossa parte.
Mas, quando se trata do humor do nosso Sol: Socorro Papai do Céu!
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
CUIDA BEM DO TEU PENSADÔ, ZINFIU...
Nada de importante e realizador vai acontecer entre o céu e a terra, enquanto as pessoas não aprenderem a dominar a mente tornando-a inteligente.
Já não era sem tempo; enfim surge o ser quase pensante.
É preciso ousar sair do convencional, libertar-se da camisa de força das convenções, dogmas, verdades humanas in-contestáveis.
Só Deus é incontestável. Todos os outros são contestáveis em algum grau; até mesmo o criador (não confunda o detentor da franquia desta criação com a Fonte Criadora ou Deus) deste universo que ora habitamos; pois há muito que aprimorar nele. Contestar é ferramenta para desenvolver a mente e a capacidade de discernir; o que nos torna deuses com potencial para pleitearmos junto á Fonte Criadora nossos direitos criativos, por herança Divina.
Vamos por partes:
Conteste primeiro e principalmente a você mesmo; de forma planejada para escapar dos conflitos automáticos (sob ação da dor – gerada pela lei de causa e efeito) que roubam sua energia.
Quando se fala em mente não há como fugir da fisicalidade para ilustrar raciocínios extra-físicos:
Falamos tanto, em artigos anteriores, sobre sistema Límbico, Assembléias Neuronais e todos os outros participantes de nossa evolução atual que ao lermos os noticiários do dia a dia quase entramos em Depressão da libido de viver.
Finalmente, na escala filogenética, aparece o Neocórtex, a parte mais jovem do cérebro – Representada na escala social contemporânea pelas crianças da Nova Geração? – Cérebros diferentes? DNA diferenciado?
Esse Neocórtex já existe em estado rudimentar nos mamíferos inferiores, e sofre um desenvolvimento impressionante nos primatas da atualidade e nos quase seres humanos contemporâneos. Na TV e na mídia de ação rápida, o processo evolutivo da Neocórtex explode em velocidade na linha dos ancestrais homínidos em comparação com outros animais; essa evolução abrupta é surpreendente em algumas crianças da atualidade, especialmente as, hoje, abaixo dos sete anos de idade – é como se a mente delas fosse digital e a da maioria dos adultos ainda é analógica. O que vai acontecer com o DNA delas? Mutação?
Na pessoa normal parece que não basta a compreensão dos fenômenos químicos ou físicos; para se predizer como se dará a sucessão de atitudes adaptativas, tais como o autocontrole, a iniciativa, a regulação do afeto, do juízo, a destrutividade, o planejamento da fuga ou do ataque; pois, ela é estilizada e manipulada pela cultura e sistema de crenças. De modo geral, há maior ou menor probabilidade da pessoa reagir assim ou assado; pois nelas, as atitudes ainda serão circunstanciais, sem que tenhamos certeza da previsão; pois, predomina o ser reativo.
Uma observação interessante é a crescente habilidade das crianças e adolescentes para regular sua conduta, à medida que o cérebro amadurece. Esse amadurecimento parece ser conseqüência não só da experiência cada vez mais rápida (para alguns; rápida demais levando a comportamentos esquizofrênicos), senão também da mielinização das áreas pré-frontais com as conseqüentes alterações nas redes neuronais – pois, o físico sempre acompanha o que ocorre no extra-físico.
Um dos desafios da humanização é a capacidade de dominar a mente; que a cada dia se torna mais inquieta. É primordial integrar: a mente, emoção, sentimento e intuição.
Será essa; a separação do tal do Final dos Tempos: separar seres humanos dos ainda quase?
Conforme já colocamos em artigos anteriores: para que se consiga é preciso foco; quando temos objetivos definidos e usamos todos nossos recursos a mente consegue funcionar bem; porém nas épocas em que ela vagueia os pensamentos parecem adquirir vida própria e pensam por si mesmos sem controle.
Para que serve seu sexto sentido Zin fiu?
Apenas as pessoas empenhadas em dominar a mente conseguem dirigir suas vidas e criar um bom destino. Todas as outras se tornam dependentes da força das circunstâncias ou o que costumam chamar de destino, sorte, azar – cada vez mais doentes do corpo e da alma elas vagam pela vida como joguete; pois seus pensamentos doentios parecem ter vida própria sem que haja um pensador íntimo no controle; gerando ansiedade mórbida e medo; isso, quando não se tornam marionetes; controladas por mentes estranhas e tão pouco esclarecidas; quanto elas mesmas; quando não, piores – alguns chamam isso de obsessão.
Na verdade a mente é aquele tão decantado sexto sentido, a capacidade de reconhecer e interagir com o mundo invisível.
Todos nós temos intuições e pressentimentos, mas poucos conseguem torná-los ferramentas úteis á sua vida e dos outros, mudando o rumo dos acontecimentos. Sem o trabalho da mente esclarecida pelo exercício da leitura correta dos fatos e da meditação antes de agir - intuições e pressentimentos, apenas causam mais medo, ansiedade, inferno de consciência. Emmanuel chamou isso de mediunismo e mediunidade.
Zin fiu!
Ocê deve perguntar a si mesmo como anda seu pensador interno para que consiga controlar seu destino; e ouvir o que o universo tem prá lhe dizer. Nóis do lado de cá tem muita semente boa prá plantar na horta da cabeça duceis aí desse lado – mas, tirar as erva daninha e preparar a terra; e depois, cuidá e regá com bons pensamentos; daqui em diante; é tarefa duceis... E nóis Du lado di cá temu qui cumprir a LEI.
Zinfiú – cuida mió Du Teu Pensadô! DU TEU SEXTU SINTIDO!
Obs. Oia bem na luz dos olhos do teu amigão querido da foto: sou eu zinfiu. Acredita no que ele te "fala" (mediunidade nos animais)...
sábado, 12 de fevereiro de 2011
DISCRIÇÃO – UM MANTO DE INVISIBILIDADE
Vivemos na Era do marketing da venda da imagem.
A propaganda é a alma do negócio; nada contra; o perigo é vender a própria alma, sem se dar conta, a pessoas e instituições que caloteiam.
As pessoas são instigadas á exposição de seus predicados e do seu valor pessoal como produto de consumo. Pois, os dias de hoje, não apenas solicitam, e sim exigem novas criaturas em carne e osso já dotadas de novos objetivos e de novos valores, para “sobreviver com qualidade” não somente após a perda do corpo físico; mas também às necessidades de agora; como morar, vestir, comer..., impostas pelo cotidiano de uma sociedade tecnológica explicitamente globalizada, e que começa a exigir qualidade em tudo e, em larga escala.
Nos dias de hoje, tudo é exacerbadamente comprado e vendido. Desse modo, a ocupação, o trabalho de qualquer tipo, é vital para o equilíbrio individual e coletivo; sem perder o foco nas relações interpessoais, na família, no lar.
Neste nosso bate papo, mesmo que seja um monólogo, vamos tentar fixar o problema da “atitude da discrição” nos limites da Ética e da Psicologia Social; pois quando ainda não automatizada, trata-se de um comportamento social, plástico e mutável. Nós nos ajustamos ou não, ao meio social - num determinado momento e, nossa qualidade se refletirá nas “atitudes”; pois nós enxergamos sempre através da nossa visão interior. Com o que vemos por dentro, julgamos os aspectos de fora; pelo que sentimos, examinamos os sentimentos alheios; e medimos a conduta dos outros pela nossa própria forma de atuar.
Progredir é mudar; devemos investir na mudança de atitudes; pois elas afetam nosso comportamento e personalidade, e, são formadas e aprendidas; daí elas podem ser mudadas, quando se queira; desde que nos capacitemos. No assunto em questão, podemos tecer o manto da invisibilidade fio a fio.
A idéia da conversa foi resultado de uma reflexão a respeito de uma vivência que tive ontem á noite. Por vários motivos baixou o santo numa pessoa da família (literalmente – conforme já coloquei em outros artigos, o mediunismo vai aumentar muito daqui em diante) em outras ocasiões viraria o maior banzé. Mas, uma voz disse no meu pensador interno: Fique invisível! Seja discreto! Cale! Faça de conta que não está aqui!
- Não é que funcionou! A tempestade foi prá outro lado e perdendo força. O dia amanheceu lindo; vou continuar na maior discrição; vou passar um fim de semana invisível; mas, o melhor da história: estando presente, solícito, “aquoso” – fluindo por entre as pedras do caminho... Gostei tanto da experiência que vou tentar praticar essa idéia o tempo todo, em todos os lugares possíveis, sem virar um bicho do mato, um ermitão; um ET.
Se ainda nos preocupamos e necessitamos para as tarefas do dia a de um marketing pessoal; nada de culpa; apenas em tudo que façamos; não podemos esquecer que:
Tudo o que fazemos leva e se transforma em nossa marca pessoal.
Devemos pautar nossa conduta sem a preocupação da aprovação social, como necessidade primordial. Embora, muitas vezes, isso possa ser importante para o desempenho de nossas atividades cotidianas e para reforçar a auto-estima. (Pense nisso).
A paz e a felicidade procuram as pessoas Top de linha cósmica.
Devemos sempre buscar padrões morais de qualidade superior aos utilizados pelo grupo social ao qual pertencemos.
Assim, estaremos sempre no grupo de elite, segundo o lado cósmico da qualidade. Estar nessa condição, para os dias de hoje é questão de vida ou morte. Questão de estarmos vivos ou mortos-vivos, Depressivos, Estressados, Angustiados ou em Pânico...
Como nos tornarmos uma pessoa discreta sem cair no ostracismo?
Bons exemplos não faltam: ao nosso redor, ou os que foram para a mídia sem o desejar: Chico Xavier; Madre Teresa; Zilda Arns e tantos outros – estamos longe disso; daí é melhor curtir o momento; aprendendo com alegria e brincadeira.
Adorei ficar invisível, senti um enorme prazer.
Mas, nem tudo pode ser perfeito - o chatonildo do meu amigo ET me mandou um de seus torpedos mentais costumeiros: Ocê apenas mudou sua freqüência de grade energética – saiu daquela sintonia e entrou em outra!
O chato poderia ter deixado que eu curtisse o prazer de me sentir invisível, poderoso, divino.
Aprendizado do dia, que eu compartilho com os amigos; dos quais não quero me tornar invisível:
Discrição sempre evitará obstáculos desnecessários, contendas inúteis, sofrimentos sem razão. Tanto faz que sejamos nós ou os outros a criá-las. Não adianta argumentar com algumas pessoas; elas não vão entender nossas idéias, motivos e argumentações – daí é melhor criar um manto de invisibilidade para escolher o melhor momento de interagir.
Sabe aquele amigo invisível que o ajudou a mudar algo?
Espero que um dia seja eu!
NÃO ME ENXERGUEI NA FOTO - FIQUEI INVISÍVEL?
Ao menos desencar ainda não desencarnei. rssssss
Namastê.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
FINAL DOS TEMPOS - ANDANDO NO FIO DA NAVALHA
Dia destes, ouvindo as queixas de pessoas numa tarefa de triagem de atendimento voltado para a saúde em conjunto com a espiritualidade; vivi uma experiência única, que sinto obrigação de compartilhar.
Uma senhora que falava com aparente naturalidade sobre seus problemas mais imediatos: cinco aneurismas cerebrais; um câncer de pulmão operado, mas com três metástases em fígado; cinco hérnias de disco e algumas mixarias como enxaqueca, constipação intestinal; urticária...
Confesso que sou muito chato, como não estava incorporado nem acoplado, meu espírito crítico brotou num impulso; pensei: Essa está com a corda toda; está com tudo e não está prosa – pura obsessão.
Logo intui que sua aparente força vinha do intenso medo que a acometia; era como se estivesse anestesiada após um grande choque ou acidente.
Verificando o caso, era tudo vero – quando o amigo espiritual se manifestou; além dos procedimentos a serem tomados; deixou alguns recados.
Américo:
Sua intuição está correta, o pavor que ela está transmutando em fé a mantém aqui como sobrevivente de si mesma. Ela é uma vitrine para quem quiser observar as capacidades que o ser humano detém – ela está focada em vencer essa batalha: continuar viva; quando muitos ao seu redor estão entregando os pontos por simples contratempos – continuem ajudando.
O principal que você deve transmitir aos outros:
Ela vos representa como raça.
Os aneurismas correspondem aos inúmeros vulcões prestes a explodir – as metástases ás inúmeras usinas nucleares mal planejadas que podem contaminar severamente o organismo do planeta ao primeiro abalo sísmico mais intenso. Parem de se preocupar com causas menores, sigam em frente sem perder a fé no trabalho; único caminho.
O momento não é apenas de contemplar as belezas do horizonte, da fala, da escrita, da música... É momento de agir.
Cada um de vocês e todos estão caminhando no fio da navalha, como costuma dizer – falta pouco para atingir a meta de chegar ao outro lado – basta apenas calcular o último passo.
Sabe o que representa calcular?
Amigos, eu estou revisando todos meus conceitos a respeito do ato de calcular, planejar.
O proveito imediato que estou tirando do ensinamento: Vou tirar todo peso possível das minhas costas para que os últimos passos no fio da navalha não sejam fatais.
Para começar; o que é meu é meu, o que não me pertence deixo para os outros. Mas, não somos todos um? – Basta fazer minha parte? Salvar minha pele? – assunto interessante para outros bate papos.
Por hoje:
Confesso que ao ouvir e conhecer essa senhora: Nunca tive problemas – meus antigos eram apenas ilusão...
Sabe aquela dorzinha de cabeça?
Passou!
Sabe aquela dorzinha nos costas?
Passou!
Vivendo e aprendendo.
Voltarão?
Quem se habilita a discutir?
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
URBANIZAÇÃO SELECIONANDO PESSOAS
Quem tiver olhos de ver e ouvidos de ouvir, facilmente percebe que o momento atual nos centrifuga e seleciona como aquelas máquinas de separar grãos: ser humano tipo 1 para cá; tipo 2 para lá; tipo 3 para acolá... Para permanecer aqui nosso DNA deve atingir um quantum energético semelhante ao da grade energética de Gaia, que está em fase de rápida mudança, e acelerando.
As teorias de Darwin e Lamarck não são incompatíveis entre si; como não são as de Einstein e Newton – elas se aplicam também á nossa evolução como pessoas e raça; nós estamos nos adaptando á Nova Fase Planetária.
Permanecer aqui ou sofrer transferência de escola cósmica não é prêmio nem castigo: apenas questão de escolha. Nas leis universais não há escolhidos pela fé ou por sistemas de crenças; apenas o que se escolheram, adaptaram, trabalharam, progrediram – atingiram o quantum energético suficiente e compatível ficam.
Na natureza tudo se aproveita; aquilo que parece um mal logo se torna parte do bem.
De certa forma com seus desafios constantes no que tange, inclusive á sobrevivência, a urbanização é uma ferramenta que juntamente com outros fatores; participa diretamente do processo seletivo em curso.
O meio urbano é uma experiência relativamente nova para o ser humano, cuja estrutura biológica não está totalmente adaptada para as pressões geradas nesse ambiente.
Nesse contexto de rápida urbanização, além do despreparo e ganância das gerações anteriores; tem importância o rápido crescimento da tecnologia que transferiu as brincadeiras infantis do campo mais físico para o campo mental, através dos jogos eletrônicos que exigem alta concentração e baseiam-se na obtenção de resultados, o que mantém a criança envolta num clima de suspense e ansiedade.
Atividades físicas e intelectuais são sempre bem-vindas desde que não haja exagero e que cumpram suas finalidades lúdicas.
No esquema de esporte e competição pais e técnicos acham que a criança tem que ganhar sempre e esquecem seus limites. E quando a criança tem potencial projetam nelas suas frustrações, querendo tornar-se vencedores às custas delas. Na realidade as crianças contemporâneas nos centros urbanos estão sendo criados em regime de confinamento e engorda.
Um dos subprodutos da sobrevivência dos interesses na vida urbana é a cobrança de desempenho:
Hoje as crianças têm uma agenda sobrecarregada, com escola, inglês, natação, computação, judô, balé, nem sempre por opção delas. O garoto pode adorar nadar, mas quando o pai o coloca numa escola de natação dizendo que ele vai ser um novo Gustavo Borges, a atividade prazerosa vira cobrança e causa Estresse. Muitas delas sofrem por parte dos pais a pressão pelo perfeccionismo, que em vez do sucesso pode levar ao fracasso. Nessa circunstância a criança começa a se auto/desvalorizar sente culpa e cai em Depressão. A criança sufocada pode tornar-se agressiva ou apática. Até sofrer de pânico. Para grande parte dos adultos que sofrem desse processo o problema vem desde muito tempo.
A fase em que o adolescente mais se estressa é sem dúvida na época do vestibular, seja por ter que escolher ou pela cobrança de resultados.
A rápida urbanização com seus valores variáveis e inconstância de metas leva a mudanças súbitas:
A vida urbana sujeita as pessoas a mudanças inesperadas.
Mudar de residência, de escola, de atividades recreativas, sociais, religiosas ou hábitos como horário para comer e dormir. Para muitas pessoas toda mudança inevitável gera ansiedade e pode tornar-se estressante. Nos dias atuais a queda no padrão de vida familiar, real ou fictícia, é um fato dos mais comuns.
Focamos mais o foco da urbanização nas crianças; pois elas são as grandes vítimas do processo. Mesmo que a mente da maioria seja já mais digital e a dos adultos ainda analógica; boa parte das crianças está sob risco de morte precoce – estão pulando doenças de adultos e indo direto para as de idosos.
Como evitar o estresse crônico da urbanização na criança.
O estresse não é nem bom nem ruim, é necessário nos dias de hoje, pois é uma ferramenta de evolução que tem como finalidade ajudar as pessoas a se adequarem ao momento atual. Portanto, não deve ser combatido para ser eliminado, pois essa tentativa é quixotesca. O que é preciso fazer é aprender a separar o joio do trigo nos fatos que nos estressam, reter o que é necessário e eliminar o que não serve; e dispensar os fatos descartáveis que geram estresse.
Os requisitos para evitar o estresse nas crianças são os mesmos que para os adultos: é preciso reduzir a carga de compromissos quando a pessoa não consegue dar conta de todos eles e dedicar mais tempo ao conhecimento de si mesmo. Obviamente, é papel dos pais cobrar delas bons resultados na escola ou em qualquer outra atividade, para combater a crônica preguiça.
Na analise dos fatores urbanos que possam estar estressando uma criança, antes de descartá-los, é preciso que não se perca de vista que o ser humano ainda é muito medroso e preguiçoso.
então, é preciso estudar a criança, analisar suas características, tendências e predisposições para que se possa ajudá-la com eficiência.
O resultado desse estudo é que vai ditar o método a ser tentado para adequar o ritmo de vida que a criança leva, às suas necessidades particulares: físicas, mentais e emocionais.
Mesmo e principalmente nas grandes cidades; os pais devem preocupar-se sempre com melhora da qualidade do ambiente familiar; tanto físico quanto energético; pois cada casa tem seu padrão vibratório característico formado pela energia resultante do que se pensa, fala e faz ali. A casa deve ser um lugar acolhedor. Os pais devem investir num ambiente doméstico, agradável, no qual todos se respeitem e se ajudem. Porém, sem que um faça a tarefa que é obrigação do outro.
A inércia da atual sociedade leva a uma certeza: a situação vai chegar a um ponto de crise grave e drástica para os maus alunos que não gostam de aprender; mas, tudo que está em andamento é bom e faz parte de um projeto cósmico: os que sobrarem irão habitar um mundo em franca regeneração.
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As teorias de Darwin e Lamarck não são incompatíveis entre si; como não são as de Einstein e Newton – elas se aplicam também á nossa evolução como pessoas e raça; nós estamos nos adaptando á Nova Fase Planetária.
Permanecer aqui ou sofrer transferência de escola cósmica não é prêmio nem castigo: apenas questão de escolha. Nas leis universais não há escolhidos pela fé ou por sistemas de crenças; apenas o que se escolheram, adaptaram, trabalharam, progrediram – atingiram o quantum energético suficiente e compatível ficam.
Na natureza tudo se aproveita; aquilo que parece um mal logo se torna parte do bem.
De certa forma com seus desafios constantes no que tange, inclusive á sobrevivência, a urbanização é uma ferramenta que juntamente com outros fatores; participa diretamente do processo seletivo em curso.
O meio urbano é uma experiência relativamente nova para o ser humano, cuja estrutura biológica não está totalmente adaptada para as pressões geradas nesse ambiente.
Nesse contexto de rápida urbanização, além do despreparo e ganância das gerações anteriores; tem importância o rápido crescimento da tecnologia que transferiu as brincadeiras infantis do campo mais físico para o campo mental, através dos jogos eletrônicos que exigem alta concentração e baseiam-se na obtenção de resultados, o que mantém a criança envolta num clima de suspense e ansiedade.
Atividades físicas e intelectuais são sempre bem-vindas desde que não haja exagero e que cumpram suas finalidades lúdicas.
No esquema de esporte e competição pais e técnicos acham que a criança tem que ganhar sempre e esquecem seus limites. E quando a criança tem potencial projetam nelas suas frustrações, querendo tornar-se vencedores às custas delas. Na realidade as crianças contemporâneas nos centros urbanos estão sendo criados em regime de confinamento e engorda.
Um dos subprodutos da sobrevivência dos interesses na vida urbana é a cobrança de desempenho:
Hoje as crianças têm uma agenda sobrecarregada, com escola, inglês, natação, computação, judô, balé, nem sempre por opção delas. O garoto pode adorar nadar, mas quando o pai o coloca numa escola de natação dizendo que ele vai ser um novo Gustavo Borges, a atividade prazerosa vira cobrança e causa Estresse. Muitas delas sofrem por parte dos pais a pressão pelo perfeccionismo, que em vez do sucesso pode levar ao fracasso. Nessa circunstância a criança começa a se auto/desvalorizar sente culpa e cai em Depressão. A criança sufocada pode tornar-se agressiva ou apática. Até sofrer de pânico. Para grande parte dos adultos que sofrem desse processo o problema vem desde muito tempo.
A fase em que o adolescente mais se estressa é sem dúvida na época do vestibular, seja por ter que escolher ou pela cobrança de resultados.
A rápida urbanização com seus valores variáveis e inconstância de metas leva a mudanças súbitas:
A vida urbana sujeita as pessoas a mudanças inesperadas.
Mudar de residência, de escola, de atividades recreativas, sociais, religiosas ou hábitos como horário para comer e dormir. Para muitas pessoas toda mudança inevitável gera ansiedade e pode tornar-se estressante. Nos dias atuais a queda no padrão de vida familiar, real ou fictícia, é um fato dos mais comuns.
Focamos mais o foco da urbanização nas crianças; pois elas são as grandes vítimas do processo. Mesmo que a mente da maioria seja já mais digital e a dos adultos ainda analógica; boa parte das crianças está sob risco de morte precoce – estão pulando doenças de adultos e indo direto para as de idosos.
Como evitar o estresse crônico da urbanização na criança.
O estresse não é nem bom nem ruim, é necessário nos dias de hoje, pois é uma ferramenta de evolução que tem como finalidade ajudar as pessoas a se adequarem ao momento atual. Portanto, não deve ser combatido para ser eliminado, pois essa tentativa é quixotesca. O que é preciso fazer é aprender a separar o joio do trigo nos fatos que nos estressam, reter o que é necessário e eliminar o que não serve; e dispensar os fatos descartáveis que geram estresse.
Os requisitos para evitar o estresse nas crianças são os mesmos que para os adultos: é preciso reduzir a carga de compromissos quando a pessoa não consegue dar conta de todos eles e dedicar mais tempo ao conhecimento de si mesmo. Obviamente, é papel dos pais cobrar delas bons resultados na escola ou em qualquer outra atividade, para combater a crônica preguiça.
Na analise dos fatores urbanos que possam estar estressando uma criança, antes de descartá-los, é preciso que não se perca de vista que o ser humano ainda é muito medroso e preguiçoso.
então, é preciso estudar a criança, analisar suas características, tendências e predisposições para que se possa ajudá-la com eficiência.
O resultado desse estudo é que vai ditar o método a ser tentado para adequar o ritmo de vida que a criança leva, às suas necessidades particulares: físicas, mentais e emocionais.
Mesmo e principalmente nas grandes cidades; os pais devem preocupar-se sempre com melhora da qualidade do ambiente familiar; tanto físico quanto energético; pois cada casa tem seu padrão vibratório característico formado pela energia resultante do que se pensa, fala e faz ali. A casa deve ser um lugar acolhedor. Os pais devem investir num ambiente doméstico, agradável, no qual todos se respeitem e se ajudem. Porém, sem que um faça a tarefa que é obrigação do outro.
A inércia da atual sociedade leva a uma certeza: a situação vai chegar a um ponto de crise grave e drástica para os maus alunos que não gostam de aprender; mas, tudo que está em andamento é bom e faz parte de um projeto cósmico: os que sobrarem irão habitar um mundo em franca regeneração.
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