quarta-feira, 4 de agosto de 2010

QUEM É MEU PAI? QUEM É MINHA MÃE

Neste comentário não tratamos da indagação de uma das milhões de crianças de terceiro mundo; abandonadas, órfãs das guerras, genocídios e da miséria – nem tampouco sobre ética cósmica: todos irmãos filhos de um mesmo Pai. Analisaremos alguns aspectos da ação da globalização, mídia de ação rápida, padronização e massificação, na estrutura da nossa vida familiar de modo geral; apenas, cá entre nós.

Nesta vida a mil, até o pedigree foi transferido com rapidez para a liquidez bancária.
Antigamente nascer numa determinada família ou pertencer a determinada classe social podia ser sinônimo de: orgulho, segurança, acesso a determinados prazeres, à educação, ao conhecimento e até ser dono da vida e da morte de outras pessoas. Migrar de uma classe social a outra só com milagre, e a possibilidade de perder essa condição era mais remota e lenta; já hoje, o sujeito deita rico, poderoso e pode acordar pobre, preso ou morto; já deitar pobre e acordar rico é bem raro; mais em sonho.

A massificação social afetou a antiga estrutura da família e estreitou os laços da interatividade.
Até certo ponto, a globalização está acordando aquela pulga colocada atrás da nossa orelha há dois mil anos: “...Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?...” Hoje um sujeito voltado apenas para seus interesses e dos seus familiares está sendo obrigado, a contragosto, a perceber que o bem estar, a segurança, a saúde, e até a sua vida e a dos seus; depende do bem estar, da segurança e da saúde das outras famílias.

A mídia de ação rápida cria tantos desejos e expectativas na cabeça das pessoas, não acompanhadas de um processo justo de distribuição de renda; que a integridade e a vida de muitos, vale o que e o quanto eles carregam consigo; nessas condições muitas pessoas já estão descobrindo um novo conceito de família; daí, já se preocupam e atuam também a favor da família do próximo. Claro que no meio de tantos desejos não satisfeitos e de muita bala perdida; esse trabalho ainda é incipiente; mas é uma questão de tempo para que se torne mais amplo e estendido a toda a sociedade. As pessoas estão descobrindo que nenhum tipo de muro ou de blindagem as deixa a salvo da lei de amor; começam a perceber que a violência implícita atrai a violência explícita; que ostentar riqueza entre miseráveis que lutam para sobreviver é uma violência do mesmo porte da agressão física, senão pior. Que nenhum tipo de criminoso está a salvo da lei natural; não importa a cor do colarinho, ladrão é ladrão; seja descamisado ou engravatado; assassino é assassino seja de tirar a vida do outro, seja de tirar oportunidades de sobrevivência e de progresso, e que nenhum escapará, primeiro de sentir na própria pele, depois mais tarde ao resgate, à reparação. Tudo o que está acontecendo hoje, está nos planos da Natureza, é o momento de centrifugar para depois separar.
Muitos já adotaram e patrocinam o bem estar dos outros, seus irmãos. Outros ainda jazem na revolta e, no não fazer nada para mudar; sentem-se vítimas de tudo e de todos... Para esses vale um lembrete: “nosso tribunal íntimo, não cobra apenas o bem ou o mal que fizermos a nós e aos outros; mas também e principalmente, todo o bem que deixarmos de fazer...”
Quantas pais e mães, passam noites insones enquanto seus filhos e filhas que foram para a noite se divertir não retornam em segurança ao a lar. Preocupam-se com a integridade e com a segurança dos seus em virtude da insegurança e da violência social dos dias de hoje; até adoecem – mas, pouco ou quase nada fazem para ampliar seus afetos, estender o grande amor que tem para uma família um pouco maior: a família social (não é preciso ir longe; até mesmo dentro do lar, a qualquer momento, a vida de nossos filhos pode estar sob a mira de criaturas bem próximas de nós no dia a dia – é urgente questionar o que fazemos por elas; além de lhes dar algumas sobras...).

Na vida nada se perde; para que tudo se transforme.

A insegurança amplia o conceito de família social:
Antes: cães bravos, muros altos e armas eram suficientes para afastar os intrusos de nossa paz familiar, do lar doce lar. Prisioneiros do próprio egoísmo, e da própria incapacidade de dar e receber amor aumentamos o arsenal de defesa com: vidros blindados, exércitos de segurança, alarmes, cofres e senhas secretas, tudo em vão. O estilo de viver atual: mídia de ação rápida; massificação; globalização; tudo isso, feito um rolo compressor, veio mexer nessa ferida, acionar um alarme interno para os que tem olhos de ver e ouvidos de ouvir: é preciso ampliar nosso conceito de família.
Onde não há fome, ninguém rouba e mata por um prato de comida; onde não há excessos, não há violência nem mortes pela cobiça nem pela inveja.

É urgente redefinir e ampliar nosso conceito de família. Essa atitude pode evitar muito sofrimento ligados à interação pessoal. Sofrer que pode chegar quando menos esperamos e de várias formas. Perceber a interdependência além de atitude de inteligência básica e primária; é vital para adquirir status de ser humano nos dias de hoje. Dias de definição... É mais do que válida a preocupação em reestruturar nossa família; para melhorar a qualidade de vida de todos dentro dela - mas, só isso, não serve mais. Hoje, além disso, dessa preocupação; procuremos também fazer algo pelas outras famílias que estejam interagindo com a nossa de algum modo.

O momento é grave; pois se a maioria das famílias aparentemente bem constituídas está com sérios problemas; imaginemos as que nem são constituídas; quanto mais organizadas.
Como se diz no popular: ou vai pelo amor ou pela dor; mas, que vai; vai..
Aprender a amar para que tenhamos sanidade, pessoal, familiar e social é o único caminho; pois, a interdependência gerada pelo sistema, estreita cada vez mais, os laços da família humana. Cada um de nós tem sua parcela de responsabilidade – porém, alguns grupos estão devendo ações mais fortes e rápidas para compensar o estrago que fazem na paz e na sanidade de todos.

Cá entre nós:
Bom momento para refletir na questão: Quem é minha mãe; quem são meus irmãos? – E, pelo amor de Deus – não se assuste se alguém te chamar de mano e pedir prá levantar as mãos – é só um cumprimento, carinhoso; ele só quer de dar um abraço bem apertado – um xi-coração como dizem lá na terrinha.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

RELACIONAMENTOS QUE CAUSAM ALERGIA

Acho que determinada pessoa me provoca alergia!

Ás vezes, falamos essas coisas na brincadeira; mas sem consciência disso, estamos aventando uma possibilidade real; até com respaldo científico – pois, algumas de nossas secreções e até o contato pele, pele, é capaz de provocar reações alérgicas especialmente em mucosas. Mas, nos interessa desmaterializar o raciocínio para ir na origem do problema: as vibrações que emitimos via pensar, sentir, agir que determinam como nosso organismo funciona – e que regulam a qualidade das interações através do campo da aura de cada envolvido – a permuta energética pode gerar manifestações no corpo; dentre elas, alergias.

Antes de chegar ao patamar físico a intolerância ou alergia pode ser detectada ainda no plano energético – e não é preciso habilidades inatas; pois, a capacidade de sentir as vibrações eletrônicas por nós irradiadas; pode ser desenvolvida; segundo conhecimento, técnica e treinamento. Resultado de um trabalho consciente de percepção; as sensações podem ser analisadas; e até planejadas - quando trazidas a um padrão; cada vez mais harmônico. Quando essa possibilidade nos é desconhecida; de forma instintiva sentimos bem estar ou mal estar quando em contato com determinadas pessoas; sem atinar muito bem com a razão do ocorrido.

Num estágio mais consciente, é possível detectar intolerância a determinadas pessoas quando desejamos sair de perto delas o mais rápido possível; pois, sentimos medo indefinido, angústia, ansiedade, inquietude; perdemos a capacidade de raciocinar com clareza; exibimos atitudes agressivas – frio na altura do estômago, vertigem, náusea, falta de ar, tosse, obstrução nasal, coceiras.

É rara a ocorrência súbita; normalmente o processo é de construção mais lenta. O problema de incompatibilidade se expressa no corpo porque nem sempre há possibilidade de nos afastarmos das pessoas a quem manifestamos intolerância e vice versa.

Como proceder?
Usando as sensações do próprio corpo; pois ele se comunica com a mente através delas. O que permite o manejo consciência; trazendo com clareza situações subconscientes para análise e possível resolução.

Cuidado:
Nem sempre a origem do problema está na forma de ser das outras pessoas; muitas vezes, o problema somos nós; está na nossa extrema sensibilidade; daí no momento de diagnosticar é preciso aprender a separar o que é nosso do que é dos outros; mas, para isso, é preciso usar de honestidade íntima para assumir a responsabilidade. Uma das dificuldades que embaça a honestidade é a projeção – um bom antídoto, é colocar-se no lugar do outro; antes de qualquer avaliação ou julgamento, que é perigoso; pois, costumamos ser juizes bem parciais. A intenção deve ser aprender – na análise da possibilidade de uma relação nos prejudicar; quem está em julgamento somos nós; os outros farão isso com eles quando estiverem aptos.

Exemplos de características da personalidade com poder de gerar alergia:

Inveja
A relação entre dois invejosos; tende a tornar-se uma forte e repulsiva aversão.

Intolerância
O intolerante cria um clima energético de antipatia; á sua pessoa com facilidade.

Impaciência
O impaciente ajuda os da convivência; a tornarem-se mais lentos do que possam ser.

Orgulho
A interação com pessoas doentiamente orgulhosas; sempre traz consigo uma carga de mal estar; que atinge até os em torno.

Agressividade
A emissão de irradiações agressivas; atinge fortemente as pessoas ao redor.

Medo
A personalidade medrosa; tende a sentir antipatia ou aversão; pelas pessoas extrovertidas; e as agressivas.

Ansiedade
Quem não domina a pressa e ânsia; tende a tirar o centro ou equilíbrio de alguns.

Ganância
O ganancioso pressente seus iguais á distância. Sabe que o outro vai disputar com ele; e pode impedir que seus mais secretos desejos se realizem.

Evidente que muitos outros problemas de nossa personalidade como raiva, ira, ódio, mágoa.., servem como gatilho para disparar reações orgânicas anormais. Nas interações doentias só é possível perceber com clareza nos relacionamentos mais constantes e até prolongados: relações amorosas; conjugais; familiares; ás vezes nas relações de trabalho – dois exemplos clássicos: crises de asma desencadeados por familiares controladores – uretrites e problemas na área genital quando as relações passam a tonar-se ácidas e corrosivas...

Quantos casos de alergias, que se arrastam por anos a fio, na infância, por exemplo, poderiam ser sanados com mais facilidade se os adultos prestassem mais atenção á forma como tratam suas crianças. Quantos casos de interações que causam doenças nos parceiros poderiam ser amenizadas e até curadas com a simples prática do diálogo construtivo e da vigilância contra o uso das palavras corrosivas e cáusticas que agridem profundamente o campo áurico de quem as ouve e desembocam no corpo físico dos envolvidos...

Quando disser que determinada pessoa lhe causa alergia – pode estar diante de uma realidade a ser explorada.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

ALERGIA OU INTOLERÂNCIA?

Alergia e intolerância podem ser confundidas.
Têm lá suas semelhanças; mas, não são a mesma coisa ao pé da letra. Exemplo, dizer que organismo daquela criança não tolera o leite de vaca; não é exatamente a mesma coisa que afirmar: aquela criança tem alergia ao leite de vaca.

A resposta imunológica aos agentes que desencadeiam a alergia, é semelhante aos processos que o organismo usa para reconhecer e combater agentes infecciosos, toxinas, neoplasias e enxertos de tecido – a alergia é conseqüência do processo inflamatório desencadeado contra agentes que não são intrinsecamente nocivos.

Frente a recorrências de processos alérgicos as pessoas não informadas costumam dizer que estão com a imunidade baixa; quando o processo é alergia.
Os órgãos onde as alergias mais habitualmente se manifesta, é múltiplo – os mais acometidos são os tecidos linfóides da mucosa nasal, traqueo-bronquial e gastrointestinal; mas, qualquer local serve.

Como se forma?
A sensibilização ao um agente é na maior parte das vezes gradativa e até insidiosa; mas, pode ser aguda.

Até enxaqueca pode ser desencadeada por reação alérgica; mas esse não é nosso tema do momento. Dicas sobre alergias; especialmente as ites de inverno já estão colocadas em outros artigos do nosso bloog – a idéia de hoje, é repassar aos amigos leitores uma observação – Há alguma correlação entre resposta alérgica e intolerância como componente psicológico? – Temos observado em nosso trabalho de atendimento que sim. Exemplo, assim como a falta de flexibilidade tem como alvo predileto as articulações; a intolerância liga-se com freqüência aos problemas alérgicos. Evidente que nem sempre distinguimos a intolerância pura e simples, especialmente quando ela anda com suas coleguinhas: a impaciência e ansiedade.
Nem tanto lá nem tanto cá; sabemos que construir uma doença é como fazer um bolo; ele não se faz só com farinha – é preciso juntar vários ingredientes. Daí que não basta ser intolerante para criar um processo alérgico. Dentre outras coisas; nossas doenças são montadas com tendências carregadas no DNA; fatores ambientais; culturais e psicológicos; etc.

Como descobrir?
Nossas tendências e impulsos estão embaralhados e camuflados; mas, usando a técnica das anotações fica mais fácil entender como funcionamos frente ás ocorrências do dia a dia. Um exercício fácil de ser praticado nas doenças que se repetem, é anotar os possíveis fatores que as desencadeiam.
Algo simples como analisar que tipo de pensamento era dominante na ocasião? Que sentimentos estavam em jogo? Que ocorrências estavam em andamento? A que fiquei exposto na parte ambiental e de hábitos? Qual foi o gatilho que disparou a crise?

Dica:
Quanto mais intensas sejam as crises mais fácil fazer a correlação entre os fatores físicos e os psicológicos.

Outra dica:
Não queremos tirar-lhe o prazer da auto descoberta – mas, há uma frase clássica que os portadores dessas doenças costumam fazer: Porque eu? Porque sempre comigo?

De que adianta a descoberta?

Aprender a correlacionar nossos problemas físicos com os distúrbios psicológicos pode ser de grande valia para conseguirmos a cura plena.
Com algum tempo de treinamento é possível conseguir melhores resultados dos tratamentos em curso, sejam eles medicamentosos ou alternativos; diminuindo ou espaçando, as quase inevitáveis, recaídas, até o que se consiga a cura.
Usando um argumento que todos entendemos hoje: é possível diminuir custos diretos no gasto com medicamentos, vacinas, etc. No ganho indireto podemos computar melhor qualidade de vida tanto pessoal quanto familiar; pois, quando adoecemos geramos preocupação em alguém.
O ganho em termos de evolução espiritual é digno de nota – pois, na tentativa de nos livrarmos de nossas doenças e sofrimentos aceleramos a reciclagem da nossa personalidade.

Mas, e as crianças que praticamente já nascem com alergias?

Vale relembrar que ao nascer já trazemos um esboço de personalidade, impulsos, tendências físicas e psicológicas – pode-se fazer o caminho inverso. As crises de alergia são a diretriz para se mapear a personalidade da criança; identificando situações e até pessoas que disparam o processo – depois, é só usar o método da vacinação como se faz com as vacinas físicas.

Nossos leitores tem solicitado artigos bem curtos – então, finalizamos este de hoje com uma questão passível de ser abordada noutro dia:

É POSSÍVEL APRESENTAR REAÇÃO ALÉRGICA A ALGUMAS PESSOAS?

domingo, 1 de agosto de 2010

BISFENOL - A - E A SAÚDE NA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA

Ofertas do dia na XEPA CÓSMICA:

NÃO USE NADA DESCARTÁVEL: NÃO SE DESCARTE!

Mansos como as pombas; mas, prudentes como as serpentes...

Distúrbios do climatério a mil; tireóides detonadas; puberdade precoce; câncer como a doença da moda; problemas cardíacos; abortos espontâneos como nunca se viu, etc; etc...

Nosso assunto de hoje é o bisfenol (BPA); uma das “porcarias” derivadas do defunto que não quer morrer: o maldito petróleo (resultado do cemitério de nossas outras Eras) – O petróleo é o “chorume” de nosso passado geológico e adjacências culturais, mentais, emocionais, impulsivas – Que feito aquela idiotice televisiva do RETORNO de qualquer coisa; tenta nos assombrar.

Quem é esse inimigo, especialmente, da mão que balança o berço?
O bisfenol (BPA) é a matéria prima do policarbonato, plástico resistente e transparente (?); ele é usado em vários produtos que recheiam nosso dia a dia; com mordomias ditas práticas e modernas: como mamadeiras e a maioria dos recipientes plásticos.

Numa sociedade cada vez mais “plastificada”; algo bem pior que a maquiagem; corremos o risco de não sermos mais nós mesmos convivendo com outros do mesmo naipe.

Somos o depósito de lixo químico do planeta – no caso do bisfenol, por exemplo; não estamos tão mal assim; pois, segundo as últimas notícias ele é proibido apenas no Canadá, costa Rica e Dinamarca.

Ele age como um hormônio sintético capaz de zonear nosso precário equilíbrio orgânico: Quantos alimentos que consome estão contaminados por hormônios (bichos criados para consumo: aves, gado, peixes, vegetais, etc.)?
A água que você toma banho; que bebe; não estará contaminada por inúmeros excrementos químicos da urina de milhões de mulheres que fazem uso de anticoncepcional?

O bisfenol é uma droga arriscada demais para consumo humano até em poucas quantidades.

Para os idiotas que usam o argumento do nada a ver – deixamos a dúvida: que culpa tem as crianças de terem pais e mães tão omissos?

O que é possível fazer?
Evite produtos feitos á base de bisfenol.

Como identificá-los?
Por incrível que pareça aqui entre nós, onde vale quase tudo, ele está identificado pelo símbolo da reciclagem com o número 7 no interior de um triângulo – as letra PC também indicam o policarbonato (por favor; não “Colorize”; o raciocínio).

Onde estão?
Mamadeiras, copos, recipientes plásticos; galões de água; refri – tudo que é plastificado; até o seio e a face...

Como nos proteger?
Para quebrar o galho: Não aquecer nem congelar nada em embalagens plásticas; pois, a mudança de temperatura facilita a liberação do bisfenol – prefira coisas naturais como vidro.
Como o bisfenol é usado como resina contra a ferugem – evite os enlatados de qualquer tipo que não garantam por escrito na embalagem que não usam essa porcaria como protetor de seus lucros.

Dizem que a Procuradoria do Ministério Público Federal; está de olho nisso.

Tomara!
Mas jogaram a batata quente para a ANVISA.

A palavra está com a ANVISA – mas, seguir as regras externas para muitas coisas tem nos colocado como COBAIAS do sistema.

Apenas, todos nós esperamos que os que se candidataram a servir a comunidade deixem de nos brindar com a falácia – prá não dizer merda:

RISCO NÃO COMPROVADO...

Nós não queremos mais fazer parte da estatística das vítimas dos efeitos não comprovados pela pseudo-ciência da atualidade.

Que o Ministério Público nos ajude.

Amém...

CANALIZANDO OS IMPULSOS

Nossos impulsos devem ser domados?
Um amigo comparou nossa luta para domar nossos impulsos a uma cena daquelas em que se vê um sujeito grudado no cangote dum touro tentando ali permanecer por alguns minutos – confesso que nessas coisas de ser humano versus bicho; sempre torço pelos bichos (acho que sou do contra) – na hora achei engraçado e vi minha incipiente consciência levando cada tombaço daqueles, um atrás do outro – minha consciência vai ter que treinar muito, até fazer amizade com eles – a cada dia acredito mais que a vida investe nos fortes e decididos – talvez o melhor a fazer seja dar boa direção aos nossos impulsos no caminho do amor e da paz.

Nossos impulsos são todos iguais?

O impulso pode ser comparado ao instinto particularizado, personalizado.

As pessoas podem ter impulsos parecidos, mas nunca idênticos; pois, o ser humano é único, não se repete.
É um potencial de energia nem bom nem mau; apenas uma força. Definir se o impulso é bom, se deve ser cultivado, fortalecido ou bloqueado depende de julgamento, da análise dos efeitos que costuma produzir e que podem ser analisados á luz da ética e da moral cósmica – quiçá até da própria justiça comum, quando geram conseqüências capazes de afetar outras pessoas ou o ambiente.
Os impulsos podem ser reciclados mediante esforço e trabalho consciente. Podem também ser modificados e ter a polaridade invertida segundo a ferramenta da vontade.

Na constituição da nossa personalidade entram como componentes importantes: instintos, impulsos (todo instinto é um impulso; embora nem todo impulso seja instinto), razão, emoção e sentimento.
O impulso é a energia gerada por uma forma reativa de agir sem triagem nem controle da razão; diz-se que uma pessoa é impulsiva quando muitas de suas atitudes obedecem ao comando da emoção ou dos instintos como forma de reagir. Exemplo: uma pessoa que contrariada nos seus interesses tem o impulso de agredir. Na perda do controle racional ela agride de todas as formas, até fisicamente; já quando o controle é parcial, a agressão pode situar-se apenas no campo verbal ou nas atitudes. E, se a censura racional for muito poderosa o impulso pode ser contido na sua manifestação exteriorizada; mas, é capaz de agredir seu próprio corpo (estômago, cefaléia, aumento da pressão arterial, etc.).

Para que vigiar e domar os impulsos?

A energia gerada pelo impulso é como uma flecha; uma vez disparada, atingirá o alvo.

Mesmo após a censura e a contenção, os impulsos podem acarretar danos consideráveis tanto na pessoa que os emitiu; quanto naquela a que foram direcionados. Pois, mesmo contidos eles continuam em atividade no plano energético, e a força desencadeada pela sua liberação pode atingir o alvo; caso haja sintonia (somos vítimas apenas de nós mesmos). A energia liberada, mas contida, retorna ao agente emissor e, é capaz de promover distúrbios e até doenças físicas, como cefaléias, hipertensão, gastrites...

Alerta.

Essa prática pode mudar sua vida; e até arrumar uma vaguinha na Nova Terra; aquela, depois da plástica energética e geográfica:
A forma mais correta de canalizar os impulsos; e não apenas bloqueá-los; é aprender a refletir, e a racionalizar cada situação em andamento antes que o gatilho seja acionado liberando a energia da reação impulsiva. Ao automatizarmos a reflexão, antes da reação, iniciamos o processo de assumir o comando da existência e quando agimos mais do que reagimos passamos a gerenciar melhor nosso destino e a influir de forma positiva no ambiente e nas outras pessoas.

Exercício.

Lembra do exercício anterior publicado no artigo: EDUCANDO SEUS IMPULSOS: A REPETIÇÃO LEVA Á AUTOMAÇÃO – publicado em 01/08/2010 no bloog: http://educarparaumundonovo.blogspot.com
Vamos incrementá-lo.
Observe seus impulsos, anote os que, já percebeu, identifique quem ou o que costuma ativá-los. Quem ou o que, funciona como gatilho de sua impulsividade?
Tente criar uma situação que seja capaz de desencadear uma reação ou atitude impulsiva já sua conhecida, e que, não seja capaz de afetar outras pessoas (para evitar dívidas com a própria consciência: “Carma”). Não a censure, mantenha o foco da consciência apenas no impulso e permita que ele siga seu curso até o final. Observe como se sente depois disso, anote. Você percebeu que convive com bons e maus impulsos (depende das reações que provoquem em você, nas pessoas e no meio)?

Dica.

Será que uma das formas de ascender é aprender a arte de transformar maus em bons impulsos?
Compulsões, predisposições e tendências são conjuntos de impulsos em potencial que podem ser ativados ou desativados tanto na presença quanto na falta do desejo e da vontade em pô-los em ação.
Após termos identificado e distinguido alguns instintos e impulsos; e depois de separarmos uns dos outros, exercitaremos a forma mais simples e fácil de manejá-los. Feito isso, a nova tarefa em foco é identificar as compulsões, as predisposições, as tendências e também os vícios. Neste bate papo, apenas procuramos estudar todas essas características juntas, mas elas são distintas umas das outras; uma compulsão é diferente de uma tendência, de uma predisposição e de um vício; de início vá apenas ao dicionário; isso, já pode ser suficiente para começar a diferenciá-las.

Exercício.

De maneira gradativa tente identificar cada uma de suas compulsões, tendências, predisposições e cada um de seus vícios; vale a pena reciclar esse conceito, pois costumamos apenas nos deter na dependência do que é considerado pela maioria como ilegal. É importante anotar o que encontrar no estudo de si mesmo; para complementar suas observações para não perder a continuidade. Pois quando se exercita focar a consciência ou se pára para observar algo, a cada dia, novos detalhes são percebidos e acrescentados; daí basta adicionar.
Aos poucos, procure associar cada característica percebida com o que está ocorrendo no momento presente. Pessoas, situações, sons, odores, palavras, frases, inúmeros são os fatores capazes de desencadear ou interferir com qualquer uma dessas características.

Dica.

Quando submetidos à ação do raciocínio e das emoções os instintos sofrem-lhes a influência e podem ser deturpados dando origem a impulsos compulsivos ou vícios.
Só de brincadeira; analisemos um instinto: o de sobrevivência da espécie. Ao longo da evolução dos animais desenvolveu-se o instinto de buscar alimento e de comer quando se tem fome. Na fase intermediária como trogloditas; descobrimos e acentuamos a sensação de prazer ao comer. Hoje o ser humano é o único animal que come sem ter fome, usando a ferramenta da vontade; e com graves efeitos, que pioram a cada dia “epidemia” de diabetes e obesidade.

Alerta.

Cuidado; nossa vida não é tão fácil assim – não basta recuperar nossos instintos deturpados transformados em compulsões e vícios; é preciso não atrapalhar os dos nossos coleguinhas de evolução. Respeite os animais não tente humanizá-los; pois ao tentar humanizar os bichos – pode criar “Carma” á toa – Animais silvestres não adoecem como nós. Os impulsos, as compulsões e os vícios sofrem a influência do meio na sua formação, como no caso dos animais domésticos de algumas raças; que já comem sem ter fome e morrem de doenças tipicamente humanas: câncer, insuficiência renal, diabetes, obesidade, etc. O contato permanente com o homem durante muitas gerações deturpou o instinto, gerando uma viciação. No ser humano alguns comem sem fome como um vício; outros comem de forma compulsiva alguns tipos de alimentos para tentar abrandar a ansiedade.

Nossa intenção nestes exercícios é apenas criar o hábito de detalhar, impulsos, vícios, compulsões; portanto evite fazer julgamentos de bom ou mau, de certo ou errado; por um motivo simples: você lançará mão da desculpa que todo mundo faz que, isso é normal, e comprometerá o resultado do trabalho. Lembre-se que o interesse é seu, meu e nosso.

Pausa para reflexão.

Neste final de ciclo em Gaia nossas desculpas e justificativas não são mais aceitas. Em tempo: não procure remédios mágicos para reciclar sua personalidade – claro que alguns tipos de terapia podem ser uma alternativa a nos oferecer melhor condição de nos transformarmos.

Continua...

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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